<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Cubadebate (Português) &#187; Jogos Pan-americanos</title>
	<atom:link href="http://pt.cubadebate.cu/tag/jogos-pan-americanos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://pt.cubadebate.cu</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 08 Sep 2023 15:09:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>es-ES</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.8.1</generator>
	<item>
		<title>Recordes mundiais nos Jogos Pan-americanos</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/08/01/recordes-mundiais-nos-jogos-pan-americanos/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/08/01/recordes-mundiais-nos-jogos-pan-americanos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2019 18:13:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Pan-americanos]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=5521</guid>
		<description><![CDATA[Nos Jogos Pan-americanos, competem duas disciplinas que concedem uma quantidade considerável de medalhas: atletismo e natação. No entanto, o número de recordes mundiais estabelecidos desde o início dos Jogos na Argentina-51 pode ser contado com os dedos. Vamos revê-los antes de inaugurar a décima oitava edição em Lima.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5535" alt="lima 2019 logo" src="/files/2019/08/lima-2019-logo.jpg" width="300" height="247" />SER o melhor do planeta constitui uma distinção e uma honra, alcançada na grande maioria dos casos com uma alta cota de sacrifício e dedicação.</p>
<p>Nos Jogos Pan-americanos, competem duas disciplinas que concedem uma quantidade considerável de medalhas: atletismo e natação. No entanto, o número de recordes mundiais estabelecidos desde o início dos Jogos na Argentina-51 pode ser contado com os dedos. Vamos revê-los antes de inaugurar a décima oitava edição em Lima.</p>
<p>O primeiro foi um brasileiro nascido no Rio de Janeiro, no seio de uma família pobre, que começou a praticar o salto triplo quando tinha apenas 20 anos, sob a direção do técnico alemão Dietrich Gerner. Adhemar Ferreira da Silva fez história no atletismo quando, em 16 de março de 1955, no México, saltou 16,56 metros, deixando para trás a marca do soviético Leonid Sherbakov por 33 centímetros.</p>
<p>Dois dias depois, no mesmo palco do estádio olímpico asteca, o norte-americano Louis Jones cruzou a linha de chegada e desmoronou na pista, depois de ultrapassar seu compatriota James Lea, com um recorde de 45,04 segundos, apagando dos livros o registro mantido pelo jamaicano George Rhoden.</p>
<p>5 DE AGOSTO DE 1971</p>
<p>Data gloriosa para o atletismo cubano em particular e para o esporte em geral. Na tarde de quinta-feira, 5 de agosto de 1971, no estádio Pascual Guerrero, na cidade de Cali, Colômbia, Pedro Pérez Dueñas, um menino de 19 anos, nascido em Pinar del Río, ganhou impulso, fez o pulo e finalmente se esticou até os 17 metros e 40 centímetros, novo recorde mundial de salto triplo, apagando por um centímetro o do soviético Victor Saneyev. Ele também derrotou o vice-campeão olímpico do México-68, o brasileiro Nelson Prudêncio.</p>
<p>Pérez Dueñas, morto em Havana no dia 18 de julho do ano passado, formou-se em Medicina do Esporte, tornando-se assim o primeiro recordista mundial em Cuba após o triunfo da Revolução.</p>
<p>O acaso quis que o quarto recorde do mundo imposto no atletismo pan-americano fosse da autoria de outro brasileiro e, também, na difícil modalidade do salto triplo. João Carlos de Oliveira conseguiu atingir 17,89 metros no estádio universitário da Cidade do México.</p>
<p>OUTRO CUBANO</p>
<p>Também prolífico nas marcas é o levantamento de pesos, que teve em Winnipeg-99 um cubano como protagonista principal. Santiago Idalberto Aranda, na época na nova divisão dos 77 quilos, impôs a marca do orbe no arremesso, ao puxar 205,5 kg.</p>
<p>Não poderia ser de outra forma. A natação é a disciplina que atinge o maior número de recordes mundiais nos últimos anos. Um único exemplo seria suficiente: nos quintos jogos, realizados na cidade canadense de Winnipeg, nada menos que 14 recordes mundiais foram implantados!, com destaque para o nadador norte-americano Mark Spitz e sua compatriota Claudia Kolb, o primeiro com dois e ela com três registros globais. Além disso, em Porto Rico-79, outra norte-americana, Cynthia Woodhead, marcou 1m58s43, nos 200 metros livres, outro tempo universal.</p>
<p>ALTO NÍVEL NOS JOGOS PAN-AMERICANOS</p>
<p>Mas não são apenas os recordes mundiais que são capazes de prestigiar e elevar o nível qualitativo de um evento, seja chamado olímpico ou pan-americano. Em Mar del Plata-95, Javier Sotomayor pulou 2,40 metros, apenas cinco abaixo do seu recorde alcançado em Salamanca, dois anos antes.</p>
<p>Sua compatriota Yipsi Moreno conseguiu um recorde impressionante nos Pan-americanos de Santo Domingo-2003, arremessando o martelo até 74,25 metros, um dos maiores feitos de todos os tempos.</p>
<p>O jamaicano Donald Quarrie, na final de 200 metros de Cali-71, marcou um tempo formidável de 19,83 segundos, apenas a três centésimas do recorde mundial de seu compatriota Tommie Smith, na Olimpíada do México-68.</p>
<p>Não há dúvida de que os Pan-americanos — timidamente iniciados na Argentina, há quase sete décadas — tornaram-se um evento internacional de grande relevância, animado por importantes personalidades do esporte mundial.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/08/01/recordes-mundiais-nos-jogos-pan-americanos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Novo grupo de atletas na Pátria</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2015/07/22/novo-grupo-de-atletas-na-patria/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2015/07/22/novo-grupo-de-atletas-na-patria/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2015 14:24:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Pan-americanos]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Toronto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=3860</guid>
		<description><![CDATA[O presidente do Comitê Olímpico Cubano, José Ramón Fernández, recebeu, na terça-feira, 21 de julho, ao pé da escada do avião, no aeroporto internacional José Martí, um novo grupo de esportistas que retornaram à Pátria, após concluírem suas competições nos Jogos Pan-americanos de Toronto. ste grupo que regressou de Toronto, também recebeu o Selo da Dignidade, o qual representa a fidelidade, o espírito de defesa da pátria, lealdade ao Partido, ao povo e à Revolução.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3861" alt="atletas Toronto" src="/files/2015/07/atletas-Toronto.jpg" width="300" height="225" />O presidente do Comitê Olímpico Cubano, José Ramón Fernández, recebeu, na terça-feira, 21 de julho, ao pé da escada do avião, no aeroporto internacional José Martí, um novo grupo de esportistas que retornaram à Pátria, após concluírem suas competições nos Jogos Pan-americanos de Toronto.</p>
<p>Os atiradores Eglys Cruz e Reynier Estopiñán, que ganharam medalhas de ouro, foram os primeiros a descerem do avião, levando a bandeira cubana, escoltados pelos restantes 123 integrantes da delegação, na qual chegaram, ademais, os integrantes do time de beisebol, e os de natação, atletismo, ginástica rítmica, luta livre, tiro com arco, pentatlo, vela, basquete e ciclismo, bem como treinadores, federativos e especialistas de medicina esportiva.</p>
<p>No ato de boas-vindas, no aeroporto, representando os atletas, Eglys Cruz expressou: “Hoje retornamos à Pátria com as medalhas de ouro, prata e bronze em nossos peitos e mais para dentro trazemos a honra, a dignidade e o orgulho de sermos cubanos”.</p>
<p>Este grupo que regressou de Toronto, também recebeu o Selo da Dignidade, o qual representa a fidelidade, o espírito de defesa da pátria, lealdade ao Partido, ao povo e à Revolução.</p>
<p>No ato de boas-vindas também marcaram presença os vice-presidentes do Instituto Nacional de Esportes, Educação Física e Recreação, Osvaldo Vento e Gladys Bécquer, e outros diretivos do organismo esportivo.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2015/07/22/novo-grupo-de-atletas-na-patria/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A FAÇANHA DE GUADALAJARA</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/reflexoes-fidel/2011/11/02/facanha-de-guadalajara/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/reflexoes-fidel/2011/11/02/facanha-de-guadalajara/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 16:09:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fidel Castro Ruz]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões de Fidel]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Guadalajara]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Olímpicos]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Pan-americanos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=2348</guid>
		<description><![CDATA[Faço um breve intervalo em minhas análises políticas para dedicar este espaço à façanha dos atletas cubanos nos Décimo-sextos Jogos Esportivos Pan-americanos. Os Jogos Olímpicos e as competições esportivas internacionais que giram em torno a eles, e despertam tanto interesse em milhares de milhões de pessoas, têm uma bela história que não por ultrajada deveria deixar de ser recordada.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Faço um breve intervalo em minhas análises políticas para dedicar este espaço à façanha dos atletas cubanos nos Décimo-sextos Jogos Esportivos Pan-americanos.</p>
<p>Os Jogos Olímpicos e as competições esportivas internacionais que giram em torno a eles, e despertam tanto interesse em milhares de milhões de pessoas, têm uma bela história que não por ultrajada deveria deixar de ser recordada.</p>
<p>A contribuição do criador dos Jogos Olímpicos foi especialmente nítida, ainda mais que a de Nobel, quem numa etapa de sua vida, procurando criar um meio mais eficaz de produção, produziu o explosivo com cujos frutos econômicos os designados para cumprirem sua vontade em prol da paz o mesmo premiam um cientista ou escritor brilhante, do que o chefe dum império que ordena o assassinato de um adversário na presença de sua família, o bombardeamento duma tribo no centro da Ásia ou de um pequeno país independente do norte da África, e o extermínio de seus órgãos de comando.</p>
<p>O Barão Pierre de Coubertin foi o criador dos Jogos Olímpicos modernos; de origem aristocrática, nascido na França, país capitalista onde um camponês, um operário, ou um artesão, não tinham naquela sociedade possibilidade alguma de empreender essa tarefa.</p>
<p>Desatendendo a vontade de sua família, que desejava fazer dele um oficial do exército, rompeu com a Academia Militar e se consagrou à pedagogia. De certa forma sua vida lembra a de Darwin, descobridor das leis da Evolução Natural. Coubertin se converte em discípulo de um pastor anglicano, funda a primeira revista dedicada ao esporte e consegue que o governo francês a inclua na Exposição Universal de 1889.</p>
<p>Começa a sonhar com reunir em uma competição esportistas de todos os países sob o princípio da união e da irmandade, sem fins lucrativos e só impulsionados pela vontade de atingir a glória.</p>
<p>Suas idéias inicialmente não foram bem compreendidas mas persistiu, viajou pelo mundo falando de paz e de união entre os povos e os seres humanos.</p>
<p>Finalmente, o Congresso Internacional de Educação Física, celebrado em Paris em junho de 1894, criou os Jogos Olímpicos.</p>
<p>A idéia encontrou resistência e incompreensão na Inglaterra, a principal potência colonial; o boicote da Alemanha, poderoso império rival; e inclusive a oposição de Atenas, cidade escolhida para a primeira Olimpíada.</p>
<p>Pierre de Coubertin conseguiu comprometer imperadores, reis e governos da Europa com seus esforços incansáveis e seu talento diplomático.</p>
<p>O principal foi, a meu ver, a profundeza e a nobreza de suas idéias que ganharam o apoio dos povos do mundo.</p>
<p>Em 24 de março de 1896, o Rei da Grécia, por primeira vez, declarou abertos os Primeiros Jogos Olímpicos Internacionais de Atenas, há 115 anos.</p>
<p>Duas destruidoras e demolidoras guerras têm transcorrido desde então, originadas ambas na Europa, as que custaram ao mundo dezenas de milhões de pessoas mortas nos combates, e aos quais se adicionaram os civis mortos nos bombardeamentos ou pela fome e as doenças que vieram depois. A paz não está garantida. O que se sabe é que, numa nova guerra mundial, as armas modernas poderiam destruir várias vezes a humanidade.</p>
<p>É à luz destas realidades que tanto admiro a conduta de nossos esportistas.</p>
<p>O mais importante do movimento olímpico é a conceição do esporte como instrumento de educação, saúde e amizade entre os povos; um antídoto real a vícios como as drogas, o consumo de tabacos, o abuso de bebidas alcoólicas, e os atos de violência que tanto afetam a sociedade humana.</p>
<p>Pela mente do fundador do olimpismo não passava o esporte tarifado nem o mercado de atletas. Esse foi também o nobre objetivo da Revolução cubana, o qual implicava o dever de promover tanto o esporte como a saúde, a educação, a ciência, a cultura e a arte, que foram sempre princípios irrenunciáveis da Revolução.</p>
<p>Mas não só isso, nosso país promoveu a prática esportiva e a formação de treinadores nos países do Terceiro Mundo que lutavam por seu desenvolvimento. Uma Escola Internacional de Educação Física e Esportes funciona em nossa Pátria há já muitos anos, e nela se formaram numerosos treinadores que desempenham com eficiência suas funções em países que às vezes competem em importantes esportes com nossos próprios atletas.</p>
<p>Milhares de especialistas cubanos têm prestado seus serviços como treinadores e técnicos esportivos em muitos países do chamado Terceiro Mundo.</p>
<p>É no âmbito desses princípios aplicados durante dezenas de anos que nosso povo se sente orgulhoso das medalhas que obtêm seus atletas nas competições internacionais.</p>
<p>As transnacionais do esporte tarifado têm deixado bem atrás os sonhos do criador do olimpismo.</p>
<p>Valendo-se do prestígio criado pelas competições esportivas, excelentes atletas, a majoria deles nascidos em países pobres da África e da América Latina, são comprados e vendidos no mercado internacional por aquelas empresas, e só em contadas ocasiões se lhes permite jogar nas equipas de seu próprio país, onde foram promovidos como atletas prestigiosos por seus esforços pessoais e sua própria qualidade.</p>
<p>Nosso povo, austero e sacrificado, tem tido que se encarar às pancadas com garra desses camelôs do esporte rentável que oferecem fabulosas somas a nossos atletas, e em ocasiões privam o povo de sua presença com esses grosseiros atos de pirataria.</p>
<p>Como aficionado ao esporte muitas vezes falei com os mais destacados, e por isso nesta ocasião me comprazia muito ver através da televisão os sucessos esportivos da nossa delegação e seu regresso vitorioso à Pátria, procedente de Guadalajara, onde os Estados Unidos, apesar de possuir aproximadamente 27 vezes mais habitantes do que Cuba, só pôde obter 1,58 vezes mais títulos e as correspondentes medalhas de ouro que Cuba, que atingiu 58.</p>
<p>O Brasil, com mais de 200 milhões de habitantes, obteve 48.</p>
<p>O México, com mais de 100, obteve 42.</p>
<p>O Canadá, um país rico e desenvolvido, com 34 milhões de habitantes, obteve só 29.</p>
<p>O número total de medalhas de ouro, prata e bronze alcançadas por Cuba, foi proporcional ao número de títulos mencionados.</p>
<p>Não poucos dos nossos jovens atletas conseguiram sucessos verdadeiramente surpreendentes.</p>
<p>Apesar das vitórias, que orgulham nosso povo, temos o dever de continuar superando-nos.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/10/firma-de-fidel-30-de-octubre-de-2011-299x174.jpg" alt="" width="299" height="174" /></p>
<p><strong>Fidel Castro Ruz</strong></p>
<p><strong>30 de outubro de 2011</strong></p>
<p><strong> 22h11</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/reflexoes-fidel/2011/11/02/facanha-de-guadalajara/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
