<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Cubadebate (Português) &#187; Grã-Bretanha</title>
	<atom:link href="http://pt.cubadebate.cu/tag/gra-bretanha/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://pt.cubadebate.cu</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 08 Sep 2023 15:09:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>es-ES</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.8.1</generator>
	<item>
		<title>CINISMO GENOCIDA (PRIMEIRA PARTE)</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/reflexoes-fidel/2011/11/13/cinismo-genocida-primeira-parte/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/reflexoes-fidel/2011/11/13/cinismo-genocida-primeira-parte/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 00:28:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fidel Castro Ruz]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões de Fidel]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[EEUU]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Grã-Bretanha]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Nações Unidas]]></category>
		<category><![CDATA[NATO]]></category>
		<category><![CDATA[OIEA]]></category>
		<category><![CDATA[OTAN]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=2356</guid>
		<description><![CDATA[Nenhuma pessoa em seu bom censo, especialmente aqueles que tiveram acesso aos conhecimentos elementares que são adquiridos em uma escola primária, concordaria com que nossa espécie, de modo particular os que são crianças, adolescentes ou jovens, sejam privados hoje, amanhã e para sempre do direito a viver. Jamais os seres humanos ao longo de sua história azarenta, como pessoas dotadas de inteligência, conheceram experiência semelhante. Sinto-me no dever de transmitir àqueles que se tomam a moléstia de ler estas reflexões, o critério de que todos, sem exceção, estamos na obrigação de criar consciência sobre os riscos que a humanidade está correndo de forma inexorável, rumo a uma catástrofe definitiva e total como conseqüência das decisões irresponsáveis de políticos aos quais o azar, mais do que o talento ou o mérito, colocou em suas mãos o destino da humanidade.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nenhuma pessoa em seu bom censo, especialmente aqueles que tiveram acesso aos conhecimentos elementares que são adquiridos em uma escola primária, concordaria com que nossa espécie, de modo particular os que são crianças, adolescentes ou jovens, sejam privados hoje, amanhã e para sempre do direito a viver. Jamais os seres humanos ao longo de sua história azarenta, como pessoas dotadas de inteligência, conheceram experiência semelhante.</p>
<p>Sinto-me no dever de transmitir àqueles que se tomam a moléstia de ler estas reflexões, o critério de que todos, sem exceção, estamos na obrigação de criar consciência sobre os riscos que a humanidade está correndo de forma inexorável, rumo a uma catástrofe definitiva e total como conseqüência das decisões irresponsáveis de políticos aos quais o azar, mais do que o talento ou o mérito, colocou em suas mãos o destino da humanidade.</p>
<p>Sejam ou não os cidadãos de seu país, portadores duma crença religiosa ou céticos relativamente ao tema, nenhum ser humano em seu juízo são concordaria com que seus filhos, ou familiares mais próximos, pereçam de forma abrupta ou vítimas de atrozes e torturantes sofrimentos.</p>
<p>Trás os crimes repugnantes que com frequência crescente vem cometendo a Organização do Tratado do Atlântico Norte, sob a égide dos Estados Unidos e dos países mais ricos da Europa, a atenção mundial se concentrou na reunião do G-20, onde se devia analisar a profunda crise econômica que afeta hoje todas as nações. A opinião internacional, e particularmente a européia, esperavam resposta à profunda crise econômica que com suas profundas implicações sociais, e inclusive climáticas, ameaçam a todos os habitantes do planeta. Nessa reunião se decidia se o euro podia se manter como a moeda comum da maior parte da Europa, e inclusive se alguns países poderiam permanecer dentro da comunidade.</p>
<p>Não houve resposta nem solução alguma para os problemas mais sérios da economia mundial apesar dos esforços da China, da Rússia, Indonésia, África do Sul, o Brasil, Argentina e outros de economia emergente, desejosos de cooperar com o resto do mundo na busca de soluções aos graves problemas econômicos que o afetam.</p>
<p>O insólito é que apenas a NATO deu por concluída a operação na Líbia —após o ataque aéreo que feriu o chefe constitucional desse país, destruiu o veículo que o transportava e o deixou à mercê dos mercenários do império, que o assassinaram e exibiram como troféu de guerra, ultrajando costumes e tradições muçulmanas— a OIEA, órgão das Nações Unidas, uma instituição que deveria estar ao serviço da paz mundial, lançou o relatório político, tarifado e sectário, que coloca o mundo à beira da guerra com o emprego de armas nucleares que o império ianque, em aliança com a Grã-Bretanha e o Israel, vem preparando minuciosamente contra o Irão.</p>
<p>Depois do “Veni, vidi, vici” do famoso imperador romano há mais de dois mil anos, traduzido para “vim, vi,  morreu” transmitido à opinião pública através de uma importante cadeia de televisão logo que se conheceu da morte do Khadaffi, sobram as palavras para qualificar a política dos Estados Unidos da América.</p>
<p>O que importa agora é a necessidade de criar nos povos uma consciência clara do abismo para onde a humanidade está sendo conduzida. Duas vezes nossa Revolução conheceu riscos dramáticos: em outubro de 1962, o mais crítico de todos em que a humanidade esteve ao bordo do holocausto nuclear; e em meados de 1987, quando nossas forças se enfrentavam às tropas racistas sul-africanas, dotadas com as armas nucleares que os israelitas lhes ajudaram a criar.</p>
<p>O Xá do Irão também colaborou junto do Israel com o regime racista e fascista sul-africano.</p>
<p>O quê é a ONU?, uma organização impulsionada pelos Estados Unidos da América antes de finalizar a Segunda Guerra Mundial. Essa nação, cujo território distava consideravelmente dos cenários de guerra, enriquecera enormemente; acumulou 80% do ouro do mundo e sob a direção de Roosevelt, sincero antifascista, impulsionou o desenvolvimento da arma nuclear que Truman, sucessor seu, oligarca e medíocre, não hesitou em usar contra as cidades indefesas de Hiroshima e Nagasaki no ano 1945.</p>
<p>O monopólio do ouro mundial em poder dos Estados Unidos da América, e o prestígio de Roosevelt, lhe permitiu o acordo de Bretton Woods que lhe destinou o papel de emitir o dólar como única divisa que se utilizou durante anos no comércio mundial, sem outra limitante que seu apoio em ouro metálico.</p>
<p>Os Estados Unidos da América, ao findar aquela guerra, eram também o único país que possuía a arma nuclear, privilégio que não hesitou em transmitir-lhe a seus aliados e membros do Conselho de Segurança: a Grã-Bretanha e a França, as duas potências coloniais mais importantes do mundo naquela época.</p>
<p>À URSS, Truman nem sequer lhe informou uma palavra da arma atômica antes de usá-la. China, então governada pelo general nacionalista, oligárquico e pró-ianque, Chiang Kai-shek, não podia ser excluída daquele Conselho de Segurança.</p>
<p>A URSS, golpeada duramente pela guerra, a destruição e a perda de mais de 20 milhões de seus filhos pela invasão nazi, consagrou ingentes recursos econômicos, científicos e humanos para equiparar sua capacidade nuclear com a dos Estados Unidos da América. Quatro anos depois, em 1949, provou sua primeira arma nuclear; a de Hidrogênio, em 1953; e em 1955 seu primeiro megaton. A França dispôs de sua primeira arma nuclear em 1960.</p>
<p>Eram apenas três os países que possuíam a arma nuclear em 1957, quando a ONU, sob a égide ianque, criou a Organização Internacional da Energia Atômica. Alguém pode imaginar que esse instrumento dos Estados Unidos da América fez alguma coisa por advertir o mundo dos terríveis riscos a que seria exposta a sociedade humana quando o Israel, aliado incondicional dos Estados Unidos da América e da NATO, situado em pleno coração das mais importantes reservas do mundo em petróleo e gás, se constituísse em perigosa e agressiva potência nuclear?</p>
<p>Suas forças, em cooperação com as tropas coloniais inglesas e francesas, atacaram Port Said quando Abdel Nasser nacionalizou o Canal de Suez, propriedade da França, o que obrigou o Primeiro-Ministro soviético a transmitir um ultimato exigindo o cessar daquela agressão, que os aliados europeus dos Estados Unidos da América não tiveram outra alternativa que acatar.</p>
<p>Continua amanhã.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/11/firma-fidel-111112-cinismo-genocida-primera-parte-300x176.jpg" alt="" width="300" height="176" /></p>
<p><strong>Fidel Castro Ruz</strong></p>
<p><strong>12 de novembro de 2011</strong></p>
<p><strong> 20h15.</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/reflexoes-fidel/2011/11/13/cinismo-genocida-primeira-parte/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Combates na Líbia, enquanto líderes europeus disputam protagonismo</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2011/09/15/combates-na-libia-enquanto-lideres-europeus-disputam-protagonismo/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2011/09/15/combates-na-libia-enquanto-lideres-europeus-disputam-protagonismo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 22:24:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Benghazi]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Grã-Bretanha]]></category>
		<category><![CDATA[Líbia]]></category>
		<category><![CDATA[Muammar Gaddafi]]></category>
		<category><![CDATA[OTAN]]></category>
		<category><![CDATA[Trípoli]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=2232</guid>
		<description><![CDATA[Forças leais a Muamar Kadafi continuavam resistindo hoje à ofensiva rebelde em Bani Walid e Sirte, enquanto nesta capital preparam-se tapetes vermelhos para dirigentes europeus em clara disputa por serem os primeiros a visitar a Líbia. 
Enquanto porta-vozes do autodenominado Conselho Nacional de Transição (CNT) evitam dar detalhes das até agora infrutíferas batalhas para aniquilar os bastiões fiéis a Kadafi, informes independentes apontam para fortes combates em Bani Walid.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2233" alt="" src="/files/2011/09/libia.jpg" width="300" height="250" />Forças leais a Muamar Kadafi continuavam resistindo hoje à ofensiva rebelde em Bani Walid e Sirte, enquanto nesta capital preparam-se tapetes vermelhos para dirigentes europeus em clara disputa por serem os primeiros a visitar a Líbia.</p>
<p>Enquanto porta-vozes do autodenominado Conselho Nacional de Transição (CNT) evitam dar detalhes das até agora infrutíferas batalhas para aniquilar os bastiões fiéis a Kadafi, informes independentes apontam para fortes combates em Bani Walid.</p>
<p>Meios televisivos regionais indicaram que nessa localidade, situada a 150 quilômetros ao sudeste de Trípoli, um destacamento estimado em mais de mil homens tem impedido os insurgentes de apoderarem-se da cidade, apesar de mais de uma semana de escaramuças apoiadas pela OTAN.</p>
<p>Os aviões da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) mantiveram nas últimas horas seus bombardeios em pontos dentro e nos arredores de Bani Walid para facilitar o avanço dos alçados, uma estratégia similar utilizada na costeira Sirte.</p>
<p>De fato, informes apontam que em Sirte, cidade natal do Kadafi na costa do Mediterrâneo, prosseguem -até agora sem sucesso- negociações entre rebeldes e chefes tribais locais para tratar de que se rendam e evitar mais derramamento de sangue.</p>
<p>Em meio a essa situação de instabilidade, com um país em guerra e sem governantes, o presidente da França, Nicolás Sarkozy, e o premiê da Grã-Bretanha, David Cameron, anunciaram uma visita a Trípoli e possivelmente a Benghazi para ratificarem seu apoio ao CNT.</p>
<p>A viagem apressada e sem anúncio prévio de Sarkozy e Cameron, os líderes ocidentais mais ativos em promover a agressão da OTAN contra a Líbia, poderia convertê-los nos primeiros presidentes dessa aliança que chegam à nação norte-africana.</p>
<p>Tudo indica que os presidentes francês e britânico roubarão protagonismo e primazia do premiê da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, que realiza uma viagem pelo Oriente Médio e planejou chegar na tarde desta quinta-feira à Líbia procedente da Tunísia.</p>
<p>Erdogan, cujo périplo iniciou-se no domingo no Egito, defendeu um papel de liderança de Ancara perante os países da chamada Primavera Árabe, aproveitando sua condição de único país muçulmano europeu.</p>
<p>Contudo, comentaristas locais dão por certo que Sarkozy e Cameron terão uma boavinda &#8220;insuperável&#8221;, dada a gratidão que o CNT tem a eles -com grafites nas ruas de Benghazi e Trípoli incluídos- pela ajuda para rebelarem-se contra o governo de Kadafi.</p>
<p>Mais cedo, Estados Unidos enviou a esta capital o subsecretário de Estado para assuntos do Oriente Próximo, Jeffrey Feltman, que dialogou na quarta-feira com líderes do CNT, incluído seu chefe Mustafa Abdul Jalil, para transmitir-lhe um apoio tácito.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2011/09/15/combates-na-libia-enquanto-lideres-europeus-disputam-protagonismo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
