<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Cubadebate (Português) &#187; Mártires</title>
	<atom:link href="http://pt.cubadebate.cu/tag/martires/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://pt.cubadebate.cu</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 08 Sep 2023 15:09:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>es-ES</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.8.1</generator>
	<item>
		<title>Homenagem e continuidade</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2020/12/08/homenagem-e-continuidade/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2020/12/08/homenagem-e-continuidade/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 17:00:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Mártires]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[tributo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=6135</guid>
		<description><![CDATA[Cuba reverenciou, em 7 de dezembro, o retorno, há 31 anos, dos restos mortais de seus filhos mortos em missões internacionalistas; o 86º aniversário do nascimento de Frank País García e o 124º aniversário da morte em combate de Antonio Maceo. O Titã de Bronze encarna o patriotismo viril com a frase que semeou na idiossincrasia ideológica de nosso povo: «Não queremos paz sem independência». De Frank País, o general-de-exército Raúl Castro disse: «Com pouco mais de 20 anos, tinha a estatura de um verdadeiro político, a maturidade de um lutador experiente.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6136" alt="internacionalistas homenaje" src="/files/2020/12/internacionalistas-homenaje.jpg" width="300" height="253" />Cuba reverenciou, em 7 de dezembro, o retorno, há 31 anos, dos restos mortais de seus filhos mortos em missões internacionalistas; o 86º aniversário do nascimento de Frank País García e o 124º aniversário da morte em combate de Antonio Maceo.</p>
<p>O Titã de Bronze encarna o patriotismo viril com a frase que semeou na idiossincrasia ideológica de nosso povo: «Não queremos paz sem independência». De Frank País, o general-de-exército Raúl Castro disse: «Com pouco mais de 20 anos, tinha a estatura de um verdadeiro político, a maturidade de um lutador experiente, a ferocidade combativa de um veterano, a tenacidade de um homem convicto e coragem pessoal de um combatente da linha de frente».</p>
<p>Como se fosse hoje, Fidel afirmava: «Um excelente exemplo são as mães, filhos, irmãos e esposas dos nossos irmãos falecidos. Sem exceção, eles viveram até o sacrifício supremo da pessoa amada. Eles souberam transformar sua dor profunda, que abalou todos os cantos de Cuba durante a Operação Homenagem, em mais amor à pátria, em maior fidelidade e respeito pela causa pela qual o ente querido deu a vida conscientemente. Um povo capaz dessa façanha, o que não faria se chegasse a hora de defender sua própria terra»!</p>
<p>As oferendas de flores do general-de-exército Raúl Castro, do presidente Miguel Díaz-Canel, do titular da Assembleia Nacional do Poder Popular, Esteban Lazo, da Associação dos Combatentes da Revolução, do povo e dos parentes dos internacionalistas, no cemitério de Santa Ifigenia; A voz da pequena pioneira, em Cacahual, feliz «por viver numa Cuba livre, soberana e segura, onde todos os direitos são respeitados», e dos cadetes, sentindo-se seus herdeiros, são uma profunda convicção de continuidade.</p>
<p><strong>  (Tirado de Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2020/12/08/homenagem-e-continuidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Revolução tem o ímpeto de Santiago</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2020/12/01/revolucao-tem-o-impeto-de-santiago/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2020/12/01/revolucao-tem-o-impeto-de-santiago/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 16:27:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Mártires]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[tributo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=6129</guid>
		<description><![CDATA[No dia 30 de Novembro de 1956, um verdadeiro Movimento, o 26 de Julho, estreou nesta cidade um uniforme, um bracelete e uma coragem à prova de balas, que desafiou com valor a morte, porque sua causa emancipadora era a verdade de seu povo. Assim foi como se revoltou Santiago, faz 64 anos, para apoiar o desembarque do iate Granma, ao som de um clarim que inspira hoje, como um legado, a resistência de Cuba contra a subversão e as campanhas mercenárias pagas dos Estados Unidos para destruir a Revolução.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6130" alt="Homenaje Santiago Cuba" src="/files/2020/12/Homenaje-Santiago-Cuba.jpg" width="300" height="251" />No dia 30 de Novembro de 1956, um verdadeiro Movimento, o 26 de Julho, estreou nesta cidade um uniforme, um bracelete e uma coragem à prova de balas, que desafiou com valor a morte, porque sua causa emancipadora era a verdade de seu povo. Assim foi como se revoltou Santiago, faz 64 anos, para apoiar o desembarque do iate Granma, ao som de um clarim que inspira hoje, como um legado, a resistência de Cuba contra a subversão e as campanhas mercenárias pagas dos Estados Unidos para destruir a Revolução.</p>
<p>Um grande tributo, por ocasião da data, significaram, ao amanhecer desta segunda-feira, 30, as coroas de flores enviadas pelo primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz, e do presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, aos mártires do levante armado nesta Cidade Heroica.</p>
<p>Diante da placa que imortaliza Pepito Tey, Otto Parellada e Tony Alomá, em Loma del Intendente, local onde eles entregaram heroicamente suas vidas, no ataque e incêndio da esquadra da Polícia Nacional do regime de Batista, também chegaram coroas de flores enviadas pelo presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular, Esteban Lazo, e do povo de Cuba.</p>
<p>Na comemoração, foram lembradas as ações organizadas e lideradas por Frank País García, com as quais os jovens combatentes fizeram tremer, ainda, a esquadra da Polícia Marítima, assaltaram uma loja onde conseguiram armas e provocaram, na prisão de Boniato, a fuga de um grupo de revolucionários encarcerados lá.</p>
<p>Segundo disse o general-de-brigada (r) Luis Cuenca Pupo, aquela gesta demonstrou a determinação de lutar pela liberdade da Pátria e o apoio do povo à causa da emancipação. Por outro lado, a vice-presidenta do Conselho de Defesa Provincial de Santiago de Cuba, Yaneidys Hechavarría Batista, reafirmou que a atitude daquele momento continua sendo a postura invariável dos cubanos nas complexas circunstâncias de hoje, quando se torna urgente defender a obra da Revolução diante das novas ameaças.</p>
<p>Os membros do Comitê Central e as máximas autoridades do Partido e do Governo na província, Lázaro Expósito Canto e Beatriz Johnson Urrutia, lideraram a comemoração, na qual, mediante o canto, a dança e a poesia, transcendeu o legado daqueles que contribuíram para adiantar a conta regressiva da tirania.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2020/12/01/revolucao-tem-o-impeto-de-santiago/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Não há como esquecer nossos heróis e mártires</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/07/31/nao-ha-como-esquecer-nossos-herois-e-martires/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/07/31/nao-ha-como-esquecer-nossos-herois-e-martires/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 17:01:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Heróis]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Mártires]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Raúl Castro]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[tributo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=5513</guid>
		<description><![CDATA[O primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército, Raúl Castro Ruz, prestou homenagem nesta terça-feira, 30 de julho, no cemitério de Santa Ifigênia aos mártires da Revolução Cubana, no dia escolhido desde 1959 para honrar todos aqueles que ofereceram suas vidas pelo bem maior da nação.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5543" alt="Raul Homenaje" src="/files/2019/07/Raul-Homenaje.jpg" width="300" height="251" />O primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército, Raúl Castro Ruz, prestou homenagem nesta terça-feira, 30 de julho, no cemitério de Santa Ifigênia aos mártires da Revolução Cubana, no dia escolhido desde 1959 para honrar todos aqueles que ofereceram suas vidas pelo bem maior da nação.</p>
<p>Pouco depois das quatro da tarde e em frente ao Mausoléu ao Apóstolo começou a homenagem com a cerimônia de troca da guarda, que acontece a cada meia hora, mas nunca as pessoas deixam de se abalar com as notas da Elegia a José Martí, composta pelo Comandante da Revolução Juan Almeida Bosque e a marcialidade dos jovens soldados.</p>
<p>O general-de-exército — acompanhado por Beatriz Johnson Urrutia, vice-presidenta do Conselho de Estado e presidenta da Assembleia Provincial, assim como outras autoridades do território — depositou flores diante da cripta funerária, coberta com a bandeira nacional, que guarda os restos do «maior dos cubanos».</p>
<p>Raul então foi para a pedra da Serra Maestra, que desde 4 de dezembro de 2016 guarda as cinzas do Comandante-em-chefe. Uma rosa branca e sua mão no pedaço de mármore que tem uma única palavra gravada — Fidel — foi o simples ato de lembrar o querido irmão e líder da Revolução.</p>
<p>A homenagem continuou nos monumentos a Carlos Manuel de Céspedes e Mariana Grajales, Pai e Mãe da Pátria, símbolos sagrados da nossa história.</p>
<p>Momento de emoção especial ocorreu perante o simples panteão da família País Garcia, pois se comemora em 30 de julho o 62 º aniversário do assassinato, em plena luz do dia, em uma rua de Santiago, do jovem Frank, o David da luta clandestina, um dos homens mais procurados então pelos soldados da tirania de Batista. Ao lado dele, caiu crivado seu companheiro de luta, Raúl Pujol, e desde então é lembrada a passagem da procissão fúnebre que corajosamente passou pela cidade, enquanto pétalas de rosas caíram das sacadas.</p>
<p>Diante dessa tremenda história que, segundo Fidel, tornou Santiago a cidade mártir de Cuba, o general-de-exército homenageou a memória de Frank País, o menino que aos 22 anos conquistou o respeito da juventude de Santiago e daqueles que vieram de toda a Ilha para construir um país melhor.</p>
<p>O hino de Bayamo, uma oferenda floral, o toque de silêncio e outra rosa de Raul para Frank foram o culminar da homenagem neste «dia de meditação, porque aqui temos que vir todos os anos para lembrar os mortos da Revolução (… ). O que não queremos é que ninguém possa dizer amanhã que nosso povo se esqueceu de seus mortos.</p>
<p>Isto foi afirmado por Fidel em 30 de julho de 1959 no Instituto do Segundo Ensino, em cujas salas de aula os irmãos Frank e Josué foram formados. Consequentemente, o sentido respeitoso desta terça-feira no cemitério de Santa Ifigênia, onde milhares de pessoas de Santiago também chegaram à habitual peregrinação que faz tremer as ruas da heróica cidade todo mês de julho, é uma resposta retumbante: não há como esquecer os heróis e mártires de Cuba.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/07/31/nao-ha-como-esquecer-nossos-herois-e-martires/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>«No dia em que só haja um cubano que acredite nesta Revolução, esse cubano serei eu»</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/07/30/no-dia-em-que-so-haja-um-cubano-que-acredite-nesta-revolucao-esse-cubano-serei-eu/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/07/30/no-dia-em-que-so-haja-um-cubano-que-acredite-nesta-revolucao-esse-cubano-serei-eu/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2019 17:07:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Frank País]]></category>
		<category><![CDATA[Heróis]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Mártires]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[tributo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=5515</guid>
		<description><![CDATA[Àaqueles homens que se movem os povos, que conquistam planícies e montanhas, que olham com a luz do amanhecer e sua voz é a voz de todos, pertencia Frank País García, o jovem revolucionário a quem com mais de 20 balas em seu corpo a tirania de Batista acreditava, há 62 anos, que iria enterrar no esquecimento, quando na verdade chegou ao limite do eterno.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5545" alt="Frank P" src="/files/2019/07/Frank-P.jpg" width="300" height="260" />Àaqueles homens que se movem os povos, que conquistam planícies e montanhas, que olham com a luz do amanhecer e sua voz é a voz de todos, pertencia Frank País García, o jovem revolucionário a quem com mais de 20 balas em seu corpo a tirania de Batista acreditava, há 62 anos, que iria enterrar no esquecimento, quando na verdade chegou ao limite do eterno.</p>
<p>Cuba recorda este 30 de julho a esse jovem a quem a lealdade à causa — que selou quando disse «no dia em que haja um único cubano que acredite nesta Revolução, esse cubano serei eu» —a fé infinita na vitória e a coragem irradiada com seu exemplo, ao dizer do Comandante em Chefe Fidel Castro Ruz, converteram-no «em símbolo de toda a geração que foi sacrificada».</p>
<p>Apenas tinha 18 anos de idade naquela manhã de Santa Ana quando o tiroteio que ouviu em sua casa, vindo do distante Moncada sacudiu-o, quis saber o que acontecia e tentou chegar ao quartel, mas os guardas o impediram. À noite, conseguiu penetrar e viu no chão os corpos crivados que mais tarde descreveria como «cheios de sangue, balas e honra».</p>
<p>«Depois daquela ação e do massacre que se seguiu», disse o general-de-exército Raúl Castro Ruz, «Frank reuniu o melhor da juventude de Santiago&#8230; Ele queria continuar a luta em cujo começo não havia participado e quando as condições foram criadas mais naturalmente (&#8230;) ele colocou seus lutadores e se colocou sob as ordens de Fidel&#8230;».</p>
<p>Se faltam provas dessa entrega, o alto senso de responsabilidade e sua indiscutível liderança na luta clandestina, Fidel o reafirma, confiando a ele, em 30 de novembro de 1956, a missão estratégica e crucial de provocar um levante em Santiago de Cuba, em apoio ao desembarque da expedição que, vinda no iate Granma, punha em jogo o destino do país.</p>
<p>Santiago de Cuba devia estar à mesma altura da Serra Maestra, onde Frank passou um dia todo conversando com Fidel, avaliando reforços em homens, armas e outros recursos que encontra, porque nossos bravos combatentes nunca serão «abandonados, pois arriscam suas vidas diariamente» e sofrem mil penalidades e sacrifícios (&#8230;) sob a ameaça do inimigo».</p>
<p>Por essas ações, cada um de seus passos tinha recompensas suculentas para a tirania, de modo que na tarde de 30 de julho, por causa de uma delação, eles o surpreenderam na rua San Germán.</p>
<p>Dizem que, do estreito e isolado Callejón del Muro, os tiros a curta distância ordenados pelo sinistro tenente-coronel José María Salas Cañizares, faziam dobrar os sinos da vizinha Igreja de São Francisco e se escutavam em todos os cantos da cidade.</p>
<p>Milhares de pessoas de Santiago acompanharam o seu funeral juntamente com o do companheiro de companhia Raúl Pujol, morto pela primeira vez a poucos metros de distância. As pétalas de rosas lançadas das sacadas e os slogans revolucionários forçaram a retirada das forças da ditadura. Eles despediam-se do «mais valioso, o mais útil, o mais extraordinário de nossos combatentes», como disse Fidel; um desses homens que, como disse Raúl, «penetra profunda e definitivamente no coração do povo».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/07/30/no-dia-em-que-so-haja-um-cubano-que-acredite-nesta-revolucao-esse-cubano-serei-eu/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
