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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Daniel Ortega</title>
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		<title>Raúl felicitou Daniel Ortega e Rosario Murillo pela vitória eleitoral na Nicaragua</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2016 01:04:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O general-de-exército Raúl Castro Ruz felicitou Daniel Ortega e sua companheira Rosario Murillo, após serem eleitos presidente e vice-presidenta da Nicarágua.
«Queridos Daniel e Rosario: Felicito-os por esta grande vitória eleitoral. Nossa América poderá continuar contando com vocês para avançar no empenho de alcançar justiça e prosperidade para nossos povos», expressou Raúl, em uma mensagem transmitida pelo embaixador de Cuba na Nicarágua, Eduardo Martínez.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4390" alt="Daniel Ortega y Rosario Murillo" src="/files/2016/11/Daniel-Ortega-y-Rosario-Murillo.jpg" width="300" height="231" />O general-de-exército Raúl Castro Ruz felicitou Daniel Ortega e sua companheira Rosario Murillo, após serem eleitos presidente e vice-presidenta da Nicarágua.</p>
<p>«Queridos Daniel e Rosario: Felicito-os por esta grande vitória eleitoral. Nossa América poderá continuar contando com vocês para avançar no empenho de alcançar justiça e prosperidade para nossos povos», expressou Raúl, em uma mensagem transmitida pelo embaixador de Cuba na Nicarágua, Eduardo Martínez.</p>
<p>Por sua parte, a chancelaria da Venezuela emitiu um comunicado no qual o presidente venezuelano Nicolás Maduro felicitou Daniel e Rosario «pela vitória perfeita da Frente Sandinista».</p>
<p>A chancelaria do Equador difundiu uma comunicação na qual parabeniza o presidente Daniel Ortega por seu triunfo nas eleições de domingo, 6 de novembro. «O governo do Equador expressa sua satisfação pelo excelente estado da relação bilateral entre ambos os países, e expressa sua vontade de continuar trabalhando com a irmã República da Nicarágua em um marco de cooperação e confiança mútua».</p>
<p>O analista político nicaraguense Cairo Amador manifestou em uma entrevista para a Telesur que os resultados das eleições demonstram que a Frente Sandinista continua tendo um forte apoio social.</p>
<p>Isto é o resultado de uma política ampla de alianças com setores produtivos e setores sindicais que de alguma maneira continuam tendo uma visão de desenvolvimento e crescimento.</p>
<p>O analista afirmou que Daniel Ortega tem estado à vanguarda e tem respondido às necessidades, carências e às expectativas da população.</p>
<p>O Conselho Supremo Eleitoral (CSE) da Nicarágua confirmou o triunfo do presidente Daniel Ortega nas eleições gerais do domingo 6 de novembro, após serem contabilizados os resultados de 99,8 % das juntas receptoras de votos.</p>
<p>Segundo o relatório oferecido pelo titular do CSE, Roberto Rivas, o líder da Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) — acompanhado por Rosario Murillo como vice-presidenta — conseguiu 72,5% dos quase 2,5 milhões de votos válidos emitidos, de acordo com a Prensa Latina.</p>
<p>Rivas indicou que o Partido Conservador atingiu 2,3 %; a Aliança Liberal Nicaraguense 4,3 %; o Partido Aliança pela República 1,4 % e o Partido Liberal Independente 4,5 %; e acrescentou que se registrou 68,2 % de participação nas eleições. Os votos nulos representaram 3,5 %, precisou.</p>
<p>«Queremos reiterar nosso agradecimento ao povo que no dia das eleições se expressou nas urnas, nos centros de votação, exercendo seu direito ao sufrágio, destacou o titular do CSE.</p>
<p>«Com 99,8 % dos resultados neste momento, acho que já não teremos outro comparecimento público, os resultados já estão cá e isso vai se manter já em 100%», explicou o magistrado Roberto Rivas.</p>
<p>Desta forma, Daniel Ortega obteve seu quarto período presidencial, e terceiro de forma consecutiva, sempre representando a FSLN.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Daniel Ortega: por mais uma vitória</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2016 22:10:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Ortega]]></category>
		<category><![CDATA[election]]></category>
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		<description><![CDATA[«A cada lar e a cada família nicaraguense, nosso invariável compromisso de continuar mudando a Nicarágua... cultivando e conseguindo vitórias que nos permitam fortalecer a convivência, e avançar, passo a passo, tirando a pobreza, e promovendo o bem-estar e direitos», assinou a mensagem do fechamento da campanha eleitoral da FSLN.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4373" alt="Daniel Ortega elecciones" src="/files/2016/11/Daniel-Ortega-elecciones.jpg" width="270" height="187" />«A cada lar e a cada família nicaraguense, nosso invariável compromisso de continuar mudando a Nicarágua&#8230; cultivando e conseguindo vitórias que nos permitam fortalecer a convivência, e avançar, passo a passo, tirando a pobreza, e promovendo o bem-estar e direitos», assinou a mensagem do fechamento da campanha eleitoral da FSLN.</p>
<p>Em 6 de novembro a Nicarágua viverá uma jornada de sufrágios, na qual o comandante Daniel Ortega e a coordenadora do Conselho de Comunicação e Cidadania do Governo,. Rosário Murillo, postulam-se como candidatos à presidência e vice-presidência do país, respectivamente, pelo atual partido governante: a Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN).</p>
<p>Nesta ocasião, Ortega procura a reeleição para seu terceiro período consecutivo e quarto mandato na história da nação centro-americana, o que resulta muito provável, pois segundo a mais recente sondagem de M&amp;R Consultores, ambos os candidatos desse partido têm 68% de intenção de votos.</p>
<p>Essa mesma pesquisa mostrou que 65% dos nicaraguenses apoia à FLSN em relação aos restantes partidos que se apresentam nos sufrágios.</p>
<p>De acordo com o Livro Branco Processo Eleitoral 2016 do país, nestas eleições «participam 16 partidos políticos, deles 11 de circunscrição nacional e 5 das regiões autônomas do Caribe nicaraguense».</p>
<p>A Aliança Unida Nicarágua Triunfa, regido pela FSLN, compromete-se em continuar com os sucessos do governo do presidente Daniel Ortega, que propiciou o bem-estar à grande maioria do povo nicaraguense, nos últimos dez anos.</p>
<p>Entre esses avanços se encontra uma redução da pobreza, que desceu desde 45,5% até 29,6% segundo a sondagem realizada pelo Instituto Nacional de Informação de Desenvolvimento (INIDE), que também mostrou que o desenvolvimento econômico do país centro-americano tem sido sustentável (4,5%) tornando-se assim, um dos países da América Central de maior crescimento.</p>
<p>Também, o comandante Daniel Ortega aplica este ano seu Plano de Bom Governo 2016, que sob o lema, «Trabalhando juntos como grande família» promove e fortalece ações em todos os setores da sociedade: saúde, educação, turismo e economia.</p>
<p>Por sua parte, o Partido Liberal Independente (PLI) propõe combater a corrupção e o esbanjamento, erradicar em curto prazo a pobreza crítica, garantir a segurança alimentar e incrementar o emprego produtivo. Essa agrupação apresenta como candidato José del Carmen Alvarado, odontologista, dedicado à agricultura e a pecuária.</p>
<p>O Partido Liberal Constitucionalista (PLC) tem em seu bilhete para presidente Maximo Rodriguez, político nicaraguense que foi deputado entre 1996 e 2011.</p>
<p>Sob o lema «Unidos pela mudança», o PLC vislumbra em seu plano até 2021 uma Nicarágua socialmente justa e inclusiva, economicamente forte e politicamente estável.</p>
<p>Outras das agrupações, Aliança pela República (APRE) proclama que tem como único compromisso «unificar esforços, forças e capacidades para criar uma sociedade mais justa, inclusiva, despolitizada e participativa, que restabeleça o estado do direito e que se respeite a Constituição Política e as Leis»; contando com Carlos Canales como opção para a presidência.</p>
<p>Por outro lado, Unidade Democrática se ergue como aliança entre o Partido Conservador (agrupação nicaraguense mais antiga), o Partido Social Cristão e Os independentes, que procuram «Uma República para todos» com cestas básicas ao alcance do povo, educação de qualidade e governo transparente. Seu candidato é o jovem Erick Cabezas, advogado e notário público.</p>
<p>A Aliança Liberal Nicaraguense tem como eixos a educação integral e de qualidade, o investimento, a segurança social e a atenção à mulher e a juventude; para isso conta em seu bilhete com Saturnino Cerrato, ex-religioso nicaraguense.</p>
<p>Às eleições estão convocados mais de três milhões de nicaraguense, que além de eleger presidente e vice-presidente para os próximos cinco anos, escolherão 90 deputados nacionais e 20 para o Parlamento Centro-americano (Parlacen).</p>
<p>O presidente é eleito pela maioria absoluta ou relativa com ao menos 45% dos votos públicos, excetuando o caso se obtiver um 35%, mais superando aos restantes candidatos por uma diferença mínima de 5%.</p>
<p>Embora tenha que esperar até o domingo para conhecer os resultados, mediante das sondagens mais recentes, pode-se saber desde estes dias quem será o vencedor: Daniel Ortega.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>A esmagadora vitória de Daniel e da FSLN</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 14:18:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fidel Castro Ruz]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões de Fidel]]></category>
		<category><![CDATA[CIA]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[No mundo atual os problemas são sumamente complexos e difíceis. Porém, enquanto o mundo exista os países pequenos podemos e devemos exercer nossos direitos à independência, à cooperação, ao desenvolvimento e à paz.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Há 72 horas, no domingo 6 de novembro houve uma eleição geral em que Daniel Ortega e a FSLN da Nicarágua obtiveram uma vitória esmagadora.</p>
<p>Quis o azar que no dia seguinte se completasse o 94º aniversário da gloriosa Revolução Socialista Soviética. Páginas inapagáveis da história foram escritas por operários, camponeses e soldados russos, e o nome de Lenine brilhará sempre entre os homens e mulheres que sonham com um destino justo para a humanidade.</p>
<p>Esses temas são cada vez mais complexos e nunca serão suficientes os esforços envidados para educar as novas gerações. Por isso dedico hoje um espaço para comentar este fato, no meio de tantos que acontecem diariamente no planeta e dos quais chegam notícias por um número crescente de vias apenas imaginadas há umas décadas.</p>
<p>Devo dizer que as eleições na Nicarágua foram ao estilo tradicional e burguês, que nada tem de justo ou eqüitativo, visto que os setores oligárquicos, de caráter antinacional e pró-imperialistas dispõem como norma do monopólio dos recursos econômicos e publicitários, que em geral, e de modo especial em nosso hemisfério, estão ao serviço dos interesses políticos e militares do império, o que destaca a magnitude da vitória sandinista.</p>
<p>É uma verdade que se conhece bem em nossa Pátria desde que Martí tombou em Dos Ríos, a 19 de maio de 1895, para “impedir a tempo com a independência de Cuba que se estendam pelas Antilhas os Estados Unidos e caiam, com mais essa força, sobre nossas terras da América”. Nunca nos cansaremos de o repetir, especialmente depois que nosso povo tem sido capaz de suportar duramente meio século de bloqueio econômico sustido, e as mais brutais agressões desse império.</p>
<p>No entanto, não é o ódio o que move nosso povo, são as idéias. Delas nasceu nossa solidariedade com o povo de Sandino, o General de homens livres, cujos fatos liamos com admiração  quando, já lá vão mais de 60 anos, éramos estudantes universitários e sem as maravilhosas perspectivas culturais dos que dentro de poucos dias, junto aos do ensino médio, participarão naquilo que constitui uma formosa tradição: o Festival Universitário do Livro e da Leitura.</p>
<p>A morte heróica do herói nicaragüense, que lutou contra os ocupantes ianques de seu território, foi sempre uma fonte de inspiração para os revolucionários cubanos. Nada tem de esquisito, nossa solidariedade com o povo nicaragüense, expressada desde os primeiros dias do triunfo revolucionário em Cuba, em 1 de janeiro de 1959.</p>
<p>O jornal Granma nos lembrava ontem dia 8 da morte heróica em novembro de 1976, apenas dois anos e meio da vitória, do fundador da FSLN Carlos Fonseca Amador, “guia vencedor da morte”, como diz uma bela música escrita em sua memória, “noivo da Pátria Vermelha-negra, Nicarágua inteira te grita presente”.</p>
<p>A Daniel o conheço bem; nunca adotou posições extremistas e foi sempre invariavelmente fiel a princípios básicos. Responsabilizado com a Presidência a partir de uma direção política colegiada, caracterizou-se por sua conduta respeitosa diante dos pontos de vista dos companheiros de tendências surgidas dentro do Sandinismo em determinada etapa da luta antes do triunfo. Tornou-se assim num fator de unidade entre os revolucionários e manteve constantes contatos com o povo. A isso se deveu a grande ascendência que adquiriu entre os setores mais humildes da Nicarágua.</p>
<p>A profundeza da Revolução Sandinista lhe ganhou o ódio da oligarquia nicaragüense e do imperialismo ianque.</p>
<p>Os crimes mais atrozes foram levados a cabo contra seu país e seu povo, na guerra suja que Reagan e Bush promoveram desde a presidência e a Agência Central de Inteligência.</p>
<p>Numerosos bandos contra-revolucionários foram organizados, treinados e abastecidos por eles; o tráfico de drogas se converteu em instrumento de financiamento da contra-revolução e dezenas de milhares de armas introduzidas no país ocasionaram a morte ou a mutilação de milhares de nicaragüenses.</p>
<p>Os sandinistas mantiveram as eleições no meio daquela batalha desigual e injusta.</p>
<p>A esta situação se adicionou o derrubamento do campo socialista, a iminente desintegração da URSS e o início do Período Especial em nossa Pátria. Em tais difíceis circunstâncias e apesar do apoio majoritário do povo nicaragüense, expressado em todas as sondagens de opinião, tornou-se impossível uma eleição vitoriosa.</p>
<p>O povo nicaragüense foi obrigado a suportar de novo quase 17 anos de governos corrompidos e pró-imperialistas. Os indicadores de saúde, alfabetização e justiça social instaurados na Nicarágua, começaram a descender dolorosamente. Não obstante, os revolucionários sandinistas sob a direção de Daniel continuaram sua luta ao longo daqueles amargos anos, e de novo o povo recuperou o governo, ainda que em condições sumamente difíceis que exigiam o máximo de experiência e sabedoria política.</p>
<p>Cuba continuava sob o brutal bloqueio ianque, sofrendo também as duras conseqüências do Período Especial e da hostilidade de um dos piores assassinos que tem governado os Estados Unidos, George W. Bush, o filho do pai que tinha promovido a guerra suja na Nicarágua, a liberdade do terrorista Posada Carriles para distribuir armas entre os contra-revolucionários da Nicarágua e indultou Orlando Bosch, o outro autor do Crime de Barbados.</p>
<p>Contudo, uma nova etapa se iniciava em nossa América com a Revolução Bolivariana na Venezuela e o ascenso ao poder no Equador, na Bolívia, no Brasil, no Uruguai, na Argentina e no Paraguai, de governos comprometidos com a independência e a integração dos povos latino-americanos.</p>
<p>Com satisfação posso afirmar também que a solidariedade de Cuba com a pátria de Sandino jamais cessou no campo da solidariedade política e social. Devo assinalar com toda justiça que a Nicarágua foi dos países que melhor utilizou a colaboração de Cuba na saúde e na educação.</p>
<p>Os milhares de médicos que têm prestado seus serviços nesse heróico país irmão, sentem-se realmente estimulados pelo excelente uso e o emprego que os sandinistas têm dado a seus esforços. Mesma coisa pode se afirmar relativamente aos milhares de professores que um dia, na primeira fase do processo, enviaram às montanhas mais afastadas para ensinar a ler e escrever aos camponeses. Hoje as experiências educativas em geral, e de modo especial as práticas do ensino médico derivadas da Escola Latino-americana de Medicina, onde são formados milhares de excelentes médicos, têm sido deslocadas para a Nicarágua. Tais realidades constituem um excelente estímulo para nosso povo.</p>
<p>Esses detalhes que menciono não constituem mais do que um exemplo do fecundo esforço dos revolucionários sandinistas em prol do desenvolvimento de sua Pátria.</p>
<p>O fundamental do papel de Daniel e da razão, a meu ver, de sua esmagadora vitória, é que nunca se afastou dos contatos com o povo e a incessante luta por seu bem-estar.</p>
<p>Hoje é um líder verdadeiramente experimentado que foi capaz de manejar situações complexas e difíceis a partir dos anos em que seu país esteve de novo sob a égide do capitalismo rapaz. Sabe conduzir problemas complicados de forma inteligente, o que pode e o que não pode, o que deve ou não deve fazer para garantir a paz e o avanço sustentável do desenvolvimento econômico e social do país. Sabe muito bem que a seu povo heróico e valente deve a irrefutável vitória, por sua ampla participação e quase dois terços dos votos a seu favor. Foi capaz de se vincular estreitamente com os operários, com os camponeses, os estudantes, os jovens, as mulheres, os técnicos, os profissionais, os artistas e todos os setores e forças progressistas que sustentam e fazem avançar o país. É, segundo minha opinião, muito correto o apelo a todas as forças políticas democráticas dispostas a trabalhar pela independência e o desenvolvimento econômico e social do país.</p>
<p>No mundo atual os problemas são sumamente complexos e difíceis. Porém, enquanto o mundo exista os países pequenos podemos e devemos exercer nossos direitos à independência, à cooperação, ao desenvolvimento e à paz.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/11/firma-de-fidel-9-de-noviembre-de-2011-300x180.jpg" alt="" width="300" height="180" /></p>
<p><strong>Fidel Castro Ruz</strong></p>
<p><strong>9 de novembro de 2011</strong></p>
<p><strong> 20h12.</strong></p>
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