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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Congresso</title>
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		<title>O caminho da economia às portas do 8º Congresso</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 17:54:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No 8o Congresso serão examinados, entre outros assuntos importantes, os resultados econômicos e sociais alcançados no quinquênio anterior, bem como as projeções de trabalho para os próximos anos, a fim de garantir a continuidade e irreversibilidade do Socialismo, avançar no desenvolvimento da economia e na melhoria da qualidade de vida da população.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6396" alt="logo congrerso pcc" src="/files/2021/03/logo-congrerso-pcc1.jpg" width="300" height="253" />No 8o Congresso serão examinados, entre outros assuntos importantes, os resultados econômicos e sociais alcançados no quinquênio anterior, bem como as projeções de trabalho para os próximos anos, a fim de garantir a continuidade e irreversibilidade do Socialismo, avançar no desenvolvimento da economia e na melhoria da qualidade de vida da população</p>
<p>A militância partidária que se reunirá no 8o Congresso, que acontecerá de 16 a 19 de abril, vai examinar, entre outros assuntos relevantes, os resultados econômicos e sociais alcançados no quinquênio anterior, bem como as projeções de trabalho para os próximos anos, de forma a garantir a continuidade e irreversibilidade do socialismo e avançar no desenvolvimento econômico e na melhoria da qualidade de vida da população, em estreita ligação com a necessária formação de valores éticos e políticos na cidadania.</p>
<p>Durante quase um ano, uma comissão, com a participação de representantes do Partido, do Governo, da Comissão Permanente de Implementação e Desenvolvimento, das Organizações de Massa, acadêmicos e pesquisadores, trabalhou intensamente na preparação dos documentos que serão examinados ​​pelo delegados ao Congresso, que incluem cinco itens básicos:</p>
<p>1. Breve revisão da economia durante o quinquênio 2016-2020.</p>
<p>2. Avaliação abrangente da atualização do modelo econômico a partir do 6o Congresso até o momento. Diretrizes e políticas.</p>
<p>3. Atualização da Conceituação do Modelo Econômico e Social.</p>
<p>4. Plano Nacional de Desenvolvimento Econômico Social até 2030.</p>
<p>5. Atualização das Diretrizes para o próximo período.</p>
<p>Esses conteúdos vão marcar a análise do que vem sendo alcançado e dos desafios na dimensão econômico-social, a partir do 6o Congresso do Partido.</p>
<p>BREVE PANORAMA DA ECONOMIA NO QUINQUÊNIO 2016-2020</p>
<p>Durante o quinquênio, a economia cubana experimentou dificuldades de vários tipos que afetaram seus resultados, nas quais a intensificação das medidas de bloqueio econômico, comercial e financeiro teve efeitos negativos, especialmente nos últimos anos.</p>
<p>Também tiveram impacto os problemas estruturais e as deficiências internas, que afetaram o desempenho da nossa economia e não foram totalmente resolvidos nesta fase. No entanto, está demonstrada sua capacidade de resistência, o que tem permitido preservar as conquistas sociais, sem abrir mão dos objetivos de desenvolvimento planejados e ao apoio solidário a outros povos.</p>
<p>De 2016 a 2019, a economia cubana experimentou um crescimento modesto do Produto Interno Bruto, a uma taxa de 1% em média anual. Para 2020, estima-se uma contração de cerca de 11%, derivada dos efeitos sobre a atividade econômica devido ao impacto do bloqueio e da pandemia da Covid-19.</p>
<p>Em 2020, para fazer frente a esse cenário complexo, foi aprovada a Estratégia Sócio-Econômica para dinamizar a economia e enfrentar a crise global provocada pela Covid-19, que está em fase de implementação.</p>
<p>A PARTIR DO 6º CONGRESSO ATÉ À DATA, DIRETRIZES E POLÍTICAS</p>
<p>Perante os delegados ao 8º Congresso, em representação de todo o povo, serão prestadas contas das políticas aprovadas desde o 6o Congresso dessa organização política até à data. Estas, com base nos seus resultados, foram classificadas em três categorias, tendo em consideração o cumprimento total ou parcial dos seus objetivos ou seu descumprimento.</p>
<p>Da mesma forma, será dada informação sobre a situação das Diretrizes, das quais 70% foram implementadas ou estão em processo de implementação.</p>
<p>A partir das informações que em breve estarão nas mãos dos delegados, destacam importantes ações desenvolvidas desde o 6o Congresso, com o objetivo de transformar o modelo econômico.</p>
<p>Entre 2011 e 2016 destacam, entre outros, a criação das bases para a ordenação monetária, os passos iniciais para o desenvolvimento dos diferentes atores econômicos, o início da implementação de mudanças no sistema de gestão da economia, bem como a melhoria dos sistemas e órgãos de gestão nos diversos níveis de Estado e de Governo.</p>
<p>Já a partir do 7o Congresso do Partido iniciou uma nova etapa, que considerou as conquistas e irregularidades dos cinco anos anteriores, bem como as causas subjetivas e objetivas que influenciaram nas deficiências.</p>
<p>Dentre as questões subjetivas se incluem que o desenho de algumas políticas não foi totalmente abrangente, nem foram seus objetivos e indicadores determinados para promover o controle adequado de sua implementação. Por vezes, o âmbito e a qualidade das ações de formação e comunicação realizadas se revelaram insuficientes.</p>
<p>Tampouco foi possível envolver inicialmente os órgãos, organizações e entidades de forma organizada para que, desde a base, pudessem orientar, treinar, apoiar e controlar a implementação das políticas em correspondência com suas funções, o que limitava a capacidade de atuação integralmente, bem como sua velocidade e qualidade.</p>
<p>Diante deste cenário, a distribuição, desde o último trimestre de 2018, da responsabilidade pela condução das Diretrizes entre a Comissão, os órgãos e entidades, tem contribuído para a melhoria dos resultados do segundo quinquênio analisado.</p>
<p>De 2016 a 2021, entre as políticas e medidas aprovadas, destaca a Tarefa Ordenação, por sua complexidade e transversalidade em todas as esferas do país.</p>
<p>Para sua implementação, que integra a unificação monetária e cambial, a eliminação gradual dos subsídios excessivos e gratificações indevidas, bem como a transformação integral dos rendimentos da população, foram editados os respectivos regulamentos legais, que revogaram ou modificaram as disposições em vigor até agora, o que garante seu amparo legal. Cabe destacar que este processo contou com a orientação e atenção permanente por parte do Estado e do Governo, o que permitiu realizar as correções necessárias e possíveis em tempo hábil.</p>
<p>CONCEITUAÇÃO DO MODELO, HOJE E AMANHÃ</p>
<p>A evolução econômica de 2011 até hoje e as características do contexto atual, evidenciaram a necessidade da atualização da Conceituação do Modelo Econômico e das Diretrizes.</p>
<p>Nesse sentido, o projeto de atualização da Conceituação do Modelo Econômico, a se apresentar no 8o Congresso propõe modificar 24% dos 342 parágrafos do documento.</p>
<p>As principais modificações e acréscimos procuram maior coerência com os fundamentos e termos constantes da nova Constituição da República de Cuba, tendo em conta os resultados da implementação das Diretrizes e Políticas aprovadas desde o 6o Congresso até o momento.</p>
<p>UM OLHAR PARA O PLANO NACIONAL ATÉ 2030</p>
<p>Nos últimos cinco anos, foi concluída a elaboração do Plano Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social até 2030, no qual são definidas as premissas gerais para modificar o padrão de crescimento econômico e desenvolvimento sustentável do país.</p>
<p>A primeira etapa (2019-2021) foi marcada, fundamentalmente, pelo aperto do bloqueio e a intensificação das restrições financeiras e de combustíveis, às quais se somam os efeitos da nova pandemia do coronavírus. No entanto, Cuba não renuncia a cumprir as metas projetadas para a segunda etapa, que vai de 2022 a 2026.</p>
<p>Para sua implantação e avaliação, foi elaborado um Sistema de Trabalho por meio de Macroprogramas, Programas e Projetos.</p>
<p>DIRETRIZES, TUDO FEITO E A FAZER</p>
<p>Das 274 diretrizes aprovadas no 7o Congresso, o projeto de atualização propõe manter 17, modificar 165, eliminar 92, a partir do nível de implementação alcançado e adicionar 18, para o qual é apresentado um documento de 200 diretrizes.</p>
<p>Suas projeções e objetivos incluem:</p>
<p>• Refinar o planejamento socialista, que inclui maior flexibilidade ao longo do processo. Avançar na utilização de instrumentos financeiros na gestão da economia e sua estreita vinculação com o planejamento estratégico de longo prazo.</p>
<p>• Fortalecer a empresa estatal socialista como sujeito fundamental da economia nacional.</p>
<p>• Aperfeiçoar e desenvolver cooperativas e outros novos atores econômicos.</p>
<p>• Dar continuidade à Tarefa Ordenação, mantendo o princípio de justiça social da Revolução.</p>
<p>• Ampliar e diversificar as fontes de financiamento e o uso eficiente de mecanismos descentralizados de financiamento em moeda estrangeira, em linha com as necessidades de desenvolvimento.</p>
<p>• Fortalecer o trabalho de prevenção, assistência e ação social, e implementar novos programas e serviços sociais, dirigidos às pessoas e famílias mais vulneráveis.</p>
<p>• Aperfeiçoar o modelo de gestão do setor agrícola e florestal, e transformar a empresa estatal, com o objetivo de aumentar de forma sustentável a produção agrícola e criar melhores condições para o desenvolvimento das demais formas de gestão que compõem a base produtiva.</p>
<p>• Consolidar os pólos produtivos e sua articulação com a indústria, o turismo e o abastecimento das grandes cidades.</p>
<p>• Continuar a implementação de medidas que tenham como objetivo transformar a matriz energética do país, economizar, promovendo a eficiência e reduzindo os picos de demanda.</p>
<p>• Avanço na informatização da sociedade e na automação de processos.</p>
<p>• Consolidar as conquistas no desenvolvimento social e aumentar a qualidade dos serviços básicos à população, bem como alcançar melhorias no consumo e na qualidade de vida.</p>
<p>Transformar o cenário atual exige dinamizar o processo de atualização do modelo econômico e social, questão que requer a simultaneidade inter-relacionada das diferentes formas de propriedade e gestão, bem como a contribuição da ciência, da tecnologia e da inovação.</p>
<p>Em todos os trabalhos realizados, serviu de bússola, o que foi expresso pelo general-de-exército, Raúl Castro Ruz, primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, em 19 de abril de 2016, durante o encerramento do 7º Congresso: «O processo de atualização do modelo econômico que iniciamos no 6o Congresso não é uma tarefa de um ou dois anos. O curso já está traçado. Seguiremos em ritmo constante, sem pressa, mas sem pausas, tendo em vista que o ritmo dependerá do consenso que conseguirmos forjar em nossa sociedade e da capacidade organizacional que conseguirmos para introduzir as mudanças necessárias, sem precipitação, muito menos improvisação, que apenas nos levaria ao fracasso».</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Eleitos delegados para o 8º Congresso do Partido</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 15:58:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira, 4 de março, foram realizadas as sessões plenárias dos Comitês provinciais do Partido, nas quais foram eleitos os delegados ao 8º Congresso. Com o mesmo objetivo, realizou-se nesta quarta-feira o Plenário da Comissão Municipal da Ilha da Juventude. Um processo semelhante foi realizado nas estruturas partidárias das Forças Armadas (FARs) e do Ministério do Interior (Minint).]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6340" alt="logo congrerso pcc" src="/files/2021/03/logo-congrerso-pcc.jpg" width="300" height="253" />Entre os companheiros eleitos estão o general-de-exército Raúl Castro Ruz, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, José Ramón Machado Ventura, Esteban Lazo Hernández, Manuel Marrero Cruz, Salvador Valdés Mesa e o Comandante da Revolução Ramiro Valdés Menéndez</p>
<p>Nesta quinta-feira, 4 de março, foram realizadas as sessões plenárias dos Comitês provinciais do Partido, nas quais foram eleitos os delegados ao 8º Congresso. Com o mesmo objetivo, realizou-se nesta quarta-feira o Plenário da Comissão Municipal da Ilha da Juventude. Um processo semelhante foi realizado nas estruturas partidárias das Forças Armadas (FARs) e do Ministério do Interior (Minint).</p>
<p>Os pré-candidatos a delegados ao Congresso foram propostos nas organizações de base do Partido em reuniões realizadas no final de 2020.</p>
<p>Entre os companheiros eleitos estão o general-de-exército Raúl Castro Ruz, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, José Ramón Machado Ventura, Esteban Lazo Hernández, Manuel Marrero Cruz, Salvador Valdés Mesa e o Comandante da Revolução Ramiro Valdés Menéndez.</p>
<p>Além disso, foram eleitos outros dirigentes do Partido, do Governo, da União dos Jovens Comunistas (UJC) e das organizações de massas, trabalhadores, camponeses, cientistas, professores, profissionais da saúde e da cultura, entre outros trabalhadores de vários setores.</p>
<p>Entre os dias 15 e 20 de março, os delegados realizarão sessões de estudo, intercâmbio, esclarecimento e análise em cada província dos documentos que serão submetidos a debate e avaliação nas comissões de trabalho do Congresso, que, conforme foi informado, terá lugar entre os dias 16 e 19 de abril.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Convocatória: «O Congresso da continuidade histórica da Revolução Cubana»</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2020 19:21:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois que a decisão de realizar o 8º Congresso do Partido foi tornada pública em abril de 2021, um evento extraordinário marcou de maneira crucial a vida da nação. A pandemia de Covid-19 pôs à prova a capacidade e a vontade da Revolução e a coragem do nosso povo para enfrentar qualquer dificuldade, por mais complexa que seja. Palavras do segundo secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, José Ramón Machado Ventura, na reunião de comemoração do 64º aniversário das Forças Armadas Revolucionárias e do 60º do sistema de escolas do Partido]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6138" alt="Congreso PCC convocatoria" src="/files/2020/12/Congreso-PCC-convocatoria.jpg" width="300" height="254" />Depois que a decisão de realizar o 8º Congresso do Partido foi tornada pública em abril de 2021, um evento extraordinário marcou de maneira crucial a vida da nação. A pandemia de Covid-19 pôs à prova a capacidade e a vontade da Revolução e a coragem do nosso povo para enfrentar qualquer dificuldade, por mais complexa que seja.</p>
<p>Palavras do segundo secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, José Ramón Machado Ventura, na reunião de comemoração do 64º aniversário das Forças Armadas Revolucionárias e do 60º do sistema de escolas do Partido, ao apresentar a convocatória para o 8º Congresso do Partido Comunista de Cuba, Havana, 2 de dezembro de 2020.</p>
<p>Companheiro Miguel Díaz-Canel Bermúdez, presidente da República e membro do Bureau Político</p>
<p>Comandante da Revolução Ramiro Valdés Menéndez, membro do Bureau Político, atacante do quartel Moncada e expedicionário do iate Granma</p>
<p>Companheiros e companheiros:</p>
<p>Assistimos hoje a este encontro convocado por dois acontecimentos que são expressão da relação indissolúvel entre a Revolução, o povo e a sua vanguarda: o 64º aniversário das nossas aguerridas Forças Armadas Revolucionárias e o 60º aniversário do Sistema de Escolas do Partido, cujo núcleo fundador foram as Escolas de Instrução Revolucionária.</p>
<p>Como vimos, o material audiovisual apresentado nos mostra o processo de nascimento e desenvolvimento destes centros e, sobretudo, as palavras sentidas e eloquentes da nossa companheira Rosario (Reitora desta Escola Superior do Partido, que se honra com o nome de Ñico López), permitem-nos verificar em síntese como este sistema de escolas cresceu e se fortaleceu no cumprimento de suas missões estratégicas: o fortalecimento e defesa da ideologia revolucionária e o importante contributo dado à preparação dos quadros, da nossa militância e dos revolucionários em geral.</p>
<p>O Bureau Político do Comitê Central do Partido levou em conta esta gloriosa data da Pátria para, a partir deste palco, tornar pública a convocatória ao 8º Congresso do Partido Comunista de Cuba, à qual e como conclusão desta honrosa comemoração, vou ler a seguir.<br />
Photo: Granma</p>
<p>Convocatória: «O Congresso da continuidade histórica da Revolução Cubana»</p>
<p>Depois que fosse tornada pública a decisão de realizar o 8º Congresso do Partido, em abril de 2021, um evento extraordinário marcou de maneira crucial a vida da nação. A pandemia de Covid-19 pôs à prova a capacidade e a vontade da Revolução e a coragem do nosso povo para enfrentar qualquer dificuldade, por mais complexa que seja.</p>
<p>Mais uma vez, foi mostrada ao mundo a verdade sobre Cuba, seus valores, sua comprovada vocação humanista, a solidariedade e a justiça social, as que, junto com a capacidade organizacional do país e o desenvolvimento científico alcançado, nos permitiu traduzir em resultados visíveis, nosso compromisso com a vida e o bem-estar de nossos compatriotas e de outros povos, apesar da agressividade constante do Governo dos Estados Unidos.</p>
<p>O capitalismo e seus defensores neoliberais demonstram não ter solução para os problemas cardeais da humanidade. Suas teorias sobre o papel mínimo do Estado e a ampliação do mercado apenas reforçaram sua incapacidade de salvar vidas.</p>
<p>Hoje os cubanos estão imersos na superação dos diversos obstáculos derivados da pandemia, em particular os vinculados à nossa economia, somados a outros que já gravitaram sobre nós. Portanto, o Comitê Central do Partido Comunista de Cuba ratifica com este apelo a decisão de desenvolver o 8º Congresso na data prevista.</p>
<p>O Congresso centrará sua atenção na avaliação e projeção de temas centrais para o presente e futuro da nação, o que incluirá a atualização da Conceituação do Modelo Econômico e Social de Desenvolvimento Socialista de Cuba, os resultados alcançados e a atualização da implementação das Diretrizes da Política Econômica e Social do Partido e da Revolução, bem como os resultados econômico-sociais obtidos do 7º Congresso até o momento. Também analisará o funcionamento do Partido, sua ligação com as massas, sua atividade ideológica e avaliará a situação apresentada pelos quadros políticos do Partido, a União de Jovens Comunistas, as Organizações de Massa e o Governo.</p>
<p>Será um cenário oportuno para a atualização de nossa estratégia de resistência e desenvolvimento.</p>
<p>Significará um estímulo à participação de militantes, revolucionários e patriotas nas soluções que se demandam para enfrentar a aguda crise mundial que nos atinge e continuar as transformações que fortalecem a economia nacional. Para conseguir isso contamos com uma vasta experiência de luta na construção do socialismo como única opção de desenvolvimento e com o exemplo imperecível do Comandante-em-Chefe Fidel Castro Ruz.</p>
<p>Digno herdeiro da confiança depositada pelo povo no seu dirigente, o nosso Partido, único, martiano, fidelista, marxista e leninista, assume uma elevada responsabilidade na preservação da unidade, fator estratégico para a vitória.</p>
<p>Nestes anos, o Governo dos Estados Unidos acentuou sua hostilidade contra Cuba, intensificando o bloqueio econômico, comercial e financeiro genocida e a subversão político-ideológica. Soma-se a isso as consequências da crise econômica global. Diante dessas dificuldades, o povo respondeu com firmeza, disciplina e consciência, o que exige converter isso em maiores contribuições de eficiência e resultados superiores na economia. Isso implica novas maneiras de pensar e agir para alcançar a prosperidade, o resultado de nosso trabalho diário.</p>
<p>Nesse cenário, a implementação das Diretrizes da Política Econômica e Social do Partido e da Revolução enfrenta amplos desafios. Problemas objetivos e subjetivos são enfrentados que influenciam o ritmo de aplicação das políticas e medidas aprovadas.</p>
<p>A situação atual não pode se tornar justificativa que atrase os processos; pelo contrário, impõe a necessidade de impulsionar a atualização do nosso modelo econômico e social para cumprir o que acordamos e eliminar os obstáculos que ainda persistem no desenvolvimento das forças produtivas e na eficiência, matéria definida como o principal problema estratégico pelo general-de-exército Raúl Castro Ruz.</p>
<p>É urgente aumentar a produção de alimentos no país, utilizando todas as reservas internas, o que inclui, tal como no restante dos setores da economia e da sociedade, a pesquisa, a inovação e o desenvolvimento tecnológico, além da sistematização dos resultados.</p>
<p>Os vínculos entre os setores estatais e não estatais da economia devem continuar se desenvolvendo, como parte da estratégia econômica definida. A indústria nacional terá que responder cada vez mais à demanda interna. É preciso acabar com a inércia, a apatia e explorar criativamente todas as potencialidades existentes, estimulando a contribuição de todo o povo, suas ideias e iniciativas.</p>
<p>Devemos avançar na eficiência dos processos de produção e na qualidade dos serviços, bem como na economia de recursos, no aumento das exportações, na substituição das importações e no envolvimento do investimento estrangeiro direto. Nesse esforço, a empresa estatal socialista é chamada a cumprir seu papel principal na economia nacional.</p>
<p>Nosso objetivo é chegar ao 8º Congresso com definições precisas e concretas que fortaleçam e deem continuidade ao programa de governo empreendido, em cumprimento à Estratégia Econômico-Social para impulsionar a economia e enfrentar a crise global provocada pela Covid-19.</p>
<p>A constante prevenção e enfrentamento da corrupção, do crime, da indisciplina social e outras manifestações negativas incompatíveis com as essências do socialismo que estamos construindo, deve ser uma tarefa de todos.</p>
<p>Para atingir este e outros objetivos, devemos continuar fortalecendo o funcionamento do Partido desde as células de base até os níveis mais elevados, com base no caráter exemplar daqueles que atuam em suas fileiras. Ao mesmo tempo, é imprescindível que existam quadros que mantenham em todos os momentos uma atitude revolucionária diante dos problemas, desenvolvam a capacidade de análise na procura de soluções, estimulem o diálogo franco e se caracterizem por uma ética impecável no cotidiano.</p>
<p>O Partido manterá uma atenção prioritária à União dos Jovens Comunistas, aos seus quadros, militantes e às novas gerações, em cuja formação e educação nos valores tem uma responsabilidade especial. Da mesma forma, apoiará as organizações de massa e sociais em suas missões de integração, mobilização e representação de nosso povo, promovendo uma participação superior de seus membros nos processos políticos e socioeconômicos que decidem nosso futuro como nação.</p>
<p>Hoje o trabalho político-ideológico adquire maior importância para enfrentar as tentativas de restauração capitalista e neoliberal. As redes sociais e a Internet se tornaram uma arena permanente de confronto ideológico, onde nossos argumentos também devem prevalecer diante das campanhas inimigas.</p>
<p>Diante da guerra cultural e simbólica que nos é feita, a defesa da identidade e cultura nacionais, bem como o conhecimento da nossa história, reafirmam a nossa soberania e independência. O imperialismo norte-americano não conseguiu cumprir seu objetivo de destruir a Revolução Cubana. Insiste em causar instabilidade no país, legitimar a oposição mercenária e fraturar a unidade dos cubanos, convertida em uma cerca intransponível para garantir a liberdade, a justiça e a democracia socialista que não se negociam.</p>
<p>Ratificamos mais uma vez a importância estratégica de manter a defesa e a segurança nacional do país como uma questão da mais alta prioridade.</p>
<p>Compatriotas:</p>
<p>No 64º aniversário do desembarque do iate Granma, data que transcende por nos mostrar o valor do sacrifício, a confiança no triunfo das ideias que o povo faz e na vontade de vencer, ratificamos que este será o Congresso de Continuidade, expresso na transferência gradual e ordenada das principais responsabilidades do país para as novas gerações, com a certeza de que a Revolução não se limita a quem a conduziu ao triunfo naquele glorioso 1º de janeiro, mas à vontade e ao empenho daqueles que a tornaram sua em todos esses anos e aqueles que continuarão o trabalho.</p>
<p>O 8º Congresso do Partido, que realizaremos de 16 a 19 de abril de 2021, será de todo o povo. Tal como em Girón, 60 anos depois, diante de um império que nunca poderá nos dobrar, e diante das dificuldades presentes e futuras, por mais poderosas que sejam, mais uma vez proclamaremos ao mundo nossa irredutível convicção de vitória.</p>
<p>Comitê Central do Partido Comunista de Cuba</p>
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		<title>O 1º Congresso do Partido Comunista de Cuba</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/12/17/o-1o-congresso-do-partido-comunista-de-cuba/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Dec 2019 23:35:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os Estatutos e a Política de formação, seleção, localização, promoção e superação de quadros foram aprovados, e na ordenação do país foram aprovadas a nova Divisão Político-Administrativa, os órgãos do Poder Popular e a Plataforma Programática. Fidel também destacou o importante papel da política externa de Cuba, baseada na firmeza de princípios e na subordinação das posições cubanas às necessidades internacionais da luta pelo socialismo.
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5748" alt="Fidel Congreso PCC" src="/files/2019/12/Fidel-Congreso-PCC.jpg" width="300" height="254" />Os Estatutos e a Política de formação, seleção, localização, promoção e superação de quadros foram aprovados, e na ordenação do país foram aprovadas a nova Divisão Político-Administrativa, os órgãos do Poder Popular e a Plataforma Programática. Fidel também destacou o importante papel da política externa de Cuba, baseada na firmeza de princípios e na subordinação das posições cubanas às necessidades internacionais da luta pelo socialismo.</p>
<p>No 1º Congresso do PCC, foram amplamente discutidos o desenvolvimento social, educação, cultura, esporte, saúde, pesquisa científica, previdência social, política trabalhista e sistema judicial. Arquivo do Granma</p>
<p>44 anos se passaram, mas parece que foi ontem. O renovado teatro Karl Marx parecia brilhar na multidão de sorrisos de homens e mulheres, porque em poucos minutos o 1º Congresso do Partido Comunista de Cuba começaria. Sentados e com todos os delegados e convidados, a espera foi tensa de emoção, quando uma mola colocou todos em pé no meio de uma ovação fechada, quando os líderes históricos da Revolução entraram, com Fidel Castro na frente, acompanhado por personalidades de vários países</p>
<p>Assim, na manhã de 17 de dezembro de 1975, começou o evento máximo dos comunistas cubanos que, 16 anos após o triunfo das armas rebeldes sobre a ditadura de Fulgencio Batista e dez anos após seu primeiro Comitê Central, significou um passo transcendental na institucionalização da Revolução e sua força motriz encarregada de dirigi-la, como a primeira Constituição aprovada em um referendo nacional consagraria ao Partido em 1976.</p>
<p>Muitas emoções abalaram cerca de 5 mil delegados e convidados até seu fechamento, em 22 de dezembro, em um grande evento na Praça da Revolução, embora talvez uma das maiores tenha sido quando Fidel deu a notícia da morte em combate, como internacionalista em Angola, do comandante Raúl Díaz Argüelles. Alguns dias antes, em 11 de dezembro, em defesa do país irmão africano invadido pelas tropas sul-africanas e em apoio ao Movimento de Libertação de Angola (MPLA) e seu povo, Díaz Argüelles caiu.</p>
<p>O extenso relatório central lido por Fidel, sem os delegados perder a concentração um único minuto, começou com a análise histórica da Revolução como uma continuação das primeiras lutas pela independência e continuou com a revisão do desenvolvimento econômico alcançado em ramos diferentes A análise dos erros cometidos naqueles anos, a projeção do Sistema de Gestão Econômica, a direção planejada para o futuro nos planos quinquenais não poderiam faltar neste Congresso, e foram discutidos o desenvolvimento social, a educação, a cultura, esporte, saúde, pesquisa científica, atenção às crianças, previdência social, política trabalhista e sistema judicial.</p>
<p>Fidel explicou a importância na ordem política, institucional e jurídica da próxima Constituição da República, como base para um exercício superior da legalidade socialista, e destacou o papel no processo de organização social e de massas das Forças Armadas Revolucionários, do Ministério do Interior, da União de Jovens Comunistas e do Partido.</p>
<p>Quanto ao funcionamento do Partido, foram aprovados os Estatutos e a Política de formação, seleção, localização, promoção e superação de quadros, e na ordenação do país a nova Divisão Político-Administrativa, os órgãos do Poder Popular e a Plataforma Programática foram aprovados. Fidel também destacou o importante papel da política externa de Cuba, baseada na firmeza de princípios e na subordinação das posições cubanas às necessidades internacionais da luta pelo socialismo e à libertação nacional dos povos, ao mesmo tempo em que apela à unidade das forças progressistas.</p>
<p>No final desses seis dias, o sentimento compartilhado por aqueles que tinham o privilégio de ser era que havíamos crescido como revolucionários, e que o que correspondeu pelo resto de nossas vidas foi perceber a letra e o espírito do que foi acordado naquele histórico 1º Congresso inesquecível.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba continuará defendendo um futuro sem barreiras</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Dec 2019 16:41:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
O presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, participou do 8º Congresso da Associação Nacional de Cegos (ANCI), realizado no Palácio das Convenções, sob o lema «Pela inclusão, conquistando o futuro sem barreiras». A certeza de que a Revolução Cubana «continuará defendendo e propiciando a incorporação na vida ideológica, econômica e social da nação, sem barreiras«, de todos os seus filhos, foi ratificada por Miguel Díaz-Canel Bermúdez, presidente da República, perante os mais de 200 delegados e participantes do 8º Congresso da Associação Nacional de Cegos (ANCI).]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5689" alt="congreso ANCI" src="/files/2019/12/congreso-ANCI.jpg" width="300" height="252" />O presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, participou do 8º Congresso da Associação Nacional de Cegos (ANCI), realizado no Palácio das Convenções, sob o lema «Pela inclusão, conquistando o futuro sem barreiras». A certeza de que a Revolução Cubana «continuará defendendo e propiciando a incorporação na vida ideológica, econômica e social da nação, sem barreiras«, de todos os seus filhos, foi ratificada por Miguel Díaz-Canel Bermúdez, presidente da República, perante os mais de 200 delegados e participantes do 8º Congresso da Associação Nacional de Cegos (ANCI).</p>
<p>Inaugurada na segunda-feira, 2 de dezembro, no Palácio das Convenções, o encontro — segundo o presidente — «promete um amplo debate, muito emancipatório, que certamente trará grandes contribuições».</p>
<p>Díaz-Canel — destaca o site da Presidência — disse estar entusiasmado por «apreciar o entusiasmo e o compromisso com o qual vocês se manifestam e, acima de tudo, como a presença de Fidel é evidenteۚ, e isso tem muito a ver com o legado que ele deixou no trabalho humanista da Revolução», acrescentou.</p>
<p>O presidente ressaltou que o país precisa do talento daqueles que ali estão reunidos, «que é muito», e enfatizou que, ao falar sobre o conceito de continuidade, estamos levantando a convicção de continuar a defender a participação de todos na construção do socialismo em Cuba. «Continuaremos conquistando do presente um futuro sem barreiras», afirmou.</p>
<p>Precisamente a participação ativa dos deficientes visuais nos processos produtivos do país, centralizou as palavras de Jorge Luis Cala Ledesma, presidente do Conselho Nacional da ANCI, ao deixar abertos os debates do congresso. Posteriormente, entregou ao presidente uma pintura «como uma lembrança deste exército de pessoas agradecidas que nunca falharão na Revolução&#8221;, disse.</p>
<p>Também participaram da conferência o membro do Bureau Político do Partido e vice-presidente do Conselho de Ministros, Roberto Morales Ojeda; Jorge Cuevas Ramos, membro do secretariado do Comitê Central do Partido; Margarita González Fernández, ministra do Trabalho e Previdencia Social, e executivos de outras organizações no país.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Discurso de Miguel Díaz-Canel no encerramento do 10º Congresso da UPEC</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jul 2018 21:56:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Discurso proferido pelo presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, no encerramento do 10º Congresso da União dos Jornalistas de Cuba, no Palácio das Convenções, em 14 de julho de 2018, "Ano 60º da Revolução".]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5112" alt="Canel Congreso UPEC" src="/files/2018/07/Canel-Congreso-UPEC.jpg" width="300" height="243" />Discurso proferido pelo presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, no encerramento do 10º Congresso da União dos Jornalistas de Cuba, no Palácio das Convenções, em 14 de julho de 2018, &#8220;Ano 60º da Revolução&#8221;.</p>
<p>Bem, para começar a cumprir os mandatos do Congresso e apoiar Ronquillo e a nova diretoria, antes de dezembro eu vou estar no Twitter (Aplausos e exclamações)</p>
<p>Companheiros da liderança do Partido, do Estado e o Governo presentes aqui;</p>
<p>Prezados Prêmios Nacionais de Jornalismo;</p>
<p>Caros jornalistas:</p>
<p>Depois de nossas mais recentes turnês por várias províncias e nos dias deste congresso, dois âmbitos que nos permitem compartilhar experiências e meditações com a imprensa nacional, de uma maneira mais próxima, eu entendi melhor por que Fidel pediu em certa ocasião, que o considerassem como mais um de vocês.</p>
<p>Os jornalistas cubanos têm o mérito inegável de ter sustentado a voz da nação nas circunstâncias e nos tempos mais adversos, com admirável lealdade, alto senso de responsabilidade, talento, inteligência e entusiasmo contagiante, que sempre gera propostas interessantes.</p>
<p>Não se pode esperar menos daqueles que se orgulham de pertencer a uma agremiação enobrecida desde suas origens por intelectuais como José Martí, Fidel Castro e os líderes mais brilhantes da Revolução, desde 1868 até os dias de hoje.</p>
<p>Hoje, após longos e cansativos anos sob o cerco simultâneo das mais severas deficiências materiais e as inaceitáveis ​​incompreensões de algumas das nossas próprias fontes, é legítimo reconhecer que a maioria de vocês teve que lutar muito para exercer com dignidade uma profissão que exige não só talento e esforço, mas também ideais muito elevados para rejeitar, em meio a grandes sacrifícios econômicos, as ofertas de pagamentos relativamente «generosos» que a lucrativa indústria das campanhas contra Cuba, de maneira oportunista e cínica, põe à disposição daqueles que têm preço ou acreditam ingenuamente no falso discurso libertário dos apologistas do mercado.</p>
<p>Poderíamos dizer que nunca foi tão desafiador o panorama da mídia nunca, mas seríamos injustos com a história de uma Revolução que não conheceu uma trégua em seu árduo esforço para conquistar toda a justiça e que, desde o primeiro dia, como faz lembrar a frase de Fidel que presidiu o Congresso, entendeu o papel central do jornalismo na defesa da fortaleza sitiada.</p>
<p>Como imaginar sem a inúmera imprensa clandestina e guerrilheira ou sem a Radio Rebelde o rápido avanço do Exército Rebelde? O que teria acontecido com a recém-nascida Revolução sem a brilhante «Operação Verdade»? Acaso não foi vencida a guerra da mídia que roubou o nome do Apóstolo, transmitindo a partir de um avião, com tecnologias e novos projetos jornalísticos que revolucionaram o rádio e a televisão na época e ainda hoje?</p>
<p>Graças ao entendimento de que sua verdade precisa do jornalismo, Cuba foi capaz de construir um sistema de mídia pública cuja principal força são vocês, os jornalistas, mais eficazes e mais autênticos, originais e criativos ao dizer à nação e ao mundo a verdade que «está precisando de vocês».</p>
<p>O que podemos dizer agora é que, embora a revolução das TICs, a era da Internet e a tirania das empresas envolvidas no negócio de comunicações nos apresentem desafios cada vez mais fortes em nossa condição de economia subdesenvolvida, o país não se submeteu às regras de seu adversário nem abriu mão da soberania em nome da rápida modernidade.</p>
<p>E que, ainda que uma chuva de tentativas queira devolver-nos ao passado de sensacionalismo e imprensa privada, sob novas máscaras, nem a mídia pública cubana nem seus jornalistas estão à venda.</p>
<p>Eu não acuso injustamente. Eu aponto para a guerra aberta que está sendo travada contra nós e que, sob o guarda-chuva de tempos melhores nas relações sempre frágeis com o vizinho poderoso que nos despreza, tem aumentado no ataque contra aquilo que nos une — o Partido — e aquilo nos defende — nossa imprensa — desqualificando ambos continuamente e tentando fraturar e separar o que vem de uma mesma raiz e cresce no mesmo tronco.</p>
<p>Díaz-Canel cumprimenta Ricardo Ronquillo Bello, recém-eleito presidente da União dos Jornalistas de Cuba. Photo: Endrys Correa Vaillant<br />
Aludindo ao tipo de missão que estes órgãos da mídia tentam cumprir, com uma surpreendente articulação que desmente sua suposta liberdade, MH Lagarde, desenhou com ironia mas sem eufemismos, a nova classe de líderes que nos é vendida, a partir desses espaços. Eu recomendo a leitura completa de «Os novos revolucionários», acerca dos quais Lagarde afirma:</p>
<p>«&#8230;Os novos revolucionários juram e perjuram que não são assalariados do pensamento oficial, mas aceitam bolsas de estudos em universidades dos Estados Unidos ou recebem cursos de jornalismo na Holanda, onde certamente os ensinam a defender o socialismo em Cuba». Devemos supor que tais cursos e bolsas de estudo são gratuitos.</p>
<p>«Os novos revolucionários pedem desobediência quando a união é mais necessária. Para eles, especialistas também em política, nada tem a ver com Cuba a perseguição «judiciária» dos líderes esquerdistas na América Latina, as tentativas de golpes suaves e invasões na Venezuela e na Nicarágua.</p>
<p>«Os novos revolucionários são democráticos e respeitosos das opiniões contrárias, de modo que aqueles que não compartilham suas posições são: submissos, cordeiros, obedientes, medíocres, talibãs, khmer vermelhos, stalinistas, pró-governo e repressores».</p>
<p>«A principal missão, portanto, dos novos revolucionários é a de dividir algo que, sem dúvida, às vezes eles conseguem».</p>
<p>O texto de Lagarde é um pouco mais extenso, mas estas ideias são suficientes, porque definem o desafio mais urgente desta época, nesta parte do mundo.</p>
<p>Sei que os documentos teóricos e os debates do Congresso, sem ignorar, esquecer ou rejeitar as urgências internas, que no final também são estratégicas, apontaram para a centralidade daquela batalha que nunca cessará, entre a lógica do capital, egoísta e excludente e nossa lógica socialista e martiana, fidelista, solidária e generosa.</p>
<p>Porque, embora nos queiram vender outra versão dos fatos, a realidade teimosa está muito à vista, descarregando suas consequências naqueles que acreditavam que o lobo era uma ovelha.</p>
<p>É ou não é, desde os idos de Shakespeare.</p>
<p>É claro que o Congresso tem sido muito mais do que esse debate central e estamos felizes. Em primeiro lugar, vale a pena celebrar que chegamos a esta décima edição com a Política de Comunicação Social, documento que define, finalmente, como um direito do cidadão e como bem público, o acesso à informação, comunicação e conhecimento; que dá a mais alta autoridade aos executivos da imprensa; que corta a sociedade e estabelece obrigações neste sentido para as instituições, organismos, autoridades; que defende os valores e símbolos da nação e ordena o respeito pela diversidade que somos. Que declara a comunicação como um recurso estratégico da administração estatal e governamental e define a natureza pública dos serviços de radiodifusão e comunicação e reconhece apenas dois tipos de propriedade para os meios de comunicação de massa: o estado e as mídias sociais.</p>
<p>A União dos Jornalistas (UPEC) e a Faculdade de Comunicação da Universidade de Havana têm sido parte ativa da elaboração da política e do seu ajuste e adaptação aos tempos atuais. Praticamente toda a agremiação participou de discussões fundamentais para sua posterior aplicação. Há um entusiasmo no Congresso pelas portas que se abrem para as preocupações históricas e recentes do setor, como os sistemas de gestão que conferem maior autonomia à mídia e seu fortalecimento, ordenamento, renovação tecnológica. Entendo que estejam raivosos aqueles que não foram convidados para a análise, porque não fazem parte da UPEC, nem da sociedade cubana que ganhou com sacrifício e esforço o direito exclusivo de discutir como projetar o futuro.</p>
<p>E, claro, não estamos surpresos que eles tenham começado a lançar rios de intrigas contra o Partido e o sistema da mídia do país, os assalariados do pensamento único mundial, em sua versão crioula ou estrangeira. O que eles esperavam? O que sugerem? Darmos, por exemplo, nossas agências de notícias às armas do mercado e jogar seus jornalistas para as ruas? Pois não. Nossa Telam não será sangrada. O Fundo Monetário Internacional (FMI) não manda em Cuba.</p>
<p>Pelas notícias que recebi desde os primeiros dias do Congresso, este foi um evento de sucesso, com economia de relatórios e abordagens sólidas e contributivas, a partir da experiência nas bases da organização nos órgãos da mídia e na academia. Acho que isso é porque a UPEC não parou de trabalhar nesses anos, nem mesmo nos mais desconcertantes e duros, quando perderam seu líder natural e formal, o irmão Moltó, como eu sei que eles gostam de chamar, pelo espírito de camaradagem que ele deixou como um estilo de trabalho e sua relação especial com as bases, em qualquer nível.</p>
<p>Sua brilhante definição do que é a UPEC, sua batalha para atrair jovens a qualquer que seja a luta de Cuba e sua capacidade de promover, inclusive o impulso para a informatização, o uso das redes sociais e o uso intenso das contribuições da Faculdade, deixa uma rota marcada pela qual hoje começará a andar uma comissão nacional renovada, sem quebrar a continuidade.</p>
<p>Os resumos das comissões serão uma ferramenta de trabalho útil para assumir os novos espaços da mídia, sem medos, criativamente à ofensiva, superando as vantagens tecnológicas das plataformas colonizadoras com o talento e criatividade que nossa natureza batalhadora nos deu e a herança cultural e política que Fidel nos deixou, que Raúl e seus companheiros da geração histórica continuam nos dando.</p>
<p>Não esqueço as exigências mais fortes que vocês nos fizeram: o salário, insuficiente e ancorado em velhas resoluções que devem ser descartadas; a precária situação material dos meios de comunicação e dos jornalistas, assunto no qual a luz já começa a aparecer no fim do túnel de nossa eterna escassez, pelo menos nas províncias, onde as necessidades dos jornalistas e de suas mídias foram levadas em conta no emprego de 1% da contribuição territorial (renda local).</p>
<p>Ninguém está melhor preparado do que vocês para entender que o que está pendente é muito mais do que a necessidade de uma agremiação. É a necessidade de um povo, nobre e trabalhador, cujas histórias humanas, heróicas e comoventes ainda não foram totalmente contadas. Como está por se parecer mais ao país que somos, o país que nossa mídia mostra. Podem faltar recursos materiais, mas não pode faltar o recurso moral e a ética revolucionária, essa com que vocês contribuem diariamente, aquela que Víctor Joaquín e Aroldo defendem.</p>
<p>Por termos defendido esses valores, somos Cuba!</p>
<p>Como pedi que me considerassem mais um de vocês, também sinto uma grande responsabilidade na grande tarefa que temos pela frente vocês e nós, o Partido, o Estado e o Governo, para resolver nossas numerosas dívidas com a história passada e recente, que é, ao mesmo tempo, com o futuro.</p>
<p>Sim, a verdade precisa de vocês. E a Revolução, tal como José Martí e Fidel nos ensinaram, é essa verdade maior que nós mesmos.</p>
<p>Estaremos nos vendo no caminho rumo àquele horizonte que nos devemos.</p>
<p>Muito obrigado (Ovação).</p>
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		<title>Princípios</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jul 2018 21:35:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[NÓS não estamos seguros. Em um mundo globalizado, cada vez mais interligado, com tendência ao neoliberalismo e no coração de uma onda da direita nas Américas, a juventude é o alvo nas tentativas de desestabilizar Cuba, estratégia utilizada hoje mais forte do que nunca.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5106" alt="FEU Congreso" src="/files/2018/07/FEU-Congreso.jpg" width="300" height="252" />NÓS não estamos seguros. Em um mundo globalizado, cada vez mais interligado, com tendência ao neoliberalismo e no coração de uma onda da direita nas Américas, a juventude é o alvo nas tentativas de desestabilizar Cuba, estratégia utilizada hoje mais forte do que nunca.</p>
<p>«Em um mundo assim, os princípios são os que nos podem salvar», insistiram os jovens no 9º Congresso da Federação dos Estudantes Universitários, que acaba de concluir em Havana, e que entre as principais questões discutidas foi a subversão político-ideológica, um conceito que é atualizado como guerra de símbolos, não convencionais, de quarta geração.</p>
<p>São outros nomes para o mesmo fenômeno: tentativa desesperada de converter, principalmente a novas gerações, em sujeitos sem história, sem interesses políticos, que desprezem ou suplantem sua cultura. Acima de tudo, que esqueçam que a Revolução foi um fato realizado pelos jovens.</p>
<p>Não é por acaso que os delegados do Congresso se lembram de Fidel, cujo exemplo significa rebelião permanente contra o mundo do capitalismo; uma rebelião consciente, organizada, destinada a destruir a sociedade de dominação e que está encaminhada à construção da libertação, que os jovens sejam capazes de melhorar a si mesmos e ao mundo, e que o projeto seja tão ambicioso que resulte viável.</p>
<p>O Congresso também recordou o «delicioso despotismo», como chamou o jornalista espanhol Ignacio Ramonet ao controle das mentes através da indústria cultural norte-americana, uma pseudocultura que tenta moldar a opinião pública, os gostos e as preferências, sentimentos, educação, promoção, a divulgação de notícias.</p>
<p>A subversão voltada para os jovens em Cuba tem uma referência particular, com a abertura, em 2015, do World Learning, um programa de verão para jovens cubanos organizado nos Estados Unidos com o objetivo de transformá-los em «líderes» de uma mudança política na Ilha.</p>
<p>Alejandro Sanchez, ex-bolsista da World Learning e estudante na Universidade de Havana, explicou durante o Congresso como, uma vez nos Estados Unidos, os coordenadores do programa não se esconderam para afirmar que jovens cubanos eram um investimento e salientaram a necessidade de ter sucesso na aplicação em Cuba dos projetos que lhes foram ensinados.</p>
<p>«Esse engano não nos pode cegar», disse o garoto, que viveu essa experiência. Fortalecer a preparação nas salas de aula, manter e defender nossos valores e idiossincrasia devem ser as prioridades de todos. Vamos segurar-nos em nossos princípios.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Debatem em Cuba sobre desafios globais da juventude</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2018 19:05:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O III Congresso Internacional de Pesquisadores sobre a Juventude celebra hoje nesta capital seu terceiro dia de debates centrados nos principais desafios face ao desenvolvimento sócioeconômico dos jovens mundialmente.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4918" alt="cuba-juventud-congreso" src="/files/2018/03/cuba-juventud-congreso.jpg" width="300" height="251" />O III Congresso Internacional de Pesquisadores sobre a Juventude celebra hoje nesta capital seu terceiro dia de debates centrados nos principais desafios face ao desenvolvimento sócioeconômico dos jovens mundialmente.</p>
<p>Processos educativos e formação de valores; cultura, identidade e recreação; violência juvenil e construção de paz em processos de conflitos; o mundo trabalhista, representações midiáticas e sua relação com as novas tecnologias, são vários dos simposios que têm lugar na continuação do foro instalado na segunda-feira no Palácio de Convenções.</p>
<p>&#8216;Existem muitos fenômenos que atualmente espreitam à juventude, como a discriminação racial e sexual, aos usuário de drogas, a violência, que fazem parte da realidade latinoamericana&#8217;, disse à Prensa Latina Ricmar Gutiérrez, Presidente Nacional das Brigadas Técnicas Juvenis.</p>
<p>Gutiérrez explicou que ainda que com uma realidade diferente, Cuba possui muitos desafios em matéria de juventude, o que inclui o desenvolvimento das novas gerações no ramo profissional e a formação de valores dentro de uma sociedade adaptada ao contexto atual.</p>
<p>Com a participação de mais de 300 delegados de uma vinte países, o congresso tem como objetivo propiciar um espaço para o debate teórico-metodológico a respeito dos estudos relacionados com as populações jovens e estruturar relações permanentes de intercâmbio entre pesquisadores e instituições dedicadas ao trabalho com esse setor.</p>
<p><strong>(Prensa Latina) </strong></p>
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		<title>Raúl recebeu delegação do Congresso dos Estados Unidos</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Feb 2018 17:40:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, recebeu na tarde da terça-feira, 21 de fevereiro, uma delegação do Congresso dos Estados Unidos, liderada pelos senadores Patrick Leahy, democrata de Vermont, e Thad Cochran, republicano do Mississippi.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4783" alt="Raul miembros congreso usa" src="/files/2018/02/Raul-miembros-congreso-usa.jpg" width="300" height="250" />O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, recebeu na tarde da terça-feira, 21 de fevereiro, uma delegação do Congresso dos Estados Unidos, liderada pelos senadores Patrick Leahy, democrata de Vermont, e Thad Cochran, republicano do Mississippi, e integrada, ainda, pelos senadores democratas Thomas Udall, do Novo México, e Michael Bennett, de Colorado, os representantes democratas James McGovern e Seth Moulton, ambos de Massachusetts, bem como o Encarregado de Negocios a.i. dos Estados Unidos em Cuba, Jeffrey DeLaurentis.</p>
<p>Durante o encontro conversaram sobre temas de interesse para ambos os países.</p>
<p>Pela parte cubana participaram o ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla; o ministro do Comércio Exterior e do Investimento Estrangeiro, Rodrigo Malmierca Díaz, e a diretora-geral para os Estados Unidos, do Ministério das Relações Exteriores, Josefina Vidal Ferreiro,</p>
<p>Previamente, a delegação do Congresso tinha sido recebida pelos ministros Rodríguez Parrilla e Malmierca Díaz, bem como pelo titular da Agricultura, Gustavo Rodríguez Rollero.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Uma universidad comprometida com a sua nação</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Feb 2018 17:17:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O avanço da Agenda 2030 de desenvolvimento sustentável aparece no âmbito mundial como um imperativo que tenta contestar o modelo atual de desenvolvimento, que é insustentável, excludente e predador, o qual dependerá, ineludivelmente, de mobilizar o potencial humano, as capacidades científicas e tecnológicas e os valores humanistas que pode promover a educação superior.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4749" alt="Universidad 2018" src="/files/2018/02/Universidad-2018.jpg" width="300" height="242" />O avanço da Agenda 2030 de desenvolvimento sustentável aparece no âmbito mundial como um imperativo que tenta contestar o modelo atual de desenvolvimento, que é insustentável, excludente e predador, o qual dependerá, ineludivelmente, de mobilizar o potencial humano, as capacidades científicas e tecnológicas e os valores humanistas que pode promover a educação superior.</p>
<p>Cuba pode gabar-se das suas universidades comprometidas com os destinos da nação. Foto: Ariel Cecilio Lemus<br />
«Esse é um desafio que Cuba assume», segundo expressou o ministro da Educação Superior, José Ramón Saborido Loidi, na conferencia que deixou inaugurado, em 12 de fevereiro, o Congresso Universidade 2018, no teatro Karl Marx, e o faz a partir da experiência de ter formado quase um milhão e meio de profissionais, desde 1959, e de contar com 12% de sua população nom nível universitário.</p>
<p>No ato, no qual marcou presença o primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros e membro do Bureau Político, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, o titular desse setor expressou que o modelo de universidade que construiu a Ilha maior das Antilhas a define como humanista, moderna, científica, tecnológica e inovadora, integrada à sociedade, comprometida com a construção da nação.</p>
<p>Isso pode ser percebido, para pôr apenas um exemplo, na participação de professores e pesquisadores universitários na atualização do modelo econômico e social cubano e nas transformações que experimenta a própria educação superior. «Trata-se, disse o ministro, de continuar melhorando a pertinência e qualidade de um sistema totalmente gratuito.</p>
<p>Saborido Loidi definiu alguns desafios do ensino na região, entre eles a necessidade de uma universidade comprometida com a sociedade, ter conseguido que a educação seja um bem público e direito humano universal, a qualidade da formação de professores, maior aproveitamento das tecnologias da informação e as comunicações e a batalha contra a mercantilização do ensino superior.</p>
<p>Passados 20 anos de ter sido celebrado o primeiro congresso Universidade e quando se completa o centenário da Reforma de Córdoba, o evento que terá lugar no Palácio das Convenções, até 16 de fevereiro, reúne mais de dois mil participantes de 60 países e pretende converter-se em espaço aberto para o diálogo, segundo expressou seu secretário executivo, Omar Herrera.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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