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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Japão</title>
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		<title>Díaz-Canel recebeu presidente da Liga Parlamentar de Amizade Japão-Cuba</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 17:46:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, recebeu na manhã da terça-feira, 18 de dezembro, o senhor Keiji Furuya, presidente da Liga Parlamentar de Amizade Japão-Cuba, quem faz uma visita no contexto das atividades comemorativas pelo 120º aniversário da migração japonesa para nosso país.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5345" alt="Canel Japón parlamento" src="/files/2018/12/Canel-Japón-parlamento-300x225.jpg" width="300" height="225" />O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, recebeu na manhã da terça-feira, 18 de dezembro, o senhor Keiji Furuya, presidente da Liga Parlamentar de Amizade Japão-Cuba, quem faz uma visita no contexto das atividades comemorativas pelo 120º aniversário da migração japonesa para nosso país.</p>
<p>Durante o cordial encontro ambos coincidiram em destacar o bom estado das relações bilaterais. Relembraram, igualmente, a visita oficial a Cuba do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, em setembro de 2016, e sua contribuição para o avanço dos vínculos entre as duas nações.</p>
<p>Acompanhou o distinto visitante o embaixador do Japão, Ex.mo sr. Masaru Watanabe.</p>
<p>Pela parte cubana participou o chanceler Bruno Rodríguez Parrilla.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Bachelet e Abe assinam acordos e fortalecem laços</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Feb 2018 16:16:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chile e Japão assinaram hoje vários acordos para fortalecer os laços bilaterais que datam há 120 anos, depois de reuniões entre a presidenta Michelle Bachelet e o premiê Shinzo Abe, junto a ministros de ambos os países.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4785" alt="bachelet" src="/files/2018/02/bachelet-300x199.jpg" width="300" height="199" />Chile e Japão assinaram hoje vários acordos para fortalecer os laços bilaterais que datam há 120 anos, depois de reuniões entre a presidenta Michelle Bachelet e o premiê Shinzo Abe, junto a ministros de ambos os países.</p>
<p>Bachelet e Abe encabeçaram nesta sexta-feira a cerimônia de rubrica de três documentos, o primeiro deles denominado JCPP 2030, que traça uma estratégia de cooperação triangular.</p>
<p>Japan-Chile Partnership Program (JCPP 2030) promove benefícios para América Latina e o Caraíbas dentro das prioridades em segurança alimentar e agricultura sustentável, energias renováveis, mudança climática da Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.</p>
<p>&#8216;Nossas relações passam por um grande momento, prova disso é o intercâmbio comercial que superou os oito mil 395 milhões de dólares no passado ano e com uma amplitude notável&#8217;, destacou Bachelet no ato.</p>
<p>Os outros acordos atingidos pela Terra do Sol Nascente, uma das sete grandes economias do mundo, com o país austral apontam ao uso de Licenças de Conduzir, iniciativa de Abe, e um Memorando de Entendimento em matéria de Cooperação Esportiva.</p>
<p>&#8216;Com o premiê temos coincidido no desejo de aprofundar os nexos para convertê-los em associação estratégica privilegiada, que terá caráter multidisciplinar com a ideia de desgravar produtor não incluídos anteriormente no acordo&#8217;, precisou Bachelet.</p>
<p>A exitosa negociação do CPTPP ou TPP-11, o Acordo de Cooperação Transpacífico que se assinará em Santiago 8 de março, beneficiará precisamente a Chile em impostos para a exportação ao Japão.</p>
<p>De outro lado, a chefe do Estado destacou que a cooperação não termina com esses temas, mas que com o governante japão revisaram assuntos relevantes como defesa, investigação médica, desporto e astronomia.</p>
<p>&#8216;No Chile temos quatro grandes projetos onde Japão é um ator importante em astronomia e em geral é um aliado fundamental para nosso programa de desenvolvimento&#8217;, explicou.</p>
<p>Bachelet considerou que o TPP-11 é um motor para enfrentar o protecionismo, ao mesmo tempo em que destacou o JCPP 2030 que permite uma colaboração triangular e a assistência em áreas de desastres naturais ou de formação de recursos humanos para América Latina e o Caribe.</p>
<p>Mencionou o projeto Kitsuna que agências japonesas e chilenas adiantam para formar a três mil profissionais da região, com a expectativa de subir a quatro mil os novos especialistas latino-americanos e caribenhos.</p>
<p>Shinzo Abe e Bachelet reforçaram o critério de colaborar na proteção das áreas marinhas como contribua à luta contra a mudança climática.</p>
<p>&#8216;A aliança entre Japão e Chile tem passado a prova do tempo; hoje somos aliados e concordamos em nossa ideia de abordar o caso de Coreia democrática, avançamos no econômico, comercial, cientista e uma ampla faixa de domínios&#8217;, anotou Abe.</p>
<p>Indicou que Tóquio e Santiago propõem uma mesma linha de pressionar a Pyongyang sobre a base das resoluções das Nações Unidas.</p>
<p>Abe se congratulou de que o Chile e Japão celebraram os 120 anos de relações diplomáticas, em 27 de setembro de 2017, com uma visita à nação sul-americana do príncipe Herdeiro Akishino e a princesa Kiko.</p>
<p>Anunciou também ambas as partes concordaram elevar o nível dos vínculos ao de Associação Estratégica, algo que já têm o Brasil e a Argentina.</p>
<p>No sábado, o avião presidencial da Força Aérea de Chile se transladará à cidade de Nagasaki, onde a presidente depositará oferendas florais no Memorial da Paz e o Museu da Bomba Atômica.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Japão e Cuba assinam reestruturação da dívida</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2016/09/20/japao-e-cuba-assinam-reestruturacao-da-divida/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2016 15:18:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O vice-presidente do Conselho de Ministros e ministro da Economia e Planejamento, Ricardo Cabrisas Ruiz, recebeu na segunda-feira, 19 de setembro, a delegação japonesa presidida pelo embaixador do Japão em Cuba, sr. Masaru Watanabe. Durante o encontro, e como parte do processo de instrumentação do Acordo Multilateral assinado entre nosso país e o Grupo Ad-Hoc dos Países Credores de Cuba no Clube de Paris, foi assinado o Acordo que regulariza a situação dos pagamentos e inclui a reestruturação da dívida, em médio e longo prazos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4295" alt="japon divida" src="/files/2016/09/japon-divida.jpg" width="300" height="160" />O vice-presidente do Conselho de Ministros e ministro da Economia e Planejamento, Ricardo Cabrisas Ruiz, recebeu na segunda-feira, 19 de setembro, a delegação japonesa presidida pelo embaixador do Japão em Cuba, sr. Masaru Watanabe.</p>
<p>Durante o encontro, e como parte do processo de instrumentação do Acordo Multilateral assinado entre nosso país e o Grupo Ad-Hoc dos Países Credores de Cuba no Clube de Paris, foi assinado o Acordo que regulariza a situação dos pagamentos e inclui a reestruturação da dívida, em médio e longo prazos.</p>
<p>Desta forma, conseguiu regularizar-se totalmente a dívida, em médio e longo prazos, com treze dos catorze países membros do Grupo Ad-Hoc do Clube de Paris, o que abre novas oportunidades de financiamento a projetos ligados aos planos de desenvolvimento econômico e social em Cuba.</p>
<p>Durante o intercâmbio, ambas as partes destacaram o estado positivo das relações bilaterais e sublinharam as potencialidades que existem para sua intensificação nos setores econômico-comercial, de investimento e cooperação.</p>
<p>Pela parte japonesa participaram, além do embaixador Maseru Watanabe, o conselheiro Ryosuke Yamakura e o terceiro secretário da embaixada, Jun Komase; os funcionários do Ministério dos Assuntos Exteriores, Ken Hashiba e Shigetomo Maruhashi; Takeshi Yasuraoka, do Ministério da Economia, Comércio e Indústria (METI) e Keiji Wada e Arihiro Saito, da Companhia de Seguro de Exportação e Investimentos (NEXI).</p>
<p>Pela parte cubana marcaram presença a vice-ministra do ministério da Economia e Planejamento, Amelia Morales Domínguez; o presidente do Banco Nacional de Cuba, René Lazo; o vice-presidente e o diretor do Banco Central de Cuba, respectivamente, Arnaldo Alayón e Isaac Hernández; o diretor do Ministério do Comércio Exterior e o Investimento Estrangeiro, Rigoberto Enoa e o embaixador de Cuba no Japão, Carlos Miguel Pereira Hernández, entre outros funcionários.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Miguel Díaz-Canel e Shinzo Abe advogam por fortalecer nexos bilaterais</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2016 21:28:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estados e de Ministros de Cuba Miguel Díaz-Canel, e o primeiro ministro do Japão, Shinzo Abe, coincidiram em impulsionar, fortalecer e ampliar as relações bilaterais nas esferas políticas, comercial e econômica.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4210" alt="Primer vicepresidente cubano en Japón" src="/files/2016/06/Diaz-Canel-en-Japon-300x170.jpg" width="300" height="170" />O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estados e de Ministros de Cuba Miguel Díaz-Canel, e o primeiro ministro do Japão, Shinzo Abe, coincidiram em impulsionar, fortalecer e ampliar as relações bilaterais nas esferas políticas, comercial e econômica.</p>
<p>O mandatário do Japão recebeu, em 2 de junho, o alto dirigente cubano, quem em 3 de junho conclui sua visita à Terra do Sol Nascente.</p>
<p>Acompanhado do vice-ministro das Relações Exteriores, Rogelio Sierra Costa, Diaz-Canel agradeceu a possibilidade do encontro e transmitiu uma saudação dos general-de-exército Raúl Castro.</p>
<p>Em suas palavras Díaz-Canel transmitiu o convite do presidente dos Conselhos de Estados e de Ministros de Cuba para que Abe visite a Ilha maior das Antilhas, segundo sua agenda o permitir.</p>
<p>Diaz-Canel reconheceu o tradicional apoio do governo japonês para pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos à Ilha, por mais de meio século.</p>
<p>Durante a reunião foram valorizadas as novas condições e oportunidades que se abrem para aumentar a presença de empresários nipônicos em Cuba.</p>
<p>Por sua parte, Abe ressaltou o papel da Liga Parlamentar de Amizade com Cuba na diversificação e promoção dos nexos bilaterais e os investimentos de seu país na nação caribenha.</p>
<p><strong>(PL)</strong></p>
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		<title>Díaz-Canel confirma estado excelente das relações Havana-Tóquio</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2016 21:44:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, expressou em 31 de maio, nesta cidade, que as relações entre o Japão e a ilha caribenha se encontram em um estado excelente. Díaz-Canel, que iniciou na véspera a primeira jornada da visita oficial que faz a esta nação, declarou à Prensa Latina o desejo do governo cubano de aprofundar e alargar os vínculos comerciais e de manter o diálogo político com o Japão.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4214" alt="CUBA-PARLIAMENT-MIGUEL DIAZ CANEL" src="/files/2016/06/Diaz-Canel.jpg" width="300" height="199" />O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, expressou em 31 de maio, nesta cidade, que as relações entre o Japão e a ilha caribenha se encontram em um estado excelente.</p>
<p>Díaz-Canel, que iniciou na véspera a primeira jornada da visita oficial que faz a esta nação, declarou à Prensa Latina o desejo do governo cubano de aprofundar e alargar os vínculos comerciais e de manter o diálogo político com o Japão.</p>
<p>Acompanhado do vice-ministro das Relações Exteriores Rogelio Sierra e o embaixador de Cuba neste país, Marcos Rodríguez-Costa, Díaz-Canel teve um encontro com o presidente da Liga Parlamentar de Amizade Japão–Cuba, Keiji Furuya, com quem examinou os laços entre os dois países.</p>
<p>“A partir do ano 2014 as relações comerciais e políticas entre Havana e Tóquio avançaram muito e queremos nesta visita contrastar esse progresso através dos diferentes encontros que teremos com líderes e agrupamentos que estão trabalhando de maneira muito intensa nos laços com Cuba”, disse à Prensa Latina.</p>
<p>Após lembrar que o Japão foi o segundo parceiro comercial de Cuba entre meados da década de 1970 e a de 1980, Díaz-Canel considerou que este é um país que pode desempenhar um importante papel na dinâmica comercial atual da ilha caribenha.</p>
<p>Nesse sentido, lembrou o excelente apoio oferecido pela parte nipônica nesses anos, especialmente com maquinarias para o setor da construção.</p>
<p>Durante o primeiro dia de sua visita a esse país asiático, o primeiro vice-presidente da Ilha também se reuniu com 25 representantes das principais empresas que fazem parte da Conferência Econômica Japão-Cuba, onde ofereceu amplos detalhes da atualização do modelo econômico cubano e dos resultados do recém concluído 7º Congresso do Partido Comunista de Cuba (PCC).</p>
<p>Em sua intervenção afirmou que Cuba e o Japão devem aproveitar a nova vitalidade de suas relações e aumentar a cooperação comercial.</p>
<p>Ainda, aproveitou a participação de empresas nipônicas como Komatsu, Yuasa, Sumitomo, Mitsubishi, Hitachi, Suzuki, Sony, Toyota e outras no desenvolvimento de Cuba e reconheceu a seriedade, eficácia e alto nível tecnológico das mesmas.</p>
<p>Díaz-Canel pôs ênfase na ratificação por parte do Partido Comunista de Cuba na construção socialista e a vocação do governo de manter as conquistas da Revolução na educação, cultura, esporte, saúde, qualidade de vida e previdência social, entre outras esferas.</p>
<p>Também explicou que atualmente Cuba reconhece a propriedade privada, a pública e a mista, as cooperativas e a gestão não estatal, estratégia que pediu ser aproveitada pela parte japonesa para impulsionar o desenvolvimento econômico da nação caribenha.</p>
<p>Ao expressar seu agradecimento ao presidente da Conferência, Tomoyoshi Kondo, Díaz-Canel expôs que os dois territórios partilham semelhanças, como o envelhecimento da população e o elevado índice de esperança de vida, indicadores de países desenvolvidos.</p>
<p>Finalmente, fez um apelo a ambas as partes a aproveitar o excelente estado das relações que partilham Tóquio e Havana — principalmente desde os últimos dois anos — e nesse sentido disse que é urgente trabalhar pelo sucesso futuro das relações e a cooperação comercial e o alto nível de diálogo político.</p>
<p>Em 31 de maio, o líder cubano visitou o templo budista Zojoji, onde mostrou interesse em conhecer dados históricos do lugar, durante uma explicação dada pelos monges desse famoso lugar.</p>
<p><strong>(PL)</strong></p>
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		<item>
		<title>Japão eleva nível de alerta nuclear ao máximo</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 14:49:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fukushima]]></category>
		<category><![CDATA[INES]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>

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		<description><![CDATA[O Japão elevou hoje ao máximo (7) o nível de alerta nuclear na planta Fukushima Daiichi (F-1), catalogado como acidente grave, segundo a escala Internacional de eventos deste tipo, conhecida como INES. Esta categoria aplica-se quando se produz uma maior libertação de material radioativo que põe em risco a saúde em geral e o meio ambiente. Seu estabelecimento impõe medidas de combate aos riscos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1920" src="/files/2011/04/japon.jpg" alt="" width="300" height="250" />O Japão elevou hoje ao máximo (7) o nível de alerta nuclear na planta Fukushima Daiichi (F-1), catalogado como acidente grave, segundo a escala Internacional de eventos deste tipo, conhecida como INES.</p>
<p>Esta categoria aplica-se quando se produz uma maior libertação de material radioativo que põe em risco a saúde em geral e o meio ambiente. Seu estabelecimento impõe medidas de combate aos riscos.</p>
<p>Até agora o único caso no mundo com essa classificação era a catástrofe da central de Chernóbil, na Ucrânia, ocorrida em 1986.</p>
<p>A decisão do governo japonês esteve precedida por um incêndio na manhã desta terça-feira no edifício de amostra, próximo a uma tomada de água, no reator 4 da F-1.</p>
<p>Também ontem se decidiu ampliar a área de evacuação para 40 quilômetros devido aos altos níveis de radioatividade acumulados para além dos 20 quilômetros que tinha estabelecido desde os primeiro dias da crise.</p>
<p>A medida responde ao risco que representa para a saúde humana a contínua exposição dessas substâncias, enquanto uma forte réplica de 7,1 graus de magnitude estremeceu ontem a área afetada em 11 de março pelo terremoto de 9,0 graus e subsequente tsunami.</p>
<p>O movimento telúrico de ontem voltou a sacudir edifícios em Tóquio e uma ampla zona do leste do Japão. Como consequência, ficaram sem energia elétrica cerca de 220 mil casas e o sistema de bombeamento de água para o esfriamento dos três reatores destruídos (1,2 e 3) em F-1.</p>
<p>A réplica também obrigou a postergar os planos de extrair a água altamente contaminada de parte da unidade 2 para um lugar de armazenamento onde antes tinha outra menos radioativa que foi lançada ao oceano.</p>
<p>Este último acontecimento, unido às constantes emissões do complexo nuclear, preocupa a comunidade internacional por seus possíveis efeitos nos ecossistemas marinhos e em particular na saúde das pessoas dos países vizinhos.</p>
<p>(Prensa Latina)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Guerra Fascista Da Nato</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/reflexoes-fidel/2011/03/29/guerra-fascista-da-nato/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 17:18:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fidel Castro Ruz]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões de Fidel]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Líbia]]></category>
		<category><![CDATA[NATO]]></category>

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		<description><![CDATA[Não era preciso ser um adivinho para saber o que previ com rigorosa precisão em três Reflexões que publiquei no sítio Web CubaDebate, entre 21 de fevereiro e 3 de março: “O plano da NATO é ocupar Líbia”, “Dança macabra de cinismo”, e “A Guerra inevitável da NATO”. Nem sequer os líderes fascistas da Alemanha e da Itália foram tão sumamente descarados por ocasião da Guerra Civil Espanhola desatada em 1936, um episódio de que muitos talvez se tenham lembrado nestes dias.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Não era preciso ser um adivinho para saber o que previ com rigorosa precisão em três Reflexões que publiquei no sítio Web CubaDebate, entre 21 de fevereiro e 3 de março: “O plano da NATO é ocupar Líbia”, “Dança macabra de cinismo”, e “A Guerra inevitável da NATO”.</p>
<p>Nem sequer os líderes fascistas da Alemanha e da Itália foram tão sumamente descarados por ocasião da Guerra Civil Espanhola desatada em 1936, um episódio de que muitos talvez se tenham lembrado nestes dias.</p>
<p>Decorreram já desde aquela altura exatamente quase 75 anos; porém nada que possa se parecer às mudanças que aconteceram em 75 séculos, ou se quiserem, em 75 milênios da vida humana no nosso planeta.</p>
<p>Às vezes parece que, aqueles que serenamente opinamos sobre estes temas somos exagerados. Atrever-me-ia dizer que se calhar somos ingênuos quando supomos que todos deveríamos ficar cientes do engano ou da colossal ignorância a que tem sido arrastada a humanidade.</p>
<p>Existia em 1936 um intenso enfrentamento entre dois sistemas e duas ideologias aproximadamente equiparadas em seu poder militar.</p>
<p>Então as armas pareciam brinquedos comparadas com as atuais. A humanidade tinha garantida a sobrevivência, apesar do poder destruidor e localmente mortífero das mesmas<strong>. </strong>Cidades inteiras, e inclusive nações, podiam ser virtualmente arrasadas. Contudo, jamais os seres humanos, em sua totalidade, podiam ser várias vezes exterminados pelo estúpido e suicida poder desenvolvido pelas ciências e as tecnologias desta época.</p>
<p>Partindo destas realidades, resultam vergonhosas as notícias que são transmitidas continuadamente sobre o emprego de potentes mísseis dirigidos por laser, de total precisão; caças-bombardeiros que duplicam a velocidade do som; potentes explosivos que fazem estourar metais endurecidos com urânio, cujo efeito sobre os povoadores e seus descendentes perdura por tempo indefinido.</p>
<p>Cuba expôs na reunião de Genebra sua posição relativamente ao problema interno da Líbia. Defendeu sem hesitar a idéia de uma solução política ao conflito nesse país, e se opôs categoricamente a qualquer intervenção militar estrangeira.</p>
<p>Em um mundo onde a aliança dos Estados Unidos e das potências capitalistas desenvolvidas da Europa se apodera cada vez mais dos recursos e do fruto do trabalho dos povos, qualquer cidadão honesto, seja qual for sua posição perante o governo, opor-se-ia à intervenção militar estrangeira em sua Pátria.</p>
<p>O mais absurdo da situação atual é que antes de se iniciar a brutal guerra no Norte da África, em outra região do mundo a quase 10 000 quilômetros de distância, tinha acontecido um acidente nuclear num dos pontos mais densamente povoados do planeta após um tsunami provocado por um terremoto de magnitude 9 que a um país trabalhador como o Japão já quase lhe custou 30 mil vítimas fatais. Tal acidente não haveria podido produzir-se 75 anos antes.</p>
<p>No Haiti, um país pobre e subdesenvolvido, um terremoto de apenas 7 graus na escala de Richter ocasionou mais de 300 mil mortos, incontáveis feridos e centenas de milhares de lesados.</p>
<p>Todavia, no Japão o terrivelmente trágico foi o acidente na usina termonuclear de Fukushima, cujas conseqüências ainda estão por serem determinadas.</p>
<p>Citarei apenas algumas manchetes das agências noticiosas:</p>
<p>“ANSA.- A usina nuclear de Fukushima 1 está difundindo &#8220;radiações extremamente fortes, potencialmente letais&#8221;, disse Gregory Jaczko, chefe da Nuclear Regulatory Commission (NRC), o ente nuclear estadunidense.”</p>
<p>“EFE.- A ameaça nuclear pela crítica situação de uma usina no Japão após o sismo, tem disparado as revisões da segurança das plantas atômicas no mundo e tem levado alguns países a paralisarem seus planos.”</p>
<p>“Reuters.- O devastador terremoto do Japão e o aprofundamento da crise nuclear poderia gerar perdas de até 200 000 milhões de dólares na sua economia, mas o impacto global é difícil de avaliar pelo momento.”</p>
<p>“EFE.- A deterioração de um reator após outro na termonuclear de Fukushima continuou alimentando hoje o temor a um desastre nuclear no Japão, sem que as desesperadas tentativas para controlar uma fuga radiativa abrissem uma possibilidade à esperança.”</p>
<p>“AFP.- Imperador Akihito expressa preocupação pelo caráter imprevisível da crise nuclear que abate o Japão após o sismo e o tsunami que mataram milhares de pessoas e deixaram 500 000 sem lar. Informam novo terremoto na região de Tóquio.”</p>
<p>Há notícias que falam de temas ainda mais preocupantes. Alguns mencionam a presença de iodo radiativo tóxico na água de Tóquio, que duplica a quantidade tolerável que podem consumir as crianças mais pequenas na capital japonesa. Uma das informações fala que as reservas de água engarrafada se estão esgotando em Tóquio, cidade localizada em uma prefeitura a mais de 200 quilômetros de Fukushima.</p>
<p>Este conjunto de circunstâncias determina uma situação dramática para nosso mundo.</p>
<p>Posso expressar meus pontos de vista sobre a guerra na Líbia com inteira liberdade.</p>
<p>Não partilho com o líder desse país concepções políticas ou de caráter religioso. Sou marxista-leninista e martiano, como já expressei.</p>
<p>Vejo a Líbia como um membro do Movimento de Países Não Alinhados e um Estado soberano dos quase 200 da Organização de Nações Unidas.</p>
<p>Jamais um país grande ou pequeno, neste caso de apenas 5 milhões de habitantes, foi vítima de um ataque tão brutal pela força aérea de uma organização belicista que possui milhares de caças-bombardeiros, mais de 100 submarinos, porta-aviões nucleares, e suficiente arsenal para destruir o planeta numerosas vezes. Tal situação jamais a conheceu nossa espécie e não existia nada parecido há 75 anos quando os bombardeiros nazis atacaram objetivos na Espanha.</p>
<p>Contudo, agora a desprestigiada e criminosa NATO escreverá uma “bela” historieta sobre seu “humanitário” bombardeamento.</p>
<p>Se Khaddhafi fizer honra às tradições de seu povo e decidisse combater, como tem prometido, até o último alento junto dos líbios que estão enfrentando os piores bombardeamentos que jamais sofreu um país, afundará na lama da ignomínia à NATO e seus projetos criminosos.</p>
<p>Os povos respeitam e acreditam nos homens que sabem cumprir o dever.</p>
<p>Há mais de 50 anos, quando os Estados Unidos assassinaram mais de cem cubanos com a explosão do mercante “La Coubre”, nosso povo proclamou “Pátria ou Morte”. Tem cumprido, e sempre tem estado disposto a cumprir sua palavra.</p>
<p>“Quem intentar se apoderar de Cuba ―exclamou o mais glorioso combatente da nossa história― só recolherá a poeira do seu solo anegado em sangue”.</p>
<p>Peço-lhes me desculpem a franqueza com que abordo o tema.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/03/firma-de-fidel-28-de-marzo-de-2011-300x182.jpg" alt="" width="300" height="182" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fidel Castro Ruz</strong></p>
<p><strong>28 de março de 2011</strong></p>
<p><strong>20h14</strong></p>
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		<title>História Para Boi Dormir</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 19:33:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enquanto os reatores danificados despedem fumaça radioativa no Japão, e aviões de monstruosa estampa e submarinos nucleares lançam mortíferas cargas telecomandadas sobre a Líbia, um país norte-africano do Terceiro Mundo com apenas seis milhões de habitantes, Barack Obama lhe fazia aos chilenos uma história parecida às que eu escutava quando tinha 4 anos de idade:]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto os reatores danificados despedem fumaça radioativa no Japão, e aviões de monstruosa estampa e submarinos nucleares lançam mortíferas cargas telecomandadas sobre a Líbia, um país norte-africano do Terceiro Mundo com apenas seis milhões de habitantes, Barack Obama lhe fazia aos chilenos uma história parecida às que eu escutava quando tinha 4 anos de idade: “Os sapatinhos me apertam, as meias me dão calor e o beijinho que me deste, o levo no coração” (versos infantis).</p>
<p>Alguns dos seus ouvintes ficaram pasmos naquele “Centro Cultural” em Santiago do Chile.</p>
<p>Quando o Presidente olhou ansioso para o público após mencionar a pérfida Cuba, esperando uma explosão de aplausos, houve um silêncio glacial. Às suas costas, –ah, ditosa casualidade!– entre o conjunto de bandeiras latino-americanas, estava exatamente a de Cuba.</p>
<p>Se ele se tivesse virado um segundo sobre seu ombro direito haveria visto, como uma sombra, o símbolo da Revolução numa ilha rebelde que seu poderoso país quis, mas não conseguiu destruir.</p>
<p>Sem dúvida, qualquer pessoa seria extraordinariamente otimista se espera que os povos da Nossa América aplaudam o 50º aniversário da invasão mercenária de Girón (Baia dos Porcos), 50 anos de cruel bloqueio econômico de um país irmão, 50 anos de ameaças e atentados terroristas que custaram milhares de vidas, 50 anos de projetos de assassinato dos líderes do histórico processo.</p>
<p>Senti-me aludido em suas palavras.</p>
<p>Prestei, efetivamente, meus serviços à Revolução durante muito tempo, mas nunca eludi riscos nem violei princípios constitucionais, ideológicos ou éticos; lamento não ter disposto de mais saúde para continuar servindo-a.</p>
<p>Renunciei sem hesitar a todos meus cargos estatais e políticos quando adoeci, inclusive ao de Primeiro Secretário do Partido, e nunca tentei exercê-los depois da Proclama de 31 de julho de 2006, nem quando recuperei parcialmente minha saúde mais de um ano depois, embora todos continuassem chamando-me afetuosamente dessa forma.</p>
<p>Porém continuo e continuarei sendo como prometi: um soldado das idéias, desde que possa pensar ou respirar.</p>
<p>Quando a Obama o interrogaram sobre o golpe de Estado contra o heróico presidente Salvador Allende, promovido como muitos outros pelos Estados Unidos, e a misteriosa morte de Eduardo Frei Montalva, assassinado por agentes da DINA, uma criação do governo norte-americano, perdeu sua presença de ânimo e começou a gaguejar.</p>
<p>Foi certeiro, sem dúvida, o comentário da televisão do Chile no final do seu discurso, quando expressou que Obama já não tinha nada que oferecer ao hemisfério.</p>
<p>Eu, por minha parte, não quero dar a impressão de que experimento ódio para com sua pessoa, e muito menos para com o povo dos Estados Unidos, ao qual reconheço a contribuição de muitos dos seus filhos à cultura e à ciência.</p>
<p>Obama tem pela frente agora uma viagem a El Salvador amanhã terça-feira. Ali terá que inventar bastante, porque nessa nação irmã da América Central, as armas e os treinadores que recebeu dos governos do seu país, derramaram muito sangue.</p>
<p>Desejo-lhe uma boa viagem e um pouco mais de sensatez.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fidel Castro Ruz</strong></p>
<p><strong>21 de março de 2011</strong></p>
<p><strong>21h32</strong></p>
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		<title>A aliança igualitária</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 18:31:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Reflexões de Fidel]]></category>
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		<description><![CDATA[O mundo está sofrendo ao mesmo tempo as conseqüências da mudança climática; a escassez e o preço dos alimentos, as despesas militares e o esbanjamento dos recursos naturais e humanos, crescem. Uma guerra era o mais inoportuno que podia acontecer nestes momentos. O percurso de Obama por América Latina passou para um segundo plano, ninguém apenas se ocupa do tema. No Brasil, tornaram-se evidentes as contradições de interesses entre os Estados Unidos e esse país irmão.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ao anoitecer de sábado 19, após o opíparo banquete, os líderes da NATO ordenaram o ataque contra a Líbia.</p>
<p>É claro, nada podia acontecer sem que os Estados Unidos reclamassem seu papel irrenunciável de máximo chefe. Do posto de comando dessa instituição na Europa, um oficial superior proclamou que se iniciava a “Odisséia do Amanhecer”.</p>
<p>A opinião pública mundial estava comovida pela tragédia do Japão. O número de vítimas do terremoto, do tsunami, e do acidente nuclear, não tem deixado de crescer. Já são dezenas de milhares as pessoas mortas, desaparecidas e irradiadas. Crescerá consideravelmente também a resistência ao uso da energia nuclear.</p>
<p>O mundo está sofrendo ao mesmo tempo as conseqüências da mudança climática; a escassez e o preço dos alimentos, as despesas militares e o esbanjamento dos recursos naturais e humanos, crescem. Uma guerra era o mais inoportuno que podia acontecer nestes momentos.</p>
<p>O percurso de Obama por América Latina passou para um segundo plano, ninguém apenas se ocupa do tema. No Brasil, tornaram-se evidentes as contradições de interesses entre os Estados Unidos e esse país irmão.</p>
<p>Não se pode esquecer que o Rio de Janeiro concorreu com Chicago pela sede dos Jogos Olímpicos de 2016.</p>
<p>Obama quis se congraçar com o gigante sul-americano. Falou do “extraordinário ascenso do Brasil” que tem chamado a atenção internacional e elogiou sua economia como uma das que mais rápido cresce no mundo, mas não se comprometeu, no mais mínimo, com apoiar o Brasil como membro permanente do privilegiado Conselho de Segurança</p>
<p>A Presidenta brasileira não hesitou em expressar sua inconformidade com as medidas protecionistas que os Estados Unidos aplicam ao Brasil, através de tarifas e subsídios que têm constituído um forte obstáculo à economia desse país.</p>
<p>O escritor argentino Atilio Boron afirma que a Obama “…o que […] mais lhe interessa em sua qualidade de administrador do império é avançar no controle da Amazônia. Requisito principal desse projeto é entorpecer, visto que não pode deter, a crescente coordenação e integração política e econômica em andamento na região e que tão importantes têm sido para fazer naufragar a ALCA em 2005 e frustrar a conspiração secessionista e golpista na Bolívia (2008) e no Equador (2010). Também deve tratar de plantar a discórdia entre os governos mais radicais da região (Cuba, a Venezuela, a Bolívia e o Equador) e os governos ‘progressistas’<br />
–principalmente o Brasil, a Argentina e o Uruguai…”</p>
<p>“Para os mais ousados estrategistas estadunidenses a bacia amazônica, ao igual do que a Antártida, é uma área de livre acesso onde não se reconhecem soberanias nacionais…”</p>
<p>Amanhã Obama se desloca para o Chile. Chegará precedido de uma entrevista que concedeu ao jornal El Mercurio, publicada hoje domingo, na qual confessa que o “Discurso para as Américas” —assim o qualifica— está na base de uma “aliança igualitária” com a América Latina, que quase nos deixa sem fôlego ao rememorar “A Aliança para o Progresso” que precedeu a expedição mercenária de Playa Girón.</p>
<p>Confessa textualmente: “nossa visão para o hemisfério […] está fundada no conceito de aliança igualitária que tenho perseguido desde que assumi a Presidência dos Estados Unidos”.</p>
<p>“‘Também focarei áreas específicas nas quais podemos trabalhar juntos, como o crescimento econômico, a energia, a segurança cidadã e os direitos humanos’&#8230;”</p>
<p>“Essa visão, sublinhou, tem por objetivo ‘melhorar a segurança comum, espalhar as oportunidades econômicas, garantir um futuro energético limpo e apoiar os valores democráticos que partilhamos.”</p>
<p>“…promover um hemisfério seguro, estável e próspero em que os Estados Unidos e os nossos aliados partilhem responsabilidades em assuntos chaves, tanto a nível regional quanto global.”</p>
<p>Tudo, como pode ser apreciado, maravilhosamente belo, digno de ser enterrado como os segredos de Reagan, para publicá-lo dentro de 200 anos. A questão é que tal e como informa a agência DPA, segundo uma sondagem feita pelo jornal La Tercera “…43 por cento da população chilena rejeitava as usinas nucleares em 2006”.</p>
<p>“Dois anos depois a rejeição subiu para 52 por cento e em 2010 chegou a 74 por cento.” Hoje, após o acontecido no Japão atinge “…86 por cento dos chilenos…”</p>
<p>Só faltaria fazer-lhe uma pergunta a Obama. Levando em consideração que um dos seus ilustres predecessores, Richard Nixon, promoveu o golpe de Estado e a morte heróica de Salvador Allende, as torturas e o assassinato de milhares de pessoas, pedirá o senhor Obama desculpas ao povo do Chile?</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-100251 firma" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/03/firma-de-fidel-la-alianza-igualitaria-300x194.jpg" alt="" /><br />
<strong><br />
Fidel Castro Ruz<br />
20 de março de 2011<br />
20h14</strong></p>
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