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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Educação</title>
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		<title>Luz de esperança nas nove escolas cubanas de atendimento integral ao autismo</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 23:56:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mundo hermético e cheio de enigmas das crianças que padecem transtornos do espectro autista recebe cada dia uma luz de esperança, graças à alta dose de amor, afeição e entrega dos coletivos de trabalhadores dos nove centros educativos que no país estão especializados em seu atendimento integral. A essas funções está dedicada, nesta cidade patrimonial, a escola “Héroes del Moncada”, apadrinhada pelo Gabinete do Historiador da Cidade de Camaguey.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6027" alt="niños educacion" src="/files/2020/09/niños-educacion.jpg" width="300" height="247" />O mundo hermético e cheio de enigmas das crianças que padecem transtornos do espectro autista recebe cada dia uma luz de esperança, graças à alta dose de amor, afeição e entrega dos coletivos de trabalhadores dos nove centros educativos que no país estão especializados em seu atendimento integral.</p>
<p>A essas funções está dedicada, nesta cidade patrimonial, a escola “Héroes del Moncada”, apadrinhada pelo Gabinete do Historiador da Cidade de Camaguey, entidade que assumi a reabilitação integral do prédio e mantém estreitos nexos com os garotos, através de uma ampla rede de instituições culturais.</p>
<p>Há já quatro anos, a escola ocupa uma velha casa senhorial, situada nas proximidades da Praça Agramonte, na qual foram criadas as condições e o ambiente propícios para cumprir todos os requisitos que exige o processo docente-educativo e psicopedagógico, neste tipo de ensino especial.</p>
<p>A escola é a única do seu tipo na província, tem caráter regional, e conta com uma matrícula atual de 24 crianças (21 garotos e três meninas) as quais são atendidas de maneira esmerada por 40 trabalhadores, entre professores, especialistas, assistentes pedagógicas e pessoal não docente.</p>
<p>Em meio da dor que significa ter um filho com esse transtorno do desenvolvimento neurológico, os primeiros a agradecer tanta delicadeza e consagração são os próprios pais das crianças, pois são testemunhas cotidianas de um trabalho árduo, que exige entrega sem limites de carinho e de paciência, unido a uma elevada qualificação profissional.</p>
<p>EM SINTONIA COM AS NECESSIDADES DOS ALUNOS</p>
<p>O projeto de reparação total da escola “Héroes del Moncada”, foi executado em três etapas e incluiu, entre outros locais, a recepção, sete salas de aulas, cozinha-refeitório, sala de computadores, biblioteca, local da enfermeira, banheiros, departamentos docentes e oficina de educação doméstica e artesanato.</p>
<p>«Devido a que era uma casa antiga», explica a diretora da escola, Yudelis Pérez Carlos, «foi necessário redistribuir o espaço físico, dar-lhe melhores condições de iluminação e ventilação e, inclusive, foram concebidas áreas de terapias alternativas, para pôr tudo em sintonia com as necessidades particulares dos alunos». Basta fazer um rápido percurso pela instituição para apreciar o bom gosto na concepção do design de cada uma das aulas, com espelhos para o trabalho logopédico e de identificadores com as fotos dos professores, auxiliares e dos próprios alunos, uma maneira de orientação das crianças dentro do centro.</p>
<p>A diretora explica que mediante a materialização de projetos de colaboração internacional esperam adquirir, além do mais, equipamento especializado de apoio ao diagnóstico, o qual trará melhoria na qualidade de vida das crianças e sua preparação posterior para a existência adulta independente.</p>
<p>«Hoje», comenta Yudelis Pérez Carlos, «desfrutamos de uma escola bela e funcional, fruto do empenho e da perseverança dos trabalhadores do Gabinete do Historiador, os quais puseram inteligência e coração em uma obra cheia de amor, que os enobrece e os enaltece aos olhos da sociedade».</p>
<p>O DIAGNÓSTICO PRECOCE É VITAL</p>
<p>Preocupados perante certas manifestações de seus filhos, que poderiam constituir sinais de autismo, alguns pais se aproximam da escola, procurando alguma informação: o primeiro passo é avaliar o caso no centro de diagnóstico e orientação (CDO), e depois frequentar a consulta multidisciplinar, que é a que determina como se deve agir.</p>
<p>«A prática demonstra», afirma a diretora, «que começar o tratamento a partir de idades precoces, juntamente com a aplicação de modelos de inclusão educativa, constituem o melhor caminho para a inserção das crianças no cenário social; daí que seja vital a realização de um diagnóstico precoce».</p>
<p>A correta conjunção de ambos os fatores contribui para a mais rápida socialização das crianças com pessoas desconhecidas em locais abertos, para o qual são habituais os passeios pela cidade, visitas aos museus, a participação em atividades culturais e a prática da equídeoterapia e a zooterapia.</p>
<p>Algo também importante é o vínculo quase diário com os pais, atentos sempre a quanto avançam seus filhos no aprendizado e na aquisição de competências, complementando tudo isso nos lares através de exercícios e tarefas que lhes são orientadas, como continuidade do trabalho educativo da escola.</p>
<p>«A partir das necessidades e carências que possam ter as famílias», precisa Yudelis Pérez Carlos, «cada mês são realizados, além disso, encontros de preparação, dos quais participam especialistas em neurologia, psicologia ou psiquiatria infantil, a fim de oferecer novos conhecimentos e esclarecer qualquer dúvida sobre o tratamento às crianças».</p>
<p>ESTIMULAR A COMUNICAÇÃO E A CONVIVÊNCIA</p>
<p>Quase 40 anos de experiência tem a professora Daidé Alejo Oquendo, boa parte dos quais os dedicou ao ensinoespecial, «um trabalho», garante, «que exige pôr em prática competências, estratégias e respostas educativas que encaminhem a criança autista rumo a um melhor desenvolvimento e evolução».</p>
<p>«Para enfrentar este trabalho», reconhece, «é preciso ter muita paciência e amor por aquilo que se faz, ser muito flexíveis, tentar chegar ao que elas desejam sem lhes impor nada, mas sim somar-nos a elas, a partir de suas inquietações e necessidades, e intencionar o objetivo previsto mediante um atendimento personalizado».</p>
<p>Ela é a responsável pela oficina de economia doméstica, um dos locais chaves na preparação das crianças autistas para a vida, por onde todas devem passar: ali são ensinadas a arrumar a cama, vestir as roupas, a higiene, e também a preparar uma salada, lavar a louça, varrer ou tirar a poeira dos móveis de um local.</p>
<p>«O propósito», acrescenta a professora, «é contribuir a quebrar o isolamento em que elas estão sumidas, melhorar a expressão verbal e não verbal, favorecer o seu relacionamento social e estimular, no possível, a comunicação e a convivência, dois dos problemas fundamentais que as afetam, em sentido geral».</p>
<p>Essa também será a motivação principal do coletivo da escola “Héroes del Moncada” para comemorar, em 2 de abril do ano próximo, junto à sociedade toda, o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, outro instante de reflexão e de alerta acerca de um transtorno que requer, em seu tratamento, uma boa cota de ternura.</p>
<p>PRECISÕES</p>
<p>● No país funcionam 435 escolas especais, com uma matrícula total de 33.639 crianças e adolescentes, dos quais 443 alunos (199 meninas e 244 meninos) apresentam transtornos do espectro autista.</p>
<p>● No país existem nove escolas especiais para atender integralmente a este padecimento: Havana (4), Pinar del Río (1), Holguín (1), Santiago de Cuba (1), Cienfuegos (1) e Camaguey (1).</p>
<p>● Estas crianças e adolescentes não só recebem este atendimento nas instituições desta especialidade, mas sim em centros específicos para o transtorno da comunicação, o de incapacidade intelectual, e no sistema geral de educação, onde lhes é oferecido um cuidado integral.</p>
<p>● São 256 os alunos que estão sendo atendidos no sistema geral de ensino, onde recebem um atendimento integral inclusivo.</p>
<p>● Este transtorno, que costuma dar-se preferentemente em garotos do que em meninas, é definido como a incapacidade para estabelecer contato habitual com as pessoas. Aqueles que a padecem têm dificuldades para falar, não olham aos olhos, não brincam com outras crianças, torna-se difícil controlarem suas emoções, não suportam as mudanças de rotina, são distraídas, têm movimentos repetitivos com as mãos ou a cabeça, mexem constantemente seus corpos, fazem atividades físicas fixas e são rotineiros.</p>
<p><strong>(Fonte: Mined)</strong></p>
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		<title>Fidel, seu povo e os novos aprendizados imprescindíveis</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2020 22:28:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fidel Castro]]></category>
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		<description><![CDATA[Foram poucas as figuras da história contra as quais foi empregada uma maquinaria de demonização como a que foi utilizada contra Fidel Castro; talvez com nenhuma tenha sido gasto tanto dinheiro, não somente para liquidá-lo fisicamente, mas também para exterminá-lo moralmente. Lançaram mão de pós para deixá-lo sem sua lendária barba, até substâncias para que começasse a rir sem controle diante do público, elaboradas nos laboratórios da CIA.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5999" alt="Fidel discurso educacion" src="/files/2020/09/Fidel-discurso-educacion.jpg" width="300" height="252" />Foram poucas as figuras da história contra as quais foi empregada uma maquinaria de demonização como a que foi utilizada contra Fidel Castro; talvez com nenhuma tenha sido gasto tanto dinheiro, não somente para liquidá-lo fisicamente, mas também para exterminá-lo moralmente. Lançaram mão de pós para deixá-lo sem sua lendária barba, até substâncias para que começasse a rir sem controle diante do público, elaboradas nos laboratórios da CIA. Mas nenhuma quantia supera o financiamento das campanhas de propaganda, carregadas de calúnias e mentiras contra a Revolução Cubana, que tiveram como alvo predileto, ainda depois de morto, seu principal condutor.</p>
<p>Como poderia ser explicada, então, a contradição entre essa realidade e o fato incontestável de que, onde quer que ele viajou, inclusive ali onde eram cotidianas as infâmias contra a sua pessoa, fosse aclamado fervorosamente pelas multidões, e cumprimentado respeitosamente por adversários políticos e ideológicos?</p>
<p>Contestando à explicação medíocre da «liderança carismática» com a que alguns escritores querem incutir nele o fervor inconsciente que podem provocar os demagogos, Fidel é um líder ético, com carisma indiscutível, porém a sua diferença com outros carismas assenta em que acompanhou as suas palavras com «fatos e realizações concretas», não mentiu jamais e cada dia acordou pensando o que fazer pelos demais, dando o constante exemplo pessoal de ir sempre na frente e dar a cara, tal como exigiu o povo cubano daqueles que reconheceu como seus líderes autênticos, desde Carlos Manuel de Céspedes até hoje. A estatura moral de quem age deixando claro que, ainda que a causa que está defendendo seja muito alta, o fim não justifica os meios, faz brilhar e distingue Fidel na geopolítica internacional.</p>
<p>Fidel também não é aquele que mantém os seus na escuridão, a fim de aproveitar a ignorância e manipular com facilidade, mas quem afirmou muito cedo que «não vamos dizer ao povo: acredita; dizemos-lhe que leia»; aquele que compartilhava em seus discursos dados e argumentos sofisticados, investigados minuciosamente e expressos com uma lógica impecável e uma pedagogia política consistente. A transformação educativa que liderou foi capaz de converter um povo, onde eram comuns os analfabetos totais e analfabetos funcionais, em protagonistas de façanhas científicas, culturais e militares, que apenas podem nascer de um desenvolvimento em massa das inteligências que o capitalismo tornou invisíveis com a exclusão classista de uma república idealizada por seus inimigos, mas constatada por ele e seus companheiros com suas mais dolorosas inequidades.</p>
<p>Mas o apego à ética e à obra educativa não bastariam para explicar a vitória fidelista sobre seus demonizadores, que vai crescendo com o tempo. Seu manuseamento hábil e criativo da comunicação, seu senso do contragolpe arrasador perante a calúnia ou a adversidade e as consciência da importância do simbólico, são evidentes desde os começos de sua atividade política. Ele é o estudante que desafiou a politiquice reinante, ao trazer para Havana um ícone, como foi o sino de La Demajagua; o candidato a representante da Câmara que caminhava e visitava cada casa, no bairro de Cayo Hueso e enviou uma carta a cada eleitor; aquele que após ter sido preso depois do ataque ao quartel Moncada foi fotografado na casa de detenção, em Santiago de Cuba, justamente diante do retrato de José Martí, o que estando preso no cárcere pediu às suas companheiras publicar e distribuir, clandestinamente, a sua alegação de defesa, que continua sendo hoje um best seller mundial. Fidel foi o chefe que, em meio das mais agudas carências, em uma guerrilha na qual faltou de tudo, menos a convicção e a coragem, recebeu no primeiro reforço braceletes e uniformes; foi quem percebeu a importância estratégica da Rádio Rebelde e determino sua proteção como um dos três objetivos principais perante a ofensiva da ditadura de Batista, no verão de 1958.</p>
<p>Fidel foi o que, mal nascendo a Revolução, ao perceber as campanhas contra ela, organizou a Operação Verdade; encorajou a fundação da Casa das Américas para o diálogo com a intelectualidade latino-americana; a agência Prensa Latina e Radio Habana Cuba, para difundir a verdade de Cuba; o Instituto Cubano de Amizade com os Povos para cultivar a solidariedade de dupla via e, em meio de grandes tensões, dedicou tempo e de a máxima atenção a intelectuais que visitam o país, como Graham Greene, Jean Paul Sartre e Simone de Beavuoir. Seu senso acerca do mais simbólico, não como algo vazio, mas sim como testemunho vivente do que é a Revolução, está na transformação dos quartéis em escolas, que chega até o século 21, com a criação da Universidade das Ciências Informáticas, onde houve antes uma estação de monitoramento radioeletrônico.</p>
<p>Seu diálogo com o jornalista franco-espanhol Ignacio Ramonet, é uma cátedra acerca da falácia da liberdade de imprensa que o capitalismo preconiza, o valor que concede à crítica dentro do socialismo e a importância da cultura e da educação perante os desafios que coloca na nossa frente o poder midiático imperialista da comunicação.</p>
<p>«Chegamos à convicção de que é necessário desenvolver muito mais o espírito crítico. Eu estimulei isso ao máximo, porque constitui um fator fundamental para aperfeiçoar nosso sistema».</p>
<p>«Sabemos que há inconvenientes, mas queremos uma crítica responsável».</p>
<p>«Apesar das possíveis consequências, tudo é melhor do que a ausência das críticas».</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>«Se alguém chamar liberdade de imprensa ao direito da contrarrevolução e dos inimigos de Cuba de falar e escrever livremente contra o socialismo e contra a Revolução, caluniar, mentir e criar reflexos condicionados, eu diria que não somos a favor dessa ‘liberdade’».</p>
<p>«Enquanto Cuba seja um país bloqueado pelo império, vítima de leis iníquas, como a Lei Helms-Burton ou a Lei de Ajuste Cubano, um país ameaçado até pelo próprio presidente dos Estados Unidos, nós não podemos dar essa “liberdade” aos aliados dos nossos inimigos, cujo objetivo é lutar contra a razão de ser do socialismo».</p>
<p>«Nesses órgãos da mídia “livres”, quem fala? De que falam? Quem escreve? Fala-se o que querem os donos dos jornais ou as emissoras de televisão. E escreve quem eles determinam. Você sabe muito bem. Fala-se em “liberdade de expressão”, mas realmente o que se está defendendo, fundamentalmente, é o direito de propriedade privada dos meios de divulgação em massa».</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>«Nós sonhamos com outra liberdade de imprensa, em um país educado e informado, em um país que possua uma cultura geral integral e se possa comunicar com o mundo».</p>
<p>É por isso que Fidel criou espaços como a Mesa Redonda e Universidade para Todos. Quando a então Repartição de Interesses dos Estados Unidos em Havana começou a dar aulas de inglês em sua sede, como parte dos planos subversivos, Fidel encorajou os cursos de inglês pela televisão. E quando lhe perguntaram o que fariam os cubanos com a Internet, respondeu com a velocidade de um raio: «Falar com os norte-americanos em inglês».</p>
<p>Sua confiança no povo, ao qual organizou e educou, era infinita, precisamente a partir dessa educação e organização, mas nunca subestimou a necessidade de dar explicações profundas, perante temas complexos, tal como fez em um longo comparecimento na televisão, em que preparou os cubanos para receber com sucesso o papa João Paulo II, quando toda a imprensa internacional anunciava que esse seria o anjo exterminador do socialismo cubano.</p>
<p>Justamente nestes dias, nos quais as notícias falsas correm como o vento, é comum a exploração de reflexos condicionados nas pessoas, para levá-las a reagir emotivamente diante de uma imagem ou manchete, sem antes parar e fazer uma análise mínima de fontes e contextos, e isso traz de volta a este batalhador a favor da verdade que é Fidel. Quando a tecnologia e o dinheiro convertem mentirosos profissionais em líderes de opinião e aqueles que repetem as fórmulas que conduziram o mundo ao desastre em que se encontra em grandes gurus que nos estão propondo novas fórmulas salvadoras, justamente na hora em que o capitalismo e a democracia representativa afundam no descrédito e eles não têm nada com que contribuir; o método fidelista de converter o povo em protagonista de sua própria defesa e muni-lo dos mais altos conhecimentos, transformando e potencializando para isso a institucionalidade revolucionária, resulta um tesouro ao qual devemos acudir de maneira criativa e consequente.</p>
<p>A articulação com o objetivo de criar a partir das bases da sociedade cubana um receptor crítico e um cidadão capaz de usar de modo criativo e emancipador as Tecnologias da Informação e da Comunicação, não se pode conformar com a alfabetização informacional. Precisa-se com urgência de um processo dinâmico e dinamizador que, tal como apelou o presidente Díaz-Canel, permita «aproveitar todas as nossas potencialidades», porque «não podemos continuar ancorados em formas de comunicar anteriores à época digital, e não podemos burocratizar os processos ideológicos».</p>
<p>Mais do que criar habilidades, é necessário formar uma sólida cultura da comunicação, não somente nos diretivos, mas sim em nível de todo o povo, utilizando para isso a escola, os meios de comunicação e as estruturas de base das instituições e as organizações políticas e de massa, para converter cada cidadão em um defensor ativo da verdade e um crítico responsável para com aquilo que esteja mal, provido de um conhecimento que lhe permita utilizar o caminho mais eficaz e rápido para converter a crítica em participação e solução.</p>
<p>O país com mais professores em cada habitante, aquele que baniu em menos de um ano o analfabetismo e que pintou a Universidade de «negro, de mestiço, de operário», que com ações de comunicação política libertou o garoto Elián e que conseguiu o retorno dos Cinco, não se pode propor menos, nem o vai permitir a memória daquele que ficou à frente do seu povo, para vencer todas estas batalhas.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>Educação, ciência e cultura: pilares do país visitado pela diretora da Unesco</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/12/06/educacao-ciencia-e-cultura-pilares-do-pais-visitado-pela-diretora-da-unesco/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Dec 2019 17:46:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«CUBA sempre nos apoia e sentimos sua presença na revitalização da Unesco», disse Audrey Azoulay, diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em seu diálogo com o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez. Azoulay reconheceu a calorosa recepção oferecida nos centros da capital visitados em seu primeiro dia (o Convento de Santa Clara, a Escola Primária Rafael María de Mendive.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5707" alt="cuba educacioln" src="/files/2019/12/cuba-educacioln.jpg" width="300" height="235" />«CUBA sempre nos apoia e sentimos sua presença na revitalização da Unesco», disse Audrey Azoulay, diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em seu diálogo com o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez. .</p>
<p>Azoulay reconheceu a calorosa recepção oferecida nos centros da capital visitados em seu primeiro dia (o Convento de Santa Clara, a Escola Primária Rafael María de Mendive, o Hotel Nacional e o ministério das Relações Exteriores) e agradeceu o apoio de Cuba ao multilateralismo, e especialmente à Unesco.</p>
<p>Também elogiou a contribuição da Ilha maior das Antilhas para mitigar a vulnerabilidade dos pequenos estados insulares do Caribe às mudanças climáticas.</p>
<p>O ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla, disse que o trabalho da Unesco tem um valor extraordinário para a humanidade. «Reconhecemos nesse órgão os melhores valores do sistema internacional e do mundo multilateral, principalmente sua contribuição para a paz mundial através da educação, cultura, conhecimento, ciência, informação e comunicação», acrescentou.</p>
<p>Rodríguez Parrilla destacou a coincidência entre o governo cubano e a liderança da entidade na implementação dos objetivos de desenvolvimento sustentável, particularmente os relacionados à formação de recursos humanos, e à preservação, proteção e promoção do patrimônio cultural da humanidade.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>De uma prática de poucos à direita de todos</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/11/20/de-uma-pratica-de-poucos-direita-de-todos/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Nov 2019 22:19:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A certeza, reiterada muitas vezes por Fidel, de que o desenvolvimento do movimento esportivo cubano é consubstancial à Revolução ficou evidente nos dias festivos da celebração aqui do Dia da Cultura Física e Esporte, mérito que segundo o presidente do Inder, Osvaldo Vento Montiller, os habitantes de Sancti Spíritus venceram em uma boa luta. «Foi algo especial, estamos contagiados com esse espírito de vitória e o esporte é visto como uma expressão das conquistas da Revolução», disse no contexto de um percurso de trabalho pela capital dessa província, transformada em 19 de novembro em um carnaval esportivo com atletas e espectadores de todas as idades.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5629" alt="Carnavl y depote" src="/files/2019/11/Carnavl-y-depote.jpg" width="300" height="252" />A certeza, reiterada muitas vezes por Fidel, de que o desenvolvimento do movimento esportivo cubano é consubstancial à Revolução ficou evidente nos dias festivos da celebração aqui do Dia da Cultura Física e Esporte, mérito que segundo o presidente do Inder, Osvaldo Vento Montiller, os habitantes de Sancti Spíritus venceram em uma boa luta.</p>
<p>«Foi algo especial, estamos contagiados com esse espírito de vitória e o esporte é visto como uma expressão das conquistas da Revolução», disse no contexto de um percurso de trabalho pela capital dessa província, transformada em 19 de novembro em um carnaval esportivo com atletas e espectadores de todas as idades.</p>
<p>A contribuição de Fidel como principal inspirador do movimento esportivo cubano e outros essenciais, como Ernesto Che Guevara e José Ramón (El Gallego) Fernández, foram reconhecidos na gala na véspera do evento no poliesportivo Yayabo, o principal centro esportivo do país na capital da província, que reabriu suas portas para a ocasião.</p>
<p>O carnaval esportivo mudou-se ontem para a chamada Zona Ativa, na extensa esplanada entre a Avenida dos Mártires e o Passeio Universitário, no bairro de Olivos I, onde, por quase cinco horas, crianças, estudantes, trabalhadores, idosos e povo em geral incentivaram as oito áreas planejadas para o entretenimento esportivo.</p>
<p>Artes marciais, jogos tradicionais, beisebol, vôlei, basquete, futebol para todos, xadrez simultâneo, exibição de meios rústicas, festival de atletismo, esporte canino, competição de habilidades biossaudáveis, jogos de tabuleiro, eventos aquáticos, composições de ginástica e até exercícios com mulheres grávidas foram alguns dos ingredientes que teve a mistura esportiva preparada em Sancti Spíritus.</p>
<p>Deivy Pérez Martín, primeira-secretária do Comitê Provincial do Partido, e Teresita Romero Rodríguez, presidenta da Assembleia Provincial do Poder Popular, acompanharam o presidente do Inder durante uma visita a várias instalações esportivas da capital provincial, recuperadas no calor da celebração<br />
No contexto<br />
• O comandante Fidel Castro Ruz, primeiro-ministro do governo revolucionário, encerrou em 19 de novembro de 1961 a reunião plenária nacional dos Conselhos Voluntários do Inder, na Cidade Esportiva da capital.<br />
• Em nosso país, no triunfo da Revolução, apenas 0,25% da população praticava Educação Física ou Esportes.<br />
• Se a Revolução desconsiderasse essa preocupação, estaria negligenciando um ponto fundamental, que tornará possível, no futuro, uma cidadania melhor e mais saudável, como desejamos ter.<br />
• É por isso que o esporte é uma atividade tão maravilhosa que não apenas ajuda a saúde física, não apenas ajuda a moldar o caráter, não apenas ajuda a forjar homens de corpo e espírito fortes, mas também incentiva as pessoas, entretém o povo, excita o povo e torna-o feliz.<br />
• O Comitê Executivo do Conselho de Ministros, por meio de seu Decreto 128 de 26 de janeiro de 1985, estabeleceu o dia 19 de novembro como o Dia da Cultura Física e do Esporte, que desde aquele ano tem sido realizado continuamente.</p>
<p>Fonte: Discurso de Fidel Castro Ruz no encerramento da Reunião Plenária Nacional dos Conselhos Voluntários de Esportes em 1961.</p>
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		<title>Mais de 1.400 jovens professores a serviço da educação especial</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Sep 2019 21:33:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Esse subsistema de ensino, além de mostrar uma situação favorável na área de cobertura de professores, prepara seus alunos para a transição para o ensino regular e oferece serviços altamente especializados, conforme detalhado em uma entrevista on-line com autoridades do ministério da Educação através do site do jornal Granma.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5577" alt="Raul canel educ especial" src="/files/2019/09/Raul-canel-educ-especial.jpg" width="300" height="250" />ESTE setembro, a educação especial terá mais de 1.400 jovens professores formados em escolas pedagógicas nos últimos anos.</p>
<p>Esse subsistema de ensino, além de mostrar uma situação favorável na área de cobertura de professores, prepara seus alunos para a transição para o ensino regular e oferece serviços altamente especializados, conforme detalhado em uma entrevista on-line com autoridades do ministério da Educação através do site do jornal Granma.</p>
<p>A dra. Marlen Triana Mederos, diretora-geral de Educação Básica, disse que «dizemos educação especial e não apenas escolas ou instituições de educação especial, porque também existem outros serviços especializados de orientação, que têm muito a ver com os Centros de Diagnóstico e Orientação, com especialistas que orientam professores, familiares e população quando há alguma preocupação com o cuidado de uma criança em particular».</p>
<p>Em relação aos jovens professores que possui esse ensino e sua preparação, apontou que «a atenção desses professores é importante, garantindo que a instituição de ensino possa orientá-los e que possam ser incorporados aos estudos universitários, para que sejam formados».</p>
<p>A MATRÍCULA</p>
<p>Quando a Revolução triunfou, a matrícula de estudantes de educação especial mal ultrapassou 130. Atualmente, esse número ultrapassa 30 mil nas instituições existentes dedicadas a isso em cada município do país, e os estigmas associados são coisa do passado, pois parte dos alunos termina a sua formação nas escolas de ensino geral.</p>
<p>«Também temos matrículas de mais de 11 mil crianças nas escolas de ensino regular, ou seja, desde a infância até a educação de adultos, que em cada ano escolar se encontra em uma situação muito favorável em relação à cobertura de professores», afirmou a funcionária.</p>
<p>Em abril deste ano, com a inauguração da escola especial Amistad Cuba-Vietnam, foi possível realizar o sonho de Fidel, que, exemplarmente sensível a todas as necessidades humanas, foi quem teve a ideia da fundação de três dessas escolas: uma que atendesse a essas necessidades educacionais especiais no oeste do país, que é a atual Solidaridad con Panamá; outra com essa nobre missão no centro e outra para o leste, todas com a ideia de levar esses serviços ao local de residência das famílias.</p>
<p>Com a inauguração das duas escolas em Villa Clara e Santiago de Cuba, é possível redistribuir por regiões o número de alunos que são recebidos nesses centros. Isso também permite que os alunos mantenham contato mais frequente com suas famílias e façam visitas mais regulares a suas casas.</p>
<p>Com relação à atenção que foi alcançada com a abertura dessas escolas para tratar essa deficiência, a dra. Triana Mederos também comentou que «todo mundo conhece que tínhamos apenas uma escola, que era Solidaridad con Panamá, em Havana. Hoje temos uma em Santiago de Cuba e outra em Villa Clara, que possibilitou regionalizar e expandir esse serviço mais especializado a um grupo de crianças que vivem em lugares mais intricados e em áreas de difícil acesso».</p>
<p>Marlen Triana compartilhou que «mesmo que tenhamos uma situação muito favorável com a cobertura de professores, pois a atenção de nossos filhos se expandiu tanto – que não estão apenas em instituições de educação especial – estamos enfrentando o desafio de poder atender a um maior número deles em contextos regulares».</p>
<p>Na opinião dela, torna-se prioritário obter maior treinamento de professores especializados, mas também contribuir para a formação de professores de educação geral, para que possam contribuir melhor para que esses alunos atinjam todo o seu potencial.</p>
<p>A nova Constituição cubana, proclamada em 10 de abril deste ano, reafirma a natureza obrigatória e inclusiva da educação, apoiada por uma prática revolucionária de 60 anos que demonstrou, com a linguagem eloquente dos atos, que a educação em Cuba é um direito de todos, sem exceção.</p>
<p>Educação especial</p>
<p>346 instituições</p>
<p>+ 33 mil estudantes matriculados entre crianças, adolescentes e jovens em escolas especiais</p>
<p>+ de 11 mil crianças atendidas em escolas regulares</p>
<p>Em cada município existe um Centro de Diagnóstico e Orientação e pelo menos uma escola especial</p>
<p>+ de mil especialistas nos Centros de Diagnóstico e Orientação</p>
<p>PARA QUEM É INSTRUÍDA A EDUCAÇÃO ESPECIAL?</p>
<p>Para aqueles que apresentam:<br />
- deficiência intelectual, visual, auditiva, físico-motora.<br />
- distúrbios de comunicação e aprendizagem.<br />
- distúrbios do espectro do autismo.</p>
<p>A ATENÇÃO À DEFICIÊNCIA FÍSICO-MOTORA</p>
<p>A escola para crianças com limitações físicas e motoras de Villa Clara tem uma matrícula de 120 alunos (48 estagiários) das províncias entre Cienfuegos e Camaguey. A instituição abriu suas portas em 20 de abril e foi executada a um custo superior a 6 milhões de pesos.</p>
<p>Outras 120 crianças são tratadas na escola especial Amistad Cuba-Vietnam, em Santiago de Cuba, das províncias orientais do país. O investimento nessa instituição foi de cerca de 3,5 milhões de pesos.</p>
<p>Enquanto cerca de 170 crianças encontram na escola Solidaridad con Panamá, em Havana, mais do que um centro de ensino, um lar, graças ao amor que recebem de todo o pessoal que trabalha lá. Fundada há mais de três décadas por Fidel, a instituição forma homens de bem todos os anos.</p>
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		<title>A educação é uma prioridade estatal e social em Cuba</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Feb 2019 23:10:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[«A educação é uma prioridade estatal e social em Cuba, evidenciada pelo fato de que neste ano, por exemplo, 23,7% do orçamento é dedicado ao financiamento de um sistema educacional coerente, para o qual a luta constante por elevar a qualidade é um desafio extraordinário», disse em 4 de fevereiro, a doutora Ena Elsa Velázquez Cobiella, ministra da Educação, durante a gala político-cultural que deixou inaugurada, no teatro Karl Marx, em Havana, a 16ª edição do congresso Pedagogia 2019, com a presença do presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5438" alt="niño eduicacion cuba" src="/files/2019/02/niño-eduicacion-cuba.jpg" width="300" height="243" />«A educação é uma prioridade estatal e social em Cuba, evidenciada pelo fato de que neste ano, por exemplo, 23,7% do orçamento é dedicado ao financiamento de um sistema educacional coerente, para o qual a luta constante por elevar a qualidade é um desafio extraordinário», disse em 4 de fevereiro, a doutora Ena Elsa Velázquez Cobiella, ministra da Educação, durante a gala político-cultural que deixou inaugurada, no teatro Karl Marx, em Havana, a 16ª edição do congresso Pedagogia 2019, com a presença do presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez.</p>
<p>Velázquez Cobiella fez um esboço do desenvolvimento deste setor desde o triunfo da Revolução e quanto é feito para cumprir os objetivos de desenvolvimento sustentável contidos na Agenda 2030, traçados faz um período de três anos em um fórum global, que tendem a assegurar uma educação de qualidade, equitativa e inclusiva, aspirações coincidentes, em sua essência, com as linhas de trabalho seguidas pela Ilha maior das Antilhas.</p>
<p>A ministra ressaltou que o Ministério da Educação está inserido no programa de informatização da sociedade cubana e uma amostra da aplicação de avanços em ciência e tecnologia é que eles trabalham em um novo pacote de serviços abrangentes do programa de alfabetização Sim, eu posso, método cubano pelo qual já existem três nações declaradas territórios livres de analfabetismo.</p>
<p>Na ocasião, foi homenageado José Ramón Fernández Álvarez, gerente desses encontros de educadores, que tem 33 anos de iniciação.</p>
<p>Roberto Morales Ojeda, membro do Bureau Político e vice-presidente do Conselho de Ministros e Olga Lidia Tapia, membro do secretariado do Comitê Central do Partido, estavam entre outros líderes de organizações políticas e de massa, além do teólogo brasileiro Frei Betto.</p>
<p>PRECISÕES</p>
<p>- 0,2% analfabetos em Cuba, segundo o Censo Populacional e Habitacional de 2012, e é conseguido devido aos altos níveis de escolaridade.</p>
<p>- Mais de 35.400 professores na prática estudam carreiras pedagógicas em cursos, por meio de encontros nas universidades.</p>
<p>- Mais de 37.000 professores do ensino médio e universitário são preparados em 27 escolas pedagógicas e em 16 universidades do país.</p>
<p>- Mais de 10.600.000 jovens e adultos de 30 países foram alfabetizados com o método cubano Sim, eu posso.</p>
<p>(Granma)</p>
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		<title>Presidente cubano felicita os estudantes do Ensino Médio</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 18:39:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, felicitou hoje os integrantes da Federação de Estudantes do Ensino Médio (FEEM), ao cumprir-se o 48' aniversário de fundação dessa organização.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5307" alt="Canel feem" src="/files/2018/12/Canel-feem.jpg" width="300" height="240" />O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, felicitou hoje os integrantes da Federação de Estudantes do Ensino Médio (FEEM), ao cumprir-se o 48&#8242; aniversário de fundação dessa organização.</p>
<p>&#8216;Aos nossos estudantes do Ensino Médio, o futuro que já é presente, felicitações no aniversário 48 da fundação da #FEEM. O que aprendam nestes anos será sempre útil em suas vidas. Celebrem, participem e estudem. #SomosCuba #SomosContinuidad&#8217;, escreveu o chefe de Estado em sua conta na rede social Twitter @DiazCanelB.</p>
<p>A FEEM surgiu no dia 6 de dezembro de 1970 como parte do processo de fortalecimento das organizações de massas, com o fim de revigorar o movimento estudantil no ensino médio.</p>
<p>Foi precedida pela União de Estudantes Secundários e as Brigadas Estudantis José Antonio Echeverría, que forneceram experiências significativas para a formação da nova organização que teria como principal objetivo canalizar as inquietudes dos educandos.</p>
<p>Sua criação representou um passo de avanço no desenvolvimento organizativo do movimento estudantil e desta forma ficava constituído o sistema associativo juvenil cubano de grande impacto na socialização das novas gerações.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Cuba celebra XX aniversário da Escola Latino-Americana de Medicina</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Nov 2018 20:47:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM) inicia as celebrações por seu vigésimo aniversário, com o compromisso de continuar a formação de homens e mulheres de ciência e consciência para contribuir desde Cuba para a unidade e integração dos povos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5260" alt="cuba-ELAM3" src="/files/2018/11/cuba-ELAM3.jpg" width="300" height="218" />A Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM) inicia as celebrações por seu vigésimo aniversário, com o compromisso de continuar a formação de homens e mulheres de ciência e consciência para contribuir desde Cuba para a unidade e integração dos povos.</p>
<p>Tal como afirmara Fidel Castro em sua inauguração no dia 15 de novembro de 1999, no marco da IX Cimeira Ibero-Americana de Chefes de Estado e de Governo, este centro está consagrado ao mais nobre e humano dos ofícios: salvar vidas e preservar a saúde.</p>
<p>A intenção de criar uma instituição como esta foi mencionada pela primeira vez em 21 de novembro de 1998, quando o líder da Revolução Cubana interveio publicamente depois do açoite do furacão Mitch em terras centro-americanas, após conceituar o Programa Integral de Saúde, que se começaria a aplicar nos países afetados por este meteoro.</p>
<p>&#8216;Mais que médicos, serão zelosos guardiães do mais precioso do ser humano; apóstolos e criadores de um mundo mais humano&#8217;, enfatizou.</p>
<p>Com uma matrícula atual que ultrapassa os sete mil estudantes procedentes de 24 países da América Latina e Estados Unidos, a escola celebra este vigésimo aniversário em coincidência também com sua graduação número 15, onde se titulam jovens de todos os continentes, cujos resultados são marcantes.</p>
<p>Como projeto científico-pedagógico, a ELAM constitui em si mesma uma história de confraternidade e solidariedade entre Cuba e países de todas as partes do mundo.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Venezuela apoia a educação intercultural bilingüe</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2018/09/19/venezuela-apoia-educacao-intercultural-bilingue/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Sep 2018 18:40:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A nível mundial comemora-se hoje o Dia Internacional da Educação Intercultural Bilingüe, iniciativa que reconhece os dialetos e identidades dos povos indígenas, da qual o Governo da Venezuela é pioneiro em seu desenvolvimento. Depois da aprovação da Constituição da República Bolivariana da Venezuela em 1999, auspiciada pelo comandante Hugo Chávez, admitiu-se o direito das comunidades originárias a sua identidade, língua e manifestações culturais próprias.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5215" alt="Educacion-Venezuela" src="/files/2018/09/Educacion-Venezuela.jpg" width="300" height="252" />A nível mundial comemora-se hoje o Dia Internacional da Educação Intercultural Bilingüe, iniciativa que reconhece os dialetos e identidades dos povos indígenas, da qual o Governo da Venezuela é pioneiro em seu desenvolvimento.</p>
<p>Depois da aprovação da Constituição da República Bolivariana da Venezuela em 1999, auspiciada pelo comandante Hugo Chávez, admitiu-se o direito das comunidades originárias a sua identidade, língua e manifestações culturais próprias.</p>
<p>Para os anos 70 o projeto de educação intercultural bilingüe teve muitas críticas como pretendia-se catequizar às populações indígenas, sobre as quais se procurou impor o modelo cultural predominante na região.</p>
<p>Gradualmente, introduziram-se mudanças na aplicação deste conceito dentro da educação pública venezuelana.</p>
<p>De ali que a nação sul-americana se converteu em pioneira nesta matéria, ao oferecer espaços para a formação em seus próprios idiomas nas comunidades das 44 etnias indígenas que cohabitan em solo bolivariano.</p>
<p>A educação intercultural bilingüe permite manter viva a língua e as culturas ancestrais e por sua vez ajuda a que os meninos adquiram maiores conhecimentos por tomar como ponto de partida as essências do idioma que melhor compreendem.</p>
<p>O Ministério da Educação venezuelano potencializa o programa de educação intercultural bilingüe e para isso profissionaliza os docentes e desenvolve a pertinência cultural da escola no contexto indígena.</p>
<p>A política governamental venezuelana para o setor educacional indígena é apoiada pelo Fundo das Nações Unidas para a infância (Unicef), que incide diretamente nos estados de Zulia e Amazonas onde se concentram as maiores comunidades originárias.</p>
<p>O acompanhamento do organismo internacional compreende diferentes níveis educativos, e parte da educação indígena própria, que milenarmente permitiu a transmissão da cultura por gerações.<br />
<strong><br />
(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Uma Revolução feita amor</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2018 15:14:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[POUCAS datas na vida de um jovem são lembradas com mais saudade que a noite de debutante. O traje branco, a valsa, as flores, as fotos, os nervos, a companhia dos pais e o primeiro amor juvenil se amontoam de uma vez no instante mágico do brinde.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4977" alt="raul niños esc discapàcitados" src="/files/2018/04/raul-niños-esc-discapàcitados.jpg" width="300" height="250" />POUCAS datas na vida de um jovem são lembradas com mais saudade que a noite de debutante. O traje branco, a valsa, as flores, as fotos, os nervos, a companhia dos pais e o primeiro amor juvenil se amontoam de uma vez no instante mágico do brinde.</p>
<p>E se essa noite acontece em um lugar extraordinário, então as emoções chegam a limites inimagináveis. Assim o viveram no dia 11 de abril vinte e dois adolescentes da escola especial «Solidaridad con Panamá» que comemoraram seus quinze anos junto a um convidado muito especial: o presidente cubano Raúl Castro Ruz.</p>
<p>Alguns deles em cadeiras-de-rodas, outros caminhando, chegaram à pista de dança com seus parceiros. Vestiam de branco impecável e levavam a alegria desenhada no rosto. Entretanto, pelo alto-falante se escutava o nome de cada um e de seus pais, suas canções favoritas, o perfume que usam, a comida que adoram, a música que escutam, o signo do zodíaco e o nome de seus amores até então secreto.</p>
<p>Não importou a deficiência física ou intelectual. Como qualquer jovem cubano a sua idade, eles também desfrutaram de sua valsa de debutantes. Eram duas garotas e vinte garotos, cada um completando seu sonho essa noite.</p>
<p>Desde um lado da pista Raúl tornou sua a alegria destes jovens e de suas famílias. Percebia-se a felicidade e assim o comunicou ao terminar a dança.</p>
<p>«Estou muito empolgado», confessou-lhes. «Quando vejo coisas assim admiro mais a Fidel, que em 1989, ano muito difícil para nosso país, fundou esta escola, quando não sabíamos nem como íamos subsistir. Por escolas como estas estamos dispostos a dá-lo tudo».</p>
<p>«Eu penso que é uma das obras mais belas, mais bonitas e mais justas da Revolução», assegurou perante pais, familiares, mestres, trabalhadores e convidados que se juntaram essa noite para tornar felizes as 171 crianças com limitações físico-motoras de todo o país que ali se formam e são cuidadas com extremo amor.</p>
<p>Depois se fotografou com os homenageados; conversou com eles, inclusive um deles lhe falou de sua bisavó, que foi amiga de Vilma; carregou os mais pequenos, perguntou-lhes por seus estudos e prometeu-lhes voltar logo.</p>
<p>Já antes, a diretora da instituição, Esther La O Ochoa, tinha agradecido a Raúl por estar ali, pela alegria de suas crianças, por dar continuidade à obra do Comandante Fidel, que em 31 de dezembro de 1989, quando a família cubana festejava aquele fim de ano, ele estava aqui, fundando nossa escola.</p>
<p>«Desde então amamo-la, cuidamo-la», disse quem, há anos, se entregou a tornar realidade o sonho de Fidel na escola «Solidaridad con Panamá», um lugar onde a Revolução se tornou amor.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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