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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Feira do Livro</title>
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		<title>Raúl: promotor incansável dos processos de integração e antiimperialista por antonomásia</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Feb 2018 00:05:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[AO contrário daqueles acadêmicos e intelectuais que costumam dedicar tempo à organização do seu trabalho, o pensamento dos revolucionários com responsabilidades à frente do Estado frequentemente está disperso ao longo do tempo e entre milhares de discursos, entrevistas e declarações.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4718" alt="Raul Discurso" src="/files/2018/02/Raul-Discurso.jpg" width="300" height="220" />AO contrário daqueles acadêmicos e intelectuais que costumam dedicar tempo à organização do seu trabalho, o pensamento dos revolucionários com responsabilidades à frente do Estado frequentemente está disperso ao longo do tempo e entre milhares de discursos, entrevistas e declarações.</p>
<p>A tarefa do pesquisador é então resgatar esse legado e organizá-lo de tal forma que sirva para entender o alcance de uma personalidade e o momento histórico que ele teve que viver.</p>
<p>É precisamente isso que o pesquisador e ensaísta Abel González Santamaría consegue com Raúl Castro y Nuestra América. 86 discursos, intervenciones y declaraciones, que será apresentado na quarta-feira, 7 de fevereiro, às 11h00 da manhã, na sala Nicolás Guillén, em La Cabaña, como parte das atividades da edição mais recente da Feira do Livro.</p>
<p>O trabalho de González Santamaría transcende a mera historiografia para nos oferecer o estadista Raúl, cujo trabalho permanece firme com a prática revolucionária, há mais de meio século. Ele também deixa uma ferramenta para que as gerações atuais e futuras possam continuar o caminho aberto há mais de 200 anos a favor da unidade e integração da nossa América.</p>
<p>Na última Feira Internacional do Livro de Havana, foi lançado o livro Fidel Castro y los Estados Unidos: 90 discursos, intervenciones y reflexiones, e desta vez também vem o livro, preparado pela editora Capitán San Luis, uma compilação semelhante do general-de-exércitol. Qual é a relação entre os dois textos?</p>
<p>«Ambos os livros têm uma relação dialética, porque seus autores, o Comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz e o general-de-exército Raul Castro Ruz, são dois homens com o mesmo pensamento, que se complementam na teoria e na prática revolucionárias. O livro Raúl Castro y Nuestra América: 86 discursos, intervenciones y declaraciones é como se fosse o segundo volume de Fidel Castro y los Estados Unidos: 90 discursos, intervenciones y reflexiones».</p>
<p>Qual o legado de ambos os líderes para a integração da América Latina?</p>
<p>«Eles demonstraram durante mais de meio século de luta intensa que era possível integrar todos os países da Grande Pátria em uma organização puramente ‘nossaamericana’ sem presença extrarregional. Fidel e Raúl, juntamente com outros líderes revolucionários e progressistas do continente, contribuíram decisivamente para a criação da Comunidade dos Estados da América Latina e do Caribe (Celac)».</p>
<p>«Devemos lembrar que, para conseguir isso, eles tiveram que se unir, para poder derrotar o projeto de dominação que os Estados Unidos pretendiam implantar na região no início do século XXI, através da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA). Essa vitória foi decisiva para poder avançar na integração».</p>
<p>Poderia pensar-se nos progressos realizados na região sem ter em conta o papel de Cuba como a força motriz a favor da ‘unidade na diversidade’?</p>
<p>«Há reconhecimento na região dos esforços que Cuba realizou, ao longo de 60 anos, de forma ininterrupta, a favor da unidade de suas nações e respeitando o sistema político, econômico, social e cultural de cada país. Graças ao fato de ter sido consistente com seus princípios, foi o local sede da 2ª Cúpula da Celac, em 2014, na qual os 33 países membros declararam a América Latina e Caribe como ‘Zona de Paz’. Este evento tem um significado histórico sem precedentes e constitui o principal instrumento que suas nações têm para enfrentar as constantes agressões e ameaças à paz, num mundo onde re escuta o rufar dos tambores da guerra».</p>
<p>Qual foi o papel nesses processos do pensamento de Raúl de que o livro retoma?</p>
<p>«O texto seleciona fragmentos de seu trabalho revolucionário, da entrevista que ofereceu à imprensa em 1959, no contexto da Reunião de Ministros das Relações Exteriores da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Santiago do Chile, até o discurso proferido em 2017, na5a Cúpula da Celac, na República Dominicana. O general-de-exército se destaca como um estadista muito sensível diante dos problemas sociais de nossos povos, ele é um promotor incansável dos processos de integração e é um antiimperialista por antonomásia. O seu pensamento revolucionário irá transcender esta era e é um guia necessário nestes tempos para os jovens».</p>
<p>A Revolução Cubana tem sido um farol para os movimentos de esquerda, não só na região, mas em todo o mundo. Como é que as novas gerações de cubanos não devem deixar cair essa batuta das causas justas em nível internacional?</p>
<p>«A melhor maneira é conscientemente cumprir todos os dias com o conceito de Revolução. Essa é uma tarefa que nos foi deixada pelo Comandante-em-chefe da Revolução Cubana. Preservar a unidade e deixar de lado tudo aquilo que pode nos dividir».</p>
<p>«É preciso aprender com erros e falhas, de modo a não ser confundido e dividido pelas oligarquias. Devemos ser otimistas e acreditar na melhoria humana».</p>
<p>«Em minha opinião, devemos continuar ajudando solidariamente os países do Terceiro Mundo e cumprir os compromissos de cooperação, com base na partilha dos recursos modestos disponíveis e não dos que tenhamos demais. Devemos, também, preservar as conquistas alcançadas e dar continuidade às políticas de desenvolvimento e inclusão social, de modo que haja uma distribuição mais equitativa de riqueza e reduzir as desigualdades».</p>
<p>Os avanços da direita nos últimos anos são circunstanciais ou fazem parte de uma mudança de ciclo?</p>
<p>«Existe um debate sobre se estamos ou não na presença do ‘fim do ciclo’ progressista na América Latina e no Caribe, que lembra a tese neoliberal proclamada pela direita, no início dos anos 90, acerca do ‘fim da história’. Eu sou um daqueles que acha que ainda não concluiu, embora os avanços da direita na região sejam evidentes, o que considero serem conjunturais. O que eles estão tentando fazer é retornar ao neoliberalismo e desmoralizar as forças e os partidos políticos, os movimentos sociais e as classes trabalhadoras».</p>
<p>«Os processos políticos não são lineares, estão em constante dinâmica e experimentam progressos, estagnação e contratempos. O que mudou nos últimos anos é o despertar de nossa América».</p>
<p>Como o senhor vê a política da nova administração dos EUA em relação à região?</p>
<p>«Há uma marcada intenção de retornar às políticas falhadas do passado. O novo governo dos EUA se projeta com desprezo e subestimação para a região geograficamente mais próxima do seu território. Eles nos tratam novamente como seu ‘quintal’ e como criminosos comuns. Essa é a realidade, embora tentem fazer dano em suas visitas à América Latina e ao Caribe. Obviamente, a 8ª Cúpula das Américas em Lima, Peru está se aproximando, e eles devem preparar o terreno para alcançar seus interesses geopolíticos».</p>
<p>«Estão obcecados com Cuba e a Venezuela. Não há documento ou discurso em que, referindo-se à região, eles não ataquem implacavelmente ambas as nações. Além disso, continuam aumentando as medidas de bloqueio econômico, comercial e financeiro para tentar uma ‘mudança de regime’».</p>
<p>Considera que a figura de Donald Trump, com o seu ódio contra os migrantes e as ofensas para os países da América Latina, poderia ser um fator de coesão para os países da região?</p>
<p>«Sem dúvida, está contribuindo para a coesão da região. Essas posições provocaram uma rejeição geral, que automaticamente se torna um fator essencial de denúncia e unidade. Trump insiste em aplicar uma política antiimigrante e continuar construindo o muro na fronteira com o México, culpando-os por parte dos sérios problemas sociais que os EUA enfrentam internamente. A realidade é que o muro é a expressão simbólica de uma ideologia xenófoba e ultranacionalista para os países do sul do Rio Grande».</p>
<p>A história da América Latina tem muitas perguntas abertas e vivemos em um momento que precisa de soluções. Que respostas pode encontrar o leitor em seus dois últimos livros?</p>
<p>«Precisamente esse foi um dos principais objetivos que eu propus em ambos os livros, pela validade de suas palavras. Confesso que durante os anos passei revendo e examinando cada texto para sua seleção (1.546 de Fidel e 1.468 de Raúl), foi o melhor curso de estudos que recebi. É uma fonte inesgotável de conhecimento de diversos assuntos políticos, econômicos, sociais, culturais e científicos que estimulam a gente, constantemente, a refletir, a compreender melhor a nossa história e conhecer a profundidade do pensamento revolucionário».</p>
<p>«Eu recomendo ler o prólogo do livro, que o Mestre e amigo Eusebio Leal Spengler fez com grande carinho, uma verdadeira joia da historiografia latino-americana e caribenha. Além disso, a ele é dedicada a 27ª Feira Internacional do Livro de Havana, um homem que ganhou o amor e a admiração de nosso povo por sua lealdade e contribuições para a cultura da nação cubana».</p>
<p>«Convido os leitores a continuar investigando e discutindo o prolífico trabalho de Fidel e Raúl, dois grandes homens de estatura universal, que elevaram ao ponto mais alto da Nação a ideologia de José Martí, com a convicção de que ‘um princípio justo, do fundo de uma caverna, pode mais do que um exército’».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Se eu voltasse a viver seria cubano</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Feb 2018 00:22:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eusebio Leal]]></category>
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		<description><![CDATA[A 27ª Feira Internacional do Livro será dedicada ao historiador de Havana. A celebração, que acontecerá em poucos dias, é a razão pela qual eu deveria agradecer poder conversar nesta ocasião com o doutor Eusebio Leal Spengler, o orgulho de Cuba e de todos aqueles que sentem e sofrem por esta Ilha e que acompanham suas ações.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4722" alt="Eusebio Leal" src="/files/2018/02/Eusebio-Leal.jpg" width="300" height="225" />A 27ª Feira Internacional do Livro será dedicada ao historiador de Havana. A celebração, que acontecerá em poucos dias, é a razão pela qual eu deveria agradecer poder conversar nesta ocasião com o doutor Eusebio Leal Spengler, o orgulho de Cuba e de todos aqueles que sentem e sofrem por esta Ilha e que acompanham suas ações.</p>
<p>Escutar ele é uma recompensa. Às vezes, quem faz as perguntas, fica estonteado e absorvido pela harmonia que ganham o conhecimento, a elegância e o ardor do verbo de alguém que, sendo tão conhecido, renasce em cada resposta.</p>
<p>Embora eu não lhe dissesse isso, Leal, o Historiador, ou simplesmente Eusebio — a julgar pela proximidade com que todos os seus seguidores o sentimos — é uma sorte de referência com o gigante Rubén Martínez Villena, aquele que não estava onde não havia nada grande para fazer e que, possuído por «uma força concentrada, irritada e expectante», sentia nas profundezas silenciosas do seu interior um impulso imparável de «dominar montanhas e reunir estrelas!».</p>
<p>Não teria aceitado isso. Eusebio Leal é um homem plano e sincero, que pode corar com um elogio. Tão modesto que a surpresa o abalou, quando recebeu a notícia sobre a homenagem que lhe fariam na Feira. Mas basta pensar por um momento em Havana, em seu Centro Histórico e nas transformações incríveis que sofreu, com o coração do seu historiador na vanguarda, para nos convencer de que o trabalho realizado, sob seus conselhos e direção permanentes, é colossal.</p>
<p>Entre as lembranças mais valiosas associadas aos livros que este homem singular conserva, está sua primeira professora, a que lhe ensinou a cartilha, as primeiras letras. Pode ser vista a sua emoção quando a evoca na pequena aula onde aprendiam as crianças, sentadas em bancos de madeira. «Ela era uma senhora muito idosa. Uma das recordações mais fortes da minha memória é o dia da morte da professora».</p>
<p>Todos os leitores temos livros que um dia queremos ler novamente. Qual é o seu? Que livro teria levado para uma ilha deserta?</p>
<p>«Eu já li duas vezes, Memórias de Adriano, de Marguerite Yourcenar, entre as mais recentes. E depois Bomarzo, de Manuel Mujica Láinez. Eu levaria a Bíblia para essa tal ilha».</p>
<p>O senhor chegou sozinho à leitura ou houve algum impulso?</p>
<p>«Eu descobri a biblioteca das crianças onde minha mãe trabalhava, em uma casa nas ruas San Lazaro e N. Um dia entrei na sala onde estavam todos os livros que eles tinham. Os livros se amontoavam até o teto, havia vários armários, todas as histórias, com imagens. Pouco depois, já na escola, eu podia ir caminhando até a Sociedade Econômica de Amigos do País. Em sua biblioteca infantil ganhei meu cartão de registro e os lia na minha casa, até que pude começar a comprá-los».</p>
<p>A que horas o senhor prefere ler?</p>
<p>«Posso estudar durante o dia, mas ler, por prazer, geralmente o faço deitado, o que é terrível, com uma lâmpada com pouca luz, que é cansativa; mas é a única chance que eu tenho, às vezes, para fazê-lo. Antigamente, lia no ônibus, no momento do triunfo da Revolução, com a avidez do conhecimento. Nós homens nos levantávamos quando uma senhora ou um deficiente subiam ao ônibus. Normalmente, nunca havia assentos para nós. Os homens levantavam-se automaticamente dos assentos e aquele que não o fazia era um mal-nascido. No ônibus eu lia Robinson Crusoe, Moby Dick&#8230; Eu li de tudo nos ônibus. Em todo lugar eu podia ler, li muito. Penso que hoje aproveito tudo aquilo que li naqueles tempos».</p>
<p>O que lhe deu, do ponto de vista do amor aos livros, uma amizade como a que o senhor teve com Dulce María Loynaz?</p>
<p>«Muito, porque ela foi perdendo a visão ao longo do tempo, até que ficou totalmente cega, e sempre me disse que a questão não era apenas ler, mas escutar a leitura, com essa voz interior que sempre nos acompanha. «&#8217;Quando já a pessoa não vê, uma vez que teve visão, há uma luz interior que nos permite lembrar coisas e pensar, pensar&#8230;&#8217;», dizia ela. O livro e a leitura nos fazem pensar a tal ponto que, segundo os rumores, ela disse, já em agonia: &#8216;que horror, estou morrendo e ainda penso&#8217;».</p>
<p>Em várias ocasiões, quando o senhor foi distinguido com algum prêmio ou reconhecimento, eu o escutei falar sobre os professores&#8230; Por que?</p>
<p>«Porque não há trabalho mais belo no mundo do que ensinar outros, o que acontece é que não há guia para os cegos. Para poder guiar é preciso ver, e para poder dar é preciso ter. Porque ninguém dá o que não tem».</p>
<p>José Martí falou sobre como as características do personagem adulto podem ser vistas da infância. Quais características existem no homem maduro que já estavam esboçadas na criança que ele foi?</p>
<p>«Eu preferia falar antes que escrever. Alguns assuntos me interessaram mais do que outros, por exemplo: as ciências naturais, a geografia, a história, e eu gostava de desenvolvê-los. Minha mãe me contou que quando eu estava na casa, no lugar onde moramos, na rua Hospital 660, no último andar, eles colocavam uma caixa de maçãs ou uma caixa de peras, eu subia nela e dali proferia discursos sobre o que eu estava aprendendo na escola, na primeira ou segunda séries».</p>
<p>O senhor não é um escritor propriamente dito, no entanto, existem muitos livros da sua autoria. Neles principalmente colhem-se discursos e ensaios. Qual o papel que o senhor dá ao discurso público no desenvolvimento de uma sociedade?</p>
<p>«A oratória parece-me muito bem porque a palavra tem um caráter persuasivo. A palavra, quando tem uma coerência, quando surge como uma nascente de uma rocha, quando sai do coração do indivíduo como a água da terra, tem um valor persuasivo, educativo, docente e pedagógico. Mas também é um prazer, que é uma das coisas que distingue o homem das outras criaturas. É precisamente o dom da palavra coerente o que lhe permite fazer filosofia, literatura&#8230;».</p>
<p>Tal como acontece também com o discurso de José Marti, o senhor exerce a oratória de uma forma bastante única. Qual o valor da fala oral, ao contrário da leitura de qualquer tratado?</p>
<p>«Não desqualifico ninguém, todos têm seu estilo. Há aqueles que leem o que escreveram e me parece muito bom para mim, eu faria isso e seria um pouco mais confortável e menos arriscado, porque a improvisação sempre tem riscos. Às vezes, você pode deixar-se levar por sentimentos íntimos ou por um estado deprimido, mas acho que nada pode substituir o valor abrangente e persuasivo da palavra, e me parece muito bom quando se pode dirigir às pessoas, conversar com elas, olhar para os olhos, conhecer os diferentes grupos de interesse que estão reunidos e saber como se referir a cada comunidade humana».</p>
<p>Qual é o estado que o senhor sente na efervescência oral? Alguma vez já teve medo no palco?</p>
<p>«Isso é todo o dia. Não há nada mais aterrador do que falar a uma grande audiência. Há momentos de uma grande tribulação, dias que correm bem e dias que não. O que você não pode fazer é falar por falar. Sempre a palavra tem que ter um conteúdo. E mais quando tem um conteúdo político (quer dizer, culto). A política à margem da cultura é um exercício inútil. Tem que ter um valor cultural — e a cultura é cultivar — é a parábola do plantador. Quando alguém fala, está jogando uma semente que irá florescer ou não, será vista ou não, mas essa é a missão do professor, daquele que fala, daquele que tenta persuadir, unir, prodigalizar com a palavra certo sentimento».</p>
<p>A cidade precisa de quem a louve, além de ações, com palavras. O senhor fez isso de ambos os modos&#8230; Será que está satisfeito com o que alcançou?</p>
<p>«Qualquer que seja a cidade, não me importa qual é. Para mim, a cidade é cada pessoa no espaço em que nasceu. Às vezes, a cidade é um povoado pequeno que por isso não deixa de ser bonito. Toda comparação parece abominável para mim. Hoje, mais do que nunca esta cidade, Havana, precisa de cantores, porque estamos prestes a comemorar o seu 500º aniversário e ninguém fala sobre isso».</p>
<p>Para muitos, o senhor é o namorado de Havana, quais são os princípios em que esse amor se baseia?</p>
<p>«Havana não pode ter namorados velhos. Ela sempre deve ter jovens namorados. Ela tem uma dignidade, um sentimento&#8230; Sou mais um dessa multidão que cantou para ela, que homenageou uma cidade verdadeiramente maravilhosa e única. Já conheci muitas cidades e — posso te assegurar — louvo elas todas, são maravilhosas; mas é que Havana é muitas cidades em uma; são muitas coisas em um, são seus bairros&#8230; É uma cidade imaginativa e criativa&#8230; também suas pessoas. É um verdadeiro desastre que se esteja &#8216;arrabaldizando&#8217;, que se venha a impor a necessidade e que não possa ser conduzida a aspiração de melhorar, levando em conta a beleza».</p>
<p>Que parte de Havana lhe dói? Qual delas elogia?</p>
<p>«Acabei de completar 50 anos de trabalho, dos quais dediquei 25, sozinhos, dentro das prioridades, a tentar preservar o sorriso de Havana que é o Malecón (muro da avenida beira-mar). Fiquei magoado pelo fato de que o mar, que eu amo tanto, danificasse irreversivelmente o muro do Malecón e que eu tenho que enxergar a demolição de edifícios no Malecón, pelos quais lutei tanto. O que mais me machucou foi a necessidade de mover o monumento do major-general Calixto García. Nunca imaginei isso. Mas, como sei que o mar voltará, qualquer tentativa de restaurá-lo pela quarta vez teria sido inútil. A única coisa que me satisfaz é que, dentro de algumas semanas, o trabalho começará no novo local e será tão bonito, tão lindo, tão bonito&#8230; mesmo que não esteja necessariamente perto do mar».</p>
<p>Qual privilégio tem uma cidade com mar?</p>
<p>«Somos uma ilha. A ilha que é um navio. Dulce Maria falava de que os conquistadores, os viajantes europeus, chamaram o continente de terra firme, e o menos firme é a ilha. Precisamos do mar, temos um diálogo com o mar. Em Havana, em Santiago, em Cienfuegos, repete-se um pouco, todos os dias, o que aconteceu em Veneza, quando o logo, o ex-governante daquela república, partia no Bucintoro — que se chamava assim seu maravilhoso navio — removia o anel e o jogava na água, em um ritual que significava o casamento perpétuo entre a Veneza e o mar. Nós, todos os dias, reiteramos esse vínculo com o mar».</p>
<p>Nas opiniões que os leitores enviam ao site do nosso jornal, quando aparece alguma informação do senhor em nossas páginas, pode ver-se o profundo carinho para sua pessoa. O que o senhor experimenta quando sabe que tem sido útil, que é tão amado?</p>
<p>«É bom. Martí disse que os homens vão em dois bandos: aqueles que amam e constroem e aqueles que odeiam e desfazem. Eu sempre quis estar entre os primeiros».</p>
<p>Eusebio Leal é alguém que deixa a um lado sua vida pessoal para cumprir o dever com Cuba?</p>
<p>«Eu acho que sim. Quando, por razões estritamente cronológicas, a gente está muito perto do fim se pergunta o que gostaria de ser, o que escolheria, se ele voltasse a viver. Se eu vivesse novamente, seria cubano».</p>
<p>Em termos de privacidade, Eusebio é um livro aberto?</p>
<p>«Às vezes, muito aberto».</p>
<p>Que incomoda poderosamente a Eusebio Leal?</p>
<p>«A fofoquice».</p>
<p>O que o agrada completamente?</p>
<p>«A contemplação da beleza».</p>
<p>O que é um dia feriado para Eusebio?</p>
<p>«No dia em que eu posso tirar meu terno cinza e usar o azul, como hoje».</p>
<p>O que o senhor faz com as más lembranças, as que o machucam?</p>
<p>«Elas se tornam experiências encarnadas».</p>
<p>Além do cubano, se nascesse de novo, o que mais seria?</p>
<p>«Muito jovem».</p>
<p>Dizem que com esta notícia da Feira, o senhor ficou como uma criança com um brinquedo novo&#8230; Isso é assim?</p>
<p>«Não me sinto como uma criança&#8230; nem como se tivesse um brinquedo novo. Pelo contrário, tenho medo da Feira, especialmente porque não posso cumprir o meu dever de ir a todos os lugares em Cuba. Fiquei muito surpreso com essa dedicação, que geralmente está ligada ao Prêmio das Ciências Sociais que eles tiveram a gentileza e a bondade de me conceder. Surpresa e gratidão sim. Eu expressei esse sentimento a Juanito, o presidente do Instituto Cubano do Livro, mas estou aterrorizado».</p>
<p>Ordem da amizade para Eusebio Leal</p>
<p>• EM 17 de janeiro na embaixada da Rússia em Cuba, foi condecorado com a Ordem da Amizade, outorgada pelo presidente russo Vladimir Putin, o doutor Eusebio Leal Spengler, Historiador de Havana.</p>
<p>«O doutor Leal constitui um dos intelectuais mais importantes da Revolução Cubana, credor de um sólido prestígio no âmbito acadêmico e social, conquistado à força de talento, sabedoria e sensibilidade», expressou Mikhail L. Kaminyn, embaixador russo na Ilha.</p>
<p>«Eusebio possui uma trajetória, dentro e fora da Ilha que fez dele, do seu pensamento e trabalho, uma presença insubstituível a partir da segunda metade do século XX e até a atualidade», precisou. «Ainda, é credor de incontáveis prêmios, reconhecimentos e condecorações nacionais e estrangeiras», acrescentou.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Fim, tão só do primeiro capítulo</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2017 22:58:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O capítulo havanês da 26ª Feira Internacional do Livro, chegou ao seu fim e o ato de encerramento teve lugar, em 19 de fevereiro, na sala Nicolás Guillén, da fortaleza de San Carlos de La Cabaña. Quando chegou a última de suas jornadas, mais de 1.100 ações literárias – entre elas o lançamento de uns 900 livros, 28 painéis e 106 espaços de leitura de poesia – tinham sido algumas de suas mais atraentes propostas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4539" alt="FERIA 2017" src="/files/2017/02/FERIA-20171.jpg" width="300" height="198" />O capítulo havanês da 26ª Feira Internacional do Livro, chegou ao seu fim e o ato de encerramento teve lugar, em 19 de fevereiro, na sala Nicolás Guillén, da fortaleza de San Carlos de La Cabaña. Quando chegou a última de suas jornadas, mais de 1.100 ações literárias – entre elas o lançamento de uns 900 livros, 28 painéis e 106 espaços de leitura de poesia – tinham sido algumas de suas mais atraentes propostas.</p>
<p>Na presença de Abel Prieto, ministro da Cultura, Juan Rodríguez Cabrera, presidente do Instituto Cubano do Livro; e Anna Lise Domanski, segunda secretária da embaixada do Canadá, entre outros diretivos, o ato foi oportuno para reafirmar acertos que teve a presente edição – como a venda de 301.500 exemplares, 111.540 mais que na mesma etapa no evento anterior; e a assistência de 415.599 visitantes, superior em 25 mil ao ano passado, entre outros aspectos – sem que isso signifique que se tenha conseguido uma satisfação plena das aspirações e necessidades do público leitor e da família que vem a cada espaço da feira.</p>
<p>Em suas palavras, Rodríguez Cabrera destacou a participação na presente edição da Feria de 536 representantes de 46 países, com 232 expositores, 173 escritores, 48 editores, oito artistas e 75 funcionários; e expressou que o Canadá como País convidado de Honra nos tem deleitado com sua cultura.</p>
<p>Em um à parte reafirmou que as homenagens tanto ao comandante-em-chefe Fidel Castro, fundador, criador e inspirador da Feira do Livro, como ao doutor Armando Hart, consagrado às causas mais nobres do ser humano, constituem merecidos tributos que já se tornaram patentes com o encerramento desta etapa cuja continuidade entra em andamento nos próximos dois meses para concluir em 16 de abril, em Santiago de Cuba.</p>
<p>A oportunidade foi propícia para a entrega dos Prêmios aos melhores estandes da Feria. Na categoria de estande não modular obtiveram prêmios a Organização Nacional de Cartórios Coletivos e um prêmio especial ao Projeto cultural Nossa História e Fidel; enquanto na categoria de estande modular foi premiado o correspondente a Ediciones Unión.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>A Feira não se esgota</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2017 01:10:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Encontro de editores e tradutores literários, que começará hoje às dez horas da manhã, com o painel ‘Qué se traduce y para quién’, continua lotando a sala Nicolás Guillén, de La Cabaña, onde serão entregues os prêmios Puerta de papel, ao meio-dia, um prêmio encaminhado a reconhecer os livros integrais dentro do Sistema de edições territoriais.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4535" alt="????????????????????????????????????????????????????????????????" src="/files/2017/02/feria-liobro.jpg" width="300" height="170" />O Encontro de editores e tradutores literários, que começará hoje às dez horas da manhã, com o painel ‘Qué se traduce y para quién’, continua lotando a sala Nicolás Guillén, de La Cabaña, onde serão entregues os prêmios Puerta de papel, ao meio-dia, um prêmio encaminhado a reconhecer os livros integrais dentro do Sistema de edições territoriais. Nessa própria sala, às 14h00, serão lançados dois títulos ‘Frei Betto: una biografía’, de Américo e Evanize Sydow, com prólogo de Fidel Castro, (editora José Martí); e ‘Paraíso perdido. Nos bastidores do socialismo’, de Frei Betto, (Novo Milênio). Ainda, de Frei Betto, às 12h30, na sala Dora Alonso, (pavilhão K-14) será lançado ‘Uala, o amor’, com a participação do escritor Enrique Pérez Díaz.</p>
<p>A sala Guillén também será palco das respectivas entregas dos prêmios Guillén e Alejo Carpentier, da editora Letras Cubanas, às 16 horas.</p>
<p>Para hoje tem se previsto uma homenagem pelo 85º aniversário desse grande poeta que é Roberto Fernández Retamar, na Casa das Américas, sede alterna da Feira. Para isso será lançado ‘Buena suerte viviendo. Mensajes a un poeta’ (editora Matanzas), apresentado por Laidi Fernández de Juan, compiladora do texto.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Feira do Livro também diz Não ao bloqueio</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2017 00:45:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Crianças cubanas farão voar papagaios de papel na fortaleza de La Cabaña, no próximo sábado 18 de fevereiro, para reclamar o fim do bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba, como encerramento das atividades da 26ª Feira Internacional do Livro de Havana, que buscam conscientizar o mundo sobre a necessidade de eliminar a política de agressão que se manteve por mais de meio século.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4523" alt="Bloqueo NOmas" src="/files/2017/02/Bloqueo-NOmas.jpg" width="300" height="235" />Crianças cubanas farão voar papagaios de papel na fortaleza de La Cabaña, no próximo sábado 18 de fevereiro, para reclamar o fim do bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba, como encerramento das atividades da 26ª Feira Internacional do Livro de Havana, que buscam conscientizar o mundo sobre a necessidade de eliminar a política de agressão que se manteve por mais de meio século.</p>
<p>Segundo o Comitê Organizador da Feira, o festival de papagaios na esplanada em frente do complexo Morro-Cabaña será acompanhado por ações similares em outros pontos da cidade, onde também serão vistos papagaios azuis, brancos e vermelhos, com as etiquetas #NoMásBloqueo e #UnBlockCuba.</p>
<p>“Ao longo de décadas, Cuba e a comunidade internacional têm reclamado o completo levantamento de uma política que também é de lesa cultura. O mundo literário adere, mais uma vez, a esta exigência”, acrescentaram os organizadores em uma entrevista coletiva no Pavilhão Cuba desta capital.</p>
<p>Nesta edição da Feira do Livro, o maior evento de seu tipo em Cuba, foram lançadas várias novidades editoriais sobre as relações entre Havana e Washington.</p>
<p>A Editora Política tras uma compilação de Luis Suárez Salazar intitulada «Fidel Castro Ruz. La crisis de América Latina, diagnósticos y soluciones», que recolhe o pensamento do líder histórico da Revolução sobre diferentes problemáticas da región, especialmente seus vínculos com os Estados Unidos.</p>
<p>Ciencias Sociales, entretanto, lança títulos como «El sistema financiero de los Estados Unidos», de Francisco Soberón Valdéz; «El espectáculo electoral más costoso del mundo», de Ramón Sánchez Parodi, e «Cuba y los cubanoamericanos. El fenómeno migratorio cubano», de Jesús Arboleya Cervera.</p>
<p>Ainda, das Ciencias Sociales, aparece nas bancas «Lo que yace a través del mar. La verdadera historia de los Cinco cubanos», do pesquisador canadense Stephen Kimber.</p>
<p>As ações contra o bloqueio somam os esforços de várias organizações e instituições, entre elas a União dos Jovens Comunistas, a Organização dos Pioneiros José Martí, o Instituto Cubano do Livro, o Ministério das Relações Exteriores e outros.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Ao calor da literatura</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2017 00:39:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na fortaleza San Carlos de La Cabaña e nas sedes alternas do Vedado capitalino, leitores e visitantes têm não somente a possibilidade de adquirir os livros da sua preferência, mas também participar de lançamentos, colóquios e encontros com seus escritores favoritos. A partir das dez horas da manhã e até as 16 horas, as salas de lançamento de livros de La Cabaña mantêm as portas abertas ao conhecimento e à troca com expositores e autores de 46 países.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4519" alt="FERIA 2017" src="/files/2017/02/FERIA-2017.jpg" width="300" height="198" />A 26ª Feira Internacional do Livro vive hoje seu sétimo dia e continua convidando a conhecer o mundo editorial nacional e estrangeiro que cada ano marca presença no mais importante evento literário de Cuba.</p>
<p>Na fortaleza San Carlos de La Cabaña e nas sedes alternas do Vedado capitalino, leitores e visitantes têm não somente a possibilidade de adquirir os livros da sua preferência, mas também participar de lançamentos, colóquios e encontros com seus escritores favoritos. A partir das dez horas da manhã e até as 16 horas, as salas de lançamento de livros de La Cabaña mantêm as portas abertas ao conhecimento e à troca com expositores e autores de 46 países.</p>
<p>Para hoje, o público poderá assistir ao lançamento de volumes de Ediciones Matanzas, Capiro, Nuevo Milenio, Gente Nueva, José Martí e Abril. Igualmente, previu-se a introdução aos leitores do texto La palabra empeñada, de Heberto Norman Acosta, do Gabinete dos Assuntos Históricos do Conselho de Estado, que terá lugar no pavilhão K-5.</p>
<p>Precisamente, neste pavilhão onde está a sede do projeto cultural Nossa História e Fidel, da casa editora Verde Olivo, em parceria com o Instituto de História e o Gabinete dos Assuntos Históricos do Conselho de Estado, terá lugar, às 14 horas, a palestra ’Fidel y el papel de la historia en la Revolución’. O líder da Revolução também será honrado no painel ‘Martí en Fidel’, que terá lugar em meio do Colóquio Quarenta Aniversário do Centro de Estudos Martianos.</p>
<p>Entretanto, no Memorial José Martí, às 11 horas da manhã será lançado o livro de Verde Olivo ‘Cuando me hice fidelista’, de Armando Hart, intelectual ao qual é dedicada a Feira, juntamente com o Canadá como país convidado de honra.</p>
<p>Até 19 de fevereiro próximo, a 26ª Feira Internacional do Livro se celebrará em Havana, para depois começar sua digressão pelas províncias do país até culminar em 16 de abril, em Santiago de Cuba.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Editoras cubanas propõem gêneros e temas variados</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2017 00:30:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[AS feiras do livro que proliferam no mundo são não só incentivo para os escritores, mas também para o público. Se cotidianamente as livrarias são lugares de visitas esporádicas, à exceção dos leitores inveterados, as já referidas feiras convocam mi-lhares de pessoas e a de Havana é uma delas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4515" alt="libro fidel feria" src="/files/2017/02/libro-fidel-feria1.jpg" width="300" height="208" />AS feiras do livro que proliferam no mundo são não só incentivo para os escritores, mas também para o público. Se cotidianamente as livrarias são lugares de visitas esporádicas, à exceção dos leitores inveterados, as já referidas feiras convocam mi-lhares de pessoas e a de Havana é uma delas.</p>
<p>A fortaleza colonial de San Carlos de la Cabaña, local esplêndido construído no século 18, é sede da 26ª Feira Internacional do Livro de Havana (de 9 a 19 de fevereiro), mas há outras onze sedes alternas em El Vedado havanês, entre elas o Pavi-lhão Cuba, a União de Escritores, a Casa das Américas e o Centro Dulce María Loynaz.</p>
<p>Para esta verdadeira festa do livro e a literatura as editoras cubanas prepararam um amplo leque de títulos de diferentes gêneros e também vários colóquios e foros, especialmente um deles: aquele que presta homenagem ao recém falecido líder histórico da Revolução, Fidel Castro, de quem também serão lançados 26 livros da coleção 90ª Aniversário.</p>
<p>Nestas primeiras jornadas da Feira, na Sala Guil-lén, a principal em La Cabaña, terão lugar os colóquios Fidel, política e cultura sobre Pensamento Político e Cultura e humanismo em Fidel, e duas palestras atraem a atenção: Concepção de Fidel sobre o papel da cultura na Revolução Cubana, ministrada pelo titular da Cultura, Abel Prieto; e Humanismo em Fidel e seu legado, pelo Historiador da Cidade, Eusebio Leal.</p>
<p>Na primeira segunda-feira serão lançados dois livros importantes, por parte da editora Capitán San Luis: Fidel Castro y los Estados Unidos. 90 discursos, intervenciones y reflexiones, do autor Abel Enrique González Santamaría e Fidel Castro: ¿Qué se encontró al triunfo de la Revolución?, do autor Juan Carlos Rodríguez Cruz.</p>
<p>A EDITORA UNIÓN</p>
<p>Publicados em Nova York, em 1891, Martí dedicou os Versos Libres e Versos Sencillos a Manuel Mercado, de México e Enrique Estrázulas, do Uruguai e o Prólogo começa assim: Meus amigos sabem como saíram estes versos do meu coração…<br />
Da casa editora da União dos Escritores e Artistas de Cuba (Uneac) se poderão obter, em sua sede do Vedado, 17 títulos de autores nacionais e estrangeiros, entre eles uma nova reedição da antologia Desde el invierno, 23 contos canadenses (entre eles do Prêmio Nobel Alice Munro), editada, em 1997, pelos escritores Margaret Atwood e Graeme Gibson, os quais estarão presentes novamente em Havana.</p>
<p>Atwood, sem dúvida a mais proeminente escritora canadense da atualidade, assiste à La Cabaña, no Pavilhão do Canadá, país convidado de Honra, com Antología poética, uma das arestas de sua maravilhosa obra literária — livros de poemas como Expeditions (1965); The Journals of Susanna Moodie (1970); Selected Poems (1976); Morning in the Burned House (1996) e The Door (2007) — que inclui também romances, contos e crítica.</p>
<p>Os leitores podem acessar, também, graças à editora Unión, ao quarto romance de Eliseo Altunaga, Lágrimas negras onde, segundo a opinião da editora, ele faz um reconto dos primeiros anos da República, e acrescenta uma linguagem poética nas ilustrações que acompanham os capítulos.</p>
<p>Um livro que será muito procurado é Sombras nada más, compilação de Laidi Fernández, de textos de 36 autoras cubanas que tratam da violência contra a mulher, uma temática pertinente, recorrente nas sociedades atuais.</p>
<p>A editora Unión soma-se ao cuidado que se tem com a literatura infantil, que neste ano, recupera seu pavilhão Tesoro de Papel, em La Cabaña e pública quatro livros para crianças e jovens: El amor es una lucecita maravillosa, da autora Marcia Jiménez; Un circo en el dibujo, do autor Nestor Fernández; La família Bóleke, do autor Luis Alberto Vaillant, e Jugar con las estrellas, uma antologia com relatos de seis escritores dominicanos, porto-riquenhos e cubanos.</p>
<p>Outro gênero que pode chegar às mãos do leitor interessado é o ensaio, nada mais nada menos que com um livro do escritor Italiano Italo Calvino, Seis propuestas para el nuevo milenio, de uma atualidade extraordinária, uma co-edição entre Unión e a ARCI da Itália, sem objetivos lucrativos, que será doado às bibliotecas cubanas.</p>
<p>O estande J-9 em La Cabaña pertence à coleção SurEditores e ali se encontram títulos como Presencia negra en la cultura cubana, de Ediciones Sensemayá, da Fundação Nicolás Guillén; os Versos Sencillos e Versos Libres de José Martí e El cementerio marino, do autor francês Paul Valey. Para comemorar o centenário desta obra será realizado um foro convocado pela Associação dos Escritores.</p>
<p>A SurEditores junta-se às homenagens editoriais a Fidel, com livros como Cantar de Alejandro, seleção de textos de autores ibero-americanos; Fidel señala el camino, compilação do autor Hildebrando Pérez e Buenos días Fidel, do autor Nicolás Guillén (Editora Sensemayá).</p>
<p>O CENTRO PABLO NA FEIRA</p>
<p>A apresentação da Antologia poética de Margaret Atwood, grande dama das letras canadenses, será realizada pela poetisa cubana Nancy Morejón, Prêmio Nacional de Literatura. Photo: Granma<br />
O pavilhão C 5B é o ponto de convergência entre o Centro Pablo e os leitores, onde se oferecerão ao público mais de vinte da suas publicações, entre elas cinco novos títulos e mais três de recente lançamento, em 2016, todos sob o selo da Ediciones La Memória.</p>
<p>Entre esses títulos destaque para um deles, dedicado à obra jornalística de Pablo de la Torriente Brau, em toda sua riqueza e amenidade, Pablo en Ahora, uma seleção dos seus textos publicados no jornal Ahora, entre outubro de 1933 e março de 1935, entre eles as séries mais brilhantes, e hoje antológicas, La isla de los 500 asesinatos e Realengo 18.</p>
<p>A Música e o cinema têm espaço na editora La Memória, com a obra Sara González, seleção de entrevistas, testemunhas e companheiros de turnês e concertos, onde, mais do que examinar a car-reira de uma artista, dão testemunhas de um ser humano que encontrou no canto a maneira de existir, de ser e perdurar; e o segundo, Los días de Manuel Octavio Gómez, onde Jorge Calderón mostra não só a trajetória profissional deste cineasta, mas também o homem atrás da câmera: suas origens, procedência social, inquietações, estudos, interesses, formação o como e por quê chegou a tornar-se homem do cinema.</p>
<p>Ao livro do cineasta Manuel Octavio Gómez se acrescentam os que Ediciones Icaic lançará no Centro Dulce María Loynaz: El espejo roto. Morfologías del cuerpo gay-lesbiano/querer en el cine, do autor Alberto Garrandés; La edad de la ilusiones. El cine de Fernando Pérez, do autor Joel del Río; Vivir bajo la lluvia. Julio García Espinosa, da autora Dolores Calvino; Cronología del cine cubano IV, dos autores Arturo Agramonte e Luciano Castillo; Alejo Carpentier: la facultad mayor de la cultura, do autor Luis Alvarez e Memorias de un director de arte, do autor Pedro García Espinosa.</p>
<p>Ediciones Boloña</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-4514" alt="libro fidel feria" src="/files/2017/02/libro-fidel-feria.jpg" width="300" height="208" />Ediciones Boloña, do Gabinete do Historiador de Havana programou vários lançamentos de alguns dos seus títulos que se podem obter na Feira no seu espaço tradicional, a rua de madeira da Praça de Armas no centro Histórico.</p>
<p>Do historiador Eusebio Leal participam quatro obras Hijo de mi tiempo, reflexões acerca de uma série de discursos e palestras sobre o cubano e Aeterna sapientia, aos quais se somam as obras Fundada Esperanza e La luz sobre el espejo, reeditados pelas editoras José Martí e Nuevo Milenio, respectivamente.</p>
<p>Um volume singular é Devocionario nuevo y completísimo en prosa y verso, da escritora da província de Camaguey, Gertrudis Gómez de Avellaneda, publicado para homenagear essa intelectual cubana, no 144º aniversário de sua morte.</p>
<p>Outras das atrações da Ediciones Boloña são Sitio, da poetisa Fina García Marruz, antologia poética realizada pela própria autora; e Centenario de Miramar. Reparto habanero, de vários autores e que apropriadamente será lançado na Casa das Telhas Verdes, na rua 2 entre 3ª e a Quinta avenida, Miramar, Playa.</p>
<p>A 26ª Feira Internacional do Livro 2017, ainda tem muito caminho por percorrer em Havana, com lançamentos, foros, colóquios, diálogos com alguns dos 162 autores convidados de 36 países, entre eles da Irlanda, Brasil, Austrália, Argentina, México, Venezuela, Equador, Espanha, França e, naturalmente, o Canadá, país convidado de Honra. Iremos no seu encalço.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Começam hoje as atividades da XXV Feira do Livro de Cuba</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2016 15:29:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A XXV edição da Feira Internacional do Livro de Cuba será aberta hoje com uma cerimônia oficial que marcará o início de uma programação de vários meses de duração.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4091" alt="habana-xxv-feria-libro" src="/files/2016/02/habana-xxv-feria-libro.jpg" width="300" height="197" />A XXV edição da Feira Internacional do Livro de Cuba será aberta hoje com uma cerimônia oficial que marcará o início de uma programação de vários meses de duração.</p>
<p>A etapa inicial deste encontro editorial, sempre na capital cubana, se estenderá de hoje até 21 de fevereiro, para depois se deslocar ao resto das províncias do país, uma amostra do caráter de massa e do alcance de um dos eventos mais esperados pelos cubanos durante todo o ano.</p>
<p>Depois da mencionada cerimônia de abertura, a partir de amanhã, a Fortaleza San Carlos da Cabaña, sede habitual da Feira, estará lotada de pessoas a procura das mais variadas opções literárias deste momento, bem como uma opção válida de lazer e para passar o tempo com os seres queridos.</p>
<p>Para a vigésima-quinta versão dessa festa cultural foi preparada infraestrutura parecida à de suas precedentes, com diversas subsedes tais como a União de Artistas e Escritores de Cuba (Uneac), o Centro Dulce María Loynaz e o central Pavilhão Cuba, entre outras.</p>
<p>Cabe destacar que a presente edição está dedicada ao Uruguai, uma aliança prometedora no aspecto literário, devido à afinidade de ambas literaturas, uma associação só possível em acontecimentos de magnitude como esta, para a qual o país sul-americano anunciou uma delegação extensa e multifuncional para a ocasião.</p>
<p>Como foi anunciado recentemente, esta edição se dedicará aos escritores cubanos Lina de Feria e Rogelio Martínez Furé, Prêmio Nacional de Literatura, bem como ao desaparecido romancista José Costumar Puig, e ao aniversário 130 da abolição da escravatura em Cuba.</p>
<p>Desta maneira que se dará início à XXV Feira Internacional do Livro Cuba 2016, onde serão recebidos participantes de 37 países de todas as regiões do mundo entre editores, escritores, revendedores e artistas, assim como a venda de milhares de livros das mais diversas índoles.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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