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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Fórum de São Paulo</title>
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		<title>Estamos em um momento frutífero da nossa nação</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jul 2019 17:04:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«Temos uma colaboração que dá um exemplo ao mundo e nosso povo tem orgulho de seu trabalho aqui», disse o membro do secretariado do Comitê Central do Partido e chefe de seu Departamento Ideológico, Víctor Gaute, aos diretores de missões cubanas na Venezuela.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5546" alt="venezuela" src="/files/2019/07/venezuela.jpg" width="300" height="264" />«Temos uma colaboração que dá um exemplo ao mundo e nosso povo tem orgulho de seu trabalho aqui», disse o membro do secretariado do Comitê Central do Partido e chefe de seu Departamento Ideológico, Víctor Gaute, aos diretores de missões cubanas na Venezuela.</p>
<p>«Estamos em um momento fértil de nossa nação, de resistência, de enfrentar e superar qualquer situação extraordinária que possa surgir e continuar avançando», disse o membro do secretariado do Comitê Central do Partido, Víctor Gaute López, para executivos das missões cubanas na Venezuela e colaboradores do distrito capital, em um intercâmbio realizado com delegados da Ilha no 25º Fórum de São Paulo, realizado recentemente em Caracas.</p>
<p>Gaute afirmou que este é o chamado do nosso presidente Miguel Díaz-Canel, quando no Fórum afirmou: «Vamos por mais», e disse que essa decisão requer de uma análise individual, na qual cada um internaliza a parte que lhe corresponde, em referência à natureza coletiva do trabalho próspero e sustentável que pretendemos construir.</p>
<p>Em outra parte de seu discurso, enfatizou: «Temos uma colaboração que dá um exemplo ao mundo e nosso povo se orgulha de seu trabalho aqui, o que constitui um compromisso maior para todos vocês», e parabenizou-os pelos sucessos alcançados, exaltando o esforço para continuar com o bravo povo venezuelano e seu governo constitucional defendendo as bandeiras da soberania e da solidariedade.</p>
<p>Descreveu o contexto atual em que os mais de 21.000 colaboradores cubanos atuam como cenário repleto de complexidades e propício ao fortalecimento da formação técnico-profissional e ao aumento da preparação ideológica e política dos grupos, instrumento essencial para alcançar um equilíbrio que nos permita assumir com firmeza as tarefas confiadas às 11 missões que distribuem o amor na ampla geografia desta nação irmã.</p>
<p>Na reunião, Julio César García, membro do Comitê Central do Partido e chefe do Escritório de Atenção às Missões, deu aos visitantes informações detalhadas sobre o andamento dos diferentes programas que têm colaboração cubana e que se tornam argumentos esmagadores dos benefícios que trazem às pessoas mais vulneráveis, suficientes, ademais, para apoiar a decisão de continuar acompanhando o governo constitucional e o povo da irmã República da América do Sul e que foi corroborado pelo presidente Díaz-Canel em seu discurso no Fórum , expressando: «Não há plataforma melhor que este Fórum para ratificar que Cuba nunca renunciará ou trairá seus princípios ou atraiçoará a Venezuela»</p>
<p>Existem, como verdades inquestionáveis ​​do valor dessa cooperação, a operação de 15 mil grupos básicos de saúde, dos 571 Centros de Diagnóstico Integral, com 56 pontos cirúrgicos em operação hoje; as 586 salas de reabilitação; os quatro hospitais, incluindo o recém-criado berçário materno no Amazonas; e os 18 centros oftalmológicos da Missão do Milagre, já com 3,1 milhões de intervenções cirúrgicas gratuitas.</p>
<p>Há muitos mais exemplos neste setor e em outros que contribuem para a paz e bem-estar social, algo inerente apenas aos governos que colocam o povo entre suas prioridades, e cujos projetos benfeitores são constantemente sitiados e difamados pelo império e seus aliados, mas a verdade sempre prevalece.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Foro de São Paulo: uma batalha vital pela unidade</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2018 18:22:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O 24º Encontro Anual do Foro de São Paulo, foi realizado entre 15 e 17 de julho em um momento transcendental para a região e para a luta da esquerda em todo o mundo.

Com relação a este evento, o jornal Granma Internacional conversou com José Ramón Balaguer Cabrera, membro do secretariado do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba e chefe do seu Departamento das Relações Internacionais.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5126" alt="forosaopaulo" src="/files/2018/07/forosaopaulo.jpg" width="300" height="243" />O 24º Encontro Anual do Foro de São Paulo, foi realizado entre 15 e 17 de julho em um momento transcendental para a região e para a luta da esquerda em todo o mundo.</p>
<p>Com relação a este evento, o jornal Granma Internacional conversou com José Ramón Balaguer Cabrera, membro do secretariado do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba e chefe do seu Departamento das Relações Internacionais.</p>
<p>O que o Foro de São Paulo (FSP) representou até hoje?</p>
<p>«Devemos lembrar que na época em que o FSP foi fundado havia uma grande incerteza — para algumas pessoas semelhante à que há nestes tempos — e então figuras como Lula e Fidel foram vitais. Eles vislumbraram que o socialismo não poderia desaparecer, que era necessário achar alternativas para que todos os partidos de esquerda, todas aquelas forças políticas que tinham um conceito diferente de sociedade, lutassem contra o sistema capitalista, explorador por essência, para que não continuasse se impondo sobre nossos povos».</p>
<p>«Não se pretendia impor nada, nem traçar diretrizes ou linhas que pudessem se sentar para discutir, porque com o desaparecimento da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) não se podia perder a concepção de que uma sociedade verdadeiramente justa poderia existir e que a história não tinha acabado. Foi um momento extraordinário que salvou a perplexidade que existia».</p>
<p>«Mais tarde em Havana, em 1993, Fidel falou da necessidade da unidade das forças de esquerda como única alternativa, algo de vida ou morte, não se podia renunciar a continuar. Porque a vida mostrou que, quando as forças da esquerda se unem, conseguem ganhar no sistema das democracias representativas e nas eleições, que podem tomar o poder e transformar a sociedade em modelos mais justos».</p>
<p>«E apesar de todas as ameaças e obstáculos, de todas as tentativas de desestabilização de todos os tipos, demonstrou-se que quando há unidade se pode lutar e continuar vencendo, apesar das condições complexas, como as que foram apresentadas a projetos como a Revolução Bolivariana, a Revolução Cidadã no Equador, o projeto de Evo Morales na Bolívia, a Revolução Sandinista, o Brasil de Lula e Dilma com o PT à frente».</p>
<p>«As possibilidades que se apresentaram na América Latina até então antes eram impensáveis e chegou o momento em que os Estados Unidos foram forçados a aceitar Cuba na Cúpula das Américas, antes inconcebível, graças também à solidariedade da esquerda com Cuba».</p>
<p>«O que já se estava vendo com a União das Nações Sul-Americanas (Unasul) e a Alternativa Bolivariana para os Povos das Américas (ALBA) foi concretizado com a Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac). E então se intensificou a ação do império para tentar impedir que isso acontecesse».</p>
<p>«Estamos vendo como a suposta luta contra a corrupção é utilizada para derrubar governos progressistas, que o que estava acontecendo na região a partir daquele sentimento de solidariedade e cooperação que foi gerado era totalmente antagônico ao sistema imperialista e então começaram a lançar mão de métodos judiciais, da guerra econômica, da violência, para tentar reverter essas conquistas e impor a Doutrina Monroe».</p>
<p>«Este encontro em Havana acontece, portanto, em um momento importante para conseguir que se entenda, que seja compreendida a importância do FSP na construção da integração, do bem comum. Nunca existiu a intenção de dizer o que se deve fazer, mas debater algo essencial: a única maneira de avançar é a partir da unidade da esquerda».</p>
<p>«Vejam o quão interessante o que aconteceu no México, uma vitória esmagadora de Andrés Manuel López Obrador. E o que isso significa? Que no âmbito da discussão, do diálogo, pode se entender que quando as forças se unem, o que parece impossível acaba ocorrendo».</p>
<p>Fala-se muito em pessimismo&#8230;</p>
<p>«É a mesma coisa que eles tentaram fazer quando a URSS desapareceu, definir o fim da história e mostrar que a partir daí não havia nada, além do capitalismo. E a perplexidade começou, a divisão, a fragmentação da esquerda, a radicalização do sectarismo, o divórcio dos partidos revolucionários dos movimentos sociais. Mesmo nos Estados Unidos, um grande número de sindicatos desapareceu».</p>
<p>«Mas os movimentos sociais, por exemplo, conseguiram melhor articulação para a luta e isso é uma realidade. Claro, eles representam os povos, aqueles que sofrem os problemas e precisam de uma sociedade diferente, cada dia, para viver».</p>
<p>«É importante que compreendamos e consideremos a possibilidade de que as forças de esquerda discutam um programa político entre elas, porque é difícil conseguir a unidade em questões eleitorais, deve também conceber uma projeção política da sociedade e que isto seja um programa que seja levado à prática se as eleições forem ganhas».</p>
<p>«Mas para isso devemos ter uma noção do momento histórico — como Fidel nos disse em seu Conceito de Revolução — porque, às vezes, há coisas que são corretas, que são necessárias, mas que em um determinado momento dificilmente podem ser concretizadas. Foi isso o que a Revolução Cubana fez: resistir, continuar lutando e sempre contar com a força e a unidade de nosso povo, que é o que sustentou o processo revolucionário».</p>
<p>«Do que se trata é de que as forças da esquerda estejam unidas, sem perderem sua identidade, mas com base em um programa político. O que verdadeiramente é impossível é transformar a sociedade sem a unidade das forças da esquerda ao galgarem o poder».</p>
<p>«Neste momento não há nada tão sólido como o FSP, onde podem ser discutidos os problemas que existem e as formas de buscar uma união. É por isso que em Havana a esquerda europeia se encontrará com a da nossa região e também haverá representantes de movimentos e articulações sociais, artistas e intelectuais, haverá debates sobre a guerra da mídia, mas partindo do otimismo e da convicção de que juntos podemos»</p>
<p>Vinte e cinco anos depois, uma reunião do FSP em Havana&#8230;</p>
<p>«Isso nos dá a possibilidade de que muitas pessoas que possam estar pensando de maneira diferente entendam o momento em que vivemos e entendam que a Revolução Cubana continua sendo a mesma, única, com o mesmo Partido à frente. Que eles entendam o que fizemos nos 6º e 7º Congressos do Partido, que é reafirmar o futuro e a concepção de uma sociedade mais justa, que não abaixamos as bandeiras ou as armas, mas pelo contrário».</p>
<p>«Entenda-se que estamos aperfeiçoando nossa sociedade, nos adaptando aos tempos atuais, incluindo nossas relações com os Estados Unidos, que estão muito bem definidas e aspiramos a normalizá-los como em qualquer país do mundo, mas há princípios aos que nunca renunciaremos».</p>
<p>«Este Encontro permite que amigos de todo o mundo, membros do FSP ou convidados de outras regiões vejam que Cuba é firme em seus conceitos e princípios e que o que foi alcançado é precisamente devido à unidade».</p>
<p>A presença de Martí e Fidel&#8230;</p>
<p>«O objetivo da homenagem a Fidel com um plenário especial dedicado ao seu pensamento e sua relação com o FSP, com a unidade, é dialogar e ver como suas ideias se renovam, o quanto precisamos delas e que sejam compreendidas em toda sua magnitude».</p>
<p>«Nossa Revolução move-se no calor das concepções e princípios de Fidel, do que levou a ações concretas, dos princípios que ele semeou em todo o mundo».</p>
<p>«O que predomina na Revolução Cubana, o que gostaríamos de ver entre aqueles que querem lutar é o pensamento de Fidel, que é o mais avançado que existe na Terra como um pensamento revolucionário e transformador, como o resgate do que supostamente desapareceu com a URSS, que é a real possibilidade de transformar a sociedade em algo justo, com todos e para o bem de todos, tal como nos ensinou José Martí».</p>
<p>«É por isso que a presença permanente de José Martí e Fidel está em todos nós, com duas ideias essenciais: a independência e a construção de um país com justiça social, devido às quais para os seguidores de Martí é muito fácil entender o socialismo. Eles nos acompanham hoje e sempre o farão, nesta batalha vital em prol da unidade».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Enquanto houver injustiças, haverá revoluções</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jul 2018 22:11:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[COM uma forte ovação e aclamações de «Viva Fidel!» foi recebido o general-de-exército Raúl Castro no Palácio de Convenções de Havana, que presidiu o encerramento do 24º Encontro Anual do Foro de São Paulo (FSP).
Perante a presença do presidente cubano Miguel Díaz-Canel Bermúdez; os presidentes Nicolás Maduro, da Venezuela; Evo Morales, da Bolívia; Salvador Sánchez Cerén, de El Salvador; e os mais de 630 delegados e convidados, leu-se a «Declaração de Havana» e o Plano de Ação que guiará o trabalho do FSP no ano próximo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5118" alt="Asamblea Nacional" src="/files/2018/07/Asamblea-Nacional.jpg" width="300" height="236" />COM uma forte ovação e aclamações de «Viva Fidel!» foi recebido o general-de-exército Raúl Castro no Palácio de Convenções de Havana, que presidiu o encerramento do 24º Encontro Anual do Foro de São Paulo (FSP).</p>
<p>Perante a presença do presidente cubano Miguel Díaz-Canel Bermúdez; os presidentes Nicolás Maduro, da Venezuela; Evo Morales, da Bolívia; Salvador Sánchez Cerén, de El Salvador; e os mais de 630 delegados e convidados, leu-se a «Declaração de Havana» e o Plano de Ação que guiará o trabalho do FSP no ano próximo.</p>
<p>A secretária executiva do FSP, Mónica Valente, qualificou de emblemático este encontro e agradeceu à direção do Partido Comunista de Cuba (PCC) e a seu povo pelo esforço em sua organização e por abrir os braços mais uma vez às lutas dos povos da região e do mundo, especialmente às forças políticas e movimentos sociais da esquerda.</p>
<p>Previamente, leram-se as resoluções finais de cada um dos encontros setoriais e oficinas realizadas, dedicadas às mulheres, os jovens, os parlamentares, a comunicação política e a mídia, a arte e a cultura.</p>
<p>Resumiram-se também os debates gerados na Reunião da Rede em Defesa da Humanidade, o diálogo das articulações e movimentos sociais com o FSP e o encontro entre o Partido da Esquerda Europeia (PIE) e as forças do Foro.</p>
<p>No fechamento se convocou ao início da Campanha Internacional «Liberdade para Lula já» e em agosto próximo, produzir um tweet mundial em defesa de sua libertação, com apoio do PIE e de todas as forças políticas e sociais que estejam em disposição de se somar, na Ásia, África e os Estados Unidos-Canadá.</p>
<p>As palavras de encerramento estiveram a cargo do segundo secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, José Ramón Machado Ventura, que lembrou que para Fidel a palavra derrota nunca existiu, apenas existiam derrotas conjunturais, porque enquanto houver injustiças, haverá revoluções.</p>
<p>ALGUNS PONTOS DA DECLARAÇÃO FINAL</p>
<p>- Fortalecer o movimento mundial em defesa da Paz, a defesa intransigente dos orçamentos da Proclamação da América Latina como Zona de Paz e as ideias justas que promove, para assegurar que sejam escutadas por cada um dos governos da Nossa América.</p>
<p>- Plantar a ideia integracionista na consciência de nossos povos.</p>
<p>- Promover e potenciar o exercício prático do internacionalismo mútuo entre todas as forças de esquerda da América Latina e o ­Caribe, Ásia, África, Europa e América do Norte.</p>
<p>- Converter a defesa da Celac em objetivo político prioritário a ser promovido por todos nossos partidos, movimentos sociais e populares, desde cada escola, universidade ou espaço de criação intelectual.</p>
<p>- Repudiar o militarismo nascido das entranhas do imperialismo, que carece de limites e de escrúpulos e, sobretudo, dar forma concreta a este repúdio, em cada ação política cotidiana como questão de princípios.</p>
<p>- Rechaçar de forma enérgica, a ideia absurda e inadmissível de que esta região do mundo pertence às elites de poder dos Estados Unidos ou de qualquer país do mundo.</p>
<p>- Denunciar, desta vez com razões adicionais, o papel de ingerência da OEA, que continua sendo utilizada pelo governo dos Estados Unidos como seu Ministério de Colônias.</p>
<p>- Resgatar, como resposta ofensiva, as tradições de liberdade de cada um de nossos países, honrar aos que as forjaram e impedir que a banalidade cultural do Norte que nos despreza se imponha sobre a rica história dos países que representamos.</p>
<p>- Reafirmar a importância da aproximação e a ação concertada entre a esquerda da Europa e a da América Latina e o Caribe.</p>
<p>- Condenar a guerra não convencional e de amplo espectro, aplicada pelo imperialismo ianque e seus aliados europeus, latino-americanos e caribenhos contra a Revolução Bolivariana da Venezuela.</p>
<p>- Manter intacta a solidariedade com todos aqueles países da região que se resistem a aceitar o retrocesso ao neoliberalismo.</p>
<p>- Ratificar que a América Latina e o Caribe continuam em pé de luta e mantêm a decisão de atuar com otimismo, decisão e maior sentido unitário.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Como a prata nas raízes dos Andes</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jul 2018 22:08:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[UMA sessão plenária especial intitulada «Pela Unidade e Integração da América Latina e do Caribe», tema central da 24ª Reunião do Fórum de São Paulo, focou os debates do segundo dia deste espaço anual de acordo político.

Este tem sido um tema transversal em todos os espaços de debate e diálogo que foram gerados, os quais estarão contidos na Declaração Final e no Plano de Ação que será anunciado na tarde de quarta-feira, 18 de julho, durante o encerramento da Reunião.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5116" alt="Sao Paolo Foro" src="/files/2018/07/Sao-Paolo-Foro-300x250.jpg" width="300" height="250" />UMA sessão plenária especial intitulada «Pela Unidade e Integração da América Latina e do Caribe», tema central da 24ª Reunião do Fórum de São Paulo, focou os debates do segundo dia deste espaço anual de acordo político.</p>
<p>Este tem sido um tema transversal em todos os espaços de debate e diálogo que foram gerados, os quais estarão contidos na Declaração Final e no Plano de Ação que será anunciado na tarde de quarta-feira, 18 de julho, durante o encerramento da Reunião.</p>
<p>O jornal Granma partilha algumas ideias essenciais em que muitos concordaram e que definem os desafios no caminho para essa unidade que é essencial para as lutas do presente e do futuro dos nossos povos:</p>
<p>- É importante preservar as experiências de governo de caráter popular e projeções antiimperialistas, promovidas por partidos que são membros do Fórum de São Paulo.</p>
<p>- Um forte apoio deve ser oferecido e estimular os esforços de emancipação e os ideais anticapitalistas dos movimentos sociais e populares que agem dessa maneira.</p>
<p>- Devemos trabalhar duro para consolidar uma paz duradoura e promover esforços para avançar na integração soberana da que José Martí chamou de nossa América.</p>
<p>- Quando há unidade, liderança política decisiva e capaz, objetivos claros de luta, moralidade de combate e raízes nas classes populares, multiplicam-se as opções para conter qualquer ofensiva contrarrevolucionária e, inclusive, derrotá-la.</p>
<p>- É um dever explicar adequadamente e defender com coragem e criatividade as conquistas econômicas, sociais e políticas inquestionáveis ​​acumuladas pelas experiências de governo que por uma razão ou outra sofreram reveses significativos (desde Honduras, em 2009, até hoje no Brasil) bem como as conquistas e fortalezas que sustentam as experiências de governo que perduram em meio a enormes dificuldades, desafios internos e externos.</p>
<p>- Não haverá progresso sustentável em uma experiência revolucionária, ou mudanças progressivas motivadas pelos valores da justiça social e da equidade, sem o exercício oportuno e adequado de críticas e autocríticas.</p>
<p>- Perante o plano das ações transnacionais e do império do Norte para minar a soberania de nossas nações e assumir o controle de seus recursos naturais, oponhamo-nos com verdadeiro espírito internacionalista e latino-americanista espírito, com firmeza e sem negociar com senso de dignidade, o plano de emancipação de nossos povos nobres.</p>
<p>- Se os partidos políticos de esquerda e os movimentos populares com ideias e compromissos perderem a perspectiva da unidade mais ampla e democrática, estarão dando aos restauradores o que eles precisam. A conclusão é simples: ou nos unimos, ou nos afundamos na lama da contrarrevolução que nos tentam impor.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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