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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Interferência</title>
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		<title>Díaz-Canel: Cuba não renuncia à sua soberania e independência</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Nov 2019 23:30:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Miguel Díaz-Canel]]></category>
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		<description><![CDATA[«Não somos intimidados por ameaças dos Estados Unidos, isso faz parte da política intervencionista contra Cuba. É deplorável que exortem seus diplomatas a violar o Direito Internacional e as leis dos Estados Unidos. Cuba não renuncia à sua soberania e independência ”, disse o presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, em sua conta no Twitter.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5663" alt="canel denuncia" src="/files/2019/11/canel-denuncia.jpg" width="300" height="241" />«Não somos intimidados por ameaças dos Estados Unidos, isso faz parte da política intervencionista contra Cuba. É deplorável que exortem seus diplomatas a violar o Direito Internacional e as leis dos Estados Unidos. Cuba não renuncia à sua soberania e independência ”, disse o presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, em sua conta no Twitter.</p>
<p>Não somos intimidados pelas ameaças dos EUA, elas fazem parte da política de interferência contra o #Cuba. É deplorável que ele exija que seus diplomatas violem o Direito Internacional e as leis dos próprios #EEUU. #Cuba não renuncia à sua soberania e independência. #SomosCuba pic.twitter.com/Wd4GFfnXCk</p>
<p>- Miguel Díaz-Canel Bermúdez (@DiazCanelB) 26 de novembro de 2019</p>
<p>O ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla, também se referiu ao fato: «O secretário de Estado dos EUA, que aplaude golpes e ignora assassinatos, atos de barbárie, repressão e violações dos direitos humanos de seus aliados, exorta sua embaixada em Cuba a intervir nos assuntos internos de um país soberano que não o permitirá», disse o chanceler.</p>
<p>O Estado dos #EEEU, que aplaude golpes e ignora assassinatos, atos de barbárie, repressão e violações do #DDHH por seus aliados, chama sua Embaixada em #Cuba para intervir nos assuntos internos de um país soberano. Isso não se permitirá. | #CubaEsNuestra</p>
<p>- Bruno Rodríguez P (@BrunoRguezP) 26 de novembro de 2019</p>
<p>Cuba havia denunciado essa campanha de difamação e desacreditação dirigida pelo governo dos Estados Unidos.</p>
<p>Utiliza como pretexto a detenção de um agente assalariado que serve os Estados Unidos, com uma longa história de ações provocativas contra a ordem pública e contra a legalidade. A embaixada dos Estados Unidos em Cuba tem sido o veículo fundamental de atenção, orientação e financiamento de sua conduta.</p>
<p>«A missão diplomática daquele país em Cuba e, em particular, seu encarregado de negócios, concentrou-se em (&#8230;) promover divisão e confusão em nosso povo, de identificar as áreas da economia contra as quais dirigir medidas coercitivas e na tentativa de caluniar e desacreditar a administração do governo cubano e da Revolução», disse uma nota publicada neste jornal em 20 de novembro.</p>
<p>Na terça-feira, 26 de novembro, EUA incluiu em sua lista unilateral de entidades sancionadas por ligações com a Venezuela à empresa cubana Corporación Panamericana S.A.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>A dupla moral do império</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jun 2019 18:13:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A nova escalada agressiva do governo dos Estados Unidos em relação a Cuba constitui mais uma reviravolta no bloqueio criminoso econômico, comercial e financeiro contra a Ilha maior das Antilhas, e seus efeitos, sentidos em toda a população cubana, prejudicam um setor da sociedade ao qual o império hipocritamente proclamou seu interesse em favorecer: os trabalhadores independentes.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5500" alt="Cuba Cruceros" src="/files/2019/06/Cuba-Cruceros.jpg" width="300" height="253" />A nova escalada agressiva do governo dos Estados Unidos em relação a Cuba constitui mais uma reviravolta no bloqueio criminoso econômico, comercial e financeiro contra a Ilha maior das Antilhas, e seus efeitos, sentidos em toda a população cubana, prejudicam um setor da sociedade ao qual o império hipocritamente proclamou seu interesse em favorecer: os trabalhadores independentes.</p>
<p>A CTC e os sindicatos manifestam a sua disposição de continuar representando este segmento de trabalho e defender os seus direitos, como os de todos os trabalhadores, e renova a sua condenação à crescente hostilidade do arrogante vizinho do Norte, em seu desejo obsessivo de render a Pátria de Martí pôs em vigor, em todas as suas partes, a monstruosidade legislativa da Helms-Burton.</p>
<p>Para o adversário, deve ficar claro que o que foi construído nos 60 anos da Revolução é muito maior do que tudo o que foi nacionalizado e é patrimônio do povo e dos trabalhadores, conforme expresso na Constituição da República de Cuba.</p>
<p>Nestes dias podem encontrar-se manifestações de nojo de membros do setor não-estatal, incluindo transportadoras privadas, locadores de moradias, quartos e espaços; processadores de alimentos e vendedores, ou fabricantes de artesanato típico, perante a medida da administração Trump de proibir a chegada ao nosso arquipélago de barcos de todos os tipos dos Estados Unidos e navios de cruzeiro.</p>
<p>Exemplo desse desconforto é o critério de Hector Garcia, motorista de táxi da Carros Antigos Clássicos Conversíveis, que entrevistado pela Agência Cubana de Notícias considerou «totalmente loucos e absurdos estes novos regulamentos» e assinalou que a economia de muitas famílias será seriamente afetada, porque grande parte de sua receita monetária vinha desse segmento. Portanto, os proprietários dos mais de 300 carros clássicos ou de luxo associados a essa agência, como tantos locadores, «estamos preocupados com o futuro que nos espera».</p>
<p>E é que o interesse dos norte-americanos em conhecer a realidade desta nação demonizada por seu governo e o único país ao qual não podem acessar como turistas alarmou a Casa Branca: em 2018, somaram 650 mil que nos visitaram, os quais chegaram em grande parte por meio dos cruzeiros.</p>
<p>A redução drástica de visitantes desse país, incluindo a eliminação das viagens educativas «povo a povo», juntamente com a limitação do envio de remessas, o obstáculo que implica a obrigação de viajar a terceiros países para solicitar um visto se desejarem visitar os Estados Unidos e outras restrições da administração Trump, não só afetam os lucros dos trabalhadores independentes, mas também dificultam a aquisição de financiamento e insumos para o apoio de seus negócios e sua contribuição para a economia nacional e suas prioridades.</p>
<p>Tais consequências revelam a dupla moral do império, que outrora quis usar o setor não estatal de Cuba, os «empreendedores», como os chamou, como ponta de lança contra o projeto socialista que vem se desenvolvendo há mais de meio século nesta terra Eles desconsideraram que esses trabalhadores não são alheios ao modelo econômico cubano, ao contrário, eles são atores importantes cujo desempenho foi sujeito a sucessivas melhorias e agora representam 13% da população economicamente ativa.</p>
<p>Por acaso as medidas de Trump em relação a Cuba não constituem um sério revés para o trabalho de 595.559 pessoas sob esta forma de gestão, das quais 32% são jovens, 35% são mulheres e 10% são aposentadas?<br />
Mas a preocupação de Héctor pelo futuro não pode desestimular a busca de novas iniciativas. Nós, cubanos, sempre soubemos como chegar à frente em situações muito difíceis e a situação atual não será uma exceção.</p>
<p>Em seu recente 21º Congresso, a CTC analisou as melhores formas de representar o setor não-estatal, de acordo com suas particularidades, e o movimento sindical tem a missão de acompanhar suas dúvidas, canalizar suas preocupações e garantir que seu trabalho, seja qual for o setor , aumente.</p>
<p>A CTC e os sindicatos continuarão sendo os portadores de seus interesses, como sempre fizeram com todos os trabalhadores, e transmitirão confiança em sua importância e capacidade de contribuir para a batalha econômica que é o principal desafio de hoje.</p>
<p>Denunciando a dupla moral do império perante o setor não-estatal, a Central dos Trabalhadores de Cuba ratifica a vontade do movimento sindical de acompanhá-los no caminho da nação cubana para alcançar um socialismo próspero e sustentável, essa prosperidade que não só aponta a realização individual, divorciada dos interesses coletivos, como defendida pelos defensores do capitalismo, mas para a felicidade de todos.</p>
<p>Esse propósito não pode ser impedido por qualquer armadilha, tropeção ou manobra do Sr. Trump.</p>
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		<title>Linhas de mensagens sobre a Lei Helms-Burton</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/06/05/linhas-de-mensagens-sobre-lei-helms-burton/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 17:43:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Helms Burtton Law]]></category>
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		<description><![CDATA[Informação relacionada: Em 12 de Março de 1996, o presidente dos Estados Unidos da América, William Clinton, assinou a Lei Pública Nº. 104-114, “Lei para a liberdade e a solidariedade democráticas cubanas (Lei Liberdade) de 1996”, conhecida popularmente como Helms-Burton, pelo nome dos seus patrocinadores republicanos: o senador de Carolina do Norte, Jesse Helms e o representante por Indiana, Dan Burton.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5491" alt="cartel HB" src="/files/2019/06/cartel-HB.jpg" width="300" height="233" />• A Lei Helms-Burton, em vigor desde 1996, codificou o bloqueio contra Cuba e fortaleceu o seu alcance extraterritorial.</p>
<p>Informação relacionada: Em 12 de Março de 1996, o presidente dos Estados Unidos da América, William Clinton, assinou a Lei Pública Nº. 104-114, “Lei para a liberdade e a solidariedade democráticas cubanas (Lei Liberdade) de 1996”, conhecida popularmente como Helms-Burton, pelo nome dos seus patrocinadores republicanos: o senador de Carolina do Norte, Jesse Helms e o representante por Indiana, Dan Burton.</p>
<p>• A Lei Helms-Burton constitui um ataque directo à soberania de Cuba e ao seu sistema político e económico.</p>
<p>Informação relacionada: A Lei Helms-Burton consta de quatro títulos:</p>
<p> O Título I está encaminhado a fortalecer internacionalmente a aplicação do bloqueio e das sanções económicas contra Cuba.</p>
<p> O Título II estabelece uma espécie de plano de “transição” política em Cuba e de intervenção dos E.U.A. no destino do nosso país.</p>
<p> O Título III faz referência a que os reclamantes de propriedades que foram nacionalizadas ou expropriadas em Cuba, incluindo os que nesse momento não eram estadunidenses, devem ser protegidos. Para tal, estabelece um grupo de normas que inclui a possibilidade de demandar perante tribunais dos Estados Unidos a entidades que “trafiquem” com essas propriedades. A possibilidade de demandar aos beneficiários do “tráfico” tem sido suspensa consistentemente desde 1996 até a atualidade.</p>
<p> O Título IV proíbe a entrada aos Estados Unidos de executivos e os seus familiares e de proprietários de entidades que “trafiquem” com as propriedades nacionalizadas ou expropriadas.</p>
<p>• A Lei Helms-Burton pretende internacionalizar o bloqueio unilateral dos Estados Unidos contra Cuba.</p>
<p>Informação relacionada: A Lei Helms-Burton pretende internacionalizar o bloqueio através de medidas coercivas contra terceiros países, visando interromper as suas relações de investimento e comerciais com Cuba e submeter esses Estados soberanos à vontade dos Estados Unidos.</p>
<p>• A Lei Helms-Burton pretende anular o direito soberano de um país à nacionalização e expropriação de bens de estrangeiros e nacionais.</p>
<p>• A Lei Helms-Burton pretende impedir que cada nação determine soberanamente e, em conformidade com o direito internacional, os termos da compensação.</p>
<p>• O objectivo da Lei Helms-Burton é impor um governo em Cuba, recuperar o domínio dos Estados Unidos sobre a ilha e incorpora-la à sua estratégia geopolítica.</p>
<p>Informação relacionada: A referida pretensão tem a sua linha de continuidade nos múltiplos instrumentos e mecanismos empregues pelos Estados Unidos da América para este fim durante 12 administrações diferentes. A Lei Torricelli de 1992 e o Plano Bush de 2004 são uma amostra palpável disso.</p>
<p>Título III da Lei Helms-Burton.</p>
<p>• Em 16 de Janeiro de 2019, o Departamento de Estado dos E.U.A. anunciou a decisão de suspender por apenas 45 dias a aplicação do Título III da Lei Helms-Burton, contrário à prática assumida desde 1996 pelos presidentes estadunidenses, quem tinham feito uso da sua faculdade executiva de suspender a aplicação do referido título cada seis meses.</p>
<p>• Em 4 de Março de 2019, o Departamento de Estado dos E.U.A. anunciou que estenderia por 30 dias a suspensão da aplicação das acções legais concebidas pelo Título III da Lei Helms-Burton. Também transcendeu a decisão de permitir, ao abrigo deste capítulo, que se apresentem demandas judiciais em tribunais dos Estados Unidos contra empresas incluídas na Lista de Entidades Cubanas Restringidas, o que constitui uma escalada na conduta agressiva da atual Administração para com o nosso país.</p>
<p>• A medida atenta directamente contra as entidades cubanas, procurando asfixiar a economia do país e impor entraves adicionais ao seu desenvolvimento. Por enquanto, não se afectam os interesses de importantes parceiros comerciais dos E.U.A. que pela sua vez têm presença em Cuba.</p>
<p>• O anúncio do passado 4 de Março não significa, precisamente, uma decisão final em relação com a aplicação do Título III para Cuba. O prazo dos 30 dias da sua suspensão será aproveitado para avaliar novas alternativas, para que se possa continuar aplicando este capítulo de maneira parcial, inclusive total.</p>
<p>• O anúncio da ampliação da Lista de Entidades Cubanas Restringidas procura impactar negativamente em duplo sentido, dada as implicações que de por si gera a inclusão na Lista e pelo incremento de demandas que se poderiam produzir nas cortes estadunidenses ao abrigo do Título III.</p>
<p>• Não é descartável que as acções legais concebidas pelo Título III se ativem em prejuízo dos investidores estrangeiros em Cuba, o que reforçaria o bloqueio, violaria flagrantemente o direito internacional e atacaria directamente a soberania e os interesses de terceiros países.</p>
<p>• O objectivo de asfixiar economicamente a Revolução cubana e eliminar o socialismo tem sido comum a todos os governos estadunidenses.</p>
<p>• Se o Título III da Lei Helms-Burton fosse aplicado qualquer cubano ou cubana e cada comunidade do país veriam como se apresentam perante tribunais dos E.U.A. demandas pela propriedade da moradia que ocupam, o local de trabalho onde laboram, a escola à que assistem os seus filhos, a policlínica onde recebem atenção médica e os terrenos sobre os que se edificam os seus bairros.</p>
<p>• O Título III da Lei Helms-Burton pretende usurpar a Cuba a riqueza do país, a infra-estrutura, as terras cultiváveis, as indústrias, os recursos mineiros, o potencial energético e as bases sobre as que se desenvolvem a ciência e a tecnologia e se oferecem os serviços à população.</p>
<p>O Plano Bush e a Lei Helms-Burton.</p>
<p>• O Plano Bush foi a implementação das ideias fundamentais do Título II da Lei Helms-Burton.</p>
<p>Informação relacionada: O Plano Bush constituiu a política oficial do governo dos Estados Unidos para com Cuba durante o mandato de George W. Bush.</p>
<p>Foi um plano intervencionista destinado a tentar derrocar a Revolução e a desmantelar o sistema constitucional cubano, em franco desprezo aos princípios consagrados pelo Direito Internacional e a Carta das Nações Unidas.</p>
<p>Não se limitou a recomendar as medidas que considerou necessárias para derrocar o governo revolucionário cubano, senão que descreve o esquema que deveria ser aplicado para apagar todo vestígio de socialismo, reinstaurar o sistema capitalista em Cuba e criar as condições para propiciar a anexação do país aos Estados Unidos.</p>
<p>Constituiu a legitimação da chamada doutrina Bush de “mudança de regime” para o caso de Cuba e representou uma escalada na agressividade do governo dos Estados Unidos contra o nosso país. Foi emitido em Maio de 2004 e atualizado em Julho de 2006.</p>
<p>• Tanto a implementação do Plano Bush, como a activação do Título III da Lei Helms-Burton são violatórios do Direito Internacional e têm como objectivo derrocar a Revolução cubana.</p>
<p>• Tal e como a atual política do Presidente Trump, o Plano Bush implicou um recrudescimento ainda maior do bloqueio, uma intensificação da subversão e da guerra propagandística, e um reforço da ofensiva dos Estados Unidos da América para internacionalizar a sua política contra Cuba.</p>
<p>• Uma das medidas fundamentais propostas no plano Bush era a aplicação total ou selectiva do Título III da Lei Helms-Burton. Contudo, Bush suspendeu cada seis meses a sua aplicação.</p>
<p>• O Plano Bush abrangia como medidas do “governo de transição” a privatização dos serviços de saúde e educação; a eliminação do sistema de segurança social; a devolução das propriedades nacionalizadas aos cidadãos estadunidenses e aos cubanos que posteriormente adquiriram a nacionalidade daquele país, entre outras acções, que deitariam por terra todos os avanços sociais do nosso sistema.</p>
<p>• Com o Plano Bush os Estados Unidos reforçaram a ofensiva para promover a sua política contra Cuba e tentar de conseguir apoio internacional, como mesmo estão a tentar atualmente altos funcionários da administração Trump.</p>
<p>• A retórica hostil do atual governo dos E.U.A. para com Cuba tende a retomar o carácter agressivo do Plano Bush e da Lei Helms-Burton, sendo ambos os documentos contrários a toda norma do direito internacional e das relações entre nações.</p>
<p>• O conjunto de medidas que constam tanto no Plano Bush quanto no Título II da Lei Helms-Burton esboça o que constituiria uma acção de ingerência aberta nos assuntos internos de Cuba e o alento à subversão contra-revolucionária.</p>
<p>• O conteúdo do Plano Bush e do Título I da Lei Helms-Burton assinalam abertamente o interesse dos E.U.A. em promover a chamada dissidência, incrementar as transmissões radiais e televisivas ilegais a Cuba, estrangular a economia nacional, fazer publicidade da suposta ameaça militar de Cuba e incrementar as campanhas internacionais para desprestigiar o nosso governo.</p>
<p>• A criação de uma Força de Tarefa pelo atual governo estadunidense para alargar o acesso à internet em Cuba procura subverter a ordem interna e propiciar um canal para a desestabilização, tal como o formularam documentos de administrações passadas (Plano Bush ou o Título I da Lei Helms-Burton).</p>
<p>• O governo estadunidense concretiza os seus propósitos de ingerência expostos em documentos como o Plano Bush ou o Título I da Lei Helms-Burton, mantendo as transmissões radiais e televisivas ilegais, bem como os fundos milionários destinados a este e outros projectos que violam a ordem constitucional cubana e atentam contra a nossa soberania, independência e integridade territorial.</p>
<p>• Os planos do governo dos E.U.A. de promover um governo de transição em Cuba recolhidos no Plano Bush ou na Lei Helms-Burton parecem reaparecer no contexto atual para ser aplicados no nosso país e na Venezuela.</p>
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		<title>Não serão capazes de nos parar: vamos viver e vamos vencer</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 17:40:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A agressividade da administração Trump contra o nosso país parece não ter fim. Às sanções já anunciadas em 17 de abril e à ativação do Título III da Lei Helms-Burton, na terça-feira somou-se a decisão do Departamento do Tesouro de não permitir as viagens culturais e educacionais de contato com o povo cubano, mais conhecidas como «people to people», e outras relacionadas aos serviços de viagem e transporte, remessas, bancos, negócios e telecomunicações, entre outros.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5489" alt="Medidas TRUMP CUBA" src="/files/2019/06/Medidas-TRUMP-CUBA.jpg" width="300" height="248" />A agressividade da administração Trump contra o nosso país parece não ter fim. Às sanções já anunciadas em 17 de abril e à ativação do Título III da Lei Helms-Burton, na terça-feira somou-se a decisão do Departamento do Tesouro de não permitir as viagens culturais e educacionais de contato com o povo cubano, mais conhecidas como «people to people», e outras relacionadas aos serviços de viagem e transporte, remessas, bancos, negócios e telecomunicações, entre outros.</p>
<p>De acordo com um comunicado divulgado por esse Departamento, são proibidas as viagens a Cuba para aviões privados e corporativos, navios de cruzeiro, veleiros, barcos de pesca e embarcações semelhantes, apesar de uma «isenção» em certas visitas educacionais de grupo, previamente autorizadas, daqueles que completaram, pelo menos, uma transação relacionada à viagem, como a compra de um bilhete ou a reserva de acomodação, a ser executada antes de 5 de junho. Estarão autorizadas a viajar para a Ilha aeronaves civis que operem com Certificados de Transportadoras Aéreas ou outras especificações da Administração Federal da Aviação.</p>
<p>Os Estados Unidos, país que é o arquiteto da democracia e defensor dos direitos humanos, até então permitiram que seus cidadãos viajassem a Cuba para visitas governamentais, atividades da mídia ou centros de pesquisa, projetos educacionais, religiosos e médicos, entre outros. Agora, pretende impor um novo muro de contenção à relação entre nossos dois povos, ignorando os laços históricos que nada têm a ver com irracionalidade e desrespeito.</p>
<p>Para o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, as novas restrições apenas pretendem parar «o papel desestabilizador de Cuba na América Latina», porque está «preocupado» com o apoio fornecido pela Ilha maior das Antilhas à Venezuela e Nicarágua.</p>
<p>Pelo que devem estar preocupados, na verdade, é com o exemplo de Cuba perante o mundo, uma pequena Ilha que há mais de 60 anos enfrenta o maior império que a história já conheceu, e que estende sua mão amiga a todos os povos que precisem dela, não com o que nos resta, mas mesmo com o que nos falta, como disse o general-de-exército Raúl Castro Ruz.</p>
<p>O chanceler cubano, Bruno Rodríguez Parrilla disse na terça-feira em sua conta no Twitter que as diferenças devem sempre ser resolvidas com base no diálogo e na cooperação e sob a estrita aplicação do Direito Internacional, e rejeitou fortemente as novas sanções, pois «procuram sufocar a economia e danificar o padrão de vida dos cubanos para arrancar concessões políticas de nós. Eles falharão novamente».</p>
<p>O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, garantiu que Cuba não será intimidada ou distraída por novas ameaças e restrições. «Trabalho, criatividade, esforço e resistência é a nossa resposta. Eles não foram capazes de nos sufocar. Eles não podem nos parar. Nós vamos viver e vamos vencer», disse.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<item>
		<title>A Venezuela não está sozinha, seu povo e a comunidade internacional a acompanham</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jan 2019 22:29:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O povo venezuelano continua em mobilização, como pediu seu legítimo presidente, Nicolás Maduro, para defender a soberania, paz e a constitucionalidade do projeto bolivariano naquele país, atacado novamente na última quarta-feira, 23 de janeiro, por um golpe organizado e patrocinado pelo governo dos Estados Unidos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5429" alt="Maduro golpe" src="/files/2019/02/Maduro-golpe.jpg" width="300" height="251" />O povo venezuelano continua em mobilização, como pediu seu legítimo presidente, Nicolás Maduro, para defender a soberania, paz e a constitucionalidade do projeto bolivariano naquele país, atacado novamente na última quarta-feira, 23 de janeiro, por um golpe organizado e patrocinado pelo governo dos Estados Unidos.</p>
<p>Na quinta-feira, 24, durante a abertura do ano judicial venezuelano, Maduro disse O povo venezuelano continua em mobilização, como pediu seu legítimo presidente, Nicolás Maduro, para defender a soberania, paz e a constitucionalidade do projeto bolivariano naquele país, atacado novamente na última quarta-feira, 23 de janeiro, por um golpe organizado e patrocinado pelo governo dos Estados Unidos.que, de acordo com a Constituição venezuelana, «não há nenhuma razão para considerar a falta de cargo», aduzida pelo deputado Juan Guaidó para se proclamar presidente no comando.</p>
<p>Na Carta Magna são declaradas como faltas absolutas do presidente: «morte, renúncia, demissão decretada por sentença do TSJ ou deficiência física ou mental e nenhum desses casos existe», disse o presidente.</p>
<p>GOVERNADORES, SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, O PODER ELEITORAL E O CIDADÃO APOIAM A CONSTITUIÇÃO</p>
<p>O Poder Eleitoral da Venezuela, representado pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), exigiu respeitar a vontade do povo que constitucionalmente elegeu o seu presidente, em maio de 2018. «O CNE repudia e condena a completa ignorância e violação da ordem constitucional, evidenciada em 23 de janeiro», disse Tibisay Lucena, sua presidenta.</p>
<p>Maikel Moreno, presidente do Supremo Tribunal de Justiça, afirmou que o sistema judicial reconhece a autoridade de Nicolás Maduro como presidente constitucional e ignora a usurpação do cargo com o sério propósito de contornar a vontade do povo.</p>
<p>Também o Procurador Geral, Tarek William Saab, em nome do Poder Cidadão, condenou a tentativa de golpe da direita e expressou apoio irrestrito ao Executivo.</p>
<p>Segundo a PL, os governadores de 19 estados venezuelanos pediram a preservação da paz, o respeito à democracia e a soberania do país sul-americano e rejeitaram atos violentos favorecidos pelos opositores. O pronunciamento foi divulgado pelo governador do estado de Miranda, Héctor Rodríguez. «As forças de segurança do país são mobilizadas para garantir a paz do povo», disse.</p>
<p>Qualificou a oposição de irresponsável, ao permitir a interferência estrangeira e instou a população a não se deixar contaminar pelo ódio da direita.</p>
<p>MADURO RATIFICADO COMO SEU COMANDANTE-CHEFE</p>
<p>Os comandantes das Regiões Estratégicas de Defesa Integral (REDIs) da Venezuela ratificaram seu apego à Constituição e o apoio ao presidente Nicolás Maduro, como seu comandante-chefe. O principal representante da REDI Ocidental, Fabio Zavarce, rejeitou a interferência internacional nos assuntos venezuelanos e ratificou seu apoio ao chefe de Estado. Da região dos Andes, Manuel Bernal expressou a lealdade e subordinação das unidades operacionais sob seu comando ao governo constitucional do país sul-americano.</p>
<p>Enquanto isso, o comandante da REDI Los Llanos, Víctor Palacios, enfatizou a «estrita adesão à Magna Carta e às leis da Venezuela» dos órgãos militares que ele dirige, o que reafirmou em Aragua, o chefe do REDI Central, Domingo Hernandez Antes. O ministro da Defesa, Vladimir Padrino, disse que «a FANB defenderá a Constituição venezuelana como garantidora da soberania nacional».</p>
<p>A COMUNIDADE INTERNACIONAL DIANTE DA INTERFERÊNCIA NA VENEZUELA</p>
<p>Os países membros da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (ALBA-TCP) apoiaram e reconheceram o presidente Maduro, dadas as ameaças de golpe de Estado promovidas pelos Estados Unidos. Reiteraram em um comunicado que só reconhecerão como representantes da Venezuela, nos âmbitos multilateral e bilateral, os funcionários diplomáticos indicados pelo Poder Executivo da Venezuela, chefiado pelo presidente Maduro, e enfatizaram que não reconhecerão presença alguma, nas organizações multilaterais, de nenhum representante que seja resultado da violação dos atuais regulamentos legais venezuelanos, por parte de um suposto governo paralelo.</p>
<p>Telesur relata que o presidente russo Vladimir Putin falou por telefone com Maduro, expressando seu apoio. O líder russo enfatizou: «Uma intervenção externa destrutiva viola as normas fundamentais do direito internacional». Na conversa, ele se expressou a favor de encontrar soluções no âmbito do campo constitucional. Os dois chefes de Estado confirmaram sua disposição de continuar a cooperação em vários campos.</p>
<p>O governo da Nicarágua disse em um comunicado: «A Grande Pátria não se curva, fica orgulhosa, com o Amor de seus Povos. Geminados na ALBA, somos todos da Venezuela. A América Latina e o Caribe, berço de grandes e luminosos seres, reivindicam dignidade e grandeza contra o império».</p>
<p>«A China apoia os esforços do governo da Venezuela para manter sua soberania, independência e estabilidade», disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, em entrevista coletiva. «Seguimos o princípio da não-interferência nos assuntos internos de outros países, nos opomos à interferência estrangeira nos assuntos internos da Venezuela e esperamos que a comunidade internacional siga também esse princípio», concluiu.</p>
<p>«O Irã apoia o governo e a nação da Venezuela em face de qualquer interferência estrangeira nos assuntos internos do país ou qualquer outro ato ilegítimo e ilegal, incluindo uma tentativa de golpe de Estado», disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Bahram Qasemi. O ministério das Relações Exteriores da Síria expressou sua solidariedade com a Venezuela e com Maduro, condenando a interferência dos Estados Unidos.</p>
<p>O Partido Comunista da Índia também criticou esta intervenção e exortou os povos do mundo a mostrar solidariedade ao povo venezuelano. O Partido Comunista Francês e organizações sociais como o Círculo Bolivariano de Paris e o Coletivo ALBA-TCP França, a Frente Guasu do Paraguai e a esquerda alemã fizeram o mesmo.</p>
<p>Evo Morales pronunciou-se em sua conta no Twitter: «Nossa solidariedade com o povo venezuelano e o irmão Nicolás Maduro, nestas horas decisivas em que as farpas do imperialismo buscam novamente ferir de morte a democracia e a autodeterminação dos povos da América do Sul. Nunca mais vamos ser o quintal dos EUA». Também o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan, manifestou seu apoio e respaldo frente aos ataques da oposição venezuelana.</p>
<p>O porta-voz da secretaria das Relações Exteriores do México anunciou que o governo do presidente Andrés Manuel López Obrador não prevê mudanças em sua política exterior relativamente à Venezuela e reconhece Nicolás Maduro como presidente legítimo.</p>
<p>Da Rússia, o senador do Conselho da Federação desse país, Andréi Klímov, assegurou que o governo do presidente Vladimir Putin não prevê nenhuma mudança na política exterior do Kremlin a respeito da Venezuela.</p>
<p>A Frente Brasil Popular que reúne um grupo de organizações políticas ofereceu seu apoio mediante as redes sociais, enquanto que outros agrupamentos se reuniram na embaixada da Venezuela em Bulgária para externar sua solidariedade ao povo dessa nação e ao seu legítimo presidente.</p>
<p>Os EUA pediram ao Conselho de Segurança da ONU que se reunisse em 25 de janeiro, para discutir a situação na Venezuela. Esse chamado é, além do ridículo, é hipócrita, porque o convocador é o que provocou o que está acontecendo na nação bolivariana, organizado a partir da cadeira do seu presidente, com seus mais altos cargos como executores da ordem de golpe.</p>
<p>As redes sociais foram inundadas com memes imperdíveis sobre isso, em franca denúncia da interferência da administração Trump. Um deles diz:</p>
<p>«Você quer ser presidente sem passar por uma eleição popular desconfortável, ligue para 1 800 Mike Pence, garantia no momento».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Exigem no mundo fechamento das bases militares estadunidenses</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Feb 2018 17:02:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bases Militares]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[PARA o próximo dia 23 de fevereiro, coincidindo com o 115º aniversário da ocupação de uma parte do território de Guantánamo por uma base naval dos Estados Unidos, várias agrupações pacifistas planejam realizar um grande protesto, em nível mundial, para reclamar o fechamento desse enclave militar.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4767" alt="Bases militares" src="/files/2018/02/Bases-militares.jpg" width="300" height="232" />PARA o próximo dia 23 de fevereiro, coincidindo com o 115º aniversário da ocupação de uma parte do território de Guantánamo por uma base naval dos Estados Unidos, várias agrupações pacifistas planejam realizar um grande protesto, em nível mundial, para reclamar o fechamento desse enclave militar.</p>
<p>Com variadas iniciativas que compreendem a mobilização popular, mensagens nos meios alternativos da imprensa e, onde se permita utilizar os canais de informação tradicional, serão convocados concertos, atividades culturais ou qualquer outra modalidade para chamar a atenção sobre estes temas da opinião pública, principalmente do povo estadunidense.</p>
<p>Uma das ações será utilizar as redes sociais do Twitter, com mensagens claras, sob os hashtags: #ReturnGuantanamotoCubanow; #USOutofGuanatamo; #EEUUFueradeGuantanamo; #DevuelvanGuantanamoaCubaYa!; com inclusão na conta do presidente Donald Trump @POTUS</p>
<p>Isso faz parte dos acordos adotados na conferência celebrada na Universidade de Baltimore, no estado norte-americano de Maryland, entre 12 e 14 de janeiro último, a qual tratou do tema da necessidade de fechar os centros de operações bélicas dos EUA, situados em todo o mundo.</p>
<p>O evento foi organizado pela Coligação Contra as Bases Militares Estrangeiras Estadunidenses, sob o lema: «Que sejam fechadas todas as bases militares estadunidenses em outros países!».</p>
<p>A resolução final sobre o tema da base militar em Guantánamo, visualizada no site: http://noforeignbases.org/wp-content/uploads/2018/01/Resolution-on-Guantanamo.pdf, adverte: «…a Coligação Contra as Bases Militares Estrangeiras Estadunidenses faz um apelo unânime ao movimento global pela paz para organizar, em 23 de fevereiro de 2018, ações que peçam aos Estados Unidos retirarem imediatamente todas suas forças e pessoal da baía de Guantánamo e imediatamente declararem nulos ou não válidos TODOS os acordos que impedem o controle cubano da baía de Guantánamo».</p>
<p>O capítulo cubano do Comitê Internacional pela Paz, a Justiça e a Dignidade dos Povos publicou o boletim de 27 de janeiro, em espanhol e inglês, sobre estes temas, que já conta com a adesão de valiosos intelectuais e artistas, entre os que se encontra o Prêmio Nobel da Paz da Argentina Adolfo Pérez Esquivel.</p>
<p>Ainda, pediu a outras organizações do mundo reproduzir o documentário do realizador Hernando Calvo Ospina: Todo Guantánamo es Nuestro, traduzido a inúmeras línguas, para depois promover um debate a esse respeito.</p>
<p>O material audiovisual explica como a Base Naval em Guantánamo é foco permanente de ameaça, provocação e violação da soberania nacional cubana.</p>
<p>As atividades continuarão durante o ano todo, segundo divulga o site www.NoForeignBases.org, com acontecimentos importantes para 14 e 15 de abril, para lembrar o Dia da Terra (22 de abril) e para 1º de Maio, Dia Internacional dos Trabalhadores.</p>
<p>No mundo existem 860 bases militares estadunidenses em 144 países. Essas instalações foram criadas sob o pretexto de garantir a segurança frente aos grupos armados, para combater o narcotráfico e o tráfico de pessoas.</p>
<p>Realmente, foram muito efetivas para sufocar as tentativas de mudanças sociais em países que se afastem do capitalismo e dos interesses da Casa Branca. Hoje, nossos povos necessitam de uma mudança na visão política e hegemônica dos Estados Unidos para alcançar índices maiores de desenvolvimento humano. Enquanto se invista na guerra e não na paz, estamos perante o perigo latente de ter os meios para fazer desaparecer o planeta Terra em segundos.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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