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	<title>Cubadebate (Português) &#187; embargo econômico</title>
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		<title>Cuba denuncia na ONU recrudescimento do bloqueio dos EUA</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2015 23:12:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cuba denunciou aqui que apesar do novo cenário nas relações entre a ilha e Estados Unidos, se mantém o recrudescimento do bloqueio em sua dimensão financeira e extraterritorial.
Isso se evidencia na imposição de multas milionárias contra bancos e instituições financeiras, como resultado da perseguição das transações financeiras internacionais cubanas, ressaltou Anayansi Rodríguez, representante permanente da nação caribenha ante a sede da ONU nesta cidade.
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-3940" alt="Cuba-bloqueo" src="/files/2015/09/Cuba-bloqueo-300x233.jpg" width="300" height="233" />Cuba denunciou aqui que apesar do novo cenário nas relações entre a ilha e Estados Unidos, se mantém o recrudescimento do bloqueio em sua dimensão financeira e extraterritorial.</p>
<p>Isso se evidencia na imposição de multas milionárias contra bancos e instituições financeiras, como resultado da perseguição das transações financeiras internacionais cubanas, ressaltou Anayansi Rodríguez, representante permanente da nação caribenha ante a sede da ONU nesta cidade.</p>
<p>Ao intervir no painel sobre as medidas coercitivas unilaterais e os direitos humanos, enfatizou que &#8220;ao mesmo tempo em que reconhecemos a vontade expressada pelo presidente estadunidense Barack Obama, de trabalhar pela eliminação do bloqueio, reiteramos que muitas das limitações que impõe esta política contra Cuba poderiam desaparecer&#8221;.</p>
<p>Tal cenário seria possível se Obama aplicasse com determinação as amplas faculdades executivas que tem para isso, ainda mais quando o desmantelamento total desta política requer uma decisão do congresso, destacou Rodríguez.</p>
<p>Sublinhou que o cerco contra Cuba jamais deveria existir e deve cessar de uma vez por todas. É o sistema de sanções unilaterais mais injusto, severo e prolongado que se aplicou contra um país. Continua sendo uma política absurda e moralmente insustentável, acrescentou.</p>
<p>Cuba, cujo povo tem sofrido por mais de 55 anos um bloqueio econômico, comercial e financeiro, conhece bem os danos e prejuízos que as medidas coercitivas unilaterais provocam. Somente o dano econômico pela tal disposição ascende a 833.755 bilhões de dólares, detalhou a diplomata.</p>
<p>Apontou que muitos têm sido os pronunciamentos nas Nações Unidas e em outros foros internacionais contrários ao bloqueio. Exemplo disso é o pronunciamento inequívoco realizado pelos chefes de Estado ou de Governo da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos nas cimeiras realizadas na Venezuela, Chile, Cuba e Costa Rica, entre os anos 2011 e 2015, recordou.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>É hora de mudar medidas contra Cuba, assinala o New York Times</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2015 19:49:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[As medidas aplicadas contra Cuba por diferentes governos estadunidenses permanecem congeladas no tempo e é hora de mudá-las, assinala hoje um editorial do jornal The New York Times.
O artigo da junta editorial do Times, "Crescente impulso para por fim a embargo contra Cuba" (Growing Momentum to Repeal Cuban Embargo), propõe que, durante décadas, os presidentes e os legisladores estadunidenses endureceram e, às vezes, afrouxaram o bloqueio.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3886" alt="nyt" src="/files/2015/08/nyt.jpg" width="300" height="170" />As medidas aplicadas contra Cuba por diferentes governos estadunidenses permanecem congeladas no tempo e é hora de mudá-las, assinala hoje um editorial do jornal The New York Times.</p>
<p>O artigo da junta editorial do Times, &#8220;Crescente impulso para por fim a embargo contra Cuba&#8221; (Growing Momentum to Repeal Cuban Embargo), propõe que, durante décadas, os presidentes e os legisladores estadunidenses endureceram e, às vezes, afrouxaram o bloqueio.</p>
<p>No entanto, sustenta, as leis e regulamentos promulgados em uma frustrada tentativa de mudar o curso da história dos cubanos através de meios coercitivos permanecem em grande parte congeladas no tempo.</p>
<p>Sublinha que com a restauração de relações diplomáticas entre ambos países, uma maioria significativa de estadunidenses e a imensa maioria dos cubanos querem o fim do bloqueio. É hora do Congresso ajudar a mudar a política para Cuba, acentua o artigo.</p>
<p>Comenta a respeito que um número crescente de legisladores de ambos partidos deram passos prometedores nessa direção nas últimas semanas.</p>
<p>Nesse sentido, Tom Emmer, republicano de Minnesota; e Kathy Castor, democrata da Flórida, apresentaram um projeto de lei na Câmara de Representantes na semana passada para que se anule o bloqueio.</p>
<p>O The New York Times destaca que no início do mês passado o Comitê de Atribuições do Senado aprovou uma emenda que permitiria aos cidadãos estadunidenses viajar a Cuba e outros alívios ao comércio.</p>
<p>Manifesta que apesar das ações executivas da administração do presidente Barack Obama, Cuba enfrenta as mais rígidas sanções estadunidenses e é o único país do mundo ao qual os cidadãos estadunidenses estão proibidos de viajar como turistas.</p>
<p>Essa proibição de viagem põe companhias do setor, como a Marriott International, em uma desvantagem incalculável, segundo disse Arne Sorenson, diretor executivo da empresa, que recentemente visitou a ilha e pôde constatar que as empresas estadunidenses serão relegadas no mercado cubano frente a outras estrangeiras.</p>
<p>Ao criticar a negativa posição de legisladores cubano-americanos, o jornal chama outros parlamentares a considerar a dramática mudança na opinião pública estadunidense.</p>
<p>Nessa direção, cita uma pesquisa do Pew Research Center publicada 21 de julho, a qual mostrou que 72 por cento dos estadunidenses apoiam o fim do bloqueio contra Cuba, frente a 66 por cento em janeiro.</p>
<p>Além disso, é necessário que os democratas apoiem o esforço de Obama para normalizar as relações entre ambos países por uma margem mais ampla que os republicanos, ainda que o apoio entre estes últimos tenha aumentado.</p>
<p>A pesquisa apontou que 55 por cento dos republicanos conservadores favorecem o fim ao bloqueio, frente a 40 por cento em janeiro.</p>
<p>A pesquisa propôs que 34 por cento dos potenciais votantes latinos favoreceriam um candidato que dê continuidade à política de Obama, enquanto 14 por cento disse o contrário.</p>
<p>Entre os cubano-americanos, 40 por cento disseram que apoiariam um candidato que favorecesse a normalização das relações, enquanto 26 por cento se manifestaram contra.</p>
<p><strong>(Diario Granma)</strong></p>
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		<title>Um mundo melhor não é só possível mas também é imprescindível</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2015 22:10:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, Miguel Díaz-Canel, declarou em 11 de junho, na Cúpula dos Povos, que teve lugar na capital belga, que um mundo melhor não só é possível mas também é imprescindível para a sobrevivência da humanidade. Na Cúpula, Díaz-Canel transmitiu aos presentes a saudação solidária do líder histórico da Revolução, o comandante-em-chefe Fidel Castro, e também a do presidente cubano, general-de-exército Raúl Castro Ruz.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-3799 alignleft" alt="cumbre pueblos" src="/files/2015/06/cumbre-pueblos-300x300.jpg" width="300" height="300" />O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, Miguel Díaz-Canel, declarou em 11 de junho, na Cúpula dos Povos, que teve lugar na capital belga, que um mundo melhor não só é possível mas também é imprescindível para a sobrevivência da humanidade.</p>
<p>Na Cúpula, Díaz-Canel transmitiu aos presentes a saudação solidária do líder histórico da Revolução, o comandante-em-chefe Fidel Castro, e também a do presidente cubano, general-de-exército Raúl Castro Ruz.</p>
<p>Díaz-Canel sustentou, ainda, que na América Latina, depois de décadas de luta contra as tentativas de isolar a Revolução Cubana, se iniciaram novos caminhos de transformações em benefício dos povos.</p>
<p>Assinalou que a proclamação da América Latina e o Caribe como Zona de Paz reafirmou os princípios que devem reger entre nossos países e o direito indissolúvel a eleger o sistema político, econômico, social e cultural próprio como condição para assegurar a convivência pacífica.</p>
<p>A reunião coincidiu com a celebração na capital belga da 2ª Cúpula entre a Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) e a União Europeia (UE).</p>
<p>Em uma intervenção amplamente aplaudida, o dirigente reiterou, também, o apoio de seu país à Venezuela, Argentina, Equador, Porto Rico e reafirmou que os cubanos seguiremos reclamando o fim do criminal bloqueio econômico, comercial e financeiro contra nossa nação.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Alta representante da União Europeia recebeu primeiro vice-presidente cubano</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2015 22:21:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A alta representante da União Europeia (UE) para os Assuntos Exteriores e Política de Segurança, Federica Mogherini, recebeu na quarta-feira, 10 de maio, o primeiro vice-presidente cubano, Miguel Díaz-Canel. Díaz-Canel lidera a delegação de Cuba à 2ª Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) e a UE, que reúne, na capital belga, representantes de 61 países e de organismos internacionais.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-3801 alignleft" alt="canel union europea" src="/files/2015/06/canel-union-europea.jpg" width="300" height="225" />A alta representante da União Europeia (UE) para os Assuntos Exteriores e Política de Segurança, Federica Mogherini, recebeu na quarta-feira, 10 de maio, o primeiro vice-presidente cubano, Miguel Díaz-Canel.</p>
<p>Díaz-Canel lidera a delegação de Cuba à 2ª Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) e a UE, que reúne, na capital belga, representantes de 61 países e de organismos internacionais.</p>
<p>“Esperamos que na Cúpula se produza um diálogo construtivo que relance as relações entre a Celac e a União Europeia”, disse à imprensa o primeiro vice-presidente cubano na saída da reunião.</p>
<p>O encontro com Mogherini se produziu em momentos em que Havana e a UE avançam nas negociações iniciadas em 2014 para um Acordo de Diálogo Político e Cooperação.</p>
<p>Bruxelas e Havana já efetuaram três rodadas de conversações e a quarta é prevista para os dias 15 e 16 de junho nesta cidade, depois da Cúpula entre a Celac e a UE.</p>
<p>Mogherini fez uma visita a Cuba em março passado, quando foi recebida pelo presidente Raúl Castro. “Juntos temos muito que construir para solidificar nossa relação”, declarou naquela ocasião Mogherini, que também é vice presidenta da Comissão Europeia.</p>
<p>Além do encontro com Mogherini, o primeiro vice-presidente cubano teve reuniões com os primeiros-ministros da Eslovênia, Miro Cerar, e de Luxemburgo, Xavier Bettel.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Destacam rechaço da União Europeia ao bloqueio dos EUA</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2015 22:00:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O vice-chanceler cubano Abelardo Moreno afirmou aqui, em 8 de junho, que a posição da União Europeia (UE) respeito ao seu país evolui de forma positiva e destacou o rechaço desse mecanismo ao bloqueio dos Estados Unidos contra a Ilha. “Para nós é de particular interesse a posição que assumiu a UE com respeito ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos”, disse Moreno em uma entrevista coletiva.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-3797 alignleft" alt="sociedad cubana" src="/files/2015/06/sociedad-cubana-300x195.jpg" width="300" height="195" />9O vice-chanceler cubano Abelardo Moreno afirmou aqui, em 8 de junho, que a posição da União Europeia (UE) respeito ao seu país evolui de forma positiva e destacou o rechaço desse mecanismo ao bloqueio dos Estados Unidos contra a Ilha.</p>
<p>“Para nós é de particular interesse a posição que assumiu a UE com respeito ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos”, disse Moreno em uma entrevista coletiva.</p>
<p>Moreno explicou que Bruxelas não se limita a rechaçar as medidas coercitivas de caráter extraterritorial, mas também advoga porque se ponha fim a essa política em toda a sua integralidade, noticiou a PL.</p>
<p>O vice-ministro cubano disse que espera que na Cúpula desta semana entre a Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) e a UE apareça espelhada nos documentos a posição europeia respeito ao cerco contra seu país.</p>
<p>Moreno lembrou que depois da Cúpula, nos dias 15 e 16 de junho, se vai realizar na capital belga a quarta rodada de negociações sobre o Acordo de Diálogo Político e Cooperação entre a UE e Cuba.</p>
<p>“Temos a esperança de concluir nesta rodada o capítulo referido à cooperação e entrar em uma negociação mais profunda de temas ligados ao comércio e o diálogo político”, disse.</p>
<p>O vice-chanceler assegurou que tanto Cuba como a UE estão determinados em tratar de concluir o acordo o mais brevemente possível.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
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