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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Hugo Chávez</title>
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		<title>A ALBA, tão esperançosa quanto necessária</title>
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		<pubDate>Thu, 30 May 2019 16:57:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[FIDEL, como discípulo de José Martí, 22 dias após o triunfo revolucionário de 1959, e em sua primeira visita a Caracas, apresentou um pensamento integracionista, válido para hoje e para todos os tempos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5473" alt="Fidel y Chavez" src="/files/2019/06/Fidel-y-Chavez.jpg" width="300" height="244" />FIDEL, como discípulo de José Martí, 22 dias após o triunfo revolucionário de 1959, e em sua primeira visita a Caracas, apresentou um pensamento integracionista, válido para hoje e para todos os tempos:</p>
<p>«Eu quero que o conceito de pátria tenha um escopo maior, ou seja, ao dizermos Pátria, estamos nos referindo à grande América que compõe nossas pequenas pátrias».</p>
<p>Era muito claro que o visionário Fidel estava pensando e planejando construir aquela grande pátria, um sonho frustrado por mais de cem anos de colonialismo e uma república mediada.</p>
<p>O nascimento da ALBA, em dezembro de 2004, foi, sem dúvida, uma das maiores expressões de unidade e solidariedade lembradas na história da América Latina e do Caribe.</p>
<p>A ALBA é uma instituição tão esperançosa quanto necessária, e deve constituir uma herança única, que deve ser cuidada, fortalecida e saber defender. Renunciar à união nestes tempos é a pior ação que homens e governos podem cometer, porque com isso fariam o vil jogo do império que nos espreita, assalta e quer nos conquistar novamente, aplicando receitas colonialistas como a Doutrina Monroe.</p>
<p>Essa rubrica de dois dos homens mais destacados dos séculos XX e XXI, Fidel Castro e Hugo Chávez, que teve lugar em Cuba em 14 de dezembro de 2004, logo começou a dar frutos.</p>
<p>Cinco anos depois, em 19 de outubro de 2009, Fidel escreveu em uma de suas Reflexões: «A ALBA, criada pela República Bolivariana da Venezuela e Cuba, inspirada nas ideias de Simón Bolívar e José Martí, como um exemplo sem precedentes de solidariedade revolucionária, mostrou quanto pode ser feito em apenas cinco anos de cooperação pacífica».</p>
<p>A partir desse princípio irradiaram as missões médicas de centenas de milhares de médicos cubanos que prestaram seus valiosos serviços nos mais intricados espaços geográficos da América Latina, Caribe, África e Ásia.</p>
<p>Os povos equatoriano, nicaraguense e outros, irão lembrar por sempre essa missão de especialistas cubanos que fizeram o estudo genético para então empreender a grande batalha para reabilitar deficientes ou promover a cura e melhorar a qualidade de vida de centenas de milhares de crianças dos desalojados deste mundo.</p>
<p>Diante do impressionante avanço dos planos e programas de saúde, educação, cultura, esporte e outros, Fidel, na primeira graduação da Escola Latino-Americana de Medicina, em 20 de agosto de 2005, expressou: «O que eu disse é, no entanto, pálido ao lado do movimento colossal de formação de médicos de vanguarda que, à luz da Alba bolivariana, estão realizando a Venezuela e Cuba. Desta forma, e em pleno desenvolvimento da Missão Bairro Dentro, concebida pelo presidente Hugo Chávez, 22.043 estudantes venezuelanos do ensino médio (em 2005) frequentam estudos pré-médicos nos 7.898 consultórios do programa Bairro Dentro, em estreita colaboração com os ministérios venezuelanos da Educação Superior e da Saúde Pública. No dia 3 de outubro começam os estudos do primeiro curso de Medicina. Em apenas dez anos, 40 mil serão graduados dessa maneira».</p>
<p>Em setembro de 2018, a Missão Milagre havia realizado 5.600.000 operações em 37 países.</p>
<p>Através do programa cubano Sim, Eu Posso, até fevereiro de 2019, mais de 10 milhões de pessoas em 32 países foram ensinadas a ler e escrever, e três nações já foram declaradas livres do analfabetismo.</p>
<p>A ALBA, não importa as tempestades ou alguma outra fraqueza, é o coração da unidade e da solidariedade entre os nossos povos e, como tal, devemos defendê-la e consolidá-la.</p>
<p>PRINCIPAIS GANHOS:</p>
<p>• Alto nível de acordo político em organizações regionais e multilaterais, em defesa dos princípios do direito internacional, os postulados da Proclamação da América Latina e do Caribe como Zona de Paz e solidariedade mútua.</p>
<p>• Três países da nossa América foram declarados «Territórios Livres do Analfabetismo»: (Venezuela (2005), Bolívia (2008) e Nicarágua (2009).</p>
<p>• A Missão Milagre retornou a visão de graça para mais de cinco milhões de pessoas. Além disso, ofereceu mais de 27 milhões de consultas oftalmológicas e já entregou mais de 41 milhões de óculos.</p>
<p>• A Missão Milagre privilegiou principalmente pessoas de baixa renda que nunca receberam atendimento médico antes por suas condições oftalmológicas.</p>
<p>• Como parte do Estudo Clínico Genético Psicossocial de Pessoas com Deficiência, mais de um milhão de pessoas que estavam desprotegidas em seis países foram identificadas. E ofereceu mais de dois milhões de consultas e entregou mais de 1 milhão de ajudas técnicas, como próteses.</p>
<p>• O Estudo Clínico Psicossocial Genético de Pessoas com Deficiência, como um programa, também integrou os pacientes à sociedade, sem discriminação, enquanto promoveu seu potencial individual.</p>
<p>• Mais de 2.000 jovens da América Latina, Caribe e África são formados como médicos comunitários de profunda vocação social e alta formação científica, técnica, ética e humanista na Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM) com escritórios em Cuba e na Venezuela.</p>
<p>• Quatro edições dos Jogos Esportivos da ALBA foram realizadas, com a participação de mais de 10 mil atletas de 31 países.</p>
<p>• Como consequência do terremoto de 12 de janeiro de 2010 no Haiti, os países da ALBA-TCP aprovaram um plano de ação e contribuíram para a reconstrução e promoção do desenvolvimento do irmão país caribenho nas áreas de saúde, finanças, energia, agricultura e agricultura, soberania alimentar, educação, construção, segurança, transporte e logística.</p>
<p>• A Aliança propôs a construção e consolidação de um Espaço de Interdependência, Soberania e Solidariedade Econômica, através do Tratado de Comércio dos Povos, o Sucre e o Banco da ALBA.</p>
<p>• Condenação firme da ALBA ao genocida bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos contra Cuba.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Chávez: Fidel Castro é o César da dignidade e do socialismo</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 17:42:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
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		<description><![CDATA[EM 13 de dezembro de 1994, Havana presenciou o primeiro encontro entre Fidel Castro e Hugo Chávez. Este dia não foi apenas sublinhado na história como o começo de importantes laços entre duas nações com afinidades geográficas e políticas, mas marcou o primeiro passo de uma amizade inquebrantável, uma amizade reformulada pelos sonhos de dois líderes eternos juntos, sem dúvida dos mais influentes da América Latina e do mundo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5293" alt="Chavez y Fidel" src="/files/2018/12/Chavez-y-Fidel.jpg" width="300" height="221" />EM 13 de dezembro de 1994, Havana presenciou o primeiro encontro entre Fidel Castro e Hugo Chávez. Este dia não foi apenas sublinhado na história como o começo de importantes laços entre duas nações com afinidades geográficas e políticas, mas marcou o primeiro passo de uma amizade inquebrantável, uma amizade reformulada pelos sonhos de dois líderes eternos juntos, sem dúvida dos mais influentes da América Latina e do mundo.</p>
<p>Daquele dia é lembrada esta frase: «Esperamos chegar a Cuba em condições de estender os braços e em condições de nos alimentarmos mutuamente em um projeto revolucionário latino-americano». Estas palavras foram as primeiras proferidas pelo líder venezuelano na Ilha; lidas hoje, intempestivamente, contém uma imensa verdade.</p>
<p>A partir desse momento e até seu desaparecimento físico, Chávez encontrou em Fidel um modelo político e humano da estatura de Simón Bolívar e de José Martí. «Fidel não pertence apenas a Cuba, pertence a este nosso mundo, a nossa América», disse Chávez. «Pátria é a Humanidade: é o legado do qual o Comandante Fidel Castro é uma encarnação vivente».</p>
<p>Mais de uma vez, Chávez referiu-se a Fidel como membro de sua família. «Fidel para mim é um pai, um companheiro, um mestre da estratégia perfeita». Sempre foi claro, tanto para seus seguidores quanto para seus detratores na Venezuela, que o líder cubano era uma referência direta quando agia como político e como homem. «Fidel é um soldado, um sonhador, um exemplo sem dúvida para todos nós e para gerações inteiras de latino-americanos, caribenhos e lutadores do mundo».</p>
<p>O nome de Fidel Castro apareceu em incontáveis ocasiões nos discursos e declarações formais do líder bolivariano; se era necessário referir a grandeza dos homens que lutaram para tornar este mundo um lugar próspero e sustentável, a palavra Fidel não faltava em sua eloquência requintada:</p>
<p>«Fidel pode mostrar seu rosto com integridade e absoluta moral, não só para o povo cubano, mas para todos os povos do mundo. Cuba bloqueada, quase sem recursos do ponto de vista material, mas liderada por Fidel e construída por seu povo entrou no século XXI em uma situação social invejada pelos povos da América Latina e do Caribe. Existem diferenças para a história que permanecem e já estão plantadas no julgamento da história».</p>
<p>«(&#8230;) Você é um rosto infinito, gigantesco, diante da história de nossos povos, e de lá, Fidel, ninguém jamais te poderá tirar. Sinto a honra de estar perto de Fidel. E minha gratidão e minha admiração são comparáveis ​​apenas ao meu carinho».</p>
<p>Chávez subscreveu sua ideia de revolução desde o começo; àquele espírito catalítico dos movimentos de esquerda em Nossa América que de alguma forma levam seu nome: «Fidel disse — terminando os anos 80 — que uma nova onda revolucionária, de mudanças, uma nova onda de povos, se desencadearia no continente quando parecesse — como alguns iludidos apontaram — que chegamos ao fim da história, que a história estava petrificada e que não haveria mais estradas ou alternativas (&#8230;). Quando muitas pessoas começaram a se entregar e se render, Fidel dizia: novas ondas virão».</p>
<p>«Estamos vendo o começo dessas novas ondas».</p>
<p>Por ocasião de um dos aniversários do histórico líder da Revolução Cubana, Hugo Chávez disse: «Irmão, até a vitória sempre! E que você completará muitos mais anos entre nós, dando demonstrações daquela integridade que você deu toda a sua vida, dando demonstrações de coragem, de exemplo, e empurrando, como sempre, as ondas do povo».</p>
<p>A história desse par de gigantes está cheia de gestos solidários e fraternos. Não importa qual fosse o cenário, um estádio de beisebol ou uma sala de protocolo, Chávez e Fidel deram ao mundo uma lição magistral de compromisso e camaradagem que transcende as fronteiras e limites políticos.</p>
<p>De seus encontros, Chávez destacou a humildade de um intelectual tão vasto quanto o Comandante-em-chefe: &#8220;Quando você se encontrar com Fidel Castro, ele fará centenas de perguntas nos primeiros cinco minutos. Ele quer saber tudo». A esse modo particular de admirar se junta uma boa parte da humanidade nos dias de hoje.</p>
<p>«Quero prestar homenagem a Fidel e à sua longa caminhada pelas nossas cidades, fazendo-nos acordar», disse Chávez, um de seus mais sinceros admiradores, amigo sempre querido e consistente. «Fidel quem vê tudo, todo dia é mais sábio (&#8230;). A sabedoria cresceu como sua barba branca &#8220;.</p>
<p>Com essa verdade da qual Chávez sempre falou sobre uma das personalidades mais definitivas da história do século XX, o Comandante deve ser lembrado: «Fidel ainda está na primeira linha do front da batalha: nunca saiu ou vai embora. Da trincheira de ideias, este grande pai dos revolucionários e revolucionários de Nossa América continua nos guiando. Sua palavra é, mais do que nunca, necessária e esclarecedora, agora quando o império contraataca».</p>
<p>Fontes</p>
<p>Homenagem a Fidel Castro, Puerto Ordaz, Venezuela, 13 de agosto de 2001, no livro Absuelto por la Historia, de Luis Báez; Discurso do presidente Chávez no décimo aniversário do Acordo de Cooperação Integral Cuba-Venezuela, novembro de 2010; Cuentos del Arañero, livro de Orlando Oramas e Jorge Legañoa; Las Líneas de Chávez: &#8220;A função deve continuar&#8221;, 15 de agosto de 2010; Chávez Nuestro, livro dos jornalistas Rosa Miriam Elizalde e Luis Báez; As linhas de Chávez: «Fidel &#8230; Viva Fidel!», 16 de agosto de 2009; Palavras de Chávez, no campo de rúgbi da Universidade de Córdoba, Argentina, 21 de julho de 2006; Troca de mensagens entre Fidel e Chávez, 15 de setembro de 2010, publicada no jornal Granma; e Palavras de Chávez, na assinatura de acordos entre Venezuela e Cuba, Caracas, 24 de janeiro de 2007.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Recordam em Cuba legado de Hugo Chávez</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2018 18:21:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com diversas atividades nesta capital os cubanos recordam nesta segunda-feira a figura do ex-presidente venezuelano Hugo Chávez, quem faleceu um dia como hoje, faz cinco anos. No Colégio Universitário San Gerónimo de Havana, personalidades políticas e da cultura da nação antilhana renderão homenagem ao líder histórico da Revolução Bolivariana.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4843" alt="Eusebio-Leal1" src="/files/2018/03/Eusebio-Leal1.jpg" width="300" height="246" />Com diversas atividades nesta capital os cubanos recordam nesta segunda-feira a figura do ex-presidente venezuelano Hugo Chávez, quem faleceu um dia como hoje, faz cinco anos.</p>
<p>No Colégio Universitário San Gerónimo de Havana, personalidades políticas e da cultura da nação antilhana renderão homenagem ao líder histórico da Revolução Bolivariana.</p>
<p>Atos similares terão lugar no Instituto Cubano de Amizade com os Povos, e a Casa do Alba Cultural, instituição que promove a criação artística e intelectual, o patrimônio sociocultural e o conhecimento da história latinoamericana e caribenha, com ênfase particular naqueles países que integram a Aliança Bolivariana para os povos de Nossa América (ALBA).</p>
<p>Precisamente as nações membro desse bloco regional realizam hoje no Palácio de Miraflores de Caracas (casa de governo) uma cúpula presidida pelo mandatário venezuelano, Nicolás Maduro.</p>
<p>O comandante Hugo Rafael Chávez Frias foi presidente daVenezuela desde 1999 até sua morte em 2013.</p>
<p>A influência deste político ultrapassou as fronteiras de seu país ao propiciar o surgimento na América Latina de uma nova fornada de dirigentes de esquerda, opostos como ele ao neoliberalismo econômico e às ingerências dos Estados Unidos, além de mostrar preocupação pelas classes mais desfavorecidas e as minorias indígenas.</p>
<p><strong>(Prensa Latina) </strong></p>
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		<title>Fidel e Chávez traçaram os objetivos, as ideias e com seu exemplo imortal indicaram o caminho</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2016 23:07:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Discurso proferido pelo primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba e presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, na cerimônia pelo 12º aniversário da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América - Tratado de Comércio dos Povos (ALBA-TCP), e o 22ª aniversário do primeiro encontro de Fidel Castro com Hugo Chávez. Palácio das Convenções, em 14 de dezembro de 2016, "Ano 58º da Revolução".
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4475" alt="Raul-ALBA-150x125" src="/files/2016/12/Raul-ALBA-150x125.jpg" width="150" height="125" />Discurso proferido pelo primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba e presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, na cerimônia pelo 12º aniversário da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América &#8211; Tratado de Comércio dos Povos (ALBA-TCP), e o 22ª aniversário do primeiro encontro de Fidel Castro com Hugo Chávez. Palácio das Convenções, em 14 de dezembro de 2016, &#8220;Ano 58º da Revolução&#8221;.</p>
<p>(Tradução da versão estenografia &#8211; Conselho de Estado)</p>
<p>Querido companheiro Nicolás Maduro, presidente da República Bolivariana da Venezuela;</p>
<p>Companheiros e companheiras venezuelanos e venezuelanas;</p>
<p>Representantes dos países irmãos da ALBA-TCP e outros Estados da América Latina e do Caribe;</p>
<p>Compatriotas:</p>
<p>Eu vou ser muito breve, como normalmente é a maioria dos meus discursos, também neste caso, para não forçar a voz, que tal como eu aprecio a tenho um pouco afetada e, ainda, há muita coisa para falar (Aplausos). Eu dizia que ainda há muito para falar e lutar neste país (Aplausos), por isso a minha rouquidão pode ser permanente.</p>
<p>A história recente da Nossa América nos reúne hoje para comemorar vários eventos:</p>
<p>O 22º aniversário do primeiro encontro entre o comandante Hugo Chávez e o Comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz, ponto de partida de uma amizade e lealdade infinitas entre a Revolução Cubana e a Revolução Bolivariana.</p>
<p>O 16º aniversário da assinatura do Convênio Integral de Cooperação entre Cuba e Venezuela, que estabeleceu as bases de uma relação econômica, comercial e de cooperação, que trouxe grandes benefícios e experiências humanas para ambos os povos.</p>
<p>Ainda, comemoramos o 12º aniversário da Constituição, em Havana, daquilo que foi, primeiramente a Alternativa e, em seguida, tornou-se Aliança Bolivariana para as Américas e Tratado de Comércio dos Povos; uma nova forma de organização para coordenar e promover a cooperação e o desenvolvimento dos Estados membros.</p>
<p>A partir dessas experiências podem ser destacados resultados significativos e eloquentes:</p>
<p>Quatro países foram libertados do analfabetismo e avançaram na educação das suas populações, o que constitui a base inicial para todas as grandes transformações revolucionárias em qualquer sociedade.</p>
<p>Milhões de latino-americanos receberam serviços de saúde gratuitos e mais de 1,7 milhão recuperou a vista.</p>
<p>Um novo tipo de comércio justo e complementar, sem protecionismo começou a nascer.</p>
<p>A Venezuela, com uma atitude altruísta, criou mecanismos de cooperação e comércio solidário, para compartilhar um pouco de sua riqueza em petróleo e promover mudanças socioeconômicas de integração na região, sem as quais muitos países não teriam resistido a crise internacional.</p>
<p>Hoje é imperativo o apelo a todos os povos da América Latina e do Caribe para mostrar solidariedade com essa Venezuela Bolivariana antiimperialista e imensamente generosa, a qual muito apreciamos, neste momento vítima de um grande cerco e uma hostilidade sem precedentes, por parte das forças historicamente hostis ao progresso em nossa região.</p>
<p>Apoiar a Venezuela, em tempos da ofensiva da oligarquia, do imperialismo e do neoliberalismo, também significa lutar pela plena emancipação e a integração da América Latina e do Caribe.</p>
<p>Sermos solidários com a Venezuela envolve estar cientes do que poderia acontecer neste hemisfério, caso prevalecerem aqueles que pretendem reconquistar a imensa riqueza desse país e fomentar o ódio e o confronto, em detrimento da autodeterminação e da paz, algo ao qual se comprometeram aqui em Havana os chefes de Estado da região, em 2014, ao assinarem a Proclamação da América Latina e do Caribe como Zona de Paz.</p>
<p>Solidariedade consenso nas ideias e unidade de ação é o que precisam agora os povos da Nossa América, nesta época de dificuldades e desafios crescentes.</p>
<p>Fidel e Chávez traçaram os objetivos, as ideias e com seu exemplo imortal indicaram o caminho. Cabe a todos nós converter seus legados na trincheira invencível para defender a Pátria Americana (Aplausos).</p>
<p>José Marti disse: «Diga-me a Venezuela em que posso servi-la: ela tem em mim um filho» Nesta data memorável nós os cubanos ratificamos: Venezuela, aqui estamos seus filhos!</p>
<p>Muito obrigado (Aplausos).</p>
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		<title>Homenagem mundial ao comandante Hugo Chávez</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2015/07/29/homenagem-mundial-ao-comandante-hugo-chavez/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 19:25:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Hugo Chávez]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Em várias regiões do mundo foi lembrado, nesta terça-feira, 28 de julho, o 61º aniversário do nascimento do presidente venezuelano Hugo Chávez, quem continua sendo paradigma para muitos habitantes da Terra. No Quartel da Montanha, onde descansam os restos mortais do líder da Revolução bolivariana, inúmeros venezuelanos renderam tributo a seu líder eterno, segundo noticiou a Prensa Latina.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3882" alt="Chavez trtibuto" src="/files/2015/08/Chavez-trtibuto.jpg" width="300" height="187" />Em várias regiões do mundo foi lembrado, nesta terça-feira, 28 de julho, o 61º aniversário do nascimento do presidente venezuelano Hugo Chávez, quem continua sendo paradigma para muitos habitantes da Terra.</p>
<p>No Quartel da Montanha, onde descansam os restos mortais do líder da Revolução bolivariana, inúmeros venezuelanos renderam tributo a seu líder eterno, segundo noticiou a Prensa Latina.</p>
<p>A homenagem foi liderada pelo presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello, quem destacou nesse lugar a figura e a recordação de Hugo Chávez.</p>
<p>Cabello ratificou que os revolucionários da Venezuela continuarão o caminho indicado por Chávez rumo à independência e a soberania plenas.</p>
<p>Também na cerimônia, o analista político e Prêmio Nacional de Jornalismo, José Vicente Rangel, enalteceu a condição de líder natural de Chávez e seu sentido do dever e a responsabilidade.</p>
<p>Ainda, exortou todos a resgatar os episódios que o definiram como revolucionário, entre eles o levante de 4 de fevereiro de 1992 e sua coragem durante o golpe de Estado perpetrado contra seu governo em 11 de abril de 2002.</p>
<p>O presidente do Equador, Rafael Correa, lembrou o mandatário da Venezuela Hugo Chávez e através de sua conta na rede social Twitter manifestou seu carinho pelo povo venezuelano e relembrou a luta de Chávez a favor do desenvolvimento da nação sul-americana.</p>
<p>Por outro lado, meios sandinistas indicaram que integrantes de movimentos juvenis da Nicarágua comemoraram com oferendas florais o 61º aniversário do nascimento de Chávez.</p>
<p>“Estamos comemorando o 61º aniversário do nascimento de nosso querido comandante eterno, o gigante da América”, disse o coordenador da Juventude Sandinista, Erick Ríos.</p>
<p>Em outra homenagem, a Embaixada da Venezuela na Polônia comemorou o nascimento do Libertador Simón Bolívar e do comandante Hugo Chávez com uma jornada de atividades que começou em 25 de julho no palácio Dernalowiczow da cidade de Minsk Mazowiecki.</p>
<p>Ainda, a missão diplomática venezuelana na China lembrou o nascimento do comandante eterno em meio da jornada mundial promovida pelo governo dessa nação sul-americana, Semeando Amor, indicou a Prensa Latina.</p>
<p>No Uruguai efetuou-se o seminário intitulado Pensamento de Hugo Chávez, no qual se aprofundou na ideologia política do comandante venezuelano.</p>
<p>Entretanto, na embaixada venezuelana na Bolívia efetou-se um ritual indígena realizado por aimaras, que se juntaram à homenagem a Chávez, que incluiu a inauguração de uma mostra fotográfica sobre suas visitas ao chefe de Estado, Evo Morales, e a diversos lugares do território boliviano.</p>
<p>O comandante Hugo Chávez, segundo dos sete descendentes homens de um casal de professores rurais, nasceu em 28 de julho de 1954 em Sabaneta, uma localidade do estado Barinas (oeste), nas planícies ocidentais venezuelanas.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Estado geral do presidente venezuelano é delicado</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Feb 2013 19:26:51 +0000</pubDate>
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		<title>Presidente de Equador chegou a Cuba para visitar a Chávez</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2012 21:38:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
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		<description><![CDATA[Havana, 10 dez (Prensa Latina) O presidente equatoriano, Rafael Correa, chegou hoje a Cuba para visitar a seu homólogo venezuelano, Hugo Chávez, quem será submetido aqui a uma nova intervenção quirúrgica. O chefe de Estado, quem viajou acompanhado do chanceler Ricardo Patiño, foi recebido no aeroporto internacional José Martí, no sudoeste desta capital, pelo ministro de Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, e o embaixador de Quito em Havana, Edgar Ponce.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3008" src="/files/2012/12/Correa.jpg" alt="" width="240" height="200" />Havana, 10 dez (Prensa Latina) O presidente equatoriano, Rafael Correa, chegou hoje a Cuba para visitar a seu homólogo venezuelano, Hugo Chávez, quem será submetido aqui a uma nova intervenção quirúrgica.</p>
<p>O chefe de Estado, quem viajou acompanhado do chanceler Ricardo Patiño, foi recebido no aeroporto internacional José Martí, no sudoeste desta capital, pelo ministro de Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, e o embaixador de Quito em Havana, Edgar Ponce.</p>
<p>&#8220;Viemos a dar-lhe um abraço (a Chávez) em nome da pátria equatoriana&#8221;, assegurou Correa. &#8220;Isto é um gesto de solidariedade com um irmão de coração&#8221;, destacou o mandatário equatoriano.</p>
<p>Dantes de sua partida de Equador, Correa expressou através de sua conta na rede social Twitter que &#8220;Toda a Pátria Grande (Latinoamérica) está com ele (Chávez)&#8221;.</p>
<p>Em horas da madrugada desta segunda-feira, o presidente cubano, Raúl Castro, recebeu aqui ao governante venezuelano.</p>
<p>Chávez cumprirá em Havana com o tratamento médico que contempla uma nova intervenção quirúrgica, depois de se detectar a presença de células malignas na mesma área de operações anteriores.</p>
<p>Em uma comparecencia na rádio e televisão de Venezuela, o presidente informou no passado sábado que depois de lhe detectar células malignas no mesmo lugar onde apresentou um tumor cancerígeno, deverá se submeter a uma nova intervenção.</p>
<p>Por tal motivo, solicitou à Assembléia Nacional uma permissão para ausentarse do país a partir deste domingo.</p>
<p>Chávez assinalou que o vice-presidente Executivo, Nicolás Maduro, ficará à frente do país enquanto dure sua ausência.</p>
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		<title>Vitória de Chávez freou contraofensiva dos EUA, opinam na Venezuela</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Oct 2012 00:41:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Hugo Chávez]]></category>
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		<description><![CDATA[Caracas, 11 out (Prensa Latina) A abrumadora vitória do presidente, Hugo Chávez, no domingo passado foi um freio à contraofensiva estadunidense na América Latina, afirmou hoje aqui o jornalista e escritor argentino Luis Bilbao, diretor da revista América XXI. Os Estados Unidos tentam impedir a consolidação e o avanço das mudanças progressistas desenvolvidas na América Latina há uma década, e foi precisamente essa estratégia a que foi freada com a vitória do presidente venezuelano, nas eleições presidenciais de 7 de outubro, afirmou.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2915" src="/files/2012/10/chavez-4.jpg" alt="" width="300" height="250" />Caracas, 11 out (Prensa Latina) A abrumadora vitória do presidente, Hugo Chávez, no domingo passado foi um freio à contraofensiva estadunidense na América Latina, afirmou hoje aqui o jornalista e escritor argentino Luis Bilbao, diretor da revista América XXI. Os Estados Unidos tentam impedir a consolidação e o avanço das mudanças progressistas desenvolvidas na América Latina há uma década, e foi precisamente essa estratégia a que foi freada com a vitória do presidente venezuelano, nas eleições presidenciais de 7 de outubro, afirmou.</p>
<p>Nesse sentido, Washington esteve por trás do principal candidato opositor, Henrique Capriles, a quem respaldou com todos os recursos possíveis, assinalou Bilbao durante o programa Toda Venezuela, da Venezuelana de Televisão.</p>
<p>O jornalista venezuelano William Castillo, diretor de Televisão Social (TVES), que acompanhava Bilbao, disse que por isso Chávez teve razão quando afirmou que nas eleições não só foi vencido o candidato opositor, como também foi derrotada uma coalizão internacional.</p>
<p>Na opinião do diretor da revista América XXI, quando os Estados Unidos se recuperar desta derrota reiniciarão sua contraofensiva contra os processos progressistas latino-americanos e o fará com mais força.</p>
<p>O presidente Chávez e a Revolução Bolivariana, agregou, demonstram que o socialismo é possível, num momento histórico no qual se tentou impor a falsa opinião de que as ideia socialistas a nível mundial estão em retrocesso.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Uma Venezuela politicamente fortalecida</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Oct 2012 15:20:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caracas, 8 out (Prensa Latina) A Venezuela acaba de realizar um processo eleitoral que fortaleceu politicamente o país e o situou em melhores condições para levar adiante o período 2013-2019 sob a direção do reeleito presidente Hugo Chávez. Para esta disputa nas urnas, o chefe de Estado conseguiu aglutinar a seu redor as principais forças políticas de esquerda, agrupadas no Grande Polo Patriótico (GPP).]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2912" src="/files/2012/10/Chavez-2.jpg" alt="" width="300" height="250" />Caracas, 8 out (Prensa Latina) A Venezuela acaba de realizar um processo eleitoral que fortaleceu politicamente o país e o situou em melhores condições para levar adiante o período 2013-2019 sob a direção do reeleito presidente Hugo Chávez.</p>
<p>Para esta disputa nas urnas, o chefe de Estado conseguiu aglutinar a seu redor as principais forças políticas de esquerda, agrupadas no Grande Polo Patriótico (GPP).</p>
<p>A política venezuelana tem hoje como principal organização o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), liderado por Chávez e com um crescente número de militantes e simpatizantes.</p>
<p>Nestas eleições, 11 organizações respaldaram, junto ao PSUV, a aspiração de reeleição de Chávez, entre as quais o Partido Comunista da Venezuela, o Movimento Eleitoral do Povo, o agrupamento Tendência Unificada para Atingir o Movimento de Ação Revolucionário e o Pátria para Todos (PPT).</p>
<p>Também deram seu apoio a Unidade Popular Venezuelana, Pela Democracia Social (Podemos), Novo Caminho Revolucionário, Independentes pela Comunidade Nacional, Revolucionários Organizados pela Venezuela, Partido Revolucionário do Trabalho e Redes de Resposta de Mudanças Comunitárias.</p>
<p>Consciente da importância de contar com uma base forte e sobretudo da união das forças progressistas, o líder venezuelano lançou em 2007 a ideia de um partido único revolucionário: o PSUV.</p>
<p>No entanto, ao calor deste processo eleitoral foi conformado o GPP, uma força que não foi criada só para as eleições, segundo afirmaram dirigentes dos partidos e movimentos que o integram.</p>
<p>Pelo outro lado, a partidos Ação Democrática (AD) e o social cristão Comitê de Organização Política Eleitoral Independente (COPEI), que governaram durante quase meio século até 1999, são hoje apenas sombras daquelas organizações outrora poderosas.</p>
<p>Ambos, que se alternaram na administração como resultado de um acordo, são considerados responsáveis pelos muitos problemas nacionais, em particular a pobreza de milhões de pessoas em um país com uma enorme riqueza petroleira.</p>
<p>Para alguns analistas, o esgotamento desses dois agrupamentos foi aproveitado pelo partido Primeira Justiça (PJ), o qual assumiu o protagonismo político da oposição em disputa com Vontade Popular e Um Novo Tempo.</p>
<p>Assim, Henrique Capriles foi eleito durante as primárias candidato presidencial pela direita, como representante único da Mesa da Unidade Democrática (MUD) e com o respaldo de 22 partidos, mas essa unidade foi se debilitando.</p>
<p>Numerosos depoimentos sugeriram que o crescente descontentamento nas filas opositoras era devido à estratégia de exclusão desenvolvida pelo PJ.</p>
<p>A desunião interna aumentou quando quatro organizações retiraram o apoio a Capriles para as eleições: Unidade Democrática, Pedra, Mãos pela Venezuela e Cambio País.</p>
<p>De qualquer modo, Chávez e os partidos que o acompanharam nas eleições dentro do GPP estão prontos para enfrentar o próximo período de governo tendo como guia o programa apresentado por Chávez e seu empenho de aprofundar os princípios socialistas.</p>
<p>Esta perspectiva, junto à obra de governo nos últimos anos, de um marcado corte social, faz previsível um fortalecimento das posições do presidente que, com um partido fortalecido, marcará novamente o rumo futuro da política venezuelana.</p>
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		<title>Chávez chama ao trabalho conjunto pelo bem-estar e paz da Venezuela</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Oct 2012 22:50:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Hugo Chávez]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

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		<description><![CDATA[Caracas, 8 out (Prensa Latina) O presidente venezuelano, Hugo Chávez, qualificou de histórico os resultados das eleições e chamou hoje à unidade nacional e ao trabalho conjunto em prol do bem-estar e da paz desta nação sul-americana. Do denominado Balcão do Povo, no Palácio de Miraflores, o mandatário dirigiu-se a milhares de pessoas que chegaram ali para celebrar seu triunfo nesse encontro com as urnas, contra o candidato opositor da chamada Mesa da Unidade Democrática, Henrique Capriles.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2906" src="/files/2012/10/chavez3.jpg" alt="" width="299" height="250" />Caracas, 8 out (Prensa Latina) O presidente venezuelano, Hugo Chávez, qualificou de histórico os resultados das eleições e chamou hoje à unidade nacional e ao trabalho conjunto em prol do bem-estar e da paz desta nação sul-americana.</p>
<p>Do denominado Balcão do Povo, no Palácio de Miraflores, o mandatário dirigiu-se a milhares de pessoas que chegaram ali para celebrar seu triunfo nesse encontro com as urnas, contra o candidato opositor da chamada Mesa da Unidade Democrática, Henrique Capriles.</p>
<p>O chefe de Estado expressou um reconhecimento a todo o povo deste país &#8220;por este dia memorável&#8221;, marcado por um vontade democrática e por uma altíssima participação, localizada em mais de 80 por cento do registro eleitoral.</p>
<p>Felicitou igualmente à direção opositora, pois Capriles e seu comando de campanha anunciaram o reconhecimento dos resultados, o qual -a seu julgamento- constitui um passo muito importante na construção da paz na Venezuela.</p>
<p>Faço um reconhecimento à direção opositora, que não se prestou para os planos desestabilizadores que alguns estavam acariciando, sentenciou o mandatário, que convidou ao diálogo, ao debate e ao trabalho conjunto a &#8220;os que andam promovendo o veneno social&#8221;.</p>
<p>Nunca antes tivemos uma Venezuela como a de hoje do ponto de vista moral, social, político, econômico e cultural, assegurou o presidente, que exortou que cada um contribua com o melhor de si para &#8221; colocar em primeiro lugar o interesse de nossa pátria e contribuamos à fortalece-la&#8221;.</p>
<p>Assim, felicitou ao poder eleitoral, a todos os membros e testemunhas de mesa, aos que trabalharam para assegurar a exitosa jornada, e aos soldados do Plano República, destinado a garantir a segurança nas eleições.</p>
<p>Demonstramos que nossa democracia é uma das melhores do mundo e o vamos seguir demonstrando, enfatizou, ao reconhecer igualmente o trabalho do Comando de Campanha Carabobo, que impulsionou sua reeleição, e ao chefe da equipe, Jorge Rodríguez.</p>
<p>Votaram pelo socialismo, pela independência, pela grandeza da Venezuela e pelo futuro, disse Chávez em alusão a seus eleitores, pouco antes de afirmar que, até o momento, o processo de transformações sociais neste país venceu em 20, dos 23 estados e nesta capital.</p>
<p>Entre os territórios nos que a maioria da população optou pela opção socialista, sobressaem Zulia, Carabobo e Nova Esparta, governados atualmente por representantes da oposição.</p>
<p>&#8220;Não terá força imperialista por maior que seja que possa com o povo de Simón Bolívar&#8221;, previu e agregou que Venezuela nunca voltará ao neoliberalismo, mas continuará transitando para o socialismo.</p>
<p>O governante agradeceu as felicitações de mandatários como o cubano Raúl Castro e a argentina Cristina Fernández, e deu as graças aos visitantes provenientes de outros países que acompanharam o processo eleitoral.</p>
<p>&nbsp;</p>
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