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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Haiti</title>
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		<title>Díaz-Canel recebeu o presidente do Haiti</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 13:05:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, recebeu na segunda-feira, 3 de dezembro, o presidente da República do Haiti, Sua Excelência senhor Jovenel Moise, quem faz uma visita oficial a Cuba.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5272" alt="Canel y Haiti" src="/files/2018/12/Canel-y-Haiti.jpg" width="300" height="253" />O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, recebeu na segunda-feira, 3 de dezembro, o presidente da República do Haiti, Sua Excelência senhor Jovenel Moise, quem faz uma visita oficial a Cuba.</p>
<p>Em um ambiente cordial, ambos os presidentes examinaram o andamento das positivas relações bilaterais; destacaram a transcendência dos 20 anos de cooperação ininterrompida entre as duas nações, que se iniciou um dia 4 de dezembro, e coincidiram na importância de continuar desenvolvendo estes vínculos para o benefício dos dois povos. Ainda, conversaram sobre diferentes temas da agenda internacional.</p>
<p>Acompanharam o distinto visitante, Bocchit Edmond, ministro dos Assuntos Estrangeiros e Cultos; Greta Clement Roy, ministra da Saúde Pública e População; Ardouin Zepherin, conselheiro especial; Lesly David, embaixador do Haiti na Venezuela; Jude Piquant, diretor da repartição do ministro dos Assuntos Exteriores e de Cultos; Guito Edouard, diretor-geral da Direção de Água potável e Saneamento, e Elvire Beauchard, encarregada de Negócios A.I. da embaixada do Haiti em Cuba.</p>
<p>Pela parte cubana participaram o chanceler Bruno Rodríguez Parrilla; Rodrigo Malmierca Díaz, ministro do Comércio Exterior e o Investimento Estrangeiro; José Ángel Portal Miranda, ministro da Saúde Pública; o vice-ministro das Relações Exteriores, Rogelio Sierra Díaz, e o embaixador de Cuba no Haiti, Luis Castillo Campos.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Presidente haitiano inicia visita oficial a Cuba</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 18:20:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente do Haiti, Jovenel Moise, inicia hoje uma visita oficial a Cuba e se reunirá com autoridades da maior das Antilhas, assim como participará de outras atividades, segundo confirmou o Ministério de Relações Exteriores.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5301" alt="Presidente Haiti" src="/files/2018/12/Presidente-Haiti.jpg" width="300" height="236" />O presidente do Haiti, Jovenel Moise, inicia hoje uma visita oficial a Cuba e se reunirá com autoridades da maior das Antilhas, assim como participará de outras atividades, segundo confirmou o Ministério de Relações Exteriores.</p>
<p>A viagem do governante haitiano surge no contexto dos 20 anos de colaboração entre ambos povos que tem chegado a diversas áreas como a saúde, a educação, agricultura, construção, recursos hídricos, pesca, veterinária e meio ambiente, e atualmente permanecem vigentes projetos de construção de micro-barragens e o programa de alfabetização.</p>
<p>Em agosto passado, Moise anunciou sua intenção de viajar à Ilha e reunir-se com jovens de seu país que cursam estudos, como parte do programa gratuito oferecido pelo governo revolucionário a nações de escassos recursos.</p>
<p>Até o momento, cerca de 1.526 haitianos se graduaram na maior das Antilhas nas especialidades de medicina, ciências farmacêuticas, telecomunicações, engenharia civil e agrônoma e tecnologia médica, entre outras.</p>
<p>No dia 4 de dezembro também se completam duas décadas da presença ininterrupta da brigada médica de Cuba no Haiti, um exemplo da constante colaboração que tem recebido o país por parte da pátria irmã.</p>
<p>Os primeiros médicos, paramédicos e especialistas chegaram em 1998, após a passagem do furacão George, que produziu chuvas torrenciais, avalanches de lama e inundações catastróficas para a infraestrutura da nação, além de deixar cerca de 400 mortos.</p>
<p>Outras esferas como a educação também recebem a colaboração cubana e em junho passado aproximadamente 700 cidadãos receberam seus certificados depois de cursar estudos com os métodos de ensino Yo sí puedo e Aprann, que por quase duas décadas são implementados na nação caribenha.</p>
<p>Eles se somaram aos mais de 448.339 mil alunos que aprenderam a ler e escrever com os programas educativos assessorados por especialistas da Ilha e que perseguem, também, a incorporação dos participantes na vida socioeconômica do país.</p>
<p><strong>(Prensa Latina) </strong></p>
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		<title>Recebem compensação econômica vítimas de incêndio no Haiti</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Feb 2018 16:40:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A comissão interministerial criada para acompanhar às vítimas do incêndio no Mercado de Ferro do Haiti entregou a 200 danificados os primeiros cheques de compensação econômica, informou hoje.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4796" alt="Fuego-Haiti" src="/files/2018/02/Fuego-Haiti-300x199.jpg" width="300" height="199" />A comissão interministerial criada para acompanhar às vítimas do incêndio no Mercado de Ferro do Haiti entregou a 200 danificados os primeiros cheques de compensação econômica, informou hoje.</p>
<p>Depois de um primeiro censo, os integrantes do comitê, outorgaram um cheque no valor de 20 mil gourdes (pouco mais de 300 dólares) a comerciantes que perderam suas mercadorias pelo sinistro, que estourou no passado dia 12 de fevereiro, no simbólico edifício.</p>
<p>Esta primeira compensação é uma demonstração do compromisso do governo com as vítimas, disse durante a cerimônia especial Pierre Marie Du Meny, titular do Comércio e Indústrias.</p>
<p>As perdas totais ainda não estão registradas, nem temos feito um censo completo de todos os danificados, mas esta entrega é uma evidência do interesse do governo de não deixar nenhuma pessoa desabrigada, assinalou.</p>
<p>Segundo Du Meny, a responsabilidade que assumem os membros da comissão tem um duplo nível, porque o objetivo primordial é trabalhar para a melhoria da população haitiana.</p>
<p>&#8216;Terá uma fase cíclica que tem como objetivo dar às vítimas uma atribuição financeira e uma fase estrutural para a qual nossos brigadistas estão trabalhando duro para determinar o peso financeiro das perdas&#8217;, sublinhou.</p>
<p>O agradecimiento dos beneficiários não se fez esperar, que expressaram sua satisfação com a atuação do governo e pediram aos diversos ministros a habilitação de um lugar para continuar com suas atividades comerciais.</p>
<p>Ainda nem a administração de Jovenel Moise nem a da empresa telefônica Digicel, responsável pela reconstrução do edifício depois do terremoto de 2010, têm anunciado ações para o reparo do emblemático espaço de comércio, no entanto, estas compensações são um fôlego para quem perdeu o sustento de suas famílias.</p>
<p><strong>(Prensa Latina) </strong></p>
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		<title>Senador haitiano exige investigação sobre Caravana da mudança</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Feb 2018 16:56:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O senador do departamento Oeste do Haiti, Jean Renel Senatus, exige hoje que se crie uma comissão especial para investigar os fundos utilizados pelo projeto Caravana de Mudança impulsionado pelo mandatário, Jovenel Moise.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4804" alt="haitisenadsor" src="/files/2018/02/haitisenadsor.jpg" width="300" height="240" />O senador do departamento Oeste do Haiti, Jean Renel Senatus, exige hoje que se crie uma comissão especial para investigar os fundos utilizados pelo projeto Caravana de Mudança impulsionado pelo mandatário, Jovenel Moise.</p>
<p>Em comunicado dirigido ao presidente do Senado, Joseph Lambert, Senatus recordou que o próprio chefe de Estado reconheceu a corrupção como o maior problema que obstaculiza o desenvolvimento do país.</p>
<p>Acho que o projeto poderia ser útil para o país, disse o também presidente da Comissão de Justiça e Segurança Pública do Senado, no entanto, o mandatário pegou emprestado 123 milhões de dólares para a compra de materiais, sem tornar público os termos de adjudicação dos contratos ou os do reembolso de crédito, destacou.</p>
<p>A investigação dos fundos utilizados na estratégia Caravana de Mudança é lícita, afirma Senatus, e acrescenta que os questionamentos podem servir ao Senado para garantir o respeito dos interesses superiores da República.</p>
<p>O projeto, que tem entre seus objetivos melhorar a infraestrutura e dotar aos estados de equipamentos que permitam seu desenvolvimento, não esteve isento de críticas.</p>
<p>Recentemente, devido aos incêndios em mercados da capital e à inexistência de equipamentos para controlar o fogo, vários opositores se referiram ao fato de que a iniciativa devia estar mais conformada às necessidades reais dos territórios.</p>
<p>Moise lançou a Caravana de Mudança quando assumiu a presidência do país em fevereiro de 2017 para ajudar a relançar a produção nacional, especialmente no setor agrícola, vital para o país.<br />
<strong><br />
(Prensa Latina) </strong></p>
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		<title>Cuba-Haití: unidos por laços fraternais</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Feb 2018 16:41:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[AS relações de amizade e respeito mútuo entre Cuba e o Haiti foram destacadas por Paul Harry Guichard, responsável pelos negócios da embaixada desse país na Ilha maior das Antilhas, durante uma entrevista exclusiva para o semanário Granma Internacional.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4747" alt="Paul-H-Richard" src="/files/2018/02/Paul-H-Richard.jpg" width="300" height="252" />AS relações de amizade e respeito mútuo entre Cuba e o Haiti foram destacadas por Paul Harry Guichard, responsável pelos negócios da embaixada desse país na Ilha maior das Antilhas, durante uma entrevista exclusiva para o semanário Granma Internacional.</p>
<p>Expressou a gratidão de seu povo pela ajuda oferecida pelos médicos cubanos, a implementação do programa de alfabetização ‘Sim, eu posso’, e a formação de profissionais, principalmente na medicina; bem como a assinatura de vários convênios para o desenvolvimento econômico de sua Pátria.</p>
<p>«Recentemente, inauguramos uma rota aérea que une as duas Ilhas, com voos diretos cinco vezes por semana, saindo de Havana, Santiago de Cuba e Camaguey», assinalou o diplomata haitiano, além de acrescentar que esperam a reunião de outra comissão mista intergovernamental bilateral para atualizar os acordos assinados.</p>
<p>Harry Guichard reconheceu que os médicos cubanos ganharam o carinho dos haitianos porque oferecem muito amor; também porque trabalham em lugares muito distantes.</p>
<p>«Nesse relacionamento não há prejuízos, nem racismo. Existe uma troca sincera e fraternal», assinalou.</p>
<p>Quais convênios se mantêm vigentes entre ambos os países?</p>
<p>«Nosso propósito é manter as trocas no setor da saúde. Renovaremos um convênio tripartido entre Cuba, Haiti e a Noruega, criado para fornecer recursos financeiros pela parte do país europeu para garantir o acesso médico no sul do Haiti».</p>
<p>«Hoje estão vigentes nove acordos bilaterais em termos da agricultura, educação, siderurgia e indústria alimentar».</p>
<p>«Os documentos jurídicos assinados incluem a cooperação de especialistas cubanos no setor açucareiro haitiano, além do controle de doenças animais, funcionamento de laboratórios, supervisão sanitária e contribuição para o desenvolvimento da aquicultura».</p>
<p>Qual é sua opinião acerca dos pronunciamentos racistas e xenófobos do presidente Donald Trump contra o Haiti, África e El Salvador?</p>
<p>«Essas declarações do presidente estadunidense expressam desrespeito aos povos do Caribe, aos africanos e aos latino-americanos. Cuba é um dos países que mantém uma atitude consequente, apoiando as nossas nações e rejeita essa atitude racista e arrogante do presidente norte-americano».</p>
<p>«Muitas organizações, instituições e governos se pronunciaram a esse respeito e acho que não possa existir pessoa alguma que não se indigne por tais atitudes e aceite esse tipo de expressões».</p>
<p>Haiti é muito importante para a História da América…</p>
<p>«Haiti proclamou sua independência da França, no dia 1º de janeiro do ano 1804, através de uma grande luta popular, depois ajudou à libertação de outros países».</p>
<p>«Igualmente foi solidário com a ideia de integração, proclamada pelo Libertador Simón Bolívar«.</p>
<p>«Conhecemos que muitos haitianos fizeram parte do exército guerrilheiro (mambí) nas guerras pela independência de Cuba, durante o século XIX. Inclusive, uns 300 compatriotas de meu país lutaram no sul dos Estados Unidos na chamada guerra das Treze Colônias, no século XVII. Por isso considero que Haiti é um país vanguarda».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Mais ajuda cubana para os haitianos</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2016/12/15/mais-ajuda-cubana-para-os-haitianos/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2016 22:57:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[MAIS uma vez, no início do mês de outubro, os haitianos sofreram a devastação causada pela passagem de um furacão, nesta ocasião o chamado Mattew e para socorrer as vitimas, Cuba enviou uma brigada do Contingente Internacional de Médicos Especializados em Situações de Desastres e Graves Epidemias, Henry Reeve.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4471" alt="Medico cubano haiti" src="/files/2016/12/Medico-cubano-haiti.jpg" width="300" height="219" />MAIS uma vez, no início do mês de outubro, os haitianos sofreram a devastação causada pela passagem de um furacão, nesta ocasião o chamado Mattew e para socorrer as vitimas, Cuba enviou uma brigada do Contingente Internacional de Médicos Especializados em Situações de Desastres e Graves Epidemias, Henry Reeve.</p>
<p>Este grupo, formado por três epidemiologistas, dez licenciados em Higiene, dez técnicos em Controle de Vetores e onze especialistas em Medicina Geral Integral (MGI), veio reforçar o trabalho da Brigada Médica cubana e enfrenta uma situação de emergência nacional nesse país, devido às graves afetações sofridas pela passagem do furacão, que piorou a situação epidemiológica existente ali.</p>
<p>Assim constata através do e-mail o doutor Ivo Zuñiga Martínez, quem oferece serviços na região de Anse-Hailnaut, como integrante do Contingente «Henry Reeve» e realiza trabalhos de pesquisa no terreno, onde apareceram surtos de cólera e de outras diarreias agudas, também o aumento de casos de malária.</p>
<p>«A população agradece nossa presença porque temos chegado a lugares onde é muito difícil acessar com meios de transporte tradicionais pelo qual ninguém chega até ali», indica o médico cubano ao semanário Granma Internacional e relatou sua impressão ao conhecer uma menina de dois meses de nascida, com a saúde muito deteriorada, cuidada por uma senhora porque seus pais faleceram durante o furacão.</p>
<p>Para levar a recém-nascida a um centro médico, o doutor cubano teve que caminhar uns cinco quilômetros por caminhos obstruídos. Depois de ter sido hospitalizada e aplicar-lhe um tratamento adequado, a menina recuperou a vitalidade e sua babá repete constantemente em idioma crioulo: «Obrigado cubano, que Deus os abençoe».</p>
<p>Anteriormente, o doutor Zúñiga Martínez prestou serviços na Guiné Conacri para combater a letal epidemia do vírus Ebola, e qualifica esse trabalho como uma escola. «Resultou uma tarefa intensa de muito desgaste físico e psicológico, devíamos proteger-nos e proteger os companheiros», assinalou.</p>
<p>De seu trabalho na África ocidental como membro também do Contingente Henry Reeve, resulta inesquecível o falecimento, por causa da malária, de seu companheiro, o licenciado em Economia, Jorge Juan Guerra Rodríguez, 60 anos, natural da província de Sancti Spíritus.</p>
<p>Contudo, reconhece que conseguiram salvar muitas vidas humanas graças ao zelo e às medidas adotadas pelos médicos. A população assistiu em massa a seu hospital pelos bons resultados no enfrentamento a essa perigosa doença.</p>
<p>Poucos meses depois de ter regressado da África, Zúñiga Martínez foi convocado, finalizando o ano 2015, para oferecer seus serviços no Saara Ocidental, onde aconteceram graves enchentes. Seu grupo apoiou o trabalho da brigada médica cubana que colabora, há mais de 40 anos, nesse país árabe.</p>
<p>Para este jovem cubano, o mais difícil durante sua missão no Haiti foi o nascimento de sua segunda filha. Acerca disso escreveu: «Avisaram-me em 24 de outubro, às 17h58, do nascimento de Michelle, um parto normal, com boa saúde e pesando quase quatro quilos. Chorei da emoção e aos poucos minutos me enviaram a foto de minha filinha envolvida em um pano verde, de olhos abertos».</p>
<p>Por tal motivo, o semanário Granma Internacional visitou Gisselle Fernández Arias, a esposa de Zúñiga Martínez, a qual nos conta: «Hospitalizaram-me, em 1º de janeiro, no hospital Luis Díaz Soto, conhecido como o “Naval”, por padecer de infecção urinária. Na casa, minha sogra assumiu o cuidado da minha filha Mariela, de seis anos. No dia do parto eu fui apoiada por vários familiares. Tive muito boa atenção por parte dos médicos, alguns conheciam o pai da menina, porque foram seus professores quando estudava a carreira de medicina».</p>
<p>«Quando a bebê estava quase ao nascer liguei para o Haiti e disse ao meu esposo que estava na sala de pré-parto e em poucas horas a menina viria a nascer. Ele me respondeu que eu tinha demonstrado ser uma mulher e que essa era mais uma prova. Fiz o que me indicaram durante o parto e tudo cor-reu muito bem».</p>
<p>A família do doutor Zúñiga mora em um dos apartamentos construídos pela Revolução no distrito Alamar, no município Habana del Este, da capital e expressam sentir-se apoiadas por familiares, amigos e conhecidos.</p>
<p>Gisselle Fernández comenta: «Levanto-me muito cedo, preparo a Mariela para a escola, acompanho-a com minha criancinha e a deixo com sua professora. Às vezes, fico na atividade patriótica do matutino ou faço compras. Ao voltar para a casa dou o peito sem limitações a Michelle, até ela ficar dormida. Nesse tempo aproveito para realizar os trabalhos domésticos da casa. Às tardes, recebo a visita de minha avó, meu pai ou outro familiar».</p>
<p>Todos ficam atentos às minhas necessidades até que às 16h00 volto à escola para recolher Mariela, Ocupamos-nos do estudo escolar, de servir a comida e preparar os artigos da escola para o seguinte dia, assim passo os dias e estes decorrem para mim muito rápido».</p>
<p>Já no fim, ela envia uma mensagem ao esposo: “Quero-o muito e sinto muitas saudades dele”.</p>
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