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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Feira de Havana</title>
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		<title>FIHAV 2016: procurando mais e melhores parceiros</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2016 23:11:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DURANTE a abertura da 34ª edição da Feira Internacional de Havana (Fihav 2016), o titular do Ministério do Comércio Exterior e o Investimento Estrangeiro (Mincex), Rodrigo Malmierca, salientou a necessidade de contar com parceiros sérios capazes e comprometidos com Cuba. Tal é o caso da Espanha, Rússia, França, Itália e Japão que, aliás, aumentaram significativamente sua participação na mais importante bolsa comercial do Caribe.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4379" alt="japon feria habana" src="/files/2016/11/japon-feria-habana.jpg" width="300" height="194" />DURANTE a abertura da 34ª edição da Feira Internacional de Havana (Fihav 2016), o titular do Ministério do Comércio Exterior e o Investimento Estrangeiro (Mincex), Rodrigo Malmierca, salientou a necessidade de contar com parceiros sérios capazes e comprometidos com Cuba.</p>
<p>Tal é o caso da Espanha, Rússia, França, Itália e Japão que, aliás, aumentaram significativamente sua participação na mais importante bolsa comercial do Caribe.</p>
<p>Espanha é, novamente, o país mais representado na Fihav, com mais de 150 empresas, 39 das quais chegam pela primeira vez ao encontro, ocupando cinco pavilhões dos 25 disponíveis no local tradicional da ExpoCuba.</p>
<p>O embaixador da Espanha em Cuba, Juan Francisco Montalbán, referiu-se ao interesse de seu país em se tornar um parceiro comercial fundamental para a Ilha maior das Antilhas, que é, ao mesmo tempo, o quarto maior mercado do país ibérico na América Latina, só precedida pelo México, Brasil e o Chile.</p>
<p>Da mesma forma, o diplomata elogiou o aumento do desenvolvimento do turismo cubano que, sem dúvida, é um motor que move os outros setores da economia. E se referiu, também, às recentes visitas dos presidentes dos governos autônomos de Valência e Múrcia à Ilha, que deram maior ímpeto regional às relações entre os dois países.</p>
<p>Pela parte cubana, a vice-ministra do Mincex, Ileana Nunez explicou que, no final de 2015 a Espanha voltou a ser o terceiro maior parceiro comercial de Cuba. A quantia das trocas comerciais, disse ultrapassa o bilhão de euros, durante quatro anos consecutivos.</p>
<p>O conselheiro-delegado do Instituto Espanhol do Comércio Exterior, Francisco Javier Garzón, ressaltou que desde 2011 houve um aumento de 50% nas exportações da Espanha para a Ilha e foi se renovando a qualidade das entidades presentes na Fihav e que nesta ocasião cobrem uma grande variedade de setores, entre os quais os agrícolas, de alimentos, hotelaria e serviços de logística.</p>
<p>ÁFRICA COM TRÊS NOVAS CREDENCIAIS</p>
<p>Etiópia, Gabão e Tanzânia estreiam na Fihav 2016. No dia de inauguração do encontro de negócios na Ilha coube a primeira apresentação oficial à Etiópia, um país que, tal como Cuba, está em transformação.</p>
<p>Na rodada de negócios que deu as boas-vindas àquele país, Antonio Luis Carricarte, primeiro vice-ministro do Ministério do Comércio Exterior e o Investimento Estrangeiro, agradeceu a presença da Etiópia, um país com o qual Cuba tem trabalhado especialmente no setor da saúde.</p>
<p>Da mesma forma, Carricarte sublinhou que as relações econômicas e comerciais entre os dois países são insignificantes, se olharmos para os laços históricos de luta que unem a nação africana e a Ilha.</p>
<p>Além disso, o embaixador etíope em Cuba, Dawano Kedir Haji, chamou a explorar as possibilidades de cooperação entre os dois países e se referiu, por exemplo, ao desenvolvimento metalúrgico que apresenta o país africano.</p>
<p>Ao concluir a apresentação, os empresários da etíopes e cubanos puderam aprender mais sobre o funcionamento das suas sociedades e economias.</p>
<p>CUBA E RÚSSIA APROFUNDAM COOPERAÇÃO ESTRATÉGICA</p>
<p>Em 31 de outubro, Cuba e a Rússia reafirmaram a vontade de continuar fortalecendo seus laços econômicos e comerciais, durante a inauguração do pavilhão que acolhe a representação de empresas desse país euro-asiático na Feira de Havana.</p>
<p>Desta vez, marcam presença no recinto de feiras da ExpoCuba quase uma dúzia de empresas russas interessadas em investir aqui, a partir das possibilidades oferecidas pela nova Lei do Investimento Estrangeiro.</p>
<p>O vice-ministro da Indústria e Comércio da Federação Russa, Georgy Kalamanov, disse que estava muito feliz de participar de um dos maiores eventos de negócios da América Latina e do Caribe.</p>
<p>Na presença do vice-presidente do Conselho de Ministros e ministro da Economia e Planejamento, Ricardo Cabrisas; do presidente da Câmara do Comércio de Cuba, Orlando Hernandez Guillen e do embaixador de Moscou em Havana, Mikhail Kamynin, o vice-ministro russo sublinhou que seu país contribui com sucesso para a modernização de vários setores importantes para nosso país, como o transporte ferroviário e indústria do açúcar.</p>
<p>O vice-ministro revelou, ainda, suas expectativas de que os empresários russos, nesta edição da Fihav, possam realizar vários acordos.</p>
<p>Enquanto isso, Rodrigo Malmierca sublinhou que nesta ocasião os empresários cubanos e russos examinarão novas oportunidades de negócios, bem como os setores econômicos e atividades nas quais se possam expandir os laços econômicos e comerciais.</p>
<p>Também observou que como resultado das reuniões das comissões governamentais realizadas entre os dois territórios, Moscou deu ao nosso país créditos para a instalação de quatro blocos geradores de energia elétrica e para a expansão e modernização da empresa siderúrgica José Martí, mais conhecida como Antillana de Acero.</p>
<p>Durante o dia, os dois países assinaram, também, um acordo para o fornecimento de equipamentos entre a entidade russa VNIIRA SA (Instituto de Pesquisas de Equipamentos de Rádio) e a empresa nacional Aviaimport, com o objetivo de melhorar os serviços dos aeroportos cubanos. Também assinaram um acordo de cooperação estratégica encaminhado à modernização da indústria açucareira, assinado por representantes das empresas, Azuimport e Ruselprom.</p>
<p>YUTONG COMPROMETIDA COM A ENERGIA VERDE EM CUBA</p>
<p>A amizade entre a China e Cuba tem se expandido aos negócios, que vêem tanto em Pequim como em Havana um parceiro mais confiável. A empresa Yutong aspira a estar na vanguarda na introdução de tecnologias limpas, e trouxe a Havana um modelo de ônibus elétrico que produz zero emissões de gases de efeito estufa.</p>
<p>Com mais de dez anos marcando presença na Ilha, esse gigante automobilístico tornou-se parte da vida cotidiana do povo cubano. Desde sua chegada ao nosso país, cerca de 7 mil dos seus ônibus transportaram todos os dias milhões de pessoas que, de uma forma ou de outra, contribuem para o desenvolvimento socioeconômico do país.</p>
<p>Em sua ânsia de aumentar sua presença e prestígio no mercado interno, Yutong veio a esta edição da Fihav com sete modelos, com destaque para um deles alimentado inteiramente com energia elétrica, o primeiro de seu tipo no país.</p>
<p>Este produto completamente novo nas estradas cubanas é capaz de transportar cerca de 90 passageiros, sentados e em pé. Pode viajar entre 250 e 300 km antes de recarregar a bateria e sua velocidade máxima é de 69 km/h.</p>
<p>O vice-presidente da Yutong, Hu Feng-ju, disse que sua empresa tem estudado as condições específicas do país caribenho e atualmente projeta ônibus para atender às necessidades do mercado cubano. Disse que a empresa está disposta a fornecer todos os ônibus deste tipo que a parte cubana precisar.</p>
<p>Afirmou que a Yutong conhece dos esforços de Cuba para a proteção do meio ambiente e, portanto, o lançamento deste produto aqui tem um significado especial.</p>
<p>Enquanto isso, Enrique Martinez Hernandez, diretor-geral da empresa de produção de ônibus Evelio Prieto, localizada em Guanajay, declarou ao jornal Granma que este modelo vai ser posto em funcionamento em Havana, para identificar suas vantagens e possibilidades, mas não especificou o setor específico.</p>
<p>Acrescentou que nosso país tem a intenção de usar o ônibus com uma visão diferente da que se trabalha na China, onde a recarga da bateria é a partir da rede elétrica nacional. «Achamos que utilizando técnicas de carga de energia solar ou outra fonte renovável nos vai permitir realmente poupar combustível».</p>
<p>Informou que ao longo dos últimos dez anos, o país tem trabalhado na montagem de 1.000 ônibus da marca Yutong, pelo qual a indústria cubana tem como objetivo preparar e treinar pessoal para, no futuro, desenvolver ou produzir equipamentos deste tipo em parceria com o consórcio chinês ou com outros que têm essa tecnologia.</p>
<p>Acerca da fabricação dos ônibus Diana, tarefa realizada pela entidade que ele dirige, Martinez disse que este ano esperam concluir pensar 600 desses carros, o número mais alto desde 1991, e, assim ajudar a resolver em parte o problema dos transportes no país.</p>
<p>SENTIR A EXPERIÊNCIA E DISCIPLINA DAS EMPRESAS JAPONESAS</p>
<p>Mais de 400 anos após o primeiro contato entre o Japão e Cuba, o país asiático chegou a esta edição da Feira de Havana com a maior delegação de negócios em sua história, para promover as relações comerciais.</p>
<p>De acordo com o presidente da Organização para a Promoção do Comércio Exterior do Japão (Jetro, por sua sigla em Inglês), Hiroyuki Ishige, a nação asiática ocupa, pela primeira ocasião, um pavilhão completo na feira de negócios.</p>
<p>Agora que Cuba está em uma nova fase de desenvolvimento, o Japão deverá desempenhar um papel importante no crescimento da Ilha maior das Antilhas. Em linha com essa intenção, Jetro e a Câmara do Comércio de Cuba assinaram um memorando de entendimento.</p>
<p>Entretanto, a vice-ministra do Mincex, Ileana Nunez Mordoche, reafirmou o interesse de que as empresas japonesas tenham uma participação ativa nos programas de desenvolvimento de energia, turismo, construção e materiais, infraestrutura, indústria e transportes.</p>
<p>«Hoje não existem obstáculos que impeçam avançar em nossos vínculos comerciais e econômicos, portanto nossos esforços devem ser dirigidos a explorar as potencialidades e possibilidades de cada país, a fim de aumentar os laços a um nível mais alto», acrescentou.</p>
<p>Por seu lado, o embaixador do Japão em Cuba, Masaru Watanabe convidou os presentes à abertura do pavilhão do seu país, para sentir a experiência e disciplina das empresas japonesas e a elevada qualidade da sua tecnologia.</p>
<p>Disse que a Ilha vai encontrar no Japão um parceiro fiável para estabelecer relações de ganhar-ganhar. E lembrou a presença de empresas de prestígio como o Hitachi High Tec, Sumitomo, Mitsubishi, Mitsui, Marubeni e Mayekawa.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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