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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Escolas</title>
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		<title>Venezuela apoia a educação intercultural bilingüe</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Sep 2018 18:40:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[A nível mundial comemora-se hoje o Dia Internacional da Educação Intercultural Bilingüe, iniciativa que reconhece os dialetos e identidades dos povos indígenas, da qual o Governo da Venezuela é pioneiro em seu desenvolvimento. Depois da aprovação da Constituição da República Bolivariana da Venezuela em 1999, auspiciada pelo comandante Hugo Chávez, admitiu-se o direito das comunidades originárias a sua identidade, língua e manifestações culturais próprias.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5215" alt="Educacion-Venezuela" src="/files/2018/09/Educacion-Venezuela.jpg" width="300" height="252" />A nível mundial comemora-se hoje o Dia Internacional da Educação Intercultural Bilingüe, iniciativa que reconhece os dialetos e identidades dos povos indígenas, da qual o Governo da Venezuela é pioneiro em seu desenvolvimento.</p>
<p>Depois da aprovação da Constituição da República Bolivariana da Venezuela em 1999, auspiciada pelo comandante Hugo Chávez, admitiu-se o direito das comunidades originárias a sua identidade, língua e manifestações culturais próprias.</p>
<p>Para os anos 70 o projeto de educação intercultural bilingüe teve muitas críticas como pretendia-se catequizar às populações indígenas, sobre as quais se procurou impor o modelo cultural predominante na região.</p>
<p>Gradualmente, introduziram-se mudanças na aplicação deste conceito dentro da educação pública venezuelana.</p>
<p>De ali que a nação sul-americana se converteu em pioneira nesta matéria, ao oferecer espaços para a formação em seus próprios idiomas nas comunidades das 44 etnias indígenas que cohabitan em solo bolivariano.</p>
<p>A educação intercultural bilingüe permite manter viva a língua e as culturas ancestrais e por sua vez ajuda a que os meninos adquiram maiores conhecimentos por tomar como ponto de partida as essências do idioma que melhor compreendem.</p>
<p>O Ministério da Educação venezuelano potencializa o programa de educação intercultural bilingüe e para isso profissionaliza os docentes e desenvolve a pertinência cultural da escola no contexto indígena.</p>
<p>A política governamental venezuelana para o setor educacional indígena é apoiada pelo Fundo das Nações Unidas para a infância (Unicef), que incide diretamente nos estados de Zulia e Amazonas onde se concentram as maiores comunidades originárias.</p>
<p>O acompanhamento do organismo internacional compreende diferentes níveis educativos, e parte da educação indígena própria, que milenarmente permitiu a transmissão da cultura por gerações.<br />
<strong><br />
(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Por que ocorrem tantos tiroteios nas escolas dos Estados Unidos?</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Mar 2018 00:30:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Armas]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Shooting]]></category>
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		<description><![CDATA[APESAR da elevada frequência de tiroteios em massa, em locais públicos dos Estados Unidos, ataques como o de 14 de fevereiro, em uma escola secundária da Flórida, que causou a morte de 17 pessoas e feridas a outras 20, continuam causando estupor perante o nível de violência registrado e o fácil acesso às armas dos perpetradores.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4833" alt="EEUU tiroteos escuelas" src="/files/2018/03/EEUU-tiroteos-escuelas.jpg" width="300" height="241" />APESAR da elevada frequência de tiroteios em massa, em locais públicos dos Estados Unidos, ataques como o de 14 de fevereiro, em uma escola secundária da Flórida, que causou a morte de 17 pessoas e feridas a outras 20, continuam causando estupor perante o nível de violência registrado e o fácil acesso às armas dos perpetradores.</p>
<p>Vários órgãos da mídia e personalidades norte-americanas amanheceram com a pergunta de por quê ocorrem tantos episódios deste tipo em seu país, cujos índices não têm comparação com o resto das nações desenvolvidas.</p>
<p>«Pensamos nos Estados Unidos como um país excepcional. Somos é, somos a exceção da regra de que os tiroteios em massa não ocorrem em escolas, igrejas, concertos e outros locais públicos, com uma alarmante regularidade», escreveu em sua conta de Twitter a congressista Elizabeth Esty.</p>
<p>De acordo com o Gabinete da ONU contra as Drogas e o Delito, os Estados Unidos registram uma taxa de homicídios de 4,88 mortos em cada 100 mil cidadãos, muito mais alta que a de nações ricas como a Áustria (0,51) ou os Países Baixos (0,61), mas também superior a outras mais pobres como a Albânia (2,28), Bangladesh (2,51) e o Chile (3,59).</p>
<p>Ao anterior se adiciona o fenômeno dos ataques em massa, que ocorrem nos Estados Unidos a um ritmo sem referentes em nível internacional, em zonas que não enfrentam conflitos bélicos.</p>
<p>O QUE NOS DIZ O ÚTIMO TIROTEIO NA FLÓRIDA?</p>
<p>Os lamentáveis acontecimentos de 14 de fevereiro na escola secundária Stoneman Douglas, da cidade de Parkland, Flórida, mostram a tendência destas manifestações de violência na sociedade estadunidense.</p>
<p>Diferentemente daquilo que se poderia pensar, os tiroteios em massa não ocorrem sempre em zonas violentas, mas abalam comunidades aprazíveis como Parkland, classificada pela pesquisa anual da Safest Cities como a 15ª cidade mais segura do país.</p>
<p>Outra coincidência é o perfil psicológico do atacante. Tal como Adam Lanza, que matou 26 pessoas, em dezembro de 2012, na escola primária Sandy Hook, o autor da chacina do dia 14 era um jovem transtornado, com problemas psiquiátricos e um histórico de violência.</p>
<p>Desde a década de 1970, os Estados Unidos foram fechando a maioria de seus hospitais psiquiátricos, trespassando o problema aos cárceres. Igualmente, milhares de pes-soas sofrem transtornos mentais sem o necessário atendimento especializado, que não é coberto, na maioria dos casos, pela previdência social.</p>
<p>Nikolas Cruz, o principal suspeito da troca de tiros na Flórida, tem 19 anos e é um ex-aluno de Stoneman Douglas, expulso por «razões disciplinares». Recentemente, seus pais adotivos morreram e se encontrava em um período de instabilidade emocional, de acordo com as investigações preliminares.</p>
<p>Era qualificado por seus conhecidos como «um garoto problemático», «solitário» e «doido pelas armas».</p>
<p>Segundo depoimentos dos professores da escola, eles tinham recebido indicações de observar os movimentos do garoto e não permitir sua entrada na escola com uma mochila.</p>
<p>Nas contas das redes sociais de Cruz, apagadas depois do atentado, podiam observar-se fotos dele levando armas brancas, espingardas e revólveres. Jillian Davis, estudante e ex-colega de Cruz, disse que ele falava muito sobre revólveres e facas, mas ninguém o levava a sério.</p>
<p>Até agora, a teoria que se maneja é que o atacante ativou o alarme de incêndio da escola e disparou contra a multidão que iniciava a evacuação.</p>
<p>Quando escutaram os disparos, muitos professores e alunos perceberam que algo estranho acontecia e se refugiaram nas salas de aulas e armários por mais de 40 minutos, até o momento em que foram resgatados pela polícia.</p>
<p>Já foram divulgadas histórias de heroísmo por parte de alguns docentes, como o treinador de futebol americano, Aaron Feis, que teria sido ferido de morte, ao interpor-se entre os disparos e uma aluna da escola que sobreviveu ao ataque.</p>
<p>ARMAS LETAIS</p>
<p>As autoridades que investigam o fato asseguraram que, no momento da detenção, Cruz levava um fuzil de assalto do tipo AR-15 e «inúmeros carregadores».</p>
<p>A facilidade com que um possível atacante pode adquirir uma arma de fogo, inclusive de categoria militar, é outra característica que eleva o saldo de vítimas neste tipo de acontecimentos.</p>
<p>No caso de Cruz, tratava-se de uma pessoa com histórico de violência e um perfil nas redes sociais o bastante conflituoso, o que torna ainda mais preocupante o fato de que tenha conseguido adquirir o armamento de forma legal.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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