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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Jornalismo</title>
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		<title>Pátria, por Cuba livre</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 17:50:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando veio à luz o primeiro número do jornal Patria, em 14 de março de 1892, a futura revolução de 24 de fevereiro de 1895 encontrou seu porta-voz definitivo e o meio efetivo para o Partido Revolucionário Cubano divulgar suas bases e estatutos, assim como seus membros , informações sobre os clubes, atividades patrióticas e recreativas... ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6394" alt="patria pagina" src="/files/2021/03/patria-pagina.jpg" width="300" height="250" />«Não há obra completa sem cronista que certifique seu significado. Vocês são Cuba viva», Díaz-Canel parabenizou os trabalhadores da imprensa</p>
<p>Quando veio à luz o primeiro número do jornal Patria, em 14 de março de 1892, a futura revolução de 24 de fevereiro de 1895 encontrou seu porta-voz definitivo e o meio efetivo para o Partido Revolucionário Cubano divulgar suas bases e estatutos, assim como seus membros , informações sobre os clubes, atividades patrióticas e recreativas&#8230; O leitor encontraria em suas páginas A Situação Política, Heróis, Guerra, Cartilha Revolucionária, Notícias, Fogo Nutrido, Espetos e Anotações da Colônia. Desde o seu número inicial, José Martí avisou: «Mas a imprensa é diferente quando se enfrenta o inimigo. Então, em voz baixa, o sinal é transmitido. O que o inimigo tem que ouvir nada mais é do que a voz de ataque. Esse é Patria na imprensa. É um soldado».</p>
<p>Patria deu-nos um verdadeiro profissional da palavra que, como ele próprio disse, cura as feridas. E embora o jornalismo fosse para ele um meio de subsistência, o fazia com honestidade, ligado à causa considerada a mais justa de seu tempo pelas implicações que teve no sucesso de um grande projeto: a Guerra Necessária. O acadêmico Pedro Henríquez Ureña destacaria sobre o jornalismo de José Martí: «Seu trabalho é jornalismo, mas jornalismo elevado a um nível artístico como nunca se viu em espanhol, ou provavelmente em qualquer outra língua».</p>
<p>Na capa do primeiro número, o próprio realizador, mesmo quando seu nome não aparecia, proclamava: «Patria nasce para unir e amar, e para viver na paixão da verdade. Este jornal nasceu, na hora do perigo, para garantir a liberdade, para contribuir para tornar suas forças invencíveis pela unidade e para evitar que o inimigo nos derrote novamente devido a nossa desordem». De acordo com seu desejo, Patria publicou a seção De Cuba Libre!, que incluía todo o material enviado pelo Mestre da floresta, todas as disposições oficiais e circulares assinadas por José Martí e Máximo Gómez, e as cartas informativas de Martí a Gonzalo de Quesada e a Benjamín J. Guerra.</p>
<p>No número de 17 de junho de 1895 (nº 166) aparecia uma nota de última hora: «No momento em que este número vai para a imprensa, recebemos a cruel certeza de que já não existe o Apóstolo exemplar, o amado mestre, o abnegado José Martí. Patria, reverente e preocupado, dedicará toda sua próxima edição para glorificar o patriota, para exaltar o imortal. Seu último número foi o 522, e foi publicado em 31 de dezembro de 1898, quando assumiu a direção do jornal Tomás Estrada Palma. Patria despediu-se dos seus leitores com a seguinte nota: «Obra concluída». Que pena publicar essa nota quando a obra do Apóstolo estava apenas começando.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Se você nos ler, espalhe a voz! #CubaEnGranma</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Oct 2020 17:00:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Granma, offizielles Organ der Kommunistischen Partei von #Kuba, geboren in der Hitze der jungen Revolution am 3. Oktober 1965, lädt Sie ein, ihren 55. Jahrestag der Gründung in den sozialen Netzwerken unter dem Hashtag #CubaEnGranma zu feiern. Wenn Sie dies lesen, verbreiten Sie die Nachricht! Teilen Sie ab diesem Samstag Texte und Fotos, die auf den Seiten dieser Zeitung Geschichte geschrieben haben, Titelseiten, die #Cuba und die Welt erschütterten, und sprechen Sie mit unserem Team in den sozialen Netzwerken. Sie finden uns unter #CubaEnGranma auf #Twitter, #Facebook und #Instagram.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6068" alt="granma an iversario" src="/files/2020/10/granma-an-iversario.jpg" width="300" height="248" />Granma, offizielles Organ der Kommunistischen Partei von #Kuba, geboren in der Hitze der jungen Revolution am 3. Oktober 1965, lädt Sie ein, ihren 55. Jahrestag der Gründung in den sozialen Netzwerken unter dem Hashtag #CubaEnGranma zu feiern. Wenn Sie dies lesen, verbreiten Sie die Nachricht! Teilen Sie ab diesem Samstag Texte und Fotos, die auf den Seiten dieser Zeitung Geschichte geschrieben haben, Titelseiten, die #Cuba und die Welt erschütterten, und sprechen Sie mit unserem Team in den sozialen Netzwerken. Sie finden uns unter #CubaEnGranma auf #Twitter, #Facebook und #Instagram.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Discurso de Miguel Díaz-Canel no encerramento do 10º Congresso da UPEC</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jul 2018 21:56:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Discurso proferido pelo presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, no encerramento do 10º Congresso da União dos Jornalistas de Cuba, no Palácio das Convenções, em 14 de julho de 2018, "Ano 60º da Revolução".]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5112" alt="Canel Congreso UPEC" src="/files/2018/07/Canel-Congreso-UPEC.jpg" width="300" height="243" />Discurso proferido pelo presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, no encerramento do 10º Congresso da União dos Jornalistas de Cuba, no Palácio das Convenções, em 14 de julho de 2018, &#8220;Ano 60º da Revolução&#8221;.</p>
<p>Bem, para começar a cumprir os mandatos do Congresso e apoiar Ronquillo e a nova diretoria, antes de dezembro eu vou estar no Twitter (Aplausos e exclamações)</p>
<p>Companheiros da liderança do Partido, do Estado e o Governo presentes aqui;</p>
<p>Prezados Prêmios Nacionais de Jornalismo;</p>
<p>Caros jornalistas:</p>
<p>Depois de nossas mais recentes turnês por várias províncias e nos dias deste congresso, dois âmbitos que nos permitem compartilhar experiências e meditações com a imprensa nacional, de uma maneira mais próxima, eu entendi melhor por que Fidel pediu em certa ocasião, que o considerassem como mais um de vocês.</p>
<p>Os jornalistas cubanos têm o mérito inegável de ter sustentado a voz da nação nas circunstâncias e nos tempos mais adversos, com admirável lealdade, alto senso de responsabilidade, talento, inteligência e entusiasmo contagiante, que sempre gera propostas interessantes.</p>
<p>Não se pode esperar menos daqueles que se orgulham de pertencer a uma agremiação enobrecida desde suas origens por intelectuais como José Martí, Fidel Castro e os líderes mais brilhantes da Revolução, desde 1868 até os dias de hoje.</p>
<p>Hoje, após longos e cansativos anos sob o cerco simultâneo das mais severas deficiências materiais e as inaceitáveis ​​incompreensões de algumas das nossas próprias fontes, é legítimo reconhecer que a maioria de vocês teve que lutar muito para exercer com dignidade uma profissão que exige não só talento e esforço, mas também ideais muito elevados para rejeitar, em meio a grandes sacrifícios econômicos, as ofertas de pagamentos relativamente «generosos» que a lucrativa indústria das campanhas contra Cuba, de maneira oportunista e cínica, põe à disposição daqueles que têm preço ou acreditam ingenuamente no falso discurso libertário dos apologistas do mercado.</p>
<p>Poderíamos dizer que nunca foi tão desafiador o panorama da mídia nunca, mas seríamos injustos com a história de uma Revolução que não conheceu uma trégua em seu árduo esforço para conquistar toda a justiça e que, desde o primeiro dia, como faz lembrar a frase de Fidel que presidiu o Congresso, entendeu o papel central do jornalismo na defesa da fortaleza sitiada.</p>
<p>Como imaginar sem a inúmera imprensa clandestina e guerrilheira ou sem a Radio Rebelde o rápido avanço do Exército Rebelde? O que teria acontecido com a recém-nascida Revolução sem a brilhante «Operação Verdade»? Acaso não foi vencida a guerra da mídia que roubou o nome do Apóstolo, transmitindo a partir de um avião, com tecnologias e novos projetos jornalísticos que revolucionaram o rádio e a televisão na época e ainda hoje?</p>
<p>Graças ao entendimento de que sua verdade precisa do jornalismo, Cuba foi capaz de construir um sistema de mídia pública cuja principal força são vocês, os jornalistas, mais eficazes e mais autênticos, originais e criativos ao dizer à nação e ao mundo a verdade que «está precisando de vocês».</p>
<p>O que podemos dizer agora é que, embora a revolução das TICs, a era da Internet e a tirania das empresas envolvidas no negócio de comunicações nos apresentem desafios cada vez mais fortes em nossa condição de economia subdesenvolvida, o país não se submeteu às regras de seu adversário nem abriu mão da soberania em nome da rápida modernidade.</p>
<p>E que, ainda que uma chuva de tentativas queira devolver-nos ao passado de sensacionalismo e imprensa privada, sob novas máscaras, nem a mídia pública cubana nem seus jornalistas estão à venda.</p>
<p>Eu não acuso injustamente. Eu aponto para a guerra aberta que está sendo travada contra nós e que, sob o guarda-chuva de tempos melhores nas relações sempre frágeis com o vizinho poderoso que nos despreza, tem aumentado no ataque contra aquilo que nos une — o Partido — e aquilo nos defende — nossa imprensa — desqualificando ambos continuamente e tentando fraturar e separar o que vem de uma mesma raiz e cresce no mesmo tronco.</p>
<p>Díaz-Canel cumprimenta Ricardo Ronquillo Bello, recém-eleito presidente da União dos Jornalistas de Cuba. Photo: Endrys Correa Vaillant<br />
Aludindo ao tipo de missão que estes órgãos da mídia tentam cumprir, com uma surpreendente articulação que desmente sua suposta liberdade, MH Lagarde, desenhou com ironia mas sem eufemismos, a nova classe de líderes que nos é vendida, a partir desses espaços. Eu recomendo a leitura completa de «Os novos revolucionários», acerca dos quais Lagarde afirma:</p>
<p>«&#8230;Os novos revolucionários juram e perjuram que não são assalariados do pensamento oficial, mas aceitam bolsas de estudos em universidades dos Estados Unidos ou recebem cursos de jornalismo na Holanda, onde certamente os ensinam a defender o socialismo em Cuba». Devemos supor que tais cursos e bolsas de estudo são gratuitos.</p>
<p>«Os novos revolucionários pedem desobediência quando a união é mais necessária. Para eles, especialistas também em política, nada tem a ver com Cuba a perseguição «judiciária» dos líderes esquerdistas na América Latina, as tentativas de golpes suaves e invasões na Venezuela e na Nicarágua.</p>
<p>«Os novos revolucionários são democráticos e respeitosos das opiniões contrárias, de modo que aqueles que não compartilham suas posições são: submissos, cordeiros, obedientes, medíocres, talibãs, khmer vermelhos, stalinistas, pró-governo e repressores».</p>
<p>«A principal missão, portanto, dos novos revolucionários é a de dividir algo que, sem dúvida, às vezes eles conseguem».</p>
<p>O texto de Lagarde é um pouco mais extenso, mas estas ideias são suficientes, porque definem o desafio mais urgente desta época, nesta parte do mundo.</p>
<p>Sei que os documentos teóricos e os debates do Congresso, sem ignorar, esquecer ou rejeitar as urgências internas, que no final também são estratégicas, apontaram para a centralidade daquela batalha que nunca cessará, entre a lógica do capital, egoísta e excludente e nossa lógica socialista e martiana, fidelista, solidária e generosa.</p>
<p>Porque, embora nos queiram vender outra versão dos fatos, a realidade teimosa está muito à vista, descarregando suas consequências naqueles que acreditavam que o lobo era uma ovelha.</p>
<p>É ou não é, desde os idos de Shakespeare.</p>
<p>É claro que o Congresso tem sido muito mais do que esse debate central e estamos felizes. Em primeiro lugar, vale a pena celebrar que chegamos a esta décima edição com a Política de Comunicação Social, documento que define, finalmente, como um direito do cidadão e como bem público, o acesso à informação, comunicação e conhecimento; que dá a mais alta autoridade aos executivos da imprensa; que corta a sociedade e estabelece obrigações neste sentido para as instituições, organismos, autoridades; que defende os valores e símbolos da nação e ordena o respeito pela diversidade que somos. Que declara a comunicação como um recurso estratégico da administração estatal e governamental e define a natureza pública dos serviços de radiodifusão e comunicação e reconhece apenas dois tipos de propriedade para os meios de comunicação de massa: o estado e as mídias sociais.</p>
<p>A União dos Jornalistas (UPEC) e a Faculdade de Comunicação da Universidade de Havana têm sido parte ativa da elaboração da política e do seu ajuste e adaptação aos tempos atuais. Praticamente toda a agremiação participou de discussões fundamentais para sua posterior aplicação. Há um entusiasmo no Congresso pelas portas que se abrem para as preocupações históricas e recentes do setor, como os sistemas de gestão que conferem maior autonomia à mídia e seu fortalecimento, ordenamento, renovação tecnológica. Entendo que estejam raivosos aqueles que não foram convidados para a análise, porque não fazem parte da UPEC, nem da sociedade cubana que ganhou com sacrifício e esforço o direito exclusivo de discutir como projetar o futuro.</p>
<p>E, claro, não estamos surpresos que eles tenham começado a lançar rios de intrigas contra o Partido e o sistema da mídia do país, os assalariados do pensamento único mundial, em sua versão crioula ou estrangeira. O que eles esperavam? O que sugerem? Darmos, por exemplo, nossas agências de notícias às armas do mercado e jogar seus jornalistas para as ruas? Pois não. Nossa Telam não será sangrada. O Fundo Monetário Internacional (FMI) não manda em Cuba.</p>
<p>Pelas notícias que recebi desde os primeiros dias do Congresso, este foi um evento de sucesso, com economia de relatórios e abordagens sólidas e contributivas, a partir da experiência nas bases da organização nos órgãos da mídia e na academia. Acho que isso é porque a UPEC não parou de trabalhar nesses anos, nem mesmo nos mais desconcertantes e duros, quando perderam seu líder natural e formal, o irmão Moltó, como eu sei que eles gostam de chamar, pelo espírito de camaradagem que ele deixou como um estilo de trabalho e sua relação especial com as bases, em qualquer nível.</p>
<p>Sua brilhante definição do que é a UPEC, sua batalha para atrair jovens a qualquer que seja a luta de Cuba e sua capacidade de promover, inclusive o impulso para a informatização, o uso das redes sociais e o uso intenso das contribuições da Faculdade, deixa uma rota marcada pela qual hoje começará a andar uma comissão nacional renovada, sem quebrar a continuidade.</p>
<p>Os resumos das comissões serão uma ferramenta de trabalho útil para assumir os novos espaços da mídia, sem medos, criativamente à ofensiva, superando as vantagens tecnológicas das plataformas colonizadoras com o talento e criatividade que nossa natureza batalhadora nos deu e a herança cultural e política que Fidel nos deixou, que Raúl e seus companheiros da geração histórica continuam nos dando.</p>
<p>Não esqueço as exigências mais fortes que vocês nos fizeram: o salário, insuficiente e ancorado em velhas resoluções que devem ser descartadas; a precária situação material dos meios de comunicação e dos jornalistas, assunto no qual a luz já começa a aparecer no fim do túnel de nossa eterna escassez, pelo menos nas províncias, onde as necessidades dos jornalistas e de suas mídias foram levadas em conta no emprego de 1% da contribuição territorial (renda local).</p>
<p>Ninguém está melhor preparado do que vocês para entender que o que está pendente é muito mais do que a necessidade de uma agremiação. É a necessidade de um povo, nobre e trabalhador, cujas histórias humanas, heróicas e comoventes ainda não foram totalmente contadas. Como está por se parecer mais ao país que somos, o país que nossa mídia mostra. Podem faltar recursos materiais, mas não pode faltar o recurso moral e a ética revolucionária, essa com que vocês contribuem diariamente, aquela que Víctor Joaquín e Aroldo defendem.</p>
<p>Por termos defendido esses valores, somos Cuba!</p>
<p>Como pedi que me considerassem mais um de vocês, também sinto uma grande responsabilidade na grande tarefa que temos pela frente vocês e nós, o Partido, o Estado e o Governo, para resolver nossas numerosas dívidas com a história passada e recente, que é, ao mesmo tempo, com o futuro.</p>
<p>Sim, a verdade precisa de vocês. E a Revolução, tal como José Martí e Fidel nos ensinaram, é essa verdade maior que nós mesmos.</p>
<p>Estaremos nos vendo no caminho rumo àquele horizonte que nos devemos.</p>
<p>Muito obrigado (Ovação).</p>
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		<title>Reconhecimento ao trabalho de um amigo fiel</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jul 2017 23:11:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Arnold August]]></category>
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		<description><![CDATA[O jornalista e sociólogo canadense Arnold August foi condecorado em Havana com a Medalha da Amizade, galardão concedido pelo Conselho de Estado da República de Cuba, e o dedicou à memória do Comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4645" alt="August" src="/files/2017/07/August1.jpg" width="300" height="237" />O jornalista e sociólogo canadense Arnold August foi condecorado em Havana com a Medalha da Amizade, galardão concedido pelo Conselho de Estado da República de Cuba, e o dedicou à memória do Comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz.</p>
<p>O herói da República de Cuba, Gerardo Hernández, premiou com essa alta distinção o destacado intelectual, quem significou que Fidel é uma «fonte de inspiração para o mundo na luta pela justiça social, a soberania e a paz».</p>
<p>O jornalista canadense reafirmou a necessidade de destacar como os revolucionários cubanos lutam contra a agressão cultural patrocinada pelos países ocidentais, principalmente os Estados Unidos, segundo declarações ao semanário Granma Internacional, na sede do Instituto da Amizade com os Povos (ICAP), na capital cubana.</p>
<p>O eixo fundamental dentro dessa grande campanha da mídia contra Cuba é definido por Arnold August em meio do conceito de democracia, que tentam fundamentar os Estados Unidos como o grande paradigma em nível mundial. Não obstante, na Ilha caribenha esse conceito é definido como uma forma de governo participativo, na qual o povo tem direito.</p>
<p>«Dedico minha luta a contestar a propaganda contra Cuba, patrocinada pelos governos imperiais e a grande mídia capitalista», assinalou. A esse respeito sublinha a importância de partilhar com públicos de outros lugares do mundo as ações de resistência geradas pela Revolução Cubana.</p>
<p>Daí que se dedicou à pesquisa e já publicou mais de 70 artigos nas redes sociais. Também é autor de vários livros, entre os que figuram Democracia en Cuba 1997-98, Cuba y sus Vecinos: Democracia en Movimiento y Relación Cuba-Estados Unidos: Obama e Más Allá&#8230; que serão lançados na próxima Feira do Livro de Havana.</p>
<p>Arnold August é um fiel defensor da Ilha maior das Antilhas e de seu povo, fato que materializou em sua precoce afiliação à organização solidária Carrefour de l’Amitié, que posteriormente mudou para Rede de Solidariedade Quebec-Cuba, atual Mesa de Concertação de Solidariedade com Cuba.</p>
<p>Na atualidade é membro da Associação de Estudos Latino-americanos (LASA) e da Rede de Intelectuais, Artistas e Movimentos Sociais em Defesa da Humanidade, com sede em Caracas, Venezuela. Colabora, também, na televisora multinacional Telesur e com outros sites, como Cubadebate e Cubaperiodistas, bem como com a mídia no Equador, Espanha e Chile.</p>
<p>Fundou, ainda, o Comitê pela liberdade dos Cinco “Fabio Di Celmo”, em Quebec e presidiu a delegação dessa província canadense que assistiu ao Primeiro Encontro Cuba-Canadá e ao Segundo Encontro Internacional de Solidariedade com Cuba, ambos realizados em Havana. Devido a estes méritos, em 2013 recebeu a condecoração Félix Elmuza, máxima distinção que concede a União dos Jornalistas de Cuba (UPEC).</p>
<p>Relatou que em duas ocasiões conversou com o Comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz acerca de suas pesquisas e dessas trocas reuniu ideias para seus trabalhos.</p>
<p>Manifestou que demanda o fim do criminoso bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos contra Cuba e que continuará na defesa da cultura socialista cubana, em resposta às agressões culturais.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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