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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Mercosul</title>
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		<title>Prosur com ventos do Norte</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Apr 2019 18:41:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[FRUSTRADOS, talvez, pelos fracassos em seu plano contra a Venezuela e por não conseguirem os resultados exigidos pelo governo de Donald Trump, vários líderes, representantes da direita e da extrema direita da América do Sul, acabam de assinar um documento para criar o que chamaram Fórum para o Desenvolvimento da América do Sul (Prosur).

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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5462" alt="Trumnp titere" src="/files/2019/04/Trumnp-titere.jpg" width="300" height="248" />FRUSTRADOS, talvez, pelos fracassos em seu plano contra a Venezuela e por não conseguirem os resultados exigidos pelo governo de Donald Trump, vários líderes, representantes da direita e da extrema direita da América do Sul, acabam de assinar um documento para criar o que chamaram Fórum para o Desenvolvimento da América do Sul (Prosur).</p>
<p>Além dos objetivos de consolidar a aplicação de políticas de direita na região; fortalecer o plano de privatizações pacotes e outras medidas contra os mais despossuídos, a instituição nascente tem em seu foco imediato acabar com a Unasul e, de passagem, fraturar a unidade dos países daquela região, além de continuar promovendo, sob a égide de Washington, todo tipo de ações contra a Venezuela, a Revolução Bolivariana e o presidente constitucional Nicolás Maduro.</p>
<p>O local não poderia ser melhor e o anfitrião perfeito: o Chile e seu presidente Sebastián Piñera. E se alguma coisa está faltando nesta avaliação, vamos deixar que seja Juan Guaidó, o impostor autoproclamado presidente interino da Venezuela, quem esclareça com sua explicação aos convidados por quê ele não pôde participar da reunião e esclareça a natureza desse encontro: «Eu agradeço o convite de países irmãos para fazer parte deste dia histórico na união de nossos povos. Estamos organizando a Venezuela toda para dar cabo da usurpação, que será o triunfo da democracia, da liberdade e do retorno da estabilidade na América do Sul», escreveu no Twitter.</p>
<p>Esse é o cenário em que a Prosur nasceu com ventos do Norte, um filhote cujo objetivo alicerça na destruição da Unasul, organização fundada em 2008, que agrupou todos os países daquela área geográfica e criou muitas expectativas de solidariedade, união e desenvolvimento comum, durante os governos progressistas de Cristina Fernández na Argentina, Lula e Dilma no Brasil, Evo Morales na Bolívia, Hugo Chávez na Venezuela e Rafael Correa no Equador.</p>
<p>Agora a direita e a extrema direita acreditaram que chegou o momento e sabem muito bem que, aproveitando as fraquezas da esquerda e recebendo o apoio total dos Estados Unidos e fraturando o que foi uma incipiente união sul-americana e latino-americana, podem avançar mais rápido em seus objetivos.</p>
<p>Destruir a Unasul, dividindo a Celac, desmoronando a Petrocaribe, é equivalente, para aquela extrema direita e seus senhores do Norte, a um triunfo que será bem pago, onde personagens como Michael Pompeo, John Bolton, Marco Rubio, Elliot Abrams e o próprio Trump não poupam esforços para esses propósitos.</p>
<p>O outro objetivo do Prosur é derrubar a Revolução Bolivariana e o governo do presidente constitucional Nicolás Maduro. Talvez por isso a insistência de que Guaidó participasse do encontro no Chile.</p>
<p>Lá estavam Mauricio Macri, com sua Argentina entregue aos projetos do Fundo Monetário Internacional; o brasileiro Jair Bolsonaro, rotulado como o &#8220;Trunfo dos trópicos&#8221;, o mesmo que ao chegar à capital chilena disse que «tentará, junto com os demais presidentes sul-americanos, selar o fim da Unasul».</p>
<p>Iván Duque também participou, segurando as rédeas de uma Colômbia em que centenas de líderes sociais e indígenas morrem sem justiça e onde o próprio presidente insiste em mudar os Acordos de Paz assinados com as FARCs e, é claro, o anfitrião Sebastián Piñera, absorvido na promoção de uma direita subordinada a Washington de tal forma que ele até deu ao presidente Trump uma bandeira norte-americana com a pequena bandeira chilena inserida, o que dá a imagem de aspirar a ser mais uma estrela desse estandarte.</p>
<p>Menção separada para Lenin Moreno, o presidente equatoriano, o mesmo que já expulsou a Unasul de sua sede construída no chamado centro do mundo, perto de Quito, e que decidiu demolir o monumento a essa grande figura da integração sul-americana: Néstor Kirchner.</p>
<p>Também fizeram parte do tratamento de desintegração da unidade sul-americana, os presidentes do Peru e do Paraguai, sem muita proeminência, mas fiéis peões do que Washington diz.</p>
<p>A história em breve colecionará o nome desses personagens como perfeitos testas-de-ferro da administração Trump, determinada a retornar ao tempo da Doutrina Monroe, com a América Latina como seu quintal.</p>
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		<title>Bolívia assina protocolo de adesão ao Mercosul</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Dec 2012 00:58:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília, 7 dez (Prensa Latina) O presidente boliviano, Evo Morales, assinou hoje o protocolo de adesão ao Mercado Comum do Sul (Mercosul) com o qual ficou oficializada a decisão de se incorporar a este bloco regional. O documento foi assinado, também, pelos presidentes da Argentina, Cristina Kirchner; do Brasil, Dilma Rousseff; do Uruguai, José Mujica;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3005" src="/files/2012/12/mercosur.jpg" alt="" width="300" height="250" />Brasília, 7 dez (Prensa Latina) O presidente boliviano, Evo Morales, assinou hoje o protocolo de adesão ao Mercado Comum do Sul (Mercosul) com o qual ficou oficializada a decisão de se incorporar a este bloco regional.</p>
<p>O documento foi assinado, também, pelos presidentes da Argentina, Cristina Kirchner; do Brasil, Dilma Rousseff; do Uruguai, José Mujica; e o ministro venezuelano de Energia e Minas, Rafael Ramírez, todos membros do Mercosul.</p>
<p>Pouco antes, Morales ratificou a vontade política de seu Governo para ser parte deste grupo regional, do qual a Bolívia tem participado em qualidade de estado associado, junto ao Equador, Chile e Peru.</p>
<p>O mandatário do país andino agradeceu o convite realizado pelo Mercosul e a aprovação de sua entrada ao bloco.</p>
<p>No discurso de abertura desta cúpula de presidentes do bloco, a chefa de Estado do Brasil deu as boas-vindas à Bolívia e disse que com a incorporação deste país andino&#8221;o Mercosul será mais forte&#8221;.</p>
<p>A partir deste momento se inicia um processo de cerca de um ano, durante o qual os parlamentos das nações membros do Mercosul deverão aprovar a incorporação da Bolívia.</p>
<p>Além dos mandatários dos países membros deste grupo, participaram desta cúpula os governantes do Equador, Rafael Correa; da Guiana, Donald Ramotar; do Suriname, Desiré Bouterse, assim como a vice-presidente do Peru, Marisol Espinoza, e os vice-chanceleres da Colômbia, Mónica Lanceta; e do Chile, Alfonso Silva Navarro.</p>
<p>A reunião terminou com a entrega da presidência pró tempore do Mercosul a José Mújica, que se comprometeu a promover o processo integracionista regional.</p>
</p>
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		<title>Venezuela no Mercosul: Dura derrota para os EUA, afirma Atilio Borón</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Aug 2012 20:48:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

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		<description><![CDATA[get your ex back p&#62;Buenos Aires, 1 ago (Prensa Latina) A inclusão da Venezuela no Mercosul constitui, do ponto de vista geopolítico, a maior derrota diplomática estadunidense desde a derrota da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA), opinou hoje o politólogo argentino Atilio Borón. Tal como apontado há poucos dias pelo ex-alto representante do]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://howtogetyourexfriendback.com/"  title='get your ex back'>get your ex back</a></div>
<p>p&gt;<img class="alignleft size-full wp-image-2813" src="/files/2012/08/atilio-borón_delfinamagnoni.jpg" alt="" width="300" height="250" />Buenos Aires, 1 ago (Prensa Latina) A inclusão da Venezuela no Mercosul constitui, do ponto de vista geopolítico, a maior derrota diplomática estadunidense desde a derrota da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA), opinou hoje o politólogo argentino Atilio Borón.</p>
<p>Tal como apontado há poucos dias pelo ex-alto representante do Mercosul Samuel Pinheiro Guimarães, daqui adiante &#8220;será bem mais difícil e custoso orquestar um golpe de Estado contra um (Hugo) Chávez protegido institucionalmente pela normativa mercosuliana&#8221;, sublinhou Borón.</p>
<p>Em um extenso artigo difundido nesta quarta-feira no diário Página 12, o Diretor do Programa Latino-americano de Educação a Distância em Ciências Sociais advertiu que também será agora bem mais complicado para os Estados Unidos tratar de se apropriar da riqueza venezuelana de hidrocarbonetos.</p>
<p>Por outro lado, agregou, a incorporação da República Bolivariana ao Mercosul torna mais atraente para o resto dos países sul-americanos integrar-se o quanto antes a um rico espaço econômico que se estende sem discontinuidades da Terra do Fogo até o Mar do Caribe.</p>
<p>E, por último, também no porvir será bem mais difícil rearmar o esquema de &#8220;livre comércio&#8221; eliminado com a derrota da ALCA, indicou.</p>
<p>Borón salientou também que a entrada da Venezuela no mecanismo sul-americano de integração o reforça tanto quantitativa como qualitativamente, ao agregar um novo sócio com um Produto Interno Bruto (PIB) estimado em 397 bilhões de dólares.</p>
<p>O Mercosul ampliado se converte na quinta economia do mundo, só superado pelos Estados Unidos, China, Índia e Japão, e claramente acima da locomotora europeia, a Alemanha, destaca o analista.</p>
<p>Na ordem qualitativa, acrescenta, a incorporação venezuelana ao bloco significa integrar um país que, segundo o último anuário da OPEP, dispõe das maiores reservas certificadas de petróleo do mundo.</p>
<p>Por outro lado, e desde o ponto de vista da complementação econômica de suas partes, o Mercosul luze como um espaço econômico bem mais harmônico e equilibrado que a União Europeia, cuja fragilidade energética constitui seu incurável tornozelo de Aquiles, enfatizou Borón.</p>
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		<title>Chegam presidentes ao Brasil para cúpula extraordinária do Mercosul</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2012 17:53:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Brasília, 30 jul (Prensa Latina) Os presidentes da Argentina, Cristina Fernández, Uruguai, José Mujica, e Venezuela, Hugo Chávez, chegarão hoje a Brasília para participar amanhã junto a seu colega do Brasil, Dilma Rousseff, em uma cúpula extraordinária do MERCOSUL. O encontro de cúpula do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) oficializará o rendimento da Venezuela ao bloco regional, após seis anos de que foi aprovada essa adesão, ainda que não tenha concretizado a negativa do parlamento paraguaio.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2810" src="/files/2012/07/mercosur.jpg" alt="" width="300" height="250" />Brasília, 30 jul (Prensa Latina) Os presidentes da Argentina, Cristina Fernández, Uruguai, José Mujica, e Venezuela, Hugo Chávez, chegarão hoje a Brasília para participar amanhã junto a seu colega do Brasil, Dilma Rousseff, em uma cúpula extraordinária do MERCOSUL. O encontro de cúpula do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) oficializará o rendimento da Venezuela ao bloco regional, após seis anos de que foi aprovada essa adesão, ainda que não tenha concretizado a negativa do parlamento paraguaio.</p>
<p>Em 28 de junho passado, em Mendoza, Argentina, os mandatários da Argentina, Brasil e Uruguai suspenderam o Paraguai do Mercosul ao considerar que a destituição sumária do presidente constitucional desse país, Fernando Lugo, descumpriu as normas democráticas estabelecidas pelo grupo regional.</p>
<p>Fernández, Rousseff e Mujica decidiram aprovar o rendimento de Venezuela ao Mercosul e marcaram para 31 de julho o encontro para oficializar essa entrada, com a qual o bloco econômico receberá um forte impulso e se converterá no possuidor das maiores reservas de petróleo do planeta.</p>
<p>Para esta tarde, está prevista uma reunião informal de chanceleres dos quatro países, bem como um encontro de trabalho dos experientes e técnicos no que negociarão os prazos e será definida a Tarifa Externa Comum.</p>
<p>Essa norma persegue incentivar a competitividade dos países membros e evitar a formação de oligopólios e reservas de mercado, com critérios de pequeno número de alíquotas, baixa dispersão e homogeneidade das taxas de exportação e importação.</p>
<p>Criado em 1991, o MERCOSUL tem o objetivo de fortalecer a integração regional e impulsionar as alianças entre os membros Brasil, Argentina, Paraguai (suspendido agora) e Uruguai.</p>
<p>Chile, Equador, Colômbia, Peru e Bolívia são estados associados, e México e Nova Zelândia como observadores.</p>
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