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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Dilma Rousseff</title>
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		<title>Agradecem no Brasil apoio de Cuba</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2016 23:49:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB) agradeceu ao Governo Revolucionário da República de Cuba sua enérgica recusa ao golpe de estado parlamentar-judicial perpetrado contra a legítima presidenta desse país, Dilma Rousseff. A mensagem da CTB está relacionada com a declaração de condenação desse fato, publicada no jornal Granma, que teve repercussão nos trabalhadores e nos movimentos progressistas e sociais do país sul-americano e da América Latina.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4267" alt="dilma-decreto" src="/files/2016/09/dilma-decreto.jpg" width="300" height="185" />A Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB) agradeceu ao Governo Revolucionário da República de Cuba sua enérgica recusa ao golpe de estado parlamentar-judicial perpetrado contra a legítima presidenta desse país, Dilma Rousseff.</p>
<p>A mensagem da CTB está relacionada com a declaração de condenação desse fato, publicada no jornal Granma, que teve repercussão nos trabalhadores e nos movimentos progressistas e sociais do país sul-americano e da América Latina.</p>
<p>Na comunicação da organização operária brasileira, recebida na Central dos Trabalhadores de Cuba, destacam-se os valiosos e indiscutíveis argumentos com que Cuba defende, diante do mundo, os governos de Lula da Silva e Dilma Rousseff e denuncia os verdadeiros objetivos dos golpistas apoiados pelo imperialismo.</p>
<p>A Frente Popular do Brasil fez um apelo às forças progressistas e populares desse país e o mundo a se unirem e mobilizarem na batalha frente à coalizão antidemocrática que liderou a derrubada de Dilma Rousseff.</p>
<p>A Havana chegou, ainda, a declaração da Central Nacional dos Trabalhadores do Panamá (CNTP), na qual a organização sindical desse país se pronuncia contra a determinação de um grupo de corruptos parlamentares brasileiros de separar de seu governo a presidenta.</p>
<p>De Cuba, o Encontro Sindical Nossa América (ESNA) repudiou o caráter antidemocrático das instituições burguesas do Brasil e convocou uma Jornada Continental pela Democracia e contra o Neoliberalismo para 4 de novembro próximo.</p>
<p>A CTC ratificou à Central dos Trabalhadores do Brasil o respaldo solidário ao movimento sindical da esquerda e ao Partido dos Trabalhadores desse país, que se enfrentam aos que violaram a democracia, os quais pretendem privatizar as riquezas do povo a favor das transnacionais.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Declaração do Governo Revolucionário cubano</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2016 23:36:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo Revolucionário da República de Cuba rechaça energicamente o golpe de Estado parlamentar-judicial que foi consumado contra a presidenta Dilma Rousseff. O afastamento da presidenta do governo, sem que fosse apresentada evidência nenhuma de delitos de corrupção nem crime de responsabilidade, e com ela do Partido dos Trabalhadores (PT) e outras forças políticas de esquerda aliadas, constitui um ato de desacato à vontade soberana do povo que a elegeu.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4261" alt="Dilma Ruseauff brazil" src="/files/2016/09/Dilma-Ruseauff-brazil-300x169.jpg" width="300" height="169" />O Governo Revolucionário da República de Cuba rechaça energicamente o golpe de Estado parlamentar-judicial que foi consumado contra a presidenta Dilma Rousseff.</p>
<p>O afastamento da presidenta do governo, sem que fosse apresentada evidência nenhuma de delitos de corrupção nem crime de responsabilidade, e com ela do Partido dos Trabalhadores (PT) e outras forças políticas de esquerda aliadas, constitui um ato de desacato à vontade soberana do povo que a elegeu.</p>
<p>Durante os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, ganhou impulso um modelo econômico-social que permitiu ao Brasil dar um pulo em seu crescimento produtivo, com inclusão social, a defesa de seus recursos naturais, a geração de emprego, o combate à pobreza, a saída da miséria de mais de 35 milhões de brasileiros, que viviam em condições desumanas e a elevação da receita de outros 40 milhões, ampliação das oportunidades na educação e a saúde do povo, incluídos setores até então marginalizados.</p>
<p>Neste período, Brasil foi um ativo impulsor da integração latino-americana e caribenha. A derrota do Acordo de Livre Comércio para as Américas (ALCA), a convocatória à Cúpula da América Latina e o Caribe sobre a Integração e Desenvolvimento (CALC) que levou à posterior criação da Celac e a constituição de Unasul, são acontecimentos transcendentais na história mais recente da região, que demonstram o destaque desse país.</p>
<p>Igualmente, sua projeção focalizada nas nações do Terceiro Mundo, especialmente da África; sua ativa liderança no grupo Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e a África do Sul) e seu desempenho no âmbito da Organização das Nações Unidas, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e Organização Mundial do Comércio, entre outras, constituem um reconhecimento à sua liderança internacional.</p>
<p>Merece elogio, também, a trajetória brasileira sob os governos do PT, em temas cruciais da situação internacional em defesa da paz, o desenvolvimento, o meio ambiente e os programas contra a fome.</p>
<p>São amplamente conhecidos os esforços de Lula e Dilma por reformar o sistema político e ordenar o financiamento dos partidos e suas campanhas, bem como no apoio às investigações que foram abertas contra a corrupção e à independência das instituições responsáveis por elas.</p>
<p>As forcas que agora detêm o poder anunciaram medidas privativas em relação às reservas petrolíferas nas águas profundas e cortes nos programas sociais. Igualmente, enunciam uma política exterior que privilegia as relações com os grandes centros de poder internacionais. Não poucos daqueles que julgam a presidenta estão sob investigação por atos de corrupção.</p>
<p>O acontecido no Brasil é mais uma expressão da ofensiva do imperialismo e a oligarquia contra os governos revolucionários e progressistas da América Latina e o Caribe, que ameaça a paz e a estabilidade das nações, na contramão do espírito e a letra da Proclamação da América Latina e o Caribe como Zona de Paz, assinada na 2ª Cúpula da Celac, em janeiro de 2014, em Havana, pelos Chefes de Estado e de Governo da região.</p>
<p>Cuba ratifica sua solidariedade com a presidenta Dilma e o companheiro Lula, com o Partido dos Trabalhadores e expressa sua confiança em que o povo brasileiro defenderá as conquistas sociais conseguidas e se oporá com determinação às políticas neoliberais que lhe tentem impor e ao despojo dos seus recursos naturais.</p>
<p>Havana, 31 de agosto de 2016.</p>
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		<title>Políticas aplicadas na Europa agravaram recessão</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Dec 2012 19:59:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>

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		<description><![CDATA[Paris, 11 dez (Prensa Latina) A presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, afirmou hoje na França que as políticas aplicadas por vários países europeus para enfrentar a crise agravaram a recessão, o desemprego, a desesperanza e o desalento. "A opção preferencial a favor de políticas ortodoxas na maioria dos países ocidentais não tem solucionado a crise, nem desde o ponto de vista fiscal nem financeiro", acrescentou Rousseff.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3011" src="/files/2012/12/Dilma.jpg" alt="" width="300" height="250" />Paris, 11 dez (Prensa Latina) A presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, afirmou hoje na França que as políticas aplicadas por vários países europeus para enfrentar a crise agravaram a recessão, o desemprego, a desesperanza e o desalento.</p>
<p>&#8220;A opção preferencial a favor de políticas ortodoxas na maioria dos países ocidentais não tem solucionado a crise, nem desde o ponto de vista fiscal nem financeiro&#8221;, acrescentou Rousseff.</p>
<p>A mandatária inaugurou nesta terça-feira junta a seu homólogo François Hollande o Foro para o Progresso Social, convocado pela Fundação Jean Jaurés, deste país, e o Instituto Lula, do Brasil, com o propósito de &#8220;reinstalar o crescimento no centro do debate público mundial&#8221;.</p>
<p>Os países da América Latina, agregou a chefa de Estado, sofreram durante décadas por planos de ajuste econômico e sabem que os recortes radicais comprometem o futuro da gente.</p>
<p>De acordo com Rousseff, na Europa essas práticas também estragaram os pilares do estado social.</p>
<p>A crise iniciada em 2008 &#8220;tem atingido uma fase crônica&#8221; e não parece chegar a seu fim, precisou.</p>
<p>A presidenta brasileira coincidiu com Hollande na necessidade de criar um Conselho Econômico e Social, igual que existe o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas.</p>
<p>O mandatário galo assinalou, por sua vez, que a crise fez surgir uma nova consciência sobre a necessidade de estar mais unidos e propôs como prioridades o crescimento, a luta contra o desemprego juvenil, a transição energética e o confronto às desigualdades.</p>
<p>Hollande reconheceu que os países emergentes tiveram sucesso em conseguir uma melhoria econômica e diminuir as desigualdades sociais.</p>
<p>Depois de inaugurar o foro, ambos presidentes se transladaram ao Palácio do Elíseo para uma reunião bilateral em cuja agenda estão temas de interesse comum e outros aspectos da situação internacional.</p>
<p>Em seu primeiro dia de visita oficial a França, Dilma Rousseff foi recebida com honras no Palácio de Lhes Invalides e depois entrevistou-se com o presidente da Assembléia Nacional, Claude Bartolone.</p>
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		<title>Expectativa por medidas oficiais para impulsionar economia brasileira</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 13:18:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília, 2 abr (Prensa Latina) A expectativa domina hoje empresários brasileiros diante do anúncio pela presidenta Dilma Rousseff de um conjunto de medidas econômicas destinadas a assegurar maior capacidade de investimento para o setor privado. Rousseff, que esteve toda a semana passada em Nova Déli, onde participou da IV Cúpula BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e realizou uma visita de Estado a essa nação asiática, afirmou a jornalistas que depois de seu regresso a Brasília pretendia divulgar um plano de medidas para estimular a economia nacional.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2558" src="/files/2012/04/brasil-dilma16-3.jpg" alt="" width="285" height="190" />Brasília, 2 abr (Prensa Latina) A expectativa domina hoje empresários brasileiros diante do anúncio pela presidenta Dilma Rousseff de um conjunto de medidas econômicas destinadas a assegurar maior capacidade de investimento para o setor privado.</p>
<p>Rousseff, que esteve toda a semana passada em Nova Déli, onde participou da IV Cúpula BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e realizou uma visita de Estado a essa nação asiática, afirmou a jornalistas que depois de seu regresso a Brasília pretendia divulgar um plano de medidas para estimular a economia nacional.</p>
<p>A presidenta absteve-se de revelar detalhes das ações que seriam aplicadas para impulsionar o crescimento econômico brasileiro, que mostrou um discreto 2,7 por cento de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2011 e que nos dois primeiros meses deste ano não dá sinais de uma decolagem.</p>
<p>Dilma Rousseff só revelou que as medidas buscarão assegurar -mediante questões tributárias e financeiras- uma maior capacidade de investimentos do setor privado para estimular ainda mais a economia.</p>
<p>Desde o início do ano, o governo brasileiro aplicou diferentes mecanismos para evitar uma valorização excessiva da moeda nacional frente ao dólar estadunidense, através da elevação dos impostos aos recursos estrangeiros para evitar a massiva entrada dos chamados capital especulativo.</p>
<p>Tanto Rousseff como as autoridades econômicas do gigante sul-americano denunciaram o que qualificaram de tsunami cambial, que é a guerra cambial desatada pelos países ricos para tentar sair da crise financeira em que estão afundados.</p>
<p>Frente a isso, o governo brasileiro assegurou que não fará papel de bobo e tomará todas as medidas necessárias para frear essa guerra cambial, como o demonstraram os países do BRICS em sua cúpula da semana passada, na qual reiteraram a necessidade de um redesenho da ordem econômica internacional atual.</p>
<p>Também expressaram a decisão de estudar a criação de um banco de desenvolvimento desse bloco de nações emergentes diante da ineficácia e inadaptação à nova realidade mundial das instituições financeiras internacionais do momento, como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional.</p>
<p>A expectativa sobre o anúncio oficial das medidas é ainda maior porque, depois de seu regresso a Brasília neste domingo, a primeira atividade de Rousseff será uma reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, esta tarde, onde se supõe que deem os toques finais ao pacote de ações.</p>
<p>Sendo assim, então é quase certo que após esse encontro o próprio Mantega -como o fez em ocasiões anteriores- revele os novos mecanismos para impulsionar a economia brasileira.</p>
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