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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Donald Trump</title>
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		<title>Relatório revela a arbitrariedade de Trump em relação a supostos «ataques sônicos» em Havana</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2021 00:38:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um relatório secreto do Departamento de Estado dos Estados Unidos indica que a decisão do governo Trump de desativar os serviços da embaixada daquele país em Havana, em face dos supostos «ataques sônicos» perpetrados contra seus diplomatas, foi uma «resposta» política atormentada por péssima gestão, falta de coordenação e não cumprimento de procedimentos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6283" alt="cartel Trump" src="/files/2021/02/cartel-Trump.jpg" width="300" height="257" />Um relatório secreto do Departamento de Estado dos Estados Unidos indica que a decisão do governo Trump de desativar os serviços da embaixada daquele país em Havana, em face dos supostos «ataques sônicos» perpetrados contra seus diplomatas, foi uma «resposta» política atormentada por péssima gestão, falta de coordenação e não cumprimento de procedimentos.</p>
<p>O documento, divulgado a pedido do Arquivo de Segurança Nacional dos Estados Unidos, mostra que o ex-presidente tomou a medida sem ter nenhuma prova de que Cuba estava por trás dos misteriosos problemas de saúde que afetaram seus funcionários.</p>
<p>A esse respeito, a vice-diretora-geral da Direção para os Estados Unidos, do ministério das Relações Exteriores de Cuba, Johana Tablada, escreveu no Twitter: «Depois de quatro anos de denúncias, o Governo dos Estados Unidos não conseguiu demonstrar que algo aconteceu em Cuba, muito menos que tais ataques tenham ocorrido».</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Viagens mais caras e difíceis: a escolha de Trump para os cubanos nos Estados Unidos</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2020 23:35:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 10 de março, entra em vigor a suspensão de voos charter públicos entre qualquer ponto desse país e Cuba, com exceção do Aeroporto Internacional José Martí, em Havana, destino para o qual impôs um limite de 3.600 voos de ida e volta. Ano eleitoral nos Estados Unidos. A Flórida, considerada chave na luta, realiza as primárias presidenciais em 17 de março e Donald Trump, atual presidente]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5813" alt="bruuno" src="/files/2020/03/bruuno.jpg" width="300" height="240" />Em 10 de março, entra em vigor a suspensão de voos charter públicos entre qualquer ponto desse país e Cuba, com exceção do Aeroporto Internacional José Martí, em Havana, destino para o qual impôs um limite de 3.600 voos de ida e volta.</p>
<p>Ano eleitoral nos Estados Unidos. A Flórida, considerada chave na luta, realiza as primárias presidenciais em 17 de março e Donald Trump, atual presidente, aparece nos boletins de voto dos republicanos na região, juntamente com Roque De La Fuente, Bill Weld e Joe Walsh, que retiraram sua candidatura no início de fevereiro.</p>
<p>Mas sete dias antes dessa etapa, Trump, que buscou fortemente o voto dessa área em que se estima que os cubanos sejam a primeira força eleitoral, indicou aplicar uma medida que já ganhou críticas de grande parte dessa comunidade no país.</p>
<p>Em 10 de janeiro, o Departamento dos Transportes dos Estados Unidos notificou que em 60 dias entraria em vigor a suspensão de voos charter públicos entre qualquer ponto daquela nação e Cuba, à exceção do aeroporto internacional José Martí de Havana, destino para o qual impôs um limite de 3.600 voos de ida e volta.</p>
<p>Esse valor, correspondente aos níveis atuais de serviço, é insuficiente devido à eliminação do restante dos destinos na Ilha e, além da pressão, procurará responsabilizar Cuba pelos problemas que essa medida hostil desencadeará.</p>
<p>Foi a pedido do secretário de Estado, Mike Pompeo, conhecido por sua acidez em relação à Revolução, que essa ação foi executada contra nove aeroportos internacionais cubanos, que se juntam às mais de 190 medidas aplicadas desde 2017 contra nosso povo.</p>
<p>O fechamento consular da embaixada dos EUA em Havana, a suspensão das viagens de cruzeiro, a perseguição de navios-tanque que transportam petróleo e a drástica redução de voos fazem parte da estratégia de pressão que o governo Trump está encorajando para obter os votos dos anticubanos na Flórida.</p>
<p>No entanto, desta vez, as reações contra ele não demoraram a aparecer nos próprios Estados Unidos, onde, segundo poucos meios de comunicação, há incerteza entre os cubanos residentes, que desde o final de 2019 puderam ver como foram suspensos os voos diretos regulares para o interior de sua terra natal após serem restaurados em 2016, após uma interrupção de 55 anos.</p>
<p>As informações indicam um aumento na demanda por ingressos em Miami, e os afetados se lembram dos tempos de George W. Bush, que em 2004 limitou as viagens diretas a Cuba a apenas uma visita a cada três anos. Agora, novamente, as opções de viajar por um país terceiro são valorizadas, o que torna difícil e mais caro visitar suas famílias.</p>
<p>«A redução das viagens fará aumentar o preço dos bilhetes como resultado da diminuição de voos e da concorrência entre as companhias aéreas», disse Reportur, um site de notícias de turismo na América Latina; um efeito que acrescenta dificuldades ao que a emigração já considera «um golpe desnecessário contra as famílias».</p>
<p>«Décadas de tentar dividir o povo cubano pelos resultados eleitorais no sul da Flórida e zero realizações positivas de uma política que aparentemente nunca sai de moda para alguns», publicou no Twitter Collin Laverty, presidente da organização Cuba Educational Travel.</p>
<p>James Williams, presidente da coalizão Engage Cuba, comentou: «Entendemos que os políticos que fazem essa medida provavelmente nunca estiveram em Cuba, mas mesmo eles devem poder ver que a grande maioria dos cubanos não mora em Havana».</p>
<p>Mais de 600.000 americanos viajaram para Cuba em 2017 e 2018, além de meio milhão de cubano-americanos. No ano anterior, 552.816 cubano-americanos visitaram a Ilha vindos dos Estados Unidos, número que, segundo o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, mostra o fortalecimento dos laços de Cuba com seus cidadãos no exterior.</p>
<p><strong>(Source: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://pt.granma.cu/mundo/2020-03-10/viagens-mais-caras-e-dificeis-a-escolha-de-trump-para-os-cubanos-nos-estados-unidos" >Granma</a>)</strong></p>
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		<title>Câmara dos Representantes dos EUA aprova julgamento político contra Trump</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Dec 2019 00:13:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ele é o primeiro presidente republicano desaprovado pela Câmara dos Representantes e o terceiro na história daquele país a enfrentar esse processo contra ele. A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta quarta-feira, 18 de dezembro, em uma sessão histórica, abrir um 'impeachment' no Senado contra o presidente Donald Trump, que se tornará o terceiro presidente do país a enfrentar um julgamento político.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5760" alt="Trump Impechment" src="/files/2019/12/Trump-Impechment.jpg" width="300" height="251" />Ele é o primeiro presidente republicano desaprovado pela Câmara dos Representantes e o terceiro na história daquele país a enfrentar esse processo contra ele.</p>
<p>A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta quarta-feira, 18 de dezembro, em uma sessão histórica, abrir um &#8216;impeachment&#8217; no Senado contra o presidente Donald Trump, que se tornará o terceiro presidente do país a enfrentar um julgamento político.</p>
<p>Trump se torna assim o primeiro presidente republicano desaprovado pela Câmara dos Deputados, dado que Richard Nixon (1969-1974) renunciou antes do processo contra ele quando o &#8216;Watergate&#8217; chegou a esse ponto.</p>
<p>Em termos gerais, ele será o terceiro presidente a enfrentar um julgamento político no Senado, depois que os democratas Andrew Johnson (1865-1869) e Bill Clinton (1993-2001), que foram salvos pela maioria no Senado, analisam a Europa.</p>
<p>A Comissão Judicial acusou Trump de uma acusação de abuso de poder por pressionar seu colega ucraniano, Volodimir Zelenski, a abrir duas investigações que o beneficiariam para a reeleição em 2020: uma sobre as supostas corrupções do candidato democrata Joe Biden e seu Filho Hunter em seus negócios na Ucrânia e outro sobre «a teoria desacreditada» de que foi aquele país, não a Rússia, que interferiu nas eleições de 2016.</p>
<p>Trump também é acusado de uma segunda acusação de obstrução ao Congresso por rejeitar os requisitos feitos pela Câmara dos Deputados por informações e aparência no contexto da investigação de impeachment. Segundo a Comissão Judiciária, também ordenou que funcionários e agências do governo ignorassem os pedidos parlamentares a esse respeito.</p>
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		<title>Crianças vítimas do mesmo vitimizador</title>
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		<pubDate>Thu, 30 May 2019 17:16:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O menino venezuelano Geovanny e o iraquiano Qasim nunca se encontraram. O primeiro, de seis anos, teve seu pequeno coração paralisado enquanto esperava por um transplante de medula óssea em um hospital italiano, por meio de um acordo com a empresa estatal venezuelana PDVSA, mas Donald Trump ordenou que fosse bloqueado o dinheiro da nação bolivariana nos bancos europeus e o menino morreu sem saber por que sancionaram seu país.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5477" alt="Niños" src="/files/2019/06/Niños.jpg" width="300" height="233" />O menino venezuelano Geovanny e o iraquiano Qasim nunca se encontraram. O primeiro, de seis anos, teve seu pequeno coração paralisado enquanto esperava por um transplante de medula óssea em um hospital italiano, por meio de um acordo com a empresa estatal venezuelana PDVSA, mas Donald Trump ordenou que fosse bloqueado o dinheiro da nação bolivariana nos bancos europeus e o menino morreu sem saber por que sancionaram seu país.</p>
<p>O menino iraquiano Qasim Al-Kazim teve uma de suas pernas amputada, depois de um ataque terrorista do chamado Estado Islâmico. Seu sonho de ser um bom jogador de futebol foi cortado. Mas ele viveu sua maior emoção quando foi levado para Moscou e lá participou e deixou inaugurado, com um primeiro chute da bola, um jogo de futebol entre as equipes russas Spartak e Ufa.</p>
<p>São dois exemplos de vítimas afetadas pelo mesmo vitimizador: o terrorismo, seja fundamentalista como no Iraque, ou o terrorismo de Estado aplicado pelo governo dos EUA, aquele que trava guerras e pune, mas que devia ser julgado como tal.</p>
<p>Saber que cada dia centenas de milhares de crianças são afetadas por guerras ou por sanções econômicas impostas por Washington contra países cujos governos não são compatíveis com o modelo que querem implementar, é talvez a parte mais triste e comovente de um balanço, mesmo superficial, das últimas ações de quem governa na Casa Branca.</p>
<p>Venezuela, Iraque, Síria, Líbia, Iêmen, Afeganistão, países em sua maioria com recursos energéticos ou pontos estratégicos na geopolítica dos EUA, estão sendo desestabilizados ou tentam conquistá-los no século XXI. Sua infraestrutura é destruída e se tenta sufocá-los com cruéis sanções econômicas e financeiras, que fazem parte do plano imperial de dominar o mundo.</p>
<p>Ao Afeganistão os Estados Unidos enviaram tropas e armas sofisticadas, em busca dos talibãs que continuam dominando parte do vasto país, um dos mais pobres do planeta. Em Líbia, além de massacrar seu presidente, transformaram o país em um estado fracassado que até hoje ninguém tem controle sobre ele. O petróleo trouxe com seu cheiro os conquistadores estrangeiros que já o desfrutam.</p>
<p>No Iêmen, onde 80% de seus 24 milhões de habitantes precisam de ajuda urgente — segundo a ONU — o número de crianças mortas aumentou de 900 para mais de 1.500, entre o ano passado e o atual. A Síria luta contra dois inimigos: o terrorismo do Estado Islâmico e o aplicado pelo Pentágono com o bombardeio de sua aviação que mata crianças, mulheres e idosos e que ilegalmente mantém mais de mil soldados naquele país. A Venezuela, cobiçada por seu petróleo e outras riquezas, tornou-se o principal foco de atenção internacional, depois que o presidente dos Estados Unidos e sua equipe de falcões, a miserável OEA e alguns governos da região se comprometeram com um plano de golpe de Estado.</p>
<p>A morte nestes dias passados da criança Geovanny, de apenas seis anos, movimentou o país bolivariano e a comunidade internacional. Outras 26 crianças venezuelanas estão esperando na Europa para descongelar os fundos da PDVSA, depois de terem sido enviadas pelo governo revolucionário para salvar suas vidas e agora sofrem a incerteza de que poderia acontecer a elas o que aconteceu com Geovanny.</p>
<p>O povo norte-americano, que também tem filhos — muitos dos quais morrem por causa de tiroteios nas escolas ou são enviados à guerra — deve sentir-se abalado, ao ouvir casos como estes e muitos outros que morrem por causa das armas e sanções de seu governo.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Prosur com ventos do Norte</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Apr 2019 18:41:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[FRUSTRADOS, talvez, pelos fracassos em seu plano contra a Venezuela e por não conseguirem os resultados exigidos pelo governo de Donald Trump, vários líderes, representantes da direita e da extrema direita da América do Sul, acabam de assinar um documento para criar o que chamaram Fórum para o Desenvolvimento da América do Sul (Prosur).

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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5462" alt="Trumnp titere" src="/files/2019/04/Trumnp-titere.jpg" width="300" height="248" />FRUSTRADOS, talvez, pelos fracassos em seu plano contra a Venezuela e por não conseguirem os resultados exigidos pelo governo de Donald Trump, vários líderes, representantes da direita e da extrema direita da América do Sul, acabam de assinar um documento para criar o que chamaram Fórum para o Desenvolvimento da América do Sul (Prosur).</p>
<p>Além dos objetivos de consolidar a aplicação de políticas de direita na região; fortalecer o plano de privatizações pacotes e outras medidas contra os mais despossuídos, a instituição nascente tem em seu foco imediato acabar com a Unasul e, de passagem, fraturar a unidade dos países daquela região, além de continuar promovendo, sob a égide de Washington, todo tipo de ações contra a Venezuela, a Revolução Bolivariana e o presidente constitucional Nicolás Maduro.</p>
<p>O local não poderia ser melhor e o anfitrião perfeito: o Chile e seu presidente Sebastián Piñera. E se alguma coisa está faltando nesta avaliação, vamos deixar que seja Juan Guaidó, o impostor autoproclamado presidente interino da Venezuela, quem esclareça com sua explicação aos convidados por quê ele não pôde participar da reunião e esclareça a natureza desse encontro: «Eu agradeço o convite de países irmãos para fazer parte deste dia histórico na união de nossos povos. Estamos organizando a Venezuela toda para dar cabo da usurpação, que será o triunfo da democracia, da liberdade e do retorno da estabilidade na América do Sul», escreveu no Twitter.</p>
<p>Esse é o cenário em que a Prosur nasceu com ventos do Norte, um filhote cujo objetivo alicerça na destruição da Unasul, organização fundada em 2008, que agrupou todos os países daquela área geográfica e criou muitas expectativas de solidariedade, união e desenvolvimento comum, durante os governos progressistas de Cristina Fernández na Argentina, Lula e Dilma no Brasil, Evo Morales na Bolívia, Hugo Chávez na Venezuela e Rafael Correa no Equador.</p>
<p>Agora a direita e a extrema direita acreditaram que chegou o momento e sabem muito bem que, aproveitando as fraquezas da esquerda e recebendo o apoio total dos Estados Unidos e fraturando o que foi uma incipiente união sul-americana e latino-americana, podem avançar mais rápido em seus objetivos.</p>
<p>Destruir a Unasul, dividindo a Celac, desmoronando a Petrocaribe, é equivalente, para aquela extrema direita e seus senhores do Norte, a um triunfo que será bem pago, onde personagens como Michael Pompeo, John Bolton, Marco Rubio, Elliot Abrams e o próprio Trump não poupam esforços para esses propósitos.</p>
<p>O outro objetivo do Prosur é derrubar a Revolução Bolivariana e o governo do presidente constitucional Nicolás Maduro. Talvez por isso a insistência de que Guaidó participasse do encontro no Chile.</p>
<p>Lá estavam Mauricio Macri, com sua Argentina entregue aos projetos do Fundo Monetário Internacional; o brasileiro Jair Bolsonaro, rotulado como o &#8220;Trunfo dos trópicos&#8221;, o mesmo que ao chegar à capital chilena disse que «tentará, junto com os demais presidentes sul-americanos, selar o fim da Unasul».</p>
<p>Iván Duque também participou, segurando as rédeas de uma Colômbia em que centenas de líderes sociais e indígenas morrem sem justiça e onde o próprio presidente insiste em mudar os Acordos de Paz assinados com as FARCs e, é claro, o anfitrião Sebastián Piñera, absorvido na promoção de uma direita subordinada a Washington de tal forma que ele até deu ao presidente Trump uma bandeira norte-americana com a pequena bandeira chilena inserida, o que dá a imagem de aspirar a ser mais uma estrela desse estandarte.</p>
<p>Menção separada para Lenin Moreno, o presidente equatoriano, o mesmo que já expulsou a Unasul de sua sede construída no chamado centro do mundo, perto de Quito, e que decidiu demolir o monumento a essa grande figura da integração sul-americana: Néstor Kirchner.</p>
<p>Também fizeram parte do tratamento de desintegração da unidade sul-americana, os presidentes do Peru e do Paraguai, sem muita proeminência, mas fiéis peões do que Washington diz.</p>
<p>A história em breve colecionará o nome desses personagens como perfeitos testas-de-ferro da administração Trump, determinada a retornar ao tempo da Doutrina Monroe, com a América Latina como seu quintal.</p>
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		<title>Irã no alvo da política de Trump</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jul 2017 23:08:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DECORRIA o mês de julho de 2015, e vindas de Viena — mais exatamente — chegavam notícias de que a República Islâmica do Irã e os Estados Unidos, liderando o chamado grupo G5+1 (EUA, Rússia, China, França, Reino Unido e Alemanha) depois de 18 meses de negociação, chegaram ao histórico acordo que limita o programa nuclear da nação persa, enquanto Washington e os países europeus se comprometiam a pôr fim às sanções contra esse país.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4642" alt="iran" src="/files/2017/07/iran.jpg" width="300" height="184" />DECORRIA o mês de julho de 2015, e vindas de Viena — mais exatamente — chegavam notícias de que a República Islâmica do Irã e os Estados Unidos, liderando o chamado grupo G5+1 (EUA, Rússia, China, França, Reino Unido e Alemanha) depois de 18 meses de negociação, chegaram ao histórico acordo que limita o programa nuclear da nação persa, enquanto Washington e os países europeus se comprometiam a pôr fim às sanções contra esse país.</p>
<p>Este acordo, hipoteticamente, punha fim a 35 anos de uma política de enfrentamento patrocinada pelos governos norte-americanos, após ter triunfado a Revolução Islâmica.</p>
<p>A esse respeito, o ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama, congratulou-se por ter impedido a expansão de armas nucleares na região do Oriente Médio, sem mencionar para nada Israel e seu desenvolvimento nuclear desafiando a ONU e a comunidade internacional, impedindo que seu programa seja controlado pela agência internacional, função pela qual é responsável.</p>
<p>A mídia propagou todo o tipo de espaços informativos, transmitindo a ideia de que assim se impedia o acesso iraniano à bomba atômica, sem reconhecer em nenhum momento que o programa nuclear iraniano sempre foi aplicado com objetivos pacíficos, ao serviço da saúde humana e o desenvolvimento energético para o progresso da nação persa.</p>
<p>Nesse momento o presidente iraniano, Hasán Rohani, asseverou que o conseguido era «uma prova de que o diálogo construtivo funciona. Depois de se solucionar esta desnecessária crise, surgem novos propósitos para concentrar-nos em desafios comuns», significou.</p>
<p>Por seu lado, o Organismo Internacional da Energia Atômica (OIEA) confirmou que o Irã cumpriu todas as exigências que tornaram possível descongelar as verbas equivalentes a 45 e 90 bilhões de euros, bem como exportar seu petróleo.</p>
<p>Atualmente, passados já dois anos da assinatura daquele histórico acordo acerca de um tema tão sensível, a recente administração dos Estados Unidos resolveu agir com a mesma leveza com que encara outros temas, como as mudanças climáticas, o problema migratório, a construção de um muro para cercar países e outros.</p>
<p>A administração de Trump se propõe banir o que foi combinado respeito ao programa nuclear iraniano e já realiza ações nesse sentido.</p>
<p>Em uma linguagem carente de solidez, o secretário do Estado norte-americano, Rex Tillerson, comentou, recentemente, que o «acordo com o Irã falhou». Semanas antes, este mesmo senhor tinha admitido, perante o Congresso de seu país, que «o Irã cumpriu plenamente o acordo nuclear assinado». Epa, que política tão doida!</p>
<p>Certamente, estas últimas acusações contra o Irã têm muito a ver com as posições do próprio presidente Trump, depois de reiterar a velha teoria que «o Irã é um Estado patrocinador do terrorismo».</p>
<p>O tema do Irã, não por acaso, torna-se centro da política exterior norte-americana. Lembremos que durante sua primeira visita à Arábia Saudita, Trump teimou em justificar a venda de armas a países da região, produzidas pelo complexo militar norte-americano, pela suposta ameaça iraniana às nações do Golfo.</p>
<p>Inventar um inimigo, que o Irã novamente, tem evidentes propósitos hegemônicos, econômicos e militares para Washington.</p>
<p>A República Islâmica é grande produtora de petróleo e gás e seu programa da energia nuclear tem como objetivo o fornecimento de energia elétrica sem lançar mão do petróleo.</p>
<p>Igualmente, a nação persa tem uma posição destacada na defesa da soberania e a independência da Síria, país que apoia em sua luta contra os grupos terroristas.</p>
<p>A causa palestina recebeu sempre a solidariedade e o apoio do Irã, razão pela qual Israel, o maior aliado de Washington na região, prontifica seus equipamentos nucleares contra essa nação.</p>
<p>Entretanto, os Estados Unidos são acreditados como os maiores fornecedores de armas de todo o tipo na região do Oriente Médio, onde se localiza um sustento para manter salva a economia norte-americana, sob o apoio de um complexo militar, verdadeiro artífice de poder, não importa que seja um republicano ou um democrata quem ocuparem a cadeira presidencial da Casa Branca.</p>
<p>Segundo uma análise do Instituto Internacional de Estudos para a Paz (Sipri), de Estocolmo, nos últimos quatro anos as importações de armas em nações do Oriente Médio aumentaram 86%, sendo o Pentágono o maior exportador.</p>
<p>Além do grande acordo com a Arábia Saudita para fornecer estas armas por US$ 110 bilhões, os Estados Unidos negociaram a venda de aviões de combate, por US$ 2,7 bilhões, a Bahrein, pequeno emirado do Golfo que tem em suas águas, além de muito petróleo, a Quinta Frota da Armada estadunidense.</p>
<p>Também Catar é um grande importador de equipamentos norte-americanos, tal como indica o relatório do Sipri, que refere um incremento de 245% nos últimos anos.</p>
<p>Há poucas semanas, o secretário da Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, assinou um acordo por US$ 12 bilhões, para a venda de 36 aviões de combate F-15 a Catar, segundo a BBC Mundo.</p>
<p>Quer dizer que Washington, ao mesmo tempo em que incita o resto das monarquias do Golfo a pôr fim às relações com Catar, vende-lhes grandes volumes de armas com preços surpreendentes.</p>
<p>Neste sentido é preciso lembrar o expresso em relação a esse emirado pelo congressista democrata, Ted Lieu, durante uma audiência no Congresso: «Resulta confuso para os líderes mundiais e os membros do Congresso devido a que a Casa Branca faz duas coisas opostas».</p>
<p>Ou será que o que procura a administração Trump com a situação criada em relação a Catar e os restantes Estados do Golfo é, precisamente, dar pé a novas divisões e criar novos conflitos que permitam a aquisição de maior quantia de armas fabricadas por sua indústria militar.</p>
<p>Concordo com analistas da imprensa os quais perguntam se Trump tem alguma outra estratégia para o Oriente Médio, além de vender armas à região?</p>
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		<title>Clinton à frente na reta final</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2016 22:36:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[FALTANDO poucos dias para a votação do dia 8 de novembro, há consenso nos círculos políticos e na mídia dos Estados Unidos de que Hillary Clinton será eleita presidenta. Isso indica não só a esmagadora maioria das pesquisas que colocam a candidata democrata com larga vantagem em votos eleitorais atribuídos pelos Estados e na votação em nível nacional, mas também a análise das informações disponíveis sobre a votação antecipada.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4375" alt="Clinton TRump" src="/files/2016/11/Clinton-TRump.jpg" width="300" height="215" />FALTANDO poucos dias para a votação do dia 8 de novembro, há consenso nos círculos políticos e na mídia dos Estados Unidos de que Hillary Clinton será eleita presidenta. Isso indica não só a esmagadora maioria das pesquisas que colocam a candidata democrata com larga vantagem em votos eleitorais atribuídos pelos Estados e na votação em nível nacional, mas também a análise das informações disponíveis sobre a votação antecipada.</p>
<p>Por outro lado, a avaliação feita pela organização Real Clear Politics, que goza de uma reputação nacional neste campo e monitora as pesquisas internamente, sobre aquelas feitas entre os dias 13 e 24 de outubro por 11 das entidades principais que cobrem o território nacional, indica que todas, exceto uma (que indica um empate entre os dois candidatos) dão vantagem a Clinton de entre 1% e 12% e a média delas, calculada pela Real Clear Politics, coloca a candidata democrata com 48,3 de preferência, enquanto Trump atinge apenas 43,2%. (Deve notar-se que uma vantagem de 5% ou mais, nesta fase do processo, é normalmente considerada como uma indicação de uma vitória esmagadora).</p>
<p>Além disso, a Real Clear Politics estima que Clinton já tem 272 votos eleitorais (dois a mais que os 270 necessários), enquanto Trump só chegou a 126, com outros 140 ainda indefinidos, que correspondem a oito estados mais um distrito congressional do Maine.</p>
<p>Outra vantagem de Hillary Clinton é a disponibilidade de dinheiro, o que lhe permitiu fortalecer a atividade de sua campanha eleitoral em todos os Estados decisivos, que inclui, na avaliação da Real Clear Polítics, três desses estados que durante décadas têm sido considerados como solidamente republicanos: Arizona, Texas e Geórgia, os quais possivelmente votem esmagadoramente a favor da Trump; mas isso mostra a força que prevalece nos círculos democratas, ao se aventurarem, nestes finais da campanha, em territórios tradicionalmente republicanos.</p>
<p>As causas da posição em que se encontra Clinton nesta contenda podem ser encontradas no fato de ter conseguido manter unidas, em favor de sua candidatura, a todas as tendências da coalizão de forças democratas; em dispor de amplos recursos financeiros para suas equipes de campanha e para as organizações de influência política (os chamados de PACs e SuperPACS); por ter contado com uma organização superior da campanha eleitoral, com um trabalho mais estável e sustentado, melhor estratégia concebida, instrumentos de processamento de informação mais eficientes e eficazes e um trabalho sistemático de sucesso na base.</p>
<p>A campanha de Clinton foi integradora em relação à composição demográfica do país; brancos, descentes de africanos, hispânicos, latinos, asiáticos; à coligação entre suas tendências políticas: liberais, conservadoras, progressistas; e que ela conseguiu esquivar com sucesso os grandes obstáculos no seu caminho, como foram as pesquisas sobre o uso do seu e-mail pessoal para procedimentos oficiais, as acusações republicanas sobre seu papel no caso do ataque às instalações consulares dos EUA em Benghazi e críticas por suas ligações com as principais casas financeiras dos EUA e as conexões internacionais da Fundação Clinton, entre outros.</p>
<p>Pelo contrário, nesta fase da corrida e quando todas as forças e meios foram desdobrados e utilizados, a candidatura de Trump não conseguiu se recuperar da queda estrondosa que está sofrendo depois da Convenção Nacional Republicana, no final de julho passado. (Na verdade, se tomarmos como base a preferência média que faz a Real Clear Politics, de 1 de julho de 2015, Trump superou Clinton em apenas dois momentos, e com uma diferença mínima: 0,2%, em 24 maio e 0,9%, em 28 de julho, ambos em 2016). Trump tem sido a cara oposta de Clinton nestas eleições: sua campanha teve como ponto central o confronto com o aparelho republicano e o confronto brutal com seus principais líderes, o que aprofundou a divisão em uma partida que já estava sofrendo de dissensão profunda em suas fileiras, como ficou demonstrado com a presença de 17 candidatos para a nomeação presidencial, durante a fase das eleições primárias.</p>
<p>Trump fez uma campanha eleitoral irregular, mal concebida, polêmica e instável, tanto em suas posições políticas como na organização e funcionamento da equipe de campanha, no trabalho de atrair os eleitores na base e na atividade de arrecadação de fundos. Adicione-se a isso sua falta de habilidade, experiência e sensibilidade como entidade política e as fissuras de sua personalidade egoísta, astuciosa, rude e arrogante, que só lhe fez ganhar a inimizade dos latinos, negros, muçulmanos, árabes, mulheres e até de grupos religiosas, como os mórmons. Sua mensagem eleitoral tem sido xenófoba, misógina, racista, ultranacionalista, na fronteira com o fascismo e o nazismo.</p>
<p>A equipe de campanha eleitoral de Trump acabou nas mãos de elementos ligados à chamada ‘direita alternativa’ (altright, em inglês). Em 17 de agosto passado, Stephen Bannon foi nomeado chefe executivo da campanha eleitoral de Trump. Bannon era até então e desde março de 2012, presidente executivo da Breitbart News Network, fundada em 2007 e qualificada por este como «a plataforma de toda a direita alternativa». Esta ‘direita alternativa’ não é realmente uma organização, mas um conjunto de grupos ou tendências contrário à direita tradicional dos Estados Unidos. Este movimento é visto como uma expressão do nacionalismo branco nos Estados Unidos, de posições antiimigrantes, antissemitas, atitudes antimuçulmanas e atitudes semelhantes que a ligam integralmente às posições mantidas por Trump.</p>
<p>Bannon tem estreitas ligações com a família Mercer, liderada por Robert Mercer, cientista da computação e chefe executivo principal do fundo abutre Renaissance Technologies. Rebeca, filha de Robert, é diretora da Fundação Mercer Family, que se estima tenha contribuído com 13 milhões de dólares para a campanha de Trump, depois de ter apoiado a de Ted Cruz. Junto com a nomeação de Bannon, também Kellyanne Conway, ligada a Rebeca e Bannon foi elevada do cargo de assessora principal para o de administradora principal da campanha. Além disso, a firma de mineração e análise de dados Cambridge Analytica, onde a família Mercer tem investimentos, foi contratada pela campanha de Trump.</p>
<p>Na prática, a campanha de Trump acabou ficando nas mãos dos elementos da «direita alternativa». Não é preciso fazer muitas análises e avaliações para entender que o declínio precipitado que experimentou Trump nas últimas semanas, especialmente devido à rejeição de inúmeras personalidades republicanas e de destacados órgãos da mídia que tradicionalmente apoiam candidatos presidenciais republicanos, está diretamente ligado ao controle exercido pela família Mercer, considerada inimiga da liderança republicana tradicional, e isso está tendo um peso significativo neste final da temporada.</p>
<p>Ainda que Clinton ganhe a presidência por uma ampla margem de votos eleitorais e populares não se deve esperar que haja o mesmo resultado nas eleições no Senado e na Câmara dos Deputados. Registrou-se um ligeiro aumento nas chances de que o Partido Democrata consiga alcançar a maioria no Senado e, talvez, alguma diminuição no número de representantes republicanos, mas é altamente improvável que o Partido Republicano perca a maioria na Câmara.</p>
<p>A razão é que as eleições para senadores e representantes ocorrem em nível estadual, onde a desunião interna é menor e onde os grupos financeiros favoráveis aos republicanos estão colocando muito esforço e dinheiro para conseguir a eleição de seus correligionários. Além disso, o controle dos republicanos nas autoridades locais é muito firme e historicamente os democratas não gozam neles do favor da maioria da população.</p>
<p>Agora só precisamos esperar o voto em 8 de novembro. Já as forças dos dois partidos estão estacionadas e desdobradas, procurando conquistar a maior fatia possível do poder.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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