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	<title>Cubadebate (Português) &#187; história</title>
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		<title>Um Baraguá em nossa resistência</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 17:28:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Baraguá, 15 de março de 1878. A sombra e a luz deram de cara sob aquelas mangas «baratas» — assim sonhadas por um estranho com patente de general — que veio àquele local para catar aquelas mangas bem fácil, tal como fez antes no México, Marrocos e na sua própria Espanha, contra a chamada «resistência carlista» da Catalunha e de Navarra.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6392" alt="Antonio Maceo" src="/files/2021/03/Antonio-Maceo.jpg" width="300" height="250" />A cada tentativa deles aparece um Baraguá, que não é um ponto deste arquipélago, mas um país inteiro; uma voz que também não é de um homem, mas de todo um povo: Fora essa farsa, «não nos entendemos!»</p>
<p>Baraguá, 15 de março de 1878. A sombra e a luz deram de cara sob aquelas mangas «baratas» — assim sonhadas por um estranho com patente de general — que veio àquele local para catar aquelas mangas bem fácil, tal como fez antes no México, Marrocos e na sua própria Espanha, contra a chamada «resistência carlista» da Catalunha e de Navarra; fatos dos quais, com a ajuda de subornos, intrigas, tiros e discursos adocicados, seu sabre colonizador saiu vitorioso; smart power (poder inteligente) é chamada hoje em dia essa doutrina.</p>
<p>Astuto sem dúvida, o general espanhol Arsênio Martínez Campos entendeu que não conseguiria uma vitória militar sobre as mambisas cubanas. Por isso optou pelo poder brando ibérico, receita com a qual obteve tão bons dividendos noutras geografias. Achava que o estratagema daria certa na Ilha, que em Baraguá se repetisse a dobradinha de pouco mais de 30 dias antes no Zanjón, que bastariam lisonjas e falsos discursos.</p>
<p>«Chega de sacrifícios e sangue; Vocês fizeram o suficiente para surpreender o mundo com sua tenacidade e decisão», elogiou Martínez Campos, após pesar a coragem e a juventude de um homem de 32 anos, que do lado rebelde o olhava com aparente calma.</p>
<p>«Chegou a hora de nossas divergências chegarem ao fim e, cubanos e espanhóis, propomos tirar este país da prostração em que o mergulhou dez anos de guerra crua», continuou o astuto gendarme colonialista, enquanto estendia a mão com o documento da rendição mascarada dos patriotas.</p>
<p>Depois houve uma luz que lhe obscureceu a esperança: «Guarde esse documento, não queremos saber nada dele», respondeu o general mambi como um raio. E a uma pergunta do intrigado «pacificador», o categórico não: «Não nos entendemos», respondeu Antonio Maceo com mais ênfase.</p>
<p>Depois disso, e até hoje, as horas de perigo para Cuba não foram poucas; e não faltaram carreiristas, platistas, anexacionistas, zanjoneros que, em busca de fama, dinheiro e conforto, cumprem a ordem de caluniar o país, vendê-lo e até mesmo pedir uma agressão.</p>
<p>Coitados. A cada tentativa deles aparece um Baraguá, que não é um ponto deste arquipélago, mas um país inteiro; uma voz que também não é de um homem, mas de todo um povo: Fora essa farsa, «Nós não nos entendemos!»</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Uma frente de luz na Serra</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2021 17:17:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A luz que brilha hoje nestes morros rompeu as nuvens cinzentas da opressão quando, em 11 de março de 1958, aqui foi fundado o 2o Front guerrilheiro Frank País, por ordens de Fidel e sob o comando do então comandante Raúl Castro. No 63º aniversário dessa fundação da liberdade, o mausoléu que comemora a façanha, e homenageia, com seus restos mortais, os heróis e mártires da Frente, acolheu em 11 de março as oferendas de flores a eles.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6386" alt="Segundo frente Oriente Cuba" src="/files/2021/03/Segundo-frente-Oriente-Cuba.jpg" width="300" height="251" />A luz que brilha hoje nestes morros rompeu as nuvens cinzentas da opressão quando, em 11 de março de 1958, aqui foi fundado o 2o Front guerrilheiro Frank País, por ordens de Fidel e sob o comando do então comandante Raúl Castro.</p>
<p>No 63º aniversário dessa fundação da liberdade, o mausoléu que comemora a façanha, e homenageia, com seus restos mortais, os heróis e mártires da Frente, acolheu em 11 de março as oferendas de flores a eles dedicadas pelo general-de-exército Raúl Castro Ruz, e pelo presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez.</p>
<p>Diante de uma bandeira ondulante, entre palmeiras reais e um manto descendente de flores vermelhas, símbolo do sangue consagrado à Pátria, havia também coroas em nome de Esteban Lazo Hernández, presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular, e do povo de Cuba.</p>
<p>No Twitter, como um conceito, Díaz-Canel escreveu: «Pátria e vida é a continuidade: no Segundo Front e sob o comando de Raúl, foi desenhado um modelo de administração em pequena escala em meio à guerra».</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Com o Almeida em voz alta</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2021 22:14:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A voz do Comandante da Revolução Juan Almeida Bosque continuou sendo a voz de milhões que, ao longo do caminho percorrido – o nascimento do Exército Rebelde, os fronts de guerrilha, a epopeia da luta clandestina, o triunfo de janeiro, a vitória do Girón, o moral altíssimo dos dias da Crise de Outubro de 1962, a luta contra os bandidos, a safra do povo, as tarefas de choque, a decolagem da ciência, a universalização da educação, o confronto com o bloqueio.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6296" alt="Fidel y Almeida" src="/files/2021/02/Fidel-y-Almeida.jpg" width="300" height="250" />A voz de Juan Almeida Bosque vibrou em Alegría de Pío: «Ninguém vai se render aqui &#8230;!» bradou aos inimigos, e encerrou a imprecação com uma palavra que saiu do fundo de sua alma, na manhã de 5 de dezembro de 1956.</p>
<p>A voz do Comandante da Revolução Juan Almeida Bosque continuou sendo a voz de milhões que, ao longo do caminho percorrido – o nascimento do Exército Rebelde, os fronts de guerrilha, a epopeia da luta clandestina, o triunfo de janeiro, a vitória do Girón, o moral altíssimo dos dias da Crise de Outubro de 1962, a luta contra os bandidos, a safra do povo, as tarefas de choque, a decolagem da ciência, a universalização da educação, o confronto com o bloqueio, a virada da página à crise dos anos 90, resistência ao ataque do trumpismo – a tornaram sua própria como uma parte substantiva da alma da nação.</p>
<p>Amanhã, quando o combatente, político, poeta e compositor comemorar os 94 anos de seu nascimento, a frase dita em um dos momentos mais difíceis do início da fase final do feito libertário, se multiplica, aqui e agora, no esforço enorme para vencer o pulso da pandemia, desenvolver a economia em condições adversas, defender as conquistas populares e consolidar o tecido social diante das tentativas de fraturamento da unidade.</p>
<p>«Ninguém vai se render aqui&#8230;!» nasceu da emoção e da coragem, mas também dos valores que Almeida e a geração do Centenário e do Granma, liderada por Fidel, enraizaram e se encarregaram de transmitir aos que vieram depois. Teremos que voltar, sempre, a esta reflexão sua, compartilhada, há mais de duas décadas, com os leitores do jornal Granma:</p>
<p>«A história sempre será um ensinamento. Uma grande virtude é a honestidade em nossa atuação e também em julgar pelos ensinamentos que a própria história nos oferece. E não só a nossa, mas aquela que emana dos fenômenos deste mundo do qual fazemos parte e do qual não somos alheios. A unidade de nosso povo em torno de seus líderes e da Revolução é um dos escudos mais poderosos contra nossos inimigos».</p>
<p>Tal como Fidel, como Raúl, como a atual leva de dirigentes revolucionários, Almeida sabia que rendição é uma palavra banida do vocabulário, da ação e do destino da grande maioria dos homens e mulheres cubanos.</p>
<p>Definitivamente, aqui ninguém vai se render!</p>
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		<title>Simplesmente, Celia</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2021 16:52:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nossa bandeira nacional a meio mastro, uma sexta-feira cinza demais e até o «pranto» do céu na capital, foram o prelúdio da terrível notícia que ninguém gostaria de ouvir naquele 11 de janeiro de 1980. A «alma» feminina da Revolução deixou de bater; um povo inteiro foi privado da bondade, ternura, rebeldia e a própria simplicidade tornada mulher..., deixava de existir fisicamente a madrinha de todos, quem a partir daquele dia cinzento se tornaria flor, ar, lembrança memorável, presença vivente.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6182" alt="celia" src="/files/2021/01/celia.jpg" width="300" height="250" />Nossa bandeira nacional a meio mastro, uma sexta-feira cinza demais e até o «pranto» do céu na capital, foram o prelúdio da terrível notícia que ninguém gostaria de ouvir naquele 11 de janeiro de 1980.</p>
<p>A «alma» feminina da Revolução deixou de bater; um povo inteiro foi privado da bondade, ternura, rebeldia e a própria simplicidade tornada mulher&#8230;, deixava de existir fisicamente a madrinha de todos, quem a partir daquele dia cinzento se tornaria flor, ar, lembrança memorável, presença vivente.</p>
<p>Porque a morte se engana se acredita que pode, então, levar consigo aquela que já havia aninhado, para sempre, no seio das crianças órfãs salvas da falta de amor; na afeição professada pelos camponeses tratados como iguais; na admiração das mulheres que recuperaram a dignidade no âmbito social e no trabalho; e em tantas, tantas pessoas gratas a essa heroína excepcional.</p>
<p>A morte se engana, ingênua e covarde, se acredita que mais de quatro décadas fizeram perder a memória desta nação.</p>
<p>Porque não dá para esquecer a menina de Media Luna que guardava moedas durante um ano inteiro para comprar presentes, no Dia dos Reis, para os pequeninos mais pobres de sua cidade; ou que junto com seu pai Manuel – um honorável médico – ajudava a curar as dores no corpo de quem «não tinha nada». A mesma menina que foi ao pico Turquino, no centenário do Apóstolo, para homenageá-lo ali, com seu busto, e uma certeza sussurrou em seu ouvido: «Você não estará só, eu estarei sempre com você».</p>
<p>Porque é difícil não evocar no presente a menina que, durante a luta clandestina, idealizou soluções tremendas como colocar mensagens embrulhadas em cigarros e até dentro de um bolo; ou o de inventar uma barriga grávida para fugir das autoridades da tirania.</p>
<p>A mesma jovem que uniu forças para salvar os expedicionários do iate Granma; que foi a primeira mulher a envergar o uniforme verde-oliva na Serra Maestra; que compilou, em pedaços de papel, a história da guerra; e que se tornou na luz, e não na sombra, de Fidel.</p>
<p>Porque a marca de sua obra é indelével em todos os lugares da Revolução onde foi gênese, ideia e impulso. Lá estão, como testemunhas, o Parque Lenin, a sorveteria Coppelia, o Palácio das Convenções, o Gabinete de Assuntos Históricos do Conselho de Estado, escolas e oficinas, só para citar alguns edifícios.</p>
<p>Porque sua imagem cativante também nos faz lembrar a líder que nunca negligenciou uma reivindicação; que zelava com infinita sensibilidade pelo cuidado das plantas e animais; que ela preferia se vestir com tecidos feitos de sacos de farinha e andar entre os seus, nunca exagerando. A deputada que se preocupava mais com seu povo do que com sua saúde. A membro do Comitê Central do Partido que conquistou o carinho de milhões com trabalho, humildade e uma dedicação ímpar.</p>
<p>Se o detalhe precisasse de um nome, seria o dela. Se a modéstia tivesse que ser nomeada, seria nomeada em homenagem a ela. Se o exemplo tivesse que ser medido, bastaria que pensássemos nela.</p>
<p>E mesmo quando foi batizada com múltiplos epítetos, como Heroína da Serra e da Planície, a flor mais autóctone, ou a guerrilheira incansável, basta dizer Celia, para reconhecer que ela é, simplesmente, eterna.<br />
<strong><br />
(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>O país da liberdade segue o caminho de Fidel</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 17:12:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Caravana da Liberdade, composta por crianças e jovens notáveis, lotou as ruas da cidade de Camagüey para comemorar um dos eventos mais importantes da história do país. Da mesma praça onde um povo encorajado pela vitória das armas rebeldes ouviu o jovem Comandante no dia 4 de janeiro, as novas gerações enviaram ao mundo uma mensagem clara e instrutiva: «Conosco haverá Revolução durante muito tempo».]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6159" alt="fidel habana" src="/files/2021/01/fidel-habana.jpg" width="300" height="255" />A Caravana da Liberdade, composta por crianças e jovens notáveis, lotou as ruas da cidade de Camagüey para comemorar um dos eventos mais importantes da história do país.</p>
<p>Da mesma praça onde um povo encorajado pela vitória das armas rebeldes ouviu o jovem Comandante no dia 4 de janeiro, as novas gerações enviaram ao mundo uma mensagem clara e instrutiva: «Conosco haverá Revolução durante muito tempo».</p>
<p>«Aqueles que resistem e lutam, aqueles que confiam e sonham, aqueles que sabem mais sobre sóis do que manchas», disse Kelly Álvarez Fernández, primeira secretária do Comitê Provincial da UJC, «podem confiar nesta juventude, que não falhará».</p>
<p>Num momento de tanto simbolismo, a líder juvenil assegurou que as bandeiras da Pátria estarão sempre em boas mãos, ali, onde forem mais úteis: na zona vermelha, junto com os idosos, nas pesquisas, nas salas de aulas, nas usinas ou nos campos.</p>
<p>Anteriormente, Anier Arnedo Sánchez, primeiro secretário da União dos Jovens Comunistas (UJC) em Las Tunas, afirmou, em nome das novas gerações: «Não somos os substitutos, somos mais do que isso, somos a continuidade, somos o presente».</p>
<p>A ocasião foi o momento em que lutadores da Revolução, pioneiros e jovens, comemoraram o 62º aniversário da entrada a essa cidade capital do território da Caravana da Liberdade.</p>
<p>Simbolicamente, e como maior prova dos laços que unem as gerações passadas e presentes de cubanos, os que então se vestiam de verde oliva desceram dos veículos de mãos dadas com os que agora seguem seus luminosos passos.</p>
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		<title>Com a força de Maceo, Cuba acompanhou a África para se libertar do apartheid</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2020 21:33:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Maceo permeou o espírito e o corpo desta Ilha, que hoje se levanta contra o ambicioso inimigo. Eles não podem mais nos vencer. Qualquer dia de dezembro, de qualquer ano, reiteraremos aos zanjoneros e seus mentores: Não nos entendemos! Uma bala o atravessou em San Pedro, em 7 de dezembro de 1896, mas não o deteve ali, onde a pátria o acolhe. O general Antonio cavalga irredutível em sua Ilha. Aquela «tempestade a cavalo» que nosso Apóstolo viu no Titã de Bronze]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6142" alt="maceo caballo" src="/files/2020/12/maceo-caballo.jpg" width="300" height="252" />Maceo permeou o espírito e o corpo desta Ilha, que hoje se levanta contra o ambicioso inimigo. Eles não podem mais nos vencer. Qualquer dia de dezembro, de qualquer ano, reiteraremos aos zanjoneros e seus mentores: Não nos entendemos!</p>
<p>Uma bala o atravessou em San Pedro, em 7 de dezembro de 1896, mas não o deteve ali, onde a pátria o acolhe. O general Antonio cavalga irredutível em sua Ilha. Aquela «tempestade a cavalo» que nosso Apóstolo viu no Titã de Bronze, mais do que uma bela e bela metáfora, foi uma premonição.</p>
<p>O herói de Duaba, Mântua, Baraguá, Peralejo, atacou virilmente em Santiago, quando Fidel explicou os motivos que o levaram a atacar o Moncada, e avisou, perante os que o julgavam, que primeiro a Ilha afundaria no mar antes de consentirmos não sejam escravos de ninguém. O Chefe da Revolução invocou «o exemplo glorioso de nossos heróis e mártires» e os sintetizou em cinco nomes: Céspedes, Agramonte, Maceo, Gómez e Martí.</p>
<p>Seu facão e sua armadura de Titã foram o que Cuba ergueu nas pastagens da África. O seu espírito e ideais emancipatórios erradicaram, daquele continente, o vergonhoso regime do apartheid, para que Angola, Namíbia, Etiópia e outras geografias ficassem livres da morte e da segregação imposta pelo regime neocolonial. Cuba, que carrega o sangue africano nas veias, teve o privilégio de lutar e construir, junto com as nações daquele continente, uma nova ordem de convivência, unida na busca da felicidade, da igualdade e do bem-estar de todos os seus filhos, superar as consequências do colonialismo, da escravidão e do ódio às raças. Não poderia ser de outro modo, quando nossa nação emergiu na luta pela independência e pela abolição da escravidão, e teve em homens como Maceo essa inspiração e força.</p>
<p>Hoje os zanjoneros estão se agitando novamente, tentando dividir e confundir. Mas novamente Maceo, com tanta força em sua mente quanto em seu braço, levanta-se aos milhões. E com ele Panchito Gómez, no Trillo ou em qualquer outro parque, universidade ou lugar de Cuba.</p>
<p>Maceo permeou o espírito e o corpo desta ilha, que hoje se levanta contra o ambicioso inimigo. Eles não podem mais nos vencer. Qualquer dia de dezembro, de qualquer ano, reiteraremos aos zanjoneros e seus mentores: Não nos entendemos!</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Havana de Cuba</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2020/12/02/havana-de-cuba/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2020 16:38:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma ideia posta em prática por aquele sábio que foi Eusebio Leal, leva o nome de Rutas y andares, e sua finalidade fundamental sempre foi chegar a todos os recantos da Havana Velha com a participação ativa de seus habitantes. Foram os diretores do Gabinete do Historiador, sob a orientação de Leal, que reconheceram que o bairro de San Isidro conseguiu um grande fluxo de viajantes graças ao entusiasmo e à vontade de seus representantes.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6134" alt="la habana" src="/files/2020/12/la-habana.jpg" width="300" height="245" />A grandeza desta geografia não pode ser ultrajada nem mesmo em seu universo simbólico. A história de Cuba habita a capital do país para nos lembrar o passado ao qual renunciamos</p>
<p>Uma ideia posta em prática por aquele sábio que foi Eusebio Leal, leva o nome de Rutas y andares, e sua finalidade fundamental sempre foi chegar a todos os recantos da Havana Velha com a participação ativa de seus habitantes. Foram os diretores do Gabinete do Historiador, sob a orientação de Leal, que reconheceram que o bairro de San Isidro conseguiu um grande fluxo de viajantes graças ao entusiasmo e à vontade de seus representantes.</p>
<p>Esse poderoso motivo me levou a ir àquele bairro e até mesmo perguntar sobre a obra social da Revolução – que inclui 14 consultórios médicos, uma clínica de medicina tradicional, uma clínica veterinária, três creches e um jardim de infância e quatro escolas, além de que ainda existam espaços e locais afetados pelo tempo. Não tenho dúvidas de que aqueles seres vergonhosamente financiados por Washington, sob uma entidade erroneamente denominada Movimento San Isidro, tinham acesso gratuito a essas e outras escolas, centros de saúde e outros benefícios sociais.</p>
<p>Neste momento, sinto que Leal continua «caminhando por Havana» e parece ouvi-lo, seja diante de um interlocutor ou com uma grande audiência, referindo-se aos estudantes de medicina que em 27 de novembro de 1871 foram vítimas de um dos mais crimes horrendos cometidos por cubanos pagos pelo colonialismo espanhol.</p>
<p>Em sua voz comprometida e valente, ouvi-o repudiar outra ação vil, como a cometida pelos fuzileiros navais dos Estados Unidos que em 11 de março de 1949 subiram ao monumento Martí no Central Park, um verdadeiro ultraje ao mais universal e patriota de todos os cubanos.</p>
<p>Havana também é marcada pelo que aconteceu em 4 de março de 1960, quando os Estados Unidos fizeram explodir o navio francês La Coubre, que transportava armas e munições adquiridas por Cuba para defender sua já ameaçada Revolução. Esse ato terrorista, além de privar o país das tão necessárias armas, causou cerca de cem civis mortos e 400 feridos.</p>
<p>Então, como esses personagens vulgares podem imaginar que alguém, seja da própria Havana Velha ou da parte mais remota de Cuba, pudesse aceitar que um pequeno grupo como o deles pudesse se enraizar em uma terra fertilizada pelo sangue de milhares de cubanos?</p>
<p>Lembrem, eufóricos infratores da lei cubana que clamam por Trump como seu presidente, que aquela Havana Velha que pretendem manchar tem um centro histórico que foi declarado, pela Unesco, Patrimônio Cultural da Humanidade.</p>
<p>Mais recentemente, o status concedido a Havana como Cidade Maravilha do mundo moderno, reforça nosso compromisso, hoje e para sempre, com seus valores patrimoniais e com sua gente.</p>
<p>Gostaria também de lembrar a esses personagens baratos que San Isidro Labrador era um agricultor, capaz de dividir o pouco que ganhava entre o templo, os mais necessitados e sua família.</p>
<p>Seus pais eram agricultores extremamente pobres que não podiam nem mesmo mandar o filho para a escola. Este homem canonizado não merece que nenhum desgraçado se esconda no seu patronímico.</p>
<p>A grandeza desta geografia não pode ser ultrajada nem mesmo em seu universo simbólico. A história de Cuba habita a capital do país para nos lembrar o passado ao qual renunciamos.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>O Granma, cortando o nevoeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2020 16:16:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nem o mau tempo, nem a turbulência do mar, nem a sobrecarga de um barco que parecia incapaz de suportar a viagem do México a Cuba com tanta coragem por dentro, puderam atenuar, na madrugada de 25 de novembro de 1956, a decisão dos 82 membros da expedição do iate Granma para serem «livres ou mártires». Sete dias depois, em um ponto da costa sul do leste de Cuba, conhecido como Los Cayuelos (em Niquero), desembarcou aquele punhado de homens que, sob a orientação de Fidel, começaria a homenagear o sangue derramado em nome da independência.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6124" alt="cartel granma" src="/files/2020/12/cartel-granma.jpg" width="300" height="249" />A utopia a bordo do iate Granma foi certa na hora do desembarque. «Agora nós vencemos a guerra», disseram no reencontro, após o batismo de fogo. A convicção ancorou para sempre na pátria, e hoje troveja, com eco de tambores, perante das manobras mercenárias<br />
Eles me acordaram naquela manhã, às seis horas.</p>
<p>&#8220;Ouvi barulho, gritos, fechei os olhos de novo até adormecer.</p>
<p>Sonhei que Deus colocava confeitos nas folhas roxas das árvores do parque, que tinha um caminhão novo.</p>
<p>No golfo, o Granma avançava cortando o nevoeiro&#8221;</p>
<p><strong>Poema, de Luis Rogelio Nogueras</strong></p>
<p>Nem o mau tempo, nem a turbulência do mar, nem a sobrecarga de um barco que parecia incapaz de suportar a viagem do México a Cuba com tanta coragem por dentro, puderam atenuar, na madrugada de 25 de novembro de 1956, a decisão dos 82 membros da expedição do iate Granma para serem «livres ou mártires».</p>
<p>Sete dias depois, em um ponto da costa sul do leste de Cuba, conhecido como Los Cayuelos (em Niquero), desembarcou aquele punhado de homens que, sob a orientação de Fidel, começaria a homenagear o sangue derramado em nome da independência.</p>
<p>Depois de uma viagem convulsiva e ainda com o cansaço nas costas, aqueles bravos homens empreenderam uma jornada perigosa no meio de um manguezal traiçoeiro e inconstante que, em seções, ameaçava cobri-los; enquanto em outros lugares as plantas espinhosas rasgavam os uniformes e a pele, ao mesmo tempo que uma nuvem de mosquitos e insetos os perseguia.</p>
<p>Os expedicionários demoraram quase quatro horas para percorrer os 1.500 metros que os separavam da terra firme, em uma marcha lenta e dolorosa, onde perderam sapatos, roupas e valioso material de guerra, mas nunca a fé no juramento feito por Fidel ao deixar o México: «Se eu for, eu vou; se eu chegar, eu entro; se eu entrar, eu ganho».</p>
<p>Os dias que se seguiram foram ainda piores. Três dias depois, quase sem comida e sem descanso, chegaria o batismo de fogo diante do inimigo, em Alegria de Pío, e a morte de alguns combatentes, a captura de outros&#8230; a dispersão.</p>
<p>Mas foi preciso muito mais do que esse revés para derrotar os desejo de liberdade. Isso seria demonstrado, poucos dias depois, no dia 18 de dezembro, em Cinco Palmas, quando, com oito homens e sete armas, o Comandante-em-Chefe profetizou: «Agora nós ganhamos a guerra!»</p>
<p>Com essa convicção eles haviam ancorado no solo da pátria; esse seria o guia para cada futuro combate na Serra Maestra, até o triunfo final, e é hoje, 64 dezembros depois, a mesma convicção que faz Cuba se erguer perante as rudes manobras que tentam em vão quebrá-la.</p>
<p>Com o iate Granma desembarcaram não só a utopia do possível e da Pátria com que Martí sonhou, mas também os ideais de soberania de um povo, que não permite que sua história seja ultrajada, e muito menos se deixar confundir.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>A Revolução tem o ímpeto de Santiago</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 16:27:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 30 de Novembro de 1956, um verdadeiro Movimento, o 26 de Julho, estreou nesta cidade um uniforme, um bracelete e uma coragem à prova de balas, que desafiou com valor a morte, porque sua causa emancipadora era a verdade de seu povo. Assim foi como se revoltou Santiago, faz 64 anos, para apoiar o desembarque do iate Granma, ao som de um clarim que inspira hoje, como um legado, a resistência de Cuba contra a subversão e as campanhas mercenárias pagas dos Estados Unidos para destruir a Revolução.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6130" alt="Homenaje Santiago Cuba" src="/files/2020/12/Homenaje-Santiago-Cuba.jpg" width="300" height="251" />No dia 30 de Novembro de 1956, um verdadeiro Movimento, o 26 de Julho, estreou nesta cidade um uniforme, um bracelete e uma coragem à prova de balas, que desafiou com valor a morte, porque sua causa emancipadora era a verdade de seu povo. Assim foi como se revoltou Santiago, faz 64 anos, para apoiar o desembarque do iate Granma, ao som de um clarim que inspira hoje, como um legado, a resistência de Cuba contra a subversão e as campanhas mercenárias pagas dos Estados Unidos para destruir a Revolução.</p>
<p>Um grande tributo, por ocasião da data, significaram, ao amanhecer desta segunda-feira, 30, as coroas de flores enviadas pelo primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz, e do presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, aos mártires do levante armado nesta Cidade Heroica.</p>
<p>Diante da placa que imortaliza Pepito Tey, Otto Parellada e Tony Alomá, em Loma del Intendente, local onde eles entregaram heroicamente suas vidas, no ataque e incêndio da esquadra da Polícia Nacional do regime de Batista, também chegaram coroas de flores enviadas pelo presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular, Esteban Lazo, e do povo de Cuba.</p>
<p>Na comemoração, foram lembradas as ações organizadas e lideradas por Frank País García, com as quais os jovens combatentes fizeram tremer, ainda, a esquadra da Polícia Marítima, assaltaram uma loja onde conseguiram armas e provocaram, na prisão de Boniato, a fuga de um grupo de revolucionários encarcerados lá.</p>
<p>Segundo disse o general-de-brigada (r) Luis Cuenca Pupo, aquela gesta demonstrou a determinação de lutar pela liberdade da Pátria e o apoio do povo à causa da emancipação. Por outro lado, a vice-presidenta do Conselho de Defesa Provincial de Santiago de Cuba, Yaneidys Hechavarría Batista, reafirmou que a atitude daquele momento continua sendo a postura invariável dos cubanos nas complexas circunstâncias de hoje, quando se torna urgente defender a obra da Revolução diante das novas ameaças.</p>
<p>Os membros do Comitê Central e as máximas autoridades do Partido e do Governo na província, Lázaro Expósito Canto e Beatriz Johnson Urrutia, lideraram a comemoração, na qual, mediante o canto, a dança e a poesia, transcendeu o legado daqueles que contribuíram para adiantar a conta regressiva da tirania.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>O canto redentor</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2020 22:36:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bayamo]]></category>
		<category><![CDATA[Canção]]></category>
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		<description><![CDATA[Após derrotarem os espanhóis, os homens de Carlos Manuel de Céspedes entraram em Bayamo, primeira cidade livre da Cuba revoltada, e na Praça Paroquial Mor, Perucho Figueredo, montado no cavalo, pôs a letra da marcha na voz do povo que o cercava. «Não haverá caneta que possa descrever o delírio, a emoção daquele homem e aquele povo que o escutava e imitava», contou sua filha Candelaria.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6094" alt="Cuba Cultura" src="/files/2020/10/Cuba-Cultura.jpg" width="300" height="252" />Das datas telúricas que fundaram a nação, a data de 20 de outubro de 1868 elevou a alma cubana na épica do canto, quando em uma explosão de emoções, foi escutada a letra de um Hino, com um clarim. Fruto do espírito independentista, a Bayamesa emergiu, segundo disse José Martí, «na hora mais bela e solene da Pátria».</p>
<p>Após derrotarem os espanhóis, os homens de Carlos Manuel de Céspedes entraram em Bayamo, primeira cidade livre da Cuba revoltada, e na Praça Paroquial Mor, Perucho Figueredo, montado no cavalo, pôs a letra da marcha na voz do povo que o cercava. «Não haverá caneta que possa descrever o delírio, a emoção daquele homem e aquele povo que o escutava e imitava», contou sua filha Candelaria.</p>
<p>Porém o canto que nos identifica, que nos orgulha dentro e fora da Ilha, e que não admite sussurros nem honras, porque é símbolo e essência da independência conquistada, encerra outros detalhes, às vezes eclipsados pela lenda em torno daquele dia 20 de outubro.</p>
<p>Por exemplo, o hino foi encarregado pelo patriota Francisco Maceo Osorio a Perucho, em 2 de agosto de 1867, e 12 dias depois, o autor natural de Bayamo tocou no piano, em sua casa, a música de nossa Marselhesa, em uma reunião do Comitê Revolucionário.</p>
<p>A estreia pública teve lugar quando da celebração na vila do Corpus Christi, em 11 de junho de 1868, na igreja Paroquial Mor, e foi repetido, em uma segunda ocasião, no Dia de Santa Cristina, em um golpe de audácia, pois durante a execução da melodia patriótica, estava presente, sem saber, desde a sua residência até a Sociedade Filarmonica, o próprio tenente-governador Julián Udaeta, o qual acabou suspeitando da tal música.</p>
<p>Mas este canto foi mais belo e redentor – justamente no dia da primeira grande vitória militar e moral dos cubanos – e ganhou vida como marcha insurgente, ao convocar: «Ao combate, correis, bayameses, que a Pátria os contempla orgulhosa!&#8230;»</p>
<p>Acerca do Hino de Bayamo existem muitas histórias a serem contadas, como a contribuição feita a essa música por Isabel, a esposa de Perucho, ou as mais de 20 versões surgidas após o desaparecimento da partitura original, com o incêndio de Bayamo, em janeiro de 1869, ou as suas reproduções no jornal Patria, da mão do Apóstolo, como máxima expressão de respeito a um canto de guerra, cuja condição de símbolo pátrio não foi reconhecida até 5 de novembro de 1900, na Assembleia Constituinte da época.</p>
<p>Contudo, o hino de todos, ontem o de Bayamo, hoje Hino Nacional, sempre terá o maior reconhecimento no povo que o canta de cabeça descoberta e a garganta acesa; porque com ele declara seus princípios, entoa sua cultura, afirma sua soberania.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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