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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Discriminação</title>
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		<title>Escravidão moderna nos EUA: a exploração sexual das mulheres</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2020 22:18:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A escravidão moderna refere-se às condições de trabalho desumanas às que milhões de pessoas são expostas: trabalho imposto, servidão sexual, tráfico de pessoas, matrimonio forçoso e trabalho infantil. Implica roubar o trabalho de milhões de pessoas para que outros obtenham ganhos, despojar as vítimas de participar plenamente da vida política e econômica da sociedade.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5972" alt="mujeres esclavas" src="/files/2020/09/mujeres-esclavas.jpg" width="300" height="251" />A escravidão moderna refere-se às condições de trabalho desumanas às que milhões de pessoas são expostas: trabalho imposto, servidão sexual, tráfico de pessoas, matrimonio forçoso e trabalho infantil. Implica roubar o trabalho de milhões de pessoas para que outros obtenham ganhos, despojar as vítimas de participar plenamente da vida política e econômica da sociedade. Assim foi descrito pelo diretor do Centro para a Investigação de Políticas, da Universidade das Nações Unidas, James Cockayne, em entrevista para a Telesur. O relatório do Departamento de Estado dos EUA precisa que o «tráfico de pessoas», «tráfico de seres humanos» e «escravidão moderna» são termos gerais para se referir «aos atos de recrutar, albergar, transportar, fornecer ou obter uma pessoa para a obrigar a realizar trabalhos forçosos ou atos de comércio sexual, mediante o uso de força, logro ou coação». Mais de 400 mil pessoas nos EUA vivem em condições de escravidão moderna, segundo um estudo publicado pela Walk Free Foundation (WFF). É um fenômeno que parece não ter limites de crescimento nesse país, onde o tráfico de pessoas com o propósito de servidão e exploração sexual, converteu-se em um negócio para os traficantes. Contudo, na contramão do que muitos acreditam, a maioria das vítimas de tráfico sexual nos Estados Unidos não são estrangeiras trazidas ao país à força. De fato, oito em cada dez são cidadãs estadunidenses, refere a BBC. «Muitas delas são escravizadas através das drogas e marcadas com tatuagens, como uma mercadoria que pertence ao seu explorador. E um dos grandes problemas é que soem ser confundidas com trabalhadoras sexuais por própria vontade», assinala a BBC. A Agência de Notícias Inter Press Service (IPS) recolhe vários casos recentes de alto perfil de tráfico de pessoas e comercialização sexual nos Estados Unidos. Um deles é o do milionário Jeffrey Edward Epstein, quem misteriosamente cometeu suicídio, sob custódia policial. Epstein enfrentava cargos federais por dirigir uma operação de tráfico sexual de garotas e adolescentes. Outro incidente envolveu 16 efetivos do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos, que em 25 de julho foram presos, acusados de tráfico de pessoas, tráfico de drogas e transporte de imigrantes mexicanos indocumentados. Em pleno auge da pandemia da Covid-19, de acordo com o FBI, sua unidade de luta contra a exploração infantil e o tráfico de pessoas investiga vários casos nos que os exploradores «promovem» suas vítimas para atrair os clientes. A rede de televisão ABC News informa que em Nova York os traficantes afirmam em seus anúncios que as mulheres, muitas delas menores de idade, que exploram sexualmente estão «livres do vírus» ou «dispostas a usar máscara e luvas». Este fenômeno se repete, por exemplo, em Jacksonville, Flórida, onde as atividades de tráfico e pagamento por sexo continuam em meio da epidemia e as mulheres exploradas, em geral, não têm outra opção que submeter-se para poder pagar sua comida e alojamento, refletiu a televisora News4Jax. Em San Diego, o tráfico sexual gera lucros ilícitos de até 810 milhões de dólares ao ano; é a segunda atividade criminosa mais benéfica depois do tráfico de drogas. As meninas e mulheres são especialmente vulneráveis, elas representam 99% das vítimas na indústria sexual comercial e 58% em outros setores. O Governo dos EUA deveria utilizar o dinheiro dos contribuintes que malgasta em difamar outras nações, para combater e solucionar os problemas graves que enfrenta em sua própria nação, não inventar palha para o olho alheio e zelar pela viga que o cega e a lama que o corrompe desde dentro. <strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>Discurso de ódio dos EUA contra Cuba promove ações terroristas</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 15:49:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como parte da segunda sessão da Semana Vitual contra o Terrorismo das Nações Unidas, a embaixadora Ana Silvia Rodríguez Abascal, representante permanente e encarregada de negócios a.i. de Cuba perante a ONU expressou, em 7 de julho, sua preocupação pela prática, por parte de alguns governos, como o dos Estados Unidos, de utilizar mensagens de ódio e discriminação.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5889" alt="odio-cuba-eeuu" src="/files/2020/07/odio-cuba-eeuu.jpg" width="300" height="252" />Como parte da segunda sessão da Semana Vitual contra o Terrorismo das Nações Unidas, a embaixadora Ana Silvia Rodríguez Abascal, representante permanente e encarregada de negócios a.i. de Cuba perante a ONU expressou, em 7 de julho, sua preocupação pela prática, por parte de alguns governos, como o dos Estados Unidos, de utilizar mensagens de ódio e discriminação contra nações cujos sistemas políticos não lhe são afins; em consequência, acrescentou, promovem-se e alentam-se sujeitos extremistas e sem escrúpulos para que cometam atos terroristas contra pessoas inocentes.</p>
<p>A diplomata cubana pôs como exemplo, ainda, como o comportamento do governo dos Estados para Cuba promove um discurso agressivo e de ódio, como bem ilustra a campanha de calúnias desatada por Washington contra a cooperação médica internacional cubana, em meio da pandemia da Covid-19.</p>
<p>Segundo o site Cubaminrex, a representante da Ilha maior das Antilhas ampliou que o ato terrorista contra a Embaixada de Cuba nos Estados Unidos também é resultado direto da permanente instigação à violência por parte de políticos estadunidenses, incluídos altos funcionários do Departamento de Estado e a Embaixada estadunidense em Havana e de grupos extremistas anticubanos que converteram esse tipo de ataques em seu meio de vida.</p>
<p>Cuba também rechaçou a inclusão arbitrária e unilateral de Cuba, por parte do Departamento de Estado, na lista de países que supostamente não colaboram plenamente com esforços antiterroristas. «O flagelo do terrorismo», recalcou a embaixadora cubana, citada pela PL, «não poderá ser erradicado caso persistirem os duplos padrões, a manipulação o oportunismo político e a seletividade para enfrenta-lo».</p>
<p><strong>(Source: Granma)</strong></p>
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		<title>Da ilusão à escravidão</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Feb 2018 02:03:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[AS promessas de uma vida melhor e altas receitas foram tão tentadoras que não lhe permitiram descobrir a farsa. Todas as esperanças foram por água abaixo quando foi envolvida em um ato de prostituição, fora de seu país de origem e sem mecanismos para se defender. Foi vítima de uma rede da qual só tinha escassas referências.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4731" alt="trata de personas" src="/files/2018/02/trata-de-personas.jpg" width="300" height="218" />AS promessas de uma vida melhor e altas receitas foram tão tentadoras que não lhe permitiram descobrir a farsa. Todas as esperanças foram por água abaixo quando foi envolvida em um ato de prostituição, fora de seu país de origem e sem mecanismos para se defender. Foi vítima de uma rede da qual só tinha escassas referências.</p>
<p>O tráfico de pessoas, segundo os especialistas, é um delito mediante o qual as vítimas são exploradas mediante o trabalho forçoso, servidão ou extração de órgãos. Contudo, uma de suas manifestações mais frequentes é a exploração sexual. Não são poucas as mulheres obrigadas a se prostituírem, sob ameaças contra sua vida ou a dos seus familiares.</p>
<p>O relatório de Cuba acerca do enfrentamento ao tráfico de pessoas e delitos conexos (ano 2015) descreve as diversas formas de engano e manipulação para seduzir as vítimas.</p>
<p>«No processo de escolha das vítimas, principalmente jovens, os organizadores nacionais, residentes no exterior ou estrangeiros, de forma direta ou através de seus vínculos no território nacional, promovem falsas ofertas de trabalho, com melhoras econômicas —manicura, garçonete ou como dançarinas — tendo a seu cargo o gerenciamento de convites ou outros documentos migratórios.</p>
<p>«Para recuperar os investimentos realizados nas vítimas — viagem, hospedagem e alimentação — os traficantes as constrangem para se prostituir e com motivo de retê-las as ameaçam com atentar contra suas vidas e a de familiares em Cuba, privam-nas da liberdade e lhes retiram seus documentos de identificação após pagar suas dívidas, aumentam as tarifas, dando pé a que algumas promovam o delito em Cuba a partir do exterior, como forma de evitar ultrajes e continuar prostituindo-se».</p>
<p>Mais de 20 milhões de vítimas no mundo todo</p>
<p>Segundo estimados, depois do tráfico de drogas e de armas, o tráfico de pessoas é o terceiro negócio ilícito que mais dinheiro fatura em nível mundial.</p>
<p>Em um debate do Conselho de Segurança acerca do tráfico de pessoas em zonas de conflito, realizado em março de 2017, o secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, reconheceu que este delito não fica no passado.</p>
<p>Foto: www.eltiempo.com<br />
Dados publicados pelo Centro de Notícias da ONU mostram que as redes de traficantes possuem alcance internacional e suas vítimas permanecem em 106 países. A mesma fonte assevera que 21 milhões de pessoas sofrem exploração extrema ou são constrangidas para trabalhar forçadamente.</p>
<p>Esta forma de crime organizado tem uma fase de recrutamento mediante o engano, violência ou coação, seguida da exploração ou sujeição para obterem ganhos.</p>
<p>O fenômeno não necessariamente inclui a passagem das fronteiras e se inicialmente houve aceitação da vítima, o acordo some quando começa a exploração, e faz com que o tráfico seja um delito contra a integridade e os direitos das pessoas.</p>
<p>Em Cuba: previr e proteger</p>
<p>A legislação cubana — segundo indica o relatório de Cuba acerca do enfrentamento ao tráfico de pessoas e delitos conexos (2015) — tipifica como tráfico de pessoas a promoção, organização ou incitação à entrada ou saída do país de pessoas, em prol de exercerem a prostituição ou qualquer outra forma de lenocínio.</p>
<p>A proteção que o Estado cubano dá aos seus cidadãos, os quais fazem parte dos direitos reconhecidos na Constituição da República e concretizados durante quase 60 anos de Revolução, permite que exista, em ocasiões, pouca percepção de risco na população respeito a este delito.</p>
<p>Não obstante, Cuba conta com um Plano de Ação nacional (2017 – 2020) para previr e enfrentar o tráfico de pessoas e a proteção às vítimas.</p>
<p>O documento refere: «o Governo cubano mantém uma política de ‘tolerância zero’ ao delito, baseada em três diretrizes fundamentais: a prevenção, enfrentamento e proteção das vítimas».</p>
<p>Coerente com a política traçada pelo Estado cubano, a Federação das Mulheres Cubanas (FMC), trabalha para sensibilizar os territórios acerca do fenômeno, e aumentar a percepção de risco na população e acompanhando individualmente as vítimas.</p>
<p>«Para nós, empoderar as mulheres é a melhor forma de prevenir o tráfico», assevera a diretora da FMC, da editora Mujer e da revista Mujeres, doutora Isabel Moya Richard.</p>
<p>«O tráfico não é um problema grande entre nós. Contudo, as condições de abertura no país propiciam que as incidências sejam maiores; por isso devemos falar mais uma vez do tema. Em cada dez mulheres que são vítimas de exploração sexual, há dois homens (em nível mundial). Por isso dizemos que é uma forma de violência de gênero».</p>
<p>O Estado cubano, sem dúvida, continuará trabalhando, em parceria com as organizações da sociedade civil, para que este fenômeno, com novos traços, que faz reviver as velhas correntes da escravidão, não tenha espaço em uma sociedade que continua apostando no socialismo e na dignidade plena do homem.</p>
<p>••••</p>
<p>O que é o tráfico de pessoas?</p>
<p>• O tráfico de pessoas é o recrutamento, transporte, deslocamento, acolhida ou recepção de pessoas. Nem sempre incide o deslocamento. Apela-se à ameaça, ao uso da força ou a outras formas de coação. Sempre, no fundo, há abuso de poder e uma situação de vulnerabilidade, para se aproveitar da vítima. Esta forma de exploração pode levar à escravidão ou práticas análogas. Define-se pelo Protocolo de Palermo: um instrumento de Nações Unidas para Prevenir, Reprimir e Punir o Tráfico de Pessoas, Especialmente Mulheres e Crianças. Este instrumento foi aplicado em dezembro de 2003.</p>
<p>••••</p>
<p>Tolerância zero</p>
<p>• O Estado cubano assinou instrumentos jurídicos que se relacionam ao tráfico de pessoas, entre eles a Convenção das Nações Unidas contra a Delinquência Organizada Transnacional; o Protocolo para Prevenir, Reprimir e Punir o Tráfico de Pessoas, especialmente mulheres e crianças; a Convenção acerca da Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher; a Convenção acerca dos Direitos da Criança; e o Convênio para a Repressão do Tráfico de Pessoas e da Exploração da Prostituição Alheia.</p>
<p>Do outro lado, a partir do triunfo da Revolução foi criado um programa para proteger as pessoas em situação de vulnerabilidade, especialmente mulheres, crianças, adolescentes e jovens, os quais — protegidos por regulamentações jurídicas nacionais — permitem ao país sancionar severamente os casos de tráfico de pessoa e oferecer proteção às vítimas.</p>
<p>Os dados publicados no Relatório Mundial acerca do Tráfico de Pessoas mostram que cerca de 30% das vítimas do tráfico são crianças e 70% são mulheres e meninas.</p>
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