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	<title>Cubadebate (Português) &#187; França</title>
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		<title>Cuba não esquece esse fato</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 15:50:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 4 de março de 1961, na cerimônia de comemoração do primeiro aniversário da sabotagem do navio francês La Coubre, o comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz disse: «Quando o navio La Coubre explodiu, com aquele resultado desanimador de trabalhadores e soldados destruídos pela sabotagem criminosa, nossos inimigos estavam nos avisando do preço que estavam dispostos a nos cobrar; mas também nos ensinavam que, por mais caro que fosse o preço que nos obrigassem a pagar pela Revolução, o preço que forçariam nosso povo a pagar por querer fazer uma Revolução seria muito mais]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6336" alt="La coubre" src="/files/2021/03/La-coubre.jpg" width="300" height="250" />Em memória das centenas de mortos, mutilados e órfãos deixados pela detonação de explosivos no vapor francês La Coubre, naquela sexta-feira de março de 1960, as autoridades do Partido e do Governo de Havana reuniram-se nas Docas de La Coubre, para homenagear as vítimas.</p>
<p>Em 4 de março de 1961, na cerimônia de comemoração do primeiro aniversário da sabotagem do navio francês La Coubre, o comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz disse: «Quando o navio La Coubre explodiu, com aquele resultado desanimador de trabalhadores e soldados destruídos pela sabotagem criminosa, nossos inimigos estavam nos avisando do preço que estavam dispostos a nos cobrar; mas também nos ensinavam que, por mais caro que fosse o preço que nos obrigassem a pagar pela Revolução, o preço que forçariam nosso povo a pagar por querer fazer uma Revolução seria muito mais caro».</p>
<p>Em memória das centenas de mortos, mutilados e órfãos deixados pela detonação de explosivos naquela sexta-feira de março de 1960, na manhã de 4 de março, as autoridades do Partido e do Governo de Havana se reuniram nas docas de La Coubre, para homenagear as vítimas.</p>
<p>Na placa com os nomes dos assassinados no infame ato terrorista gravada a preto e branco foram depositadas cinco oferendas de flores em homenagem às vítimas, em nome de Raúl Castro Ruz, primeiro secretário do Comitê Central do Partido; Miguel Díaz-Canel Bermúdez, presidente da República; do Conselho de Estado; do Conselho de Ministros e do Grupo Empresarial de Transporte Marítimo Portuário.</p>
<p>Estiveram presentes ao evento Luis Antonio Torres Iríbar, primeiro secretário do Comitê Provincial do Partido em Havana; Reinaldo García Zapata, governador de Havana, e uma representação do Partido e do Governo da capital, bem como familiares das vítimas daquele 4 de março.</p>
<p>A companheira Tamara Pláceres Pérez, primeira secretária do Comitê Municipal do Partido em Havana Velha, lembrou, ao pronunciar as palavras centrais do encontro, como a partir do mesmo ano de 1959, o governo dos Estados Unidos fez todo o possível para impedir que a nascente Revolução adquirisse armas para se defender contra as ameaças inimigas.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Raúl recebeu François Hollande</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2019 22:12:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz, recebeu o Ex.mo sr. François Hollande, ex-presidente da França, que visitou nosso país por ocasião das comemorações do 500º aniversário da fundação de Havana.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5627" alt="Raul Hollande" src="/files/2019/11/Raul-Hollande.jpg" width="300" height="256" />O primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz, recebeu o Ex.mo sr. François Hollande, ex-presidente da França, que visitou nosso país por ocasião das comemorações do 500º aniversário da fundação de Havana.</p>
<p>Durante a cordial reunião, ambos expressaram satisfação pelo bom estado das relações bilaterais, com base nos vínculos tradicionais de amizade entre os povos de Cuba e da França. O general-de-exército destacou o apoio francês na luta contra o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelo governo dos Estados Unidos a Cuba.</p>
<p>O ilustre visitante foi acompanhado pelo sr. Jean-Pierre Bel, ex-presidente do Senado francês, e Patrice Paoli, embaixador francês em Cuba.</p>
<p>Do lado cubano, participou o primeiro vice-ministro de Relações Exteriores, Marcelino Medina González.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Raúl assinou livro de condolências na Embaixada francesa</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2015 21:17:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[condolências]]></category>
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		<category><![CDATA[Terrorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, chegou na tarde da segunda-feira, 16 de novembro, à embaixada da República Francesa para assinar o livro de condolências aberto em honra das vítimas dos atentados terroristas ocorridos em 13 de novembro, em Paris.
Nas páginas Raúl escreveu: “Em nome do povo e do governo de Cuba desejo reiterar ao povo e ao governo da França as mais sentidas condolências e nossa solidariedade, que transmito ainda aos familiares das inúmeras vítimas dos atrozes atentados terroristas de 13 de novembro passado, que condenamos firmemente”.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4063" alt="Raul condolencias Francia" src="/files/2015/12/Raul-condolencias-Francia.jpg" width="300" height="200" />O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, chegou na tarde da segunda-feira, 16 de novembro, à embaixada da República Francesa para assinar o livro de condolências aberto em honra das vítimas dos atentados terroristas ocorridos em 13 de novembro, em Paris.</p>
<p>Nas páginas Raúl escreveu: “Em nome do povo e do governo de Cuba desejo reiterar ao povo e ao governo da França as mais sentidas condolências e nossa solidariedade, que transmito ainda aos familiares das inúmeras vítimas dos atrozes atentados terroristas de 13 de novembro passado, que condenamos firmemente”.</p>
<p>O presidente cubano foi recebido pelo primeiro conselheiro e encarregado de negócios a.i., sr. Guy Christophe, o qual agradeceu a Raúl sua presença na embaixada.</p>
<p>Acompanharam o general-de-éxército o vice-presidente do Conselho de Ministros, Ricardo Cabrisas Ruiz e o ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Hollande, Merkel, Putin e Poroshenko conversam sobre cessar fogo</title>
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		<pubDate>Fri, 01 May 2015 21:06:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Altos dirigentes da França, Alemanha, Ucrânia e Rússia sustentaram uma conversa telefônica sobre a crise ucraniana, na qual apontaram que as violações do cessar fogo devem parar, divulgou hoje a presidência gala. A calma no terreno foi conceituada como a prioridade pelos presidentes da França, François Hollande; da Rússia, Vladimir Putin; da Ucrânia, Petro Poroshenko, e pela chanceler alemã, Angela Merkel.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3616" alt="Ucrania-Kiev_tandalov-CC_2" src="/files/2015/05/Ucrania-Kiev_tandalov-CC_2.jpg" width="300" height="206" />Altos dirigentes da França, Alemanha, Ucrânia e Rússia sustentaram uma conversa telefônica sobre a crise ucraniana, na qual apontaram que as violações do cessar fogo devem parar, divulgou hoje a presidência gala.</p>
<p>A calma no terreno foi conceituada como a prioridade pelos presidentes da França, François Hollande; da Rússia, Vladimir Putin; da Ucrânia, Petro Poroshenko, e pela chanceler alemã, Angela Merkel.</p>
<p>As violações do cessar fogo e os combates, em particular perto de Marioupol, de Chtchastia, do aeroporto de Donetsk e da zona de Chirokino, devem cessar, segundo o comunicado dado a conhecer.</p>
<p>Os quatro dirigentes coincidiram no papel essencial da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa nesse sentido e na verificação da retirada das armas pesadas. É essencial que os observadores disponham de liberdade de ação necessária para a realização de sua missão.</p>
<p>Conforme o aviso, o estado da aplicação das medidas previstas no pacote adotado a 12 de fevereiro passado em Minsk foi examinado e consideraram-se elementos de melhoria para que sejam postas em prática o mais cedo o possível.</p>
<p>A libertação dos prisioneiros e a ajuda humanitária devem ser facilitadas em relação com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, assinalou.</p>
<p>Os dirigentes acordaram que os quatro grupos de trabalho do Grupo de Contato, dedicados à segurança, questões políticas, econômicas e de reconstrução e aos refugiados e deslocados, deviam se reunir nos próximos dias, sublinhou.</p>
<p>O comunicado da presidência francesa pontuou que esta etapa marcará o começo da fase política da aplicação dos acordos de Minsk.</p>
<p>Depois de um convênio logrado na capital bielorrussa, o alto de fogo entrou em vigor em fevereiro no território onde as forças de Kiev levam a cabo desde meados de abril de 2014 uma operação de fustigação em grande escala contra as regiões rebeldes de Donetsk e Lugansk.</p>
<p>No entanto, desde então reportaram-se várias violações do acordado em torno de um conflito que provocou a morte de milhares de pessoas.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Premiê francês, candidato favorito a presidenciais de 2017</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2015/04/26/premie-frances-candidato-favorito-presidenciais-de-2017/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2015 01:11:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[presidenciais de 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[O premiê da França, Manuel Valls, resulta favorito para os simpatizantes do governamental Partido Socialista (PS) e dos ecologistas como candidato às eleições presidenciais de 2017, mostrou hoje uma pesquisa. Interrogados ao respeito, 29% opta por Valls, segundo os resultados de uma pesquisa realizada pelo Instituto Francês de Opinião Pública para o jornal Lhe Journal du Dimanche.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3590" alt="francia_manuelvalls" src="/files/2015/04/francia_manuelvalls.jpg" width="285" height="198" />O premiê da França, Manuel Valls, resulta favorito para os simpatizantes do governamental Partido Socialista (PS) e dos ecologistas como candidato às eleições presidenciais de 2017, mostrou hoje uma pesquisa.</p>
<p>Interrogados ao respeito, 29% opta por Valls, segundo os resultados de uma pesquisa realizada pelo Instituto Francês de Opinião Pública para o jornal Lhe Journal du Dimanche.</p>
<p>Segue-lhe a prefeita da cidade de Lille (norte), Martine Aubry, com 19%. E 18% dos interrogados favorece ao presidente François Hollande.</p>
<p>Neste país terá eleições regionais a dois turnos em 6 e 13 de dezembro próximo, a última votação a nível nacional antes das presidenciais de 2017.</p>
<p>Na França metropolitana (parte continental mais a ilha de Córcega), as eleições concernem a 13 regiões em lugar das 22 precedentes, devido à nova reforma territorial que deve entrar em vigor em  de janeiro de 2016.</p>
<p>As eleições de dezembro terão lugar depois das departamentais de finais de março passado, as quais resultaram um novo revés para o Governo.</p>
<p>A aliança entre a conservadora União por um Movimento Popular, liderada por Nicolás Sarkozy; e a União de Democratas e Independentes, ganhou 66 departamentos dos 101 do país.</p>
<p>O PS e seus aliados, que administravam até agora 61 desses departamentos, perderam 25. Trata-se da quarta derrota eleitoral consecutiva, depois das municipais, as europeias e as senatoriais de 2014.</p>
<p>O ultradireitista Frente Nacional obteve 21% dos votos, mas não conquistou nenhuma das demarcações.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Chanceler cubano qualifica de proveitosa sua visita a França</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2015 01:55:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bruno Rodríguez]]></category>
		<category><![CDATA[chanceler cubano]]></category>
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		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[presidente François Hollande]]></category>

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		<description><![CDATA[O chanceler cubano, Bruno Rodríguez, qualificou de "sumamente proveitosa" a visita oficial que concluiu ontem na França como parte de um tour pela Europa. Rodríguez reuniu-se na segunda-feira última com o ministro galo de Finanças e Contas Públicas, Michel Sapin. Conversaram sobre a evolução das relações econômico-comerciais bilaterais e o mútuo interesse em diversificá-las.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3575" alt="bruno-francia1" src="/files/2015/04/bruno-francia1.jpg" width="300" height="200" />O chanceler cubano, Bruno Rodríguez, qualificou de &#8220;sumamente proveitosa&#8221; a visita oficial que concluiu ontem na França como parte de um tour pela Europa.</p>
<p>Rodríguez reuniu-se na segunda-feira última com o ministro galo de Finanças e Contas Públicas, Michel Sapin. Conversaram sobre a evolução das relações econômico-comerciais bilaterais e o mútuo interesse em diversificá-las.</p>
<p>O presidente François Hollande, recebeu na terça-feira na manhã o chanceler cubano. Ambos sustentaram um diálogo construtivo no que manifestaram a vontade mútua de avançar e reforçar as relações bilaterais em todos os setores de interesse comum.</p>
<p>Posteriormente, o chanceler francês, Laurent Fabius, e seu homólogo sustentaram um encontro depois do qual expressaram aos meios de imprensa o interesse em aprofundar e expandir as relações bilaterais. Comunicaram que durante o intercâmbio trataram diferentes aspectos da agenda internacional como a preparação da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP21) que terá lugar em Paris em dezembro próximo e questões relacionadas com a migração internacional.</p>
<p>Também abordaram a preparação da visita que acontecerá em maio próximo em Cuba do presidente Hollande, a qual caracterizaram de histórica, sobretudo por se tratar da primeira de um chefe de Estado galo à nação caribenha.</p>
<p>Sobre o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelo Governo estadunidense a Cuba por mais de cinquenta anos, Fabius afirmou que seu país sempre se opôs ao embargo e chamou à EUA a quebrarem .</p>
<p>A seu turno, Rodríguez afirmou que as relações com França são uma prioridade para o Governo cubano, ao apontar que o foram historicamente. Há vínculos muito profundos, essencialmente culturais.</p>
<p>O amplo horizonte de relações culturais, acadêmicas, científicas, econômicas, a presença de um crescente turismo francês em nossa ilha, bem como os níveis de cooperação bilateral em numerosos âmbitos, constituem uma sólida base para continuar expandindo e aprofundando os vínculos, manifestou o chanceler cubano.</p>
<p>Rodríguez disse que lhe expressou a Fabius sua gratidão pela posição francesa em relação com o fim do bloqueio econômico, comercial e financeiro a Cuba.</p>
<p>Mantém-se em completo funcionamento em particular em seus aspectos financeiros e inclui dimensões humanitárias reconhecidas pelo próprio presidente Barack Obama e também de clara violação do direito internacional, acentuou.</p>
<p>O chanceler cubano também foi recebido ontem pelo premiê Manuel Valls, e ambos trocaram sobre o excelente estado das relações bilaterais e vários temas da agenda internacional, conforme com a informação divulgada.</p>
<p>França foi o primeiro destino de uma volta pela Europa que levará Rodriguez também a Bélgica, Luxemburgo e aos Países Baixos.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Presidente francês recebe chanceler cubano</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2015 20:14:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[François Hollande]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente francês François Hollande recebeu hoje o chanceler cubano Bruno Rodríguez, que realiza uma visita oficial a este país. Ambos sustentaram um diálogo construtivo no qual manifestaram a vontade mútua de avançar e reforçar as relações bilaterais em todos os setores de interesse comum, declararam à Prensa Latina funcionários da delegação que acompanha Rodríguez.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3572" alt="Bruno- Hollande" src="/files/2015/04/Bruno-Hollande.jpg" width="300" height="211" />O presidente francês François Hollande recebeu hoje o chanceler cubano Bruno Rodríguez, que realiza uma visita oficial a este país.</p>
<p>Ambos sustentaram um diálogo construtivo no qual manifestaram a vontade mútua de avançar e reforçar as relações bilaterais em todos os setores de interesse comum, declararam à Prensa Latina funcionários da delegação que acompanha Rodríguez.</p>
<p>Em horas da tarde, o chanceler cubano e seu homólogo galês Laurent Fabius se reuniram. Conforme a informação divulgada, dialogaram durante um almoço de trabalho. Posteriormente realizarão uma declaração à imprensa.</p>
<p>Em abril de 2014 Fabius realizou uma visita ao país latino-americano, a primeira em 30 anos de um funcionário francês de seu nível à maior das Antilhas.</p>
<p>Rodríguez conclui nesta terça-feira a visita à França, que faz parte de uma viagem que o levará a outros países da União Europeia.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cinismo genocida (Segunda parte e final)</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 00:23:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fidel Castro Ruz]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões de Fidel]]></category>
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		<description><![CDATA[Insistiu em que a administração norte-americana está chegando à conclusão de que será necessário acabar com o atual regime do Irão para evitar que este crie um arsenal nuclear. “Sou uma convencida de que a mudança de regime vai ser nossa única opção aqui”, reconheceu Rice. Não é preciso mais uma palavra.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para dar uma idéia do potencial da URSS em seus esforços por manter a paridade com os Estados Unidos da América nesta esfera, basta assinalar que quando ocorreu sua desintegração em 1991, na Bielo-Rússia tinham 81 cabeças nucleares, no Cazaquistão 1400 e na Ucrânia aproximadamente 5000, as quais passaram à Federação Russa, único Estado capaz de sustentar seu imenso custo, para manter a independência.</p>
<p>Em virtude dos tratados START e SORT, sobre redução de armas ofensivas subscritos entre as duas grandes potências nucleares, o número delas ficou reduzido a vários milhares.</p>
<p>Em 2010 foi assinado um novo Tratado desse tipo entre ambas as potências.</p>
<p>Desde então os maiores esforços se consagraram ao aprimoramento dos meios de direção, alcance, precisão e engano da defesa adversária. Imensas cifras são investidas na esfera militar.</p>
<p>Muito poucos no mundo, salvo contados pensadores e cientistas, percebem e advertem que bastaria o estalido de 100 armas nucleares estratégicas para pôr término à existência humana no planeta. A maioria esmagadora teria um fim tão inexorável como horrível a conseqüência do Inverno Nuclear que seria gerado.</p>
<p>O número de países que possuem armas nucleares neste momento se eleva a oito, cinco deles são membros do Conselho de Segurança: os Estados Unidos da América, a Rússia, o Reino Unido, a França, e a China. A Índia e o Paquistão adquiriram o caráter de países possuidores de armas nucleares em 1974 e 1998 respectivamente. Os sete mencionados reconhecem esse caráter.</p>
<p>O Israel, no entanto, nunca tem reconhecido seu caráter de país nuclear. Contudo, calcula-se que possui entre 200 e 500 armas desse tipo, sem se dar por aludido quando o mundo fica inquieto pelos gravíssimos problemas que traria o estalido de uma guerra na região onde é produzida grande parte da energia que movimenta a indústria e a agricultura do planeta.</p>
<p>Graças à posse das armas de destruição em massa é que o Israel tem podido desempenhar seu papel como instrumento do imperialismo e do colonialismo nessa região do Oriente Médio.</p>
<p>Não se trata do direito legítimo do povo israelita a viver e trabalhar em paz e liberdade, trata-se precisamente do direito dos demais povos da região à liberdade e à paz.</p>
<p>Enquanto o Israel criava aceleradamente um arsenal nuclear, atacou e destruiu, em 1981, o reator nuclear iraquiano em Osirak. Fez exatamente a mesma coisa com o reator sírio em Dayr az-Zawr no ano 2007, um fato do qual estranhamente a opinião mundial não foi informada. As Nações Unidas e a OIEA conheciam perfeitamente o acontecido. Tais ações contavam com o apoio dos Estados Unidos da América e da Aliança Atlântica.</p>
<p>Nada tem de esquisito que as mais altas autoridades do Israel proclamem agora sua intenção de fazer a mesma coisa com o Irão. Esse país, imensamente rico em petróleo e gás, fora vítima das conspirações da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos da América, cujas empresas petroleiras pilhavam seus recursos. Suas forças armadas foram equipadas com o armamento mais moderno da indústria bélica dos Estados Unidos da América.</p>
<p>O Xá Reza Pahlevi também aspirava a dotar-se de armas nucleares. Ninguém atacava seus centros de investigação. A guerra do Israel era contra os muçulmanos árabes. Os do Irão não porque se tinham convertido em um baluarte da NATO que apontava ao coração da URSS.</p>
<p>As massas dessa nação, profundamente religiosas, sob a direção do Ayatollah Khomeini, desafiando o poder daquelas armas, desalojaram o Xá do trono e desarmaram um dos exércitos mais bem equipados do mundo sem disparar um tiro.</p>
<p>Por sua capacidade de luta, o número de habitantes e a extensão do país, uma agressão ao Irão, não guarda similitude com as aventuras bélicas do Israel no Iraque e na Síria. Inevitavelmente seria desatada uma guerra sanguenta. Sobre isso não deve haver dúvida alguma.</p>
<p>O Israel dispõe de um elevado número de armas nucleares e a capacidade de fazê-las chegar a qualquer ponto da Europa, Ásia, África e Oceania. Pergunto-me: A OIEA tem direito moral para sancionar e asfixiar um país se tenta fazer em sua própria defesa o que o Israel fez no coração do Oriente Médio?</p>
<p>Acho realmente que nenhum país do mundo deve possuir armas nucleares, e que essa energia deve ser colocada ao serviço da espécie humana. Sem esse espírito de cooperação a humanidade marcha inexoravelmente rumo à sua própria destruição. Entre os próprios cidadãos do Israel, um povo sem dúvida laborioso e inteligente, muitos não concordarão com essa disparatada e absurda política que os leva também ao desastre total.</p>
<p>O quê se fala hoje no mundo sobre a situação econômica?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As agências internacionais de notícias informam que “o presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, e seu par chinês, Hu Jintao, apresentaram agendas comerciais divergentes […] salientando as crescentes tensões entre as duas maiores economias do mundo.”</p>
<p>“Obama usou seu discurso ―afirma Reuters― para ameaçar com sanções econômicas a China a menos que comece a ‘jogar segundo as regras’…”. Tais regras são sem dúvida, os interesses dos Estados Unidos da América.</p>
<p>“Obama ―afirma a agência― está engajado na batalha pela reeleição no próximo ano e seus opositores republicanos o acusam de não ser o suficientemente severo com a China.”</p>
<p>As notícias publicadas na quinta e sexta-feira refletiam muito melhor as realidades que estamos vivendo.</p>
<p>AP, a agência dos Estados Unidos da América mais bem informada comunicou: “O líder supremo iraniano advirtiu os Estados Unidos da América e Israel que a resposta do Irão será enérgica se seus arquiinimigos lançarem um ataque militar contra o Irão…”</p>
<p>A agência noticiosa alemã informou que a China tinha declarado que, como sempre, acreditava que o diálogo e a cooperação era a única forma de aproximação ativa para a resolução do problema.</p>
<p>A Rússia se opôs igualmente às medidas punitivas contra o Irão.</p>
<p>A Alemanha rejeitou a opção militar mas se mostrou partidária de fortes sanções contra o Irão.</p>
<p>O Reino Unido e a França advogam por fortes e enérgicas sanções.</p>
<p>A Federação Russa assegurou que fará tudo o possível por evitar uma operação militar contra o Irão e criticou o relatório da OIEA.</p>
<p>“‘Uma operação militar contra o Irão pode acarretar conseqüências muitos graves e a Rússia terá que pôr tudo de sua parte para aplacar os ânimos’, afirmou Konstantín Kosachov, chefe do comitê de Exteriores da Duma” e criticou segundo EFE “as afirmações por parte dos Estados Unidos da América, da França e do Israel do possível uso da força e que o lançamento de uma operação militar contra o Irão está cada vez mais próximo”.</p>
<p>O editor da revista estadunidense EIR, Edward Spannaus declarou que o ataque contra o Irão terminará na III Guerra Mundial.</p>
<p>O próprio Secretário de Defesa dos Estados Unidos da América, depois de viajar ao Israel há uns dias, reconheceu que não pôde obter do governo israelita um compromisso de consultar previamente com os Estados Unidos da América um ataque contra o Irão. A esses extremos se tem chegado.</p>
<p>O Subsecretário de Assuntos Políticos e Militares dos Estados Unidos da América exteriorizou cruamente os obscuros propósitos do império:</p>
<p>“O Israel e os Estados Unidos da América se comprometerão nas manobras conjuntas ‘mais importantes’ e ‘de maior transcendência’ da história dos aliados, tem declarado no sábado Anrew Shapiro, subsecretário de Assuntos Políticos e Militares dos Estados Unidos da América”.</p>
<p>“…no […] Instituto Washington para a Política do Oriente Próximo, Shapiro anunciou que participarão nas manobras mais de 5.000 efetivos das forças armadas estadunidenses e israelitas e simulará a defesa de mísseis balísticos do Israel”.</p>
<p>“‘A tecnologia israelita está resultando essencial para melhorar nossa segurança nacional e proteger nossas tropas’, acrescentou…”</p>
<p>“Shapiro salientou o apoio do Governo de Obama ao Israel apesar dos comentários da sexta-feira por parte de um alto funcionário estadunidense que expressou sua preocupação de que o Israel não avisasse os Estados Unidos da América antes de levar a cabo uma ação militar contra as instalações nucleares do Irão.”</p>
<p>“Nossa relação com a segurança do Israel é mais ampla, mais profunda e mais intensa que nunca antes.”</p>
<p>“‘Apoiamos o Israel porque é em nosso interesse nacional fazê-lo’ […] É a pura força militar do Israel o que dissuade os possíveis agressores e ajuda a fomentar a paz e a estabilidade.”</p>
<p>Hoje 13 de novembro a embaixadora norte-americana na ONU, Susan Rice disse à cadeia BBC que a possibilidade de uma intervenção militar no Irão não só não está fora da mesa, senão que é uma opção real que está crescendo por causa do comportamento iraniano.</p>
<p>Insistiu em que a administração norte-americana está chegando à conclusão de que será necessário acabar com o atual regime do Irão para evitar que este crie um arsenal nuclear. “Sou uma convencida de que a mudança de regime vai ser nossa única opção aqui”, reconheceu Rice.</p>
<p>Não é preciso mais uma palavra.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/11/firma-de-fidel-13-de-noviembre-de-2011-300x166.jpg" alt="" width="300" height="166" /></p>
<p><strong>Fidel Castro Ruz</strong></p>
<p><strong>13 de novembro de 2011</strong></p>
<p><strong> 20h17.</strong></p>
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		<title>Novos Cohibas em Feira Internacional da França</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 13:13:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cohiba]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>

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		<description><![CDATA[A indústria tabaqueira cubana hoje anunciou novos Cohiba e a presença dos habanos na XXV edição da TFWA World Exhibition Cannes, da França. A marca de fumo cubano tipo Premium mais famosa leva agora seus puros à Edição Limitada 2011, propostas de imenso interesse para coletores e os mais exigentes fumantes de cigarros da órbita.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2238" src="/files/2011/09/Cohibas-and-Havano-cigars.jpg" alt="" width="300" height="250" />A indústria tabaqueira cubana hoje  anunciou novos  Cohiba e a presença dos habanos na XXV edição da TFWA World Exhibition  Cannes, da França.</p>
<p>A marca de fumo cubano tipo Premium mais famosa leva agora seus puros à  Edição Limitada 2011, propostas de imenso interesse para coletores e os  mais exigentes fumantes de cigarros da órbita.</p>
<p>Essa novidade,   indica a nota da Corporación Habanos S.A., significa muito, pois as  Edições Limitadas são altamente apreciadas por sua elevada qualidade,  quando se caracterizam por ser vitolas ou tipos de puros que não  aparecem de maneira habitual no leque do portfólio  da marca.</p>
<p>E  precisamente o anúncio inclui ao Cohiba 1966 com  diâmetro  de 52 por  166 milímetros de cumprimento , como parte da comemoração pelos 45 anos  de existência dessa marca, a mais emblemática dos habanos.</p>
<p>Tais  Edições Limitadas levam folhas com envelhecimentos de pelo menos dois  anos, provindos de Vuelta Abajo, na mais ocidental província cubana de  Pinar do Rio.</p>
<p>Como vitola de saída, se lhe denomina Cohiba 1966 e  como nome de galera, habitual entre os torcedores, esta Cañonazo  Especial, com uma apresentação de Cajón BN em uma sozinha camada de 10  unidades.</p>
<p>Por outra parte, a novidade também é dada pelo anúncio   neste mês de  habanos que estarão na versão de Tax Free World  Association Exhibition de Cannes, França, junto a quase 500 companhias  do mundo.</p>
<p>O encontro está previsto para o Palais des Festivals  et des Congress de Cannes (Palácio dos festivais e congressos de Cannes)  com abertura em 19 de setembro, calendário obrigatório para as empresas  que participam no sistema de indústrias Duty free (livres de impostos).</p>
<p>Estes produtos têm a relevância   de estarem envolvidoa com operadores de linhas aéreas, cruzeiros e aeroportos.</p>
<p>A nota oficial de Habanos S.A. agrega que os puros cubanos estarão  presentes nesse prestigioso encontro com propostas emblemáticas da  indústria cubana.</p>
<p>Entre a listagem dos habanos a essa feira  estão o novo Partagás Série E no.2, a Série D no.5, que complementa o  leque que já apresenta a série D, H-Upmann Half Coroa, H-Upmann Royal  Robusto para a rede de lojas A Casa do Habano.</p>
<p>Além disso  mostrarão as vitolas pertencentes à Edição Limitada 2011: Cohiba 1966,  Short Hoyo Pirâmides de Monterrey e Allones Extra de Ramón Allones,  junto à também nova série especial Montecristo No 2 Grande Reserva 2005.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Combates na Líbia, enquanto líderes europeus disputam protagonismo</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 22:24:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Benghazi]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
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		<description><![CDATA[Forças leais a Muamar Kadafi continuavam resistindo hoje à ofensiva rebelde em Bani Walid e Sirte, enquanto nesta capital preparam-se tapetes vermelhos para dirigentes europeus em clara disputa por serem os primeiros a visitar a Líbia. 
Enquanto porta-vozes do autodenominado Conselho Nacional de Transição (CNT) evitam dar detalhes das até agora infrutíferas batalhas para aniquilar os bastiões fiéis a Kadafi, informes independentes apontam para fortes combates em Bani Walid.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2233" alt="" src="/files/2011/09/libia.jpg" width="300" height="250" />Forças leais a Muamar Kadafi continuavam resistindo hoje à ofensiva rebelde em Bani Walid e Sirte, enquanto nesta capital preparam-se tapetes vermelhos para dirigentes europeus em clara disputa por serem os primeiros a visitar a Líbia.</p>
<p>Enquanto porta-vozes do autodenominado Conselho Nacional de Transição (CNT) evitam dar detalhes das até agora infrutíferas batalhas para aniquilar os bastiões fiéis a Kadafi, informes independentes apontam para fortes combates em Bani Walid.</p>
<p>Meios televisivos regionais indicaram que nessa localidade, situada a 150 quilômetros ao sudeste de Trípoli, um destacamento estimado em mais de mil homens tem impedido os insurgentes de apoderarem-se da cidade, apesar de mais de uma semana de escaramuças apoiadas pela OTAN.</p>
<p>Os aviões da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) mantiveram nas últimas horas seus bombardeios em pontos dentro e nos arredores de Bani Walid para facilitar o avanço dos alçados, uma estratégia similar utilizada na costeira Sirte.</p>
<p>De fato, informes apontam que em Sirte, cidade natal do Kadafi na costa do Mediterrâneo, prosseguem -até agora sem sucesso- negociações entre rebeldes e chefes tribais locais para tratar de que se rendam e evitar mais derramamento de sangue.</p>
<p>Em meio a essa situação de instabilidade, com um país em guerra e sem governantes, o presidente da França, Nicolás Sarkozy, e o premiê da Grã-Bretanha, David Cameron, anunciaram uma visita a Trípoli e possivelmente a Benghazi para ratificarem seu apoio ao CNT.</p>
<p>A viagem apressada e sem anúncio prévio de Sarkozy e Cameron, os líderes ocidentais mais ativos em promover a agressão da OTAN contra a Líbia, poderia convertê-los nos primeiros presidentes dessa aliança que chegam à nação norte-africana.</p>
<p>Tudo indica que os presidentes francês e britânico roubarão protagonismo e primazia do premiê da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, que realiza uma viagem pelo Oriente Médio e planejou chegar na tarde desta quinta-feira à Líbia procedente da Tunísia.</p>
<p>Erdogan, cujo périplo iniciou-se no domingo no Egito, defendeu um papel de liderança de Ancara perante os países da chamada Primavera Árabe, aproveitando sua condição de único país muçulmano europeu.</p>
<p>Contudo, comentaristas locais dão por certo que Sarkozy e Cameron terão uma boavinda &#8220;insuperável&#8221;, dada a gratidão que o CNT tem a eles -com grafites nas ruas de Benghazi e Trípoli incluídos- pela ajuda para rebelarem-se contra o governo de Kadafi.</p>
<p>Mais cedo, Estados Unidos enviou a esta capital o subsecretário de Estado para assuntos do Oriente Próximo, Jeffrey Feltman, que dialogou na quarta-feira com líderes do CNT, incluído seu chefe Mustafa Abdul Jalil, para transmitir-lhe um apoio tácito.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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