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	<title>Cubadebate (Português) &#187; a literatura</title>
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		<title>Prêmio Casa: Continuidade e transformação</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2019 18:32:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DO prédio estilo art deco, onde tem sua sede, em El Vedado havanês, ao seu Prêmio Literário e outros que convoca, a Casa das Américas é simplesmente extraordinária.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5400" alt="Casa de las Americas Premio" src="/files/2019/01/Casa-de-las-Americas-Premio.jpg" width="300" height="247" />DO prédio estilo art deco, onde tem sua sede, em El Vedado havanês, ao seu Prêmio Literário e outros que convoca, a Casa das Américas é simplesmente extraordinária.</p>
<p>Ali está desde sua fundação, em julho de 1959, por uma das primeiras leis do Governo Revolucionário e ali centenas de intelectuais latino-americanos e caribenhos se reuniram em torno de um Prêmio que hoje celebra sua 60ª edição.</p>
<p>Haydée Santamaría (1923-1980), heroína da luta revolucionária, que presidiu a Casa a partir dessa data de início e até a sua morte, assinou três meses após a criação desta instituição a ideia de convocar um concurso literário, cujas bases foram elaboradas pelo grande intelectual cubano Alejo Carpentier. O primeiro júri se reuniu em 1960.</p>
<p>Com algumas mudanças de nome, originalmente Concurso Literário Hispano-americano (1960), Concurso Literário Latino-americano (1964) até seu atual Prêmio Casa (1965), tornou-se em seis décadas ininterruptas, um dos mais prestigiados e de solidez do continente.</p>
<p>Aspectos como a qualidade dos livros vencedores em uma grande amostra de gêneros (15 atualmente), competindo obras (cerca de 30 mil títulos), autores publicados, e os júris participantes (ultrapassam o número de 1.300) endossam essa avaliação.</p>
<p>No volume Prêmio Casa de las Américas. Memoria, compilación e valoración de la história del concurso, de 1999, Jorge Fornet e Ines Casanas destacam como «sua primeira chamada incluiu os gêneros canônicos: poesia, romances, teatro, ensaios e contos, mas outros foram se juntando&#8230; Daí que surgissem como gêneros ou categorias o testemunho, a literatura do Caribe em francês, inglês ou crioulo, a literatura brasileira de ficção e não-ficção, a literatura para crianças e jovens, e os tópicos que abordavam estudos sobre gênero, culturas indígenas, latinos nos Unidos ou afro-americanismo».</p>
<p>O mesmo Fornet, diretor do Centro de Pesquisas Literárias, anunciou em entrevista coletiva liderada pelo poeta Roberto Fernández Retamar, presidente da Casa, que neste 2019, ano em que a instituição e o Prêmio comemoram o seu 60º aniversário, o concurso literário terá sessões de 21 a 31 de janeiro.</p>
<p>O número de livros enviados, quase 600, atestam o interesse que o Prêmio ainda desperta em jovens autores e a confiança na forte ética de um concurso, cuja única indicação foi a de dar recompensa a qualidade literária.</p>
<p>A convocatória em 2019 foi para os gêneros de romances (recebidas 167 obras); poesia (224), Ensaio Histórico Social (28), Literatura Brasileira (45), Literatura para crianças e jovens (101) e Prêmio de Estudo sobre Latinos nos Estados Unidos (19).</p>
<p>Além disso, reiteram-se os prêmios honoríficos que, em 2000, a Casa convocou pela primeira vez de poesia José Lezama Lima; de narrativa José María Arguedas e de ensaio Ezequiel Martínez Estrada.</p>
<p>Esses nomes, que receberam os prêmios honoríficos, não são apenas emblemáticos dentro da literatura do continente americano — como indicado por um amplo dossiê realizado pelo Centro de Pesquisas e pelo Departamento de Comunicação da Casa — mas também ligados à instituição e ao Prêmio desde seus primeiros anos.</p>
<p>O cubano Lezama Lima foi júri três vezes, o peruano Arguedas em outra e o argentino Martinez Estrada não só agiu como tal, mas foi o primeiro a ganhar o Prêmio de Ensaio 1960 com Análisis funcional de la cultura.</p>
<p>A composição do júri desta vez é a seguinte: no romance será concedido por Adrián Curiel Rivera (México), Victor Goldgel (Argentina), Lina Meruane (Chile), Anne Marie Metaillié (França) e Eduardo del Llano (Cuba); em poesia por Aurea María Sotomayor (Porto Rico), Raúl Vallejo (Equador) e Soleida Rios (Cuba) e o ensaio histórico-social por Nestor França (Venezuela), Elissa L. Lister (República Dominicana) e Raúl Garces (Cuba).</p>
<p>A seleção na literatura brasileira ficará a cargo de Isis Barra Costa, Luisa Geisler e José Luiz Passos; o prêmio de estudos sobre Latinos nos Estados Unidos por Frances Aparicio (Porto Rico), José Manuel Valenzuela (México) e Rubén Rumbaut (Cuba-EUA.), enquanto a literatura para crianças e jovens por Elena Dreser (Argentina), Mario Picayo (Cuba-EUA) e Olga Marta Pérez (Cuba).</p>
<p>Dado que esta é a 60ª edição, as palavras inaugurais couberam a Fernández Retamar, e com elas o júri foi constituído.</p>
<p>O Prêmio Casa 2019 é continuidade e transformação, para comemorar esta 60ª edição.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Nada é mais sublime do que a pátria</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 18:26:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O jornal El Diablo Cojuelo — que nasceu para mostrar aos estudantes de Havana a corrupção imposta pelo regime colonial em Cuba, como o personagem que lhe deu título em relação à própria metrópole enquanto guiava um aluno no romance homônimo de Luis Vélez de Guevara - apareceu em 19 de janeiro de 1869.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5396" alt="Marti dibujo" src="/files/2019/01/Marti-dibujo.jpg" width="300" height="254" />O jornal El Diablo Cojuelo — que nasceu para mostrar aos estudantes de Havana a corrupção imposta pelo regime colonial em Cuba, como o personagem que lhe deu título em relação à própria metrópole enquanto guiava um aluno no romance homônimo de Luis Vélez de Guevara &#8211; apareceu em 19 de janeiro de 1869.</p>
<p>Quatro dias depois, circulou outra publicação La Patria Libre circulou, cujo subtítulo – Semanário Democrático-Cosmopolita — reflete a atmosfera na qual Martí se mexia. Ao contrário de El Diablo Cojuelo, que foi concebido pelo próprio Martí e outros colegas — entre eles Fermín Valdés Domínguez — o La Patria Libre tem um corte material diferente, e parece lógico supor que os adultos participaram de seus auspícios, como o maestro Mendive. como já foi dito.</p>
<p>Mas o estudante Martí, sem ter completado 16 anos, dotou o jornal do texto mais duradouro: o dramático poema Abdala, encabeçado por uma anotação em que a tipografia propiciava uma eloquente ambiguidade. A frase &#8220;Escrito expressamente para a Pátria&#8221;, impressa em letras maiúsculas e sem aspas ou qualquer outro sinal que destacasse La Patria, como o título da publicação, favorecia que a peça teatral fosse recebida como destinada ao jornal em que aparecesse ou — com certeza — a Cuba.</p>
<p>O detalhe é significativo: como o autor era impedido de incitar abertamente à rebelião patriótica, o texto recriou a decisão de um jovem príncipe africano — da Núbia, um nome de lugar que acusticamente marca uma semelhança ostensiva com Cuba — para defender sua terra contra o invasor estrangeiro, e morrer nessa luta, se necessário, apesar dos pedidos da mãe, que tenciona salvar sua vida.</p>
<p>Com razão, foi visto no herói, Abdala, um alter ego de Martí e uma prefiguração de seu destino.</p>
<p>(Fragmento extraído de Cesto de Llamas, biografia de José Martí)</p>
<p>(&#8230;) Morrer! Morrer quando Nubia luta;</p>
<p>quando o nobre sangue se derrama</p>
<p>dos meus irmãos, mãe; Quando espera</p>
<p>das nossas forças, liberdade a pátria!</p>
<p>Mãe, não chore! Voar tal como voam</p>
<p>matrizes nobres de coragem nas asas</p>
<p>Gritar no campo para os guerreiros:</p>
<p>«Lutar! Lutar, Nubianos! Esperança!</p>
<p>Não chore, você me diz? E sua vida</p>
<p>O país algum dia me pagará?</p>
<p>A vida dos nobres, minha mãe</p>
<p>É lutar e morrer para obedecer,</p>
<p>E se necessário, com o seu próprio aço</p>
<p>Se rasgar por salvar suas entranhas!</p>
<p>Mais&#8230; sinto vontade de morrer: na minha agonia</p>
<p>Não venha perturbar minha triste calma.</p>
<p>Silêncio!&#8230; eu quero ouvir&#8230; Oh! Me parece</p>
<p>Que o exército inimigo, derrotado,</p>
<p>Foge pela planície&#8230; Ouça!&#8230; Silêncio!</p>
<p>Eu os vejo correr&#8230; os covardes</p>
<p>Os bravos guerreiros avançam&#8230;</p>
<p>Núbia venceu! Moro feliz: a morte</p>
<p>Eu não me importo, porque eu consegui salvá-la&#8230;</p>
<p>Oh, quão doce é morrer, quando se morre</p>
<p>Lutando corajosamente para defender a pátria!</p>
<p>(Fragmento de Abdala)</p>
<p>AÇÃo facebook twitter</p>
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		<title>Faleceu a poeta Carilda Oliver Labra</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Aug 2018 23:59:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Carilda, Prêmio Nacional de Literatura teve como destino a poesia, segundo firma seu biógrafo Urbano Martínez Carmenate. Também é bem verdade que seu horizonte criativo foi marcado de maneira essencial pelo amor patriótico, o único consolo para suportar a dor do exílio político de sua família. «...Essa tragédia... só posso sobreviver a ela quando me agarro à Pátria», escreveu ela.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5178" alt="Carilda y Fidel" src="/files/2018/08/Carilda-y-Fidel.jpg" width="300" height="199" />Os cubanos acordaram na quarta-feira, 29 de agosto, com a notícia da morte de Carilda Oliver Labra, a poeta que transcendeu por seu trabalho de autêntica cubanidade, por sua sensibilidade e pelo delírio pela cidade que a viu nascer.</p>
<p>Carilda, Prêmio Nacional de Literatura teve como destino a poesia, segundo firma seu biógrafo Urbano Martínez Carmenate. Também é bem verdade que seu horizonte criativo foi marcado de maneira essencial pelo amor patriótico, o único consolo para suportar a dor do exílio político de sua família. «&#8230;Essa tragédia&#8230; só posso sobreviver a ela quando me agarro à Pátria», escreveu ela.</p>
<p>Esse sentimento, juntamente com o valor de sua obra poética, fez dela digna da admiração e afeição de todo o povo, resumiu o general-de-exército Raul Castro em uma mensagem de congratulações por seu 95º aniversário.</p>
<p>Na carta, Raúl lembrou a repercussão de Canto a Fidel, um sinal de sua coragem e a lealdade comprovada à Revolução e seu Líder Histórico.</p>
<p>Esta intelectual de Matanzas, autora desse poema épico, foi precisamente uma das pessoas que melhor decifrou a natureza indomável e o gênio do líder em sua juventude.</p>
<p>Em seu lar, na rua Tirry, onde a morte a surpreendeu, Carilda admitiu há alguns anos que seu livro favorito era ‘Al sur de mi garganta’, «pelo amor que tenho por ele e porque foi meu primeiro prêmio; mas há livros mais avançados, na ordem técnica, escritos com mais ternura e amor&#8230; coisas mais puras&#8230;».</p>
<p>TRIBUTO PÓSTUMO</p>
<p>«Todo o trabalho de Carilda Oliver Labra, figura essencial da cultura cubana, foi uma canção à vida», significou Alpidio Alonso, ministro da Cultura, durante o funeral do Prêmio Nacional de Literatura, realizado na quarta-feira, 29 de agoto, na casa grande da Calzada de Tirry 81.</p>
<p>A empolgante despedida foi encabeçada por Lázara Mercedes López Acea, membro do Bureau Político; e Víctor Gaute, membro do secretariado do Comitê Central do Partido. Também estavam presentes personalidades culturais, intelectuais, artistas e moradores de Matanzas de várias gerações.</p>
<p>UNEAC LAMENTA FALECIMENTO DE CARILDA OLIVER LABRA</p>
<p>A União dos Escritores e Artistas de Cuba expressou suas mais sentidas condolências aos familiares e amigos da poetisa Carilda Oliver Labra, cujo falecimento em 29 de agosto, na cidade de Matanzas, deixou um vácuo na Literatura Cubana e na Língua Espanhola. Carilda fez uma contribuição importante à poesía amorosa, bem como também à poesia social de Cuba.</p>
<p>«Em 1957 e em arriscados momentos de combate expressou seu apoio à causa revolucionária enviando à Serra Maestra seu poema ‘Canto a Fidel’. Os escritores e artistas cubanos estaremos sempre orgulhosos de ter contado em nossos fileiras com uma escritora de seu tamanho e sua qualidade humana».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Raúl: promotor incansável dos processos de integração e antiimperialista por antonomásia</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Feb 2018 00:05:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[AO contrário daqueles acadêmicos e intelectuais que costumam dedicar tempo à organização do seu trabalho, o pensamento dos revolucionários com responsabilidades à frente do Estado frequentemente está disperso ao longo do tempo e entre milhares de discursos, entrevistas e declarações.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4718" alt="Raul Discurso" src="/files/2018/02/Raul-Discurso.jpg" width="300" height="220" />AO contrário daqueles acadêmicos e intelectuais que costumam dedicar tempo à organização do seu trabalho, o pensamento dos revolucionários com responsabilidades à frente do Estado frequentemente está disperso ao longo do tempo e entre milhares de discursos, entrevistas e declarações.</p>
<p>A tarefa do pesquisador é então resgatar esse legado e organizá-lo de tal forma que sirva para entender o alcance de uma personalidade e o momento histórico que ele teve que viver.</p>
<p>É precisamente isso que o pesquisador e ensaísta Abel González Santamaría consegue com Raúl Castro y Nuestra América. 86 discursos, intervenciones y declaraciones, que será apresentado na quarta-feira, 7 de fevereiro, às 11h00 da manhã, na sala Nicolás Guillén, em La Cabaña, como parte das atividades da edição mais recente da Feira do Livro.</p>
<p>O trabalho de González Santamaría transcende a mera historiografia para nos oferecer o estadista Raúl, cujo trabalho permanece firme com a prática revolucionária, há mais de meio século. Ele também deixa uma ferramenta para que as gerações atuais e futuras possam continuar o caminho aberto há mais de 200 anos a favor da unidade e integração da nossa América.</p>
<p>Na última Feira Internacional do Livro de Havana, foi lançado o livro Fidel Castro y los Estados Unidos: 90 discursos, intervenciones y reflexiones, e desta vez também vem o livro, preparado pela editora Capitán San Luis, uma compilação semelhante do general-de-exércitol. Qual é a relação entre os dois textos?</p>
<p>«Ambos os livros têm uma relação dialética, porque seus autores, o Comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz e o general-de-exército Raul Castro Ruz, são dois homens com o mesmo pensamento, que se complementam na teoria e na prática revolucionárias. O livro Raúl Castro y Nuestra América: 86 discursos, intervenciones y declaraciones é como se fosse o segundo volume de Fidel Castro y los Estados Unidos: 90 discursos, intervenciones y reflexiones».</p>
<p>Qual o legado de ambos os líderes para a integração da América Latina?</p>
<p>«Eles demonstraram durante mais de meio século de luta intensa que era possível integrar todos os países da Grande Pátria em uma organização puramente ‘nossaamericana’ sem presença extrarregional. Fidel e Raúl, juntamente com outros líderes revolucionários e progressistas do continente, contribuíram decisivamente para a criação da Comunidade dos Estados da América Latina e do Caribe (Celac)».</p>
<p>«Devemos lembrar que, para conseguir isso, eles tiveram que se unir, para poder derrotar o projeto de dominação que os Estados Unidos pretendiam implantar na região no início do século XXI, através da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA). Essa vitória foi decisiva para poder avançar na integração».</p>
<p>Poderia pensar-se nos progressos realizados na região sem ter em conta o papel de Cuba como a força motriz a favor da ‘unidade na diversidade’?</p>
<p>«Há reconhecimento na região dos esforços que Cuba realizou, ao longo de 60 anos, de forma ininterrupta, a favor da unidade de suas nações e respeitando o sistema político, econômico, social e cultural de cada país. Graças ao fato de ter sido consistente com seus princípios, foi o local sede da 2ª Cúpula da Celac, em 2014, na qual os 33 países membros declararam a América Latina e Caribe como ‘Zona de Paz’. Este evento tem um significado histórico sem precedentes e constitui o principal instrumento que suas nações têm para enfrentar as constantes agressões e ameaças à paz, num mundo onde re escuta o rufar dos tambores da guerra».</p>
<p>Qual foi o papel nesses processos do pensamento de Raúl de que o livro retoma?</p>
<p>«O texto seleciona fragmentos de seu trabalho revolucionário, da entrevista que ofereceu à imprensa em 1959, no contexto da Reunião de Ministros das Relações Exteriores da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Santiago do Chile, até o discurso proferido em 2017, na5a Cúpula da Celac, na República Dominicana. O general-de-exército se destaca como um estadista muito sensível diante dos problemas sociais de nossos povos, ele é um promotor incansável dos processos de integração e é um antiimperialista por antonomásia. O seu pensamento revolucionário irá transcender esta era e é um guia necessário nestes tempos para os jovens».</p>
<p>A Revolução Cubana tem sido um farol para os movimentos de esquerda, não só na região, mas em todo o mundo. Como é que as novas gerações de cubanos não devem deixar cair essa batuta das causas justas em nível internacional?</p>
<p>«A melhor maneira é conscientemente cumprir todos os dias com o conceito de Revolução. Essa é uma tarefa que nos foi deixada pelo Comandante-em-chefe da Revolução Cubana. Preservar a unidade e deixar de lado tudo aquilo que pode nos dividir».</p>
<p>«É preciso aprender com erros e falhas, de modo a não ser confundido e dividido pelas oligarquias. Devemos ser otimistas e acreditar na melhoria humana».</p>
<p>«Em minha opinião, devemos continuar ajudando solidariamente os países do Terceiro Mundo e cumprir os compromissos de cooperação, com base na partilha dos recursos modestos disponíveis e não dos que tenhamos demais. Devemos, também, preservar as conquistas alcançadas e dar continuidade às políticas de desenvolvimento e inclusão social, de modo que haja uma distribuição mais equitativa de riqueza e reduzir as desigualdades».</p>
<p>Os avanços da direita nos últimos anos são circunstanciais ou fazem parte de uma mudança de ciclo?</p>
<p>«Existe um debate sobre se estamos ou não na presença do ‘fim do ciclo’ progressista na América Latina e no Caribe, que lembra a tese neoliberal proclamada pela direita, no início dos anos 90, acerca do ‘fim da história’. Eu sou um daqueles que acha que ainda não concluiu, embora os avanços da direita na região sejam evidentes, o que considero serem conjunturais. O que eles estão tentando fazer é retornar ao neoliberalismo e desmoralizar as forças e os partidos políticos, os movimentos sociais e as classes trabalhadoras».</p>
<p>«Os processos políticos não são lineares, estão em constante dinâmica e experimentam progressos, estagnação e contratempos. O que mudou nos últimos anos é o despertar de nossa América».</p>
<p>Como o senhor vê a política da nova administração dos EUA em relação à região?</p>
<p>«Há uma marcada intenção de retornar às políticas falhadas do passado. O novo governo dos EUA se projeta com desprezo e subestimação para a região geograficamente mais próxima do seu território. Eles nos tratam novamente como seu ‘quintal’ e como criminosos comuns. Essa é a realidade, embora tentem fazer dano em suas visitas à América Latina e ao Caribe. Obviamente, a 8ª Cúpula das Américas em Lima, Peru está se aproximando, e eles devem preparar o terreno para alcançar seus interesses geopolíticos».</p>
<p>«Estão obcecados com Cuba e a Venezuela. Não há documento ou discurso em que, referindo-se à região, eles não ataquem implacavelmente ambas as nações. Além disso, continuam aumentando as medidas de bloqueio econômico, comercial e financeiro para tentar uma ‘mudança de regime’».</p>
<p>Considera que a figura de Donald Trump, com o seu ódio contra os migrantes e as ofensas para os países da América Latina, poderia ser um fator de coesão para os países da região?</p>
<p>«Sem dúvida, está contribuindo para a coesão da região. Essas posições provocaram uma rejeição geral, que automaticamente se torna um fator essencial de denúncia e unidade. Trump insiste em aplicar uma política antiimigrante e continuar construindo o muro na fronteira com o México, culpando-os por parte dos sérios problemas sociais que os EUA enfrentam internamente. A realidade é que o muro é a expressão simbólica de uma ideologia xenófoba e ultranacionalista para os países do sul do Rio Grande».</p>
<p>A história da América Latina tem muitas perguntas abertas e vivemos em um momento que precisa de soluções. Que respostas pode encontrar o leitor em seus dois últimos livros?</p>
<p>«Precisamente esse foi um dos principais objetivos que eu propus em ambos os livros, pela validade de suas palavras. Confesso que durante os anos passei revendo e examinando cada texto para sua seleção (1.546 de Fidel e 1.468 de Raúl), foi o melhor curso de estudos que recebi. É uma fonte inesgotável de conhecimento de diversos assuntos políticos, econômicos, sociais, culturais e científicos que estimulam a gente, constantemente, a refletir, a compreender melhor a nossa história e conhecer a profundidade do pensamento revolucionário».</p>
<p>«Eu recomendo ler o prólogo do livro, que o Mestre e amigo Eusebio Leal Spengler fez com grande carinho, uma verdadeira joia da historiografia latino-americana e caribenha. Além disso, a ele é dedicada a 27ª Feira Internacional do Livro de Havana, um homem que ganhou o amor e a admiração de nosso povo por sua lealdade e contribuições para a cultura da nação cubana».</p>
<p>«Convido os leitores a continuar investigando e discutindo o prolífico trabalho de Fidel e Raúl, dois grandes homens de estatura universal, que elevaram ao ponto mais alto da Nação a ideologia de José Martí, com a convicção de que ‘um princípio justo, do fundo de uma caverna, pode mais do que um exército’».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Raúl parabeniza Carilda Oliver em seu 95º aniversário natalício</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jul 2017 22:31:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, enviou na quinta-feira, 6 de julho, uma carta de parabéns à poetisa Carilda Oliver Labra, Prêmio Nacional de Literatura, no seu 95º aniversário natalício.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4630" alt="Carilda" src="/files/2017/07/Carilda.jpg" width="300" height="238" />O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, enviou na quinta-feira, 6 de julho, uma carta de parabéns à poetisa Carilda Oliver Labra, Prêmio Nacional de Literatura, no seu 95º aniversário natalício.</p>
<p>«Tão valiosa obra poética e o compromisso que a senhora manteve sempre com a Pátria, fizeram-na credora da admiração e o carinho de todo nosso povo», assegurou o presidente cubano na carta lida pelo presidente da União dos Escritores e Artistas de Cuba (Uneac), Miguel Barnet.</p>
<p>«Não poderia deixar de lhe reiterar, em uma data tão significativa como é seu 95º aniversário, que o inesquecível ‘Canto a Fidel’ que a senhora escreveu há 60 anos, além de uma prova de coragem, também atesta sua provada lealdade à nossa Revolução e a seu Líder Histórico», sustentou após parabenizá-la e enviar-lhe um forte abraço.</p>
<p>O general-de-exército lhe enviou, ainda, um ramo de rosas, do qual foi portador Abel Prieto, ministro da Cultura.</p>
<p>Na cerimônia de homenagem e reconhecimentos, na qual esteve presente uma representação da vanguarda intelectual de Matanzas, o Conselho de Estado da República de Cuba, em um ato de suprema justiça, outorgou à poetisa a Ordem Félix Varela de Primeiro Grau.</p>
<p>Durante a empolgante comemoração, a habitual tertúlia ‘Al Sur de mi garganta’, escutou-se mais de uma voz para enaltecer essa mulher que conseguiu seduzir várias gerações com sua poesia e sua própria existência.</p>
<p>No ato de homenagem também marcaram presença Teresa Rojas Monzón, primeira secretária do Partido, e Tania León Silveira, presidenta da Assembleia do Poder Popular (governo) na província.</p>
<p>Alentada pela ocasião e os reconhecimentos, Carilda disse que estava contente do ocorrido em seu aniversário e agradeceu a todos pelas manifestações de gratidão, embora afirmasse, com sua tradicional agudeza que ela não se sentia como uma mulher de 95 anos. «Não os tenho, portanto nós todos estamos enganados nisso», reafirmou sorridente.</p>
<p>(Carta do presidente cubano Raúl Castro)</p>
<p>Havana, 6 de julho de 2017</p>
<p>«Ano 59º da Revolução»</p>
<p>Estimada Carilda:</p>
<p>Sua valiosa obra poética e o compromisso que a senhora sempre manteve com a Pátria fizeram-na credora da admiração e do carinho de nosso povo todo.</p>
<p>Não poderia deixar de lhe reiterar, em uma data tão significativa como é seu 95º aniversário natalício, que o inesquecível ‘Canto a Fidel’ que a senhora escreveu há 60 anos, além de uma prova de coragem, também atesta sua provada lealdade à nossa Revolução e ao seu Líder Histórico.</p>
<p>Receba os meus parabéns e um forte abraço</p>
<p>Raúl Castro Ruz</p>
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		<title>Começa em Cuba nono Festival Internacional de Narração Oral</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Mar 2017 01:34:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Contadores de história de 12 países inaugurarão hoje em Cuba o nono Festival Internacional de Narração Oral, previsto para se desenvolver nesta capital até o próximo 26 de março. Segundo a presidenta do comité organizador do evento, Mayra Navarro, a delegação mais numerosa será a de México, com nove participantes, mas também estarão representados Argentina, Colômbia, Uruguai, Panamá, Peru, Espanha, Polónia, Chile, Kenya e Martinica.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4578" alt="festival-narracion" src="/files/2017/04/festival-narracion.jpg" width="300" height="199" />Contadores de história de 12 países inaugurarão hoje em Cuba o nono Festival Internacional de Narração Oral, previsto para se desenvolver nesta capital até o próximo 26 de março.</p>
<p>Segundo a presidenta do comité organizador do evento, Mayra Navarro, a delegação mais numerosa será a de México, com nove participantes, mas também estarão representados Argentina, Colômbia, Uruguai, Panamá, Peru, Espanha, Polónia, Chile, Kenya e Martinica.</p>
<p>Por Cuba assistirão mais de 70 narradores e as sedes principais anunciadas foram a sala Lecuona do Grande Teatro de Havana Alicia Alonso, o Bertolt Brecht, a Casa Gaia e o Teatro-Museu O Arca, mas igual ocupará outros espaços públicos desta capital a fim de difundir a arte da palavra viva.</p>
<p>A gala inaugural terá lugar no município de Regra, o espectáculo titula-se Contos de ultramar e começará no emboque de Luz, localizado na Baía de Havana.</p>
<p>Queremos que os contos floresçam e se expandam com a primavera, comentou Navarro em recente conferência de imprensa com o propósito de justificar a data eleita para realizar o evento, coincidente com o início do equinócio de primavera, no hemisfério setentrional do planeta.</p>
<p>Ademais, recordou que a cada 20 de março se celebra o Dia Mundial da Narração Oral, e em 21 o Dia Mundial da Poesia.</p>
<p>Navarro destacou que a arte de contar contos tem suas raízes nas origens mesmas da humanidade quando os homens se reuniam ao redor do fogo para contar seus sonhos, medos, esperanças e tratar de se explicar certos fenómenos da natureza ou outros.</p>
<p>Segundo a especialista, qualquer texto em relação com um público se mudar a partir do imaginário cultural da cada ouvinte e a relação de energia criada entre o narrador e o auditório.</p>
<p>A propósito da declaração da rumba cubana como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, por parte da Organização de Nações unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em 23 de março apresentar-se-á o espectáculo Da rumba te conto.</p>
<p>Num dia depois, os relatores porão participar no Concurso Contar a vida, sobre episódios pessoais, e um júri internacional outorgará um prêmio e tantas menções como estime.</p>
<p>O artista colombiano Jota Villaza receberá aqui uma homenagem pelas suas mais de 30 anos de carreira e o Prêmio Juglar Honorífico, junto à antropóloga coterránea Luz Marina Arcila, diretora da corporação cultural Vivapalabra, com sede na cidade de Medellín.</p>
<p>A presidenta do comité organizador Festival Internacional de Narração Oral sublinhou a importância da comunicação oral nestes tempos tão mediados pela tecnologia.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Fim, tão só do primeiro capítulo</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2017 22:58:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O capítulo havanês da 26ª Feira Internacional do Livro, chegou ao seu fim e o ato de encerramento teve lugar, em 19 de fevereiro, na sala Nicolás Guillén, da fortaleza de San Carlos de La Cabaña. Quando chegou a última de suas jornadas, mais de 1.100 ações literárias – entre elas o lançamento de uns 900 livros, 28 painéis e 106 espaços de leitura de poesia – tinham sido algumas de suas mais atraentes propostas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4539" alt="FERIA 2017" src="/files/2017/02/FERIA-20171.jpg" width="300" height="198" />O capítulo havanês da 26ª Feira Internacional do Livro, chegou ao seu fim e o ato de encerramento teve lugar, em 19 de fevereiro, na sala Nicolás Guillén, da fortaleza de San Carlos de La Cabaña. Quando chegou a última de suas jornadas, mais de 1.100 ações literárias – entre elas o lançamento de uns 900 livros, 28 painéis e 106 espaços de leitura de poesia – tinham sido algumas de suas mais atraentes propostas.</p>
<p>Na presença de Abel Prieto, ministro da Cultura, Juan Rodríguez Cabrera, presidente do Instituto Cubano do Livro; e Anna Lise Domanski, segunda secretária da embaixada do Canadá, entre outros diretivos, o ato foi oportuno para reafirmar acertos que teve a presente edição – como a venda de 301.500 exemplares, 111.540 mais que na mesma etapa no evento anterior; e a assistência de 415.599 visitantes, superior em 25 mil ao ano passado, entre outros aspectos – sem que isso signifique que se tenha conseguido uma satisfação plena das aspirações e necessidades do público leitor e da família que vem a cada espaço da feira.</p>
<p>Em suas palavras, Rodríguez Cabrera destacou a participação na presente edição da Feria de 536 representantes de 46 países, com 232 expositores, 173 escritores, 48 editores, oito artistas e 75 funcionários; e expressou que o Canadá como País convidado de Honra nos tem deleitado com sua cultura.</p>
<p>Em um à parte reafirmou que as homenagens tanto ao comandante-em-chefe Fidel Castro, fundador, criador e inspirador da Feira do Livro, como ao doutor Armando Hart, consagrado às causas mais nobres do ser humano, constituem merecidos tributos que já se tornaram patentes com o encerramento desta etapa cuja continuidade entra em andamento nos próximos dois meses para concluir em 16 de abril, em Santiago de Cuba.</p>
<p>A oportunidade foi propícia para a entrega dos Prêmios aos melhores estandes da Feria. Na categoria de estande não modular obtiveram prêmios a Organização Nacional de Cartórios Coletivos e um prêmio especial ao Projeto cultural Nossa História e Fidel; enquanto na categoria de estande modular foi premiado o correspondente a Ediciones Unión.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>A Feira não se esgota</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2017 01:10:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Encontro de editores e tradutores literários, que começará hoje às dez horas da manhã, com o painel ‘Qué se traduce y para quién’, continua lotando a sala Nicolás Guillén, de La Cabaña, onde serão entregues os prêmios Puerta de papel, ao meio-dia, um prêmio encaminhado a reconhecer os livros integrais dentro do Sistema de edições territoriais.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4535" alt="????????????????????????????????????????????????????????????????" src="/files/2017/02/feria-liobro.jpg" width="300" height="170" />O Encontro de editores e tradutores literários, que começará hoje às dez horas da manhã, com o painel ‘Qué se traduce y para quién’, continua lotando a sala Nicolás Guillén, de La Cabaña, onde serão entregues os prêmios Puerta de papel, ao meio-dia, um prêmio encaminhado a reconhecer os livros integrais dentro do Sistema de edições territoriais. Nessa própria sala, às 14h00, serão lançados dois títulos ‘Frei Betto: una biografía’, de Américo e Evanize Sydow, com prólogo de Fidel Castro, (editora José Martí); e ‘Paraíso perdido. Nos bastidores do socialismo’, de Frei Betto, (Novo Milênio). Ainda, de Frei Betto, às 12h30, na sala Dora Alonso, (pavilhão K-14) será lançado ‘Uala, o amor’, com a participação do escritor Enrique Pérez Díaz.</p>
<p>A sala Guillén também será palco das respectivas entregas dos prêmios Guillén e Alejo Carpentier, da editora Letras Cubanas, às 16 horas.</p>
<p>Para hoje tem se previsto uma homenagem pelo 85º aniversário desse grande poeta que é Roberto Fernández Retamar, na Casa das Américas, sede alterna da Feira. Para isso será lançado ‘Buena suerte viviendo. Mensajes a un poeta’ (editora Matanzas), apresentado por Laidi Fernández de Juan, compiladora do texto.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Ao calor da literatura</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2017 00:39:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na fortaleza San Carlos de La Cabaña e nas sedes alternas do Vedado capitalino, leitores e visitantes têm não somente a possibilidade de adquirir os livros da sua preferência, mas também participar de lançamentos, colóquios e encontros com seus escritores favoritos. A partir das dez horas da manhã e até as 16 horas, as salas de lançamento de livros de La Cabaña mantêm as portas abertas ao conhecimento e à troca com expositores e autores de 46 países.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4519" alt="FERIA 2017" src="/files/2017/02/FERIA-2017.jpg" width="300" height="198" />A 26ª Feira Internacional do Livro vive hoje seu sétimo dia e continua convidando a conhecer o mundo editorial nacional e estrangeiro que cada ano marca presença no mais importante evento literário de Cuba.</p>
<p>Na fortaleza San Carlos de La Cabaña e nas sedes alternas do Vedado capitalino, leitores e visitantes têm não somente a possibilidade de adquirir os livros da sua preferência, mas também participar de lançamentos, colóquios e encontros com seus escritores favoritos. A partir das dez horas da manhã e até as 16 horas, as salas de lançamento de livros de La Cabaña mantêm as portas abertas ao conhecimento e à troca com expositores e autores de 46 países.</p>
<p>Para hoje, o público poderá assistir ao lançamento de volumes de Ediciones Matanzas, Capiro, Nuevo Milenio, Gente Nueva, José Martí e Abril. Igualmente, previu-se a introdução aos leitores do texto La palabra empeñada, de Heberto Norman Acosta, do Gabinete dos Assuntos Históricos do Conselho de Estado, que terá lugar no pavilhão K-5.</p>
<p>Precisamente, neste pavilhão onde está a sede do projeto cultural Nossa História e Fidel, da casa editora Verde Olivo, em parceria com o Instituto de História e o Gabinete dos Assuntos Históricos do Conselho de Estado, terá lugar, às 14 horas, a palestra ’Fidel y el papel de la historia en la Revolución’. O líder da Revolução também será honrado no painel ‘Martí en Fidel’, que terá lugar em meio do Colóquio Quarenta Aniversário do Centro de Estudos Martianos.</p>
<p>Entretanto, no Memorial José Martí, às 11 horas da manhã será lançado o livro de Verde Olivo ‘Cuando me hice fidelista’, de Armando Hart, intelectual ao qual é dedicada a Feira, juntamente com o Canadá como país convidado de honra.</p>
<p>Até 19 de fevereiro próximo, a 26ª Feira Internacional do Livro se celebrará em Havana, para depois começar sua digressão pelas províncias do país até culminar em 16 de abril, em Santiago de Cuba.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Editoras cubanas propõem gêneros e temas variados</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2017 00:30:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[AS feiras do livro que proliferam no mundo são não só incentivo para os escritores, mas também para o público. Se cotidianamente as livrarias são lugares de visitas esporádicas, à exceção dos leitores inveterados, as já referidas feiras convocam mi-lhares de pessoas e a de Havana é uma delas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4515" alt="libro fidel feria" src="/files/2017/02/libro-fidel-feria1.jpg" width="300" height="208" />AS feiras do livro que proliferam no mundo são não só incentivo para os escritores, mas também para o público. Se cotidianamente as livrarias são lugares de visitas esporádicas, à exceção dos leitores inveterados, as já referidas feiras convocam mi-lhares de pessoas e a de Havana é uma delas.</p>
<p>A fortaleza colonial de San Carlos de la Cabaña, local esplêndido construído no século 18, é sede da 26ª Feira Internacional do Livro de Havana (de 9 a 19 de fevereiro), mas há outras onze sedes alternas em El Vedado havanês, entre elas o Pavi-lhão Cuba, a União de Escritores, a Casa das Américas e o Centro Dulce María Loynaz.</p>
<p>Para esta verdadeira festa do livro e a literatura as editoras cubanas prepararam um amplo leque de títulos de diferentes gêneros e também vários colóquios e foros, especialmente um deles: aquele que presta homenagem ao recém falecido líder histórico da Revolução, Fidel Castro, de quem também serão lançados 26 livros da coleção 90ª Aniversário.</p>
<p>Nestas primeiras jornadas da Feira, na Sala Guil-lén, a principal em La Cabaña, terão lugar os colóquios Fidel, política e cultura sobre Pensamento Político e Cultura e humanismo em Fidel, e duas palestras atraem a atenção: Concepção de Fidel sobre o papel da cultura na Revolução Cubana, ministrada pelo titular da Cultura, Abel Prieto; e Humanismo em Fidel e seu legado, pelo Historiador da Cidade, Eusebio Leal.</p>
<p>Na primeira segunda-feira serão lançados dois livros importantes, por parte da editora Capitán San Luis: Fidel Castro y los Estados Unidos. 90 discursos, intervenciones y reflexiones, do autor Abel Enrique González Santamaría e Fidel Castro: ¿Qué se encontró al triunfo de la Revolución?, do autor Juan Carlos Rodríguez Cruz.</p>
<p>A EDITORA UNIÓN</p>
<p>Publicados em Nova York, em 1891, Martí dedicou os Versos Libres e Versos Sencillos a Manuel Mercado, de México e Enrique Estrázulas, do Uruguai e o Prólogo começa assim: Meus amigos sabem como saíram estes versos do meu coração…<br />
Da casa editora da União dos Escritores e Artistas de Cuba (Uneac) se poderão obter, em sua sede do Vedado, 17 títulos de autores nacionais e estrangeiros, entre eles uma nova reedição da antologia Desde el invierno, 23 contos canadenses (entre eles do Prêmio Nobel Alice Munro), editada, em 1997, pelos escritores Margaret Atwood e Graeme Gibson, os quais estarão presentes novamente em Havana.</p>
<p>Atwood, sem dúvida a mais proeminente escritora canadense da atualidade, assiste à La Cabaña, no Pavilhão do Canadá, país convidado de Honra, com Antología poética, uma das arestas de sua maravilhosa obra literária — livros de poemas como Expeditions (1965); The Journals of Susanna Moodie (1970); Selected Poems (1976); Morning in the Burned House (1996) e The Door (2007) — que inclui também romances, contos e crítica.</p>
<p>Os leitores podem acessar, também, graças à editora Unión, ao quarto romance de Eliseo Altunaga, Lágrimas negras onde, segundo a opinião da editora, ele faz um reconto dos primeiros anos da República, e acrescenta uma linguagem poética nas ilustrações que acompanham os capítulos.</p>
<p>Um livro que será muito procurado é Sombras nada más, compilação de Laidi Fernández, de textos de 36 autoras cubanas que tratam da violência contra a mulher, uma temática pertinente, recorrente nas sociedades atuais.</p>
<p>A editora Unión soma-se ao cuidado que se tem com a literatura infantil, que neste ano, recupera seu pavilhão Tesoro de Papel, em La Cabaña e pública quatro livros para crianças e jovens: El amor es una lucecita maravillosa, da autora Marcia Jiménez; Un circo en el dibujo, do autor Nestor Fernández; La família Bóleke, do autor Luis Alberto Vaillant, e Jugar con las estrellas, uma antologia com relatos de seis escritores dominicanos, porto-riquenhos e cubanos.</p>
<p>Outro gênero que pode chegar às mãos do leitor interessado é o ensaio, nada mais nada menos que com um livro do escritor Italiano Italo Calvino, Seis propuestas para el nuevo milenio, de uma atualidade extraordinária, uma co-edição entre Unión e a ARCI da Itália, sem objetivos lucrativos, que será doado às bibliotecas cubanas.</p>
<p>O estande J-9 em La Cabaña pertence à coleção SurEditores e ali se encontram títulos como Presencia negra en la cultura cubana, de Ediciones Sensemayá, da Fundação Nicolás Guillén; os Versos Sencillos e Versos Libres de José Martí e El cementerio marino, do autor francês Paul Valey. Para comemorar o centenário desta obra será realizado um foro convocado pela Associação dos Escritores.</p>
<p>A SurEditores junta-se às homenagens editoriais a Fidel, com livros como Cantar de Alejandro, seleção de textos de autores ibero-americanos; Fidel señala el camino, compilação do autor Hildebrando Pérez e Buenos días Fidel, do autor Nicolás Guillén (Editora Sensemayá).</p>
<p>O CENTRO PABLO NA FEIRA</p>
<p>A apresentação da Antologia poética de Margaret Atwood, grande dama das letras canadenses, será realizada pela poetisa cubana Nancy Morejón, Prêmio Nacional de Literatura. Photo: Granma<br />
O pavilhão C 5B é o ponto de convergência entre o Centro Pablo e os leitores, onde se oferecerão ao público mais de vinte da suas publicações, entre elas cinco novos títulos e mais três de recente lançamento, em 2016, todos sob o selo da Ediciones La Memória.</p>
<p>Entre esses títulos destaque para um deles, dedicado à obra jornalística de Pablo de la Torriente Brau, em toda sua riqueza e amenidade, Pablo en Ahora, uma seleção dos seus textos publicados no jornal Ahora, entre outubro de 1933 e março de 1935, entre eles as séries mais brilhantes, e hoje antológicas, La isla de los 500 asesinatos e Realengo 18.</p>
<p>A Música e o cinema têm espaço na editora La Memória, com a obra Sara González, seleção de entrevistas, testemunhas e companheiros de turnês e concertos, onde, mais do que examinar a car-reira de uma artista, dão testemunhas de um ser humano que encontrou no canto a maneira de existir, de ser e perdurar; e o segundo, Los días de Manuel Octavio Gómez, onde Jorge Calderón mostra não só a trajetória profissional deste cineasta, mas também o homem atrás da câmera: suas origens, procedência social, inquietações, estudos, interesses, formação o como e por quê chegou a tornar-se homem do cinema.</p>
<p>Ao livro do cineasta Manuel Octavio Gómez se acrescentam os que Ediciones Icaic lançará no Centro Dulce María Loynaz: El espejo roto. Morfologías del cuerpo gay-lesbiano/querer en el cine, do autor Alberto Garrandés; La edad de la ilusiones. El cine de Fernando Pérez, do autor Joel del Río; Vivir bajo la lluvia. Julio García Espinosa, da autora Dolores Calvino; Cronología del cine cubano IV, dos autores Arturo Agramonte e Luciano Castillo; Alejo Carpentier: la facultad mayor de la cultura, do autor Luis Alvarez e Memorias de un director de arte, do autor Pedro García Espinosa.</p>
<p>Ediciones Boloña</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-4514" alt="libro fidel feria" src="/files/2017/02/libro-fidel-feria.jpg" width="300" height="208" />Ediciones Boloña, do Gabinete do Historiador de Havana programou vários lançamentos de alguns dos seus títulos que se podem obter na Feira no seu espaço tradicional, a rua de madeira da Praça de Armas no centro Histórico.</p>
<p>Do historiador Eusebio Leal participam quatro obras Hijo de mi tiempo, reflexões acerca de uma série de discursos e palestras sobre o cubano e Aeterna sapientia, aos quais se somam as obras Fundada Esperanza e La luz sobre el espejo, reeditados pelas editoras José Martí e Nuevo Milenio, respectivamente.</p>
<p>Um volume singular é Devocionario nuevo y completísimo en prosa y verso, da escritora da província de Camaguey, Gertrudis Gómez de Avellaneda, publicado para homenagear essa intelectual cubana, no 144º aniversário de sua morte.</p>
<p>Outras das atrações da Ediciones Boloña são Sitio, da poetisa Fina García Marruz, antologia poética realizada pela própria autora; e Centenario de Miramar. Reparto habanero, de vários autores e que apropriadamente será lançado na Casa das Telhas Verdes, na rua 2 entre 3ª e a Quinta avenida, Miramar, Playa.</p>
<p>A 26ª Feira Internacional do Livro 2017, ainda tem muito caminho por percorrer em Havana, com lançamentos, foros, colóquios, diálogos com alguns dos 162 autores convidados de 36 países, entre eles da Irlanda, Brasil, Austrália, Argentina, México, Venezuela, Equador, Espanha, França e, naturalmente, o Canadá, país convidado de Honra. Iremos no seu encalço.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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