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	<title>Cubadebate (Português) &#187; crise</title>
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		<title>A Venezuela não está sozinha, seu povo e a comunidade internacional a acompanham</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jan 2019 22:29:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O povo venezuelano continua em mobilização, como pediu seu legítimo presidente, Nicolás Maduro, para defender a soberania, paz e a constitucionalidade do projeto bolivariano naquele país, atacado novamente na última quarta-feira, 23 de janeiro, por um golpe organizado e patrocinado pelo governo dos Estados Unidos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5429" alt="Maduro golpe" src="/files/2019/02/Maduro-golpe.jpg" width="300" height="251" />O povo venezuelano continua em mobilização, como pediu seu legítimo presidente, Nicolás Maduro, para defender a soberania, paz e a constitucionalidade do projeto bolivariano naquele país, atacado novamente na última quarta-feira, 23 de janeiro, por um golpe organizado e patrocinado pelo governo dos Estados Unidos.</p>
<p>Na quinta-feira, 24, durante a abertura do ano judicial venezuelano, Maduro disse O povo venezuelano continua em mobilização, como pediu seu legítimo presidente, Nicolás Maduro, para defender a soberania, paz e a constitucionalidade do projeto bolivariano naquele país, atacado novamente na última quarta-feira, 23 de janeiro, por um golpe organizado e patrocinado pelo governo dos Estados Unidos.que, de acordo com a Constituição venezuelana, «não há nenhuma razão para considerar a falta de cargo», aduzida pelo deputado Juan Guaidó para se proclamar presidente no comando.</p>
<p>Na Carta Magna são declaradas como faltas absolutas do presidente: «morte, renúncia, demissão decretada por sentença do TSJ ou deficiência física ou mental e nenhum desses casos existe», disse o presidente.</p>
<p>GOVERNADORES, SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, O PODER ELEITORAL E O CIDADÃO APOIAM A CONSTITUIÇÃO</p>
<p>O Poder Eleitoral da Venezuela, representado pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), exigiu respeitar a vontade do povo que constitucionalmente elegeu o seu presidente, em maio de 2018. «O CNE repudia e condena a completa ignorância e violação da ordem constitucional, evidenciada em 23 de janeiro», disse Tibisay Lucena, sua presidenta.</p>
<p>Maikel Moreno, presidente do Supremo Tribunal de Justiça, afirmou que o sistema judicial reconhece a autoridade de Nicolás Maduro como presidente constitucional e ignora a usurpação do cargo com o sério propósito de contornar a vontade do povo.</p>
<p>Também o Procurador Geral, Tarek William Saab, em nome do Poder Cidadão, condenou a tentativa de golpe da direita e expressou apoio irrestrito ao Executivo.</p>
<p>Segundo a PL, os governadores de 19 estados venezuelanos pediram a preservação da paz, o respeito à democracia e a soberania do país sul-americano e rejeitaram atos violentos favorecidos pelos opositores. O pronunciamento foi divulgado pelo governador do estado de Miranda, Héctor Rodríguez. «As forças de segurança do país são mobilizadas para garantir a paz do povo», disse.</p>
<p>Qualificou a oposição de irresponsável, ao permitir a interferência estrangeira e instou a população a não se deixar contaminar pelo ódio da direita.</p>
<p>MADURO RATIFICADO COMO SEU COMANDANTE-CHEFE</p>
<p>Os comandantes das Regiões Estratégicas de Defesa Integral (REDIs) da Venezuela ratificaram seu apego à Constituição e o apoio ao presidente Nicolás Maduro, como seu comandante-chefe. O principal representante da REDI Ocidental, Fabio Zavarce, rejeitou a interferência internacional nos assuntos venezuelanos e ratificou seu apoio ao chefe de Estado. Da região dos Andes, Manuel Bernal expressou a lealdade e subordinação das unidades operacionais sob seu comando ao governo constitucional do país sul-americano.</p>
<p>Enquanto isso, o comandante da REDI Los Llanos, Víctor Palacios, enfatizou a «estrita adesão à Magna Carta e às leis da Venezuela» dos órgãos militares que ele dirige, o que reafirmou em Aragua, o chefe do REDI Central, Domingo Hernandez Antes. O ministro da Defesa, Vladimir Padrino, disse que «a FANB defenderá a Constituição venezuelana como garantidora da soberania nacional».</p>
<p>A COMUNIDADE INTERNACIONAL DIANTE DA INTERFERÊNCIA NA VENEZUELA</p>
<p>Os países membros da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (ALBA-TCP) apoiaram e reconheceram o presidente Maduro, dadas as ameaças de golpe de Estado promovidas pelos Estados Unidos. Reiteraram em um comunicado que só reconhecerão como representantes da Venezuela, nos âmbitos multilateral e bilateral, os funcionários diplomáticos indicados pelo Poder Executivo da Venezuela, chefiado pelo presidente Maduro, e enfatizaram que não reconhecerão presença alguma, nas organizações multilaterais, de nenhum representante que seja resultado da violação dos atuais regulamentos legais venezuelanos, por parte de um suposto governo paralelo.</p>
<p>Telesur relata que o presidente russo Vladimir Putin falou por telefone com Maduro, expressando seu apoio. O líder russo enfatizou: «Uma intervenção externa destrutiva viola as normas fundamentais do direito internacional». Na conversa, ele se expressou a favor de encontrar soluções no âmbito do campo constitucional. Os dois chefes de Estado confirmaram sua disposição de continuar a cooperação em vários campos.</p>
<p>O governo da Nicarágua disse em um comunicado: «A Grande Pátria não se curva, fica orgulhosa, com o Amor de seus Povos. Geminados na ALBA, somos todos da Venezuela. A América Latina e o Caribe, berço de grandes e luminosos seres, reivindicam dignidade e grandeza contra o império».</p>
<p>«A China apoia os esforços do governo da Venezuela para manter sua soberania, independência e estabilidade», disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, em entrevista coletiva. «Seguimos o princípio da não-interferência nos assuntos internos de outros países, nos opomos à interferência estrangeira nos assuntos internos da Venezuela e esperamos que a comunidade internacional siga também esse princípio», concluiu.</p>
<p>«O Irã apoia o governo e a nação da Venezuela em face de qualquer interferência estrangeira nos assuntos internos do país ou qualquer outro ato ilegítimo e ilegal, incluindo uma tentativa de golpe de Estado», disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Bahram Qasemi. O ministério das Relações Exteriores da Síria expressou sua solidariedade com a Venezuela e com Maduro, condenando a interferência dos Estados Unidos.</p>
<p>O Partido Comunista da Índia também criticou esta intervenção e exortou os povos do mundo a mostrar solidariedade ao povo venezuelano. O Partido Comunista Francês e organizações sociais como o Círculo Bolivariano de Paris e o Coletivo ALBA-TCP França, a Frente Guasu do Paraguai e a esquerda alemã fizeram o mesmo.</p>
<p>Evo Morales pronunciou-se em sua conta no Twitter: «Nossa solidariedade com o povo venezuelano e o irmão Nicolás Maduro, nestas horas decisivas em que as farpas do imperialismo buscam novamente ferir de morte a democracia e a autodeterminação dos povos da América do Sul. Nunca mais vamos ser o quintal dos EUA». Também o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan, manifestou seu apoio e respaldo frente aos ataques da oposição venezuelana.</p>
<p>O porta-voz da secretaria das Relações Exteriores do México anunciou que o governo do presidente Andrés Manuel López Obrador não prevê mudanças em sua política exterior relativamente à Venezuela e reconhece Nicolás Maduro como presidente legítimo.</p>
<p>Da Rússia, o senador do Conselho da Federação desse país, Andréi Klímov, assegurou que o governo do presidente Vladimir Putin não prevê nenhuma mudança na política exterior do Kremlin a respeito da Venezuela.</p>
<p>A Frente Brasil Popular que reúne um grupo de organizações políticas ofereceu seu apoio mediante as redes sociais, enquanto que outros agrupamentos se reuniram na embaixada da Venezuela em Bulgária para externar sua solidariedade ao povo dessa nação e ao seu legítimo presidente.</p>
<p>Os EUA pediram ao Conselho de Segurança da ONU que se reunisse em 25 de janeiro, para discutir a situação na Venezuela. Esse chamado é, além do ridículo, é hipócrita, porque o convocador é o que provocou o que está acontecendo na nação bolivariana, organizado a partir da cadeira do seu presidente, com seus mais altos cargos como executores da ordem de golpe.</p>
<p>As redes sociais foram inundadas com memes imperdíveis sobre isso, em franca denúncia da interferência da administração Trump. Um deles diz:</p>
<p>«Você quer ser presidente sem passar por uma eleição popular desconfortável, ligue para 1 800 Mike Pence, garantia no momento».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>A agressão contra a Venezuela deve parar</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2019 22:13:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo Revolucionário da República de Cuba condena e rejeita fortemente a tentativa de impor, através de um golpe, um governo fantoche que serve aos Estados Unidos na República Bolivariana da Venezuela, e manifesta a sua solidariedade para com o Governo constitucional do presidente constitucional Nicolás Maduro Moros.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5408" alt="banderas cuba Venezuela" src="/files/2019/01/banderas-cuba-Venezuela.jpg" width="300" height="247" />O Governo Revolucionário da República de Cuba condena e rejeita fortemente a tentativa de impor, através de um golpe, um governo fantoche que serve aos Estados Unidos na República Bolivariana da Venezuela, e manifesta a sua solidariedade para com o Governo constitucional do presidente constitucional Nicolás Maduro Moros.</p>
<p>Os objetivos reais de ações contra a Venezuela são controlar os vastos recursos dessa nação irmã e destruir o valor de seu exemplo, como um processo emancipatório e de defesa da dignidade e a independência da Nossa América.</p>
<p>Como o presidente Miguel Diaz-Canel expressou: «A soberania de nossos povos é determinada hoje na atitude em relação à Venezuela. Apoiar o direito legítimo da nação irmã de definir seu destino é defender a dignidade de todos».</p>
<p>Não se deve esquecer outras tentativas, como o golpe militar de 2002 e a greve do petróleo de 2003, a Ordem Executiva agressiva dos Estados Unidos que classifica a Venezuela como «uma ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional e política externa» da superpotência, as medidas coercitivas unilaterais, os apelos a um golpe militar contra o governo constitucional de Venezuela, advertindo o presidente dos Estados Unidos de usar «uma possível opção militar&#8221; e a tentativa de assassinato, em 4 de agosto, contra o presidente Maduro.</p>
<p>Os atos de um grupo de países e o papel vergonhoso da OEA constituem uma nova e desesperada tentativa de aplicar uma política fracassada de mudança de regime, o que não poderia ser imposta por causa da resistência inabalável do povo venezuelano e sua vontade de defender a soberania nacional.</p>
<p>Havana, 23 de janeiro de 2019.</p>
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		<title>Empregados de estaleiro argentino levantam protesto</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Sep 2018 18:37:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de tomar até passada a madrugada o ministério da Economia da província de Buenos Aires, centenas de trabalhadores do Estaleiro Rio Santiago levantaram hoje o protesto com as promessas do Executivo local de dar resposta para suas demandas. Durante mais de 12 horas os empregados dessa empresa naval, uma das maior atividade na América Latina, estiveram dentro da pasta de maneira pacífica com arengas e bandeiras para expressar sua rejeição pela falta de acordo entre as partes e pela possível privatização da empresa.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5213" alt="Astillero-Santiago" src="/files/2018/09/Astillero-Santiago.jpg" width="300" height="242" />Depois de tomar até passada a madrugada o ministério da Economia da província de Buenos Aires, centenas de trabalhadores do Estaleiro Rio Santiago levantaram hoje o protesto com as promessas do Executivo local de dar resposta para suas demandas.</p>
<p>Durante mais de 12 horas os empregados dessa empresa naval, uma das maior atividade na América Latina, estiveram dentro da pasta de maneira pacífica com arengas e bandeiras para expressar sua rejeição pela falta de acordo entre as partes e pela possível privatização da empresa.</p>
<p>Finalmente, nesta jornada os porta-vozes dos trabalhadores e as autoridades bonaerenses assinarão um ata na qual se comprometem a entregar os insumos para continuar com a produção, uma das várias exigências.</p>
<p>&#8216;Pedimos pelo término das obras dos barcos que estamos construindo&#8217;, explicou um dos manifestantes em declarações à imprensa.</p>
<p>Após um duro capítulo registrado faz umas semanas que terminou com a repressão por parte da guarda, os trabalhadores que pedem para continuar com a produção, tinham assegurado que não se moveriam do lugar sem ter respostas.</p>
<p>No conflito mediou o bispo Ruben Marchioni e segundo a conversa do ministério comprometeu-se a pagar os salários sem desconto, comprar insumos, respeitar o convênio coletivo, entre outras demandas.</p>
<p>Na quinta-feira passada a governadora bonaerense María Eugenia Vidal tinha-se comprometido a reunir-se com os empregados e não cumpriu com sua palavra, ingressaram de maneira pacífica nas horas da tarde de ontem no Ministério da Economia.</p>
<p>&#8216;Queremos trabalhar, não queremos estar na rua&#8217;, sublinhou o secretário geral da Associação de Trabalhadores do Estado na localidade de Ensenada, Francisco Banegas.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Nicarágua é agora o alvo</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2018/07/19/nicaragua-e-agora-o-alvo/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2018 21:32:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SUJEITOS mascarados, armados com morteiros e bazucas caseiras bloqueiam as avenidas, fecham as principais ruas, atacam instituições estatais, queimam pneus, ateam fogo, saqueiam e matam. Até o momento, aproximadamente 170 pessoas morreram na Nicarágua, vítimas do caos e a violência. Uma forte campanha na mídia acompanha os eventos e, mais do que acompanhá-los, dinamiza-os, multiplica-os, falsifica-os sem pudor.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5101" alt="Nicaragua bomba" src="/files/2018/07/Nicaragua-bomba.jpg" width="300" height="245" />SUJEITOS mascarados, armados com morteiros e bazucas caseiras bloqueiam as avenidas, fecham as principais ruas, atacam instituições estatais, queimam pneus, ateam fogo, saqueiam e matam.</p>
<p>Até o momento, aproximadamente 170 pessoas morreram na Nicarágua, vítimas do caos e a violência. Uma forte campanha na mídia acompanha os eventos e, mais do que acompanhá-los, dinamiza-os, multiplica-os, falsifica-os sem pudor.</p>
<p>Os atos violentos são apresentados como manifestações pacíficas de estudantes, a imprensa mostra fotos de «assassinadas pelo governo sandinista», mas a mentira tem pernas curtas e o engano vem à baila. Várias denúncias mostram que os mortos estão vivos, um jovem que mora no exterior retorna para negar a mentira perante as câmeras, mas isso não é reproduzido pela grande mídia.</p>
<p>De acordo com o publicado pelo blogueiro e escritor Max Blumenthal, no início de junho, um grupo de ativistas da oposição do governo da Nicarágua se reuniu em Washington DC, com líderes da Freedom House. O grupo de oposição, conhecido como m19, foi pedir a Donald Trump e outros funcionários do governo dos Estados Unidos «para ajudá-los em sua luta contra o presidente nicaraguense Daniel Ortega».</p>
<p>As ligações das organizações norte-americanas com os acontecimentos na Nicarágua e em outras partes do mundo são claramente mostradas no texto de Blumenthal. «A Fundação Nacional para a Democracia é um agente principal do poder suave dos Estados Unidos, que se intrometeu em assuntos de outros países, desde a sua fundação, no auge da Guerra Fria, em 1983 (&#8230;)». E o autor cita Allen Weinstein, fundador do NED, em 1991: «Muito do que fazemos hoje foi feito, há cerca de 30 anos, pela CIA».</p>
<p>O orçamento com o qual a NED opera vem do Congresso dos Estados Unidos, que lhe concede milhões, a cada dois anos, como parte do orçamento do Departamento do Estado. Também recebem doações de quatro associações: a Fundação Smith Richardson, a Fundação John M. Ohin, a Fundação Lynde e Harry Bradley e a Freedom House, indiretamente financiadas por contratos federais.</p>
<p>O dinheiro é distribuído entre o Instituto Republicano Internacional (IRI), o Instituto Nacional Democrático para os Assuntos Internacionais (NDI), o Centro Americano para a Solidariedade Internacional do Trabalho, da Federação Americana dos Sindicatos Congresso da Indústria Organizações (AFL-CIO) e o Centro para a Empresa Privada Internacional (CIPE, sua sigla em inglês), da Câmara do Comércio, que por sua vez distribui recursos monetários e materiais a outras organizações no território norte-americano e no mundo, e desembolsam dinheiro e materiais para as organizações de oposição em países que não têm a simpatia do governo norte-americano.</p>
<p>Sujeitos mascarados, armados com morteiros e bazucas caseiras bloqueiam as ruas e provocam violência na Nicarágua. Foto: www.telemetro.com<br />
A história do blogger americano enfatiza sobre os culpados: «Além da NED, a Usaid foi o promotor mais ativo da mudança de regime contra os governos de orientação socialista na América Latina. Na Nicarágua, o orçamento da Usaid ultrapassou 5,2 milhões, em 2018, com a maioria dos fundos destinados à formação da sociedade civil e organizações da mídia.</p>
<p>É a mesma Usaid que utilizou as verbas da Aliança para o Progresso, programa de «ajuda econômica, política e social» dos EUA, uma sorte de Plano Marshall e a primeira grande tentativa de deter a revolução latino-americana e isolar Cuba, para financiar a repressão. Mas em vez de engenheiros, técnicos e trabalhadores qualificados, a Usaid formou policiais, soldados, paramilitares, torturadores e assassinos inescrupulosos; em vez de usinas, plantações agrícolas e escolas, construiu centros de detenção e tortura.</p>
<p>Não se deve esquecer que foi a mesma Usaid que também financiou a formação de grupos de extermínio, pagou programas de «saúde» que ocultavam processos desumanos de esterilização na América Central e colaborou com os narcoagentes da CIA, na operação Irã-Contra.</p>
<p>A Usaid criou uma rede profunda em nosso continente, que atrai quadros, faz líderes, penetra a sociedade civil. Um verdadeiro exército intervencionista de «especialistas», «consultores», «assessores» que trabalham no desenvolvimento destes planos subversivos. Somente nos seus primeiros dez anos de criação, o NED distribuiu mais de 200 milhões de dólares em 1.500 projetos para apoiar os chamados «Amigos da América».</p>
<p>Sérvia, Geórgia, Quirguistão, Belarus, Ucrânia, Irã e Venezuela, onde quer que haja um governo que viola os interesses dos EUA agem os especialistas em desestabilização e caos, generosamente financiados.</p>
<p>Mercenários, delinquentes, funcionários pagos do «golpe suave», das «Revoluções das Cores», revoluções com nomes marcantes e pacíficos, projetadas em laboratórios de Langley, também conhecidas como a Revolução das Rosas, Revolução das Tulipas, Revolução Laranja, ou mais próximo da realidade, como a Revolução do bulldozer na Sérvia, onde os soldados e armas da nova guerra são a compra de consciências acríticas e o engano, a sedução mediante o uso de conceitos atraentes para jovens e muito dinheiro, todo o dinheiro que seja necessário. E, naturalmente, agora o novo alvo é a Nicarágua.</p>
<p>ENTRE OS PROJETOS SUBVERSIVOS DA USAID, NA NICARÁGUA, SÃO:</p>
<p>- Participação dos cidadãos no processo eleitoral.</p>
<p>- Incubar uma cultura de transparência na juventude nicaraguense.</p>
<p>- Treinamento de jovens estudantes de comunicação para produzir histórias que promovam a autoeficácia.</p>
<p>- Multimídia para a governança democrática.</p>
<p>- Fortalecimento do direito dos cidadãos de mulheres e jovens de Masaya.</p>
<p>- Marco Legal de Ação Cidadã para jornalistas.</p>
<p>- Participação ativa dos cidadãos nicaraguenses em seu direito de voto.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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