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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Direitos Humanos</title>
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		<title>A prisão na Base Naval de Guantánamo é uma vergonha</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 17:22:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Oito relatores especiais de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) pediram o fechamento da prisão da Base Naval de Guantánamo ao governo de Joe Biden, que assumirá a presidência no dia 20 de janeiro. «Guantánamo é um lugar de arbitrariedade e abusos», disseram os funcionários, que também solicitaram uma investigação sobre os abusos legais cometidos ali, onde os detentos – comentam em seu depoimento – correm o risco de morrer devido à rápida deterioração da saúde devido à as condições cruéis e desumanas de encarceramento.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6192" alt="carcel guantanamo" src="/files/2021/01/carcel-guantanamo.jpg" width="300" height="249" />Oito relatores especiais de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) pediram o fechamento da prisão da Base Naval de Guantánamo ao governo de Joe Biden, que assumirá a presidência no dia 20 de janeiro.</p>
<p>«Guantánamo é um lugar de arbitrariedade e abusos», disseram os funcionários, que também solicitaram uma investigação sobre os abusos legais cometidos ali, onde os detentos – comentam em seu depoimento – correm o risco de morrer devido à rápida deterioração da saúde devido à as condições cruéis e desumanas de encarceramento.</p>
<p>Como «uma vergonha para os Estados Unidos», descreveram esta prisão que, em sua opinião, deveria ser fechada imediatamente, embora «devia ter sido fechada há muito tempo».</p>
<p>Os especialistas destacaram que a prisão – localizada em território cubano ocupado ilegalmente pelos Estados Unidos há mais de 100 anos – é um lugar «de arbitrariedade e abusos, onde a tortura e os maus tratos são galopantes e continuam sendo institucionalizados, onde o estado de direito está suspenso de fato e onde a justiça é negada».</p>
<p>A pandemia da Covid-19 exacerba ainda mais as vulnerabilidades de saúde da população carcerária, acrescentam. Também enfatizam que a detenção prolongada e indefinida de pessoas que não foram condenadas por nenhum crime por uma autoridade judiciária competente e independente no devido processo legal é arbitrária e constitui uma forma de tratamento cruel, desumano e degradante ou mesmo tortura.</p>
<p>Os detentos, submetidos a torturas ou vítimas de traumas semelhantes, vivem em um limbo jurídico, fora do alcance do sistema judicial constitucional dos Estados Unidos, indicam em seu depoimento, publicado no site da ONU.</p>
<p>Em relação às comissões militares, apontaram que elas violam os requisitos de imparcialidade, independência e não discriminação. Não são esperados julgamentos em curto prazo, o que levaria à detenção indefinida dos réus.</p>
<p>A prisão norte-americana localizada na Base Naval de Guantánamo foi criada em 11 de janeiro de 2002. Em 2003, havia 700 presos lá e agora, em 2021, há 40 detidos, mas apenas nove foram acusados ​​ou condenados por qualquer crime.</p>
<p>Durante esses 19 anos de existência, os relatores da ONU exigiram sistematicamente o fechamento do presídio de Guantánamo. «Pedimos às autoridades dos Estados Unidos que processem as pessoas detidas em Guantánamo, em total conformidade com as leis de direitos humanos, ou que as libertem ou repatriem imediatamente, respeitando o princípio de não devolução», afirmaram.</p>
<p>«Com a entrada de um novo governo nos Estados Unidos e à medida que nos aproximamos do vigésimo aniversário de 11 de setembro, Guantánamo deve ser fechada para sempre», concluíram.</p>
<p>Os relatores especiais fazem parte do que se conhece como Procedimentos Especiais do Conselho de Direitos Humanos, afirma a ONU. Esses especialistas trabalham de forma voluntária; Eles não são funcionários das Nações Unidas e não recebem um salário por seu trabalho.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Os EUA são os maiores violadores dos direitos humanos no mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 22:25:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os EUA são os maiores violadores dos direitos humanos no mundo», afirmou o embaixador da República Bolivariana da Venezuela perante o Conselho dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), Jorge Valero. Como parte do ciclo de conferências acerca da governabilidade global e desenvolvimento.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5997" alt="cartel D Humanos" src="/files/2020/09/cartel-D-Humanos.jpg" width="300" height="252" />«Os EUA são os maiores violadores dos direitos humanos no mundo», afirmou o embaixador da República Bolivariana da Venezuela perante o Conselho dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), Jorge Valero.</p>
<p>Como parte do ciclo de conferências acerca da governabilidade global e desenvolvimento, “Os desafios e problemas comuns da humanidade na atualidade”, o diplomata lembrou que os EUA, em plena pandemia, se retiraram da Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>«Resulta contraditório que o governo imperial adote essa decisão quando mais se precisa fortalecer essa organização», manifestou.</p>
<p>«Em termos de segurança e desarmamento», denunciou igualmente a retirada do tratado sobre Forças Nucleares de Fase Intermédia (INF) e sublinhou que «Trump também declarou que não vai estender a vigência do Tratado de Redução de Armas Estratégicas (Start)», o único acordo efetivo sobre armas nucleares.</p>
<p>Valero expôs que o multilateralismo é o caminho da paz e ressaltou que essa abordagem é promovida «pelo nosso Governo Bolivariano e chavista, que busca construir uma arquitetura internacional que irmane os Estados e fomente a corresponsabilidade dos assuntos internacionais».</p>
<p>O presidente cubano Miguel Díaz-Canel Bermúdez, durante a sua intervenção no encontro de Líderes, pelo ensejo dos 30 anos do Foro de São Paulo, rechaçou o bloqueio ilegal dos EUA, que violou os direitos humanos dos cubanos, sistematicamente, por mais de 60anos.</p>
<p>Na ocasião, criticou os escandalosos atos do império contra familiares de migrantes e «particularmente contra suas meninas e garotos, maltratados, abusados em gaiolas, pois privam o ser humano de sua dignidade e seus direitos mais elementares».</p>
<p>O chanceler cubano, Bruno Rodríguez Parrilla, denunciou perante a Assembleia Geral das Nações Unidas, a responsabilidade dos Estados Unidos como principais violadores dos direitos humanos, de forma sistemática, em massa e flagrante.</p>
<p>Na reunião, efetuada em 1º de novembro de 2019, para apresentar perante o mundo o projeto de resolução “Necessidade de por fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos contra Cuba”, o chanceler cubano expos que naquele país há 2,3 milhões de pessoas privadas de liberdade, em um ano se fazem mais de 10,5 milhões de detenções policiais, e mantêm presas de forma ilegal e indefinidamente muitas pessoas na ilegal Base Naval de Guantánamo.</p>
<p>«Mais de meio milhão dos seus cidadãos dorme nas ruas, carecem de seguro médico 28,5 milhões de pessoas, as mulheres ganham aproximadamente 85% do que recebem os homens, e existem denúncias generalizadas por acosso sexual», enumerou.</p>
<p>Em nível global, a administração os EUA apenas assinou 30% dos acordos jurídicos internacionais, e não reconhece o direito à paz, ao desenvolvimento e, nem sequer, o das meninas e meninos.</p>
<p><strong>(Fonte:Granma)</strong></p>
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		<title>O abraço reservado de um país</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2020/06/09/o-abraco-reservado-de-um-pais/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2020 22:38:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se para certos seres é suficiente estar a salvo do mal, do céu como único teto, ou do abismo que impõem as desídias sociais; se ser ditosos se resume para eles no bem-estar próprio e a desgraça alheia não conta, não acontece assim com os médicos cubanos. Os nossos vão deixando uma pegada de amor por onde passam e chegam para fundar nos desvalidos uma cor verde que invalida as trapaças da morte. Vão ali onde é mais duro e necessário curar e estão lá onde outros não querem ir para não macular suas vestes brancas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5871" alt="medicos italia recibimiento" src="/files/2020/06/medicos-italia-recibimiento.jpg" width="300" height="249" />Com a sensação de que «é aqui», «é para mim» e «são os meus», eles chegaram à Itália, há pouco mais de dois meses, para pôr suas mãos na dor e trocar em auxílio e sobrevida a hecatombe em que o coronavírus pretendeu converter o já desfeito equilíbrio do mundo.</p>
<p>Se para certos seres é suficiente estar a salvo do mal, do céu como único teto, ou do abismo que impõem as desídias sociais; se ser ditosos se resume para eles no bem-estar próprio e a desgraça alheia não conta, não acontece assim com os médicos cubanos. Os nossos vão deixando uma pegada de amor por onde passam e chegam para fundar nos desvalidos uma cor verde que invalida as trapaças da morte. Vão ali onde é mais duro e necessário curar e estão lá onde outros não querem ir para não macular suas vestes brancas.</p>
<p>Têm a simples honra de ser os únicos que muitos dos infortunados «joão-ninguém» puderam ver alguma vez, de ter-lhes deixado como presente o milagre da sobrevivência, inclusive quando o mal que padeciam fosse incurável. E têm o costume abençoado de olhar os doentes, de saber escutá-los inclusive em outra língua, de tocar ali onde lhes dói, de surpreender com o tratamento próximo e cálido, de repor, quando estava perdida, a esperança de continuar com vida.</p>
<p>Aqueles que, especialmente, animam estas linhas, partiram rumo a Lombardia em dias em que a pandemia tinha chegado havia poucos dias ao nosso país, e Cuba olhava espantada as imagens desoladoras da Itália e da Espanha que a mídia mostrava. Com muitas dúvidas, carregados de incertezas, por estarem vivendo uma situação inédita, embora confiantes na eficiência do sistema de Saúde cubano, as histórias abatidas e longínquas daquelas terras se tornaram frequentes e doíam em nossos corações.</p>
<p>Como estamos acostumados a saber que naqueles lugares onde a situação é premente está presente a assistência sanitária de Cuba, não ficamos surpreendidos com o apelo que fez aquela região do norte da Itália, diante da escassez de pessoal para combater lá a Covid-19, a Brigada Henry Reeve — vencedora do Ébola em terras africanas, para só falar de sua façanha mais recente — partiu a enfrentar a morte, com todo o amor possível.</p>
<p>Quando vizinhos com destinos comuns «fecharam» suas portas para evitar a expansão do vírus, a passagem dos nossos foi firme e espargiram, com a simplicidade que vem do solo em que se formaram, desprendimento e altruísmo.</p>
<p>Mais além dos números — 36 doutores, 15 enfermeiros e um especialista em logística ; uns 5,500 atendimentos médicos, 3.668 de enfermagem e 210 altas a cargo dos nossos profissionais naqueles lares — há uma palavra de quatro letras que nunca mais vão esquecer, nem os socorridos nem o mundo, ainda que a vileza imperial teime em desacreditar nossos heróis reais, os que, segundo José Martí, são bons porque sim, e porque lá dentro sentem como um gosto quando se faz algum bem.</p>
<p>Dispersas pela geografia do mundo, mais de 30 brigadas, com mais de 2.500 profissionais da saúde, combatem a epidemia da Covid-19. A que retorna hoje à sua Pátria o faz enchida de intensas experiências nas quais importou mais salvar outros do que arriscar suas vidas.</p>
<p>Não debalde, nestes dias, inúmeras vozes internacionais pedem para a brigada que beija o mundo, o Prêmio Nobel da Paz. Ainda está por ver se a proposta vai ser efetiva, existe outra que não existe forma de banir, a da recompensa que os faz únicos, por oferecerem o maior que tem seu país: a categoria do seu humanismo.</p>
<p>O prêmio do abraço do seu povo os espera.</p>
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		<title>Cuba sem Covid-19, mas preparada</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2020/03/05/cuba-sem-covid-19-mas-preparada/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2020 14:23:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até o momento, Cuba permanece sem casos do Covid-19, uma doença que já atinge 73 países, com mais de 90.850 pessoas infectadas em todo o mundo, das quais mais de 3.100 morreram. Do número de mortes, 166 são relatadas fora da China, a nação onde o patógeno brotou. Mesmo que ninguém com essa condição tenha sido relatado, o sistema nacional de saúde das Grandes Antilhas faz suas previsões.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5786" alt="Coronaviruis" src="/files/2020/03/Coronaviruis.jpg" width="300" height="248" /><strong>Até o momento, Cuba permanece sem casos do Covid-19, uma doença que já atinge 73 países, com mais de 90.850 pessoas infectadas em todo o mundo, das quais mais de 3.100 morreram. Do número de mortes, 166 são relatadas fora da China, a nação onde o patógeno brotou.</strong></p>
<p>Mesmo que ninguém com essa condição tenha sido relatado, o sistema nacional de saúde das Grandes Antilhas faz suas previsões. Este tem sua essência na prática de uma medicina preventiva, baseada em um modelo social no nível primário, capaz de atuar na ordem educacional e profilática, para evitar maiores males. É baseado no princípio de que ninguém fica desabrigado neste país. Possui também centros hospitalares especializados e métodos de diagnóstico para lidar com essa situação, além da experiência e profissionalismo de seus médicos, que atuam em situações de emergência em diferentes latitudes.</p>
<p><strong>A previsão foi uma qualidade com a qual Cuba enfrentou diferentes desafios e, se nas Américas houver 119 pacientes que contraíram o vírus, é mais necessário estar preparado e informado. Argentina (1), Brasil (2), Canadá (33), Chile (1), Equador (7), México (5), República Dominicana (1) e Estados Unidos (66), além de territórios franceses no exterior, San Bartolomé (1) e San Martín (2) são, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os países que relataram a presença da doença.</strong></p>
<p>O risco da presença do Covid-19 para qualquer nação é muito alto, pois assim foi avaliado pela OMS nos níveis global e regional. Embora a segurança oferecida pelo sistema social cubano seja notória, ninguém deve agir de forma irresponsável diante dessa pandemia.</p>
<p>No continente americano tem 119 pacientes que contraíram o vírus</p>
<p>Argentina (1)</p>
<p>Brasil (2)</p>
<p>Canadá (33)</p>
<p>Chile (1)</p>
<p>Equador (7)</p>
<p>México (5)</p>
<p>República Dominicana (1)</p>
<p>Estados Unidos (66)</p>
<p>São Bartolomé (1)</p>
<p>São Martim (2)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>(Source: <a href="http://pt.granma.cu/cuba/2020-03-05/cuba-sem-covid-19-mas-preparada"  target="_blank" rel="nofollow">Granma</a>)</strong></p>
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		<title>De uma prática de poucos à direita de todos</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/11/20/de-uma-pratica-de-poucos-direita-de-todos/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Nov 2019 22:19:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A certeza, reiterada muitas vezes por Fidel, de que o desenvolvimento do movimento esportivo cubano é consubstancial à Revolução ficou evidente nos dias festivos da celebração aqui do Dia da Cultura Física e Esporte, mérito que segundo o presidente do Inder, Osvaldo Vento Montiller, os habitantes de Sancti Spíritus venceram em uma boa luta. «Foi algo especial, estamos contagiados com esse espírito de vitória e o esporte é visto como uma expressão das conquistas da Revolução», disse no contexto de um percurso de trabalho pela capital dessa província, transformada em 19 de novembro em um carnaval esportivo com atletas e espectadores de todas as idades.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5629" alt="Carnavl y depote" src="/files/2019/11/Carnavl-y-depote.jpg" width="300" height="252" />A certeza, reiterada muitas vezes por Fidel, de que o desenvolvimento do movimento esportivo cubano é consubstancial à Revolução ficou evidente nos dias festivos da celebração aqui do Dia da Cultura Física e Esporte, mérito que segundo o presidente do Inder, Osvaldo Vento Montiller, os habitantes de Sancti Spíritus venceram em uma boa luta.</p>
<p>«Foi algo especial, estamos contagiados com esse espírito de vitória e o esporte é visto como uma expressão das conquistas da Revolução», disse no contexto de um percurso de trabalho pela capital dessa província, transformada em 19 de novembro em um carnaval esportivo com atletas e espectadores de todas as idades.</p>
<p>A contribuição de Fidel como principal inspirador do movimento esportivo cubano e outros essenciais, como Ernesto Che Guevara e José Ramón (El Gallego) Fernández, foram reconhecidos na gala na véspera do evento no poliesportivo Yayabo, o principal centro esportivo do país na capital da província, que reabriu suas portas para a ocasião.</p>
<p>O carnaval esportivo mudou-se ontem para a chamada Zona Ativa, na extensa esplanada entre a Avenida dos Mártires e o Passeio Universitário, no bairro de Olivos I, onde, por quase cinco horas, crianças, estudantes, trabalhadores, idosos e povo em geral incentivaram as oito áreas planejadas para o entretenimento esportivo.</p>
<p>Artes marciais, jogos tradicionais, beisebol, vôlei, basquete, futebol para todos, xadrez simultâneo, exibição de meios rústicas, festival de atletismo, esporte canino, competição de habilidades biossaudáveis, jogos de tabuleiro, eventos aquáticos, composições de ginástica e até exercícios com mulheres grávidas foram alguns dos ingredientes que teve a mistura esportiva preparada em Sancti Spíritus.</p>
<p>Deivy Pérez Martín, primeira-secretária do Comitê Provincial do Partido, e Teresita Romero Rodríguez, presidenta da Assembleia Provincial do Poder Popular, acompanharam o presidente do Inder durante uma visita a várias instalações esportivas da capital provincial, recuperadas no calor da celebração<br />
No contexto<br />
• O comandante Fidel Castro Ruz, primeiro-ministro do governo revolucionário, encerrou em 19 de novembro de 1961 a reunião plenária nacional dos Conselhos Voluntários do Inder, na Cidade Esportiva da capital.<br />
• Em nosso país, no triunfo da Revolução, apenas 0,25% da população praticava Educação Física ou Esportes.<br />
• Se a Revolução desconsiderasse essa preocupação, estaria negligenciando um ponto fundamental, que tornará possível, no futuro, uma cidadania melhor e mais saudável, como desejamos ter.<br />
• É por isso que o esporte é uma atividade tão maravilhosa que não apenas ajuda a saúde física, não apenas ajuda a moldar o caráter, não apenas ajuda a forjar homens de corpo e espírito fortes, mas também incentiva as pessoas, entretém o povo, excita o povo e torna-o feliz.<br />
• O Comitê Executivo do Conselho de Ministros, por meio de seu Decreto 128 de 26 de janeiro de 1985, estabeleceu o dia 19 de novembro como o Dia da Cultura Física e do Esporte, que desde aquele ano tem sido realizado continuamente.</p>
<p>Fonte: Discurso de Fidel Castro Ruz no encerramento da Reunião Plenária Nacional dos Conselhos Voluntários de Esportes em 1961.</p>
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		<title>Oportunidades para a felicidade</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/08/01/oportunidades-para-felicidade/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Aug 2019 17:09:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
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		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde Pública (Minsap), implementa estratégias delineadas pelo Partido Comunista de Cuba e o Estado para elevar a qualidade de vida da população. e aumentar as taxas de fecundidade e natalidade, perante uma dinâmica demográfica com tendência ao envelhecimento da população]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5541" alt="salud Cuba" src="/files/2019/08/salud-Cuba.jpg" width="300" height="233" />O Ministério da Saúde Pública (Minsap), implementa estratégias delineadas pelo Partido Comunista de Cuba e o Estado para elevar a qualidade de vida da população. e aumentar as taxas de fecundidade e natalidade, perante uma dinâmica demográfica com tendência ao envelhecimento da população</p>
<p>OS gêmeos Abelito e Sofía, sete meses de idade, constituem a maior alegria de seus pais Abel Quintela Jiménez e Sindy Rodríguez Fernández, que receberam tratamento de infertilidade por mais de 12 anos e cumpriram o sonho de se tornarem pais na segunda tentativa de uma fertilização in vitro.</p>
<p>O diagnóstico foi de hidrossalpinge (obstrução e líquido nas tubas) e os médicos, em uma equipe multidisciplinar entre o hospital Ramón González Coro e o hospital clínico cirúrgico Hermanos Ameijeiras, empregaram técnicas inovadoras para conseguir a gravidez.</p>
<p>Este não foi o único caso em Cuba. O doutor Roberto Álvarez Fumero, chefe do Departamento Materno Infantil, do ministério da Saúde Pública (Minsap), explicou que isso responde a um esforço do Estado para cumprir com as estratégias delineadas pelo Partido Comunista de Cuba para elevar a qualidade de vida da população. e por aumentar as taxas de fecundidade e natalidade, perante uma dinâmica demográfica com tendência ao envelhecimento da população, algo que afeta várias instituições e órgãos estatais.</p>
<p>AÇÕES MÚLTIPLAS E UM MESMO OBJETIVO</p>
<p>O Minsap adota um conjunto de medidas voltadas para o cumprimento dessa tarefa, dentre as quais se destacam os trabalhos educativos e de prevenção, como os realizados para reduzir a gravidez na adolescência, pois a gestação nessa fase da vida tem múltiplas complicações tanto do ponto de vista da saúde quanto social.</p>
<p>Um adolescente perante uma gravidez, se recorrer ao aborto, pode enfrentar sequelas para o futuro reprodutivo da mulher e, no caso de continuar com a gravidez, tem entre oito e dez vezes maior risco de doenças, como as perinatais e complicações no recém-nascido. O risco de morbidade materna grave e morte da mãe é igual, como explicado pelo diretor de saúde pública.</p>
<p>Outra medida que o Minsap desenvolve para aumentar a taxa de fecundidade visa garantir a maternidade segura para mulheres em idade fértil. Trata-se de conseguir que as mulheres e seus parceiros acessem o sistema de saúde para que os riscos associados à reprodução sejam avaliados antes que a gravidez ocorra.</p>
<p>«Infelizmente, no ano passado, apenas 47% dos casais em Cuba com intenção de ter filhos foram ao sistema de saúde para avaliar seus riscos reprodutivos. Embora esse número tenha sido superior ao ano de 2017 em 7%», exemplificou Álvarez Fumero e insistiu em promover uma atitude responsável do casal para conceber um filho.</p>
<p>Outro elemento a que se presta atenção é o número de abortos realizados em uma mulher, porque nesse procedimento há um risco maior de contrair uma infecção que possa causar infertilidade devido a inflamações crônicas ou obstrução ovariana. Além disso, há uma chance de ter gravidez ectópica, uma complicação grave que pode até causar a morte.</p>
<p>O médico insistiu que, embora os abortos sejam realizados em instituições de saúde em Cuba com toda a segurança médica, esse procedimento não deve ser tomado como método de contracepção. Chamou a atenção para o fato de que os consultórios de médicos de família, policlínicas e hospitais ginecológicos podem oferecer orientação sobre planejamento familiar e que há um amplo leque de métodos eficazes e seguros no país para prevenir gravidezes indesejadas.</p>
<p>Entre as ações educativas realizadas pelo Minsap está também a campanha de comunicação para conscientizar homens e mulheres sobre as vantagens de não deixar de lado o período ótimo de reprodução, entre 20 e 35 anos.</p>
<p>A mulher cubana, pelo alto grau de desenvolvimento intelectual alcançado e por seu empoderamento de ampla incorporação social, usa essa faixa etária para cumprir e realizar todos os seus projetos espirituais e intelectuais. «Mas a maternidade não deve ser vista como um impedimento, porque Cuba tem ampla proteção com benefícios para ambos os membros do casal, o que é algo que deve ser levado em conta ao planejar a gravidez», ressaltou o especialista.</p>
<p>O doutor Álvarez Fumero explicou que, embora as mulheres com mais de 35 anos tenham um risco maior, não é a idade que define o risco. Mas com mais de 35 anos de vida, um grupo de condições de saúde geralmente se acumula, como obesidade, hipertensão, hipotireoidismo, diabetes, doenças cardíacas, doenças do fígado, que muitas vezes causam doenças crônicas não transmissíveis.</p>
<p>Os casais cubanos não devem se sentir desencorajados a conceber filhos depois dos 35 anos. «As nossas campanhas promocionais destinam-se a que mulheres e homens mantenham um peso corporal adequado, mantenham uma dieta saudável, realizem atividade física diária, o que reduz a obesidade que provoca complicações elevadas com a gravidez, o parto e o puerpério. Há uma ampla divulgação para que jovens e adolescentes saibam como se comportar dentro do sistema de saúde para resolver não apenas um método de planejamento familiar, mas todos os problemas de saúde sexual e reprodutiva», afirmou o médico.</p>
<p>TODA A SENSIBILIDADE EM UM PROGRAMA</p>
<p>Garantir o direito reprodutivo de homens e mulheres de ter filhos que desejem, mesmo que suas condições biológicas não permitam, é outra das linhas de ação do Ministério. O programa de cuidados para casais inférteis surge para esse propósito e não apenas recursos materiais foram alocados a ele, mas também altas doses de sensibilidade.</p>
<p>Esse é o espírito que prevaleceu para resolver dificuldades como as que foram recentemente discutidas em uma reunião de revisão com o presidente Miguel Díaz-Canel Bermúdez, na qual o ministro da Saúde Pública, José Ángel Portal Miranda, explicou os esforços realizados para a aquisição de produtos necessários, como a progesterona, e para alcançar estabilidade nas consultas, enquanto se prepara o investimento de dois novos Centros de Alta Tecnologia em Camaguey e Santiago de Cuba.</p>
<p>O presidente cubano insistiu que mais de cem mil casais esperam a chegada de um filho e que, portanto, conseguir maior eficiência nas consultas traria alegria não só para essas famílias, mas um impacto considerável na taxa de natalidade.</p>
<p>«No ano passado, 158.638 procedimentos foram realizados como parte deste programa, que vão desde espermogramas, cirurgias, laparoscopia, histeroscopia, radiografia contrastada, ultrassom e outros», ressaltou Álvarez Fumero.</p>
<p>O Minsap implementou um check-up diferenciado para o desenvolvimento da rede de serviços para o casal infértil e avalia mensalmente, em cada município, os resultados.</p>
<p>Foi muito importante a dispensação ou busca ativa de casais com alguma dificuldade para reprodução, no entanto, deve-se levar em conta que existem aqueles que não declaram sua infertilidade devido a preconceitos socioculturais, pelo qual o trabalho da educação é ainda mais relevante.</p>
<p>A aquisição de equipamentos para a modernização nos quatro centros de alta tecnologia de reprodução assistida disponíveis no país e a implementação da técnica de doação de sêmen e vitrificação de embriões, que deve ser aperfeiçoada a partir de agosto deste ano, fazem parte das ações que visam proporcionar maiores possibilidades aos casais que desejem ter filhos.</p>
<p>O mais importante, segundo o chefe do programa Materno Infantil, é ter hábitos de vida saudáveis e consultar um médico imediatamente, não apenas por anormalidades na reprodução, mas para planejar a concepção. O sistema de saúde cubano é projetado para acompanhar esse desejo de ter uma prole saudável.</p>
<p>PRECISÕES<br />
● O programa de Atendimento ao Casal Infértil em Cuba foi fundado em 2007.</p>
<p>● Um casal deve considerar-se infértil e ir ao sistema de saúde quando estiver com um parceiro estável por um ano ou mais tendo relações sexuais frequentes e não conseguir engravidar.</p>
<p>● 102.234 casais inférteis foram dispensados no país, no entanto, no final de março passado, cerca de 61.170 compareceram a uma consulta pela primeira vez.</p>
<p>No primeiro trimestre do ano, por meio de consultas municipais, provinciais e nos Centros de Alta Tecnologia, foram conseguidas 1.445 gestações.</p>
<p>● No ano de 2018, foram registradas 3.787 gestações graças a este programa, mais 2.485 do que em 2017.</p>
<p>● Existem quatro centros de alta tecnologia no país para os cuidados do casal infértil, localizados nos hospitais Hermanos Ameijeiras e Ramón González Coro, em Havana; Gustavo Aldereguía Lima, de Cienfuegos e Vladimir Ilich Lenin, de Holguín, enquanto o investimento está sendo preparado de dois novos em Camaguey e Santiago de Cuba.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Em perguntas e respostas, o fim da participação cubana em Mais Médicos</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 17:53:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DECORREM já os primeiros dias de dezembro, sem dúvida marcados pelo retorno dos colaboradores cubanos que faziam parte do programa Mais Médicos no Brasil. Seus testemunhos, o abraço de seu povo e sua família, o reconhecimento do dever cumprido e a eterna gratidão de milhões de seres humanos são agora tesouros inestimáveis ​​para nossos médicos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5333" alt="Brasil medicos" src="/files/2018/12/Brasil-medicos.jpg" width="300" height="241" />DECORREM já os primeiros dias de dezembro, sem dúvida marcados pelo retorno dos colaboradores cubanos que faziam parte do programa Mais Médicos no Brasil. Seus testemunhos, o abraço de seu povo e sua família, o reconhecimento do dever cumprido e a eterna gratidão de milhões de seres humanos são agora tesouros inestimáveis ​​para nossos médicos.</p>
<p>A fim de responder algumas das perguntas mais comuns, geradas a partir da retirada de pessoal médico cubano do país sul-americano, e refutar qualquer tentativa de obscurecer e confundir a posição cubana em meio a esta conjuntura, foi criado o Canal do Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores.</p>
<p>O Granma Internacional aborda os elementos essenciais compartilhados nesse espaço e que justificam uma decisão necessária, mas muito dolorosa, devido ao alto conteúdo humano do trabalho de nossos médicos no Brasil.</p>
<p>Que circunstâncias levaram o Ministério da Saúde Pública de Cuba propor a retirada dos profissionais que faziam parte do programa Mais Médicos?</p>
<p>- As declarações diretas, depreciativas e ameaçadoras do presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, sobre a presença de nossos médicos naquele país, garantindo que modificaria os termos e condições do Programa Mais Médicos. Estas afirmações questionam o nível profissional de nossos médicos e condicionam a permanência no programa à revalidação do título e a contratação individual. Nenhum membro da equipe de transição transferiu para o Ministério da Saúde Pública o interesse de trocar acerca dos termos de cooperação atual, o que indica que o objetivo do presidente eleito não é manter o programa.</p>
<p>Em relação à presença de médicos cubanos no Brasil, o presidente eleito manifesta contradições em seu discurso que revelam o verdadeiro objetivo de sua posição, quais seriam essas contradições?</p>
<p>-Por um lado, exige dos médicos um exame para demonstrar sua competência e habilidades para trabalhar no Brasil e, ao mesmo tempo, sem exigir esse exame nem evidências de algum tipo, anuncia que irá conceder asilo político automático a todos os médicos cubanos. Cuba não pode confiar que seus médicos estejam seguros naquele ambiente de incerteza, com um governo de profissionalismo duvidoso. Para continuar trabalhando, Bolsonaro exige deles um exame e, para o show político, dá-lhes um cheque em branco, independentemente de ser ou não pessoal qualificado. É evidente que ajustou seu discurso em favor de sua conveniência política e não dos interesses do povo brasileiro.</p>
<p>Há quem afirme que a colaboração cubana se baseia na afinidade política com um partido e que foi Cuba quem propôs a criação do programa. Qual é a verdade?</p>
<p>- A atual administração, como assegurou o seu ministro da Saúde, descreveu o programa que trouxe tantos benefícios para o Brasil, como um projeto de proselitismo político associado a um partido, que negamos veementemente. Nunca um médico cubano perguntou de qual partido era um brasileiro quando ia ao seu consultório, nem se importou de que partido político era a autoridade de Saúde que o administrava.</p>
<p>- «O programa é uma criação do governo de Dilma Rousseff, preocupado com a satisfação das necessidades de cuidados básicos de saúde de milhões de brasileiros. O que defendeu Cuba nas negociações foi ir para os lugares onde não havia um sistema de atendimento ou jamais tinha sido visto médico algum. A contratação foi iniciada por meio de uma chamada aberta e ampliada a qualquer profissional de qualquer país; nesse processo, o Brasil solicitou a cooperação de Cuba».<br />
Os profissionais cubanos da Saúde completaram mais de 600 mil missões em 164 nações. Quais são os princípios que Cuba defende em relação a este trabalho internacionalista?</p>
<p>- A colaboração internacional de Cuba é feita através da soma dos potenciais entre os países envolvidos, sem fins lucrativos, levando em conta as diferenças e assimetrias existentes. Esta presença responde aos pedidos específicos dos países beneficiários e é sempre feita no âmbito de um acordo de cooperação estabelecido entre as instituições, de acordo com a vocação que defendeu Cuba nos últimos 60 anos.</p>
<p>«A cooperação internacional oferecida pela Ilha baseia-se nos princípios de solidariedade e benefício mútuo, é um elemento essencial na política externa da Revolução e suas ações contribuem para o desenvolvimento económico e social do nosso país. É feita sem condições políticas e com pleno respeito aos princípios do direito internacional, ou seja, com pleno respeito à soberania, leis, cultura, religião e autodeterminação dos Estados».</p>
<p>«Este trabalho de ajuda e solidariedade com outros povos do mundo contribui para a melhoria do Sistema Nacional de Saúde, permite fortalecê-lo, é adquirida mais experiência, consciência, dedicação e empenho dos profissionais com eles mesmos, sua família e com o povo. A colaboração médica é um elemento cardinal no reconhecimento e respeito que ganhou o nosso país internacionalmente. Traz consigo a essência humanista da Revolução».Uma das questões usadas para distorcer a essência da colaboração médica cubana reside precisamente no pagamento aos internacionalistas e nas garantias que eles e suas famílias desfrutam. Qual é a realidade em relação a este particular?</p>
<p>Todos os profissionais recebem seu salário em Cuba e é garantida a previdência social para suas famílias, enquanto estão em uma missão e nos países onde estão recebem um estipêndio.</p>
<p>Logicamente, essas colaborações geram um certo nível de renda para o país, que é usado para sustentar nosso Sistema de Saúde que é gratuito e atinge todas as partes da geografia cubana. A isso se deve acrescentar que, sendo um país bloqueado, é cada vez mais difícil conseguir suprimentos, equipamentos médicos, remédios de última geração, mas nosso povo nunca teve que oferecer um centavo para frequentar qualquer uma das instituições de saúde.</p>
<p>«Não apenas aqueles que retornam à Pátria têm garantido o trânsito seguro e a ordem essencial para completá-la de volta à sua terra, também têm garantias de continuar exercendo sua profissão».</p>
<p>«Nossos médicos nunca sobram, nem para Cuba nem para o resto do mundo, e se hoje podemos mostrar os indicadores de saúde que valorizamos, é em grande parte graças a essa convicção. Todos os médicos que retornam têm sua localização, seu trabalho garantido. Propostas também serão feitas para que realizem segundas especialidades médicas, sem esquecer que o Médico Geral Integral resolve 80% dos problemas de saúde da sua comunidade e os outros 20% correspondem aos hospitais. O estudo de outras línguas também será incentivado, porque a colaboração deve continuar em diferentes países do mundo».Quem não conhece a essência do nosso trabalho social pode pensar que Cuba responda a Bolsonaro com a mesma moeda, mas, existe a menor possibilidade disso?</p>
<p>Não há mudança alguma. Tal como nos anos anteriores, os jovens brasileiros poderão continuar vindo ao nosso país para estudar Medicina. Esta é uma relação entre os dois povos que não será distanciada. Nesse sentido, tudo continuará com normalidade.</p>
<p>Estas são as nossas verdades, que expomos ao mundo com transparência, porque somos endossados por toda uma história de humanismo, boa vontade e internacionalismo proletário. Diante desses argumentos profundos, as mentiras não podem fazer coisa alguma sem respaldo.</p>
<p><strong>Fonte: Canal do Porta-voz do Minrex https // www.youtube.com / usuário / Cubaminrex.</strong></p>
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		<title>Médicos que se transformaram em anjos</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Dec 2018 01:36:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Como exponentes fiéis da ética revolucionária e do espírito de solidariedade foram recebidos no aeroporto internacional José Martí, os 409 trabalhadores de saúde cubanos que voltaram do Brasil nos voos 27 e 28 chegaram na madrugada de domingo, 9 de dezembro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5326" alt="medicos brasil regreso" src="/files/2018/12/medicos-brasil-regreso.jpg" width="300" height="241" />Como exponentes fiéis da ética revolucionária e do espírito de solidariedade foram recebidos no aeroporto internacional José Martí, os 409 trabalhadores de saúde cubanos que voltaram do Brasil nos voos 27 e 28 chegaram na madrugada de domingo, 9 de dezembro.</p>
<p>A anedota da primeira consulta feita pelo médico de Holguín, Rosbel Almaguer, foi uma das ouvidas na cerimônia de boas-vindas, onde o especialista em Medicina Geral Integral (MGI), que trabalha na policlínica Pedro Díaz Coello, no município de Holguín, relatou que o primeiro paciente a chegar ao distrito indígena da comunidade de San Gabriel, estado de Matogrosso do Sul, revelou ser um bebê de dois meses, com uma doença diarreica aguda e um parasitismo intestinal. Sua mãe ficou impressionada com o interrogatório e o exame clínico completo.</p>
<p>Naquele primeiro dia de trabalho, esse foi o único paciente a comparecer. No dia seguinte, o consultório ficou lotado e no final da consulta, o pessoal de saúde brasileiro que o estava observando qualificou-o como um anjo, por causa do interesse demonstrado pelos doentes e pela maneira de tratar os necessitados.</p>
<p>A população do local disse que os médicos cubanos tocaram as almas das pessoas porque eles têm uma grande qualidade: o humanismo. «Nós, os médicos cubanos, não trabalhamos pensando no dinheiro que eles podem nos pagar, mas tentando resolver a doença do ser humano diante de nós», sentenciou o médico com três anos de especialização em MGI.</p>
<p>Algo também expresso pelo dr. Oralys García González perante seus companheiros de viagem no segundo voo. Em seu discurso, ressaltou que a escola médica cubana incute valores e princípios, onde não apenas se aprende a ciência, mas o conhecimento, o humanismo e o internacionalismo, que os exalta para distingui-los dos demais profissionais do mundo.</p>
<p>«Voltamos como pessoal de reforço, nos unimos ao esforço infinito da nossa pequena grande Ilha, que deseja aperfeiçoar o socialismo e continuar defendendo suas conquistas. Companheiros que integraram o programa Mais Médicos recebam uma imensa carga de amor e alegria, porque aprendemos a ser mais médicos, mais humanos, mais solidários e mais cubanos», afirmou o colaborador.</p>
<p>Photo: Ismael Batista<br />
Em suas palavras de boas-vindas, a drª Regla Angulo Pardo, vice-ministra da Saúde Pública, ressaltou que os médicos internacionalistas escreveram páginas de dedicação, solidariedade e humanismo. «Eles mostraram ao povo brasileiro e ao mundo sua contribuição para a saúde universal, como uma força da medicina revolucionária cubana», disse o líder.</p>
<p>Ali, foi enfatizado que os médicos trabalhavam no gigante sul-americano em lugares muito distantes, sem eletricidade e Internet, ocupando postos médicos sem outro tipo de pessoal de saúde para ajudá-los. Desde muito cedo e suportando temperaturas extremas, eles foram trabalhar e a jornada de trabalho terminou depois que o último paciente na fila foi tratado. Por essa atitude desinteressada eles mereceram o respeito e o afeto da população.</p>
<p>Angulo Pardo os chamou de «embaixadores da saúde pública cubana e especialmente da nossa Revolução, que os formaram com um alto senso de responsabilidade e conhecimento necessário para serem considerados verdadeiros profissionais».</p>
<p>Com a chegada desse grupo, já são cerca de 5.800 membros da Brigada Médica Cubana que retornaram do Brasil sendo recebidos pelo membro do secretariado do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, Victor Gaute; Jorge Delgado Bustillo, diretor da Unidade Central de Colaboração Médica; René Mesa Villafaña, ministro da Construção e outros líderes e funcionários do governo.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Comissão de DH do Brasil oferece desculpas aos médicos cubanos</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 19:02:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados do Brasil ofereceu hoje desculpas aos médicos cubanos pelos questionamentos e desrespeitosa postura do presidente eleito Jair Bolsonaro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5313" alt="cuba-brasil-Luiz-couto" src="/files/2018/12/cuba-brasil-Luiz-couto.jpg" width="300" height="255" />A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados do Brasil ofereceu hoje desculpas aos médicos cubanos pelos questionamentos e desrespeitosa postura do presidente eleito Jair Bolsonaro.</p>
<p>&#8216;As desqualificações de Bolsonaro contra os profissionais cubanos no programa Mais Médicos privarão o povo brasileiro da atenção de saúde, um de seus direitos fundamentais&#8217;, disse à Prensa Latina o deputado Luiz Couto, presidente dessa comissão.</p>
<p>Ele reiterou o agradecimento aos profissionais da ilha e &#8216;oferecemos desculpas ao povo cubano que nos entregou médicos e médicas preparados, capacitados e que contribuíram com a saúde de nosso povo&#8217;.</p>
<p>Couto espera que o povo brasileiro se dê conta do prejuízo provocado pelo ex-militar e não é segredo que os médicos brasileiros &#8216;não querem ir trabalhar no interior do país e nas regiões mais pobres&#8217;, onde as comunidades receberam a qualidade e o humanismo dos médicos cubanos.</p>
<p>Alegra-nos muitíssimo que esses profissionais da ilha, que cessaram sua participação em Mais Médicos, cumpram agora missões em outros países, onde &#8216;os governos respeitarão seu desinteresado trabalho para assegurar um direito humano, a saúde&#8217;, referiu o parlamentar.</p>
<p>Fez questão de frisar que infelizmente o Brasil perdeu a qualidade da medicina cubana, &#8216;mas esperamos que algum dia retorne, quando outro governo respeite a dignidade dos que cuidaram de nossa saúde&#8217;.</p>
<p>Agora o povo brasileiro &#8216;chora e diz: perdemos nossos colegas porque de fato eles eram considerados assim. Não tinha distância entre os médicos cubanos e o povo que era atendido&#8217;, destacou Couto.</p>
<p>Cuba revaliou em meados de novembro a vocação solidária e humanista demonstrada por seus profissionais da saúde em dezenas de países, ao anunciar o fim da participação em Mais Médicos, diante dos condicionamentos adiantados por Bolsonaro.</p>
<p>&#8216;Os povos de Nossa América e do resto do mundo conhecem que sempre poderão contar com a vocação humanista e solidária de nossos profissionais&#8217;, destacou em uma declaração o Ministério da Saúde Pública da ilha.</p>
<p>Como parte do mais Médicos, informou o ministério, no último período cerca de 20 mil colaboradores cubanos atenderam a 113 milhões 359 mil pacientes em cerca de 3.600 municípios, &#8216;chegando a cobrir por eles um universo de até 60 milhões de brasileiros&#8217;.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Cuba, entre os países mais comprometidos com os direitos humanos</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2018 02:11:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[«Cuba está entre os 50 países que mais ratificaram instrumentos jurídicos internacionais na área dos direitos humanos», disse a advogada Desiree Llaguno à Prensa Latina. Ela explicou que a Ilha já assinou 44 dos 61 acordos do Conselho dos Direitos Humanos, de modo que se destaca entre os países que têm mais obrigações nesta questão em relação à comunidade internacional.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5057" alt="Comite derechos humanos" src="/files/2018/05/Comite-derechos-humanos.jpg" width="300" height="242" />«Cuba está entre os 50 países que mais ratificaram instrumentos jurídicos internacionais na área dos direitos humanos», disse a advogada Desiree Llaguno à Prensa Latina.</p>
<p>Ela explicou que a Ilha já assinou 44 dos 61 acordos do Conselho dos Direitos Humanos, de modo que se destaca entre os países que têm mais obrigações nesta questão em relação à comunidade internacional.</p>
<p>«Se valorizamos isso, do ponto de vista dos países em desenvolvimento, poderíamos dizer que Cuba está na lista dos primeiros Estados com mais obrigações no item dos direitos humanos», disse a especialista.</p>
<p>Ao falar sobre como os acordos internacionais estão inseridos no sistema legal, Llaguno comentou que esse procedimento é baseado na adaptação dessas obrigações à realidade nacional.</p>
<p>«Nossa legislação é adaptada e incorpora aquelas obrigações legais estrangeiras em matéria de direitos humanos com as quais esta nação consentiu em ser obrigada», acrescentou Desiree, também membro da Sociedade do Direito Internacional, da União Nacional dos Juristas de Cuba.</p>
<p>«Por exemplo, enfatizou, é importante ressaltar que, em matéria de direitos humanos, Cuba vai além do estabelecido».</p>
<p>Neste sentido, ressaltou que na proteção das crianças, o país caribenho excede as obrigações da Convenção sobre os Direitos da Criança, tratado internacional da ONU assinado em 1989.</p>
<p>«Portanto, temos um papel importante na infância e o prestígio de Cuba é que este país se destaca como um dos membros fundadores do Conselho dos Direitos Humanos», disse.</p>
<p>As declarações da especialista acontecem alguns dias após o Exame Periódico Universal de Direitos Humanos (EPU) ter ocorrido em Genebra.</p>
<p>Em 16 de maio, os Estados membros da Organização das Nações Unidas apresentarão ao Conselho dos Direitos Humanos um relatório sobre o cumprimento de suas obrigações, inclusive Cuba.</p>
<p>A Ilha maior das Antilhas se apresentou ao EPU em 2009 e 2013, e em sua mais recente exposição recebeu 292 recomendações, das quais aceitou 230, aceitou examinar outras 40 e rejeitou 20, por serem posições intervencionistas.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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