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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Estudantes</title>
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		<title>Os povos vivem de fermento heróico</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Nov 2019 23:34:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[OUTROS lamentam a morte necessária: acredito nela como o travesseiro, o fermento e o triunfo da vida. Na manhã seguinte à tempestade, através da bacia das árvores desenraizadas, a terra é a fonte de frescura, o verde das árvores é mais alegre, o ar é cheio de bandeiras e o céu é um dossel de glória azul.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5666" alt="estudiantes meicina" src="/files/2019/11/estudiantes-meicina.jpg" width="300" height="254" />OUTROS lamentam a morte necessária: acredito nela como o travesseiro, o fermento e o triunfo da vida. Na manhã seguinte à tempestade, através da bacia das árvores desenraizadas, a terra é a fonte de frescura, o verde das árvores é mais alegre, o ar é cheio de bandeiras e o céu é um dossel de glória azul.</p>
<p>Outros lamentam a morte bela e útil, onde a pátria higienizada resgatou sua cumplicidade involuntária com o crime, onde se eleva aquele fogo puro e invisível, no qual as almas fiéis são endurecidas e temperadas para o futuro. Do berçário das tumbas, levantam-se impalpáveis, como a névoa do amanhecer, a virtude imortal ou a terra tímida, chicoteando os rostos vis, absorvendo o ar, entrando triunfantemente nos corações dos vivos: a morte dá chefes, a morte dá lições e exemplos, a morte leva o dedo sobre o livro da vida: assim, a partir desses elos invisíveis e contínuos, a alma do país é tecida!</p>
<p>A palavra viril não se agrada de descrições assustadoras; nem o arrependido deve ser oprimido por açoitar os iníquos; nem a tumba do mártir se tornaria um local de combate; nem foi dito, mesmo na beleza cega das batalhas, o que move as almas dos homens à ferocidade e o ressentimento.</p>
<p>Nem é dos cubanos, nem nunca será, entrar no sangue até a cintura e animar com um monte de crianças mortas, os crimes do mundo: nem é para os cubanos viverem, como o chacal na gaiola, girando o ódio ! O que almejamos dizer aqui é com que amor carinhoso, um amor purificado e angelical, nós queremos as criaturas que do decoro subiram do relâmpago à sublimidade e que caíram, pela lei do sacrifício, que se publique ao mundo indiferente até mesmo para o nosso clamor, a justiça absoluta com a qual a terra foi levantada contra seus donos: o que queremos é saudar com inefável gratidão, como um símbolo misterioso da força da pátria, do poder oculto e seguro da alma crioula, a quem, à primeira voz de morte, se levantaram sorrindo, do apego e covardia da vida comum, ao heroísmo exemplar.</p>
<p>Os povos vivem de fermento heróico. Muito heroísmo tem que limpar muitos crimes. Onde alguém foi muito vil, outrem tem que ser muito grande. Magníficas leis atravessam o invisível da vida. Para abalar o mundo, com o extremo horror da desumanidade e da ganância que domina sua terra natal, eles morreram, com a poesia da infância e a sinceridade da inocência, nas mãos da desumanidade e da ganância.</p>
<p>Cantemos hoje, diante da sepultura inesquecível, o hino da vida. Ontem ouvi-o na mesma terra, quando cheguei, à tarde sombria, a esse povo fiel. Era a paisagem molhada e enegrecida; o riacho lamacento corria turbulento; os juncos, poucos e mofados, não exibiam sua cor verde, como os queridos, onde pedem redenção os que os fertilizaram com a morte, mas entraram brutais e hirsutos, como punhais estrangeiros, através do coração: e em cima de nuvens rasgadas, um pinheiro, desafiando a tempestade, de pé alto, mostrava sua folhagem. De repente, o sol surgiu sobre uma clareira da floresta e, lá, ao clarão da luz repentina, vi sobre a grama amarelada em pé, ao redor do tronco preto dos pinheiros caídos, os alegres aglomerados dos novos pinheiros: esses somos nós: os novos pinheiros!</p>
<p>Trechos do discurso proferido em 27 de novembro de 1891.</p>
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		<title>Presidente cubano felicita os estudantes do Ensino Médio</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 18:39:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, felicitou hoje os integrantes da Federação de Estudantes do Ensino Médio (FEEM), ao cumprir-se o 48' aniversário de fundação dessa organização.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5307" alt="Canel feem" src="/files/2018/12/Canel-feem.jpg" width="300" height="240" />O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, felicitou hoje os integrantes da Federação de Estudantes do Ensino Médio (FEEM), ao cumprir-se o 48&#8242; aniversário de fundação dessa organização.</p>
<p>&#8216;Aos nossos estudantes do Ensino Médio, o futuro que já é presente, felicitações no aniversário 48 da fundação da #FEEM. O que aprendam nestes anos será sempre útil em suas vidas. Celebrem, participem e estudem. #SomosCuba #SomosContinuidad&#8217;, escreveu o chefe de Estado em sua conta na rede social Twitter @DiazCanelB.</p>
<p>A FEEM surgiu no dia 6 de dezembro de 1970 como parte do processo de fortalecimento das organizações de massas, com o fim de revigorar o movimento estudantil no ensino médio.</p>
<p>Foi precedida pela União de Estudantes Secundários e as Brigadas Estudantis José Antonio Echeverría, que forneceram experiências significativas para a formação da nova organização que teria como principal objetivo canalizar as inquietudes dos educandos.</p>
<p>Sua criação representou um passo de avanço no desenvolvimento organizativo do movimento estudantil e desta forma ficava constituído o sistema associativo juvenil cubano de grande impacto na socialização das novas gerações.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Princípios</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jul 2018 21:35:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[NÓS não estamos seguros. Em um mundo globalizado, cada vez mais interligado, com tendência ao neoliberalismo e no coração de uma onda da direita nas Américas, a juventude é o alvo nas tentativas de desestabilizar Cuba, estratégia utilizada hoje mais forte do que nunca.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5106" alt="FEU Congreso" src="/files/2018/07/FEU-Congreso.jpg" width="300" height="252" />NÓS não estamos seguros. Em um mundo globalizado, cada vez mais interligado, com tendência ao neoliberalismo e no coração de uma onda da direita nas Américas, a juventude é o alvo nas tentativas de desestabilizar Cuba, estratégia utilizada hoje mais forte do que nunca.</p>
<p>«Em um mundo assim, os princípios são os que nos podem salvar», insistiram os jovens no 9º Congresso da Federação dos Estudantes Universitários, que acaba de concluir em Havana, e que entre as principais questões discutidas foi a subversão político-ideológica, um conceito que é atualizado como guerra de símbolos, não convencionais, de quarta geração.</p>
<p>São outros nomes para o mesmo fenômeno: tentativa desesperada de converter, principalmente a novas gerações, em sujeitos sem história, sem interesses políticos, que desprezem ou suplantem sua cultura. Acima de tudo, que esqueçam que a Revolução foi um fato realizado pelos jovens.</p>
<p>Não é por acaso que os delegados do Congresso se lembram de Fidel, cujo exemplo significa rebelião permanente contra o mundo do capitalismo; uma rebelião consciente, organizada, destinada a destruir a sociedade de dominação e que está encaminhada à construção da libertação, que os jovens sejam capazes de melhorar a si mesmos e ao mundo, e que o projeto seja tão ambicioso que resulte viável.</p>
<p>O Congresso também recordou o «delicioso despotismo», como chamou o jornalista espanhol Ignacio Ramonet ao controle das mentes através da indústria cultural norte-americana, uma pseudocultura que tenta moldar a opinião pública, os gostos e as preferências, sentimentos, educação, promoção, a divulgação de notícias.</p>
<p>A subversão voltada para os jovens em Cuba tem uma referência particular, com a abertura, em 2015, do World Learning, um programa de verão para jovens cubanos organizado nos Estados Unidos com o objetivo de transformá-los em «líderes» de uma mudança política na Ilha.</p>
<p>Alejandro Sanchez, ex-bolsista da World Learning e estudante na Universidade de Havana, explicou durante o Congresso como, uma vez nos Estados Unidos, os coordenadores do programa não se esconderam para afirmar que jovens cubanos eram um investimento e salientaram a necessidade de ter sucesso na aplicação em Cuba dos projetos que lhes foram ensinados.</p>
<p>«Esse engano não nos pode cegar», disse o garoto, que viveu essa experiência. Fortalecer a preparação nas salas de aula, manter e defender nossos valores e idiossincrasia devem ser as prioridades de todos. Vamos segurar-nos em nossos princípios.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Uma universidad comprometida com a sua nação</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Feb 2018 17:17:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O avanço da Agenda 2030 de desenvolvimento sustentável aparece no âmbito mundial como um imperativo que tenta contestar o modelo atual de desenvolvimento, que é insustentável, excludente e predador, o qual dependerá, ineludivelmente, de mobilizar o potencial humano, as capacidades científicas e tecnológicas e os valores humanistas que pode promover a educação superior.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4749" alt="Universidad 2018" src="/files/2018/02/Universidad-2018.jpg" width="300" height="242" />O avanço da Agenda 2030 de desenvolvimento sustentável aparece no âmbito mundial como um imperativo que tenta contestar o modelo atual de desenvolvimento, que é insustentável, excludente e predador, o qual dependerá, ineludivelmente, de mobilizar o potencial humano, as capacidades científicas e tecnológicas e os valores humanistas que pode promover a educação superior.</p>
<p>Cuba pode gabar-se das suas universidades comprometidas com os destinos da nação. Foto: Ariel Cecilio Lemus<br />
«Esse é um desafio que Cuba assume», segundo expressou o ministro da Educação Superior, José Ramón Saborido Loidi, na conferencia que deixou inaugurado, em 12 de fevereiro, o Congresso Universidade 2018, no teatro Karl Marx, e o faz a partir da experiência de ter formado quase um milhão e meio de profissionais, desde 1959, e de contar com 12% de sua população nom nível universitário.</p>
<p>No ato, no qual marcou presença o primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros e membro do Bureau Político, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, o titular desse setor expressou que o modelo de universidade que construiu a Ilha maior das Antilhas a define como humanista, moderna, científica, tecnológica e inovadora, integrada à sociedade, comprometida com a construção da nação.</p>
<p>Isso pode ser percebido, para pôr apenas um exemplo, na participação de professores e pesquisadores universitários na atualização do modelo econômico e social cubano e nas transformações que experimenta a própria educação superior. «Trata-se, disse o ministro, de continuar melhorando a pertinência e qualidade de um sistema totalmente gratuito.</p>
<p>Saborido Loidi definiu alguns desafios do ensino na região, entre eles a necessidade de uma universidade comprometida com a sociedade, ter conseguido que a educação seja um bem público e direito humano universal, a qualidade da formação de professores, maior aproveitamento das tecnologias da informação e as comunicações e a batalha contra a mercantilização do ensino superior.</p>
<p>Passados 20 anos de ter sido celebrado o primeiro congresso Universidade e quando se completa o centenário da Reforma de Córdoba, o evento que terá lugar no Palácio das Convenções, até 16 de fevereiro, reúne mais de dois mil participantes de 60 países e pretende converter-se em espaço aberto para o diálogo, segundo expressou seu secretário executivo, Omar Herrera.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Arma inestimável de nossa educação</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Feb 2018 17:46:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No olhar de seus fundadores, um brilho fora do comum irradia ao admirar os jovens uniformizados. Um dia como este o orgulho os comove, por saber que fazem parte indispensável da história da Escola Interarmas das Forças Armadas Revolucionárias (FARs) “General Antonio Maceo”, Ordem Antonio Maceo, que na quarta-feira (7) comemorou seu 55º aniversário em um ato político e cerimônia militar.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4751" alt="FAR" src="/files/2018/02/FAR.jpg" width="300" height="227" />No olhar de seus fundadores, um brilho fora do comum irradia ao admirar os jovens uniformizados. Um dia como este o orgulho os comove, por saber que fazem parte indispensável da história da Escola Interarmas das Forças Armadas Revolucionárias (FARs) “General Antonio Maceo”, Ordem Antonio Maceo, que na quarta-feira (7) comemorou seu 55º aniversário em um ato político e cerimônia militar.</p>
<p>Solenidade, compromisso e encontro de gerações caracterizaram a homenagem, na qual foi lida a mensagem de parabéns enviada pelo general-de-exército Raúl Castro Ruz à instituição docente de ensino superior, à qual qualificou de prestigiosa destacando seu papel que desempenha na formação de oficiais cada vez mais preparados e comprometidos com seu povo na defesa da Pátria, a Revolução e o Socialismo.</p>
<p>O ato — onde marcou presença o membro do Bureau Político do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba e ministro das FARs, o general de corpo de exército Leopoldo Cintra Frías — propiciou a entrega de reconhecimentos aos fundadores ativos e da reserva, bem como oficiais e trabalhadores, destacados por sua contribuição para o desenvolvimento da instituição.</p>
<p>Igualmente, desvendou-se uma placa que outorgou à instituição a condição de Monumento Nacional, decisão que levou em conta seus valores históricos e patrimoniais, a apreciação dos elementos mais representativos do art déco e sua mudança à modernidade, o entesouramento de valiosos bens móveis, e o estado de conservação do centro.</p>
<p>No nome dos jovens, a cadete Yailen Rodríguez Luna, do terceiro ano da especialidade político militar, resumiu entre os desafios das novas gerações a necessidade do constante estudo e a própria preparação, sobretudo com motivo das mudanças realizadas no contexto político militar em nível mundial e especialmente na nossa região, uma situação caracterizada pela escalada imperialista da administração norte-americana.</p>
<p>O chefe de Direção do Minfar, o general de divisão Roberto Legrá Sotolongo, reconheceu que a instituição completou seu aniversário com um claustro que possui um nível alto de cultura pedagógica, um importante número de professores e doutores em Ciências, bem como de professores titulares e auxiliares.</p>
<p>O número de oficiais graduados ultrapassam os 5 mil, muitos deles, segundo Legrá Sotolongo, adquiriram experiência combativa nas lutas de libertação em países como Síria, Angola, Etiópia e a Nicarágua. O desafio é continuar trabalhando na formação de chefes para a cadeia de comando e especialistas, com uma alta preparação integral e firmeza de princípios, expressou acerca da instituição que recebeu, também, um reconhecimento do Ministro das FARs.</p>
<p>Também marcaram presença, o ministro de Educação Superior, José Ramón Saborido Loidi; a membro do Conselho de Estado e primeira-secretária da União de Jovens Comunistas, Sucely Morfa González; dirigentes do Partido e o Governo; chefes das FARs e o Ministério do Interior; e outros convidados.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Estudantes universitarios condenam novas manobras ianques</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2016 18:47:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Justamente frente ao monumento que imortaliza Julio Antonio Mella, como exemplo na luta revolucionária e antiimperialista, estudantes da sede universitária que leva o nome deste mártir, em Santiago de Cuba, condenaram as manobras com que o governo ianque pretende manipular a juventude cubana mediante a organização World Learning.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4320" alt="jovenes universitarios denuncian" src="/files/2016/09/jovenes-universitarios-denuncian1-300x165.jpg" width="300" height="165" />Justamente frente ao monumento que imortaliza Julio Antonio Mella, como exemplo na luta revolucionária e antiimperialista, estudantes da sede universitária que leva o nome deste mártir, em Santiago de Cuba, condenaram as manobras com que o governo ianque pretende manipular a juventude cubana mediante a organização World Learning.</p>
<p>«Somente faltam alguns meses para voltar a minha cidade de Las Tunas graduado como engenheiro civil e nestes cinco anos todos os estudos os garantiu gratuitamente nossa Revolução, daí que não necessitamos nenhuma bolsa dos Estados Unidos» disse ao Granma na combativa concentração Orestes Martínez Guerra.</p>
<p>Ele, tal como os mis de 14 mil estudantes das 55 carreiras com que conta a Universidade de Oriente em suas 13 faculdades, desmascararam as verdadeiras intenções das supostas bolsas lançadas pela organização «não governamental» World Learning para um país com um dos melhores sistemas de ensino do mundo.</p>
<p>Também jovens de várias escolas de Ciego de Ávila aderiram ao rechaço do novo plano do governo norte-americano. Estudantes da Faculdade de Ciências Médicas se reuniram para levantar suas vozes de condenação deste projeto.</p>
<p>Pedro Miranda Hernández, do segundo ano de Odontologia, denunciou a essência subversiva e manipuladora dos planos de bolsas promovidos do território norte-americano para formar, entre a juventude, supostos líderes de opinião e agentes de uma mudança que nada tem em comum com o projeto social da Revolução Cubana.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba: Chega a 90 anos a Federação Estudiantil Universitária</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Dec 2012 15:23:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Havana, 20 dez (Prensa Latina) A Federação Estudiantil Universitária (FEU), a organização de massas mais antiga de Cuba, festeja hoje seu aniversário 90 com iniciativas encaminhadas a envolver a suas mais de cem mil membros. O ato nacional para comemorar a data se realizará no Aula Magna da Universidade da Habana, instituição com quase três séculos de existência e lugar fundacional da FEU em 1922, além de sede de outros muitos acontecimentos que marcaram a história da organização.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3029" src="/files/2012/12/Feu.jpg" alt="" width="300" height="250" />Havana, 20 dez (Prensa Latina) A Federação Estudiantil Universitária (FEU), a organização de massas mais antiga de Cuba, festeja hoje seu aniversário 90 com iniciativas encaminhadas a envolver a suas mais de cem mil membros.</p>
<p>O ato nacional para comemorar a data se realizará no Aula Magna da Universidade da Habana, instituição com quase três séculos de existência e lugar fundacional da FEU em 1922, além de sede de outros muitos acontecimentos que marcaram a história da organização.</p>
<p>Entre eles, sobressaem as lutas universitárias na década dos 50, quando os estudantes iniciavam na escadaria dessa casa de altos estudos seus protestos contra o regime de Fulgencio Batista, quem chegou ao poder mediante um golpe de estado em 1952.</p>
<p>De acordo com meios nacionais, a propósito do aniversário realizam-se nestes dias várias atividades como o Conselho Nacional da FEU que acontece entre ontem e hoje, e uma função especial preparada pelo Ballet Nacional de Cuba, companhia dirigida por Alicia Alonso.</p>
<p>Assim mesmo, a véspera o dúo Buena Fe ofereceu um concerto na escadaria da Universidade de Havana, o qual faz parte de uma gira por várias universidades do país para compartilhar celebrações com os integrantes da quase centenaria federação.</p>
<p>A FEU foi fundada pelo líder estudiantil e dirigente comunista Julio Antonio Mella, com o objetivo de defender os interesses desse grupo social e de outros tradicionalmente marginados como os operários.</p>
<p>A ampla perspectiva social da organização se concretou naqueles anos com projetos como a Universidade Popular José Martí, no qual um grupo de universitários trabalhava nas noites de maneira voluntária para instruir a operários e trabalhadores pertencentes a classes sociais desfavorecidas.</p>
<p>Depois do triunfo revolucionário em 1959, a FEU continua representando ao estudiantado do país e contribui também a que a universidade seja uma instituição propiciadora do desenvolvimento da sociedade.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Estudantes protestam no Chile contra venda de universidade</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 15:57:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Chile]]></category>
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		<description><![CDATA[Milhares de estudantes da Universidade Central do Chile protagonizam ações de protesto nesta capital contra a venda de 50 por cento dessa casa de estudos a uma empresa privada. As federações estudantis da referida instituição chamaram a manter a greve docente que iniciaram na semana anterior, paralelamente às marchas pelas ruas de Santiago, em rejeição ao que qualificam como um típico ato de busca do lucro em detrimento do interesse educacional.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1945" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-full wp-image-1945" src="/files/2011/04/estudiantes-chile.jpg" alt="" width="300" height="250" /><p class="wp-caption-text">Chile, protestos estudantis. </p></div>
<p>Milhares de estudantes da Universidade Central do Chile protagonizam ações de protesto nesta capital contra a venda de 50 por cento dessa casa de estudos a uma empresa privada.</p>
<p>As federações estudantis da referida instituição chamaram a manter a greve docente que iniciaram na semana anterior, paralelamente às marchas pelas ruas de Santiago, em rejeição ao que qualificam como um típico ato de busca do lucro em detrimento do interesse educacional.</p>
<p>O Chile precisa de uma revolução na educação, afirmou o presidente da Federação de Estudantes da Universidade Central, Adrián Prieto, que acrescentou que os alunos da Universidade Central querem continuar pertencendo a uma instância pluralista, laica e independente.</p>
<p>O líder juvenil denunciou também a demissão de mais de 100 professores por estes oporem-se à citada venda de ações à Empresa de Investimentos Norte Sul.</p>
<p>Enquanto isso, ex-presidentes de federações de estudantes e egressos de faculdades da Universidade Central emitiram uma declaração de apoio aos alunos da referida instituição e pediram ao ministro de Educação do Chile, Joaquín Lavín, que encaminhe a solução do conflito em um prazo não maior de 30 dias.</p>
<p>De igual modo, expressaram sua solidariedade com a ação de protesto os estudantes de outras instituições como Universidade do Chile, Universidade de Santiago, Universidade Diego Portales e a Academia de Humanismo Cristão.</p>
<p>O Governo chileno deve intervir e assegurar que se preservem os interesses acadêmicos das universidades e se ponha fim ao lucro na educação, destacou Camila Vallejo, presidenta da Federação de Estudantes da Universidade do Chile.</p>
<p>Como é possível que um Estado que fala de uma revolução no setor educacional não seja capaz de defender os direitos dos 12 mil estudantes da Universidade Central, se perguntou por sua vez o também líder universitário Camilo Ballesteros.</p>
<p>Em declarações à imprensa local, Aldo Flores, vice-presidente da Federação de Estudantes da Universidade Central, manifestou que as mobilizações e a greve vão continuar. &#8220;Os estudantes estamos convencidos que o caminho das mobilizações é o correto&#8221;, afirmou.</p>
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