<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Cubadebate (Português) &#187; Estados Unidos</title>
	<atom:link href="http://pt.cubadebate.cu/tag/estados-unidos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://pt.cubadebate.cu</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 08 Sep 2023 15:09:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>es-ES</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.8.1</generator>
	<item>
		<title>«Preocupação», o papel cínico dos EUA no roteiro contra Cuba</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/05/06/preocupacao-o-papel-cinico-dos-eua-no-roteiro-contra-cuba/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/05/06/preocupacao-o-papel-cinico-dos-eua-no-roteiro-contra-cuba/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 May 2021 00:04:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[mercenários]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Subversão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=6440</guid>
		<description><![CDATA[A ineficácia de todas as tentativas de subversão para destruir a Revolução Cubana não afeta o cinismo do Governo dos Estados Unidos para desistir de sua política contra o arquipélago. Nenhum dos fantoches dos que lançaram mão «​acertou no alvo» e, por mais que tentem, não conseguem encontrar o «líder» que consiga ter resultados reais depois de tantas pessoas e tanto orçamento investido.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6441" alt="Estados Unidos Antony Blinken" src="/files/2021/05/Estados-Unidos-Antony-Blinken.jpg" width="300" height="251" />A ineficácia de todas as tentativas de subversão para destruir a Revolução Cubana não afeta o cinismo do Governo dos Estados Unidos para desistir de sua política contra o arquipélago.</p>
<p>Nenhum dos fantoches dos que lançaram mão «​acertou no alvo» e, por mais que tentem, não conseguem encontrar o «líder» que consiga ter resultados reais depois de tantas pessoas e tanto orçamento investido.</p>
<p>A palavra «preocupação» é a escolhida para que funcionários do Departamento de Estado entrem em cena, e ao último que lhe coube foi ao próprio secretário Antony Blinken, que, em um discurso proferido na 51ª Conferência do Conselho das Américas, afirmou que vão continuar «defendendo os direitos humanos do povo cubano, incluindo o direito à liberdade de expressão e reunião, e condenando a repressão».</p>
<p>Embora não fosse mais do que a reciclagem de uma velha retórica, projetada para encobrir suas ansiedades recolonizantes e definir o padrão de mensagens que deveriam repetir até se cansarem, seus agentes a soldo aqui, o cargo do orador mereceu a resposta do chanceler Bruno Rodríguez Parrilla: «Se o secretário Blinken se interessasse pelos direitos humanos dos cubanos, levantaria o bloqueio econômico e as 243 medidas aplicadas pelo governo anterior, em vigor hoje em meados da Covid-19». E acrescentou dois exemplos que dariam coerência e credibilidade à sua afirmação: «Isso restauraria os serviços consulares e a reunificação familiar».</p>
<p>Blinken não surpreende. Alguns dias antes, no mesmo prédio também havia ficado «extremamente preocupado»; uma deferência que não foi senão mais um tapinha «oficial» no ombro de seus subordinados contratados em Cuba.</p>
<p>A dimensão do cinismo por tamanho e suspeito zelo, teve então no Twitter, a qualificação do primeiro secretário do Comitê Central do Partido e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez: «São umas preocupações muito vergonhosas para os funcionários da nação mais poderosa no planeta que, com fúria, condena mais de 11 milhões de cubanos à fome e à escassez».</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/05/06/preocupacao-o-papel-cinico-dos-eua-no-roteiro-contra-cuba/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O afilhado, a madrinha&#8230; e a mais recente farsa contra Cuba</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/05/03/o-afilhado-madrinha-e-mais-recente-farsa-contra-cuba/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/05/03/o-afilhado-madrinha-e-mais-recente-farsa-contra-cuba/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 May 2021 23:21:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[mercenários]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Suversão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=6427</guid>
		<description><![CDATA[«O mais patético desta sequência não é o “grevista” de boa saúde, nem os comparsas na Rua Obispo, nem a imprensa desfocada, nem os ianques clamando pelo fantoche, não. Isso já faz parte da paisagem

O olhar inocente parecia intrigado, como o tom da expressão: «Aulas na televisão para o ensino primário neste momento!» A frase, entretanto, não pode ser atribuída aos dez anos de quem a disse.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6428" alt="alcantara" src="/files/2021/05/alcantara.jpg" width="300" height="252" />«O mais patético desta sequência não é o “grevista” de boa saúde, nem os comparsas na Rua Obispo, nem a imprensa desfocada, nem os ianques clamando pelo fantoche, não. Isso já faz parte da paisagem</p>
<p>O olhar inocente parecia intrigado, como o tom da expressão: «Aulas na televisão para o ensino primário neste momento!» A frase, entretanto, não pode ser atribuída aos dez anos de quem a disse.</p>
<p>Semelhante à de María Carla, seria a reação de qualquer adulto que não estivesse na frente da televisão, quando ampliasse aquela voz com uma explicação tão mastigável: «Olha, algo importante, quando você conte um, dois, três, com os dedos, comece».</p>
<p>A esse grau de detalhe chegam as instruções que os fantoches assalariados recebem do exterior em Cuba para criar ou simular, em nosso país, a desordem e o caos, e assim dar crédito à calúnia insustentável, com a qual tentam justificar todo gênero de agressões.</p>
<p>A «professora» que María Carla ouviu no telejornal era ninguém menos que Carla Velázquez, venezuelana radicada no México, especialista em projetos e chefe do Programa Cuba, do Instituto Nacional Democrático (NDI) .</p>
<p>O NDI é uma agência não governamental dos Estados Unidos que financia grupos de pessoas para realizarem planos subversivos e desestabilizadores de países progressistas, e que nestes tempos focaliza sua atenção, de maneira especial, contra Cuba e a Nicarágua.</p>
<p>A voz dos citados foi apresentada em nossa televisão como prova — mais uma — do que e de quem estão por trás dos comediantes de San Isidro, disfarçados de dissidentes políticos.</p>
<p>Acontece que na citada «aula», a dita Carla Velázquez tinha do lado de cá do telefone uma amiga do «artista» Luis Manuel Otero Alcántara, seu «afilhado» para montar farsas, e lhe explicava as orientações para que ela as enviasse a ele, para o assunto, em nome de «&#8221;A madrinha&#8221;, porque ele me disse isso, e a polícia não sabe».</p>
<p>Uma breve pincelada conceitual, retirada do manual de guerra não convencional do exército dos Estados Unidos sobre o que é uma greve de fome, como e por que, e como filmá-la com telefones celulares, precedeu as ordens do chefe para seu fantoche — quero dizer, para seu afilhado, ou subordinado — a quem ela lembrou de que «estou dirigindo você».</p>
<p>Suas palavras textuais foram: «Em primeiro lugar, a greve de fome tem pedidos, é um método que pode ter sucesso se o fizer bem. Para fazer bem, é preciso ter alguns pedidos; o primeiro deve ser o mais fácil de realizar. Para que não morra de fome, porque você não quer morrer. Em seguida, os três pedidos são escritos para Afrik (África Reina nas redes sociais, nome do contra-revolucionário Yenicelis Borroto Vega), para que você possa dizê-los».</p>
<p>O material e os argumentos apresentados aos telespectadores cubanos, pelo jornalista Humberto López, incluem outras imagens e áudios, que não deixam dúvidas, se é que alguém tem, sobre o compromisso anticubano, que não é desconhecido nem novo, mas que segue em curso, embora de falha em falha.</p>
<p>Otero Alcántara está longe de ser o artista que afirma ser. A arte, independentemente das ideologias, é respeitosa e autêntica, e é arte; componentes de que sofre a obra deste personagem.</p>
<p>Ele estrelou uma «performance» das mais ofensivas e grotescas, para a qual ele não hesitou em ultrajar nossa bandeira. Não é a única obscenidade que, em nome da arte, ele encenou em lugares públicos.</p>
<p>No final de novembro, na companhia de outros de sua espécie, ele simulou uma primeira «greve de fome»; de pequenas mentiras, soube-se quase imediatamente, quando suas contas de alimentação vieram à tona através do apk TuEnvío.</p>
<p>Para a nova «greve», iniciada no final do mês passado, por indicações prévias de &#8220;A madrinha&#8221;, contou com os sempre prontos porta-vozes da mídia privada, a serviço dos inimigos da Revolução Cubana.</p>
<p>Em torno do novo capítulo da farsa, um pequeno grupo de dez criminosos provocadores, disfarçados de dissidentes, surgiu, no dia 30 de abril, desta vez na rua Obispo, em Havana.</p>
<p>A televisão denunciou que os bandidos escolheram um lugar lotado, uma fila, em busca de visibilidade na mídia. Pretendiam chegar à casa de Otero Alcántara, embora o seu verdadeiro interesse não fosse este, mas sim agradar aos seus mentores e receber as recompensadoras migalhas monetárias. Passo a passo, eles seguem detalhadamente o manual de guerra não convencional do Exército dos EUA de 2019, como a ação 29 daquele documento, que contempla atos simbólicos, e a ação 166: misturar-se com o público para criar confusão.</p>
<p>O líder desta última provocação, Esteban Rodríguez López, sem vínculo empregatício, residente na Havana Velha, acumula uma «brilhante carreira» como criminoso. Conhecida é sua relação com elementos antissociais; foi processado, entre outros crimes, por atividade econômica ilícita, recepção, furto, apropriação indébita, roubo com violência, lesões, alteração da ordem pública e resistência.</p>
<p>O Noticiário da televisão também apresentou o áudio do momento em que um indivíduo de origem cubana residente no Texas, EUA, confessou que estavam coletando dinheiro para enviá-lo a seus entes queridos em Cuba. Ele disse que Esteban já havia recebido dólares, e que o pessoal de lá atuou ao lado deste, aqui.</p>
<p>Mas quão diferente é a Cuba que vendem, contra a qual não poupam calúnias e falsidades, e que encenam, a título de peça, e a Cuba que, no costumeiro desperdício de humanidade que caracteriza o seu sistema de saúde, não discrimina a pessoas que necessitam de atendimento médico, como o oferecido, desde a manhã do dia 2 de maio, no hospital Calixto García da capital, a um dos dirigentes do chamado Movimento San Isidro: o próprio Luis Manuel Otero Alcántara.</p>
<p>As informações divulgadas pelas autoridades sanitárias falam por si.</p>
<p>O primeiro detalhou que, na madrugada de 2 de maio de 2021, o cidadão Luis Manuel Otero Alcántara foi recebido no pronto socorro do hospital universitário general Calixto García, com diagnóstico de inanição voluntária referida, que chegou em transporte médico, em um estado consciente e vagando sem dificuldade.</p>
<p>«O exame físico não revelou sinais de desnutrição, com presença de parâmetros clínicos e bioquímicos normais. Conforme estabelecido no protocolo de atendimento médico para a Covid-19, foi realizado um teste de antígeno, com resultado negativo, e foram coletadas amostras de PCR, aguardando o resultado.</p>
<p>Essa primeira nota concluiu que desde a sua chegada à instituição, e ao longo de todo o processo, se manteve cooperante com o pessoal de saúde que o atende, que a sua evolução foi estável e que as correspondentes ações médicas continuaram, por parte do grupo de especialistas. A mensagem esclarecia que o paciente era mantido em observação pelos motivos mencionados que o levaram a chegar à instituição.</p>
<p>No entanto, uma comunicação posterior, mais detalhada, após a realização de exames laboratoriais clínicos, revelou parâmetros normais no cidadão Luis Manuel Otero Alcántara; evidências claras de que os indicadores do paciente não correspondem aos de uma pessoa que manifesta fome, o que revela que houve nutrição e hidratação:</p>
<p>Hemoglobina 16,8</p>
<p>Glicemia 5,6</p>
<p>Ácido úrico em 9,71</p>
<p>Ph no sangue 7,15</p>
<p>Hematócritos 0,51</p>
<p>Plaquetas 300</p>
<p>Leucócitos 7,8, com faixa normal diferencial</p>
<p>Eritro em 5, com sedimentação e creatinina normais</p>
<p>São precisos melhores argumentos? Os artifícios da montagem contrarrevolucionária são declarados falsos, tanto a olho nu quanto sob o foco de um microscópio. Não há enredo crível nos enredos que são inventados, um após o outro. O afilhado, a madrinha e seus padrinhos são mais uma vez expostos ao ridículo.</p>
<p>Com razão, tais encenações geram — do lado dos sensatos, dos revolucionários que não acreditam na história daqueles, dos pobres-diabos que vendem seu país ao preço de qualquer esmola em dólares — comentários contundentes, como o um soco, escreveu o comunicador Omar Rafael García Lazo:</p>
<p>«Não há mercenário sério que tenha uma escala diferente daquela que prioriza sua própria vida. Como trabalhador do cinismo, para o mercenário o mais importante é seu salário, não a causa, muito menos as ideias. Ontem o &#8220;artista&#8221; morreu. Hoje ele caminhou para o hospital sem sinais de desnutrição. É por isso que ninguém acredita neles. (…) Mas o show tem que continuar. A verdade não é mais secundária. Certamente dirão que o &#8220;artista&#8221; foi obrigado. Com certeza ele continua sua &#8220;greve&#8221; no hospital, como aquele personagem tosquiado de quem ninguém mais lembra, campeão das greves assistidas em hospitais, à custa do erário público. Que contradição.</p>
<p>«O mais patético da sequência não é o “grevista” de boa saúde, nem seus comparsas na Rua Obispo, nem a imprensa desfocada, nem os ianques clamando pelo fantoche, não. Isso já faz parte da paisagem.</p>
<p>«O mais patético é ver alguns pensadores cubanos apostarem seu intelecto no desfecho político de uma farsa anunciada. E se o diálogo, e se as causas do fenômeno, e se o racismo subjacente, e se uma coluna de argumentos e ideias para mediar, e se o futuro e a democracia&#8230; Tudo agora em uma velha panela que não mantém pressão não importa quantos conselheiros ele consiga. Não sairá daí nada que se pareça com o nosso autêntico &#8216;ajiaco&#8217;, porque simplesmente o dinheiro nunca foi, no caso cubano, um catalisador de transformação. Nunca em nossa história.<br />
<strong><br />
(Tirado de Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/05/03/o-afilhado-madrinha-e-mais-recente-farsa-contra-cuba/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Por medo dos EUA, os bancos suíços, quando ouvem Cuba, interrompem as transferências</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/04/26/por-medo-dos-eua-os-bancos-suicos-quando-ouvem-cuba-interrompem-as-transferencias/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/04/26/por-medo-dos-eua-os-bancos-suicos-quando-ouvem-cuba-interrompem-as-transferencias/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2021 15:14:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bloqueio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Protestos]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=6413</guid>
		<description><![CDATA[Em algum momento da conversa telefônica, Franco Cavalli fica indignado. Mesmo muito indignado. O ex-parlamentar do Partido Socialista Suíço no cantão do Ticino, e chefe da facção, diz: «É uma vileza. Não é mais do que isso. É uma vileza infame».

Aos 78 anos, Cavalli, um especialista em câncer, é um homem muito ocupado. Entre outras coisas, ele é o presidente da Medicuba Europe, uma ONG suíça com seções em 14 países europeus, que fornece assistência médica à ilha socialista.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6414" alt="abajo bloqueo" src="/files/2021/04/abajo-bloqueo.jpg" width="300" height="251" />Em algum momento da conversa telefônica, Franco Cavalli fica indignado. Mesmo muito indignado. O ex-parlamentar do Partido Socialista Suíço no cantão do Ticino, e chefe da facção, diz: «É uma vileza. Não é mais do que isso. É uma vileza infame».</p>
<p>Aos 78 anos, Cavalli, um especialista em câncer, é um homem muito ocupado. Entre outras coisas, ele é o presidente da Medicuba Europe, uma ONG suíça com seções em 14 países europeus, que fornece assistência médica à ilha socialista. A Medicuba comprou recentemente antibióticos de uma pequena empresa farmacêutica no oeste da Suíça para enviar ao Caribe.</p>
<p>A empresa possui uma conta no banco UBS. Quando a Medicuba quis pagar suas compras por transferência, o banco devolveu o dinheiro, chamando a atenção para o bloqueio norte-americano.</p>
<p>Obviamente, a instituição teme represálias do outro lado do Atlântico. Esta é uma transferência da conta suíça da Medicuba para outra conta suíça. O dinheiro não vai para Cuba nem para os Estados Unidos. Para rejeitar o pedido de transferência, é óbvio que a palavra Cuba aparece no nome da organização. Mesmo quando Cavalli propõe fazer a transferência de sua conta pessoal, o banco a rejeita.</p>
<p>O médico aposentado Raffaele Malinverni é membro da Presidência da Medicuba Suíça. «Às vezes, uma agência de um banco devolve certa quantia, enquanto outra agência do mesmo banco aceita o dinheiro sem qualquer objeção», diz. Afirma que as reações dos bancos são imprevisíveis, mas quem mais fala não são os dois grandes bancos suíços Credit Suisse e UBS, o Basler Antonalbank e sua subsidiária Cler, bem como de vez em quando outros bancos cantonais.</p>
<p>Doações também são rejeitadas. Às vezes, os bancos também se recusam a transferir contribuições financeiras de membros e doações para a organização. Roland Wüest, coordenador da Medicuba, escreve a nosso pedido: «De forma alguma nos são comunicadas todas as recusas que acontecem. Em termos gerais, eu diria que dez pagamentos são afetados por mês. Isso significa 15% de todas as transferências que eles nos enviam».</p>
<p>No caso dos antibióticos, a empresa farmacêutica do oeste da Suíça foi forçada a abrir uma conta no Postfinance, apenas para receber o valor devido. Malinverni afirma: «Sempre se encontra uma solução, mas cada vez é preciso muito tempo e muitos nervos».<br />
Uma regata contra o bloqueio inundou o litoral de Havana neste domingo. Foto: Heydy Margarita Montes de Oca Alvarez.</p>
<p>Medicuba, uma organização humanitária fundada em 1992, tem quatro funcionários e cerca de um terço de seu orçamento de 800.000 francos suíços é assumido pela Diretoria de Desenvolvimento e Colaboração (Deza). Em Cuba, a organização cuida de crianças autistas, está presente na prevenção da AIDS, realiza cirurgias minimamente invasivas em pacientes com câncer e oferece aperfeiçoamento profissional a médicos intensivistas cubanos na Suíça.</p>
<p>Malinverni explica que «cada vez que protestamos a um banco sobre as transferências negadas, eles nos dizem que nosso compromisso humanitário é maravilhoso, mas que as coisas são como estão&#8230;». Quando insistimos, as respostas são semelhantes. A palavra mágica em todos os casos é &#8220;risco de perder a reputação&#8221;».</p>
<p>«O UBS monitora as atividades empresariais na esfera do serviço de pagamento com muita precisão e apura os possíveis riscos relacionados a um pagamento, antes que recebam a aprovação», escreve a seção de imprensa do grande banco.</p>
<p>O Basler Kantonalbank justifica-se que os bancos devem ter em consideração, em sua atividade comercial, os riscos relacionados com os serviços transfronteiriços, especialmente as sanções estrangeiras.</p>
<p>Em janeiro, a Medicuba enviou queixa à Finma, reguladora do mercado financeiro. Nela se faz uma lista dos vários casos de transferências negadas e se exige «ação apropriada» contra os bancos envolvidos.</p>
<p>Finma argumentou que «as instituições financeiras devem analisar, minimizar e controlar adequadamente os riscos legais e de reputação que podem surgir do direito estrangeiro. O tipo de medidas com as quais os bancos atuam nesses casos é, inteiramente, da sua conta».</p>
<p>Além disso, a Medicuba contratou o escritório de advocacia Robert L. Muse, com sede em Washington, para emitir um parecer jurídico; nosso jornal tem uma cópia dele. Conclui que as transferências bancárias para a entidade nunca violam o bloqueio norte-americano, por diferentes motivos: a Medicuba é uma organização humanitária, tem sede fora dos Estados Unidos, os repasses não são feitos em dólares e não vão parar nem parar nem aos Estados Unidos nem a Cuba. E nem cidadãos norte-americanos trabalham na presidência da organização.</p>
<p>O advogado Willi Egloff, que representa legalmente a Medicuba, considera ilegal a prática dos bancos suíços, pelo menos no caso dos bancos cantonais. «Estas são instituições de direito público. Ao negar um serviço a um cidadão suíço, eles estão violando a proibição de ação arbitrária», diz Egloff. Mas eles não vão entrar em processos legais. Afirma que a Medicuba tem coisas mais nobres para gastar seu dinheiro do que em processos judiciais.</p>
<p>Franco Cavalli acredita que os bancos suíços têm tanto medo dos Estados Unidos porque, anteriormente, eles ajudaram sem hesitação os fraudadores de impostos norte-americanos a fazerem seus negócios sujos&#8230; algo como um produto de hipercompensação de sua consciência pesada, às custas do dever.</p>
<p>Algo notável aconteceu recentemente na Comissão das Relações Exteriores do Conselho Federal. A maioria aprovou um postulado que conclama o Conselho Federal a se pronunciar a favor de um alívio do bloqueio norte-americano e por um serviço de pagamento uniforme entre a Suíça e Cuba. No início de março, o Conselho Federal encaminhou o assunto graças à aprovação da esquerda e, surpreendentemente, também do Partido Liberal.</p>
<p>Decisivo a este respeito foi o parlamentar federal Hans-Peter Portmann, presidente do Grupo Parlamentar Suíço-Cuba e grande amante da Ilha. Apesar de todas as suas críticas e divergências políticas com o sistema cubano, Portmann está convencido de que, ainda hoje a população cubana elegeria o Partido Comunista.</p>
<p>Franco Cavalli duvida que o Conselho Federal ou os bancos vão se impressionar com a decisão parlamentar. Afinal, um postulado não é muito mais do que um desejo devoto.</p>
<p>Nota do Granma: O Conselho Nacional (Câmara Baixa) do Parlamento Suíço endossou em 9 de março o papel ativo da Suíça para acabar com o bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos a Cuba, ao aprovar, por 98 votos, um postulado nesse sentido, proposto pela Comissão de Política Externa.</p>
<p>* Artigo publicado no jornal alemão Berner Zeitung. (Tradução do alemão: Orestes Sandoval López).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/04/26/por-medo-dos-eua-os-bancos-suicos-quando-ouvem-cuba-interrompem-as-transferencias/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A outra festa do trabalhador cubano</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/04/23/outra-festa-do-trabalhador-cubano/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/04/23/outra-festa-do-trabalhador-cubano/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2021 15:09:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bloqueio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Protestos]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=6411</guid>
		<description><![CDATA[Que neste 1º de Maio nós cubanos fiquemos de novo, dentro de casa, com a mesma vontade de desfilar como em 2020, não significa de forma alguma que renunciemos «ruidosamente» à celebração do Dia Internacional do Trabalhador, uma celebração universal de mais de um século de a vida, que em Cuba se traduz como o espetáculo mais massivo do ano, como um espaço privilegiado para compartilhar com a família e o ambiente de trabalho.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6412" alt="primero de mayo cartel" src="/files/2021/04/primero-de-mayo-cartel.jpg" width="300" height="250" />Que neste 1º de Maio nós cubanos fiquemos de novo, dentro de casa, com a mesma vontade de desfilar como em 2020, não significa de forma alguma que renunciemos «ruidosamente» à celebração do Dia Internacional do Trabalhador, uma celebração universal de mais de um século de a vida, que em Cuba se traduz como o espetáculo mais massivo do ano, como um espaço privilegiado para compartilhar com a família e o ambiente de trabalho.</p>
<p>As transformações no cenário econômico — a aprovação de medidas que têm como fim dar maior autonomia à empresa estatal socialista, aplicação de uma nova política de melhoria do setor não estatal, implementação do Tarefa Ordenação, com a consequente reforma salarial, e as recentes decisões a favor do setor agrícola, para citar apenas algumas, estimulam novas oportunidades para o desenvolvimento das forças produtivas.</p>
<p>Diante da impossibilidade de encher as praças e de drenar a sede acumulada de reencontro e festa, a Central dos Trabalhadores de Cuba (CTC) convocou a uma festa virtual que nasce de cada casa e de cada local de trabalho, que transborda de originalidade e ratifica o apoio à nossa Revolução.</p>
<p>São muitos os motivos para comemorar: o país continua resistindo ao ataque do obsessivo bloqueio econômico, comercial e financeiro do Governo dos Estados Unidos, intensificado com o governo Donald Trump, que aplicou 242 medidas de asfixia — nenhuma revogada até hoje — e os efeitos da pandemia COVID-19, que enfraqueceu até as economias mais poderosas.</p>
<p>Tal combinação de adversidades, aparentemente impossíveis de neutralizar para qualquer Estado do mundo, especialmente para uma pequena Ilha sem o benefício de grandes recursos naturais, obviamente teve impacto no desenvolvimento do país, limitou suas capacidades financeiras, com efeitos sobre a escassez de oferta no mercado interno, na subida dos preços e na diminuição do poder aquisitivo dos salários, bem como na paralisação ou intermitência dos processos produtivos do setor industrial, como reconheceu a convocação da própria CTC, a respeito a celebração proletária.</p>
<p>Diante de um cenário tão realista quanto desafiador, os comunistas cubanos acabam de realizar o 8º Congresso do Partido, um encontro transcendental na continuidade do processo de transferência das principais responsabilidades da organização política e do país para os pinheiros novos, uma geração que cresceu admirando os mesmos guerreiros da Serra que agora continuam «com o pé no estribo», pela profundidade dos debates, por suas abordagens críticas e autocríticas, pelos caminhos que ensinou e pelos muros que desabou.</p>
<p>Um desses caminhos, o da inovação e da soberania, o do fortalecimento das forças e reservas internas, o de aprender a fazer o que nos falta com as próprias mãos — talvez um mandato de Fidel e Raúl que ainda temos pendente — é o que os trabalhadores da Saúde e da Ciência têm vivido, neste contraponto para a vida, tão necessário e crioulo como o do fumo e do açúcar, de que, há 80 anos, falou Dom Fernando Ortiz.</p>
<p><strong>(Source: Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/04/23/outra-festa-do-trabalhador-cubano/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Casa Branca exclui mudança de atitude de Washington para Cuba</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/03/10/casa-branca-exclui-mudanca-de-atitude-de-washington-para-cuba/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/03/10/casa-branca-exclui-mudanca-de-atitude-de-washington-para-cuba/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2021 17:09:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Biden]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=6357</guid>
		<description><![CDATA[A porta-voz da Casa Branca Jen Psaki disse na terça-feira, 9 de março que Washington não planeja modificar suas restrições a Havana em curto prazo, observando que «uma mudança de política em relação a Cuba não está atualmente entre as principais prioridades do presidente Biden, mas estamos comprometidos em tornar os direitos humanos uma prioridade da política dos EUA».]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6360" alt="biden" src="/files/2021/03/biden.jpg" width="300" height="250" />A porta-voz da Casa Branca Jen Psaki disse na terça-feira, 9 de março que Washington não planeja modificar suas restrições a Havana em curto prazo, observando que «uma mudança de política em relação a Cuba não está atualmente entre as principais prioridades do presidente Biden, mas estamos comprometidos em tornar os direitos humanos uma prioridade da política dos EUA».</p>
<p>As declarações de Psaki foram feitas uma semana depois que um grupo de 80 congressistas democratas enviou uma carta a Joe Biden, solicitando uma mudança nas políticas e restrições cruéis impostas por Washington à Ilha durante o governo de Donald Trump.</p>
<p>Durante sua campanha, Biden garantiu que suspenderia algumas das restrições de viagens e comércio entre os dois países e que renovaria as negociações diplomáticas. No entanto, isso pode encontrar a rejeição de setores fortes no Congresso.</p>
<p>Os congressistas democratas insistem em termos humanitários e econômicos, e apontam que as ordens executivas implementadas pela administração Trump apertaram as sanções a níveis não vistos em décadas, segundo afirma a agência Europa Press.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/03/10/casa-branca-exclui-mudanca-de-atitude-de-washington-para-cuba/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cuba não esquece esse fato</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/03/05/cuba-nao-esquece-esse-fato/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/03/05/cuba-nao-esquece-esse-fato/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 15:50:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Sabotagem]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=6335</guid>
		<description><![CDATA[Em 4 de março de 1961, na cerimônia de comemoração do primeiro aniversário da sabotagem do navio francês La Coubre, o comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz disse: «Quando o navio La Coubre explodiu, com aquele resultado desanimador de trabalhadores e soldados destruídos pela sabotagem criminosa, nossos inimigos estavam nos avisando do preço que estavam dispostos a nos cobrar; mas também nos ensinavam que, por mais caro que fosse o preço que nos obrigassem a pagar pela Revolução, o preço que forçariam nosso povo a pagar por querer fazer uma Revolução seria muito mais]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6336" alt="La coubre" src="/files/2021/03/La-coubre.jpg" width="300" height="250" />Em memória das centenas de mortos, mutilados e órfãos deixados pela detonação de explosivos no vapor francês La Coubre, naquela sexta-feira de março de 1960, as autoridades do Partido e do Governo de Havana reuniram-se nas Docas de La Coubre, para homenagear as vítimas.</p>
<p>Em 4 de março de 1961, na cerimônia de comemoração do primeiro aniversário da sabotagem do navio francês La Coubre, o comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz disse: «Quando o navio La Coubre explodiu, com aquele resultado desanimador de trabalhadores e soldados destruídos pela sabotagem criminosa, nossos inimigos estavam nos avisando do preço que estavam dispostos a nos cobrar; mas também nos ensinavam que, por mais caro que fosse o preço que nos obrigassem a pagar pela Revolução, o preço que forçariam nosso povo a pagar por querer fazer uma Revolução seria muito mais caro».</p>
<p>Em memória das centenas de mortos, mutilados e órfãos deixados pela detonação de explosivos naquela sexta-feira de março de 1960, na manhã de 4 de março, as autoridades do Partido e do Governo de Havana se reuniram nas docas de La Coubre, para homenagear as vítimas.</p>
<p>Na placa com os nomes dos assassinados no infame ato terrorista gravada a preto e branco foram depositadas cinco oferendas de flores em homenagem às vítimas, em nome de Raúl Castro Ruz, primeiro secretário do Comitê Central do Partido; Miguel Díaz-Canel Bermúdez, presidente da República; do Conselho de Estado; do Conselho de Ministros e do Grupo Empresarial de Transporte Marítimo Portuário.</p>
<p>Estiveram presentes ao evento Luis Antonio Torres Iríbar, primeiro secretário do Comitê Provincial do Partido em Havana; Reinaldo García Zapata, governador de Havana, e uma representação do Partido e do Governo da capital, bem como familiares das vítimas daquele 4 de março.</p>
<p>A companheira Tamara Pláceres Pérez, primeira secretária do Comitê Municipal do Partido em Havana Velha, lembrou, ao pronunciar as palavras centrais do encontro, como a partir do mesmo ano de 1959, o governo dos Estados Unidos fez todo o possível para impedir que a nascente Revolução adquirisse armas para se defender contra as ameaças inimigas.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/03/05/cuba-nao-esquece-esse-fato/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A pátria é cantada com um coração puro</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/02/19/patria-e-cantada-com-um-coracao-puro/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/02/19/patria-e-cantada-com-um-coracao-puro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2021 21:42:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[pátria]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Soberania]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Subversão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=6310</guid>
		<description><![CDATA[A criação artística que não tem bandeira própria nasce órfã da «alma» e do sentido; que se consolida no ressentimento alheio; e que busca, como única finalidade, tentar contaminar o pensamento com a manipulação, na conveniência, da história de um povo e de sua cultura. Este tipo de criação não é excitante, nem contagiante, nem convidativa. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6311" alt="Cuba pueblo artistas" src="/files/2021/02/Cuba-pueblo-artistas.jpg" width="300" height="250" />A «arte» que nasce à mercê da vontade de quem paga – a todo custo e a todo custo – cheira a enxofre para tentar romper, da mais grosseira interferência política, à soberania de uma nação.</p>
<p>A criação artística que não tem bandeira própria nasce órfã da «alma» e do sentido; que se consolida no ressentimento alheio; e que busca, como única finalidade, tentar contaminar o pensamento com a manipulação, na conveniência, da história de um povo e de sua cultura.</p>
<p>Este tipo de criação não é excitante, nem contagiante, nem convidativa. Mal encontra eco na contrarrevolução desgastada, que, dentro e fora desta ilha, orquestra campanhas de pressão e uso da arte para fins políticos.</p>
<p>Pobres de espírito aqueles que condicionam seu trabalho, seu talento e sua carreira a tais ansiedades mesquinhas, de cujas malformações mais recentes surgiu o videoclipe erroneamente denominado Patria y vida, que nas vozes de Yotuel Romero, Descemer Bueno, Maykel Osorbo e El Funky e a dupla Gente de Zona, promovem a reescrita de quem somos.</p>
<p>«É assim que se canta à pátria: vivo num país livre / que só pode ser livre / nesta terra, neste momento / e estou feliz porque sou um gigante&#8230;», disse o nosso presidente Miguel Díaz-Canel em sua conta no Twitter, e nada mais era necessário para ratificar a certeza de que os conceitos genuínos de pátria e liberdade em Cuba são os que defendemos há mais de 60 anos sob o legado eterno de Fidel.</p>
<p>No final do seu tweet com outro fragmento da música Pequeña serenata diurna, do trovador Silvio Rodríguez: «&#8230;sou feliz, sou um homem feliz / e quero que me perdoem / por este dia, os mortos da minha felicidade », Díaz-Canel reafirmou as essências da música que realmente nos identificam e nos orgulham como cubanos.</p>
<p>Aquela outra música, que se turva facilmente, que tenta fragmentar raízes, e que nomeia Che Guevara e José Martí sem honra, aqui não é música.</p>
<p>Já o salientou o Apóstolo, que continua alertando a partir da validade da sua palavra escrita: «O disfarce abominável e a laje funerária são os sorrisos e os pensamentos de quem vive sem Pátria, ou se se vê um pedaço dela nas garras do inimigo».</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/02/19/patria-e-cantada-com-um-coracao-puro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Martí no orgulho de sua bandeira, que nunca foi mercenária</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/02/19/marti-no-orgulho-de-sua-bandeira-que-nunca-foi-mercenaria/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/02/19/marti-no-orgulho-de-sua-bandeira-que-nunca-foi-mercenaria/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2021 21:34:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[José Martí]]></category>
		<category><![CDATA[pátria]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Soberania]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Subversão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=6308</guid>
		<description><![CDATA[«Ele escreve de maneira mais brilhante do que qualquer pessoa na Espanha ou na América» Com apenas um traço, Rubén Darío reconheceu em nosso Apóstolo aquele talento que desencadeou, ao mesmo tempo, admiração, inveja e medo, porque a literatura transbordava; «Martí fotografa e esculpe na língua, pinta ou define a ideia, seu pensamento é um relâmpago; sua palavra um tímpano ou uma folha de prata ou um estrondo».]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6309" alt="Marti" src="/files/2021/02/Marti.jpg" width="300" height="252" />«Ele escreve de maneira mais brilhante do que qualquer pessoa na Espanha ou na América» Com apenas um traço, Rubén Darío reconheceu em nosso Apóstolo aquele talento que desencadeou, ao mesmo tempo, admiração, inveja e medo, porque a literatura transbordava; «Martí fotografa e esculpe na língua, pinta ou define a ideia, seu pensamento é um relâmpago; sua palavra um tímpano ou uma folha de prata ou um estrondo».</p>
<p>Nem mesmo seus inimigos puderam negar aqueles dons do cubano que perambulava por Nova York e outras cidades do império nascente, do coração brutal e dos apetites anexionistas.</p>
<p>Puros, requintados, cobiçados, sinceros como ele, sua obra intelectual e sua arte nunca estiveram à venda, foram inestimáveis, de qualquer forma ajudaram a sustentar a estadia dele naquela cidade para onde fora por motivos patrióticos, e viveu 15 anos ao custo dos sacrifícios pessoais: «Tive que viver, tive que trabalhar, então, eram aquelas cachoeiras literárias», destacou o próprio Rubén Darío.</p>
<p>Poderia ter curtido, se tivesse proposto, uma vida de conforto e ouropel, para sustentá-la tinha muita capacidade intelectual e gênio criativo, mas em sua ética e fidelidade ao país, o oportunismo não tinha espaço; o sonho de sua Ilha o obcecava; «o dever de um homem está ali, onde é mais útil»</p>
<p>Alentou, esclareceu, desmantelou compromissos, enfrentou anexações abertas e disfarçadas, alicerçou a unidade; «despendi todas as minhas forças para unir o nosso povo, (&#8230;) para salvar a Revolução da única coisa que a ameaça: a traição», confessou em uma carta ao General Máximo Gómez.</p>
<p>José Martí plantou sementes que depois germinaram fortemente em Fidel, Raúl e os jovens da Geração do Centenário, nos Cinco Heróis e em tantos cubanos que, sem alarde ou hipocrisia, a partir da autêntica arte, da ciência ou do campo, exaltam o orgulho de uma bandeira «que nunca foi – nem será – mercenária».</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/02/19/marti-no-orgulho-de-sua-bandeira-que-nunca-foi-mercenaria/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Relatório revela a arbitrariedade de Trump em relação a supostos «ataques sônicos» em Havana</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/02/12/relatorio-revela-arbitrariedade-de-trump-em-relacao-supostos-ataques-sonicos-em-havana/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/02/12/relatorio-revela-arbitrariedade-de-trump-em-relacao-supostos-ataques-sonicos-em-havana/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Feb 2021 00:38:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=6282</guid>
		<description><![CDATA[Um relatório secreto do Departamento de Estado dos Estados Unidos indica que a decisão do governo Trump de desativar os serviços da embaixada daquele país em Havana, em face dos supostos «ataques sônicos» perpetrados contra seus diplomatas, foi uma «resposta» política atormentada por péssima gestão, falta de coordenação e não cumprimento de procedimentos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6283" alt="cartel Trump" src="/files/2021/02/cartel-Trump.jpg" width="300" height="257" />Um relatório secreto do Departamento de Estado dos Estados Unidos indica que a decisão do governo Trump de desativar os serviços da embaixada daquele país em Havana, em face dos supostos «ataques sônicos» perpetrados contra seus diplomatas, foi uma «resposta» política atormentada por péssima gestão, falta de coordenação e não cumprimento de procedimentos.</p>
<p>O documento, divulgado a pedido do Arquivo de Segurança Nacional dos Estados Unidos, mostra que o ex-presidente tomou a medida sem ter nenhuma prova de que Cuba estava por trás dos misteriosos problemas de saúde que afetaram seus funcionários.</p>
<p>A esse respeito, a vice-diretora-geral da Direção para os Estados Unidos, do ministério das Relações Exteriores de Cuba, Johana Tablada, escreveu no Twitter: «Depois de quatro anos de denúncias, o Governo dos Estados Unidos não conseguiu demonstrar que algo aconteceu em Cuba, muito menos que tais ataques tenham ocorrido».</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/02/12/relatorio-revela-arbitrariedade-de-trump-em-relacao-supostos-ataques-sonicos-em-havana/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Milhões por uma democracia Made in USA</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/02/08/milhoes-por-uma-democracia-made-usa/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/02/08/milhoes-por-uma-democracia-made-usa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2021 16:15:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bloqueio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Subversão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=6258</guid>
		<description><![CDATA[Embora nunca tenha produzido os frutos que seus promotores esperam, a subversão contra Cuba continua sendo um negócio lucrativo que movimenta milhões de dólares. Disfarçado de múltiplas formas, por meio de agências, empresas e organizações que quase nunca são transparentes na gestão de seus recursos, o patrocínio de ações que buscam derrubar a Revolução ultrapassou os US$ 249,5 milhões nas últimas duas décadas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6259" alt="USAIN NED" src="/files/2021/02/USAIN-NED.jpg" width="300" height="250" />Embora nunca tenha produzido os frutos que seus promotores esperam, a subversão contra Cuba continua sendo um negócio lucrativo que movimenta milhões de dólares.</p>
<p>Disfarçado de múltiplas formas, por meio de agências, empresas e organizações que quase nunca são transparentes na gestão de seus recursos, o patrocínio de ações que buscam derrubar a Revolução ultrapassou os US$ 249,5 milhões nas últimas duas décadas.</p>
<p>É o que afirma o site Cuba Money Project, dedicado à cobertura de histórias sobre os programas e projetos do Governo dos Estados Unidos relacionados com a Ilha.</p>
<p>Só em 2020, um relatório baseado nas informações públicas que agências como a Usaid administram em seus portais digitais estimam em US$ 2,5 milhões o montante para financiar iniciativas subversivas.</p>
<p>Trata-se apenas de uma quantia parcial, pois «alguns programas são tão secretos que os destinatários dos fundos nunca são revelados&#8221;, explica o jornalista Tracey Eaton, em um artigo para o Cuba Money Project, intitulado O Negócio da Democracia em Cuba está crescendo.</p>
<p>A Eaton garante que pelo menos 54 grupos operaram programas na Ilha com dinheiro da Usaid ou da NED desde 2017, coincidindo com a chegada de Donald Trump à presidência.</p>
<p>«Uma extensa rede de grupos financiados pelo Governo dos Estados Unidos envia dinheiro a milhares de ativistas da &#8216;democracia&#8217; cubanos, jornalistas e dissidentes todos os anos», disse.</p>
<p>Recentemente, após a provocação perante o ministério da Cultura, um repórter do site ADN Cuba – um dos meios de comunicação administrados do exterior, que distorce a realidade do país – reconheceu em um vídeo que circulou nas redes, tendo recebido entre US$ 150 e US$ 200 para cobrir o evento.</p>
<p>Outras publicações com agenda anticubana, sob o lema de um suposto jornalismo «independente», também admitiram seus vínculos com agências norte-americanas.</p>
<p>Esta, no entanto, é apenas a face visível de um negócio extremamente solvente, já que o Departamento de Estado, a Usaid e a NED relatam ter empreiteiros «não divulgados», aos quais uma parte dos fundos também é destinada para uma mudança no sistema político em nosso país.</p>
<p>É impossível saber quanto do dinheiro norte-americano vai para Cuba e quantas pessoas recebem, acaba dizendo Eaton. O que está muito claro é que os milhões investidos não têm sido suficientes para que o império ponha de joelhos um povo decidido a defender sua soberania a qualquer custo.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/02/08/milhoes-por-uma-democracia-made-usa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
