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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Internet</title>
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		<title>Colonialismo 2.0 na América Latina e no Caribe: o que fazer?</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Aug 2018 23:31:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DESDE que a internet se tornou o sistema nervoso central da economia, a pesquisa, a informação e a política, as fronteiras dos EUA estenderam seus limites a toda a geografia planetária. Somente os Estados Unidos e suas empresas são soberanos, não há Estado-nação capaz de remodelar a rede por conta própria ou frear o colonialismo 2.0, mesmo quando execute regulamentações locais de proteção antimonopólicas e políticas impecáveis de sustentabilidade na ordem social, ecológica, econômica e tecnológica. Ainda menos pode construir uma alternativa viável desligada da chamada «sociedade da informação».]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5158" alt="2.0" src="/files/2018/08/2.0.jpg" width="276" height="234" />DESDE que a internet se tornou o sistema nervoso central da economia, a pesquisa, a informação e a política, as fronteiras dos EUA estenderam seus limites a toda a geografia planetária. Somente os Estados Unidos e suas empresas são soberanos, não há Estado-nação capaz de remodelar a rede por conta própria ou frear o colonialismo 2.0, mesmo quando execute regulamentações locais de proteção antimonopólicas e políticas impecáveis de sustentabilidade na ordem social, ecológica, econômica e tecnológica. Ainda menos pode construir uma alternativa viável desligada da chamada «sociedade da informação».</p>
<p>Muito cedo, o antropólogo brasileiro Darcy Ribeiro alertou que, nas mãos de uma tecnologia revolucionária, «existe uma verdadeira colonização em andamento. Os EUA estão cumprindo seu papel com enorme eficácia no sentido de buscar complementaridades que nos tornarão permanentemente dependentes deles ». E acrescentou: «Vendo essa nova civilização e todas as suas ameaças, temo que mais uma vez seremos povos que não se encaixem, povos que, apesar de todas as suas potencialidades, permanecem como povos de segunda classe».</p>
<p>Esse cenário está vinculado a um programa para a América Latina e o Caribe de controle dos conteúdo e dos ambientes de participação da cidadania executado com total impunidade, sem que a esquerda tenha prestado a menor atenção a ele. Em 2011, o Comitê das Relações Exteriores do Senado dos EUA aprovou o que em alguns círculos acadêmicos é conhecido como operação «conectividade efetiva» declarado em um documento público do Congresso dos EUA para «expandir» os novos meios sociais no continente, focados na promoção dos interesses americanos na região.</p>
<p>O documento explica qual o interesse nas chamadas redes sociais do continente: «Com mais de 50% da população do mundo menor de 30 anos, as novas mídias sociais e tecnologias associadas, que são tão populares neste grupo demográfico, continuarão revolucionando as comunicações no futuro. A mídia social e os incentivos tecnológicos da América Latina, com base em realidades políticas, econômicas e sociais será crucial para o sucesso dos esforços do governo dos EUA na região».</p>
<p>Também resume a visita de uma comissão de especialistas a vários países da América Latina para conhecer in situ as políticas e financiamentos nesta área e conclui com recomendações específicas para cada um dos nossos países, que envolvem «aumentar a conectividade e minimizar os riscos críticos para EUA», governo líder no investimento de infraestrutura. «O número de usuários da mídia social aumenta exponencialmente na medida em que a novidade se torna a norma, as possibilidades de influenciar o discurso político e da política no futuro estão aí», diz ele.</p>
<p>O que há por trás desse modelo de «conectividade efetiva» para a América Latina? A visão instrumental do ser humano, suscetível de ser dominado pelas tecnologias digitais; a certeza de que, em nenhum caso, as chamadas plataformas sociais são um serviço neutro que explora um serviço genérico; são fundadas em bases tecnológicas e ideológicas e são sistemas institucionalizados e automatizados que inevitavelmente projetam e manipulam conexões.</p>
<p>O que calcula o governo dos EUA com sua «operação» é a possibilidade de que essas ferramentas criem uma simulação de base e colapsem sistemas políticos que não são «convenientes». Qual parte operou das redes sociais na situação que vivem hoje a Venezuela e a Nicarágua e antes vimos na Bolívia, no Brasil, no Equador e na Argentina?</p>
<p>QUANDO A POLÍTICA É TECNO-POLÌTICA<br />
Apenas as grandes empresas têm capacidade de processamento para processar as quantidades colossais de dados que deixamos nas redes sociais, em cada clique nos mecanismos de busca, telefones celulares, cartões magnéticos, chats e e-mails. A soma dos rastros e o processamento de dados permitem criar valor. Quanto mais conexões, mais capital social. Mas os interesses fundamentais da abertura dos dados e o convite para «compartilhar», para «curtir» ou «não curtir» para «retuitar», etc., não são os usuários, mas os das corporações.</p>
<p>Esse poder dá aos proprietários uma enorme vantagem sobre os usuários na batalha pelo controle de informações. A Cambridge Analytica, filial de Londres de um empreiteiro estadunidense dedicada a operações militares em rede ativa por um quarto de século, interveio em cerca de 200 eleições em metade do mundo. O modus operandi era o das «operações psicológicas»; seu objetivo: mudar a opinião das pessoas e influenciá-las, não através da persuasão, mas através do «domínio da informação». A novidade não é o uso de folhetos, a Radio Europa Libre ou a TV Martí, mas o Big Data e a inteligência artificial para trancar cada cidadão que deixa rastros na rede em uma bolha observável, parametrizada e previsível.</p>
<p>A Cambridge Analytica envolveu-se em processos eleitorais contra os líderes de esquerda na Argentina, Colômbia, Brasil e México. Na Argentina, por exemplo, participaram da campanha de Mauricio Macri em 2015, criando perfis psicológicos detalhados e identificando pessoas permeáveis às mudanças de opinião para influenciar através de informações falsas e seleção parcial da informação. Assim que assumiu o cargo, Macri aprovou um decreto que lhe permitiu manter bases de dados de agências governamentais para usá-los em campanhas em seu favor, mais um entre muitos outros com os quais cortou a base jurídica e institucional de comunicação forjada nos governos de esquerda na Argentina.</p>
<p>Na América Latina e no Caribe, a política tornou-se tecno-política, sua variante mais cínica. O próprio Alexander Nix, CEO da Cambridge Analytica, vangloriou-se perante seus clientes de que para convencer «não importa a verdade, é necessário que o que se diga seja credível», e destacava um fato empírico inquestionável: o descrédito da publicidade comercial em massa é diretamente proporcional ao aumento da publicidade nas mídias sociais, altamente personalizada e brutalmente efetiva.</p>
<p>Quem rever a página de parceiros do Facebook (Facebook Marketing Partners) vai descobrir centenas de empresas dedicadas a comprar e vender dados e trocá-los com a empresa do polegar azul. Algumas até se especializaram em áreas geográficas ou países como a Cisneros Interative &#8211; do Grupo Cisneros, que participou do golpe contra o presidente Chávez em 2002, revendedor do Facebook, que já controla o mercado de publicidade digital em 17 países da região.</p>
<p>O QUE FAZER?<br />
Essas questões ainda estão longe dos debates profissionais e dos programas dos movimentos progressistas do continente. Sobram os discursos satanizadores ou hipnotizados que descrevem a nova civilização tecnológica, mas faltam estratégias e programas que nos permitam gerar linhas de ação para construir um modelo verdadeiramente soberano da informação e comunicação e apropriarmo-nos das chamadas novas tecnologias.</p>
<p>Não foi possível concretizar na região um canal próprio de fibra ótica, um sonho da Unasul. Não existe uma estratégia sistêmica ou quadro jurídico homogêneo e confiável, que minimize o controle dos EUA, garanta que o tráfego de rede se intercambie entre os países vizinhos, incentive o uso de tecnologias que assegurem a confidencialidade das comunicações, preserve os recursos humanos na região e elimine os obstáculos à comercialização de instrumentos, conteúdos e serviços digitais produzidos em nosso pátio.</p>
<p>Também não se avançou em uma agenda comunicacional comum, supranacional, nem em espaços onde se concretize. Precisamos de redes de observatórios que, além de fornecer indicadores básicos e alertas sobre a colonização do nosso espaço digital, permitam recuperar e socializar as boas práticas na utilização destas tecnologias e ações de resistência na região, a partir do entendimento de que o sucesso ou fracasso diante dessas novas desigualdades depende de decisões políticas.</p>
<p>Nenhum país no Sul por si só – e muito menos uma organização isolada — pode encontrar recursos para desafiar o poder da direita que é mobilizada na velocidade de um clique.</p>
<p>Esse debate sobre apocalípticos e integrados à cultura de massas foi transcendido há algum tempo. Esse mundo estável descrito por Umberto Eco não existe mais. Existem várias saídas no horizonte e uma delas pode ser aquela em que nós comecemos a criar as nossas próprias ferramentas libertadoras, mas a busca e construção de alternativas não é apenas um problema tecno-científico: depende sobretudo do «ato coletivo» no curto e médio prazo, com perspectivas táticas e estratégicas na comunicação presencial e virtual que facilitem a mudança das relações sociais e das redes técnicas em favor de nossos povos. Vamos fazer isso, porque não temos muito tempo.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Informatizar a sociedade, um desafio conjunto pelo desenvolvimento</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2018 23:30:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Comunicações]]></category>
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		<description><![CDATA[Sob o programa de desenvolvimento das telecomunicações no país, a Empresa das Telecomunicações de Cuba (Etecsa) continua trabalhando para ampliar o acesso da população à internet. A esse respeito, a diretora da entidade, Mayra Arevich, expressou que no total, 27.316 pessoas possuem este serviço através de ‘Nauta Hogar’, que abrange todos os municípios do país.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4879" alt="wifi cuba" src="/files/2018/03/wifi-cuba.jpg" width="300" height="240" />Sob o programa de desenvolvimento das telecomunicações no país, a Empresa das Telecomunicações de Cuba (Etecsa) continua trabalhando para ampliar o acesso da população à internet. A esse respeito, a diretora da entidade, Mayra Arevich, expressou que no total, 27.316 pessoas possuem este serviço através de ‘Nauta Hogar’, que abrange todos os municípios do país.</p>
<p>«Etecsa prevê projetar para este ano a instalação de 150 novas áreas de navegação com e sem fio, implementar mais de 52 mil novos serviços ‘Nauta Hogar’, incrementar em 5 mil os serviços de dados nas entidades nacionais, estabelecer outros acordos com empresas para impulsionar o desenvolvimento do conteúdo em nível de país e o acesso ao serviço de internet nos celulares», significou.</p>
<p>Criar infraestruturas tecnológicas e gerar conteúdos e serviços digitais relacionados à internet em Cuba são dois eixos principais da Política Nacional de Informatização —mostra da vontade do Partido, o Estado e o Governo cubanos para desenvolverem as tecnologias da informação e as comunicações no país — um programa que abrange 21 projetos ou sistemas básicos que incluem a cooperação de vários organismos e ministérios.</p>
<p>«Por exemplo, destacam-se entre eles as ferramentas tecnológicas associadas ao Governo e o comércio eletrônico, o programa de televisão digital, a montagem de equipamentos e terminais com uma ampla participação da indústria e das empresas nacionais de desenvolvimento de software, e outros», assinalou o vice-ministro das Comunicações, Wilfredo González Vidal.</p>
<p>Outros aspectos desse processo são a informatização dos registros públicos, a ampliação das formas de pago através de novos empréstimos como o gateway de pagamento e o serviço bancário móvel, além da existência de 936 caixas automáticos em 69 municípios do país e 4.000.000 de cartões ativados.</p>
<p>No caso dos sectores muito importantes como a saúde e a educação, avança-se no sistema integral de gestão hospitalar e prontuários digitais, bem como nas plataformas públicas de aprendizagem on-line como é o site Cubaeduca, respectivamente.</p>
<p>O anterior transcende em uma sessão previa à inauguração da 17ª Convenção e Feira Internacional Informática 2018, que se efetuará até a sexta-feira (23) no Palácio de Convenções e o recinto ferial Pabexpo da capital cubana, onde marcaram presença a membro do Bureau Político e reitora da Universidade das Ciências Informáticas Miriam Nicado e o ministro das Comunicações, Maimir Mesa Ramos.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Etecsa e Google assinam acordo para melhorar serviços em Cuba</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2016 18:10:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Empresa das Telecomunicações de Cuba (Etecsa) e a companhia estadunidense Google ratificaram, em 12 de dezembro, a assintura de um acordo para oferecer o serviço de Google Global Cache na Ilha, que já tinha sido acordado em 23 de novembro passado, e tem como fim melhorar a experiência online dos cubanos que utilizam os produtos do líder mundial de buscas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Empresa das Telecomunicações de Cuba (Etecsa) e a companhia estadunidense Google ratificaram, em 12 de dezembro, a assintura de um acordo para oferecer o serviço de Google Global Cache na Ilha, que já tinha sido acordado em 23 de novembro passado, e tem como fim melhorar a experiência online dos cubanos que utilizam os produtos do líder mundial de buscas.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-4462" alt="etecsa" src="/files/2016/12/etecsa.jpg" width="300" height="180" />A rubrica foi feita pela presidenta executiva da Etecsa, Mayra Arevich, e o presidente executivo de Google, Eric Schmidt, Esta é uma empresa especializada em produtos e serviços de redes, softwares, dispositivos eletrônicos e outras tecnologias.</p>
<p>O dito convênio permitirá fornecer maior velocidade e qualidade das prestações e a otimização da rede internacional de Etecsa e, portanto, reduzir o tempo de resposta ao entregar localmente alguns dos conteúdos mais populares e de maior largura de banda, como os vídeos YouTube.</p>
<p>A participação de Google em Cuba data de 2014, quando foram lançados pela primeira vez uma série de produtos como Google Chrome, Google Play e Google Analytics. Há uns meses atrás, também foram postas à disposição milhares de extensões e temas gratuitos na Chrome Web Store para que os usuários cubanos possam personalizar suas experiências quando naveguem na web.</p>
<p>Segundo publicou o blog oficial de Google para a América Latina, estes projetos perseguem o objetivo comum de conseguir que a informação do mundo seja acessível e útil para todos, sem importar os custos, a conectividade ou as barreiras do idioma.</p>
<p><strong>(Granma)</strong><strong></strong></p>
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		<title>Cuba apoia ONU por governança democrática da Internet</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2015 01:45:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>

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		<description><![CDATA[Cuba deu seu apoio por uma governança da Internet democrática e participativa, em especial na geração de conteúdos, na qual se definam os direitos e responsabilidades de todas as partes interessadas, destaca hoje um comunicado. Ao pronunciar-se na Comissão de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento, a representante permanente da ilha nas Nações Unidas com sede em Genebra, Anayansi Rodríguez, defendeu uma regulamentação da Internet coerente com as normas, princípios e políticas sociais.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-3646" alt="cuba-onu1" src="/files/2015/05/cuba-onu1-300x180.jpg" width="300" height="180" />Cuba deu seu apoio por uma governança da Internet democrática e participativa, em especial na geração de conteúdos, na qual se definam os direitos e responsabilidades de todas as partes interessadas, destaca hoje um comunicado.</p>
<p>Ao pronunciar-se na Comissão de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento, a representante permanente da ilha nas Nações Unidas com sede em Genebra, Anayansi Rodríguez, defendeu uma regulamentação da Internet coerente com as normas, princípios e políticas sociais.</p>
<p>Ressaltou que a regulamentação deve estar a serviço da identidade e da cultura nacional; respeitar a inserção soberana e universal, inclusive a soberania tecnológica; e ter em conta os direitos e deveres de cada cidadão.</p>
<p>Rodríguez denunciou as novas ameaças relacionadas às Tecnologias da Informação e à comunicação, como a militarização do ciberespaço, o uso encoberto e ilegal de sistemas informáticos para agredir outros Estados, o cibercrime e o ciberterrorismo.</p>
<p>Tudo isso confirma a necessidade de adotar medidas efetivas e urgentes para a solução destes desafios, enfatizou.</p>
<p>A Comissão examinou o estado de cumprimento dos acordos atingidos há dez anos na Cúpula da Sociedade de Informação, aponta o comunicado divulgado pela Missão Permanente de Cuba em Genebra.</p>
<p>A respeito, a funcionária pública ressaltou que, embora tenha havido avanço, a brecha entre países desenvolvidos e em desenvolvimento ainda é um obstáculo para a materialização dos acordos da Cúpula.</p>
<p>Por isso, fez um chamado à eliminação das medidas unilaterais que impedem o desenvolvimento econômico e social da população das nações afetadas.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Quem está por trás de Yoani Sánchez?</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 00:58:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Yoani Sanchez]]></category>

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		<description><![CDATA[Yoani Sanchez, famosa blogueira de Havana, é uma personagem peculiar no mundo dos dissidentes cubanos. Jamais, nenhum oponente se beneficiou tanto de uma exposição midiática tão massiva nem de reconhecimento internacional de tamanha dimensão em tão pouco tempo.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-2501" src="/files/2012/02/yoani-sanchez_afp.jpg" alt="" width="300" height="250" />Por Salim Lamrani</strong></p>
<p>Yoani Sanchez, famosa blogueira de Havana, é uma personagem peculiar no mundo dos dissidentes cubanos. Jamais, nenhum oponente se beneficiou tanto de uma exposição midiática tão massiva nem de reconhecimento internacional de tamanha dimensão em tão pouco tempo.</p>
<p>Depois de emigrar para a Suíça em 2002, voltou para Cuba dois anos depois, em 2004. Em 2007, ingressou no mundo da oposição em Cuba para criar o seu blog Geração Y , e se torna uma crítica ferrenha ao governo de Havana.</p>
<p>Jamais nenhum dissidente em Cuba , talvez no mundo, conseguiu tantos prêmios internacionais em tão pouco tempo, com uma característica peculiar: &#8220;doaram&#8221; aYoani Sanchez dinheiro suficiente para viver tranquilamente em Cuba, o resto de sua vida. Na verdade, a blogueira recebeu 250. 000 Euros no total, ou uma quantidade equivalente a mais de 20 anos de salário mínimo de um país como a França, quinta potência mundial.</p>
<p>O salário mínimo mensal em Cuba é de 420 pesos, equivalente a 18 dólares ou 14 euros, Yoani Sánchez ganhou o equivalente a 488 anos de salário mínimo cubano para suas atividades de oposição.</p>
<p>Yoani Sanchez está em estreita relação com a diplomacia norte americana em Cuba, como indica um telegrama, classificado como secreto pelo seu conteúdo sensível, que emana da Seção de Interesses dos EUA (SINA). Michael Parmly, ex-chefe da SINA em Havana, que se reunia regularmente com Yoani Sanchez em sua residência pessoal diplomática, como informam os documentos confidenciais da SINA, declarou sua preocupação em relação à publicação dos telegramas diplomáticos americanos pelo Wikileaks: Me preocupa muito se as várias conversas que tive com Yoani Sanchez foram publicados. Ela poderia sofrer as consequências pelo resto da vida&#8221;. A questão que imediatamente vem à mente é esta: por que razões Yoani Sanchez estaria em perigo se a sua atuação , como afirmou, respeita os marcos da legadidade?</p>
<p>Em 2009, a imprensa ocidental divulgou abundantemente a entrevista que o presidente Barack Obama havia dado a Yoani Sanchez, fato que foi considerado excepcional. Yoani Sanchez também afirmou que havia enviado um questionário semelhante ao presidente cubano Raúl Castro e que ele não havia se dignado a responder o seu pedido. No entanto, os documentos confidenciais da SINA, publicado pelo Wikileaks , contradizem essas informações.</p>
<p>Foi descoberto que , quem realmente respondeu a esse questionário, foi um membro do corpo diplomático dos USA em Havana. que era responsável por escrever as respostas para os dissidente em nome do presidente Obama. Mais grave ainda, foi a revelação de Wikileaks de que Sanchez, contrariamente às suas afirmações, nunca enviou um questionário para Raul Castro.O chefe da SINA, Jonathan D. Farrar, confirmou esse fato em um e-mail enviado para o Departamento de Estado:ela não esperava essa resposta, porque nunca, como confessou, tinha enviado as perguntas ao presidente cubano .</p>
<h3><strong>A conta de Twitter de Yoani Sanchez</strong></h3>
<p>Além do site  Geração Y , Yoani Sanchez também tem uma conta no Twitter onde registra mais de 214 mil seguidores (registrados até 12 de Fevereiro de 2012). Deste total,apenas 32 ​​deles residem em Cuba. A blogueira, por sua vez, segue a mais de 80.000 pessoas. Em seu perfil, Sanchez se apresenta da seguinte forma: Blogger, moro em Havana e conto a minha realidade em 140 caracteres . Tuito via SMS, sem acesso à web.</p>
<p>Entretanto a versão de Yoani Sanchez é pouco convicente. Na verdade, é absolutamente impossível seguir mais de 80 mil pessoas, apenas por SMS ou a partir de uma ligação semanal de um hotel. O acesso diário à rede é essencial para isso.</p>
<p>A popularidade na rede social Twitter depende do número de seguidores. Quanto maior o número de seguidores, maior será a exposição da conta. Da mesma forma, existe uma forte correlação entre o número de pessoas seguidas e a visibilidade da conta em si.</p>
<p>A técnica, que consiste em monitorar várias contas, é comumente usado para fins comerciais, bem como pelos políticos durante as campanhas eleitorais.</p>
<p>O site www.followerwonk.com permite analisar o perfil dos seguidores de qualquer membro da comunidade Twitter.<br />
O estudo do caso Yoani Sanchez é revelador em vários aspectos.<br />
Uma análise dos dados da conta do Twitter da blogueira cubana, realizada através do site, a partir de 2010 revela uma impressionante atividade da conta Yoani Sanchez. Assim, a partir de junho de 2010, Sanchez se registrou em mais de 200 contas diferentes do Twitter por dia, com picos que chegam a 700 contas em 24 horas. Ao menos que tenha passado horas do dia e da noite fazendo isso, o que parece altamente improvável, é impossível  se inscrever em tantas contas em tão pouco tempo. Parece, então, que foi gerado por um robô informático.</p>
<p>Da mesma forma, verifica-se que cerca de 50 mil seguidores de Sanchez são realmente fantasmas ou contas inativas, criando a ilusão de que a blogueira cubana desfruta de grande popularidade nas redes sociais. Comprovadamente, dos 214 000 63 perfis da conta @ yoanisanchez, 27 000 12 são ovos (sem fotos) e 20 000 têm as características de algumas contas de fantasmas sem atividades de rede (zero a três mensagens enviadas a partir da criação conta).</p>
<p>Entre as contas fantasmas que seguem Yoani Sanchez no Twitter, 3. 363 não tem seguidores e 2 . 897  só seguem a conta da Blogueira e uma ou duas contas. Da mesma forma, algumas contas apresentam características bastante estranhas:  não tem seguidores, só seguem Yoani Sanchez e emitiram mais de 2 000 mensagens.</p>
<p>Esta operação para criar uma popularidade fictícia no Twitter é impossível de ser realizada sem acesso à Internet.Necessita também de apoio tecnológico e  de um orçamento que cubra esses gastos. De acordo com pesquisa realizada pelo jornal La Jornada , intitulado O ciberacarreo, a nova estratégia dos políticos no Twitter , em ações  envolvendo candidatos presidenciais mexicanos, numerosas empresas nos EUA, Ásia e América Latina oferecem esse serviço  de popularidade fictícia ( ciberacarreo ) a preços elevados. &#8220;Para um exército de 25 mil seguidores inventados no Twitter , diz o jornal paga-se até US $ 2.000, e  por 500 perfis gerenciados por 50 pessoas pode-se gastar entre 12 a 15 mil dólares.&#8221;</p>
<p>Yoani Sanchez emitiu uma média de 9,3 mensagens por dia. Em 2011, a blogueira postou uma média de 400 mensagens por mês. O preço de uma mensagem em Cuba é um peso conversível (CUC), representando um total de 400 CUC por mês. O salário mínimo em Cuba é de 420 pesos, ou cerca de 16 CUC. Por mês Yoani Sanchez gasta o equivalente a dois anos de salário mínimo em Cuba.<br />
Assim, a blogueira em Cuba gasta uma quantidade que corresponde a 25mil euros por mês, se fosse francesa, ou 300 mil euros anuais.<br />
De onde vem os recursos necessários para essas atividades?</p>
<p>Outras perguntas surgem de maneira inevitável:<br />
Como pode  Yoani Sanchez seguir  mais de 80 000 contas sem acesso permanente à Internet?<br />
Como conseguiu  se inscrever em diferentes contas,  cerca de 200 por dia em média desde junho de 2010, com picos de mais de 700 contas?<br />
Quantas pessoas realmente acompanham as atividades da oposição cubana na rede social?<br />
Quem financia a criação de contas falsas?<br />
Para quê?<br />
Quais são os interesses que estão por trás da figura de Yoani Sanchez?</p>
<blockquote><p>* Salim Lamrani, um graduado da Universidade de Sorbonne, é professor encarregado de cursos na Universidade Paris-Descartes e Universidade Paris-Est Marne-la-Vallée e jornalista francês, especialista nas relações entre Cuba e Estados Unidos. Autor de Fidel Castro, Cuba e Estados Unidos (2007) epadrões duplos. Cuba, a União Europeia e os Direitos Humanos(2008), entre outros livros.<br />
tradução do espanhol: Avelina Martinez<br />
de La Jornada</p></blockquote>
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		<title>Obama não concedeu entrevista à blogueira cubana</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 17:01:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Yoani Sanchez]]></category>

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		<description><![CDATA[O portal de notícias Cubadebate publicou hoje um documento revelado pelo Wikileaks que coloca em xeque a versão da blogueira cubana Yoani Sánchez, que faz oposição ao governo, de que o presidente dos Estados Unidos teria lhe respondido uma entrevista em 2009. Segundo o portal, que costuma publicar os artigos do ex-presidente Fidel Castro, não foi Obama que respondeu o questionário enviado pela blogueira, mas sim o Escritório de Interesses dos Estados em Cuba (Sina, na sigla em espanhol). ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2190" src="/files/2011/09/yoani-obama-dolares.jpg" alt="" width="300" height="250" />HAVANA, 5 SET (ANSA) &#8211; O portal de notícias Cubadebate publicou hoje um documento revelado pelo Wikileaks que coloca em xeque a versão da blogueira cubana Yoani Sánchez, que faz oposição ao governo, de que o presidente dos Estados Unidos teria lhe respondido uma entrevista em 2009.</p>
<p>Segundo o portal, que costuma publicar os artigos do ex-presidente Fidel Castro, não foi Obama que respondeu o questionário enviado pela blogueira, mas sim o Escritório de Interesses dos Estados em Cuba (Sina, na sigla em espanhol).</p>
<p>O site disponibilizou cópias das repostas dadas pelo Sina e a versão original publicada por Sánchez para mostrar o que, segundo eles, são diferenças &#8220;mínimas&#8221; entre as versões.</p>
<p>De acordo com documentos do Wikileaks, divulgados na semana passada, as perguntas foram enviadas, em espanhol e por e-mail, pela oposicionista em 28 de agosto de 2009, e as respostas devolvidas em 18 de novembro por um diplomata.</p>
<p>Estados Unidos e Cuba romperam as relações diplomáticas há meio século, mas os dois países mantêm, em suas capitais, escritórios que atuam em relação às gestões consulares e outros trâmites.</p>
<p>Yoani Sanchéz conquistou notoriedade internacional com seu blog Generación Y, no qual faz críticas à realidade cubana, o que a levou a ganhar prêmios na Europa e nos Estados Unidos, quase todos relacionados à luta pela liberdade de expressão.</p>
<p><strong>(ANSA)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Twitter de Chávez tem quase dois milhões de seguidores</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 02:05:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Chávez]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente Hugo Chávez conta com cerca de dois milhões de seguidores através de sua conta no twitter, o qual o consolida hoje como o mandatário latino-americano e o venezuelano mais lido na rede. Assim o informou Ysmel Serrano, coordenador da sala @chavezcandanga, durante um balanço oferecido em Venezuelana de Televisão depois de 16 meses da criação da conta.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2155" src="/files/2011/08/chavez-candanga.jpg" alt="" width="300" height="250" />O presidente Hugo Chávez conta com cerca de dois milhões de seguidores através de sua conta no twitter, o qual o consolida hoje como o mandatário latino-americano e o venezuelano mais lido na rede.</p>
<p>Assim o informou Ysmel Serrano, coordenador da sala @chavezcandanga, durante um balanço oferecido em Venezuelana de Televisão depois de 16 meses da criação da conta.</p>
<p>De acordo com os estimados, até a data um milhão 997 mil 376 pessoas de todo mundo seguem as mensagens do mandatário.</p>
<p>Serrano precisou que @chavezcandanga é uma das contas com mais réplicas pois recebe ao redor de mil 200 diárias.</p>
<p>A seu julgamento, uma das razões fundamentais para esse seguimiento responde a que desde a incorporação de Chávez à rede, a consolidou em um foro para a liberdade de expressão e o intercâmbio de ideias.</p>
<p>&#8220;A conta do presidente tem dado outro sentido às redes sociais. Deu-lhe carácter humano&#8221;, assegurou</p>
<p>O servidor público recordou que por meio dessa ferramenta tecnológica o Estadista se comunica de maneira direta com o povo, anuncia decisões de estado, aprova créditos, entre outras ações.</p>
<p>Assim mesmo, especificou que depois do anúncio do quadro clínico de Chávez, as mensagens recebidas em sua conta são positivos e para lhe transmitir desejos de pronta recuperação.</p>
<p>Também afirmou que a iniciativa motivou a outros governantes da região como Cristina Fernández (Argentina), Dilma Rousseff (Brasil), Juan Manuel Santos (Colômbia) e Rafael Correa (Equador).</p>
<p>No plano interno, vários ministros e governadores somaram-se ao uso da ferramenta, a qual também constitui um meio importante de comunicação para o povo, que o assumiu de maneira espontânea, assegurou.</p>
<p>Segundo adiantou o servidor público, as projeções indicam que para finais de 2012 os seguidores da conta presidencial atingirão a cifra de dois milhões e médio.</p>
<p>&#8220;Epa que tal? Apareci como o disse: à meia-noite. Para Brasil vou-me. E muito contente a trabalhar por Venezuela. Venceremos!!&#8221;, foi o primeiro tweet enviado pelo mandatário o 27 de abril de 2010, antes de partir a uma reunião com então homólogo, Luiz Inácio Lula Dá Silva.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>A opinião pública, entre o velho e o novo</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 16:25:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião pública]]></category>

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		<description><![CDATA[Atribuem à internet – sua velocidade, seu caráter interativo, sua “irresponsabilidade” (“Qualquer um pode escrever...”, tipo Cansei) – a decadência da imprensa escrita. Claro que isso tem parte da verdade. Quem lê no dia seguinte o que já tinha ido na internet no dia anterior – às vezes lê nos jornais 2 dias depois de ter lido na internet -, tem uma sensação de tempo perdido, de notícia requentada, de um mundo superado pela rapidez virtual.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Emir Sader</strong></p>
<p><em>A decadência irreversível da velha mídia e o surpreendente surgimento de novas modalidades de formação democrática da opinião pública</em></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1931" src="/files/2011/04/opinion.jpg" alt="" width="300" height="250" />Atribuem à internet – sua velocidade, seu caráter interativo, sua “irresponsabilidade” (“Qualquer um pode escrever&#8230;”, tipo Cansei) – a decadência da imprensa escrita. Claro que isso tem parte da verdade. Quem lê no dia seguinte o que já tinha ido na internet no dia anterior – às vezes lê nos jornais 2 dias depois de ter lido na internet -, tem uma sensação de tempo perdido, de notícia requentada, de um mundo superado pela rapidez virtual.</p>
<p>Além de que a internet, nas suas distintas modalidades, supera um dos problemas que permitiu o monopólio privado de algumas famílias, que pretendiam ser donas da formação da opinião pública, porque o investimento necessário para publicar um jornal ou uma revista é muito grande, enquanto que na internet é bastante pequeno ou quase nenhum.</p>
<p>A internet tornou-se assim um forte instrumento de democratização na circulação de informações, rompendo a fonte única e homogeneizadora das agências, assim como na interpretação dos fatos. A agenda nacional passa a ser disputada à velha mídia pelas novas formas, pluralistas, de expressão midiática, na internet.</p>
<p>Mas a razão de fundo da decadência irreversível da velha mídia está na sua falta total de credibilidade. A ponto de que atacaram implacavelmente o governo Lula e chegaram ao final de 8 anos com apenas 4% de rejeição do governo e 87% de apoio, o que vale também para medir a capacidade de influência da velha mídia sobre o povo brasileiro.</p>
<p>O melhor sintoma da decadência irreversível da imprensa escrita está na ausência dos jovens entre seus leitores, projetando a desaparição dessa modalidade de imprensa em um futuro não muito distante – porque se tornará inviável economicamente, depois de se tornar politicamente intranscendente.</p>
<p>Quando o jornal da ditabranda, dos carros emprestados à Oban e do “espectro do comunismo” me propôs escrever o artigo principal da página 3 em um domingo – em um reconhecimento claro que jornalistas seus tinham cometido graves erros que aumentam ainda mais a falta de credibilidade do jornal -, eu respondi que não me interessava. Que um artigo escrito em um blog, multiplicado pelos que os reenviam, mais seus ecos nos twitters e nos facebooks, além do twitcam, consegue muito mais leitores que um artigo em um jornal. Além de chegar aos jovens e aos setores dinâmicos da sociedade. Pesquisas mais recentes feitas pelo próprio jornal demonstram como seus leitores hoje são, em sua grande maioria, tucanos (os petistas abandonaram a leitura do jornal), dos grupos A e B, que representam a minoria da sociedade, com ausência absoluta de leitores jovens. Para a empresa interessa, porque são setores de maior poder aquisitivo, o que chama publicidade, mas se distanciaram ainda mais do Brasil real.</p>
<p>O jornal é muito chato, desinteressante, requentado, com cronistas que pararam nos ano 90, jurássicos, que se negam a acreditar que o país mudou, parecem todos iguais, repetem velhões chavões. Alguns jovens de idade, envelheceram prematuramente, incorporaram um ceticismo decadente, que chega rapidamente ao cinismo. Ficaram com os velhos tucanos como leitores, gente sem interesse e sem influência. Dai que tenham um caderno que se pretendem cultural que não é lido por ninguém, nem por eles mesmos.</p>
<p>Eu respondi à oferta que prefiro escrever aqui, propondo que a direção do jornal – que me ligou diretamente – mandasse um texto com suas opiniões, com o compromisso que seria publicado integralmente – o que eles não fazem -, mas que teriam que receber as opiniões dos leitores – interatividade a que eles não estão acostumados. Claro que não mandaram, odeiam a internet, estão irremediavelmente auto-excluidos do futuro da formação democrática da opinião pública.</p>
<div>
<p>Mas a velha mídia ainda constitui uma espécie de Exército regular- pesados, caros, lentos -, enquanto nós agimos com métodos de guerrilha, de estocadas, valendo-nos da mobilidade, da surpresa, da criatividade, do humor. Essa a grande batalha democrática entre o velho &#8211; que tenta sobreviver, com grandes dificuldades &#8211; , e o novo – que busca, com enormes esforços –criar os espaços democráticos e pluralistas que o novo Brasil requer.</p>
<p><strong>(Agencia Latinoamericana de Información)</strong></p>
</div>
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