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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Comida</title>
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		<title>Valdés Mesa em Pinar del Río: O município deve fazer valer sua autonomia</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2021 21:41:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O município deve usar as regras e fazer valer a autonomia que o país lhe deu para se desenvolver. Assim manifestou o vice-presidente da República, Salvador Valdés Mesa, durante uma reunião de trabalho nesta província para avaliar o andamento do programa de autossuficiência territorial. «Precisamos que os municípios sejam fortes, robustos e também sustentáveis», disse, após lembrar que todos os planos de produção são executados nos territórios.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6287" alt="Cuba siembra alimentos" src="/files/2021/02/Cuba-siembra-alimentos.jpg" width="300" height="248" />O município deve usar as regras e fazer valer a autonomia que o país lhe deu para se desenvolver.</p>
<p>Assim manifestou o vice-presidente da República, Salvador Valdés Mesa, durante uma reunião de trabalho nesta província para avaliar o andamento do programa de autossuficiência territorial.</p>
<p>«Precisamos que os municípios sejam fortes, robustos e também sustentáveis», disse, após lembrar que todos os planos de produção são executados nos territórios.</p>
<p>O líder afirmou que nosso país é eminentemente agrícola e que a produção de alimentos é uma questão de segurança nacional.</p>
<p>«Portanto, o programa de autossuficiência está diretamente ligado à estratégia de desenvolvimento dos territórios».</p>
<p>Nesse sentido, destacou que é preciso colocar em operação milhares de hectares que ainda estão ociosos e de forma eficiente.</p>
<p>Em troca com as principais autoridades desse território em nível provincial e municipal, e os diretores e especialistas do sistema agrícola, o vice-presidente cubano advertiu que cada município deve ser muito claro sobre as colheitas que tem no campo, as que faltam para atender a demanda de sua população e dos produtores que vão plantá-las.</p>
<p>Também destacou a necessidade de fomentar as pequenas indústrias, para aproveitar o que se colhe, principalmente no frio, e preservar os alimentos para a época do ano em que o clima é menos favorável.</p>
<p>Quanto a Pinar del Río, Valdés Mesa elogiou o esforço que tem sido feito para superar os efeitos causados ​​pelos fenômenos meteorológicos que atingiram a província no segundo semestre de 2020. «Aqui temos trabalhado muito pela recuperação e isso constitui um estímulo para seguir em frente», disse.</p>
<p>Valdés Mesa apurou que no final de Janeiro, em Pinar del Rio 85% dos 42.000 hectares correspondentes à estação fria tinham sido plantados e que em geral o estado vegetativo das culturas é favorável.</p>
<p>Dadas as limitações de recursos que a agricultura sofre hoje, devido à intensificação do bloqueio e aos efeitos da pandemia da Covid-19 em nossa economia, indicou que as plantações deveriam ser aumentadas, para neutralizar os baixos rendimentos agrícolas.</p>
<p>«Temos que repor esse déficit de insumos, crescendo em mais áreas», disse. No país, isso exigiria aumentar entre 30 mil e 40 mil hectares, para obter as 150 mil toneladas de alimentos que devemos produzir mensalmente, explicou.</p>
<p>«Como não temos limitações com a terra, temos que expandir, crescer horizontalmente, eliminar a jurema, colocar novas áreas para produzir. Aí está a solução», acrescentou.</p>
<p>O vice-presidente cubano reconheceu que na agricultura os riscos são muitos, porque é uma atividade exposta às intempéries. No entanto, afirmou que não deve faltar dedicação ao trabalho entre homens e mulheres vinculados a este importante setor.<br />
<strong><br />
(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>O valor da segurança alimentar</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 17:18:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Dificilmente alguém tenha conseguido definir com maior eloquência o valor que tem para Cuba a segurança alimentar do que o general-de-exército Raúl Castro Ruz, quando afirmou que o feijões eram tão importantes quanto os canhões. Apenas oito palavras lhe bastaram para resumir um conceito como o autofornecimento e enunciar a necessidade de lançar mão de todas as alternativas para fazer produzir a terra. Dessa maneira, ele nos advertia dessa outra guerra que a Ilha devia travar para continuar sendo soberana.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5919" alt="produccion alimentos" src="/files/2020/07/produccion-alimentos.jpg" width="300" height="253" />Dificilmente alguém tenha conseguido definir com maior eloquência o valor que tem para Cuba a segurança alimentar do que o general-de-exército Raúl Castro Ruz, quando afirmou que o feijões eram tão importantes quanto os canhões.</p>
<p>Apenas oito palavras lhe bastaram para resumir um conceito como o autofornecimento e enunciar a necessidade de lançar mão de todas as alternativas para fazer produzir a terra. Dessa maneira, ele nos advertia dessa outra guerra que a Ilha devia travar para continuar sendo soberana.</p>
<p>Não podemos esquecer o alerta de Raúl nestes tempos da pandemia. A crise sanitária de alcance mundial e seus efeitos sobre a economia deram uma nova dimensão à produção de alimentos.</p>
<p>O presidente da República, Miguel Díaz-Canel destacou essa questão várias vezes, quando insistiu em incrementar as produções, fomentar as ligações produtivas, substituir importações e, inclusive exportar.</p>
<p>Sob o proposito de ajudar a procurar soluções regionais que contribuam para a segurança alimentar, Cuba participou da 2ª reunião virtual de ministros e secretários da Agricultura, pesca, pecuária, alimentação e desenvolvimento rural das Américas.</p>
<p>Convocado pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e o Instituto Interamericano de cooperação para a Agricultura, o evento concluiu com o compromisso das nações participantes de fortalecer a produção agroalimentar, devido ao papel estratégico desse setor para a reativação econômica. Além disso, os participantes coincidiram na importância de fortalecer as medidas que protejam a saúde das pessoas e a sanidade agropecuária.</p>
<p>Igualmente, expressaram a vontade de fomentar a cooperação técnica internacional, para complementar esforços na inovação, a inclusão e a sustentabilidade agrícola e rural.</p>
<p>Apesar de que na região existem grandes produtores de alimentos, a FAO adverte que também há grandes desigualdades. Por exemplo, há mais de cem milhões de pessoas que não tem acesso a uma dieta sadia e cerca de 48 milhões tem fome.<br />
<strong><br />
(Source: Granma)</strong></p>
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		<title>A péssima nutrição ameaça o mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2018 23:21:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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		<description><![CDATA[NESTE mundo de paradoxos, ao passo que a fome domina de um lado, sua pior antítese progride pelo outro. E de ambos os flagelos nasce uma preocupante conclusão: a humanidade se enfrenta a uma situação nutricional grave.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4886" alt="Alimentos" src="/files/2018/03/Alimentos.jpg" width="300" height="231" />NESTE mundo de paradoxos, ao passo que a fome domina de um lado, sua pior antítese progride pelo outro. E de ambos os flagelos nasce uma preocupante conclusão: a humanidade se enfrenta a uma situação nutricional grave.</p>
<p>«Cerca de dois bilhões de pessoas carecem de micronutrientes chaves, como ferro e vitamina A; 52 milhões de crianças padecem emaciação (perda involuntária que ultrapassa 10% do peso corporal)… Em 88% dos países existe uma carga pesada, que se percebe através de duas ou três formas de desnutrição (atraso do crescimento na infância, anemia nas mulheres na idade reprodutiva ou sobrepeso nas mulheres adultas), e os progressos respeito às metas mundiais de nutrição evoluem devagar», assinalou o relatório sobre a Nutrição Mundial, de 2017.</p>
<p>Se os dados não fossem totalmente claros, basta saber que no mundo uma em cada três pessoas é desnutrida.</p>
<p>A obesidade mata, anualmente, tantas pessoas quanto a fome, pois mais de 2,6 milhões destas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), morrem devido à epidemia; definida como o excesso de gordura corporal, devido a um desequilíbrio energético ocasionado por uma alta ingestão de energia superposta, com baixas despesas.</p>
<p>A representante do Programa Mundial de Alimentos em Cuba, Laura Melo, PMA — agência que comemora seus 55 anos de cooperação com nosso país — disse ao semanário Granma Internacional que, segundo o relatório, Cuba se coloca entre as nações de maior acesso a cobertura e execução para fortalecer a nutrição materna e infantil. «É conhecido, não obstante, que a anemia por carência de ferro, o sobrepeso e a obesidade são preocupações e prioridades na agenda do Estado».</p>
<p>«Este tema tem muito a ver com os hábitos alimentares, por isso a importância da educação nutricional, o tipo de alimentos que consumimos, não se trata só de acesso aos alimentos, mas também de diversificar nosso regime».</p>
<p>O que preferem comer as pessoas? Um simples olhar tira as dúvidas do perigo que representam os alimentos processados, que geraram a epidemia mundial da obesidade. Disso se encontram suficientes indicadores em Cuba, caso levarmos em conta que, segundo os resultados da 3ª Sondagem Nacional de Fatores de Risco, realizada em 2010, ultrapassa-se 40,4 % na população cubana maior de 15 anos que não faz atividade física suficiente, e a obesidade em sua forma, que inclui sobrepeso, representa 43,8 %, com os hábitos não saudáveis de alimentação entre suas condicionantes.</p>
<p>AÇÚCAR NO REGIME: PÉSSIMA COMPANHIA</p>
<p>«O consumo elevado de açúcar é associado a diversas patologias, como o sobrepeso, a obesidade, as alterações hepáticas, as desordens do comportamento, a diabetes, hiperlipemia, doenças cardiovasculares, vários tipos de câncer e cáries dentais, entre outras doenças», alerta, por seu lado, o Boletim Bibliográfico da Biblioteca Nacional de Saúde, em seu 10º número, no volume de 24 de outubro de 2017.</p>
<p>«No texto, a OMS alega que a ingestão de açúcar livre, entre eles os conteúdos em produtos como as bebidas adoçadas, constitui atualmente um dos principais fatores que dá pé a um incremento da obesidade e a diabetes no mundo», expressa.</p>
<p>Nesse sentido, vale esclarecer que as fontes principais de açúcar adicionado — aquele que os fabricantes acrescentam nos alimentos ou bebidas, durante seu processo ou preparação — incluem refrigerantes, gasosas, bolos, bolachas, sucos de fruta açucarados, doces à base de lacticínios, chocolates e outros produtos.</p>
<p>«A OMS recomenda para adultos e crianças diminuir o consumo de açúcar livre, para menos de 10% da ingestão calórica total, se bem que para obter maiores benefícios se recomenda idealmente diminuir seu consumo abaixo de 5% da ingestão calórica total, isso proporcionaria benefícios adicionais à saúde», acrescenta a publicação.</p>
<p>Igualmente, sublinha, a Organização Pan-americana da Saúde (OPAS) apela a adotar medidas, como a restrição do comércio de produtos alimentares e bebidas processadas para as crianças, o incremento dos custos destes alimentos mediante impostos, o aumento da produção e acesso a alimentos frescos saudáveis, bem como a formulação de novas diretrizes para os programas alimentares escolares e pré-escolares.</p>
<p>«Nos hábitos e atitudes dietéticas do cubano se conta o consumo em excesso de alimentos ricos em açúcar refinado e reiteradamente misturado com gorduras», assinalou o texto.</p>
<p>Segundo estudos realizados em nosso país, entre os fatores de risco mais importantes para o aparecimento da diabetes se encontra o sedentarismo e a obesidade, referido anteriormente por especialistas em nossa página `Tudo Saúde´. A 3ª Sondagem Nacional de Fatores de Risco de 2010, determinou que se atingia 61% no país quanto à prevalência de diabéticos conhecidos; no entanto, segundo dados de 2015 padece diabetes 5,7 % da população, mostrando que ainda existe um subregistro da doença e um grupo de pessoas que não sabe que são diabéticas.</p>
<p>Igualmente, as estatísticas sanitárias oficiais mostram que mais 25% da população maior de 14 anos é hipertensa conhecida, e se estima que depois dos 50 anos, cerca de 50% pode padecer isso.</p>
<p>O fator comum de todas estas doenças: o regime. Ocupar-se de prevenir a partir das idades mais precoces, incentivar os estilos de vida sadios e a prática do exercício físico, bem como políticas públicas que tornem visíveis estes elementos, é o modo mais efetivo de enfrentar esta epidemia crescente.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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