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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Mariana Grajales</title>
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		<title>Mariana no coração de Cuba</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2020 17:00:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[¡«(...) não há coração de Cuba que não deixe de sentir tudo aquilo que se deve a essa cara velhinha», escreveu sobre Mariana Grajales Cuello o Apóstolo José Martí, do mais profundo de sua alma, daí que ao se completar o 205º aniversário natalício da mãe dos Maceo, no dia 12 de julho, recebesse o tributo dos cubanos no cemitério patrimonial Santa Ifigenia. Assim ficou testemunhado na oferenda floral depositada em seu túmulo e enviada em nome do povo de Cuba.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5911" alt="MARIANA" src="/files/2020/07/MARIANA.jpg" width="300" height="249" />¡«(&#8230;) não há coração de Cuba que não deixe de sentir tudo aquilo que se deve a essa cara velhinha», escreveu sobre Mariana Grajales Cuello o Apóstolo José Martí, do mais profundo de sua alma, daí que ao se completar o 205º aniversário natalício da mãe dos Maceo, no dia 12 de julho, recebesse o tributo dos cubanos no cemitério patrimonial Santa Ifigenia.</p>
<p>Assim ficou testemunhado na oferenda floral depositada em seu túmulo e enviada em nome do povo de Cuba, na presença dos membros do Comitê Central do Partido e as máximas autoridades do Conselho de Defesa Provincial, Lázaro Expósito Canto e Beatriz Johnson Urrutia, enquanto um destacamento de cerimonias das Forças Armadas Revolucionárias fazia o plantão de honra.</p>
<p>«Foi uma mulher forte e ativa» – disse Graciela Pacheco Feria, pesquisadora e descendente da família Maceo-Grajales, ao evocar o legado dessa extraordinária mulher – «e em dez anos de dura guerra manteve sempre no alto seu espírito de rebeldia. Ela não aceitou o Pacto do Zanjón, que lhe deixou um sabor amargo e profundo pesar no seu coração de mãe e de patriota».</p>
<p>«Hoje a lembramos com profundo orgulho» – indicou mais adiante – «não somente como a mãe dos Maceo, mas também como uma mulher que rompeu as limitações da época, impunha seu gênero e se levantou como estandarte da liberdade, representante genuína dessa identidade cultural e nacional que estava nascendo».</p>
<p>Após as palavras de Graciela Expósito Canto e Johnson Urrutia depositaram as flores, dedicadas a alguém que, por direito próprio na área patrimonial central do cemitério santiagueiro, compartilha com José Martí, Carlos Manuel de Céspedes e Fidel, o altar da Pátria, reservado aos fundadores da nação cubana.</p>
<p>Também no dia 12 de julho, a União dos Escritores e Artistas de Cuba (Uneac), fez uma sentida homenagem a Mariana Grajales, convocada pela Comissão José Antonio Aponte e a Comissão de Cultura, Gênero e Equidade dessa organização. Luis Morlote Rivas, presidente da Uneac, liderou o ato comemorativo em Havana, no qual marcaram presença diversas personalidades da cultura, os que depositaram uma oferenda floral em nome de todos os intelectuais, artistas e do povo cubano em geral.</p>
<p><strong>(Source: Granma)</strong></p>
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		<title>Mariana no sol da Pátria</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Nov 2019 23:56:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na ,edida em que o sol iluminava a escultura que a consagra como Mãe da Pátria e Mãe Ceiba, Mariana Grajales Cuello recebia perante o monumento fúnebre que guarda seus restos mortais, no cemitério histórico Santa Ifigênia, a homenagem pelo 126º aniversário de seu desaparecimento físico. «É a homenagem» — disse Rosmery Santiesteban Lake, segunda secretária da Federação das Mulheres Cubanas (FMC) na nação ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5668" alt="mariana Grajales" src="/files/2019/11/mariana-Grajales.jpg" width="300" height="224" />Na ,edida em que o sol iluminava a escultura que a consagra como Mãe da Pátria e Mãe Ceiba, Mariana Grajales Cuello recebia perante o monumento fúnebre que guarda seus restos mortais, no cemitério histórico Santa Ifigênia, a homenagem pelo 126º aniversário de seu desaparecimento físico.</p>
<p>«É a homenagem» — disse Rosmery Santiesteban Lake, segunda secretária da Federação das Mulheres Cubanas (FMC) na nação — que todos, e especialmente as mulheres, somos obrigadas a presatar a Mariana, pelo exemplo dela para nossas famílias, por seus valores, pelo legado do patriotismo mais necessário do que nunca na frente de o ataque do império».</p>
<p>Além da oferenda floral colocada ao pé do seu túmulo, em nome do seu povo, mulheres, homens e jovens estudantes depositaram flores, que se juntaram à roseira que cresce, com terra de Majaguabo, onde ela enviou 12 de seus filhos, e ela e o marido se uniram à guerra libertadora.</p>
<p>José Martí escreveu sobre sua grandeza: «Seus pés estavam sangrando quando foi por aqueles caminhos atrás da maca de seu filho moribundo, feita de galhos de árvores? E se alguém tremia, quando devia ir ao encontro do inimigo de seu país, olhava a mãe de Maceo com o lenço na cabeça, e o tremor acabava!</p>
<p>«Com o lenço à moda antiga, com os olhos de uma mãe amorosa para o cubano desconhecido, com força inextinguível, no olhar e no rosto tudo, ao falar sobre as glórias de ontem, e sobre as esperanças de hoje&#8230;», assim conseguiu vê-la Martí, em Kingston, Jamaica, pouco antes dela morrer, em 27 de novembro de 1893.</p>
<p>Trinta anos depois, a Pátria recebeu seus restos mortais, convertidos em símbolo, para em uma homenagem justa compartilhar o lugar que merece com o Pai da Pátria, Carlos Manuel de Céspedes, José Martí e o invicto Comandante-em-chefe Fidel Castro, no altar dos fundadores da Nação.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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