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	<title>Cubadebate (Português) &#187; economia</title>
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		<title>Bruno Rodríguez: Apesar do bloqueio, Cuba tem feito grandes esforços na luta contra as mudanças climáticas</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2021 15:18:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ao trabalho conjunto das Nações para enfrentar as mudanças climáticas e fortalecer a ambição climática em termos de mitigação, adaptação e provisão de meios de implementação para atingir a meta de limitar o aumento da temperatura média global a 1,5 ° C, apelou o membro do Bureau Político e ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6416" alt="bruno r" src="/files/2021/04/bruno-r.jpg" width="300" height="251" />Intervenção do chanceler cubano no evento Reencontro com a Mãe Terra, no dia 23 de abril</p>
<p>Ao trabalho conjunto das Nações para enfrentar as mudanças climáticas e fortalecer a ambição climática em termos de mitigação, adaptação e provisão de meios de implementação para atingir a meta de limitar o aumento da temperatura média global a 1,5 ° C, apelou o membro do Bureau Político e ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, no evento Reencontro com a Mãe Terra, no dia 23 de abril.</p>
<p>«Comemoramos o Dia Internacional da Mãe Terra em meio a uma complexa crise internacional. A pandemia da Covid-19 exacerbou as desigualdades, a pobreza extrema, a exclusão, a discriminação e a fome, em um mundo já prejudicado por uma ordem internacional injusta e antidemocrática, que privilegia o grande capital em detrimento do ser humano e da natureza», disse o chanceler cubano.</p>
<p>«Esse cenário complexo afasta ainda mais a esperança dos países do Sul em alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e transforma as aspirações das gerações presentes e futuras em uma quimera», garantiu Rodríguez Parrilla.</p>
<p>Também enviou uma saudação ao apelo para este evento, que «nos permite abordar este tema decisivo com uma abordagem própria, do Sul», disse.</p>
<p>O chanceler insistiu na importância de trabalharmos em conjunto para o cumprimento integral da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima e do Acordo de Paris, embora saibamos suas limitações.</p>
<p>«Os países industrializados», disse, «têm o dever de assumir compromissos em matéria de ação climática, com base em sua responsabilidade histórica pelos danos à Mãe Terra e pelos séculos de colonialismo e saqueio de nossos recursos naturais».</p>
<p>«É imperativo fazer respeitar o princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas, e o direito de nossos povos ao desenvolvimento e ao gozo de um meio ambiente saudável», afirmou.</p>
<p>“As nações desenvolvidas devem honrar seus compromissos internacionais com relação à transferência de tecnologia, assistência oficial ao desenvolvimento e financiamento climático. O contribuição de US$100 bilhões por ano para projetos de mitigação e adaptação em países em desenvolvimento seria um passo importante nesse sentido», ressaltou.</p>
<p>O chanceler cubano destacou que a região da América Latina e do Caribe, apesar de ser responsável por apenas 8,3% das emissões de gases de efeito estufa do planeta, foi atingida, entre 1970 e 2019, por cerca de 2.300 desastres naturais, que causaram 500 mil mortes e perdas de mais de 437 bilhões de dólares em danos, de acordo com dados fornecidos pelo Centro de Pesquisa sobre Epidemiologia de Desastres.</p>
<p>Nesse contexto, especificou, Cuba e outras nações caribenhas e centro-americanas foram particularmente afetadas por graves fenômenos hidrometeorológicos, que aumentaram de frequência e intensidade na última década.</p>
<p>«Esta complexa situação é agravada, em nosso caso, pela permanência e recrudescimento oportunista durante a pandemia da Covid-19, do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelo governo dos Estados Unidos contra Cuba há quase 60 anos, o qual constitui o principal obstáculo de acesso ao financiamento externo e a tecnologias avançadas em questões climáticas, e para alcançar o desenvolvimento sustentável», disse Rodríguez Parrilla.</p>
<p>«Apesar do bloqueio, Cuba tem feito grandes esforços na luta contra a mudança climática. Nossa Constituição estabelece explicitamente a necessidade de proteger e conservar o meio ambiente», ratificou.</p>
<p>Da mesma forma, o chanceler lembrou que desde 2017, Cuba possui um «Plano Estatal de Enfrentamento às Mudanças Climáticas», que atende às metas nacionais e aos compromissos internacionais, com o objetivo de alcançar até 2030 uma matriz energética com 24% da geração elétrica a partir de energias renováveis de energia; reduzir o uso de combustíveis fósseis em veículos terrestres em 50% e aumentar a cobertura florestal em até 33%.</p>
<p>«A unidade e a integração política, econômica, social e cultural dos povos da América Latina e do Caribe» — expressou Rodríguez Parrilla — «constituem uma necessidade urgente para enfrentar com êxito os desafios que nos são apresentados, especialmente agora, que o individualismo, o egoísmo, o desperdício, o monroísmo e o macarthismo estão se espalhando em nossa região».</p>
<p>«Permito-me terminar lembrando as palavras proféticas do Comandante-em-chefe, Fidel Castro Ruz, quando na histórica Cúpula da Terra de 1992, declarou:</p>
<p>«Se se quer salvar a humanidade da autodestruição, é preciso distribuir melhor as riquezas e as tecnologias disponíveis no planeta (&#8230;). Aplicar uma ordem econômica internacional justa. (&#8230;) Cesse o egoísmo, cesse a hegemonia, cesse a insensibilidade, a irresponsabilidade e o engano. Amanhã será tarde demais para fazer o que deveríamos ter feito há muito tempo», concluiu.</p>
<p><strong>(Source: Granma)</strong></p>
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		<title>Por medo dos EUA, os bancos suíços, quando ouvem Cuba, interrompem as transferências</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2021 15:14:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em algum momento da conversa telefônica, Franco Cavalli fica indignado. Mesmo muito indignado. O ex-parlamentar do Partido Socialista Suíço no cantão do Ticino, e chefe da facção, diz: «É uma vileza. Não é mais do que isso. É uma vileza infame».

Aos 78 anos, Cavalli, um especialista em câncer, é um homem muito ocupado. Entre outras coisas, ele é o presidente da Medicuba Europe, uma ONG suíça com seções em 14 países europeus, que fornece assistência médica à ilha socialista.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6414" alt="abajo bloqueo" src="/files/2021/04/abajo-bloqueo.jpg" width="300" height="251" />Em algum momento da conversa telefônica, Franco Cavalli fica indignado. Mesmo muito indignado. O ex-parlamentar do Partido Socialista Suíço no cantão do Ticino, e chefe da facção, diz: «É uma vileza. Não é mais do que isso. É uma vileza infame».</p>
<p>Aos 78 anos, Cavalli, um especialista em câncer, é um homem muito ocupado. Entre outras coisas, ele é o presidente da Medicuba Europe, uma ONG suíça com seções em 14 países europeus, que fornece assistência médica à ilha socialista. A Medicuba comprou recentemente antibióticos de uma pequena empresa farmacêutica no oeste da Suíça para enviar ao Caribe.</p>
<p>A empresa possui uma conta no banco UBS. Quando a Medicuba quis pagar suas compras por transferência, o banco devolveu o dinheiro, chamando a atenção para o bloqueio norte-americano.</p>
<p>Obviamente, a instituição teme represálias do outro lado do Atlântico. Esta é uma transferência da conta suíça da Medicuba para outra conta suíça. O dinheiro não vai para Cuba nem para os Estados Unidos. Para rejeitar o pedido de transferência, é óbvio que a palavra Cuba aparece no nome da organização. Mesmo quando Cavalli propõe fazer a transferência de sua conta pessoal, o banco a rejeita.</p>
<p>O médico aposentado Raffaele Malinverni é membro da Presidência da Medicuba Suíça. «Às vezes, uma agência de um banco devolve certa quantia, enquanto outra agência do mesmo banco aceita o dinheiro sem qualquer objeção», diz. Afirma que as reações dos bancos são imprevisíveis, mas quem mais fala não são os dois grandes bancos suíços Credit Suisse e UBS, o Basler Antonalbank e sua subsidiária Cler, bem como de vez em quando outros bancos cantonais.</p>
<p>Doações também são rejeitadas. Às vezes, os bancos também se recusam a transferir contribuições financeiras de membros e doações para a organização. Roland Wüest, coordenador da Medicuba, escreve a nosso pedido: «De forma alguma nos são comunicadas todas as recusas que acontecem. Em termos gerais, eu diria que dez pagamentos são afetados por mês. Isso significa 15% de todas as transferências que eles nos enviam».</p>
<p>No caso dos antibióticos, a empresa farmacêutica do oeste da Suíça foi forçada a abrir uma conta no Postfinance, apenas para receber o valor devido. Malinverni afirma: «Sempre se encontra uma solução, mas cada vez é preciso muito tempo e muitos nervos».<br />
Uma regata contra o bloqueio inundou o litoral de Havana neste domingo. Foto: Heydy Margarita Montes de Oca Alvarez.</p>
<p>Medicuba, uma organização humanitária fundada em 1992, tem quatro funcionários e cerca de um terço de seu orçamento de 800.000 francos suíços é assumido pela Diretoria de Desenvolvimento e Colaboração (Deza). Em Cuba, a organização cuida de crianças autistas, está presente na prevenção da AIDS, realiza cirurgias minimamente invasivas em pacientes com câncer e oferece aperfeiçoamento profissional a médicos intensivistas cubanos na Suíça.</p>
<p>Malinverni explica que «cada vez que protestamos a um banco sobre as transferências negadas, eles nos dizem que nosso compromisso humanitário é maravilhoso, mas que as coisas são como estão&#8230;». Quando insistimos, as respostas são semelhantes. A palavra mágica em todos os casos é &#8220;risco de perder a reputação&#8221;».</p>
<p>«O UBS monitora as atividades empresariais na esfera do serviço de pagamento com muita precisão e apura os possíveis riscos relacionados a um pagamento, antes que recebam a aprovação», escreve a seção de imprensa do grande banco.</p>
<p>O Basler Kantonalbank justifica-se que os bancos devem ter em consideração, em sua atividade comercial, os riscos relacionados com os serviços transfronteiriços, especialmente as sanções estrangeiras.</p>
<p>Em janeiro, a Medicuba enviou queixa à Finma, reguladora do mercado financeiro. Nela se faz uma lista dos vários casos de transferências negadas e se exige «ação apropriada» contra os bancos envolvidos.</p>
<p>Finma argumentou que «as instituições financeiras devem analisar, minimizar e controlar adequadamente os riscos legais e de reputação que podem surgir do direito estrangeiro. O tipo de medidas com as quais os bancos atuam nesses casos é, inteiramente, da sua conta».</p>
<p>Além disso, a Medicuba contratou o escritório de advocacia Robert L. Muse, com sede em Washington, para emitir um parecer jurídico; nosso jornal tem uma cópia dele. Conclui que as transferências bancárias para a entidade nunca violam o bloqueio norte-americano, por diferentes motivos: a Medicuba é uma organização humanitária, tem sede fora dos Estados Unidos, os repasses não são feitos em dólares e não vão parar nem parar nem aos Estados Unidos nem a Cuba. E nem cidadãos norte-americanos trabalham na presidência da organização.</p>
<p>O advogado Willi Egloff, que representa legalmente a Medicuba, considera ilegal a prática dos bancos suíços, pelo menos no caso dos bancos cantonais. «Estas são instituições de direito público. Ao negar um serviço a um cidadão suíço, eles estão violando a proibição de ação arbitrária», diz Egloff. Mas eles não vão entrar em processos legais. Afirma que a Medicuba tem coisas mais nobres para gastar seu dinheiro do que em processos judiciais.</p>
<p>Franco Cavalli acredita que os bancos suíços têm tanto medo dos Estados Unidos porque, anteriormente, eles ajudaram sem hesitação os fraudadores de impostos norte-americanos a fazerem seus negócios sujos&#8230; algo como um produto de hipercompensação de sua consciência pesada, às custas do dever.</p>
<p>Algo notável aconteceu recentemente na Comissão das Relações Exteriores do Conselho Federal. A maioria aprovou um postulado que conclama o Conselho Federal a se pronunciar a favor de um alívio do bloqueio norte-americano e por um serviço de pagamento uniforme entre a Suíça e Cuba. No início de março, o Conselho Federal encaminhou o assunto graças à aprovação da esquerda e, surpreendentemente, também do Partido Liberal.</p>
<p>Decisivo a este respeito foi o parlamentar federal Hans-Peter Portmann, presidente do Grupo Parlamentar Suíço-Cuba e grande amante da Ilha. Apesar de todas as suas críticas e divergências políticas com o sistema cubano, Portmann está convencido de que, ainda hoje a população cubana elegeria o Partido Comunista.</p>
<p>Franco Cavalli duvida que o Conselho Federal ou os bancos vão se impressionar com a decisão parlamentar. Afinal, um postulado não é muito mais do que um desejo devoto.</p>
<p>Nota do Granma: O Conselho Nacional (Câmara Baixa) do Parlamento Suíço endossou em 9 de março o papel ativo da Suíça para acabar com o bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos a Cuba, ao aprovar, por 98 votos, um postulado nesse sentido, proposto pela Comissão de Política Externa.</p>
<p>* Artigo publicado no jornal alemão Berner Zeitung. (Tradução do alemão: Orestes Sandoval López).</p>
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		<title>A outra festa do trabalhador cubano</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2021 15:09:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Que neste 1º de Maio nós cubanos fiquemos de novo, dentro de casa, com a mesma vontade de desfilar como em 2020, não significa de forma alguma que renunciemos «ruidosamente» à celebração do Dia Internacional do Trabalhador, uma celebração universal de mais de um século de a vida, que em Cuba se traduz como o espetáculo mais massivo do ano, como um espaço privilegiado para compartilhar com a família e o ambiente de trabalho.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6412" alt="primero de mayo cartel" src="/files/2021/04/primero-de-mayo-cartel.jpg" width="300" height="250" />Que neste 1º de Maio nós cubanos fiquemos de novo, dentro de casa, com a mesma vontade de desfilar como em 2020, não significa de forma alguma que renunciemos «ruidosamente» à celebração do Dia Internacional do Trabalhador, uma celebração universal de mais de um século de a vida, que em Cuba se traduz como o espetáculo mais massivo do ano, como um espaço privilegiado para compartilhar com a família e o ambiente de trabalho.</p>
<p>As transformações no cenário econômico — a aprovação de medidas que têm como fim dar maior autonomia à empresa estatal socialista, aplicação de uma nova política de melhoria do setor não estatal, implementação do Tarefa Ordenação, com a consequente reforma salarial, e as recentes decisões a favor do setor agrícola, para citar apenas algumas, estimulam novas oportunidades para o desenvolvimento das forças produtivas.</p>
<p>Diante da impossibilidade de encher as praças e de drenar a sede acumulada de reencontro e festa, a Central dos Trabalhadores de Cuba (CTC) convocou a uma festa virtual que nasce de cada casa e de cada local de trabalho, que transborda de originalidade e ratifica o apoio à nossa Revolução.</p>
<p>São muitos os motivos para comemorar: o país continua resistindo ao ataque do obsessivo bloqueio econômico, comercial e financeiro do Governo dos Estados Unidos, intensificado com o governo Donald Trump, que aplicou 242 medidas de asfixia — nenhuma revogada até hoje — e os efeitos da pandemia COVID-19, que enfraqueceu até as economias mais poderosas.</p>
<p>Tal combinação de adversidades, aparentemente impossíveis de neutralizar para qualquer Estado do mundo, especialmente para uma pequena Ilha sem o benefício de grandes recursos naturais, obviamente teve impacto no desenvolvimento do país, limitou suas capacidades financeiras, com efeitos sobre a escassez de oferta no mercado interno, na subida dos preços e na diminuição do poder aquisitivo dos salários, bem como na paralisação ou intermitência dos processos produtivos do setor industrial, como reconheceu a convocação da própria CTC, a respeito a celebração proletária.</p>
<p>Diante de um cenário tão realista quanto desafiador, os comunistas cubanos acabam de realizar o 8º Congresso do Partido, um encontro transcendental na continuidade do processo de transferência das principais responsabilidades da organização política e do país para os pinheiros novos, uma geração que cresceu admirando os mesmos guerreiros da Serra que agora continuam «com o pé no estribo», pela profundidade dos debates, por suas abordagens críticas e autocríticas, pelos caminhos que ensinou e pelos muros que desabou.</p>
<p>Um desses caminhos, o da inovação e da soberania, o do fortalecimento das forças e reservas internas, o de aprender a fazer o que nos falta com as próprias mãos — talvez um mandato de Fidel e Raúl que ainda temos pendente — é o que os trabalhadores da Saúde e da Ciência têm vivido, neste contraponto para a vida, tão necessário e crioulo como o do fumo e do açúcar, de que, há 80 anos, falou Dom Fernando Ortiz.</p>
<p><strong>(Source: Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba e Venezuela assinam acordo bilateral para produção de alimentos</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2021 17:10:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O acordo foi finalizado na 21a sessão da Comissão Intergovernamental do Acordo Integral de Cooperação Cuba-Venezuela, presidida pelo primeiro vice-ministro da Ilha maior das Antilhas, Ricardo Cabrisas Ruiz, e pela vice-presidenta executiva da República Bolivariana, Delcy Rodríguez Gómez, que avaliou o desafios e desafios da colaboração ao longo de 2021 e do andamento dos projetos em execução, marcados pela conjuntura política e pelos desafios que a Covid-19 tem imposto.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6383" alt="Venezuela Cuba" src="/files/2021/03/Venezuela-Cuba1.jpg" width="300" height="250" /><strong></strong>Os ministérios da Agricultura de Cuba e da Venezuela assinaram em 9 de março, em Havana, um acordo para promover o desenvolvimento bilateral na produção de alimentos a partir da cooperação nas áreas de pecuária, piscicultura, obtenção de cereais, leguminosas, tubérculos e plantio de proteínas e forrageiras.</p>
<p>O acordo foi finalizado na 21<sup>a</sup> sessão da Comissão Intergovernamental do Acordo Integral de Cooperação Cuba-Venezuela, presidida pelo primeiro vice-ministro da Ilha maior das Antilhas, Ricardo Cabrisas Ruiz, e pela vice-presidenta executiva da República Bolivariana, Delcy Rodríguez Gómez, que avaliou o desafios e desafios da colaboração ao longo de 2021 e do andamento dos projetos em execução, marcados pela conjuntura política e pelos desafios que a Covid-19 tem imposto.</p>
<p>Também foi assinado um projeto de cooperação para a expansão e uso integral de moringa, thitonia, amoreira e outras culturas de pastagens na Venezuela, que tem como fim o intercâmbio de conhecimentos e a produção em áreas de manejo agronômico e transformação agroindustrial para geração de ração animal.</p>
<p>Cabrisas Ruiz explicou que o plano de cooperação anual aprovado quer melhorar setores-chave como a Saúde — com esforços conjuntos para mitigar os efeitos da pandemia e empreender ações para o desenvolvimento e aplicação de vacinas candidatas cubanas — e fortalecer os laços nas atividades associadas à energia, transporte, educação, cultura e esportes.</p>
<p>Tais projetos, transcendeu, servirão de base para a elaboração do Plano de Resistência e Desenvolvimento 2030 (Redes), resultado da conjunção do Plano Nacional de Desenvolvimento Econômico até 2030, da Ilha maior das Antilhas, e o Plano da Pátria. até 2025, da nação sul-americana.</p>
<p>A vice-presidenta venezuelana destacou a resistência dos dois países ao bloqueio e as constantes medidas coercitivas unilaterais dos Estados Unidos. «A cooperação Cuba-Venezuela foi essencial para o resultado vitorioso da resistência de nossos povos, que não se permitem sejam extorquidos, chantageados, e que continuem no seu caminho de vitória para o futuro», disse.</p>
<p>As delegações, compostas por ministros dos dois países, ratificaram sua determinação de avançar no aprimoramento e ampliação de seus laços em todas as esferas do desenvolvimento, como forma de superar os efeitos negativos da perseguição econômica que os Estados Unidos mantêm como política de asfixia contra as duas nações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Presidente Díaz-Canel teve reunião com a vice-presidenta executiva da Venezuela</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2021 17:04:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A ocasião também foi propícia para intercambiar aspectos de caráter bilateral e multilateral, incluindo o andamento dos laços de colaboração, bem como a atual conjuntura política regional e internacional, temperada pelos efeitos da Covid-19 para nossos povos. O presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, se reuniu na terça-feira, 9 de março, com a vice-presidenta executiva da República Bolivariana da Venezuela.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6381" alt="Canel reunion 9 marzo" src="/files/2021/03/Canel-reunion-9-marzo.jpg" width="300" height="251" />A ocasião também foi propícia para intercambiar aspectos de caráter bilateral e multilateral, incluindo o andamento dos laços de colaboração, bem como a atual conjuntura política regional e internacional, temperada pelos efeitos da Covid-19 para nossos povos</p>
<p>O presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, se reuniu na terça-feira, 9 de março, com a vice-presidenta executiva da República Bolivariana da Venezuela, companheira Delcy Rodríguez Gómez, que preside a delegação de seu país à 21a Comissão Intergovernamental Venezuela-Cuba.</p>
<p>Durante o encontro fraterno, o presidente ratificou o compromisso de Cuba de solidariedade com a nação venezuelana, bem como a vontade de continuar melhorando a cooperação bilateral. Díaz-Canel rejeitou veementemente as medidas coercitivas e unilaterais dos Estados Unidos e seus aliados contra a Pátria de Simón Bolívar e Hugo Chávez.</p>
<p>A vice-presidenta venezuelana reiterou seu repúdio ao acirramento do bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba.</p>
<p>A ocasião também foi propícia para intercambiar aspectos de caráter bilateral e multilateral, incluindo o andamento dos laços de colaboração, bem como a atual conjuntura política regional e internacional, matizada pelos efeitos da Covid-19 para nossos povos.</p>
<p>Acompanharam a vice-presidenta venezuelana, Gabriela Jiménez, ministra do Poder Popular para a Ciência e Tecnologia; Wilmar Castro Soteldo, ministro do Poder Popular para a Agricultura Produtiva e Terras; e Adán Chávez Frías, embaixador em nosso país.</p>
<p>Por Cuba, o primeiro-ministro Manuel Marrero Cruz; o vice-primeiro-ministro, Ricardo Cabrisas Ruiz; o ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla; e os ministros do Comércio Exterior e o Investimento Estrangeiro e de Energia e Minas, Rodrigo Malmierca Díaz e Liván Arronte Cruz, respectivamente; e o embaixador cubano na Venezuela, Dagoberto Rodríguez Barrera.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba busca crescer 23% em bioprodutos</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2021 22:03:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cuba pretende fabricar este ano 6.255,72 quilolitros de 18 tipos de bioprodutos, um crescimento de 23% em relação ao que se conseguiu anteriormente, destaca hoje um relatório do Ministério da Agricultura (Minag). Isso vai permitir o aproveitamento de 690 mil hectares de diversas lavouras, 100 mil a mais do que em 2020, especifica também documento daquela entidade.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6317" alt="AVR--Cuba-brioproductos" src="/files/2021/02/AVR-Cuba-brioproductos1.jpg" width="300" height="249" />Cuba pretende fabricar este ano 6.255,72 quilolitros de 18 tipos de bioprodutos, um crescimento de 23% em relação ao que se conseguiu anteriormente, destaca hoje um relatório do Ministério da Agricultura (Minag).</p>
<p>Isso vai permitir o aproveitamento de 690 mil hectares de diversas lavouras, 100 mil a mais do que em 2020, especifica também documento daquela entidade.</p>
<p>A isto acrescenta-se que estão a trabalhar para concluir o desenvolvimento de 10 novos bioprodutos e vão aumentar as capacidades de produção.</p>
<p>O uso de bioprodutos permite substituir parte da importação de fertilizantes químicos e agrotóxicos, com a qual o país gasta anualmente grandes somas de divisas.</p>
<p>De acordo com o relatório do Minag, com a implementação dessas estratégias integradas, dá-se uma contribuição importante para a proteção do meio ambiente e o estabelecimento das lavouras.</p>
<p>Assim, eles são protegidos contra o estresse e aumentam os rendimentos agrícolas entre 10 e 20%, o que contribui para o desenvolvimento sustentável e sustentável do setor agrícola.</p>
<p>O uso de bioprodutos (biofertilizantes, bioestimulantes e biopesticidas) registra uma tendência crescente em Cuba e no mundo, levando-se em consideração que o uso excessivo de origem química afeta o meio ambiente e a saúde humana.</p>
<p><strong>(Tirado de Prensa Latina) </strong></p>
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		<title>De 127 para mais de 2.000 atividades autônomas, um salto a favor da economia e do emprego</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2021 22:08:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A melhoria e expansão do trabalho autônomo, além da geração de empregos, dará mais vitalidade, diversificação e competitividade à economia, destacou o vice-primeiro-ministro Alejandro Gil Fernández em sua conta no Twitter na segunda-feira, 15 de fevereiro. «A melhoria e expansão do trabalho autônomo, além da geração de novos empregos, proporcionará à economia maior vitalidade, diversificação e competitividade.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6293" alt="cartel viva cuba" src="/files/2021/02/cartel-viva-cuba.jpg" width="300" height="250" />A melhoria e expansão do trabalho autônomo, além da geração de empregos, dará mais vitalidade, diversificação e competitividade à economia, destacou o vice-primeiro-ministro Alejandro Gil Fernández em sua conta no Twitter na segunda-feira, 15 de fevereiro.</p>
<p>«A melhoria e expansão do trabalho autônomo, além da geração de novos empregos, proporcionará à economia maior vitalidade, diversificação e competitividade. Esse é o caminho. Todos nós ganhamos. #SomosCuba #SomosContinuidad #CubaViva @MEP_CUBA pic.twitter.com/bCuYyF8q1P</p>
<p>- Alejandro Gil Fernández (@AlejandroGilF) 15 de fevereiro de 2021</p>
<p>O também ministro da Economia e do Planejamento havia recentemente entendido que um elemento favorável à melhoria do trabalho autônomo neste cenário é o sistema monetário, que elimina distorções devido à dupla moeda e ao câmbio, o que permite melhor conexão entre o setor estatal e o não-estatal, bem como o impulso de maiores transformações em ambas as áreas.</p>
<p>No próprio âmbito do regulamento, foi anunciada uma abertura inédita ao trabalho autônomo em Cuba, já que a lista de 127 profissões a exercer no setor privado foi ampliada para 2.100, levando em conta dados do Classificador Nacional de Atividades Econômicas.</p>
<p>Os novos regulamentos foram aprovados no último Conselho de Ministros, espaço em que a ministra do Trabalho e da Previdência Social, Marta Elena Feitó Cabrera, afirmou que apenas 124 atividades são limitadas, total ou parcialmente.</p>
<p>Disse que setor o autônomo tem mais de 600 mil trabalhadores, o que representa 13% do emprego no país, e que essas medidas buscam consolidar essa forma de gestão.</p>
<p>A ministra lembrou os efeitos da pandemia e a intensificação do bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos contra Cuba, que prejudicaram consideravelmente essa parte da população.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Doce e consoladora fusão de amores e esperanças</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2021 21:54:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[«'A única verdade nesta vida, e a única força, é o amor. Patriotismo não é mais do que amor. A amizade não é mais do que amor’. José Martí escreveu isso, que tanto amou. Parabéns Cuba, terra dos meus amores», foi a mensagem do presidente da República, Miguel Díaz-Canel, ao povo, no Dia do amor e da amizade. «A única verdade nesta vida, e a única força, é o AMOR. Patriotismo não é mais do que amor.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6291" alt="Cuba multitud, bamdera" src="/files/2021/02/Cuba-multitud-bamdera.jpg" width="300" height="250" />«&#8217;A única verdade nesta vida, e a única força, é o amor. Patriotismo não é mais do que amor. A amizade não é mais do que amor’. José Martí escreveu isso, que tanto amou. Parabéns Cuba, terra dos meus amores», foi a mensagem do presidente da República, Miguel Díaz-Canel, ao povo, no Dia do amor e da amizade.</p>
<p>«A única verdade nesta vida, e a única força, é o AMOR. Patriotismo não é mais do que amor. Amizade não é mais édo que amor. José Martí escreveu isso, que tanto amou. Parabéns #Cuba, a terra dos meus amores. #CubaViva pic.twitter.com/gOQBnXt7CK</p>
<p>- Miguel Díaz-Canel Bermúdez (@DiazCanelB) 14 de fevereiro de 2021</p>
<p>Em sua conta no Twitter, acrescentou que em Cuba seguimos um ideal de amor. «E tal como escreveu Che Guevara: «Todos os dias temos que lutar para que o amor à humanidade viva se transforme em fatos concretos, em atos que sirvam de exemplo, de mobilização». Parabéns, pátria amada», disse, seguindo a José Martí, que a definiu como uma doce e consoladora fusão de amores e esperanças.</p>
<p>Em #Cuba seguimos um ideal de amor. E tal como escreveu #Che Guevara: “Todos os dias temos que lutar para que o amor à humanidade viva se transforme em fatos concretos, em atos que sirvam de exemplo, de mobilização». Parabéns querido país. #Nós somosCuba. #CubaViva</p>
<p>- Miguel Díaz-Canel Bermúdez (@DiazCanelB) 14 de fevereiro de 2021.</p>
<p>O chefe de Estado também disse que «o verdadeiro revolucionário é guiado por grandes sentimentos de amor. É impossível pensar em um verdadeiro revolucionário sem essa qualidade». Che disse isso, e é como uma bússola de nossa paixão diária. Parabéns pelo dia do amor e da amizade.</p>
<p>«O verdadeiro revolucionário é guiado por grandes sentimentos de amor. É impossível pensar em um verdadeiro revolucionário sem esta qualidade. O #Che Guevara disse isso e é como uma bússola de nossa paixão diária. Parabéns pelo dia do amor e da amizade #SomosCuba #CubaViva</p>
<p>- Miguel Díaz-Canel Bermúdez (@DiazCanelB) 14 de fevereiro de 2021.</p>
<p>Além disso, na mesma rede social, o primeiro-ministro Manuel Marrero Cruz enviou seus parabéns a homens e mulheres cubanos, enquanto a vice-primeira-ministra, Inés María Chapman, assegurou que o amor renova e dá força, cuida e dá paz, produz e constrói, e exortou a que, no meio da pandemia, atendamos a todos com disciplina e responsabilidade, cumprindo as medidas de saúde. A chancelaria compartilhou a data com toda a nação, que dedicou a quantos, em nome da Pátria, semeiam o amor e a vida nas latitudes mais distantes do mundo.</p>
<p>«Parabéns cubanos e cubanos por este dia de amor e amizade. #Somos Cuba #Somos Continuidade pic.twitter.com/8jr5mUSUXt</p>
<p>- Manuel Marrero Cruz (@MMarreroCruz) 14 de fevereiro de 2021.</p>
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		<title>O justo é identificar bem e subsidiar quem precisa</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2021 21:49:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para conseguir tudo o que é justo, no âmbito da Tarefa de Ordenação, transformar a política de subsídios, de forma que o que seja mais bem protegido sejam as pessoas que realmente precisam, e os produtos que depois são distribuídos igualmente não sejam subsidiados, é necessário aprimorar os mecanismos de identificação desses cidadãos em situação de vulnerabilidade.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6289" alt="Cuba atencion población" src="/files/2021/02/Cuba-atencion-población.jpg" width="300" height="247" />Para conseguir tudo o que é justo, no âmbito da Tarefa de Ordenação, transformar a política de subsídios, de forma que o que seja mais bem protegido sejam as pessoas que realmente precisam, e os produtos que depois são distribuídos igualmente não sejam subsidiados, é necessário aprimorar os mecanismos de identificação desses cidadãos em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>«Devemos melhorar os mecanismos de identificação de pessoas vulneráveis ​​para deixar de subsidiar produtos em geral e poder ajudar a tempo quem precisa. Os municípios desempenham um papel protagonista neste trabalho». #assistência social #SomosCuba pic.twitter.com/LULaTtuSo3</p>
<p>- Marino Murillo Jorge (@MarinoMurilloJ) 4 de fevereiro de 2021.</p>
<p>Foi o que disse no Twitter o membro do Bureau Político do Partido, Marino Murillo Jorge, chefe da Comissão para a Implementação das Diretrizes, que sublinhou o papel fundamental que as estruturas municipais têm no reconhecimento atempado destes casos, que requerem proteção do Estado.</p>
<p>Assessorada pelo ministério do Trabalho e Previdência Social, a política de proteção do Estado cubano se especifica através da Assistência Social, quando o benefício é dirigido a grupos vulneráveis, idosos, bem como pessoas com deficiência que não tenham parentes obrigados ou em condições de ajuda.</p>
<p>Imagen</p>
<p>O próprio Murillo Jorge ratificou que a posição da Revolução, não apenas como parte do sistema monetário, ou na atualização do modelo econômico, sempre foi a de não deixar ninguém desamparado. A Lei Orçamentária inclui este ano um apoio de mais de sete bilhões de pesos à Previdência Social e há mais de 200.000 cubanos que usufruem da Previdência Social.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Valdés Mesa em Pinar del Río: O município deve fazer valer sua autonomia</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2021 21:41:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O município deve usar as regras e fazer valer a autonomia que o país lhe deu para se desenvolver. Assim manifestou o vice-presidente da República, Salvador Valdés Mesa, durante uma reunião de trabalho nesta província para avaliar o andamento do programa de autossuficiência territorial. «Precisamos que os municípios sejam fortes, robustos e também sustentáveis», disse, após lembrar que todos os planos de produção são executados nos territórios.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6287" alt="Cuba siembra alimentos" src="/files/2021/02/Cuba-siembra-alimentos.jpg" width="300" height="248" />O município deve usar as regras e fazer valer a autonomia que o país lhe deu para se desenvolver.</p>
<p>Assim manifestou o vice-presidente da República, Salvador Valdés Mesa, durante uma reunião de trabalho nesta província para avaliar o andamento do programa de autossuficiência territorial.</p>
<p>«Precisamos que os municípios sejam fortes, robustos e também sustentáveis», disse, após lembrar que todos os planos de produção são executados nos territórios.</p>
<p>O líder afirmou que nosso país é eminentemente agrícola e que a produção de alimentos é uma questão de segurança nacional.</p>
<p>«Portanto, o programa de autossuficiência está diretamente ligado à estratégia de desenvolvimento dos territórios».</p>
<p>Nesse sentido, destacou que é preciso colocar em operação milhares de hectares que ainda estão ociosos e de forma eficiente.</p>
<p>Em troca com as principais autoridades desse território em nível provincial e municipal, e os diretores e especialistas do sistema agrícola, o vice-presidente cubano advertiu que cada município deve ser muito claro sobre as colheitas que tem no campo, as que faltam para atender a demanda de sua população e dos produtores que vão plantá-las.</p>
<p>Também destacou a necessidade de fomentar as pequenas indústrias, para aproveitar o que se colhe, principalmente no frio, e preservar os alimentos para a época do ano em que o clima é menos favorável.</p>
<p>Quanto a Pinar del Río, Valdés Mesa elogiou o esforço que tem sido feito para superar os efeitos causados ​​pelos fenômenos meteorológicos que atingiram a província no segundo semestre de 2020. «Aqui temos trabalhado muito pela recuperação e isso constitui um estímulo para seguir em frente», disse.</p>
<p>Valdés Mesa apurou que no final de Janeiro, em Pinar del Rio 85% dos 42.000 hectares correspondentes à estação fria tinham sido plantados e que em geral o estado vegetativo das culturas é favorável.</p>
<p>Dadas as limitações de recursos que a agricultura sofre hoje, devido à intensificação do bloqueio e aos efeitos da pandemia da Covid-19 em nossa economia, indicou que as plantações deveriam ser aumentadas, para neutralizar os baixos rendimentos agrícolas.</p>
<p>«Temos que repor esse déficit de insumos, crescendo em mais áreas», disse. No país, isso exigiria aumentar entre 30 mil e 40 mil hectares, para obter as 150 mil toneladas de alimentos que devemos produzir mensalmente, explicou.</p>
<p>«Como não temos limitações com a terra, temos que expandir, crescer horizontalmente, eliminar a jurema, colocar novas áreas para produzir. Aí está a solução», acrescentou.</p>
<p>O vice-presidente cubano reconheceu que na agricultura os riscos são muitos, porque é uma atividade exposta às intempéries. No entanto, afirmou que não deve faltar dedicação ao trabalho entre homens e mulheres vinculados a este importante setor.<br />
<strong><br />
(Tirado de Granma)</strong></p>
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