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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Guatemala</title>
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		<title>Cuba chegou, há 20 anos, à Guatemala com seu apoio</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jun 2018 00:17:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«EM cada colaborador cubano da Saúde está a honra de todo um povo, que corajosamente resiste um bloqueio genocida pela parte dos Estados Unidos. Em todos os cubanos estão presentes as palavras de José Martí e aquele pensamento que Fidel nos ensinou com fidalguia: «Toda a glória do mundo cabe em um grão de milho». Hoje, nossa glória é apoiar o povo da Guatemala e aí estaremos até o fim».]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5080" alt="medicos guatemala" src="/files/2018/06/medicos-guatemala.jpg" width="300" height="214" />«EM cada colaborador cubano da Saúde está a honra de todo um povo, que corajosamente resiste um bloqueio genocida pela parte dos Estados Unidos. Em todos os cubanos estão presentes as palavras de José Martí e aquele pensamento que Fidel nos ensinou com fidalguia: «Toda a glória do mundo cabe em um grão de milho». Hoje, nossa glória é apoiar o povo da Guatemala e aí estaremos até o fim».</p>
<p>Assim expressou o embaixador cubano nessa nação, Carlos Céspedes Piedra, destacando através do site Cubadebate o abnegado trabalho que os médicos da Ilha maior das Antilhas realizam com os afetados pela erupção do Vulcão de Fogo, em 3 de junho passado, na localidade de Escuintla.</p>
<p>E quando são escutadas essas palavras, a evocação de Fidel é imprescindível, irrenunciável, porque é o artífice desta obra, uma das mais humanas da nossa Revolução, cuja expressão de altruísmo se torna realidade hoje perante a dor das terras guatemaltecas.</p>
<p>A fúria do vulcão não termina e, segundo o Instituto Nacional de Sismologia, continuava registrando, até 9 de junho, nove explosões por hora. Mas tampouco a brigada médica cubana e o grupo desdobrado nesse território mais afetado desistem do seu trabalho, pois realizou uma sessão de pesquisa ativa na escola oficial urbana mista tipo federação «José Martí», tornada albergue para o atendimento dos prejudicados.</p>
<p>O coordenador do grupo no território, Relmar Quintana Martínez, comentou à PL que « todos pesquisamos com o propósito de controlá-los e perante qualquer emergência agir rapidamente. Existe uma população de avançada idade, crianças e idosos, estes são mais vulneráveis às doenças respiratórias e gastrointestinais», asseverou.</p>
<p>A própria fonte constatou que nossos colaboradores permanecem lá desde o começo da tragédia e fazem turnos de 12 horas, toda a madrugada, quando os médicos voluntários se retiram e aumentam os riscos. Ao dia seguinte se incorporam nas tarefas dos hospitais. Soube-se, também, que Cuba pôs toda sua brigada médica à disposição do governo guatemalteco, desdobrada em 16 dos 22 departamentos do país e com duas décadas de ininterrupta presença nesta terra.</p>
<p>Prensa Latina destacou, durante uma entrevista ao ministro guatemalteco da Saúde, Céspedes e ao coordenador nacional da brigada médica, Yuri Batista, que as autoridades receberam uma lista completa dos recursos humanos e suas especialidades. Batista precisou que no total, são 431 trabalhadores da saúde, desdobrados em 16 dos 22 departamentos do país. Deles, há 245 médicos e 136 enfermeiras. Particularmente, 39 colaboradores integram a Brigada Henry Reeve, especializada em situações de desastres, constituída em 19 de setembro de 2005, devido à iniciativa do líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro.</p>
<p>A maioria dos cooperantes cumpre atualmente na terra guatemalteca sua segunda ou terceira missão médica, pois constituem uma força altamente qualificada e permanecem em comunidades onde anterior à sua chegada não existia acesso à saúde. Logo que conheceram o elevado número de afetados, os 26 colaboradores cubanos, localizados em Escuintla, um dos departamentos mais prejudicados, foram imediatamente oferecer seus serviços voluntariamente, nos albergues habilitados.</p>
<p>Fiama Roxana Dardoy, assistente social guatemalteca, contou à PL que a ajuda dos cubanos é grande, já que deveram acolher, em um abrir e fechar de olhos, mais de 200 famílias. «Agradecemos-lhe muito, permaneceram todo o dia e a madrugada atendendo crianças, mulheres, idosos e sempre de uma forma humana, caritativa e paciente», destacou. Por outro lado, Yessenia Peralta, bombeira voluntária, disse contar em todo momento com a brigada médica da Ilha para controlar o aumento de surtos de diarreias, doenças da pele e respiratórias.</p>
<p>Estas páginas nos fazem evocar, mais uma vez, a eterna presença do Comandante-em-chefe, quando em 2005, durante a constituição do destacamento Henry Reeve, expressou: « Para frente, generosos defensores da saúde e da vida, vencedores da dor e da morte! ».</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Brigada Médica Cubana na Guatemala, 18 anos com idêntico amor</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2016 18:54:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Collaboration]]></category>
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		<description><![CDATA[Os médicos, técnicos e outros profissionais da saúde que integram a Brigada Médica Cubana (BMC) na Guatemala, continuam espalhando amor por todos os recantos deste país centro-americano, há já 18 anos. A dedicação dos membros do exército das batas brancas, como os nomeou o comandante-em-chefe Fidel Castro, proporcionou-lhes o carinho e respeito de muitas pessoas por estas terras e isso foi verificado na efeméride dos festejos pelo aniversário de sua chegada a esse território, com motivo do furacão Mitch (1998).]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4414" alt="guatemala-brigada-medica" src="/files/2016/11/guatemala-brigada-medica.jpg" width="300" height="199" /></p>
<p><strong>Por Isabel Mayedo</strong></p>
<p><span style="line-height: 1.5em">Os médicos, técnicos e outros profissionais da saúde que integram a Brigada Médica Cubana (BMC) na Guatemala, continuam espalhando amor por todos os recantos deste país centro-americano, há já 18 anos.</span></p>
<p>A dedicação dos membros do exército das batas brancas, como os nomeou o comandante-em-chefe Fidel Castro, proporcionou-lhes o carinho e respeito de muitas pessoas por estas terras e isso foi verificado na efeméride dos festejos pelo aniversário de sua chegada a esse território, com motivo do furacão Mitch (1998).</p>
<p>Testemunhos de ex-pacientes que recuperaram a visão graças à Operação Milagre — programa insigne da missão —, amigos solidários da Unidade Revolucionária Nacional Guatemalteca (URNG), católicos e cubanos residentes na Guatemala, deram fé de quanto deixam na sua passagem os colaboradores.</p>
<p>«Destacado este trabalho solidário, este trabalho com tanta dedicação que nos tem dado como país, como nação, como sociedade, a BMC nestes 18 anos», qualificou o secretário das Relações Internacionais da URNG, Juan Ramón Ruiz.</p>
<p>Destacou que Cuba só chegou para ocupar um vazio enorme, um vazio que tanto tempo depois de iniciar a BMC continua estando presente, e advogou por que «um dia o sistema de saúde guatemalteco seja capaz de chegar a esses lugares recônditos e de salvar centenas de milhares de vidas humanas, como tem feito a BMC».</p>
<p>«Nada poderá pagar o amor do povo cubano ao povo guatemalteco. Jamais poderemos pagar, de nenhuma forma, o que o povo cubano faz pelo povo guatemalteco», alegou a psicóloga e comunicadora Julissa Martínez. E reconheceu o altruísmo daqueles que obram com tamanho carinho longe de suas famílias, de seus amigos e de sua terra.</p>
<p>Oradores significaram a ausência de autoridade do Governo da Guatemala e em particular do Ministério da Saúde Pública e Assistência Social, apesar de que o calor humano ultrapassou as expectativas dos presentes, entre os quais estavam também protagonistas da façanha realizada pelos médicos cubanos, em 1998.</p>
<p>«Eu tive o privilégio, como médica cubana, de trabalhar nos começos do programa integral de saúde naquele ano, precisamente quando os furacões George e Mitch açoitaram estes países», disse à PL a doutora Yilian Jiménez.</p>
<p>Para a atual coordenadora nacional da BMC, chegar à Guatemala e ver fortalecida uma ideia do líder da Revolução cubana é um privilégio, mas também constitui motivo de satisfação comprovar quanto se ajudou a fortalecer a infraestrutura de saúde de um país que tanto necessita.</p>
<p>«A BMC tem presença em mais de 16 departamentos guatemaltecos e mais de 156 membros desta trabalham no atendimento primário, em lugares de difícil acesso, onde os pacientes não recebem outra ajuda que não seja a da colaboração médica cubana», arguiu.</p>
<p>E manifestou sua satisfação por «ver também a semente da Escola Latino-americana de Medicina espalhada por toda a geografia guatemalteca, com mais de 1.000 graduados como médicos em Cuba».</p>
<p>Por seu lado, o embaixador Carlos Manuel de Céspedes, destacou que os profissionais da saúde cubana devolveram a visão a mais de 156 mil guatemaltecos e salvaram aproximadamente 400 mil da morte, a partir de processos iniciados que se estimam em 40 milhões de consultas médicas.</p>
<p>«Nós não temos um capital financeiro, mais temos um bom capital humano, e esse capital humano que são vocês, é o que temos que defender», expressou o diplomata, quem alentou a continuar espalhando amor e cumprir com o dever sagrado de ajudar o próximo.</p>
<p>Presentes na celebração relembraram que os primeiros colaboradores da saúde cubana foram levados ao hospital La Tinta, localizado no município do mesmo nome, do departamento do norte de Alta Verapaz, onde tiveram que lidar com múltiplas barreiras para atender aos afetados pelo furacão Mitch.</p>
<p>Desde então, esse centro assistencial resultou símbolo da fraternidade e uma das fortalezas para o desenvolvimento da profissão neste país centro-americano, onde sem dúvida deixou sua marca esta brigada de esperança e amor entre Cuba e Guatemala.</p>
<p><strong>(Correspondente da Prensa Latina na Guatemala)</strong></p>
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