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	<title>Cubadebate (Português) &#187; homenagem</title>
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		<title>As mulheres cubanas são filhas de uma pátria indomável e livre</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2021 16:21:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[«Nada pode ofuscar os avanços que fizemos em termos de igualdade e inclusão social nestes 62 anos de triunfo revolucionário, que nos levaram a ser protagonistas e beneficiárias diretas de programas que têm como fim a proteção da saúde, a maternidade, a diversificação na produção alimentar, o aperfeiçoamento profissional e nas profissões, a multiplicidade de fontes de emprego, a promoção a cargos de direção e de decisão, a visualização do trabalho feminino em todos os ramos da criação artística e muito mais», diz.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6348" alt="Cartel mujer" src="/files/2021/03/Cartel-mujer.jpg" width="300" height="250" />Em mensagem por ocasião deste 8 de março, o Secretariado Nacional da Federação das Mulheres Cubanas (FMC) parabenizou todas as mulheres do país e as chamou a comemorar a data, mesmo apesar das complexas condições impostas pela Covid-19.</p>
<p>«Nada pode ofuscar os avanços que fizemos em termos de igualdade e inclusão social nestes 62 anos de triunfo revolucionário, que nos levaram a ser protagonistas e beneficiárias diretas de programas que têm como fim a proteção da saúde, a maternidade, a diversificação na produção alimentar, o aperfeiçoamento profissional e nas profissões, a multiplicidade de fontes de emprego, a promoção a cargos de direção e de decisão, a visualização do trabalho feminino em todos os ramos da criação artística e muito mais», diz.</p>
<p>O texto dá conta dos diversos motivos que, no mundo, mobilizam as mulheres em seu Dia Internacional, fundamentalmente para reivindicar os direitos de igualdade que, para milhões, continuam sendo uma utopia.</p>
<p>Afirma que as mulheres estão satisfeitas com o fato de ter os seus direitos devidamente consagrados na Constituição da República, em cuja implementação existe um trabalho permanente e se aperfeiçoa o trabalho dos que têm a responsabilidade de fazê-los cumprir.</p>
<p>«Não paramos, avançamos em marcha unida para novos objetivos, onde o funcionamento das famílias se fortaleça na formação dos valores que promove uma sociedade como a que construímos, rejeitam-se as manifestações de violência em qualquer ambiente e se continuem promovendo na população atitudes que favoreçam a igualdade e a equidade quanto à participação da mulher nas diversas áreas do desenvolvimento, propósito que a Federação das Mulheres Cubanas promove, a partir dos ensinamentos da eterna presidente Vilma Espín Guillois, com o autoridade moral conquistada nestes 60 anos de existência da organização, e o status conferido por nosso Governo de ser o Mecanismo Nacional para o Avanço da Mulher», declarou a proclamação.</p>
<p>O Secretariado Nacional da FMC reiterou sua condição de força organizada a favor das conquistas alcançadas, qualifica as mulheres cubanas como «filhas dignas desta Pátria indomável, livre, independente e soberana» e reafirma a fidelidade à Revolução sob o princípio da intransigência que em Cuba significa o lema Pátria ou Morte.</p>
<p>ABRAÇO DE CUBA</p>
<p>Coerente com o espírito de fraternidade continental que implica o nome e a razão de ser da Casa de las Américas, a instituição cubana deu a conhecer sua solidariedade «às lutas das mulheres latino-americanas e caribenhas por seus direitos e, muito particularmente, para que em um futuro pós-pandêmico, haverá menos violência, menos diferenças de gênero e mais igualdade».</p>
<p>Em sua mensagem, reconheceu as dificuldades que a Covid-19 tem multiplicado para as mulheres no continente em termos de emprego, renda e responsabilidades familiares, e reiterou sua posição de apoio na reivindicação de todos os seus direitos.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Com o Almeida em voz alta</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2021 22:14:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A voz do Comandante da Revolução Juan Almeida Bosque continuou sendo a voz de milhões que, ao longo do caminho percorrido – o nascimento do Exército Rebelde, os fronts de guerrilha, a epopeia da luta clandestina, o triunfo de janeiro, a vitória do Girón, o moral altíssimo dos dias da Crise de Outubro de 1962, a luta contra os bandidos, a safra do povo, as tarefas de choque, a decolagem da ciência, a universalização da educação, o confronto com o bloqueio.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6296" alt="Fidel y Almeida" src="/files/2021/02/Fidel-y-Almeida.jpg" width="300" height="250" />A voz de Juan Almeida Bosque vibrou em Alegría de Pío: «Ninguém vai se render aqui &#8230;!» bradou aos inimigos, e encerrou a imprecação com uma palavra que saiu do fundo de sua alma, na manhã de 5 de dezembro de 1956.</p>
<p>A voz do Comandante da Revolução Juan Almeida Bosque continuou sendo a voz de milhões que, ao longo do caminho percorrido – o nascimento do Exército Rebelde, os fronts de guerrilha, a epopeia da luta clandestina, o triunfo de janeiro, a vitória do Girón, o moral altíssimo dos dias da Crise de Outubro de 1962, a luta contra os bandidos, a safra do povo, as tarefas de choque, a decolagem da ciência, a universalização da educação, o confronto com o bloqueio, a virada da página à crise dos anos 90, resistência ao ataque do trumpismo – a tornaram sua própria como uma parte substantiva da alma da nação.</p>
<p>Amanhã, quando o combatente, político, poeta e compositor comemorar os 94 anos de seu nascimento, a frase dita em um dos momentos mais difíceis do início da fase final do feito libertário, se multiplica, aqui e agora, no esforço enorme para vencer o pulso da pandemia, desenvolver a economia em condições adversas, defender as conquistas populares e consolidar o tecido social diante das tentativas de fraturamento da unidade.</p>
<p>«Ninguém vai se render aqui&#8230;!» nasceu da emoção e da coragem, mas também dos valores que Almeida e a geração do Centenário e do Granma, liderada por Fidel, enraizaram e se encarregaram de transmitir aos que vieram depois. Teremos que voltar, sempre, a esta reflexão sua, compartilhada, há mais de duas décadas, com os leitores do jornal Granma:</p>
<p>«A história sempre será um ensinamento. Uma grande virtude é a honestidade em nossa atuação e também em julgar pelos ensinamentos que a própria história nos oferece. E não só a nossa, mas aquela que emana dos fenômenos deste mundo do qual fazemos parte e do qual não somos alheios. A unidade de nosso povo em torno de seus líderes e da Revolução é um dos escudos mais poderosos contra nossos inimigos».</p>
<p>Tal como Fidel, como Raúl, como a atual leva de dirigentes revolucionários, Almeida sabia que rendição é uma palavra banida do vocabulário, da ação e do destino da grande maioria dos homens e mulheres cubanos.</p>
<p>Definitivamente, aqui ninguém vai se render!</p>
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		<title>A presença</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 15:26:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tem mortes que não são verdade. Há quem sai desse vazio para sempre, mais vivente. Basta olhar a última foto de Che Guevara, aquela do corpo jazendo e vibrante, para confirmar em seus olhos o mistério de uma essência entre nós. Che Guevara desaponta os serventes do império, que apesar de tantas tentativas não conseguem adocicar seu nome nem convertê-lo em uma simples metáfora da rebeldia júnior que a idade cura, em um souvenir lavado de implicações comunistas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6060" alt="che pintura" src="/files/2020/10/che-pintura.jpg" width="300" height="252" />Tem mortes que não são verdade. Há quem sai desse vazio para sempre, mais vivente. Basta olhar a última foto de Che Guevara, aquela do corpo jazendo e vibrante, para confirmar em seus olhos o mistério de uma essência entre nós.</p>
<p>«É um rosto calmo, grave e belo, emoldurado na abundante cabeleira e barba com que costumavam ser apresentados profetas e santos, o daquele herói da América, do mundo, que jaz aqui. Parece que os está queimando, ainda morto, com essa presença deslumbrante», descreveu a cena alguém que admirou Che Guevara com lucidez de poeta e revolucionário, Roberto Fernández Retamar.</p>
<p>Suas palavras registram a ressurreição do guerrilheiro, impensável para os assassinos; pois ao matarem impuseram uma lenda com raízes tão reais que ainda hoje têm medo dele.</p>
<p>«Aquele herói conseguiria fazer abalar a Terra. Até os inimigos acenariam diante de tamanha grandeza. Até os que têm o coração duro e os fracos sentiram que ainda tinham lágrimas na alma. Se alguns não puderam, nem sequer então, ver e compreender, é que já nunca poderão ver e compreender. Eles próprios se converteram em estátuas de sal e a história implacável os faz se desmoronarem como a poeira»</p>
<p>Assim vai, com a lança no braço, Che Guevara, São Ernesto de la Higuera&#8230;, derrubando poses na sobrevida. Ao julgamento do seu pensamento afiado, de valorizações sóbrias e rotundas, não conseguem fugir nem reformistas nem simuladores. A utopia que serve para continuar caminhando se torna perigosamente próxima se ele a encoraja.</p>
<p>Che Guevara desaponta os serventes do império, que apesar de tantas tentativas não conseguem adocicar seu nome nem convertê-lo em uma simples metáfora da rebeldia júnior que a idade cura, em um souvenir lavado de implicações comunistas.</p>
<p>Haydée Santamaría, convencida de que «uma bala não pode dar cabo do infinito», explicou como ninguém esse fenômeno de eternidade que não empalidece, em uma carta ao amigo morto e presente:</p>
<p>«Este povo não sabia a patente que Fidel devia dar-te. E ele te deu uma: artista. Eu achava que todas as patentes eram poucas, pequenas, e Fidel, como sempre, achou as verdadeiras: tudo aquilo que você criou foi perfeito, mas você fez uma criação única, fez-se propriamente, demonstrou que é possível esse homem novo, todos veríamos assim que esse homem novo é uma realidade, porque existe, porque é você».</p>
<p>Che Guevara deslumbra porque faz tremer e, sobretudo, desafia em sua capacidade de derrubar os acomodados sensos comuns. Nada pediu que não fosse capaz de fazer e fizesse. Dessa forma derrota o tempo e alerta os confiados, assim renasce até à vitória sempre.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Tributo sentido ao Comandante amigo</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 17:28:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O primeiro secretário do Comitê Central do Partido, general-de-exército Raúl Castro Ruz, e o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, dedicaram duas oferendas florais ao Comandante da Revolução Juan Almeida Bosque, ao se comemorar em 11 de setembro o 11º aniversário do seu desaparecimento físico. Diante do túmulo que guarda seus restos, no topo do mausoléu aos heróis e mártires do Terceiro Front «Mario Muñoz Monroy», que devido a uma ordem de Fidel.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6040" alt="Juan Almeida" src="/files/2020/09/Juan-Almeida.jpg" width="300" height="253" />O primeiro secretário do Comitê Central do Partido, general-de-exército Raúl Castro Ruz, e o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, dedicaram duas oferendas florais ao Comandante da Revolução Juan Almeida Bosque, ao se comemorar em 11 de setembro o 11º aniversário do seu desaparecimento físico.</p>
<p>Diante do túmulo que guarda seus restos, no topo do mausoléu aos heróis e mártires do Terceiro Front «Mario Muñoz Monroy», que devido a uma ordem de Fidel, Almeida fundou e liderou durante a guerra, foi efetuada a homenagem, liderada pelos membros do Comitê Central do Partido, Lázaro Expósito Canto, presidente do Conselho de Defesa Provincial, e Beatriz Johnson Urrutia, vice-presidenta desse órgão.</p>
<p>No sagrado local, construído em Loma de La Esperanza, também foram colocados os tributos florais enviados pelo presidente da Assembleia Nacional, Esteban Lazo Hernández, e a título do povo de Cuba, depositados pelos generais-de-brigada Agustín Peña Porres e Luis Lores Moreira, chefes do Exército Oriental e da Região Militar Santiago de Cuba, respectivamente.</p>
<p>Em sua conta no Twitter, Díaz-Canel também honrou o «combatente que mais era parecido com o Titã de Bronze (Antonio Maceo). Nossa homenagem ao seu exemplo e a convicção de defender seu legado».</p>
<p>Além de compartilhar palavras do líder histórico da Revolução, Fidel Castro Ruz, sobre Almeida, na própria rede social o presidente resumiu: «Durante horas escutei pela televisão a homenagem de todo o país ao Comandante da Revolução Juan Almeida Bosque. Penso que enfrentar a morte era para ele um dever como todos os que cumpriu ao longo de sua vida».</p>
<p>No fim do tributo ao Herói da República de Cuba, os participantes depositaram rosas vermelhas sobre o túmulo a flor de terra, escoltado pela escultura de um destacamento guerrilheiro que leva a bandeira de 26 de Julho, e a chama eterna acesa em memória dos que morreram nestas históricas montanhas.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>Fidel: outra batalha, outra vitória</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2020 22:11:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fidel sempre nos acostumou a travar batalhas e vencê-las. Sempre se adiantou, como grande estrategista, a todas as variáveis que se podem apresentar em um combate. Preparou as forças, concebeu os palcos, estudou o inimigo e sempre esteve à frente de sua tropa. Hoje, de lá da rocha monolítica, extraída das raízes da Serra Maestra, enxerga o que se faz, o que resta por fazer, as imperfeições e a vitória.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5989" alt="Fidel" src="/files/2020/09/Fidel1.jpg" width="300" height="248" />Fidel sempre nos acostumou a travar batalhas e vencê-las. Sempre se adiantou, como grande estrategista, a todas as variáveis que se podem apresentar em um combate. Preparou as forças, concebeu os palcos, estudou o inimigo e sempre esteve à frente de sua tropa.</p>
<p>Hoje, de lá da rocha monolítica, extraída das raízes da Serra Maestra, enxerga o que se faz, o que resta por fazer, as imperfeições e a vitória.</p>
<p>Sabe, e assim advertiu, dos possíveis e reais comportamentos adversos daqueles que, ainda em meio da nova batalha, aproveitam-se de alguma falta de controle e assumem como seus o roubo, o desvio dos recursos, a revenda de produtos, como se para nada importasse o esforço gigante de dar a todos o que temos, seja muito ou pouco, mas honestamente conseguido.</p>
<p>Esse é o contexto da grande batalha que está travando nosso povo e sua liderança, a fim de vencer a pandemia do novo coronavírus e fazer do combate maior – a recuperação econômica do país – um objetivo possível de atingir se nós todos, de maneira unida, contribuímos com nosso grão de areia nessa cruzada colossal.</p>
<p>Na luta contra a Covid-19 não há um momento em que não esteja Fidel, seu conselho e advertência, sua estratégia, sua concepção sobre a guerra de todo o povo, também presente – muito presente – na situação atual. Porque a ofensiva de hoje é de todo o povo e à frente dela está Fidel.</p>
<p>Do próprio Programa do Moncada previu a formação de recursos humanos para garantir a saúde e a educação. Inclusive, foi mais além, e desde os primeiros meses, logo após o triunfo, já organizou e enviou à Argélia uma brigada médica cubana para oferecer ajuda a um povo que estava precisando dela.</p>
<p>Da Universidade de Havana tinha saído como advogado formado. Porém, quando se referia aos programas de saúde que se propunha fomentar, dava a impressão de ser um médico bem sabido.</p>
<p>Assim o concebeu e o levou à prática. Uns poucos exemplos – muito presentes no confronto à Covid-19 – o atestam: foi o criador do conceito do médico e enfermeira da família; estava convencido de que a ciência tinha que constituir parte da vida cotidiana deste país e, por isso ideou e liderou a formação dos polos científicos.</p>
<p>Trata-se de um projeto e uma definição que nada tem a ver com os modernos centros criados nos países capitalistas, a partir do conceito da medicina privada e de produzir insumos, inclusive remédios, somente para aqueles que tenham o dinheiro que custam. Paralelamente, a formação de recursos humanos para garantir os programas de saúde e a elaboração de conteúdos novos e revolucionários que hoje são um aval do desempenho de nossos médicos em qualquer lugar do mundo, constitui uma parte do pensamento de Fidel, o qual, em muitas ocasiões, expressou que não seriam demais, caso se formassem muitos.</p>
<p>Hoje, quando dezenas de milhares deles oferecem solidariedade, saúde e humanismo em mais de 60 nações, o agradecimento a Fidel e o reconhecimento a Cuba aparece até nas mais intrincadas comunidades, ou em grupos de população que nem sequer conhecem a língua espanhola.</p>
<p>Trata-se da nação que envia seus filhos a oferecer saúde e vida, em troca de nada. Não importa, em nenhum caso, a afiliação política ou a fé religiosa do doente. São seres humanos e a eles vai encaminhada toda ação altruísta desse grande exército de batas brancas.</p>
<p>Fidel concebeu o Contingente Henry Reeve e advertiu a sua importância perante pandemias e desastres naturais. Depois, vieram as provas difíceis que deram a razão ao Comandante: terremotos no Paquistao, Haiti e outros países; o Ébola em nações da África sofrida, e, finalmente, a Covid-19, vírus letal que em poucos meses tornou vulnerável um mundo que já perdeu mais de meio milhão dos seus filhos.</p>
<p>Se muitos deles não faleceram, se milhares foram devolvidos à vida depois do contágio, a medicina e a solidariedade cubana contribuíram para essa vitória, que também deve ser agradecida a Fidel.</p>
<p>Sem Cuba pedir, e em meio da campanha mais feroz contra esses colaboradores, por parte do governo de Donald Trump e os mercenários aos que pagam, são muitos, e de muitos variados países, os que estão pedindo lhes seja atribuído o Prêmio Nobel da Paz.</p>
<p>A partir de diferentes correntes políticas, variadas línguas e diferentes culturas, argumenta-se que esses profissionais da saúde são credores do reconhecimento internacional.</p>
<p>Também Fidel está à frente desse contingente médico e a ele vai encaminhada a gratidão daqueles que recebem a solidariedade cubana.</p>
<p>A pandemia da Covid-19 impõe outra batalha que Fidel vai vencendo. A articulação nacional contra a doença, as capacidades do país para contorná-la sem os saldos fatais de outras terras, resulta do pensamento do Comandante-em-chefe tornado realidade, materializado na continuidade que lidera o presidente da República, Miguel Díaz-Canel, sob o guia inteligente do general-de-exército Raúl Castro Ruz, quem ao mesmo tempo deposita nele toda a confiança e a segurança.</p>
<p>Neste dia 13 de agosto, no 94o aniversário natalício do Comandante-em-chefe, a partir da rocha monolítica que guarda seus restos em seu Santiago querido, suas grandes batalhas e suas vitórias continuarão sendo referência obrigada para um povo que, por convicção se propôs construir seu próprio destino; o mesmo que ele nos traçou e vamos defender sempre.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<item>
		<title>Vocês têm sido uma representação digna do Sistema de Saúde de Cuba</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2020 17:58:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em nome do primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz; do presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez; do governo e do povo cubanos, o primeiro-ministro transmitiu a todos os médicos um grande abraço e os mais sinceros agradecimentos pelo louvável trabalho realizado no México]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5956" alt="marrero medicos cubanos" src="/files/2020/09/marrero-medicos-cubanos.jpg" width="300" height="247" />Em nome do primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz; do presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez; do governo e do povo cubanos, o primeiro-ministro transmitiu a todos os médicos um grande abraço e os mais sinceros agradecimentos pelo louvável trabalho realizado no México</p>
<p>Vocês têm sido «uma representação digna do Sistema de Saúde cubano, do povo cubano e da mulher cubana», reconheceu o primeiro-ministro Manuel Marrero Cruz pouco antes das oito horas da segunda-feira, 3 de asgosdto, quando participou de uma reunião com os mais de 400 colaboradores da brigada médica Henry Reeve, que por cerca de três meses contribuíram para enfrentar o Covid-19 no México.</p>
<p>Em nome do primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz; do presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez; do governo e do povo cubanos, o primeiro-ministro transmitiu a todos os médicos um grande abraço e os mais sinceros agradecimentos pelo louvável trabalho realizado no México.</p>
<p>Destacando a tremenda façanha de nossos colaboradores na terra irmã do México, Marrero Cruz comentou os 68 serviços prestados em nove hospitais, onde trataram 54 mil pacientes, a grande maioria doente com a Covid-19. «Estamos orgulhosos de que o trabalho de vocês também tenha sido decisivo para ajudar a salvar 2.169 vidas e trazer felicidade a essas famílias», avaliou Marrero.</p>
<p>«Não esperávamos mais nada de vocês, porque quando a solidariedade, a humanidade e o profissionalismo que distingue nossos especialistas se unem, os resultados são, sem dúvida, sempre satisfatórios, como foram», confidenciou-lhes.</p>
<p>«Essa brigada, diversificada devido à grande variedade de especialidades médicas que reuniu e onde estavam representadas todas as províncias do país e o município especial Isla de la Juventud», disse, «trouxe um grande desafio e suas experiências também serão enriquecedoras para nossos protocolos de confronto ao novo coronavírus».</p>
<p>O primeiro-ministro compartilhou com eles as ações da nação durante esses complexos meses de enfrentamento à epidemia, em que os inimigos da Revolução Cubana não cessaram seus esforços para nos sufocar economicamente e tentaram, sem sucesso, manchar «o trabalho de solidariedade realizada por nossos profissionais de saúde em outras partes do mundo».</p>
<p>Também conversou com os médicos sobre como Cuba, sem descuidar o combate à doença durante esses quase cinco meses, «também elaborou uma estratégia econômico-social que nos permitirá estar em melhores condições para assumir a etapa de recuperação da Covid-19 e enfrentar o impacto chocante que a pandemia causou na economia mundial».</p>
<p>Posteriormente, a Sala do Protocolo de Cubanacán, na capital cubana, tornou-se um eco de experiências médicas enriquecedoras e diversas histórias com as quais nossos colaboradores evocaram os dias chocantes que compartilharam. A uma dúzia de especialistas deu a palavra o ministro da Saúde Pública, José Angel Portal Miranda, junto ao qual também estava o vice-primeiro-ministro Roberto Morales Ojeda; o chanceler Bruno Rodríguez Parrilla; e outras autoridades do Partido e do Governo.</p>
<p>Modestamente, eles falaram sobre o ajuste dos protocolos de saúde; de entrega; de solidariedade; do humanismo; de Fidel e seu sempre presente legado; do respeito conquistado entre colegas; do crescimento pessoal e profissional que para a maioria significou o desafio de enfrentar a Covid-19 em terras distantes.</p>
<p>O especialista em Medicina Geral Integral, Elsys de la Cruz Brínguez, definiu a relevância do trabalho do médico de família nos serviços hospitalares e a experiência que nossos médicos acumulam como suporte nessas ações. Em cenários como esses, o trabalho de promoção e prevenção na comunidade é vital para garantir que as pessoas se cuidem e tenham uma percepção de risco.</p>
<p>Também não faltou, na voz do graduado em enfermagem Eddy Pelayo Quevedo, o reconhecimento a todas as mulheres dignas da brigada; porque elas, segundo disse, «cresceram, elas eram Marianas, e sem vocês tudo o que fizemos não teria sido possível».</p>
<p>Assim, entre nervos, alegrias e grandes compromissos, nossos colaboradores relataram os muitos desafios que implica para o trabalho de um médico de família estar em um pronto-socorro para pacientes positivos da Covid-19; a integração necessária e decisiva nos serviços de terapia intensiva; a introdução da assistência de enfermagem ao paciente gravemente enfermo; o papel do epidemiologista no controle das medidas de biossegurança; e as complexidades do atendimento pediátrico nesses tempos da pandemia.</p>
<p>Foi uma experiência única e inesquecível, reconhecida com a voz quebrada pelo dr. Dayvi García Campaña, especialista em Terapia Intensiva Pediátrica. «Estamos orgulhosos de ter conseguido elevar o nome Cuba e da medicina cubana».</p>
<p>E toda a nação orgulha-se indiscutivelmente de todos eles, de seu valor e profissionalismo, da maneira como partiram, quase três meses atrás, carregando sua vocação médica como sua única bagagem.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>A mulher cubana deslumbra o mundo com seu desempenho</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 22:15:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro secretário do Comitê Central do Partido, general-de-exército Raúl Castro Ruz, transmitiu o reconhecimento e os parabéns a todas as mulheres cubanas, filiadas na Federação das Mulheres Cubanas (FMC), pela obra construída nestes anos, com sua força, sensibilidade, inteireza e entrega, ao se completar, em 23 de agosto, o 60º aniversário dessa organização.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5991" alt="Vilma homenaje" src="/files/2020/09/Vilma-homenaje.jpg" width="300" height="250" />O primeiro secretário do Comitê Central do Partido, general-de-exército Raúl Castro Ruz, transmitiu o reconhecimento e os parabéns a todas as mulheres cubanas, filiadas na Federação das Mulheres Cubanas (FMC), pela obra construída nestes anos, com sua força, sensibilidade, inteireza e entrega, ao se completar, em 23 de agosto, o 60º aniversário dessa organização.</p>
<p>Teresa Amarelle Boué, membro do Bureau Político, integrante do Conselho de Estado e secretária-geral dessa organização, tornou pública a mensagem de Raúl, ao proferir as palavras de homenagem que, por motivo dessa significativa efeméride, teve lugar na rocha-monumento que guarda as cinzas da eterna presidenta da FMC, Vilma Espín Guillois.</p>
<p>Após felicitar a líder da organização fundada por Fidel e Vilma, Raúl destacou o papel desempenhado pelas mulheres cubanas e sua participação decisiva em todos os setores da sociedade e, particularmente, por sua notável contribuição no enfrentamento à Covid-19.</p>
<p>Durante o tributo, Amarelle Boué e Beatriz Johnson Urrutia, integrante do Conselho de Estado e do Comitê Centrado Partido e vice-presidenta do Conselho de Defesa provincial, depositaram, ao pé do monólito, uma oferenda floral dedicada a Vilma pelo povo de Cuba.</p>
<p>Em sua intervenção, a secretária-geral da FMC se referiu, também, a duas mensagens do presidente da República, Miguel Díaz-Canel, e do segundo secretário do Comitê Central, José Ramón Machado Ventura.</p>
<p>A saudação de Díaz-Canel, citada além do mais em sua conta no Twitter, expressou: «Parabenizo a mulher cubana que deslumbra o mundo com sua obra extraordinária: às criadoras da Soberana e de outros medicamentos, às cientistas, doutoras e enfermeiras que não descansam por defender a vida. Feliz 60º aniversário da FMC».</p>
<p>Machado Ventura destacou: «É mais do que merecido que vocês tenham dedicado este 60º aniversário à memória da inesquecível companheira Vilma. Sem ela, sua férrea vontade e a visão de futuro do Comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz teria sido impossível que a mulher cubana pudesse demonstrar sua capacidade de luta e atingir um protagonismo destacado na consolidação e desenvolvimento da nossa Revolução».</p>
<p>Precisamente, ao se referir às tarefas atuais, Amarelle Boué destacou as milhares de mulheres que participam de forma ativa na batalha contra a Covid-19 nas comunidades, partiram para salvar vidas em outras nações, participaram ativamente das conquistas científicas, a produção de alimentos e o enfrentamento às ilegalidades e indisciplinas.</p>
<p>«Mulheres de Cuba toda» – enfatizou – «ponhamos toda nossa inteligência, capacidade e coragem na defesa do socialismo, porque assumimos a concepção de Vilma, de que o socialismo para as mulheres cubanas significa liberdade, independência, soberania, dignidade, justiça social, direito à igualdade, à vida e aqui, diante do monólito que guarda seus restos mortais, juramos que venceremos».</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>A Pátria insone, ao retorno dos seus</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2020 18:24:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora o cansaço da longa viagem que empreenderam do Kuweit talvez pudesse minguar em seus rostos a excitação do retorno, e a hora não permitisse a esta edição refletir as emoções retratadas, duas coisas: o orgulho pelo dever cumprido e a felicidade do patriota que volta ao lar, certamente ocuparam a chegada a Cuba, na madrugada da sexta-feira, 7 de agosto, dos colaboradores da Saúde que ajudaram a enfrentar a Covid-19 nesse distante país árabe.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5970" alt="medicos regreso Kwait" src="/files/2020/09/medicos-regreso-Kwait.jpg" width="300" height="254" />Embora o cansaço da longa viagem que empreenderam do Kuweit talvez pudesse minguar em seus rostos a excitação do retorno, e a hora não permitisse a esta edição refletir as emoções retratadas, duas coisas: o orgulho pelo dever cumprido e a felicidade do patriota que volta ao lar, certamente ocuparam a chegada a Cuba, na madrugada da sexta-feira, 7 de agosto, dos colaboradores da Saúde que ajudaram a enfrentar a Covid-19 nesse distante país árabe.</p>
<p>O branco puro das batas dos médicos distinguiu o veu noturno das primeiras horas da data, quando os 152 elementos do contingente internacionalista Henry Reeve desceram do avião ao solo da Pátria, para serem recebidos como heróis, após assistir a 758 pacientes contagiados com a pandemia e salvar da morte a 189 deles.</p>
<p>Alto prestígio o dessa brigada grande, cujo valor se eleva ainda mais na maioria feminina que a integra (110 mulheres), resposta contundente aos difamadores, que negam sua clara emancipação, e cobrem os olhos para não ver estas lições que dão ao mundo as herdeiras da imortal Vilma Espín, criadora da organização que vai completar 60 anos brevemente.</p>
<p>Com a pujança de tais heroínas, a brigada composta por 88 licenciadas em enfermagem, 58 especialistas em Medicina Geral Integral, duas em Cuidados Intensivos, uma em cuidados intensivos pediátricos e três professores de inglês; desde 5 de junho passado, trabalhou em um hospital de campanha de 254 leitos, no qual o atendimento da solidariedade cubana fez recuar a passagem da morte.</p>
<p>EM NÚMEROS, BRIGADAS HENRY REEVE</p>
<p>&#8211; 45 brigadas em vários países</p>
<p>&#8211; 39 delas ainda prestam serviços</p>
<p>&#8211; 2.626 colaboradores as integraram</p>
<p>&#8211; 1.327 em áreas de maior perigo</p>
<p>&#8211; 1.044 permanecem em zonas vermelhas</p>
<p>&#8211; 125 em locais de isolamento</p>
<p>&#8211; 29.606 pacientes atendidos</p>
<p>&#8211; 8.977 vidas salvas</p>
<p><strong>(Fonte: Minsap)</strong></p>
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		<title>Rosita imperecedoura</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 23:21:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rosita Fornés nasceu em Nova York, em 11 de fevereiro de 1923 e morreu em Miami, à 4h07 da quarta-feira, 10 de junho. Começou na arte pela primeira vez em 12 de abril de 1938, cantando na Suprema Corte da Arte. A partir desse momento viveu uma série de sucessos artísticos e primeira magnitude, nos quais mostrou seu talento como cantora, atriz dramática e comediante. Trabalhou no teatro, na rádio, no cinema e na televisão.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5886" alt="rosita_fornes-" src="/files/2020/06/rosita_fornes-.jpg" width="300" height="254" />Rosita Fornés nasceu em Nova York, em 11 de fevereiro de 1923 e morreu em Miami, à 4h07 da quarta-feira, 10 de junho. Começou na arte pela primeira vez em 12 de abril de 1938, cantando na Suprema Corte da Arte. A partir desse momento viveu uma série de sucessos artísticos e primeira magnitude, nos quais mostrou seu talento como cantora, atriz dramática e comediante. Trabalhou no teatro, na rádio, no cinema e na televisão. Quase nenhum gênero deixou de incitar sua paixão criadora: a zarzuela, a opereta, a revista de variedades, comedia musical, o mambo, o boleto, o tango e a balada-pop.</p>
<p>Estreou como atriz cinematográfica no longa-metragem Uma aventura peligrosa (1939), dirigida por Ramón Peón. E em 1940 chegou ao palco teatral, com a zarzuela El asombro de Damasco. Viveu vários anos no México, onde colheu inúmeros sucesso e retornou a Cuba em 1952, trabalhando na televisão e em shows.</p>
<p>Foi fundadora do teatro Lírico Nacional e durante décadas nunca deixou de trabalhar, até a despedida oficial dos palcos, em 1998, com a encenação de Cecilia Valdés.</p>
<p>No cinema, trabalhou em filmes como Se permuta (1983), Plácido (1986), Papeles secundários (1989), Quiéreme y verás (1994), Las noches de Constantinopla (2001), Al atardecer (2001) e Mejilla con mejilla (2011)</p>
<p>No teatro atuou na peça Confesiones en el barrio chino, escrita especialmente para ela por Nicolás Dorr e em outras peças como Vivir en Santa Fe e Nenúfares en el techo del mundo.</p>
<p>Rosita foi condecorada com a Ordem Felix Varela, que concede o Conselho de Estado de Cuba, em 1995 e mereceu os Prêmios Nacionais de Teatro (2001), Televisão (2003) e Música (2005). Era membro de Honra do Conselho Nacional da União dos Escritores e Artistas de Cuba (Uneac).</p>
<p>Triunfou no México e nos Estados Unidos, mas também recebeu aplausos em Espanha e vários países da América Latina, o Caribe e a Europa, mas indiscutivelmente ela era a Rosa de Cuba. E sem discussão, o público natural, o mais fervente, o mais apaixonado, o de maior fidelidade, o que desfrutou cada uma das suas atuações e que a encheu de gloria foi o de seus compatriotas.</p>
<p><strong>(Source:Granma)</strong></p>
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		<title>Nós os cubanos temos o país, ou preferimos a morte</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2020 23:04:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fidel Castro]]></category>
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		<description><![CDATA[Reconhecer-se como o principal arquiteto de seu destino, como o principal agente de mudanças em seu próprio benefício, como um mecanismo essencial para a Revolução, é a principal força dos povos. Nosso povo bem sabe disso, porque cada centímetro do manto de liberdade que nos protege, todo centímetro de terra em que vive o ser humano digno, todo trabalho colossal que se ergue nesta Ilha, ostenta a marca imperecível de sangue, suor e o sacrifício deste povo corajoso, cuja entrega emana constantemente e em abundância de seus princípios inalienáveis.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5801" alt="Patria o muerte" src="/files/2020/03/Patria-o-muerte.jpg" width="300" height="250" /><strong>Reconhecer-se como o principal arquiteto de seu destino, como o principal agente de mudanças em seu próprio benefício, como um mecanismo essencial para a Revolução, é a principal força dos povos.</strong></p>
<p>Nosso povo bem sabe disso, porque cada centímetro do manto de liberdade que nos protege, todo centímetro de terra em que vive o ser humano digno, todo trabalho colossal que se ergue nesta Ilha, ostenta a marca imperecível de sangue, suor e o sacrifício deste povo corajoso, cuja entrega emana constantemente e em abundância de seus princípios inalienáveis.</p>
<p>Toda essa plenitude histórica, todo o patriotismo esculpido geração após geração, herdado em genes e consciência, a radicalização completa de nossa postura revolucionária, encontrou singularidade em uma frase magistralmente pronunciada para fortalecer nossa linhagem, após um ato denegrente e condenável que procurava nos afundar no medo e na ansiedade.</p>
<p><strong>Desde aquela dolorosa marcha, até hoje, essas palavras abalam todos os átomos de nosso próprio amor, do orgulho de ser cubanos, porque nos lembram nossa capacidade sem precedentes de vencer, o que tem sido um enigma indecifrável para nossos inimigos.</strong></p>
<p>A<strong> frase Pátria ou Morte!, nasceu do discurso vibrante do homem infinito, o líder natural que vive com o tempo, o maior dos filhos de José Martí</strong>. Mas nós tornamos nossas suas palavras e as transformamos em um toque de clarim para chamar à luta, em inspiração para escalar os desafios íngremes da história, no supremo manifesto de nossos ideais e doutrinas.</p>
<p>Como a sua, também ouvimos com paixão essas palavras na voz do irmão que é e sempre será um soldado fiel do país, um eterno militante de amor por Cuba, um feroz defensor da justiça. Ele as entregou como legado a outro gigante insone, filho de um tempo de continuidade, que, ao dizê-las, nos leva a fortalecer as raízes para resistir a tempestades severas, a nos abraçar no sonho de fazer um país melhor todos os dias.</p>
<p>Porque Pátria ou Morte! é uma escolha inalienável, um caminho no qual não contemplamos nem a menor possibilidade de retrocesso. É a certeza que assumimos com a cabeça erguida e com otimismo e esperança à superfície.</p>
<p>Aqueles que insistem em bloquear até o ar, em deixar-nos os caminhos truncados; aqueles que ficam obcecados em restringir nosso espaço de vida, em nos cercar entre paredes de ódio, não entendem que nosso slogan é tão forte e firme quanto a fibra de que somos feitos.</p>
<p>O que entendemos por Pátria não tem relação com crianças desaparecidas, com terrorismo de Estado, com terras hipotecadas a um senhor estrangeiro, com crianças com rostos lânguidos, com poderosos zombando dos direitos daqueles que os levaram ao poder, com balas que derramam lágrimas de sangue.</p>
<p>Pátria para nós é o mais sagrado dos conceitos e se traduz em paz, em ser digno de quem somos, na garantia de ser tratado e tratar os outros como seres humanos. Essa verdade em que acreditamos é o que nos dá a vontade necessária para enfrentar obstáculos, pensar em todo o país e nos dá a liberdade de sonhar, porque sabemos que há um futuro.</p>
<p>Se esse conceito está ameaçado, se algo o coloca em risco, saiba que antes que nossa bandeira se desfaça em pedaços pequenos, eles já terão lutado por isso com os mártires. Em relação a essa posição, ninguém espera prazos médios. Para os cubanos, existem coisas que não são negociáveis: ou temos o país ou preferimos a morte.</p>
<p><strong>(Source: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://pt.granma.cu/cuba/2020-03-05/nos-os-cubanos-temos-o-pais-ou-preferimos-a-morte" >Granma</a>)</strong></p>
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