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	<title>Cubadebate (Português) &#187; cultura</title>
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		<title>Díaz-Canel parabenizou personalidades merecedoras da medalha Alejo Carpentier</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2021 16:33:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, felicitou no Twitter as 12 personalidades da Cultura condecoradas com a medalha Alejo Carpentier, atribuída a cidadãos cubanos «em reconhecimento ao seu ativo e destacado trabalho a favor do desenvolvimento e enriquecimento da cultura nacional».
«Parabéns aos renomados intelectuais e artistas cubanos agraciados com a medalha Alejo Carpentier», publicou Díaz-Canel.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6379" alt="medalla Carpentier" src="/files/2021/03/medalla-Carpentier.jpg" width="300" height="251" />O presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, felicitou no Twitter as 12 personalidades da Cultura condecoradas com a medalha Alejo Carpentier, atribuída a cidadãos cubanos «em reconhecimento ao seu ativo e destacado trabalho a favor do desenvolvimento e enriquecimento da cultura nacional».</p>
<p>«Parabéns aos renomados intelectuais e artistas cubanos agraciados com a medalha Alejo Carpentier», publicou Díaz-Canel.</p>
<p>Os homenageados com a medalha que leva o nome do famoso escritor e intelectual cubano, Prêmio Cervantes, são: Nancy Morejón Hernández, Victor Fowler Calzada, Enrique Ubieta Gómez, Víctor Casaus Sánchez, David Álvarez Garrido, Reinaldo González Zamora, David Blanco Ponsod, Corina Mestre Vilaboy, Amada de la Caridad Morado Aguiar, Diana Rosa Suárez Menéndez, Osvaldo Doimeadiós Aguilera e Carlos Benito Padrón Montoya.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Para fortalecer a cultura cubana, vocês têm a palavra</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2021 00:13:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ao longo do ano, em todo o país, e com a rubrica Vocês têm a palavra, serão realizadas diversas atividades em comemoração aos 60 anos das Palavras aos Intelectuais, discurso que o Comandante-em-chefe Fidel Castro proferiu em um encontro de três dias com um grupo de escritores e artistas na Biblioteca Nacional José Martí. Os pormenores do programa que será apoiado por uma plataforma de comunicação foram dados a conhecer por Alpidio Alonso Grau]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6275" alt="cuba ministroi cultura" src="/files/2021/02/cuba-ministroi-cultura.jpg" width="300" height="250" />Ao longo do ano, em todo o país, e com a rubrica Vocês têm a palavra, serão realizadas diversas atividades em comemoração aos 60 anos das Palavras aos Intelectuais, discurso que o Comandante-em-chefe Fidel Castro proferiu em um encontro de três dias com um grupo de escritores e artistas na Biblioteca Nacional José Martí.</p>
<p>Os pormenores do programa que será apoiado por uma plataforma de comunicação foram dados a conhecer por Alpidio Alonso Grau, ministro da Cultura de Cuba, no mesmo centro onde se realizaram os primeiros intercâmbios em que se estabeleceu a política cultural da Revolução Cubana.</p>
<p>«Como uma verdadeira celebração da cultura cubana, está concebida esta celebração, da qual os jovens se apropriaram», explicou o ministro. «É um convite à troca e confrontação de ideias», afirmou.</p>
<p>O responsável pela Cultura expressou que tudo o que se conseguiu em matéria cultural em Cuba é fruto dessa política que nasce das Palavras aos Intelectuais e do vigor que mantêm as nossas tradições e lembrou que em meio de uma trincheira se construiu uma obra que defendeu a cultura e enriqueceu a espiritualidade do povo.</p>
<p>A Revolução e o socialismo cubano não poderiam ser compreendidos sem educação e cultura, centrais em nosso projeto socialista, comentou, e expressou o orgulho que se sente por aquela política cultural que nos trouxe até aqui.</p>
<p>No mesmo ano que se comemora o 60º aniversário das Palavras&#8230; se comemora também o 60º aniversário da União dos Escritores e Artistas de Cuba (Uneac) e o 35º da Associação Hermanos Saiz (AHS), e estaremos imersos, instituições e criadores, na realização de um grande plano de ações de cultura em todas as províncias do país e será uma oportunidade para dialogar de várias formas, com eventos, exposições, reedições de livros, propostas audiovisuais, convites ao diálogo em vários ambientes, declarou.</p>
<p>Para concluir, Alonso Grau ratificou «nosso compromisso com a continuidade da política cultural traçada por Fidel em suas Palavras aos intelectuais» e o apoio do Estado cubano à nossa cultura.</p>
<p>O ministro assegurou que se sabe o que representa a nossa cultura face às tentativas de recolonização lançadas contra o nosso povo e, afirmou, não se desconhecem os recursos milionários gastos para utilizar a cultura para fins subversivos contra a Revolução.</p>
<p>«Eles vão falhar e para isso contamos com o talento criativo e o empenho dos nossos intelectuais e artistas e com a seiva alimentadora da nossa cultura enraizada no povo», frisou.</p>
<p>Também estiveram presentes na entrevista coletiva Miguel Barnet, Presidente Honorário da Uneac; Luis Morlote, presidente da Uneac; Omar Valiño, diretor da Biblioteca Nacional José Martí; Abel Prieto Jiménez, presidente da Casa das Américas e José Ernesto Nováez, vice-presidente da AHS.<br />
<strong><br />
(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Díaz-Canel: Nossa cultura é a essência da Revolução</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2021 23:02:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Palácio da Revolução reabriu esta segunda-feira, 8 de janeiro, suas portas a mais de vinte intelectuais e artistas que se reúnem todos os meses com o presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, para dar seguimento aos acordos do 9º Congresso da União dos Escritores e Artistas de Cuba (Uneac), realizado no final de 2019.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6270" alt="CUBA-LA HABANA-VIII CONGRESO DE LA UNEAC" src="/files/2021/02/miguel-diaz-canel-uneac.jpg" width="300" height="251" />O Palácio da Revolução reabriu esta segunda-feira, 8 de janeiro, suas portas a mais de vinte intelectuais e artistas que se reúnem todos os meses com o presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, para dar seguimento aos acordos do 9º Congresso da União dos Escritores e Artistas de Cuba (Uneac), realizado no final de 2019.</p>
<p>Neste encontro – em que participaram o primeiro-ministro Manuel Marrero Cruz e o ministro da Cultura, Alpidio Alonso Grau – foi apresentado um relatório com tudo o que as associações da Uneac fizeram para manter vivo seu último Congresso, em meio de uma pandemia que tem limitado toda interação, e houve um intercâmbio lucrativo sobre a cultura nacional e o ataque de que atualmente são alvo as instituições do país.</p>
<p>O chefe do Estado afirmou que a cultura é atacada porque é a própria essência da Revolução, e o propósito das plataformas colonizadoras é destruir a nossa identidade, com a aspiração de nos dominar. Mas na história de Cuba, com raras exceções, intelectuais e artistas estiveram com as causas mais avançadas, por isso a Revolução, reiterou, «foi cantada e contada por seus artistas».</p>
<p>Díaz-Canel destacou a unidade da intelectualidade cubana e rejeitou as tentativas de mostrá-la fragmentada. Defendeu a continuidade e a visibilidade do diálogo que se realiza todos os dias a partir das instituições.</p>
<p>Vozes de prestígio falavam do acompanhamento de artistas e intelectuais às instituições culturais do país; da defesa da política cultural que, mesmo com erros, permitiu uma explosão artística desde o triunfo da Revolução até hoje, e do caráter sempre crítico da arte cubana, promovida justamente a partir do quadro institucional, graças ao diálogo permanente.</p>
<p>Ao mesmo tempo, exigiu-se mais agilidade nas transformações que várias instituições de cultura precisam e que têm sido reivindicações legítimas; uma melhor articulação entre o conhecimento científico, neste caso das ciências sociais, e um maior estudo da Constituição a partir do sistema educacional.</p>
<p>Por mais de duas horas, intelectuais e artistas conversaram com o presidente sobre diversos temas. Em primeiro lugar, abordaram o linchamento midiático daqueles que defendem a Revolução nas redes sociais e nos espaços públicos, e a coragem de quem insiste em fazê-lo, apesar dos custos; a necessidade de fortalecer nossas organizações, algumas ainda estagnadas em antigos esquemas, e de colocar o patrimônio cultural da nação diante do cenário apocalíptico que se pretende criar em torno dela.</p>
<p>O discurso sempre revolucionário da intelectualidade cubana voltou a se apoiar na Presidência da República, em exercício regular com o presidente, que, em dezembro de 2019, apelou à Uneac para ser mais pró-ativa em suas bases e lutar «contra os moinhos de vento, tão antigos quanto prejudiciais».</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Faleceu em Havana diretor de cinema Juan Carlos Tabío</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 20:35:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O diretor de cinema cubano Juan Carlos Tabío, autor de reconhecidos longas-metragens desta nação, faleceu hoje em Havana, segundo indica uma nota do lugar digital Cubacine. Figura vital da cinematografia nacional, Tabío plotou seu selo nas fitas Se permuta (1985) e Plaff (1988), ambas catalogadas pela crítica como clássicos da comédia nessa década e de muita popularidade no público local. Prêmio Nacional de Cinema em 2014, destacou também por suas produções Pronta de espera (2000).]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6218" alt="juancarlos-tabio" src="/files/2021/01/juancarlos-tabio.jpg" width="300" height="249" />O diretor de cinema cubano Juan Carlos Tabío, autor de reconhecidos longas-metragens desta nação, faleceu hoje em Havana, segundo indica uma nota do lugar digital Cubacine.</p>
<p>Figura vital da cinematografia nacional, Tabío plotou seu selo nas fitas Se permuta (1985) e Plaff (1988), ambas catalogadas pela crítica como clássicos da comédia nessa década e de muita popularidade no público local.</p>
<p>Prêmio Nacional de Cinema em 2014, destacou também por suas produções Pronta de espera (2000) e O corno da abundância (2008), as quais patenteiam sua destreza no gênero e constituem reflexos da identidade da nação cubana.</p>
<p>Entre seus notáveis méritos destaca, ademais, ter compartilhado a direção de Fresa e chocolate (1993) e Guantanamera (1995) com ao experimentado realizador Tomás Gutiérrez Alea, apodado Titón, e autor de uma vintena de filme.</p>
<p>Segundo indica a página site, seu cadáver será cremado por disposição familiar e a despedida e homenagem oficial se informarão mais adiante.<br />
<strong><br />
(Tirado de Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Essa cultura imensa que nos une</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2020 12:53:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É frequente, quando se pensa na Cultura Cubana, que lembremos o que foi ela nos tempos da cruenta formação do ser e da consciência identificativa, durante o século 19, com seus símbolos e manifestações de afirmação coletiva. Também, às vezes, costuma ser reduzida a um sistema de evidências que refletem ou recriam, de modo reconhecível, elementos da flora ou da fauna do nosso arquipélago, a paisagem rural, sinais da luta pela independência, ou o distintivo do homem crioulo]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6116" alt="pintura Amelia Pelaez" src="/files/2020/10/pintura-Amelia-Pelaez.jpg" width="300" height="254" />É frequente, quando se pensa na Cultura Cubana, que lembremos o que foi ela nos tempos da cruenta formação do ser e da consciência identificativa, durante o século 19, com seus símbolos e manifestações de afirmação coletiva. Também, às vezes, costuma ser reduzida a um sistema de evidências que refletem ou recriam, de modo reconhecível, elementos da flora ou da fauna do nosso arquipélago, a paisagem rural, sinais da luta pela independência, ou o distintivo do homem crioulo visto a partir de seus indicadores fisionômicos, psicológicos e mito-genésicos mais comuns. Também não faltam aqueles que a percebem como um «jogo de postais» hedonistas estereotipadas, confundem-na com modalidades do atraso que se arrastra em determinadas mentalidades ou costumes; ou a apresentam unicamente como o conjunto de personalidades, criações e obras – originais ou reproduzidas – da literatura, o pensamento filosófico e as artes.</p>
<p>Entender por manifestações culturais exclusivamente aquelas que deleitam a percepção sensorial culta e inculta, entretêm, catalisam a necessidade de movimentos e erotismo do corpo, ou constituem adornos de maior ou menor complexidade e preço, não é outra coisa que obviar o básico da cultura: sua condição de memória ativa e emissão do desenvolvimento humano em escala de país e em sua inter-relação mundial. O cultural legítimo implica plenitude do homem mesmo e ao mesmo tempo expressão de tudo aquilo quanto entesoura na subjetividade ou contribui para a sua cabal melhoria. Daí que a invenção artesanal e técnica, os instrumentos e mobília de variada utilidade, as edificações e ordenamentos do campo visual urbano, o senso cotidiano da existência e as formas de se comunicar, os usos gastronômicos e curativos, a denominada «arte culinária», e certas modalidades do prazer, bem como as tradições domésticas e a educação dos sentidos, sejam partícipes do tecido de formas e canais culturais. Também não é possível excluir da cultura a ética e as ciências, nem os nexos comunitários do sujeito e a consciência sanitária, a boa publicidade e o jornalismo, a conversação e o livro, a sensibilidade traduzida em gestos e os momentos de introspecção; além de alguns rituais religiosos e o design em suas diversas objetivações.</p>
<p>Falar do «universo cultural» implica designar uma amalgama de referentes e «coisas», além de campos ambientais e íntimos do sujeito, que não se podem fragmentar nos perfis assistêmicos de certas instituições, associações e ministérios. É por isso que na fase de fundação do ministério da Cultura o patamar mais ato da liderança estatal determinou que este devia ser a entidade reitora na diversidade do proceder cultural de toda a Sociedade e o Estado. Dessa forma, conformar pessoas e espaços cultos não seria tarefa exclusiva de atividades profissionais ou amadoras (estéticas e antropológicas), mas sim missão de alcance maior, que articule os diferentes setores do país em programas necessários para aplicar – em nosso contexto – a ideia exposta por Karl Marx quando assinalou que «se as circunstâncias formam o homem, torna-se necessário então humanizar as circunstâncias».</p>
<p>Um sujeito culto deve ser integral em sua cultura, evoluindo nos sentimentos, e com princípios sólidos em bem dos seus conterrâneos e da humanidade. A universalidade da cultura exige transcender certa identificação construtiva no âmbito onde a gente se desenvolve, para se preocupar pelo destino do gênero humano. Esse quase heroico trabalho despregado em vários recantos da geografia global, por parte de brigadas de médicos e enfermeiros cubanos, foi um genuíno ato de cultura, salvando ao mesmo tempo portadores tradicionais, pessoal com ascendência tribal, e pessoas diversas que são participantes e executores da paisagem contemporânea, desenhada segundo padrões da imaginação. Negar o merecido Prêmio Nobel da Paz a tais missionários da Saúde, seria uma decisão anticultural; pois preservar vidas humanas opera, a fim de contas, dentro do rosto multiforme do humanismo implícito na cultura universal, manifesto por realizações científicas, benfeitoras, estéticas, ambientalistas, reveladoras de verdades e dignificadoras do comportamento pessoal.</p>
<p>Existe uma indubitável interação da personalidade do cubano com sua cultura, que se refaz por conduto de cada geração. Daí que negar o cultural autêntico possa provocar a dissolução da personalidade nacional em códigos e comportamentos geralmente carregados por axiologias e ideias neocolonizadoras. Globalizar-se através de padrões do snob, segundo posições subalternas a respeito do Capital Cultural Transnacional, em função de interesses de mercado e afã de transcender o subdesenvolvimento, mas abrindo mão da substância autóctone, não é o mesmo que se projetar para o internacional a partir das fontes nativas e as circunstâncias vividas. Uma relação de troca com outras culturas do mundo, e não a dependência servil a modelos importados foi o que nutriu a Arte Moderna e Tardo-Moderna de nomes muito valiosos da Nossa América, ao ponto de colocar suas obras em preços muito elevados de leiloes marcados pelas qualidades e as contribuições genuínas das peças leiloadas.</p>
<p>Agir de acordo com altos valores éticos e patrióticos, a partir de uma nacionalidade imantada por profunda universalidade, implicará sempre opor-se às «miragens de superioridade» envolvidas em propostas sedutoras, e às sucções de nossa espiritualidade criativa por ambições de um mercado desnacionalizador. Estar à espreita de armadilhas que podem usar convenções, entidades, espetáculos e procedimentos nossos de valorização e promoção, contra o desdobramento da consciência cultural autóctone, foi uma das razões daquela certeza de «mudar as regras do jogo», expressa, mais de uma, vez por Armando Hart.</p>
<p>Diariamente, fixamos nossa impronta no tecido cultural de Cuba, e este nos marca e condiciona em diversos sentidos. Nossa cultura nos serve de registro, e ao mesmo tempo funciona como espelho para reconhecermo-nos, avaliarmo-nos e sabermos como operar com os instrumentos, recursos sintáticos, métodos de criação e estratégias de significação que nos oferecem tendências, grupos e países que agem dentro de culturas internacionalizadas. Uma atitude culta consiste em alimentar-nos de tudo aquilo enriquecedor e renovador que nos é oferecido, sem fazê-lo com mimética docilidade. Caso tomarmos como exemplo um componente da cultura artística, as Artes Visuais, devemos entender que é tão simples e pouco criativo reproduzir fielmente as aparências externas da realidade — o que se fez no pós-academicismo e se impôs no mais ortodoxo Realismo Socialista — como copiar maneiras de fazer de artistas de fora bem-sucedidos, repetir operatórias recicladas de recontextualização estética e Arte Não-objetual, o lançar mão de estilos aceitos pela recepção comercial atualmente em auge, para assim garantir as vendas. O que parece ser liberdade de escolher paradigmas alheios que nos abram o passo em termos de negócios, em muitas ocasiões é a maneira de viver satisfeito nessa «gaiola invisível» mencionada por Che Guevara.</p>
<p>Aquela concepção gramcsiana que influiu nas ideias reitoras do Congresso Cultural de Havana, de 1968, ignorado por muitos — onde eu pude perceber que a cultura não se limitou a expressões literárias e artísticas, ou à conservação de patrimônios tangíveis e intangíveis — eu já a tinha recebido antes, como algo natural, dentro do tecido cotidiano de minha vida inicial em Manzanillo. A noção teórica de «intelectuais orgânicos», manifesta na prática pelo Grupo Literário dessa cidade e sua revista Orto (que incluiu profissionais de vários tipos), e igualmente esse entendimento do cultural como cultura e exteriorização do humano diverso, foram conceitos vitais na base da minha vocação e o apego a valores essenciais da Nação. Alimentada por essa «sinfônica» natureza dos processos culturais populares, em 1963 estabelecemos em uma edificação da cidade de Manzanillo, a primeira Casa da Cultura de Cuba, que era só um dos marcos de um enorme panorama de gestação cultural para toda a nação, aberto nessa década revolucionária de sonhos e batalhas. Nunca deixarei de agradecer a todos aqueles que abriram os olhos, a partir da infância e a adolescência, para apreciar o leque de ocupações e atos criativos que sobrevivem na cultura, compreender o indispensável do trabalho cultural com assessorias multidisciplinares — integradas por diversas esferas da realidade material e espiritual — e, ao mesmo tempo, sentir que toda renovação e descobrimento verdadeiro, na arte, vem de dentro de cada um de nós, como um prodigioso golpe de sangue.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>Não se pode avançar sem olhar para trás</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2020 22:39:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma nova sede tem a Cinemateca de Cuba a partir de 20 de outubro, Dia da Cultura Nacional. Até esse local, no bairro Vedado, na capital, deslocou-se o presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, para deixar oficialmente inaugurado o novo espaço, onde a partir de agora são unificadas, em um único local, todas as dependências dessa instituição, dispersas anteriormente no Instituto Cubano da Arte e Indústria Cinematográficos (Icaic).]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6096" alt="canel cinemateca" src="/files/2020/10/canel-cinemateca.jpg" width="300" height="254" />Uma nova sede tem a Cinemateca de Cuba a partir de 20 de outubro, Dia da Cultura Nacional. Até esse local, no bairro Vedado, na capital, deslocou-se o presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, para deixar oficialmente inaugurado o novo espaço, onde a partir de agora são unificadas, em um único local, todas as dependências dessa instituição, dispersas anteriormente no Instituto Cubano da Arte e Indústria Cinematográficos (Icaic).</p>
<p>Na entrada do recinto, local emblemático donde morou Alfredo Guevara, fundador da Cinemateca e a quem tanto deve a cultura nacional, o destacado diretor de cinema e fundador do Icaic, Manuel Pérez Paredes, inaugurou uma placa comemorativa com a que se faz uma homenagem ao relevante intelectual cubano, cuja projeção e lucidez revolucionárias representaram e prestigiaram a Ilha maior das Antilhas nos mais diversos e exigentes palcos do mundo.</p>
<p>Após realizar um breve percurso por vários dos salões da instituição, onde pode apreciar as valiosas coleções que lá são conservadas, o chefe de Estado foi para o teatro Abelardo Estorino, situado no ministério da Cultura, onde foi efetuada uma requintada atividade cultural, que deixou oficialmente inaugurada a Cinemateca.</p>
<p>«Restaurar e preservar para o presente e as gerações futuras o patrimônio entesourado no Arquivo Fílmico da Cinemateca, representa não só uma tarefa prioritária, mas o maior desafio a enfrentar daqui em diante. Não se pode avançar sem olhar para trás», valorizou Luciano Castillo, diretor da instituição.</p>
<p>É justamente essa a louvável missão à que se dedicou, desde 1960, a insigne instituição cubana, que entesoura um dos maiores patrimônios fílmicos de nossa área geográfica e no qual desempenharam um grande papel Alfredo Guevara e Héctor García Mesa desde os anos da fundação.</p>
<p>A eles, de maneira especial, foi feita a homenagem nesta tarde de outubro em que a história e a cultura demonstraram, mais uma vez que a Revolução não é alheia à arte.</p>
<p>Durante suas comovedoras palavras, o diretor da Cinemateca fez um reconto do desempenho da instituição durante todos estes anos até nossos dias, marcada por uma programação rigorosa, com equilíbrio entre nacionalidades, movimentos e tendências, gêneros e temáticas; o fomento de nossa afamada e única produção de pôsteres, e muitas outras ações que, para orgulho nosso, a diferenciam.</p>
<p>«Multiplicar e incentivar as ações promocionais e investigativas do acervo por parte dos seus especialistas, e a atenção ótima ao crescente número de estudiosos e críticos interessados em consultá-lo, é o passo imediato, sem deixar de sonhar, junto a Alfredo e Héctor, com um museu do cinema cubano», referiu depois.</p>
<p>Na presença, também, do primeiro vice-ministro, Roberto Morales Ojeda; o titular da pasta da Cultura, Alpidio Alonso Grau; o presidente da Casa das Américas, Abel Prieto Jiménez; o destacado cantor e autor Silvio Rodríguez; bem como as máximas autoridades do Partido e o Governo de Havana, e uma representação de artistas, intelectuais e personalidades da cultura cubana, o diretor da Cinemateca de Cuba agradeceu também a todos os que tornaram possível, durante estes anos, o milagre de manter vivente o cinema cubano.</p>
<p>Entre notas fílmicas e valiosas imagens resgatadas dos arquivos da Cinemateca transcorreu o emotivo momento, onde o presidente do Icaic, Ramón Samada, e o diretor da Cinemateca, entregaram ao presidente da República – em nome dos cineastas e trabalhadores do Icaic – duas obras que prestam tributo à tradição do pôster cubano de cinema, um deles para o general-de-exército Raúl Castro Ruz.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>O canto redentor</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2020 22:36:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após derrotarem os espanhóis, os homens de Carlos Manuel de Céspedes entraram em Bayamo, primeira cidade livre da Cuba revoltada, e na Praça Paroquial Mor, Perucho Figueredo, montado no cavalo, pôs a letra da marcha na voz do povo que o cercava. «Não haverá caneta que possa descrever o delírio, a emoção daquele homem e aquele povo que o escutava e imitava», contou sua filha Candelaria.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6094" alt="Cuba Cultura" src="/files/2020/10/Cuba-Cultura.jpg" width="300" height="252" />Das datas telúricas que fundaram a nação, a data de 20 de outubro de 1868 elevou a alma cubana na épica do canto, quando em uma explosão de emoções, foi escutada a letra de um Hino, com um clarim. Fruto do espírito independentista, a Bayamesa emergiu, segundo disse José Martí, «na hora mais bela e solene da Pátria».</p>
<p>Após derrotarem os espanhóis, os homens de Carlos Manuel de Céspedes entraram em Bayamo, primeira cidade livre da Cuba revoltada, e na Praça Paroquial Mor, Perucho Figueredo, montado no cavalo, pôs a letra da marcha na voz do povo que o cercava. «Não haverá caneta que possa descrever o delírio, a emoção daquele homem e aquele povo que o escutava e imitava», contou sua filha Candelaria.</p>
<p>Porém o canto que nos identifica, que nos orgulha dentro e fora da Ilha, e que não admite sussurros nem honras, porque é símbolo e essência da independência conquistada, encerra outros detalhes, às vezes eclipsados pela lenda em torno daquele dia 20 de outubro.</p>
<p>Por exemplo, o hino foi encarregado pelo patriota Francisco Maceo Osorio a Perucho, em 2 de agosto de 1867, e 12 dias depois, o autor natural de Bayamo tocou no piano, em sua casa, a música de nossa Marselhesa, em uma reunião do Comitê Revolucionário.</p>
<p>A estreia pública teve lugar quando da celebração na vila do Corpus Christi, em 11 de junho de 1868, na igreja Paroquial Mor, e foi repetido, em uma segunda ocasião, no Dia de Santa Cristina, em um golpe de audácia, pois durante a execução da melodia patriótica, estava presente, sem saber, desde a sua residência até a Sociedade Filarmonica, o próprio tenente-governador Julián Udaeta, o qual acabou suspeitando da tal música.</p>
<p>Mas este canto foi mais belo e redentor – justamente no dia da primeira grande vitória militar e moral dos cubanos – e ganhou vida como marcha insurgente, ao convocar: «Ao combate, correis, bayameses, que a Pátria os contempla orgulhosa!&#8230;»</p>
<p>Acerca do Hino de Bayamo existem muitas histórias a serem contadas, como a contribuição feita a essa música por Isabel, a esposa de Perucho, ou as mais de 20 versões surgidas após o desaparecimento da partitura original, com o incêndio de Bayamo, em janeiro de 1869, ou as suas reproduções no jornal Patria, da mão do Apóstolo, como máxima expressão de respeito a um canto de guerra, cuja condição de símbolo pátrio não foi reconhecida até 5 de novembro de 1900, na Assembleia Constituinte da época.</p>
<p>Contudo, o hino de todos, ontem o de Bayamo, hoje Hino Nacional, sempre terá o maior reconhecimento no povo que o canta de cabeça descoberta e a garganta acesa; porque com ele declara seus princípios, entoa sua cultura, afirma sua soberania.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>Saúde para a arte</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2020 22:24:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Parabéns «aos nossos jovens artistas e criadores», enviou o presidente Miguel Díaz-Canel Bermúdez, a partir de sua conta no Twitter, à Associação Hermanos Saíz (AHS) que neste dia 18 de outubro completou 34 anos de sadia existência. Na própria rede social, o primeiro vice-ministro Roberto Morales Ojeda, saudou a comemoração «da Associação da vanguarda intelectual e artística, a qual se consolida como estandarte e guia da arte jovem» e cujos criadores, disse «fazem parte indissolúvel da vida cultural de nosso país».]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6090" alt="Cuba historia cultura" src="/files/2020/10/Cuba-historia-cultura.jpg" width="300" height="253" />Parabéns «aos nossos jovens artistas e criadores», enviou o presidente Miguel Díaz-Canel Bermúdez, a partir de sua conta no Twitter, à Associação Hermanos Saíz (AHS) que neste dia 18 de outubro completou 34 anos de sadia existência.</p>
<p>Na própria rede social, o primeiro vice-ministro Roberto Morales Ojeda, saudou a comemoração «da Associação da vanguarda intelectual e artística, a qual se consolida como estandarte e guia da arte jovem» e cujos criadores, disse «fazem parte indissolúvel da vida cultural de nosso país».</p>
<p>Para comemorar a data, a organização júnior realizou durante estes dias um grupo de ações, entre elas a campanha “A arte nos une”, onde se fizeram iniciativas da arte nas condições epidemiológicas atuais. Também ganharam espaço diversos materiais que ilustram momentos significativos vividos pela Associação.</p>
<p>Por outro lado, através do canal Clave, da televisão, e de diversas plataformas digitais, foi transmitido um concerto de jovens músicos, bem como a estreia do material audiovisual Bitácoras AHS, com criadores de Santiago de Cuba.</p>
<p>Acerca do trabalho que, há mais de três décadas, vem realizando a AHS, o ministro da Cultura, Alpidio Alonso, expressou: «Seu trabalho de promoção da obra dos escritores e artistas jovens é insubstituível. Cheguem nossos parabéns a esta jovem vanguarda, diáfana e firme, em seu compromisso com o melhor da arte e com a Revolução».</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>Próxima estreia: Uma fraca linha pandêmica</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2020 18:20:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tudo é previsível. Brevemente (antes que qualquer um imaginar) vai aparecer nas telas das salas de cinema (cada dia mais convertidas em tele-salas caseiras) ou em suas variantes de exibição «sob procura», o show da pandemia nas mãos da ideologia dominante. Tendo como protagonista algum dos «galãs» mais cotados e alguma das mulheres mais tornada objeto por parte do mercado da imagem audiovisual.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5968" alt="Filme pandemia" src="/files/2020/09/Filme-pandemia.jpg" width="300" height="246" />Tudo é previsível. Brevemente (antes que qualquer um imaginar) vai aparecer nas telas das salas de cinema (cada dia mais convertidas em tele-salas caseiras) ou em suas variantes de exibição «sob procura», o show da pandemia nas mãos da ideologia dominante.</p>
<p>Tendo como protagonista algum dos «galãs» mais cotados e alguma das mulheres mais tornada objeto por parte do mercado da imagem audiovisual (nessa ordem), vamos assistir o drama dilacerante de uma «história de amor», misturada com noções científicas na moda e a «fatalidade» de uma guerra entre os impérios chinês, russo e ianque, por ter o controle de uma vacina miraculosa e planetária, onde «o bem e o mal» se disputam o mercado farmacêutico multinacional. A fita terá temperos fortes de horror.</p>
<p>De certeza terá cenas de alcova e nus ao limite, tensão dramática, violência com sangue e insultos, diálogos perversos, olhares cândidos, vestes de luxo e contrastes de classes. Terá perseguições de carros nas avenidas mais impossíveis das capitais mundiais mais saturadas. Efeitos especiais a granel, impactos sonoros, música planejada para manipular emoções e grande esbanjamento de recursos de procedência desconhecida: limusines, aviões, iates, motocicletas e casarões infetados de luxúria burguesa.</p>
<p>Devemos esperar que a pandemia seja usada, tal como tudo aquilo que o capitalismo é capaz de manusear, com seu impudico e impune desejo sempiterno.</p>
<p>Devemos esperar que a Covid-19 acabe sendo inoculada ideologicamente e que, para culpar e exculpar aberrações de toda a espécie, acabe aparecendo nas telas como um fenômeno novo de maldade, que ameaça a «feliz vida burguesa» escondida já em alguns projetos da «nova normalidade».</p>
<p>E, naturalmente, os reles mercadores da indústria cinematográfica já devem estar avançando propostas para comerciar com o número de contágios, mortes e devastações sofridas por causa do vírus e o sistema econômico que o tornou letal. Alguns devem pensar em longas-metragens de ação e outros já estão desenhando séries de cinco ou mais temporadas; ou talvez em alguns reality shows, obras de teatro, telenovelas, contos e stand up. Ninguém vai querer ficar fora de um negócio que vai ajudar a sublimar, com enredos cursi, o drama descarnado de um sistema econômico podre, que já mostrou suas entranhas desumanas.</p>
<p>Não tiveram pudor para lançar mão dos mortos de Hiroshima e Nagasaki, os campos de extermínio financiados pelos nazistas, os golpes de Estado e o assassinato de líderes e de movimentos sociais&#8230; Não existe limite para a voracidade dos donos do show e dos seus patrocinadores. E não existe sanção possível de imaginar contra o abuso desmedido que submete as desgraças humanas ao negócio de uns quantos empresários do mundo do espetáculo.</p>
<p>A obscenidade não somente está no oportunismo (previsível) não somente está no fato de comerciar com as tragédias humanas, também não está na desfaçatez de acusar, nos «outros», os defeitos próprios, nem em procurar, compulsivamente, a quem culpar pelas canalhices vernáculas. A barbárie é expressa, com toda a amplitude, no desempenho desmedido de encher a cabeça dos povos com ideologia sucata baseada em anestesiar consciências com overdoses de entretenimento burguês. E tornar isso um negócio.</p>
<p>A obscenidade é esbanjar dinheiro para fabricar histórias cujo «glamour» de mercado tem como objetivo aniquilar a crítica e substituí-la com solidariedade de classes. Empatias com o carrasco a fim de aumentar seus ganhos. Muito mal. Mas, muito apesar do lado obsceno, não somente se trata de um problema moral. Trata-se de uma guerra semiótica, trata-se do despojo e da usurpação simbólica montada pelos latifundiários da mídia, contra uma população mundial ensimesmada em seus medos e nas fragilidades que se multiplicaram na altura da pandemia declarada sem consulta.</p>
<p>Toda essa parafernália midiática, amassada pelos monopólios da informação e as máfias das empresas farmacêuticas, militares e bancárias&#8230; terá, mais cedo ou mais tarde, expressão em uma ou em várias fitas e séries carregadas com o nojento receituário do sucesso midiático burguês. Vão repetir sua coleção de frases cursis e melosas, seus já muito usados gestos de dor, alegria e êxtase: suas frases gastas, de corte psicótico e supremacista, com ambição de slogan. Farão o impossível por comprimir uma pandemia de magnitudes imensas em uma cápsula ideológica «pay per view».</p>
<p>Já sabemos tudo isso, isso é previsível de adivinhar. Talvez nos surpreendam com algum achado tecnológico ou com algum efeito 3D. De resto, tudo vai ser mais do que já temos visto. Já sabemos disso antes de começarem a filmar. O grande desafio assenta em que nós estejamos prontos para travar a batalha semiótica. Estarmos em alerta e de plantão intelectual e criativo, com o pensamento crítico afiado e as precauções indispensáveis para não ficar contaminados por uma ideologia tóxica e paralisante, como é a ideologia da classe dominante. Outra pandemia para a qual ainda não contamos com vacinas suficientes e ao alcance das lutas sociais. Prontifiquemo-nos.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>Rosita imperecedoura</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 23:21:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[homenagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Rosita Fornés nasceu em Nova York, em 11 de fevereiro de 1923 e morreu em Miami, à 4h07 da quarta-feira, 10 de junho. Começou na arte pela primeira vez em 12 de abril de 1938, cantando na Suprema Corte da Arte. A partir desse momento viveu uma série de sucessos artísticos e primeira magnitude, nos quais mostrou seu talento como cantora, atriz dramática e comediante. Trabalhou no teatro, na rádio, no cinema e na televisão.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5886" alt="rosita_fornes-" src="/files/2020/06/rosita_fornes-.jpg" width="300" height="254" />Rosita Fornés nasceu em Nova York, em 11 de fevereiro de 1923 e morreu em Miami, à 4h07 da quarta-feira, 10 de junho. Começou na arte pela primeira vez em 12 de abril de 1938, cantando na Suprema Corte da Arte. A partir desse momento viveu uma série de sucessos artísticos e primeira magnitude, nos quais mostrou seu talento como cantora, atriz dramática e comediante. Trabalhou no teatro, na rádio, no cinema e na televisão. Quase nenhum gênero deixou de incitar sua paixão criadora: a zarzuela, a opereta, a revista de variedades, comedia musical, o mambo, o boleto, o tango e a balada-pop.</p>
<p>Estreou como atriz cinematográfica no longa-metragem Uma aventura peligrosa (1939), dirigida por Ramón Peón. E em 1940 chegou ao palco teatral, com a zarzuela El asombro de Damasco. Viveu vários anos no México, onde colheu inúmeros sucesso e retornou a Cuba em 1952, trabalhando na televisão e em shows.</p>
<p>Foi fundadora do teatro Lírico Nacional e durante décadas nunca deixou de trabalhar, até a despedida oficial dos palcos, em 1998, com a encenação de Cecilia Valdés.</p>
<p>No cinema, trabalhou em filmes como Se permuta (1983), Plácido (1986), Papeles secundários (1989), Quiéreme y verás (1994), Las noches de Constantinopla (2001), Al atardecer (2001) e Mejilla con mejilla (2011)</p>
<p>No teatro atuou na peça Confesiones en el barrio chino, escrita especialmente para ela por Nicolás Dorr e em outras peças como Vivir en Santa Fe e Nenúfares en el techo del mundo.</p>
<p>Rosita foi condecorada com a Ordem Felix Varela, que concede o Conselho de Estado de Cuba, em 1995 e mereceu os Prêmios Nacionais de Teatro (2001), Televisão (2003) e Música (2005). Era membro de Honra do Conselho Nacional da União dos Escritores e Artistas de Cuba (Uneac).</p>
<p>Triunfou no México e nos Estados Unidos, mas também recebeu aplausos em Espanha e vários países da América Latina, o Caribe e a Europa, mas indiscutivelmente ela era a Rosa de Cuba. E sem discussão, o público natural, o mais fervente, o mais apaixonado, o de maior fidelidade, o que desfrutou cada uma das suas atuações e que a encheu de gloria foi o de seus compatriotas.</p>
<p><strong>(Source:Granma)</strong></p>
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