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	<title>Cubadebate (Português) &#187; da ONU</title>
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		<title>Assembleia Geral da ONU homenageou Fidel</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2016 23:13:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Assembleia Geral das Nações Unidas prestou tributo, em 20 de dezembro, ao líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz, quem falecem em 25 de novembro passado.
Organizado pela Missão Permanente de Cuba na ONU, o evento especial de homenagem foi solicitado por um grupo de países de vários continentes. Em nome de organizações globais e regionais, escutaram-se pronunciamentos, lembrando a personalidade de Fidel e seu legado, de acordo com a Telesur.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4477" alt="Fidel en ONU" src="/files/2016/12/Fidel-en-ONU.jpg" width="300" height="233" />A Assembleia Geral das Nações Unidas prestou tributo, em 20 de dezembro, ao líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz, quem falecem em 25 de novembro passado.</p>
<p>Organizado pela Missão Permanente de Cuba na ONU, o evento especial de homenagem foi solicitado por um grupo de países de vários continentes. Em nome de organizações globais e regionais, escutaram-se pronunciamentos, lembrando a personalidade de Fidel e seu legado, de acordo com a Telesur.</p>
<p>O representante permanente da missão da Venezuela, Rafael Ramírez, afirmou em seu discurso que seu país guarda eterna gratidão a Fidel por sua contribuição à Revolução Bolivariana. «Tive o privilégio de escutar suas orientações, de conhecê-lo e trabalhar de perto com esse grande político de impacto mundial», afirmou.</p>
<p>Ramírez ressaltou que Fidel era um homem sábio, singelo e leal a seu povo e a seu socialismo. «Em nome da Venezuela prestamos um sincero tributo a um gigante da América Latina e o Caribe, como disse Nicolás Maduro, Fidel já cumpriu, a história o absolveu, agora nos cabe manter no alto seu nome».</p>
<p>Depois, o embaixador dominicano Francisco Cortorreal, em nome da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), destacou que a contribuição de Fidel constitui um legado fundamental para a integração regional, inspirada nos princípios da soberania, a paz e a solidariedade entre os povos, referiu a Prensa Latina.</p>
<p>Igualmente, o Grupo dos 77+China qualificou o líder da Revolução Cubana como um extraordinário estadista.</p>
<p>Com um minuto de silêncio iniciou na ONU a sessão de tributo solene a Fidel Castro. Nas palavras iniciais, o presidente da Assembleia, Peter Thomson, ressaltou a visão do líder revolucionário, com seu apelo a salvar o mundo da guerra, do subdesenvolvimento, a fome, a pobreza e a destruição dos recursos naturais indispensáveis para a sobrevivência da humanidade.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Raúl Castro: A ONU terá de ser defendida do unilateralismo e intensamente reformada para democratizá-la</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2015 15:06:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Discurso proferido pelo presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros da República de Cuba, Raúl Castro Ruz, no debate geral do 70 periodo de sessões da Assembléia Geral das Nacões Unidas. 28 de setembro de 2015.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3971" alt="raul-onu3" src="/files/2015/09/raul-onu3.jpg" width="300" height="250" />Prezados chefes e chefas de Estado e de Governo:<br />
Distintos Chefes e Chefas de Delegações:<br />
Senhor Secretário Geral das Nações Unidas:</p>
<p>Senhor Presidente:</p>
<p>Há já setenta anos, que em nome dos povos, os membros desta organização assinaram a Carta das Nações Unidas. Comprometemo-nos a preservar às gerações vindouras do flagelo da guerra e criar uma forma nova de relacionarmo-nos sob a guia de um conjunto de propósitos e princípios que deviam agourar uma época de paz, justiça e desenvolvimento para roda a humanidade.</p>
<p>Não obstante, a partir daquela altura, foram frequentes as guerras de agressão, a intervenção nos assuntos internos dos Estados, o derrube, por intermeio da força, de governos soberanos, chamados de &#8220;golpes suaves&#8221; e a re &#8211; colonização de territórios, que foram aperfeiçoados com formas de agir não convencionais, com o uso de novas tecnologias e esgrimindo supostas violações dos direitos humanos.</p>
<p>É inaceitável a militarização do ciberespaço e o emprego encoberto e ilegal das tecnologias da informação e as comunicações no intuito de agredir outros Estados, também são inaceitáveis, o fato de que seja alterada a promoção e proteção dos direitos humanos, utilizando-os de maneira seletiva e discriminatória para validar e impor decisões políticas.</p>
<p>Apesar de que a Carta nos faz um apelo de &#8220;reafirmar a fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e o valor da pessoa humana&#8221;, o desfrute dos direitos humanos continua a ser uma utopia para milhões de pessoas.</p>
<p>À Humanidade lhe é negado o direito de viver em paz e seu direito ao desenvolvimento. É na pobreza e na desigualdade, em primeiro lugar, em que se precisam procurar as causas dos conflitos causados pelo colonialismo e o resto das populações autóctones, e mais tarde, pelo imperialismo e o reparto de domínios de influência.</p>
<p>O compromisso adotado em 1945 de &#8220;impulsionar o progresso social e acrescentar o patamar de vida&#8221; dos povos e seu desenvolvimento econômico e social, continua a ser uma quimera, ocasião em que 795 milhões de pessoas sofrem de fome, 781 milhões de adultos são analfabetos e 17 mil crianças morrem cada dia de doenças curáveis, enquanto as despeças militares anuais no mundo todo ascendem a mais de 1,7 bilhões de dólares.</p>
<p>Com apenas uma parte de essa soma poderiam se resolver os problemas mais urgentes que açoitam à humanidade.</p>
<p>Até mesmo, nos países industrializados, praticamente sumiram-se as &#8220;sociedades de bem-estar&#8221; que nos foram apresentadas como o padrão para imitar. Os sistemas eleitorais e os partidos tradicionais, dependentes do dinheiro e da publicidade, são cada vez mais alheios e afastados das aspirações de seus povos.</p>
<p>A mudança climática coloca em perigo a existência da espécie humana, e os Estados deverão assumir responsabilidades comuns, mas, diferenciadas, face a incontestável realidade de que nem todos os países temos o mesmo nível de responsabilidade, nem esbanjamos os recursos naturais e humanos num consumismo irracional e insustentável.</p>
<p>As consequências da mudança climática são particularmente demolidoras nos pequenos países insulares, e impõem uma tensão adicional a suas frágeis economias . O mesmo acontece na África, com o aumento inexorável da desertificação.</p>
<p>Solidarizamo-nos com os nossos irmãos caribenhos, e que lhes seja oferecido um tratamento especial e distinto para eles. Apoiamos os países africanos e pedimos para eles um tratamento justo, transferência de tecnologia e recursos financeiros.</p>
<p>Senhor Presidente:</p>
<p>Com a criação da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (CELAC) e, de maneira especial, com a assinatura pelos Chefes de Estado e de Governo, em janeiro de 2014, da Proclama de América Latina e o Caribe como Zona de Paz, ficou evidenciado que, por cima das nossas diferenças , podemos avançar para a unidade e a conquista de objetivos comuns no quadro da nossa diversidade.</p>
<p>Na Proclamação, ratificamos o nosso compromisso inalterável com os princípios da Carta das Nações Unidas e o Direito Internacional, e de resolver as nossas diferenças de um jeito pacífico, assim como a nossa convicção de que o pleno respeito ao direito próprio de cada Estado de escolher seu sistema politico, econômico , social e cultural, constitui uma condição essencial para garantir a convivência pacifica entre as nações. Reclamamos que esses princípios sirvam de base, às relações de outros Estados com a nossa região.</p>
<p>Reafirmamos a nossa completa solidariedade para com a República Bolivariana da Venezuela perante as tentativas de desestabilização e subversão do ordenamento constitucional e de destruir a obra começada pelo presidente Hugo Chávez Frías e prosseguida pelo presidente Nicolás Maduro Moro em favor do povo venezuelano.</p>
<p>Da mesma forma enviamos a nossa firme e irrestrita solidariedade à República do Equador , a sua Revolução Cidadã e a seu líder, Rafael Correa Delgado, que se tornou no alvo do mesmo roteiro de desestabilização implementado contra outros governos progressistas da região.</p>
<p>Solidarizamo-nos com as nações do Caribe que pedem justas emendas pelos erros da escravidão e o tráfego de escravos, nomeadamente num mundo em que a discriminação racial e a repressão das comunidades afrodescendentes se têm acrescentado.</p>
<p>Ratificamos a nossa convicção de que o povo de Porto Rico merece ficar libre e independente, logo de mais de um século submetido à dominação colonial.</p>
<p>Solidarizamo-nos com a República Argentina no seu legítimo protesto de soberania das Ilhas Malvinas, Sanduíche do Sul e Geórgias do Sul.</p>
<p>Repetimos o nosso apoio solidário à Presidente Dilma Rousseff e ao povo do Brasil, na defesa das suas importantes conquistas sociais e da estabilidade do país.</p>
<p>Ratificamos o nosso rejeito ao propósito de alargar a presencia da OTAN até as fronteiras da Rússia e à imposição de sanções unilaterais e injustas contra essa nação.</p>
<p>Cumprimentamos o denominado acordo nuclear com a República Islâmica de Irã, que demostra que o diálogo e a negociação são a única ferramenta efetiva para resolver as diferenças entre os Estados.</p>
<p>Renovamos a nossa confiança em que o povo sírio é capaz de solucionar por si próprio as suas diferenças e demandamos o cesse da ingerência externa.</p>
<p>Uma solução justa e duradoura ao conflito do Oriente Meio requere, de maneira inexorável, do exercício real do direito inalienável do povo palestiniano a construir seu próprio Estado dentre das fronteiras de antes de 1967 e com a sua capital em Jerusalém oriental, o que apoiamos energicamente.</p>
<p>Nas últimas semanas impactou-nos as imagens das ondas migratórias para Europa, que são decorrentes, de maneira direta, das ações de desestabilização que a OTAN impulsionou e executa nos países do Oriente Meio e África do Norte, e do subdesenvolvimento e a pobreza imperante nos países do continente africano. A União Europeia deverá assumir de maneira plena e imediata, as suas responsabilidades para com a crise humanitária que ela ajudou a gerá-la.</p>
<p>Senhor Presidente:</p>
<p>Depois de 56 anos da heroica e abnegada resistência do povo cubano, ficaram restabelecidas as relações diplomáticas entre Cuba e os Estados Unidos.</p>
<p>Agora começa um processo longo e complexo para a normalização das relações que será atingida na altura em que se ponha fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro; seja restituído ao nosso país o território ocupado de maneira ilegal pela Base Naval de Guantánamo; cessem as transmissões radiais e televisivas e os programas de subversão e desestabilização contra Cuba, e o nosso povo seja compensado pelos danos humanos e econômicos que tem sofrido.</p>
<p>Enquanto prossiga, continuaremos apresentando o projeto de resolução intitulado &#8220;Necessidade de dar cabo ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba&#8221;.</p>
<p>Para os 188 governos que apoiaram, aqui, e nos diversos foros internacionais e regionais a nossa demanda justa, reitero-lhes o eterno agradecimento do povo e do governo cubanos pelo seu apoio permanente.</p>
<p>Senhor Presidente:</p>
<p>Cuba celebra com profundo compromisso, o Aniversário 70 da Organização das Nações Unidas. Reconhecemos que nestes anos se tentou, mas, no se tem feito suficiente, para proteger às gerações presentes e futuras do flagelo da guerra e seu direito a um desenvolvimento sustentável, sem exclusão. A ONU terá de ser defendida do unilateralismo e intensamente reformada para democratizá-la e aproximá-la aos povos.</p>
<p>Como assinalou nesta mesma sala há 15 anos, o companheiro Fidel Castro Ruz, Líder Histórico da Revolução cubana – e faço a citação: &#8220;Qualquer pessoa percebe que o objetivo fundamental das Nações Unidas no século urgente que começa, é salvar o mundo não apenas da guerra mas também do subdesenvolvimento, a fome, as doenças, a pobreza e a destruição dos meios naturais indispensáveis para a existência humana, E deve fazê-lo rapidamente antes de que seja muito tarde! .fim da citação.</p>
<p>A comunidade Internacional poderá contar sempre com a sincera voz de Cuba perante a injustiça, a desigualdade, o subdesenvolvimento, a discriminação e a manipulação; e pela constituição de uma ordem internacional mais justa e equitativa, em cujo centro seja colocado verdadeiramente, o ser humano, a sua dignidade e bem-estar .</p>
<p>Muito Obrigado.</p>
<p><strong>(Cubaminrex.cu)</strong></p>
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		<title>Encontros bilaterais do presidente Raúl Castro</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2015 20:50:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Alexander Lukashenko]]></category>
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		<description><![CDATA[COMO aconteceu nos últimos três dias, o presidente cubano junto à delegação oficial que o acompanha planejou uma agenda de trabalho que não permitiu perder nem um minuto de tempo nesta cidade. A suas atividades na sede das Nações Unidas somaram-se encontros muito importantes qualificados de frutíferos para o trabalho realizado que começava bem cedo na manhã e terminavam ao anoitecer, em Manhattan]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3960" alt="Raul lunachenko" src="/files/2015/09/Raul-lunachenko.jpg" width="300" height="198" />COMO aconteceu nos últimos três dias, o presidente cubano junto à delegação oficial que o acompanha planejou uma agenda de trabalho que não permitiu perder nem um minuto de tempo nesta cidade. A suas atividades na sede das Nações Unidas somaram-se encontros muito importantes qualificados de frutíferos para o trabalho realizado que começava bem cedo na manhã e terminavam ao anoitecer, em Manhattan.</p>
<p>Assim aconteceu no domingo, 27 de setembro, quando, pouco depois de sua participação na conferência de líderes mundiais, Raúl se reuniu com o presidente da Guiana, David Granger, eleito no cargo em maio passado. Foi uma conversa agradável onde salientou a importância da integração na região e trocaram pontos de vista sobre questões bilaterais.</p>
<p>Em seguida, Raúl se reuniu com Alexander Lukashenko, presidente da Bielorrúsia, país com o qual Cuba mantém excelentes relações. Na reunião, os presidentes discutiram o interesse de ambos os governos de continuar a fortalecer as relações políticas e de cooperação econômica e comercial. Vale a pena lembrar que Lukashenko visitou Havana pela última vez em 2012 e, recentemente, o fez seu chanceler.</p>
<p>No domingo também foi realizada a cerimônia de estabelecimento das relações diplomáticas com as Ilhas Marshall, na sede da ONU, acordo que foi assinado pelos chanceleres dos dois países na presença de Raúl e do presidente Christopher Loeak.</p>
<p>Nesta segunda-feira, 28 de setembro, começa o debate no segmento de alto nível do 70º período de sessões da Assembleia Geral das Nações Unidas e na sessão da tarde espera-se que o presidente cubano profira seu discurso.</p>
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		<title>Raul Castro: Avançar à plena realização da igualdade de gênero e à possessão da mulher</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2015 01:14:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Discurso proferido pelo presidente dos Conselhos de Estad e de Ministros da República de Cuba, na Conferência de líderes globais referente à Equidade de Gênero e Possesão das Mulheres: Um compromisso de ação.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3958" alt="raul-castro-onu" src="/files/2015/09/raul-castro-onu.jpg" width="300" height="169" />Nova Iorque 27 de setembro de 2015.</p>
<p>Senhor Presidente:</p>
<p>Após de quarenta anos da Primeira Conferência Mundial referente à Mulher e depois de vinte anos de ter sido aprovada a Declaração e o Programa de Ação de Beijing, uma de cada três fêmeas sofre da violência física e sexual; 90% dos 2,5 milhões de vítimas do tráfego de pessoas pertencem ao sexo feminino; seus patamares de desemprego são mais altos e recebem como percentagem, apenas entre 60 e 75 % do salário dos homens por trabalho do mesmo valor.</p>
<p>Milhões delas não desfrutam de igualdade de direitos em matéria de herança e propriedade; e a sua representação nos parlamentos em nível mundial atinge apenas 22%.</p>
<p>Na atualidade, por volta de 90% das vitimas das guerras, são civis, a maior parte deles são mulheres, idosos, meninas e meninos. Igualmente o são, mais de 75% das pessoas refugiadas e deslocadas pelos conflitos.</p>
<p>Elas constituem o 70% dos 2 mil e 700 milhões de pobres no mundo todo e dois terços dos quase 800 milhões de pessoas adultas analfabetas. Mais de 300 mil morrem cada ano por complicações evitáveis no parto, 99% nos países do Sul.</p>
<p>Senhor Presidente:</p>
<p>A expectativa de vida das cubanas ao nascer é de 80,45 anos; o índice de mortalidade materna direta é apenas de 21,4 por cada cem mil nascidos vivos, uma das mais baixas do mundo; elas representam 48% do total das pessoas trabalhadoras no setor estatal civil e 46% dos altos cargos de direção; 78,5% do pessoal da Saúde, 48% dos pesquisadores científicos e 66,8% da força de maior qualificação técnica e profissional. Frequentam como média o 10,2 nível escolar, e fazem parte do 65,2% dos formados na educação superior.</p>
<p>48,86% do nosso Parlamento é composto por mulheres, o qual coloca-nos no segundo pais do hemisfério americano, e o quarto no mundo todo.</p>
<p>No entanto, resta-nos ainda, muito por fazer. Trabalhamos para continuar mudando os padrões culturais, de modo que seja partilhado entre os homens e as mulheres o cuidado da família e continuar acrescentando a sua presencia nos cargos decisórios ao nível governamental, para citar apenas alguns aspetos.</p>
<p>Senhor Presidente:</p>
<p>Não recusamos de que existam conquistas nas últimas décadas, más, elas são fracas e insuficientes. No intuito de avançarmos à plena realização da igualdade de gênero e à possessão da mulher, antes de tudo, é indispensável, a conquista de uma ordem internacional justa e equitativa, que erradique a pobreza e a fome, dê cabo aos conflitos, dê prioridade ao ser humano por cima do capital e preserve o meio ambiente.</p>
<p>Muito obrigado.</p>
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