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	<title>Cubadebate (Português) &#187; eleições presidenciais</title>
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		<title>Cresce expectativa chilena sobre futuro mandato de Piñera</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Feb 2018 16:46:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Chile]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Sebastian Piñera]]></category>
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		<description><![CDATA[A expectativa dos chilenos sobre um melhor gerenciamento do novo presidente Sebastian Piñera e de seu governo, subiu de oito por cento para 35, segundo a última pesquisa Criteria Reserach. De maneira que neste tema, o novo mandatário, ganhou 27 pontos em relação ao ano anterior e segundo a pesquisa o fato dá uma nota alta nas boas expectativas dos chilenos em torno da política.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4798" alt="Sebastian" src="/files/2018/02/Sebastian.jpg" width="300" height="221" />A expectativa dos chilenos sobre um melhor gerenciamento do novo presidente Sebastian Piñera e de seu governo, subiu de oito por cento para 35, segundo a última pesquisa Criteria Reserach.</p>
<p>De maneira que neste tema, o novo mandatário, ganhou 27 pontos em relação ao ano anterior e segundo a pesquisa o fato dá uma nota alta nas boas expectativas dos chilenos em torno da política.</p>
<p>A investigação mostra igualmente um incremento da confiança relacionada com os empresários depois de subir de sete para 25 por cento o nível de otimismo, e colocar os futuros senadores e deputados, que subiram de três para nove por cento.</p>
<p>Criteria Research destacou que existe um aumento geral das esperanças em torno do gerenciamento do mundo público, e da economia: 47 por cento dos interrogados acha que nos próximos 12 meses sua situação melhorará enquanto 22 asseguram que o país avança.</p>
<p>Por último, a entidade de pesquisa assegura que os chilenos vêem com alto otimismo o regresso de Sebastian Piñera (2010-2014) a seu segundo mandato como presidente do Chile.<br />
<strong><br />
(Prensa Latina) </strong></p>
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		<title>Raúl felicitou Daniel Ortega e Rosario Murillo pela vitória eleitoral na Nicaragua</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2016 01:04:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[O general-de-exército Raúl Castro Ruz felicitou Daniel Ortega e sua companheira Rosario Murillo, após serem eleitos presidente e vice-presidenta da Nicarágua.
«Queridos Daniel e Rosario: Felicito-os por esta grande vitória eleitoral. Nossa América poderá continuar contando com vocês para avançar no empenho de alcançar justiça e prosperidade para nossos povos», expressou Raúl, em uma mensagem transmitida pelo embaixador de Cuba na Nicarágua, Eduardo Martínez.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4390" alt="Daniel Ortega y Rosario Murillo" src="/files/2016/11/Daniel-Ortega-y-Rosario-Murillo.jpg" width="300" height="231" />O general-de-exército Raúl Castro Ruz felicitou Daniel Ortega e sua companheira Rosario Murillo, após serem eleitos presidente e vice-presidenta da Nicarágua.</p>
<p>«Queridos Daniel e Rosario: Felicito-os por esta grande vitória eleitoral. Nossa América poderá continuar contando com vocês para avançar no empenho de alcançar justiça e prosperidade para nossos povos», expressou Raúl, em uma mensagem transmitida pelo embaixador de Cuba na Nicarágua, Eduardo Martínez.</p>
<p>Por sua parte, a chancelaria da Venezuela emitiu um comunicado no qual o presidente venezuelano Nicolás Maduro felicitou Daniel e Rosario «pela vitória perfeita da Frente Sandinista».</p>
<p>A chancelaria do Equador difundiu uma comunicação na qual parabeniza o presidente Daniel Ortega por seu triunfo nas eleições de domingo, 6 de novembro. «O governo do Equador expressa sua satisfação pelo excelente estado da relação bilateral entre ambos os países, e expressa sua vontade de continuar trabalhando com a irmã República da Nicarágua em um marco de cooperação e confiança mútua».</p>
<p>O analista político nicaraguense Cairo Amador manifestou em uma entrevista para a Telesur que os resultados das eleições demonstram que a Frente Sandinista continua tendo um forte apoio social.</p>
<p>Isto é o resultado de uma política ampla de alianças com setores produtivos e setores sindicais que de alguma maneira continuam tendo uma visão de desenvolvimento e crescimento.</p>
<p>O analista afirmou que Daniel Ortega tem estado à vanguarda e tem respondido às necessidades, carências e às expectativas da população.</p>
<p>O Conselho Supremo Eleitoral (CSE) da Nicarágua confirmou o triunfo do presidente Daniel Ortega nas eleições gerais do domingo 6 de novembro, após serem contabilizados os resultados de 99,8 % das juntas receptoras de votos.</p>
<p>Segundo o relatório oferecido pelo titular do CSE, Roberto Rivas, o líder da Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) — acompanhado por Rosario Murillo como vice-presidenta — conseguiu 72,5% dos quase 2,5 milhões de votos válidos emitidos, de acordo com a Prensa Latina.</p>
<p>Rivas indicou que o Partido Conservador atingiu 2,3 %; a Aliança Liberal Nicaraguense 4,3 %; o Partido Aliança pela República 1,4 % e o Partido Liberal Independente 4,5 %; e acrescentou que se registrou 68,2 % de participação nas eleições. Os votos nulos representaram 3,5 %, precisou.</p>
<p>«Queremos reiterar nosso agradecimento ao povo que no dia das eleições se expressou nas urnas, nos centros de votação, exercendo seu direito ao sufrágio, destacou o titular do CSE.</p>
<p>«Com 99,8 % dos resultados neste momento, acho que já não teremos outro comparecimento público, os resultados já estão cá e isso vai se manter já em 100%», explicou o magistrado Roberto Rivas.</p>
<p>Desta forma, Daniel Ortega obteve seu quarto período presidencial, e terceiro de forma consecutiva, sempre representando a FSLN.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Clinton à frente na reta final</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2016 22:36:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[eleições presidenciais]]></category>
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		<category><![CDATA[Hillary Clinton]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[FALTANDO poucos dias para a votação do dia 8 de novembro, há consenso nos círculos políticos e na mídia dos Estados Unidos de que Hillary Clinton será eleita presidenta. Isso indica não só a esmagadora maioria das pesquisas que colocam a candidata democrata com larga vantagem em votos eleitorais atribuídos pelos Estados e na votação em nível nacional, mas também a análise das informações disponíveis sobre a votação antecipada.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4375" alt="Clinton TRump" src="/files/2016/11/Clinton-TRump.jpg" width="300" height="215" />FALTANDO poucos dias para a votação do dia 8 de novembro, há consenso nos círculos políticos e na mídia dos Estados Unidos de que Hillary Clinton será eleita presidenta. Isso indica não só a esmagadora maioria das pesquisas que colocam a candidata democrata com larga vantagem em votos eleitorais atribuídos pelos Estados e na votação em nível nacional, mas também a análise das informações disponíveis sobre a votação antecipada.</p>
<p>Por outro lado, a avaliação feita pela organização Real Clear Politics, que goza de uma reputação nacional neste campo e monitora as pesquisas internamente, sobre aquelas feitas entre os dias 13 e 24 de outubro por 11 das entidades principais que cobrem o território nacional, indica que todas, exceto uma (que indica um empate entre os dois candidatos) dão vantagem a Clinton de entre 1% e 12% e a média delas, calculada pela Real Clear Politics, coloca a candidata democrata com 48,3 de preferência, enquanto Trump atinge apenas 43,2%. (Deve notar-se que uma vantagem de 5% ou mais, nesta fase do processo, é normalmente considerada como uma indicação de uma vitória esmagadora).</p>
<p>Além disso, a Real Clear Politics estima que Clinton já tem 272 votos eleitorais (dois a mais que os 270 necessários), enquanto Trump só chegou a 126, com outros 140 ainda indefinidos, que correspondem a oito estados mais um distrito congressional do Maine.</p>
<p>Outra vantagem de Hillary Clinton é a disponibilidade de dinheiro, o que lhe permitiu fortalecer a atividade de sua campanha eleitoral em todos os Estados decisivos, que inclui, na avaliação da Real Clear Polítics, três desses estados que durante décadas têm sido considerados como solidamente republicanos: Arizona, Texas e Geórgia, os quais possivelmente votem esmagadoramente a favor da Trump; mas isso mostra a força que prevalece nos círculos democratas, ao se aventurarem, nestes finais da campanha, em territórios tradicionalmente republicanos.</p>
<p>As causas da posição em que se encontra Clinton nesta contenda podem ser encontradas no fato de ter conseguido manter unidas, em favor de sua candidatura, a todas as tendências da coalizão de forças democratas; em dispor de amplos recursos financeiros para suas equipes de campanha e para as organizações de influência política (os chamados de PACs e SuperPACS); por ter contado com uma organização superior da campanha eleitoral, com um trabalho mais estável e sustentado, melhor estratégia concebida, instrumentos de processamento de informação mais eficientes e eficazes e um trabalho sistemático de sucesso na base.</p>
<p>A campanha de Clinton foi integradora em relação à composição demográfica do país; brancos, descentes de africanos, hispânicos, latinos, asiáticos; à coligação entre suas tendências políticas: liberais, conservadoras, progressistas; e que ela conseguiu esquivar com sucesso os grandes obstáculos no seu caminho, como foram as pesquisas sobre o uso do seu e-mail pessoal para procedimentos oficiais, as acusações republicanas sobre seu papel no caso do ataque às instalações consulares dos EUA em Benghazi e críticas por suas ligações com as principais casas financeiras dos EUA e as conexões internacionais da Fundação Clinton, entre outros.</p>
<p>Pelo contrário, nesta fase da corrida e quando todas as forças e meios foram desdobrados e utilizados, a candidatura de Trump não conseguiu se recuperar da queda estrondosa que está sofrendo depois da Convenção Nacional Republicana, no final de julho passado. (Na verdade, se tomarmos como base a preferência média que faz a Real Clear Politics, de 1 de julho de 2015, Trump superou Clinton em apenas dois momentos, e com uma diferença mínima: 0,2%, em 24 maio e 0,9%, em 28 de julho, ambos em 2016). Trump tem sido a cara oposta de Clinton nestas eleições: sua campanha teve como ponto central o confronto com o aparelho republicano e o confronto brutal com seus principais líderes, o que aprofundou a divisão em uma partida que já estava sofrendo de dissensão profunda em suas fileiras, como ficou demonstrado com a presença de 17 candidatos para a nomeação presidencial, durante a fase das eleições primárias.</p>
<p>Trump fez uma campanha eleitoral irregular, mal concebida, polêmica e instável, tanto em suas posições políticas como na organização e funcionamento da equipe de campanha, no trabalho de atrair os eleitores na base e na atividade de arrecadação de fundos. Adicione-se a isso sua falta de habilidade, experiência e sensibilidade como entidade política e as fissuras de sua personalidade egoísta, astuciosa, rude e arrogante, que só lhe fez ganhar a inimizade dos latinos, negros, muçulmanos, árabes, mulheres e até de grupos religiosas, como os mórmons. Sua mensagem eleitoral tem sido xenófoba, misógina, racista, ultranacionalista, na fronteira com o fascismo e o nazismo.</p>
<p>A equipe de campanha eleitoral de Trump acabou nas mãos de elementos ligados à chamada ‘direita alternativa’ (altright, em inglês). Em 17 de agosto passado, Stephen Bannon foi nomeado chefe executivo da campanha eleitoral de Trump. Bannon era até então e desde março de 2012, presidente executivo da Breitbart News Network, fundada em 2007 e qualificada por este como «a plataforma de toda a direita alternativa». Esta ‘direita alternativa’ não é realmente uma organização, mas um conjunto de grupos ou tendências contrário à direita tradicional dos Estados Unidos. Este movimento é visto como uma expressão do nacionalismo branco nos Estados Unidos, de posições antiimigrantes, antissemitas, atitudes antimuçulmanas e atitudes semelhantes que a ligam integralmente às posições mantidas por Trump.</p>
<p>Bannon tem estreitas ligações com a família Mercer, liderada por Robert Mercer, cientista da computação e chefe executivo principal do fundo abutre Renaissance Technologies. Rebeca, filha de Robert, é diretora da Fundação Mercer Family, que se estima tenha contribuído com 13 milhões de dólares para a campanha de Trump, depois de ter apoiado a de Ted Cruz. Junto com a nomeação de Bannon, também Kellyanne Conway, ligada a Rebeca e Bannon foi elevada do cargo de assessora principal para o de administradora principal da campanha. Além disso, a firma de mineração e análise de dados Cambridge Analytica, onde a família Mercer tem investimentos, foi contratada pela campanha de Trump.</p>
<p>Na prática, a campanha de Trump acabou ficando nas mãos dos elementos da «direita alternativa». Não é preciso fazer muitas análises e avaliações para entender que o declínio precipitado que experimentou Trump nas últimas semanas, especialmente devido à rejeição de inúmeras personalidades republicanas e de destacados órgãos da mídia que tradicionalmente apoiam candidatos presidenciais republicanos, está diretamente ligado ao controle exercido pela família Mercer, considerada inimiga da liderança republicana tradicional, e isso está tendo um peso significativo neste final da temporada.</p>
<p>Ainda que Clinton ganhe a presidência por uma ampla margem de votos eleitorais e populares não se deve esperar que haja o mesmo resultado nas eleições no Senado e na Câmara dos Deputados. Registrou-se um ligeiro aumento nas chances de que o Partido Democrata consiga alcançar a maioria no Senado e, talvez, alguma diminuição no número de representantes republicanos, mas é altamente improvável que o Partido Republicano perca a maioria na Câmara.</p>
<p>A razão é que as eleições para senadores e representantes ocorrem em nível estadual, onde a desunião interna é menor e onde os grupos financeiros favoráveis aos republicanos estão colocando muito esforço e dinheiro para conseguir a eleição de seus correligionários. Além disso, o controle dos republicanos nas autoridades locais é muito firme e historicamente os democratas não gozam neles do favor da maioria da população.</p>
<p>Agora só precisamos esperar o voto em 8 de novembro. Já as forças dos dois partidos estão estacionadas e desdobradas, procurando conquistar a maior fatia possível do poder.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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