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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Infância</title>
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		<title>Crianças vítimas do mesmo vitimizador</title>
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		<pubDate>Thu, 30 May 2019 17:16:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O menino venezuelano Geovanny e o iraquiano Qasim nunca se encontraram. O primeiro, de seis anos, teve seu pequeno coração paralisado enquanto esperava por um transplante de medula óssea em um hospital italiano, por meio de um acordo com a empresa estatal venezuelana PDVSA, mas Donald Trump ordenou que fosse bloqueado o dinheiro da nação bolivariana nos bancos europeus e o menino morreu sem saber por que sancionaram seu país.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5477" alt="Niños" src="/files/2019/06/Niños.jpg" width="300" height="233" />O menino venezuelano Geovanny e o iraquiano Qasim nunca se encontraram. O primeiro, de seis anos, teve seu pequeno coração paralisado enquanto esperava por um transplante de medula óssea em um hospital italiano, por meio de um acordo com a empresa estatal venezuelana PDVSA, mas Donald Trump ordenou que fosse bloqueado o dinheiro da nação bolivariana nos bancos europeus e o menino morreu sem saber por que sancionaram seu país.</p>
<p>O menino iraquiano Qasim Al-Kazim teve uma de suas pernas amputada, depois de um ataque terrorista do chamado Estado Islâmico. Seu sonho de ser um bom jogador de futebol foi cortado. Mas ele viveu sua maior emoção quando foi levado para Moscou e lá participou e deixou inaugurado, com um primeiro chute da bola, um jogo de futebol entre as equipes russas Spartak e Ufa.</p>
<p>São dois exemplos de vítimas afetadas pelo mesmo vitimizador: o terrorismo, seja fundamentalista como no Iraque, ou o terrorismo de Estado aplicado pelo governo dos EUA, aquele que trava guerras e pune, mas que devia ser julgado como tal.</p>
<p>Saber que cada dia centenas de milhares de crianças são afetadas por guerras ou por sanções econômicas impostas por Washington contra países cujos governos não são compatíveis com o modelo que querem implementar, é talvez a parte mais triste e comovente de um balanço, mesmo superficial, das últimas ações de quem governa na Casa Branca.</p>
<p>Venezuela, Iraque, Síria, Líbia, Iêmen, Afeganistão, países em sua maioria com recursos energéticos ou pontos estratégicos na geopolítica dos EUA, estão sendo desestabilizados ou tentam conquistá-los no século XXI. Sua infraestrutura é destruída e se tenta sufocá-los com cruéis sanções econômicas e financeiras, que fazem parte do plano imperial de dominar o mundo.</p>
<p>Ao Afeganistão os Estados Unidos enviaram tropas e armas sofisticadas, em busca dos talibãs que continuam dominando parte do vasto país, um dos mais pobres do planeta. Em Líbia, além de massacrar seu presidente, transformaram o país em um estado fracassado que até hoje ninguém tem controle sobre ele. O petróleo trouxe com seu cheiro os conquistadores estrangeiros que já o desfrutam.</p>
<p>No Iêmen, onde 80% de seus 24 milhões de habitantes precisam de ajuda urgente — segundo a ONU — o número de crianças mortas aumentou de 900 para mais de 1.500, entre o ano passado e o atual. A Síria luta contra dois inimigos: o terrorismo do Estado Islâmico e o aplicado pelo Pentágono com o bombardeio de sua aviação que mata crianças, mulheres e idosos e que ilegalmente mantém mais de mil soldados naquele país. A Venezuela, cobiçada por seu petróleo e outras riquezas, tornou-se o principal foco de atenção internacional, depois que o presidente dos Estados Unidos e sua equipe de falcões, a miserável OEA e alguns governos da região se comprometeram com um plano de golpe de Estado.</p>
<p>A morte nestes dias passados da criança Geovanny, de apenas seis anos, movimentou o país bolivariano e a comunidade internacional. Outras 26 crianças venezuelanas estão esperando na Europa para descongelar os fundos da PDVSA, depois de terem sido enviadas pelo governo revolucionário para salvar suas vidas e agora sofrem a incerteza de que poderia acontecer a elas o que aconteceu com Geovanny.</p>
<p>O povo norte-americano, que também tem filhos — muitos dos quais morrem por causa de tiroteios nas escolas ou são enviados à guerra — deve sentir-se abalado, ao ouvir casos como estes e muitos outros que morrem por causa das armas e sanções de seu governo.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba campeã em direitos da infância, afirma Unicef</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2018 17:57:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[UNICEF]]></category>

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		<description><![CDATA[Cuba é campeã a nível mundial na promoção e proteção de direitos da infância, afirmou a diretora regional da Unicef para a América Latina e o Caribe, María Cristina Perceval. Durante um foro realizado recentemente nesta capital a respeito dos direitos das crianças a crescerem em família, Perceval dialogou com a Prensa Latina sobre os avanços da maior das Antilhas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4853" alt="cubaunicef" src="/files/2018/03/cubaunicef.jpg" width="300" height="231" />Cuba é campeã a nível mundial na promoção e proteção de direitos da infância, afirmou a diretora regional da Unicef para a América Latina e o Caribe, María Cristina Perceval.</p>
<p>Durante um foro realizado recentemente nesta capital a respeito dos direitos das crianças a crescerem em família, Perceval dialogou com a Prensa Latina sobre os avanços da maior das Antilhas.</p>
<p>Cuba conta com o programa Eduque seu filho, um modelo mundial do desenvolvimento infantil que temos compartilhado em outros países, afirmou a representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).</p>
<p>Perceval também destacou com orgulho os avanços em saúde na nação caribenha, primeira em validar a eliminação da transmissão materno-infantil do HIV/AIDS em 2015.</p>
<p>Outras das grandes fortalezas do país é a preparação ante desastres naturais, acrescentou.</p>
<p>&#8216;Nesse sentido, reconhecer a capacidade instalada no governo e a de organização social comunitária, não só para estar prevenidos frente a emergências, mas para agir durante os fenômenos com eficácia, profissionalismo e rapidez&#8217;, explicou.</p>
<p>Ao mesmo tempo, mostrou sua gratidão com o governo e o povo cubanos por aceitar a contribuição da Agência à recuperação do país depois do açoite dos furacões no ano passado.</p>
<p>&#8216;Também quero agradecer por nos permitir compartilhar o que têm construído em educação da primeira infância, no tema da eliminação da transmissão vertical de HIV, prevenção de gravidez adolescente&#8230; Campeões, campeões, campeões!&#8217;, celebrou.</p>
<p>Unicef trabalha ombro a ombro com o povo e o governo da maior ilha do mundo em coragem, solidariedade e esforço, declarou Perceval com entusiasmo.</p>
<p>A equipe no país participa no mencionado programa Eduque seu filho, que contribui para o desenvolvimento integral de crianças de zero a 6 anos que ainda não frequentam instituições educacionais.</p>
<p>Impulsionada pelo governo cubano há 26 anos, a iniciativa promove o papel protagonista da família na formação dos menores, com um enfoque comunitário e multissetorial.</p>
<p>Ademais, segundo afirmou a especialista, priorizam o tema da adolescência com metodologias participativas e de compromisso social para contribuir na geração de oportunidades e projetos de vida desse setor etário.</p>
<p>Nessa mesma linha, mostrou gratidão com a população e as autoridades cubanas &#8216;por permitir com muita humildade trabalhar no que falta&#8217;.</p>
<p>A esse respeito explicou que acordaram fortalecer os componentes de prevenção de violência e especialmente baseada em gênero.</p>
<p>&#8216;A Federação de Mulheres Cubanas tem uma força imensa, mas também sabemos que às vezes as práticas violentas se dão nos espaços de convivência e é necessário insistir na erradicação de todo tipo de maltrato contra as crianças desde as comunidades até as instituições&#8217;, assinalou.</p>
<p>Por outra parte, Perceval espera visitar neste ano o arquipélago para celebrar a reunião regional da Unicef, adiada em 2017 devido à passagem do ciclone tropical María.</p>
<p>Dada a vulnerabilidade da região, refletiu sobre a importância de estar alerta ante desastres naturais &#8216;que afetam, sobretudo, os idosos, as mulheres, as crianças e os deficientes&#8217;.</p>
<p>&#8216;Somos artífices do mais bonito, mas também vítimas privilegiadas da dor&#8217;, comentou.</p>
<p>Perceval visitou a Nicarágua para reconhecer os esforços e avanços do país na desinstitucionalização de menores, um dos principais problemas na região.</p>
<p><strong>(Prensa Latina) </strong></p>
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