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	<title>Cubadebate (Português) &#187; médicos cubanos</title>
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		<title>Pátria e vida de Fidel e dos revolucionários cubanos</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2021 17:23:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com a autoridade que lhe foi conferida por ter liderado — junto com Raúl, o Partido e um governo que zela por seu povo — a sobrevivência de Cuba frente à mais grave pandemia que sofre a humanidade, o presidente Miguel Díaz-Canel Bermúdez reivindicou no Twitter o que para este país significa defender, com força de convicção, a Pátria e a Vida.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6390" alt="medicos Cuba" src="/files/2021/03/medicos-Cuba.jpg" width="300" height="251" />Pátria e Vida é ter formado profissionais de saúde treinados com alto nível técnico e alto comprometimento com a vida, sensíveis e solidários, dos quais 4.941 enfrentam a epidemia em 40 países</p>
<p>Com a autoridade que lhe foi conferida por ter liderado — junto com Raúl, o Partido e um governo que zela por seu povo — a sobrevivência de Cuba frente à mais grave pandemia que sofre a humanidade, o presidente Miguel Díaz-Canel Bermúdez reivindicou no Twitter o que para este país significa defender, com força de convicção, a Pátria e a Vida.</p>
<p>Em um glossário de significados enraizados na resistência exemplar da Ilha, ele os definiu:</p>
<p>→ Pátria e Vida é o que Cuba fez ao propor uma estratégia de enfrentamento à Covid-19, orientada e concebida pelo general-de-exército Raúl Castro, colocando os hospitais militares na vanguarda.</p>
<p>→ Pátria e vida são cinco vacinas candidatas que trazem em sua criação e em seus belos nomes a história de um pequeno país com um povo gigante.</p>
<p>→ Pátria e Vida é ter criado em tempo recorde uma equipe de especialistas a quem são devidos os protocolos de atendimento a suspeitos, doentes, convalescentes e recuperados, o que colocou Cuba entre os países com menor índice de contágio e letalidade do mundo.</p>
<p>→ Pátria e Vida é ter formado profissionais de saúde de alto nível técnico e alto comprometimento com a vida, sensíveis e solidários, dos quais 4.941 enfrentam a epidemia em 40 países.</p>
<p>→ A pátria e a vida é que nenhum menor de 18 anos morreu de Covid-19, e que nunca tivemos que escolher entre ventilar um velho ou um jovem.</p>
<p>→ Pátria e vida é promover a Tarefa de Ordenação, com suas complexidades e adaptações, cuidando do destino de cada cidadão, e modificando-a ao máximo, em resposta imediata às demandas populares.</p>
<p>→ «Pátria e Vida não permitiremos que os que traficam com a dor e as necessidades do povo a esvaziem de sentido», escreveu e carimbou de forma conclusiva a assinatura dos seus legítimos defensores: «Pátria e Vida de Fidel e dos revolucionários cubanos».<br />
<strong><br />
(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Retorno a Cuba vindo de um México agradecido</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 16:03:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel, da reunião do Grupo de Trabalho Temporário para a Prevenção e Controle da Covid-19, deu as boas-vindas nesta segunda-feira, 1 de março, aos integrantes do Contingente Internacional de Médicos Especializados em Situações de Desastre e Epidemias Graves Henry Reeve, que desde 14 de dezembro enfrentará a pandemia no México.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6344" alt="medicos cubanos mexico" src="/files/2021/03/medicos-cubanos-mexico2.jpg" width="300" height="251" />A brigada partiu para o país irmão no dia 14 de dezembro de 2020, com 160 colaboradores, deles 139 doutores, 20 graduados em Enfermagem e um em Eletromedicina, e atuaram nas unidades operacionais de internação temporária</p>
<p>O presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel, da reunião do Grupo de Trabalho Temporário para a Prevenção e Controle da Covid-19, deu as boas-vindas nesta segunda-feira, 1 de março, aos integrantes do Contingente Internacional de Médicos Especializados em Situações de Desastre e Epidemias Graves Henry Reeve, que desde 14 de dezembro enfrentará a pandemia no México.</p>
<p>«Esta brigada, pelo trabalho feito, foi destacada pelo presidente da República (mexicana), e também por vários governos e instituições de saúde. Estamos muito felizes por vocês estarem em casa, na Pátria, e contamos com que continuem enfrentando a Covid-19, não só nos países irmãos, mas também em Cuba», disse Díaz-Canel, em mensagem de vídeo ao brigadistas, à chegada ao aeroporto internacional José Martí.<br />
Brigada Henry Reeve que esteve no México retorna a Cuba Photo: Ismael Batista<br />
Photo: Ismael Batista<br />
Photo: Ismael Batista</p>
<p>O grupo de 160 colaboradores (139 médicos, 20 graduados em Enfermagem e um em Eletromedicina) atuaram nas unidades operacionais de internação temporária. «Chegamos ao México em um momento difícil, pois é um dos países com maior taxa de mortalidade e com alto índice de transmissão. Porém, junto com o pessoal de saúde mexicano, conseguimos diminuir o índice de mortalidade de 13% para 8%», disse René Aveleira, chefe da brigada.</p>
<p>ALGUNS DADOS DO TRABALHO MÉDICO REALIZADO</p>
<p>-1.283 pacientes suspeitos e confirmados com a Covid-19</p>
<p>- 913 admissões</p>
<p>- 833 altas médicas</p>
<p>-150.077 procedimentos de enfermagem</p>
<p>-465 procedimentos invasivos</p>
<p>-699 vidas salvas</p>
<p>-809 pacientes foram reabilitados</p>
<p>-3418 ações de formação em medidas de biossegurança</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba é uma nação pacífica vítima do terrorismo dos Estados Unidos</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 17:36:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«Cuba se opõe ao terrorismo: foi vítima deste flagelo, nunca o patrocinou. O desacreditado governo Trump faz todo o possível para travar e impedir uma melhoria nas relações durante a presidência de Biden», disse o presidente da República, Miguel Díaz-Canel, em sua conta no Twitter, comentando sobre a inclusão fraudulenta e arbitrária da Ilha maior das Antilhas como uma nação que favorece essa prática denegrente. O Parlamento cubano também rejeitou a presença do país na lista espúria, por meio de uma declaração de sua Comissão das Relações Internacionais, na qual denuncia que «os Estados Unidos não têm autoridade nem mandato.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6196" alt="Cuba estados Unidos terrorismo" src="/files/2021/01/Cuba-estados-Unidos-terrorismo.jpg" width="300" height="250" />«Cuba se opõe ao terrorismo: foi vítima deste flagelo, nunca o patrocinou. O desacreditado governo Trump faz todo o possível para travar e impedir uma melhoria nas relações durante a presidência de Biden», disse o presidente da República, Miguel Díaz-Canel, em sua conta no Twitter, comentando sobre a inclusão fraudulenta e arbitrária da Ilha maior das Antilhas como uma nação que favorece essa prática denegrente.</p>
<p>O Parlamento cubano também rejeitou a presença do país na lista espúria, por meio de uma declaração de sua Comissão das Relações Internacionais, na qual denuncia que «os Estados Unidos não têm autoridade nem mandato, muito menos moral para fazê-lo, quando realmente são eles os que promovem, patrocinam e financiam o terrorismo, protegendo ao mesmo tempo seus agentes e os verdadeiros assassinos que, depois de seus crimes, vagam livremente pelos Estados Unidos. Denunciamos perante os legisladores de todo o mundo esta nova agressão».</p>
<p>A esse respeito, Carlos Fernández de Cossío, diretor-geral para os Estados Unidos do ministério das Relações Exteriores, afirmou, perante a imprensa, que «o secretário de Estado. Michael Pompeo, mente deliberadamente».</p>
<p>«Nosso país não lhe reconhece autoridade para redigir essa lista porque foi concebida por eles mesmos», disse o diplomata. «Seu único propósito é difamar de países com os quais os Estados Unidos têm desacordos ou divergências». Acrescentou que Cuba tem sido vítima de terrorismo organizado, financiado e perpetrado pela Casa Branca, ou por indivíduos e organizações que residem ou operam no território dessa nação, sob a tolerância dessas mesmas autoridades.</p>
<p>Argumentou que a nova agressão responde a um oportunismo político dos funcionários que se sentem endividados, derivado das recentes promessas eleitorais. Deve-se também àqueles que promovem favores, voltados para o ano de 2024 a grupos minoritários de pessoas.</p>
<p>«Há outra razão adicional, esta medida é tomada por um governo cessante com o objetivo óbvio de tentar impor obstáculos a qualquer futura recomposição das relações entre Cuba e os Estados Unidos», disse Fernández de Cossío, acrescentando que outro de seus objetivos é impactar a comércio, as finanças e as transações gerais com nosso país.<br />
<strong><br />
(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Brigada Henry Reeve também deixa sua marca de amor no Kuwait</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 17:03:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma mensagem do presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, deu as boas-vindas à brigada médica do contingente de Henry Reeve, que voltou vitoriosa neste domingo, 3 de janeiro, após cumprir sua missão no Kuwait. «Esta brigada trabalhou mais de seis meses em condições realmente intensas para enfrentar a pandemia, com um excelente trabalho do ponto de vista médico, atendendo a várias áreas deste país», disse o presidente.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6155" alt="medicos kwuait" src="/files/2021/01/medicos-kwuait.jpg" width="300" height="251" />Uma mensagem do presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, deu as boas-vindas à brigada médica do contingente de Henry Reeve, que voltou vitoriosa neste domingo, 3 de janeiro, após cumprir sua missão no Kuwait.</p>
<p>«Esta brigada trabalhou mais de seis meses em condições realmente intensas para enfrentar a pandemia, com um excelente trabalho do ponto de vista médico, atendendo a várias áreas deste país», disse o presidente.</p>
<p>«A vocês, além da alegria pelo regresso à pátria, também os felicitamos pelo novo ano, no 63º aniversário do triunfo da Revolução (…). Bem-vindos ao lar», disse.</p>
<p>A brigada médica cubana chegou ao Kuwait em 5 de junho. Os 125 colaboradores que voltaram ontem trabalharam junto com o pessoal de saúde daquele país em oito hospitais públicos.</p>
<p>Cuidaram de 33.753 pacientes com a Covid-19, realizaram 374.680 procedimentos de enfermagem, trabalharam no pronto-socorro, em tratamentos intensivos, cuidaram de 30 pacientes por dia e no hospital de campanha foram incorporados à coleta de amostras de PCR.</p>
<p>Embora esse grupo de colaboradores já esteja em solo cubano, 60 integrantes do contingente internacionalista continuam servindo no Kuwait, incluindo 28 médicos, 31 enfermeiras e um chefe de brigada.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba salva: no mesmo dia chegam alguns da Serra Leoa e outros partem para o Panamá</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2020 16:58:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«Juramos colocar em nossa fronte a estrela que ilumina e mata, a mesma que nos guiará na obra do altruísmo e do amor infinito que é salvar vidas», disse o dr. Carlos Ricardo Pérez Díaz, chefe da brigada. Enquanto isso, o embaixador do Panamá, Reinaldo Rivera Escudero, expôs a complexa situação que vive seu país e, com grande emoção, expressou o agradecimento de seu Governo e de seu povo. «Vocês chegam em um momento em que o país está aperfeiçoando seus protocolos de atuação, em um momento em que aumenta o número de viajantes vindos do estrangeiro e a responsabilidade familiar é muito importante»]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6153" alt="medicos cubanos sierra leona" src="/files/2021/01/medicos-cubanos-sierra-leona.jpg" width="300" height="249" />«Juramos colocar em nossa fronte a estrela que ilumina e mata, a mesma que nos guiará na obra do altruísmo e do amor infinito que é salvar vidas», disse o dr. Carlos Ricardo Pérez Díaz, chefe da brigada. Enquanto isso, o embaixador do Panamá, Reinaldo Rivera Escudero, expôs a complexa situação que vive seu país e, com grande emoção, expressou o agradecimento de seu Governo e de seu povo</p>
<p>«Vocês chegam em um momento em que o país está aperfeiçoando seus protocolos de atuação, em um momento em que aumenta o número de viajantes vindos do estrangeiro e a responsabilidade familiar é muito importante», comentou o presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, dando as boas-vindas à brigada do contingente Henry Reeve, que lutou contra a Covid-19 em Serra Leoa.</p>
<p>O grupo de 16 colaboradores trabalhou naquele país desde o dia 5 de julho, em conjunto com o pessoal de saúde do Freetown National Central Hospital. Eles realizaram 1.060 atendimentos médicos (324 para pacientes graves) e 5.721 procedimentos de enfermagem.</p>
<p>Junto com a solidariedade vinda da África, partiu para a América Central outra delegação da irmandade, a 55ª, que recebeu a bandeira de parte do dr. José Angel Portal Miranda, ministro da Saúde de Cuba, e composta por 230 colaboradores para enfrentar a doença na República do Panamá. «Nossos profissionais são treinados para avaliar a vida dos pacientes com especial sensibilidade, sem interferir nas questões políticas internas de nenhum dos países onde prestam seus serviços», disse o dr. Santiago Badía, secretário-geral do Sindicato da Saúde, que acrescentou que cerca de 30 mil trabalhadores do setor trabalham em 66 países e outros 470 mil já mostraram sua vontade de ir onde sejam necessários.</p>
<p>«Juramos colocar em nossa testa a estrela que ilumina e mata, a mesma que nos guiará na obra do altruísmo e do amor infinito que é salvar vidas», disse o dr. Carlos Ricardo Pérez Díaz, chefe da brigada. Enquanto isso, o embaixador do Panamá, Reinaldo Rivera Escudero, expôs a complexa situação que vive seu país e, com grande emoção, transmitiu o agradecimento de seu Governo e de seu povo.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Tal como Che Guevara, quando outras terras reclamam o concurso de seus modestos esforços</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2020 22:16:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«O regozijo do povo cubano pelo trabalho exemplar dos seus médicos, de foram salvar vidas a outras nações, bem como a gratidão que fica naqueles países, são razões que provocam orgulho», afirmou o primeiro-ministro, Manuel Marrero Cruz, ao conversar com 56 integrantes das brigadas do contingente internacionalista Henry Reeve, que contribuíram a enfrentar a pandemia no Haiti, Dominica e Martinica. «Voces partiram, tal como saiu Che Guevara, quando outras terras reclamaram o concurso dos seus modestos esforços», disse-lhes Marrero.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6087" alt="marrero medicos cubanos" src="/files/2020/10/marrero-medicos-cubanos.jpg" width="300" height="247" />«O regozijo do povo cubano pelo trabalho exemplar dos seus médicos, de foram salvar vidas a outras nações, bem como a gratidão que fica naqueles países, são razões que provocam orgulho», afirmou o primeiro-ministro, Manuel Marrero Cruz, ao conversar com 56 integrantes das brigadas do contingente internacionalista Henry Reeve, que contribuíram a enfrentar a pandemia no Haiti, Dominica e Martinica.</p>
<p>«Voces partiram, tal como saiu Che Guevara, quando outras terras reclamaram o concurso dos seus modestos esforços», disse-lhes Marrero, reconhecendo o trabalho de todos e pela disposição de alguns, inclusive, que demoraram outros seis meses seu desempenho, para apoiar a capacitação de especialistas haitianos, pôr em andamento um hospital que não tinha funcionado antes e atender a outros 900 pacientes infetados com o Sars-cov-2.</p>
<p>«Falar diferentes línguas não foi uma barreira para fazer nosso trabalho, porque o fizemos com o coração», expressou María Caridad López Galán, licenciada em Enfermagem, de Ciego de Ávila, a qual falou em nome de todos os colegas da segunda colaboração cubana que chega à Dominica.</p>
<p>Com esse compromisso se sentiu também identificada a doutora Loraine Santiago León, especialista em Hematologia, de Havana, membro da brigada que assistiu a população da Martinica, território francês de ultramar, que pela primeira vez, recebeu uma missão médica da Ilha maior das Antilhas</p>
<p>Marrero Cruz destacou, ao mesmo tempo, o papel de atores principais das mulheres e dos jovens, reconhecendo o trabalho das brigadas em geral, cujos integrantes retornaram aos seus lares depois de dez dias de isolamento, como garantia para o cuidado de sua saúde e a das suas famílias.</p>
<p>No diálogo participaram o primeiro vice-ministro Roberto Morales Ojeda; José Angel Portal Miranda, titular da Saúde Pública; Rodrigo Malmierca Díaz, ministro do Comércio Exterior e o Investimento Estrangeiro; além de Marcia</p>
<p>Cobas Ruiz e Anayansi Rodríguez Camejo, vice-ministras da Saúde Pública e das Relações Exteriores, respectivamente.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>Ministro da Saúde: A força da verdade sempre deitará por terra as mentiras</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 16:55:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[«Condenamos a chantagem gangsteril com que os Estados Unidos estão pressionando a Organização Pan-americana da Saúde (OPAS) com o propósito de utilizar este organismo regional como instrumento de sua agressão doentia contra nosso país», indicou o presidente cubano Miguel Díaz-Canel Bermúdez, em seu discurso no 75º Período Ordinário de Sessões da Assembleia Geral das Nações Unidas. Aquilo que foi denunciado pelo nosso presidente teve sua expressão pública na segunda-feira, 28 de setembro, durante o 58º Conselho diretivo da OPAS.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6064" alt="ministro salud" src="/files/2020/10/ministro-salud.jpg" width="300" height="249" />«Condenamos a chantagem gangsteril com que os Estados Unidos estão pressionando a Organização Pan-americana da Saúde (OPAS) com o propósito de utilizar este organismo regional como instrumento de sua agressão doentia contra nosso país», indicou o presidente cubano Miguel Díaz-Canel Bermúdez, em seu discurso no 75º Período Ordinário de Sessões da Assembleia Geral das Nações Unidas.</p>
<p>Aquilo que foi denunciado pelo nosso presidente teve sua expressão pública na segunda-feira, 28 de setembro, durante o 58º Conselho diretivo da OPAS. Como parte de uma manobra política, justamente depois da intervenção do ministro cubano da Saúde Pública, José Angel Portal Miranda, usou da palavra o representante dos Estados Unidos, Garret Grigsby, quem tentou desacreditar a informação oferecida.</p>
<p>De acordo com a agência Prensa Latina, Grigsby se referiu ao suposto tráfico de pessoas em nosso país e pediu à OPAS para dar acompanhamento às brigadas médicas cubanas internacionalistas. Utilizando seu direito à réplica, Portal Miranda expressou: «Não foi Cuba a que politizou este fórum. É o Governo dos Estados Unidos que, incapaz de ganhar apoio internacional para a sua campanha desonesta contra a cooperação médica internacional de Cuba, tenta atropelar o trabalho desta organização».</p>
<p>«Se os Estados Unidos se importassem com as receitas do pessoal da Saúde de Cuba, já teriam eliminado o bloqueio. Em vez de atacar Cuba, que foi capaz de proteger a sua população e de ajudar outros, os Estados Unidos deviam melhorar a sua gestão catastrófica perante a pandemia e garantir a saúde dos seus cidadãos», acrescentou.</p>
<p>Ressaltou, ainda, que «o país mais rico da região, com mais de 200 mil mortos por causa da Covid-19, incapaz de garantir a vida e a saúde dos seus cidadãos, mente e tenta politizar o trabalho desta Organização».</p>
<p>Ao ministro da Saúde cubano somente lhe permitiram falar durante um minuto, para desmentir as alegações falsas dos Estados Unidos, que constituem também uma mostra de desrespeito ao desempenho de Cuba perante o tráfico de pessoas e a política de tolerância zero que nosso país mantém perante esse flagelo.</p>
<p>«Carente de apoio na comunidade internacional, que cada ano solicita o fim do bloqueio desumano contra o povo de Cuba, o Governo dos Estados Unidos inventou todas essas acusações que foram ditas aqui e que rechaçamos de maneira contundente», refutou. Portal Miranda reiterou o compromisso incondicional de continuar assegurando os serviços de saúde para todo nosso povo e ratificou, além do mais, a certeza total de nossa nação em que a cooperação e a solidariedade internacionais são essenciais para salvar a humanidade.</p>
<p>No momento prévio a esta resposta que desmontou as manipulações dos EUA, durante a sua intervenção o ministro informou que a atuação intersetorial, a tomada de decisões imediatas, a organização dos serviços e o atendimento individualizado com uma abordagem integral, permitiram obter resultados favoráveis no enfrentamento à Covid-19.</p>
<p>«Nossa fortaleza é ter um sistema Nacional de Saúde único, inclusivo, gratuito, acessível a todos, que prioriza o Atendimento Primário e conta com nove médicos para cada mil habitantes», destacou.</p>
<p>O Ministro ressaltou o desempenho do pessoal da Saúde e dos cientistas e pesquisadores, bem como nossos protocolos de atendimento e o uso de medicamentos de fatura nacional, que permitiram a recuperação de 87% das pessoas contagiadas. Destacou o trabalho de Cuba na obtenção de um candidato de vacina contra o novo coronavírus, que se encontra na fase de teste clínico e como esses resultados foram possíveis apesar do bloqueio dos Estados Unidos.</p>
<p>Afirmou que nada impediu a Cuba garantir o atendimento sanitário com qualidade ao nosso povo, sem abrir mão do princípio de solidariedade que nos distingue. Referiu-se às 52 brigadas do Contingente Henry Reeve, que colaboraram no combate contra a pandemia em 39 países.</p>
<p>Portal Miranda insistiu, mais uma vez, em que as manobras dos Estados Unidos contra Cuba se estenderam à OPAS, ao determinarem, sem mandato legal algum, a realização de uma revisão interna do programa Mais Médicos do Brasil, do qual Cuba não foi informada previamente, apesar de ser um dos atores principais nesta cooperação.</p>
<p>«Meu país denuncia e rechaça estas ações que, claramente têm fins políticos, e nos quais foi utilizada esta Organização, tentando entorpecer as suas relações com alguns dos seus Estados membros», assegurou.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Estados Unidos acirra sua campanha contra a cooperação médica internacional de Cuba</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2020 15:33:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O povo de Cuba e a comunidade internacional conhecem a campanha desonesta que desde 2019 desatou o governo dos Estados Unidos para desacreditar a cooperação médica internacional de Cuba, pressionar os governos que a recebem e privar os povos desses serviços de saúde. O ministério das Relações Exteriores denuncia que, como parte dessa ofensiva, o governo estadunidense desatou pressões e chantagens contra a Organização Pan-americana da Saúde (OPAS).]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6062" alt="Medico cubano minrex" src="/files/2020/10/Medico-cubano-minrex.jpg" width="300" height="252" />O povo de Cuba e a comunidade internacional conhecem a campanha desonesta que desde 2019 desatou o governo dos Estados Unidos para desacreditar a cooperação médica internacional de Cuba, pressionar os governos que a recebem e privar os povos desses serviços de saúde.</p>
<p>O ministério das Relações Exteriores denuncia que, como parte dessa ofensiva, o governo estadunidense desatou pressões e chantagens contra a Organização Pan-americana da Saúde (OPAS).</p>
<p>Sob a ameaça de não desembolsar a contribuição financeira que corresponde realizar aos Estados Unidos como principal contribuinte ao orçamento da Organização, a secretaria da OPAS foi obrigada a aceitar o que chamam de «uma revisão externa do papel da OPAS no Programa Mais Médicos no Brasil», no qual milhares de profissionais cubanos tiveram a oportunidade de participar, segundo pedido expresso do governo popular do Partido dos Trabalhadores, e que foi alvo da mais grosseira campanha de difamação por parte dos Estados Unidos e do atual governo brasileiro.</p>
<p>As supostas preocupações dos Estados Unidos sobre a cooperação de Cuba, neste caso sobre o programa «Mais Médicos», não são legítimas, nem pertinentes para serem discutidas na OPAS. O Programa «Mais Médicos», que recebeu auditorias prévias com resultados positivos, foi estabelecido em virtude de um acordo tripartite entre o governo cubano, o então governo brasileiro e a OPAS. O Programa tornou possível que desde agosto de 2013 até novembro de 2018, os médicos cubanos no Brasil atendessem a 113,3 milhões (113.359.000) de pacientes, em mais de 3.600 municípios, chegando a prover uma cobertura de saúde permanente a 60 milhões de brasileiros. Graças ao Programa se conseguiu expandir a cobertura de atendimento básico e de saúde dos brasileiros; foi alargado o acesso e a oferta de ações de saúde; e foram melhorados os indicadores de saúde da população, reduzindo-se as hospitalizações graças ao trabalho preventivo dos médicos.</p>
<p>O nível de satisfação e aprovação dos pacientes, médicos e gestores do Programa foi alto. Segundo um estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), 95% dos pacientes estava satisfeito ou muito satisfeito com o Programa.</p>
<p>Se Cuba não tivesse sido cominada a retirar seus médicos do Brasil, estes teriam podido contribuir ao controle e enfrentamento da pandemia da Covid-19 nesse país, o segundo mais afetado em nível mundial.</p>
<p>Tal como foi informado na Declaração do ministério da Saúde Pública, de 14 de novembro de 2018, Cuba tomou a decisão de não continuar participando do Programa «Mais Médicos» perante o servilismo do presidente brasileiro Jair Bolsonaro, quem com atitude de despeito e ameaçadora para os nossos colaboradores e em franco desrespeito à OPAS e ao acordado por esta com Cuba, impôs modificações aos termos do Programa, que conduziram a um descumprimento das garantias acordadas inicialmente e a condições inaceitáveis para a permanência de nossos profissionais.</p>
<p>É nojento que o governo dos Estados Unidos tente manipular os organismos internacionais e regionais a seu prazer. É bem sabido que não existe documento algum adotado pelos órgãos diretivos da OPAS que outorgue mandado ou dê o alvará, do ponto de vista legal, à realização desta revisão nem à redação dos seus chamados «Termos de Referência».</p>
<p>A dita redação esteve a cargo de um grupo composto pelos Estados Unidos, Brasil, a própria secretaria da OPAS e o Canadá, este último agindo como mediador entre as partes. No cúmulo das arbitrariedades, todo este processo de revisão foi realizado gastando o orçamento ordinário da OPAS.</p>
<p>Sem mandado algum, foi contratada uma firma de advogados estadunidense, a qual, em 180 dias deve emitir uma avaliação ajustada e, portanto, predeterminada, conforme os «Termos de Referência» que o seleto grupo dirigido elos Estados Unidos já definiu.</p>
<p>Ninguém com um senso básico de honestidade, com um conhecimento dos propósitos e da conduta do governo dos Estados Unidos, o com o mínimo senso comum pode duvidar de que se está perante um ataque frontal contra o multilateralismo, de uma reles manipulação com fins políticos da OPAS e uma extensão da agressão contra Cuba.</p>
<p>Após a denúncia desta manobra por parte do ministro da Saúde Pública José Angel Portal Miranda, no 58º Conselho Diretivo da OPAS, em 28 de setembro, ficou demonstrada nas intervenções de representantes do Departamento de Estado que o governo dos Estados Unidos está por trás das pressões contra a Organização, contra os programas de cooperação de Cuba com os Estados membros da região e da chamada «revisão externa» ao Programa Mais Médicos para o Brasil. Estados Unidos foi mais longe ao se opor à eleição de Cuba como membro do Comitê Executivo da OPAS, ação que fracassou perante o respaldo unânime que teve a candidatura de Cuba. Durante as sessões do Conselho, vários países reconheceram e agradeceram a solidariedade e a cooperação do pessoal cubano da Saúde no enfrentamento à Covid-19.</p>
<p>O ministério denuncia que está sendo preparada uma avaliação espúria e mentirosa, promovida por e para os propósitos agressivos dos Estados Unidos em seu afã de desacreditar a cooperação internacional de Cuba.</p>
<p>Resulta lamentável que mediante esta nova manobra, o governo dos Estados Unidos tente interferir nas relações de Cuba com a OPAS, que historicamente tiveram como base a cooperação, o respeito, a identificação comum de metas e valores humanistas e o empenho em garantir serviços de saúde de qualidade à população. Sobre essas premissas, foi construído um relacionamento do qual Cuba se sentiu orgulhosa.</p>
<p>O ministério ratifica o firme compromisso de Cuba com o desenvolvimento e sustentabilidade do seu sistema de Saúde para benefício do povo cubano e da cooperação com os povos da região e de outros lados do mundo. Conta com a capacidade para fazê-lo, construída com esforços próprios. É uma realidade que ninguém pode mudar.</p>
<p>O acesso à saúde é um direito humano e os Estados Unidos cometem um crime quando se propõem privar milhões de pessoas desse direito inalienável.</p>
<p>Conforme foi expresso na declaração do ministério das Relações Exteriores, de 5 de dezembro de 2019, é imoral e inaceitável que seja questionada a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos mais de 400 mil colaboradores cubanos da Saúde que, em 56 anos, cumpriram missões em 164 nações.</p>
<p>O recrudescido bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos a Cuba, cujos efeitos são particularmente devastadores no contexto da pandemia da Covid-19, não conseguiu nem poderá impedir que nosso país partilhe seus escassos recursos com outros povos do mundo que necessitam.</p>
<p>Além de enfrentar a pandemia em Cuba, e norteado pela vocação solidária e humanista de nosso povo, o país reforçou a sua cooperação médica internacional com o envio de mais de 3.800 colaboradores organizados em 52 brigadas médicas a 39 países e territórios afetados pela doença, os quais se acrescentaram aos que já prestavam serviços em 59 Estados antes da pandemia.</p>
<p>Tal como expressou o líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz, em sua reflexão de 2 de outubro de 2014, intitulada A hora do dever, «o pessoal médico que parte para qualquer ponto para salvar vidas, ainda a risco de perder a sua, é o maior exemplo de solidariedade que pode oferecer o ser humano».</p>
<p>Havana, 30 de setembro de 2020 ●</p>
<p>NO CONTEXTO</p>
<p>● O caráter internacionalista da Revolução teve a Saúde entre suas primeiras expressões, quando em 1963, ainda com seu pessoal muito reduzido, enviou ajuda médica ao irmão povo da Argélia. A colaboração médica não implicou que sejam afetadas as capacidades para atender às demandas nacionais da Saúde Pública; pois atualmente Cuba dispõe de mais de 110 mil doutores, 60 vezes mais do que nos começos da Revolução, à razão de um número impressionante de nove em cada mil habitantes.</p>
<p>● Ao contrapor o trabalho altruísta de Cuba no campo da Saúde, perante a ameaça do novo coronavírus, com a hostilidade do império, que a ataca diretamente e financia campanhas de desprestígio – especialmente no âmbito da Organização Pan-americana da Saúde – que acabaram com projetos sólidos e estabelecidos em benefício de povos como os do Brasil, Equador e Bolívia, o presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, fiel ao postulado do Comandante-em-chefe Fidel Castro, afirmou na ONU: «Condenamos a chantagem gangsteril com a que os Estados Unidos pressionaram a Organização Pan-americana da Saúde, com o propósito de utilizar esse organismo regional como instrumento de sua doentia agressão contra nosso país».</p>
<p>● Nem a campanha de difamação dos Estados Unidos para desacreditar e obstaculizar a cooperação médica cubana, nem sua chantagem financeira à Organização Pan-americana da Saúde (OPAs) puderam impedir que Cuba fosse eleita para integrar o Comitê Executivo do organismo regional por um período de três anos.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Não expô-las ao contágio é a melhor garantia das crianças frente à Covid-19</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 17:26:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora tenham demonstrado amplamente quão responsáveis e disciplinadas podem chegar a ser, em muitos casos, muito mais que aqueles que as cercam, as crianças não são capazes de medir em toda a dimensão o risco que implica a presença no país da Covid-19.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6037" alt="Niña medico" src="/files/2020/09/Niña-medico.jpg" width="300" height="244" />Embora tenham demonstrado amplamente quão responsáveis e disciplinadas podem chegar a ser, em muitos casos, muito mais que aqueles que as cercam, as crianças não são capazes de medir em toda a dimensão o risco que implica a presença no país da Covid-19.</p>
<p>Isso se traduz, logicamente, em que sua segurança, e mais especificamente, a sua saúde, estão condicionadas, em boa medida, ao nível de cuidado que com elas tenham os adultos ao seu redor, e a visão destes para não expô-las de maneira desnecessária ao risco de contágio.</p>
<p>Em Cuba, até o fechamento de 6 de setembro, foram infectados 467 pacientes em idades pediátricas com o vírus SARS-COV-2, 83,3% dos quais se recuperaram de maneira satisfatória.</p>
<p>Não obstante, isso não implica que não possam evoluir para uma fase grave da doença, e prova disso é que já se recolhem em torno do mundo estatísticas relacionadas com o agravamento e morte de infantes, por causa da Covid-19.</p>
<p>Se bem esse não é um comportamento regular entre as crianças que, em geral, enfrentam a doença assintomáticas ou com sintomas muito leves, são possibilidades reais, latentes, que têm a prevenção como a melhor das vacinas.</p>
<p>O QUE SE SABE DA COVID-19 NAS CRIANÇAS?</p>
<p>Embora seja verdade que ao longo do planeta tenham sido desenvolvidos importantes estudos para determinar com mais exatidão as reações das crianças perante a doença, sua capacidade de transmiti-la ou por quê nelas é menos severa que nos adultos, de modo geral, peritos da Organização Mundial da Saúde afirmam que ainda falta muito por pesquisar, para chegar a resultados concludentes.</p>
<p>Apesar disso, em relação ao impacto da doença em um setor populacional tão vulnerável, já existem interessantes contribuições que dão luz sobre os sintomas, a carga viral ou as sequelas físicas e psicológicas que deixa a pandemia nas crianças.</p>
<p>Desde abril do presente ano, por exemplo, médicos no Reino Unido identificaram um aumento de crianças positivas ao SARS-COV-2, que apresentavam uma síndrome inflamatória multissistêmica. Algo similar aconteceu em Nova York, e também houve registros em outras nações.</p>
<p>Em declarações à National Geographic, Rachel Graham, epidemiologista da Universidade da Carolina do Norte, explicou que seria necessário fazer estudos mais prolongados a crianças recuperadas da Covid-19, para medir verdadeiramente as possíveis sequelas desse padecimento.</p>
<p>Contudo, ao desenvolver complicações com muita menor frequência do que em outros grupos de idades, é menor o número de pesquisas existentes a esse respeito.</p>
<p>Por outro lado, também foi identificado que a diarreia, vômitos e câimbras estomacais, poderiam ser nos menores sintomas essenciais que anunciem a presença da Covid-19, diferenciando-se assim dos sintomas habituais da doença nos adultos, de acordo com um estudo da Universidade da Rainha de Belfast, em Irlanda do Norte.</p>
<p>Isso demostra que, nestas idades, não necessariamente é tão previsível a presença da doença, e pode ser confundida, pelas suas manifestações clínicas, com outros padecimentos, pelo que frequentar o médico de imediato pode ser a garantia de diagnóstico e tratamento rápidos.</p>
<p>Com o decurso de meses nos quais o mundo esteve envolvido no combate contra o novo coronavírus, foram esclarecidas interrogantes acerca de se as crianças podem ou não contagiar os adultos, um assunto que, segundo afirmam alguns especialistas ainda não conseguiu ser estudado em profundidade. Ainda assim, um recente estudo publicado pela revista JAMA Pediatrics, demonstro que as cargas virais em crianças de menos de cinco anos são similares à dos adultos, mas nos de menos dessa idade, a presença do vírus no trato respiratório superior é entre dez e cem vezes mais elevada do que os registros em crianças maiores e adultos. Portanto, podem se converter, também, em propagadores da doença.</p>
<p>Mas a Covid-19 deixa sequelas. Este é um aspecto que foi abordado amplamente, e do qual já se possuem sólidos elementos. No caso das crianças, algumas das descritas são a dificuldade para respirar, dores no peito e diarreia.</p>
<p>A essas devem se acrescentar outras de índole psicológica, que também afetam os menores. A mudança brusca de suas rotinas de vida, marcada pelo isolamento, a suspensão da assistência à escola e, portanto, a falta de seu principal espaço de socialização, podem ser citados entre as de maior impacto.</p>
<p>São menos susceptíveis ao SARS-COV-2?</p>
<p>O incremento do número de crianças e adolescentes contagiados pelo novo coronavírus demostra que são tão susceptíveis de padecer a doença tanto quanto os adultos, e este é um tema no qual vem insistido a Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>O organismo internacional, citado pela Telesur, explicou que: «Os testes até à data sugerem que as crianças e os adultos jovens têm menos probabilidades de desenvolver uma doença grave, mas com eles todos podem se dar casos graves nestes grupos de idade. As crianças e os adultos devem seguir as mesmas pautas de quarentena e de isolamento, caso existir o risco de que tenham estado expostos ou caso apresentarem sintomas».</p>
<p>Como tendência, aprecia-se que nos novos surtos registrados em nível mundial, depois da diminuição das medidas restritivas, é alarmante o número de adolescentes e jovens contagiados. O próprio canal multinacional refere que, segundo outros dados da OMS, entre 24 de fevereiro e 12 de julho, o número de pacientes na faixa etária de 15 a 24 anos, cresceu de 4,5% para 15%.</p>
<p>Se a isso acrescentamos outras situações que as tornam vulneráveis em diversas nações do mundo, como a pobreza, a falta de condições higiênicas imprescindíveis, pouco acesso aos sistemas de Saúde e, inclusive, a paralisia dos esquemas de vacinação, em meio à pandemia, permitem compreender quão vulneráveis são, realmente, estes grupos de idades pediátricas.</p>
<p>A NOTÍCIA QUE NUNCA GOSTARÍAMOS DE LER</p>
<p>«A COVID-19 também pode ser mortal para as crianças: &#8220;Os números são baixos até que adoece teu filho&#8221;». Assim intitulava o The Washington Post a triste notícia da morte de Skelar Herbert, uma menina de cinco anos que se converteu na primeira menina falecida no Michigan.</p>
<p>Outras histórias tão tristes como essa, podem ser registradas em outros recantos do mundo, e ninguém sabe quantas mais nem sequer serão nunca conhecidas; mas são uma mostra clara de que crianças, adolescentes e jovens não são invulneráveis, também podem ser alcançados pelo braço mortal da pandemia.</p>
<p>Em tempos normais, as crianças constituem uma prioridade constante para o sistema de Saúde cubano. Agora, em tempos da pandemia, são duplos os esforços para evitar seu contágio, para garantir sua completa recuperação se finalmente adoecerem, e esse trabalho conjunto impediu que este arquipélago haja sofrido tão terríveis perdas.</p>
<p>Contudo, é bom perguntar se essa célula fundamental: a família, se esforça da mesma maneira e é capaz de assegurar o cuidado de seus pequenos tesouros com o mesmo zelo com que o faz seu Estado.</p>
<p>Este é um assunto no qual vale a pena refletir, pois salvar uma vida não depende somente do profissionalismo, a força de vontade e o desvelo dos profissionais da Saúde; às vezes resulta impossível, pois na Medicina nem sempre dois mais dois é quatro.</p>
<p>Evitemos então que os mitos nos envolvam, que os números nos provoquem excessos de confiança. As crianças podem se agravar com a Covid-19? Sim. Podem morrer pela Covid-19? Sim. Podemos, com responsabilidade, disciplina e elevada percepção de risco impedir que contraiam o vírus? Sim. Isso também é possível.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>Vocês têm sido uma representação digna do Sistema de Saúde de Cuba</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2020 17:58:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em nome do primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz; do presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez; do governo e do povo cubanos, o primeiro-ministro transmitiu a todos os médicos um grande abraço e os mais sinceros agradecimentos pelo louvável trabalho realizado no México]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5956" alt="marrero medicos cubanos" src="/files/2020/09/marrero-medicos-cubanos.jpg" width="300" height="247" />Em nome do primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz; do presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez; do governo e do povo cubanos, o primeiro-ministro transmitiu a todos os médicos um grande abraço e os mais sinceros agradecimentos pelo louvável trabalho realizado no México</p>
<p>Vocês têm sido «uma representação digna do Sistema de Saúde cubano, do povo cubano e da mulher cubana», reconheceu o primeiro-ministro Manuel Marrero Cruz pouco antes das oito horas da segunda-feira, 3 de asgosdto, quando participou de uma reunião com os mais de 400 colaboradores da brigada médica Henry Reeve, que por cerca de três meses contribuíram para enfrentar o Covid-19 no México.</p>
<p>Em nome do primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz; do presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez; do governo e do povo cubanos, o primeiro-ministro transmitiu a todos os médicos um grande abraço e os mais sinceros agradecimentos pelo louvável trabalho realizado no México.</p>
<p>Destacando a tremenda façanha de nossos colaboradores na terra irmã do México, Marrero Cruz comentou os 68 serviços prestados em nove hospitais, onde trataram 54 mil pacientes, a grande maioria doente com a Covid-19. «Estamos orgulhosos de que o trabalho de vocês também tenha sido decisivo para ajudar a salvar 2.169 vidas e trazer felicidade a essas famílias», avaliou Marrero.</p>
<p>«Não esperávamos mais nada de vocês, porque quando a solidariedade, a humanidade e o profissionalismo que distingue nossos especialistas se unem, os resultados são, sem dúvida, sempre satisfatórios, como foram», confidenciou-lhes.</p>
<p>«Essa brigada, diversificada devido à grande variedade de especialidades médicas que reuniu e onde estavam representadas todas as províncias do país e o município especial Isla de la Juventud», disse, «trouxe um grande desafio e suas experiências também serão enriquecedoras para nossos protocolos de confronto ao novo coronavírus».</p>
<p>O primeiro-ministro compartilhou com eles as ações da nação durante esses complexos meses de enfrentamento à epidemia, em que os inimigos da Revolução Cubana não cessaram seus esforços para nos sufocar economicamente e tentaram, sem sucesso, manchar «o trabalho de solidariedade realizada por nossos profissionais de saúde em outras partes do mundo».</p>
<p>Também conversou com os médicos sobre como Cuba, sem descuidar o combate à doença durante esses quase cinco meses, «também elaborou uma estratégia econômico-social que nos permitirá estar em melhores condições para assumir a etapa de recuperação da Covid-19 e enfrentar o impacto chocante que a pandemia causou na economia mundial».</p>
<p>Posteriormente, a Sala do Protocolo de Cubanacán, na capital cubana, tornou-se um eco de experiências médicas enriquecedoras e diversas histórias com as quais nossos colaboradores evocaram os dias chocantes que compartilharam. A uma dúzia de especialistas deu a palavra o ministro da Saúde Pública, José Angel Portal Miranda, junto ao qual também estava o vice-primeiro-ministro Roberto Morales Ojeda; o chanceler Bruno Rodríguez Parrilla; e outras autoridades do Partido e do Governo.</p>
<p>Modestamente, eles falaram sobre o ajuste dos protocolos de saúde; de entrega; de solidariedade; do humanismo; de Fidel e seu sempre presente legado; do respeito conquistado entre colegas; do crescimento pessoal e profissional que para a maioria significou o desafio de enfrentar a Covid-19 em terras distantes.</p>
<p>O especialista em Medicina Geral Integral, Elsys de la Cruz Brínguez, definiu a relevância do trabalho do médico de família nos serviços hospitalares e a experiência que nossos médicos acumulam como suporte nessas ações. Em cenários como esses, o trabalho de promoção e prevenção na comunidade é vital para garantir que as pessoas se cuidem e tenham uma percepção de risco.</p>
<p>Também não faltou, na voz do graduado em enfermagem Eddy Pelayo Quevedo, o reconhecimento a todas as mulheres dignas da brigada; porque elas, segundo disse, «cresceram, elas eram Marianas, e sem vocês tudo o que fizemos não teria sido possível».</p>
<p>Assim, entre nervos, alegrias e grandes compromissos, nossos colaboradores relataram os muitos desafios que implica para o trabalho de um médico de família estar em um pronto-socorro para pacientes positivos da Covid-19; a integração necessária e decisiva nos serviços de terapia intensiva; a introdução da assistência de enfermagem ao paciente gravemente enfermo; o papel do epidemiologista no controle das medidas de biossegurança; e as complexidades do atendimento pediátrico nesses tempos da pandemia.</p>
<p>Foi uma experiência única e inesquecível, reconhecida com a voz quebrada pelo dr. Dayvi García Campaña, especialista em Terapia Intensiva Pediátrica. «Estamos orgulhosos de ter conseguido elevar o nome Cuba e da medicina cubana».</p>
<p>E toda a nação orgulha-se indiscutivelmente de todos eles, de seu valor e profissionalismo, da maneira como partiram, quase três meses atrás, carregando sua vocação médica como sua única bagagem.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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