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	<title>Cubadebate (Português) &#187; FARC-EP</title>
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		<title>Iván Duque, com que autoridade moral?</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Aug 2019 18:05:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Colombia]]></category>
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		<description><![CDATA[A Colômbia está mergulhada em uma virtual guerra suja contra as forças esquerdistas naquele país sul-americano. Somente nos últimos três meses, 120 líderes sociais e 92 ex-guerrilheiros do FARC-EP foram mortos desde a assinatura dos Acordos de Paz em Havana]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5539" alt="Ivan Duque" src="/files/2019/08/Ivan-Duque-300x242.jpg" width="300" height="242" />A Colômbia está mergulhada em uma virtual guerra suja contra as forças esquerdistas naquele país sul-americano. Somente nos últimos três meses, 120 líderes sociais e 92 ex-guerrilheiros do FARC-EP foram mortos desde a assinatura dos Acordos de Paz em Havana</p>
<p>O presidente da Colômbia, Iván Duque, viajou a Lima, Peru, para fazer um coro e atacar — mais uma vez — a Venezuela, por conta do relatório apresentado pela chilena Michelle Bachelet sobre a situação dos direitos humanos.</p>
<p>Um relatório do jornal El Espectador, destaca as seguintes palavras do presidente colombiano em Lima: «Espero que agora com este resultado do relatório de Michelle Bachelet, o Tribunal Penal Internacional (TPI) possa rapidamente, não só abrir a investigação, mas ter provas contundentes para adiantar um julgamento e que um ditador que acabou com o povo venezuelano receba seu merecido». E como geralmente acontece com esses personagens, resmungando para si mesmo, acrescentou: «posso falar com autoridade moral porque fui o primeiro, três anos atrás, a denunciar Maduro perante o TPI».</p>
<p>Se fosse desmembrar suas palavras, seria o suficiente para eu manter essa «autoridade moral», embora em vez de inventar «palha» aos olhos dos outros, deveria — pelo menos — se preocupar com a espiral de violência em seu país, onde apenas 120 líderes sociais foram mortos nos últimos três meses, e entre janeiro e novembro do ano passado, morreram 226.</p>
<p>O governo colombiano fará algo para deter o massacre e favorecer os Acordos de Paz com a guerrilha das antigas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia &#8211; Exército do Povo (FARCs-EP), convertidos por obra e graça do presidente, em um documento sem aplicação? Será que os assassinatos de ex-guerrilheiros das FARCs terão uma resposta, dos quais, somente após a assinatura do Acordo de Paz, 92 já estão mortos?</p>
<p>A questão da terra, principal reivindicação dos camponeses e de seus líderes comunais e sociais, priorizada pela guerrilha e refletida nos Acordos, é uma das principais tarefas pendentes que o governo colombiano tem com seu povo, mas também não as lembra. Não raramente, os camponeses colombianos pediram ao presidente Duque que realizasse um diálogo para solucioná-lo e impedir a onda de linchamentos de líderes sociais, mas ele continua muito preocupado com a suposta «situação dos direitos humanos na Venezuela» e ignora outras reivindicações internas.</p>
<p>Por acaso a morte de líderes sociais e comunitários nos campos colombianos não tem nada a ver com o respeito e a proteção dos direitos humanos naquela nação?</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Prossegue jornada de diálogos entre FARC-EP e governo da Colômbia</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2016/02/11/prossegue-jornada-de-dialogos-entre-farc-ep-e-governo-da-colombia/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2016 15:33:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[as negociações de paz]]></category>
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		<description><![CDATA[As conversas entre as FARC-EP e o governo de Juan Manuel Santos com sede em Havana prosseguem hoje em busca da paz definitiva para a Colômbia. As delegações de ambas partes iniciaram o diálogo em novembro de 2012 e debatem aqui sobre o fim do conflito armado nesse país.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4093" alt="colombia-quiere-paz-cartel" src="/files/2016/02/colombia-quiere-paz-cartel.jpg" width="300" height="172" />As conversas entre as FARC-EP e o governo de Juan Manuel Santos com sede em Havana prosseguem hoje em busca da paz definitiva para a Colômbia.</p>
<p>As delegações de ambas partes iniciaram o diálogo em novembro de 2012 e debatem aqui sobre o fim do conflito armado nesse país, e analisam os métodos de referendo e verificação de um acordo final de paz que esperam assinar neste ano.</p>
<p>Em um comunicado difundido nesta capital, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia-Exército do Povo (FARC-EP) anunciaram a decisão de elevar a 18 anos a idade mínima para ingressar em suas fileiras, e solicitaram ao governo da Colômbia eliminar o Serviço Militar Obrigatório e o recrutamento de menores.</p>
<p>Propuseram a necessidade de alcançar um acordo humanitário que garanta a proteção dos direitos desse segmento populacional, afetado pelo conflito.</p>
<p>Ante à possibilidade do fim da guerra, continua sendo recorrente a vinculação em massa de jovens às forças militares, mediante a prática conhecida como Detenções em massa com Fins de Recrutamento, mal chamadas batidas ilegais, junto com a continuidade do Serviço Militar Obrigatório, aponta o texto.</p>
<p>Acrescenta que a esta realidade se soma que grande parte dos alistados é destinada, sem nenhuma contemplação, a proteger empresas multinacionais em zonas com alto nível de conflito.</p>
<p>As FARC-EP permitiram até 2015 a incorporação de maiores de 15 anos a sua organização e depois elevaram a 17 a idade mínima de aceitação em suas fileiras.</p>
<p>A guerrilha assegurou que a chegada de jovens às FARC-EP, procedentes majoritariamente de zonas rurais e urbanas marginalizadas, se produziu por motivos de necessidade ante à desproteção social por parte do Estado.</p>
<p>A infância e a juventude colombianas, além de sofrer a inclemência da guerra, são também as principais vítimas do descumprimento do dever de proteção integral por parte do Estado e suas instituições, aponta o documento.</p>
<p>Desde a instalação destes diálogos essas equipes conseguiram aproximar posições nos pontos de Desenvolvimento agrário integral, Participação política das FARC-EP, combate às Drogas ilícitas e reparação às Vítimas do conflito.</p>
<p><strong>(Prensa Latina) </strong></p>
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		<title>Continuam diálogos de paz na Colômbia</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2015 18:39:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Colombia]]></category>
		<category><![CDATA[FARC-EP]]></category>
		<category><![CDATA[Politique]]></category>
		<category><![CDATA[Society]]></category>

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		<description><![CDATA[As delegações das FARC-EP e o governo colombiano continuam hoje aqui as conversas no contexto do ciclo 37 do processo de paz, centrado no tema das vítimas do conflito nessa nação sul-americana.
A delegação das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia-Exército do Povo (FARC-EP) insistiu ontem em três aspectos essenciais para agilizar o processo destinado a acabar com o conflito armado de anos no país.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3746" alt="colombia_paz" src="/files/2015/05/colombia_paz.jpg" width="300" height="162" /> As delegações das FARC-EP e o governo colombiano continuam hoje aqui as conversas no contexto do ciclo 37 do processo de paz, centrado no tema das vítimas do conflito nessa nação sul-americana.</p>
<p>A delegação das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia-Exército do Povo (FARC-EP) insistiu ontem em três aspectos essenciais para agilizar o processo destinado a acabar com o conflito armado de anos no país.</p>
<p>Em um comunicado, a maior guerrilha colombiana indicou que deve começar imediatamente na Mesa de Diálogos a análise do relatório da Comissão Histórica do Conflito e suas Vítimas.</p>
<p>Deste modo, será possível achar nos relatos as chaves que nos conduzirão à reconciliação nacional, explicou a Comandante Victoria Sandino.</p>
<p>Em segundo lugar, fez um chamado a avançar sem demora na conformação da comissão de esclarecimento do fenômeno do paramilitarismo e seu desmonte para preparar desde já as garantias de segurança em todas as ordens.</p>
<p>Sandino afirmou que estando tão perto do acordo para a criação da Comissão de Esclarecimento da verdade e Não Repetição, é preciso impedir que este ciclo passe sem anunciar ao país a implementação deste transcendental instrumento de paz.</p>
<p>Depois de listar tais pontos, a porta-voz insurgente expressou a disposição das FARC-EP de avançar conjuntamente com o governo colombiano na produção de novas medidas para diminuir a intensidade de conflito.</p>
<p>A guerrilha também manifestou a necessidade de avançar nas discussões em torno da revisão das penas por rebelião que constam no numeral 3, que se refere ao Fim do Conflito.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>FARC-EP chama a avaliar resultados da Comissão Histórica</title>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2015 01:17:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Colombia]]></category>
		<category><![CDATA[FARC-EP]]></category>

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		<description><![CDATA[As FARC-EP chamaram hoje a avaliar os resultados do relatório da Comissão Histórica do conflito e suas vítimas, a publicá-los e difundi-los. Em um comunicado, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia-Exército do Povo (FARC-EP) insistiram em que sejam abertos os arquivos, solicitação que têm reiterado desde o início da análise do ponto quatro do diálogo, que aborda o tema das vítimas do conflito na Colômbia que se estende por mais de 50 anos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3608" alt="farc-ep" src="/files/2015/05/farc-ep.jpg" width="236" height="213" />As FARC-EP chamaram hoje a avaliar os resultados do relatório da Comissão Histórica do conflito e suas vítimas, a publicá-los e difundi-los.</p>
<p>Em um comunicado, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia-Exército do Povo (FARC-EP) insistiram em que sejam abertos os arquivos, solicitação que têm reiterado desde o início da análise do ponto quatro do diálogo, que aborda o tema das vítimas do conflito na Colômbia que se estende por mais de 50 anos.</p>
<p>O relatório da Comissão Histórica é um importante insumo para a discussão dos temas que a mesa de diálogo abordará nesta etapa que são discutidos assuntos cruciais para a conquista da paz, assegura a guerrilha.</p>
<p>Agrega que esse relatório não poderá ser ignorado ou trivializado por aqueles que pretendem tampar com terra o rastro histórico de uma tragédia humanitária que se prolonga por mais de meio século.</p>
<p>Não somos um povo sem história, afirma o comunicado e denuncia que há setores interessados em apagá-la e desaparecê-la porque têm medo da verdade histórica, de seu veredito inapelável.</p>
<p>Os insurgentes recordam que o comunicado conjunto de Havana, do dia 5 de agosto de 2014, propõe que esse relatório da Comissão deverá ser o insumo fundamental para o entendimento das complexidades do conflito e das responsabilidades dos que participaram ou incidiram no mesmo, e também para o esclarecimento da verdade. Esta essência não se perdeu, mas querem eliminá-la, afirmam.</p>
<p>O texto acrescenta que múltiplas circunstâncias não permitiram que o mundo se desse conta do ocorrido na Colômbia durante décadas.</p>
<p>Só o narcotráfico nos pôs no mapa, indica, mas até a data de seu aparecimento centenas de milhares de compatriotas já tinham caído mortos, a maior parte pelas mãos do Estado e da guerra fria.</p>
<p>Não podemos aceitar que, por falta de contexto ou por consenso midiático, nos coloquem como supremos responsáveis, sob a incitação dos inspiradores do paramilitarismo de Estado e dos verdadeiros determinantes da onda violenta que tem açoitado o país, expressa.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Continuam diálogos de paz entre FARC-EP e governo colombiano</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2015/04/30/continuam-dialogos-de-paz-entre-farc-ep-e-governo-colombiano/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2015 20:52:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Colombia]]></category>
		<category><![CDATA[FARC-EP]]></category>

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		<description><![CDATA[As delegações das insurgentes FARC-EP e o governo colombiano continuam hoje os diálogos sobre o tema das vítimas do conflito nessa nação sul-americana, como parte do processo de paz iniciado aqui em 2012. No contexto destes diálogos com o governo de Juan Manuel Santos, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia-Exército do Povo (FARC-EP) expressaram ontem a necessidade de levar adiante "este processo de paz que acendeu novamente a chama da esperança".]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3614" alt="farc-ep-bandera" src="/files/2015/05/farc-ep-bandera.png" width="275" height="183" />As delegações das insurgentes FARC-EP e o governo colombiano continuam hoje os diálogos sobre o tema das vítimas do conflito nessa nação sul-americana, como parte do processo de paz iniciado aqui em 2012.</p>
<p>No contexto destes diálogos com o governo de Juan Manuel Santos, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia-Exército do Povo (FARC-EP) expressaram ontem a necessidade de levar adiante &#8220;este processo de paz que acendeu novamente a chama da esperança&#8221;.</p>
<p>Além disso, comemoraram o aniversário 15 do lançamento do Movimento Bolivariano pela Nova Colômbia, recordando o caráter de alternativa política que reveste esta organização em prol de um melhor país.</p>
<p>Nesse sentido, a guerrilha recordou a importância deste movimento político clandestino como instrumento para mudar a realidade colombiana e combater a corrupção em todos os níveis nessa nação sul-americana.</p>
<p>Colômbia pode ser governada de outra maneira. Por que têm que reger nosso destino as mesmas castas oligárquicas de sempre?, questionou o comandante guerrilheiro Pablo Catatumbo.</p>
<p>Estamos fartos de corrupção: de magistrados corruptos, de sistemas eleitorais fraudulentos, da entrega de nossas riquezas e nossa soberania às multinacionais, de desaforos do poder e da brutal repressão, denunciou.</p>
<p>Frente a essa situação, Catatumbo convocou os colombianos a se reunirem em torno deste Movimento Bolivariano surgido em 2000 durante o processo de paz em San Vicente de Caguán e que pretende mudar a política, a economia, a educação, em prol da justiça social na Colômbia.</p>
<p>Por outra parte, ante uma pergunta da imprensa por ocasião das declarações do Procurador Geral, Alejandro Ordóñez, sobre o tema das pulverizações aéreas com glifosato, Catatumbo reiterou a postura das FARC-EP contra essas fumigações devido aos danos que provocam à população e ao meio ambiente.</p>
<p>No mundo inteiro é quase uma decisão unânime que o glifosato é daninho, prejudicial para os seres humanos, para os cultivos, para a gente humilde que trabalha no campo, expressou o porta-voz insurgente ao recusar o &#8220;uso desse veneno que só serve para enriquecer mais a companhia Monsanto&#8221;.</p>
<p>A questão sobre o uso de glifosato para fumigar cultivos ilícitos encontra posições divergentes dentro do governo da Colômbia, considerando a recomendação do Ministério de Saúde desse país de deixar de empregar este herbicida depois que a Organização Mundial da Saúde o qualificasse como provável cancerígeno.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<item>
		<title>Governo colombiano e FARC-EP prosseguem com diálogos de paz</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2015 20:23:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Colombia]]></category>
		<category><![CDATA[FARC-EP]]></category>

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		<description><![CDATA[As delegações das insurgentes FARC-EP e o governo colombiano continuam hoje aqui as conversas como parte do ciclo 36 do processo de paz, centrado atualmente no tema das vítimas do conflito nessa nação sul-americana. No contexto dos diálogos de paz que se sustentam aqui desde 2012 com o governo colombiano, a guerrilha denunciou na véspera o aumento significativo no primeiro trimestre deste ano das ameaças e agressões contra defensores de direitos humanos .]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3608" alt="farc-ep" src="/files/2015/05/farc-ep.jpg" width="236" height="213" />As delegações das insurgentes FARC-EP e o governo colombiano continuam hoje aqui as conversas como parte do ciclo 36 do processo de paz, centrado atualmente no tema das vítimas do conflito nessa nação sul-americana.</p>
<p>No contexto dos diálogos de paz que se sustentam aqui desde 2012 com o governo colombiano, a guerrilha denunciou na véspera o aumento significativo no primeiro trimestre deste ano das ameaças e agressões contra defensores de direitos humanos na  FARC-EP a mando do Exército e os paramilitares.</p>
<p>Depois de aludir ao incremento notável de tais fatos atribui-lhes aos entes estatais, o comandante insurgente Pastor Alape referiu que o panorama nesse sentido tende a se agravar e recordou que a totalidade dos responsáveis pelos anteriores crimes (do Estado) permanecem na impunidade.</p>
<p>A respeito, afirmou que a responsabilidade do Estado, por ação algumas vezes e outras por omissão, em consequência da prática de graves crimes internacionais, segue sendo uma realidade insustentável.</p>
<p>O Estado na Colômbia, assegurou Alape, é um Estado infrator que, apesar de estar sentado na Mesa de Diálogos com o propósito de pôr fim a um conflito social político e armado de longa data, mantém o inveterado costume de não cumprir com a obrigação de respeitar seus compromissos e suas próprias leis.</p>
<p>Apesar dessa situação, o porta-voz assegurou que as FARC-EP estão empenhadas em assinar um acordo de paz estável e duradouro.</p>
<p>Mas isso só será possível se com o consenso do povo soberano, o Governo, -máximo responsável por garantir os direitos dos cidadãos-, abre passo à erradicação definitiva do Estado Infrator, e dá garantias plenas de não repetição, dimensionou.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Respaldo ao processo de paz para a Colômbia apesar de desacordos</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2015/04/22/respaldo-ao-processo-de-paz-para-colombia-apesar-de-desacordos/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2015 02:04:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Colombia]]></category>
		<category><![CDATA[FARC-EP]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um momento crucial para os diálogos de paz prima hoje a expectativa interna na Colômbia em torno de possíveis avanços e a maneira em que prosseguirão os encontros entre o Governo e as FARC-EP.
Enquanto o Executivo e outras vozes do cenário político defendem fixar prazos às conversas com esse agrupamento insurgente, envolvida no conflito interno, outros atores e observadores do panorama nacional desaprovam tal ideia por considerá-la um estorvo para o avanço das negociações.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3577" alt="farc-mesa29 (1)" src="/files/2015/04/farc-mesa29-1.jpg" width="285" height="201" />Em um momento crucial para os diálogos de paz prima hoje a expectativa interna na Colômbia em torno de possíveis avanços e a maneira em que prosseguirão os encontros entre o Governo e as FARC-EP.</p>
<p>Enquanto o Executivo e outras vozes do cenário político defendem fixar prazos às conversas com esse agrupamento insurgente, envolvida no conflito interno, outros atores e observadores do panorama nacional desaprovam tal ideia por considerá-la um estorvo para o avanço das negociações.</p>
<p>Essa iniciativa ganhou força desde a semana passada após a morte de 11 efetivos do exército no departamento de Cauca durante um confronto com membros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia- Exército do Povo (FARC-EP).</p>
<p>O fato, qualificado pelo presidente Juan Manuel Santos como um ato deliberado, foi assumido pelos guerrilheiros, que asseguraram que se tratou de um episódio derivado do assédio militar a que estão submetidos, não obstante ter declarado uma trégua bélica desde o dia 20 de dezembro.</p>
<p>Existem prazos que já foram fixados, uma agenda com pontos a debater, as futuras mesas de diálogos devem ser centradas nos demais temas como a reparação às vítimas e o fim do conflito, opinou o senador Iván Cepeda, que manifestou seu repúdio a tal proposta.</p>
<p>Em sua opinião essa disjuntiva desviaria os diálogos para um aspecto não substancial, que se discutir provocaria maior demora nos ciclos de reuniões, os quais têm como sede permanente Havana.</p>
<p>O importante &#8211; disse &#8211; é avançar nos assuntos restantes e nos pendentes ou congelados, metaforicamente falando.</p>
<p>O coordenador do sistema das Nações Unidas (ONU) na Colômbia, Frabrizio Hoshchild, considerou que fixar prazos rígidos pode ser contraproducente.</p>
<p>É preciso dar o tempo necessário para as análises sobre as questões mais complexas, afirmou o diplomata que sugeriu decretar medidas conjuntas entre as partes beligerantes a fim de reduzir a intensidade da guerra e seus efeitos para as comunidades.</p>
<p>Não obstante a tensão após os acontecimentos do Cauca, as equipes governamentais e das FARC-EP ratificaram novamente sua disposição para prosseguir os diálogos, ao termo do ciclo 35 de encontros.</p>
<p>O presidente reiterou ontem sua decisão de continuar os gerenciamentos pacificadores mediante o diálogo com a insurgência como via para finalizar o prolongado conflito, único do continente.</p>
<p>Eu escolho a paz como porto de destino e assumo, como tenho assumido, os imensos riscos de buscá-la, insistiu em alusão a recentes questionamentos de setores que pediram para intensificar a ofensiva contra as FARC-EP e parar temporariamente as conversas na capital cubana.</p>
<p>O presidente da Conferência Episcopal da Colômbia, monsenhor Luis Augusto Castro, o prefeito bogotano, Gustavo Petro, ativistas e defensores de direitos humanos, convergiram na importância de preservar os diálogos e avançar para um pacto conclusivo que ponha ponto final à guerra interna.</p>
<p>Das montanhas, o máximo líder guerrilheiro Timoleón Jiménez, manifestou que as conversas não devem ser rompidas por nenhum motivo. Adicionalmente, o secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, exortou ontem ao governante a perseverar nos diálogos para por fim ao conflito.</p>
<p>No meio de interrogações sobre o processo de distensão, o ministro do Interior, Juan Fernando Cristo, informou que no dia 25 de outubro, quando ocorrerão as eleições regionais, não terá referendo nem consulta para referendar os acordos da mesa de diálogos por razões de tempo e imprecisões de tipo jurídico.</p>
<p>Com posturas heterogêneas, inclusive divergentes, a opinião pública colombiana permanece atenta a pronunciamentos e aos próximos passos em Cuba, onde definirão posições acerca de assuntos controversos como a justiça de transição, que inclui penas para os responsáveis por crimes de lesa humanidade ou graves violações aos direitos humanos.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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