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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Colaboração</title>
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		<title>Presidente Díaz-Canel teve reunião com a vice-presidenta executiva da Venezuela</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2021 17:20:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A ocasião também foi propícia para intercambiar aspectos de caráter bilateral e multilateral, incluindo o andamento dos laços de colaboração, bem como a atual conjuntura política regional e internacional, temperada pelos efeitos da Covid-19 para nossos povos. O presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, se reuniu na terça-feira, 9 de março, com a vice-presidenta executiva da República Bolivariana da Venezuela, companheira Delcy Rodríguez Gómez, que preside a delegação de seu país à 21a Comissão Intergovernamental Venezuela-Cuba.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6364" alt="Cuba Venezuela" src="/files/2021/03/Cuba-Venezuela.jpg" width="300" height="249" />A ocasião também foi propícia para intercambiar aspectos de caráter bilateral e multilateral, incluindo o andamento dos laços de colaboração, bem como a atual conjuntura política regional e internacional, temperada pelos efeitos da Covid-19 para nossos povos.</p>
<p>O presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, se reuniu na terça-feira, 9 de março, com a vice-presidenta executiva da República Bolivariana da Venezuela, companheira Delcy Rodríguez Gómez, que preside a delegação de seu país à 21a Comissão Intergovernamental Venezuela-Cuba.</p>
<p>Durante o encontro fraterno, o presidente ratificou o compromisso de Cuba de solidariedade com a nação venezuelana, bem como a vontade de continuar melhorando a cooperação bilateral. Díaz-Canel rejeitou veementemente as medidas coercitivas e unilaterais dos Estados Unidos e seus aliados contra a Pátria de Simón Bolívar e Hugo Chávez.</p>
<p>A vice-presidenta venezuelana reiterou seu repúdio ao acirramento do bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba.</p>
<p>A ocasião também foi propícia para intercambiar aspectos de caráter bilateral e multilateral, incluindo o andamento dos laços de colaboração, bem como a atual conjuntura política regional e internacional, matizada pelos efeitos da Covid-19 para nossos povos.</p>
<p>Acompanharam a vice-presidenta venezuelana, Gabriela Jiménez, ministra do Poder Popular para a Ciência e Tecnologia; Wilmar Castro Soteldo, ministro do Poder Popular para a Agricultura Produtiva e Terras; e Adán Chávez Frías, embaixador em nosso país.</p>
<p>Por Cuba, o primeiro-ministro Manuel Marrero Cruz; o vice-primeiro-ministro, Ricardo Cabrisas Ruiz; o ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla; e os ministros do Comércio Exterior e o Investimento Estrangeiro e de Energia e Minas, Rodrigo Malmierca Díaz e Liván Arronte Cruz, respectivamente; e o embaixador cubano na Venezuela, Dagoberto Rodríguez Barrera.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba e Venezuela assinam acordo bilateral para produção de alimentos</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2021 17:16:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O acordo foi finalizado na 21a sessão da Comissão Intergovernamental do Acordo Integral de Cooperação Cuba-Venezuela, presidida pelo primeiro vice-ministro da Ilha maior das Antilhas, Ricardo Cabrisas Ruiz, e pela vice-presidenta executiva da República Bolivariana, Delcy Rodríguez Gómez, que avaliou o desafios e desafios da colaboração ao longo de 2021 e do andamento dos projetos em execução, marcados pela conjuntura política e pelos desafios que a Covid-19 tem imposto.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6362" alt="Venezuela Cuba" src="/files/2021/03/Venezuela-Cuba.jpg" width="300" height="250" />Os ministérios da Agricultura de Cuba e da Venezuela assinaram em 9 de março, em Havana, um acordo para promover o desenvolvimento bilateral na produção de alimentos a partir da cooperação nas áreas de pecuária, piscicultura, obtenção de cereais, leguminosas, tubérculos e plantio de proteínas e forrageiras.</p>
<p>O acordo foi finalizado na 21a sessão da Comissão Intergovernamental do Acordo Integral de Cooperação Cuba-Venezuela, presidida pelo primeiro vice-ministro da Ilha maior das Antilhas, Ricardo Cabrisas Ruiz, e pela vice-presidenta executiva da República Bolivariana, Delcy Rodríguez Gómez, que avaliou o desafios e desafios da colaboração ao longo de 2021 e do andamento dos projetos em execução, marcados pela conjuntura política e pelos desafios que a Covid-19 tem imposto.</p>
<p>Também foi assinado um projeto de cooperação para a expansão e uso integral de moringa, thitonia, amoreira e outras culturas de pastagens na Venezuela, que tem como fim o intercâmbio de conhecimentos e a produção em áreas de manejo agronômico e transformação agroindustrial para geração de ração animal.</p>
<p>Cabrisas Ruiz explicou que o plano de cooperação anual aprovado quer melhorar setores-chave como a Saúde — com esforços conjuntos para mitigar os efeitos da pandemia e empreender ações para o desenvolvimento e aplicação de vacinas candidatas cubanas — e fortalecer os laços nas atividades associadas à energia, transporte, educação, cultura e esportes.</p>
<p>Tais projetos, transcendeu, servirão de base para a elaboração do Plano de Resistência e Desenvolvimento 2030 (Redes), resultado da conjunção do Plano Nacional de Desenvolvimento Econômico até 2030, da Ilha maior das Antilhas, e o Plano da Pátria. até 2025, da nação sul-americana.</p>
<p>A vice-presidenta venezuelana destacou a resistência dos dois países ao bloqueio e as constantes medidas coercitivas unilaterais dos Estados Unidos. «A cooperação Cuba-Venezuela foi essencial para o resultado vitorioso da resistência de nossos povos, que não se permitem sejam extorquidos, chantageados, e que continuem no seu caminho de vitória para o futuro», disse.</p>
<p>As delegações, compostas por ministros dos dois países, ratificaram sua determinação de avançar no aprimoramento e ampliação de seus laços em todas as esferas do desenvolvimento, como forma de superar os efeitos negativos da perseguição econômica que os Estados Unidos mantêm como política de asfixia contra as duas nações.<br />
<strong><br />
(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba e Venezuela assinam acordo bilateral para produção de alimentos</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2021 17:10:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O acordo foi finalizado na 21a sessão da Comissão Intergovernamental do Acordo Integral de Cooperação Cuba-Venezuela, presidida pelo primeiro vice-ministro da Ilha maior das Antilhas, Ricardo Cabrisas Ruiz, e pela vice-presidenta executiva da República Bolivariana, Delcy Rodríguez Gómez, que avaliou o desafios e desafios da colaboração ao longo de 2021 e do andamento dos projetos em execução, marcados pela conjuntura política e pelos desafios que a Covid-19 tem imposto.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6383" alt="Venezuela Cuba" src="/files/2021/03/Venezuela-Cuba1.jpg" width="300" height="250" /><strong></strong>Os ministérios da Agricultura de Cuba e da Venezuela assinaram em 9 de março, em Havana, um acordo para promover o desenvolvimento bilateral na produção de alimentos a partir da cooperação nas áreas de pecuária, piscicultura, obtenção de cereais, leguminosas, tubérculos e plantio de proteínas e forrageiras.</p>
<p>O acordo foi finalizado na 21<sup>a</sup> sessão da Comissão Intergovernamental do Acordo Integral de Cooperação Cuba-Venezuela, presidida pelo primeiro vice-ministro da Ilha maior das Antilhas, Ricardo Cabrisas Ruiz, e pela vice-presidenta executiva da República Bolivariana, Delcy Rodríguez Gómez, que avaliou o desafios e desafios da colaboração ao longo de 2021 e do andamento dos projetos em execução, marcados pela conjuntura política e pelos desafios que a Covid-19 tem imposto.</p>
<p>Também foi assinado um projeto de cooperação para a expansão e uso integral de moringa, thitonia, amoreira e outras culturas de pastagens na Venezuela, que tem como fim o intercâmbio de conhecimentos e a produção em áreas de manejo agronômico e transformação agroindustrial para geração de ração animal.</p>
<p>Cabrisas Ruiz explicou que o plano de cooperação anual aprovado quer melhorar setores-chave como a Saúde — com esforços conjuntos para mitigar os efeitos da pandemia e empreender ações para o desenvolvimento e aplicação de vacinas candidatas cubanas — e fortalecer os laços nas atividades associadas à energia, transporte, educação, cultura e esportes.</p>
<p>Tais projetos, transcendeu, servirão de base para a elaboração do Plano de Resistência e Desenvolvimento 2030 (Redes), resultado da conjunção do Plano Nacional de Desenvolvimento Econômico até 2030, da Ilha maior das Antilhas, e o Plano da Pátria. até 2025, da nação sul-americana.</p>
<p>A vice-presidenta venezuelana destacou a resistência dos dois países ao bloqueio e as constantes medidas coercitivas unilaterais dos Estados Unidos. «A cooperação Cuba-Venezuela foi essencial para o resultado vitorioso da resistência de nossos povos, que não se permitem sejam extorquidos, chantageados, e que continuem no seu caminho de vitória para o futuro», disse.</p>
<p>As delegações, compostas por ministros dos dois países, ratificaram sua determinação de avançar no aprimoramento e ampliação de seus laços em todas as esferas do desenvolvimento, como forma de superar os efeitos negativos da perseguição econômica que os Estados Unidos mantêm como política de asfixia contra as duas nações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Presidente Díaz-Canel teve reunião com a vice-presidenta executiva da Venezuela</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2021 17:04:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A ocasião também foi propícia para intercambiar aspectos de caráter bilateral e multilateral, incluindo o andamento dos laços de colaboração, bem como a atual conjuntura política regional e internacional, temperada pelos efeitos da Covid-19 para nossos povos. O presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, se reuniu na terça-feira, 9 de março, com a vice-presidenta executiva da República Bolivariana da Venezuela.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6381" alt="Canel reunion 9 marzo" src="/files/2021/03/Canel-reunion-9-marzo.jpg" width="300" height="251" />A ocasião também foi propícia para intercambiar aspectos de caráter bilateral e multilateral, incluindo o andamento dos laços de colaboração, bem como a atual conjuntura política regional e internacional, temperada pelos efeitos da Covid-19 para nossos povos</p>
<p>O presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, se reuniu na terça-feira, 9 de março, com a vice-presidenta executiva da República Bolivariana da Venezuela, companheira Delcy Rodríguez Gómez, que preside a delegação de seu país à 21a Comissão Intergovernamental Venezuela-Cuba.</p>
<p>Durante o encontro fraterno, o presidente ratificou o compromisso de Cuba de solidariedade com a nação venezuelana, bem como a vontade de continuar melhorando a cooperação bilateral. Díaz-Canel rejeitou veementemente as medidas coercitivas e unilaterais dos Estados Unidos e seus aliados contra a Pátria de Simón Bolívar e Hugo Chávez.</p>
<p>A vice-presidenta venezuelana reiterou seu repúdio ao acirramento do bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba.</p>
<p>A ocasião também foi propícia para intercambiar aspectos de caráter bilateral e multilateral, incluindo o andamento dos laços de colaboração, bem como a atual conjuntura política regional e internacional, matizada pelos efeitos da Covid-19 para nossos povos.</p>
<p>Acompanharam a vice-presidenta venezuelana, Gabriela Jiménez, ministra do Poder Popular para a Ciência e Tecnologia; Wilmar Castro Soteldo, ministro do Poder Popular para a Agricultura Produtiva e Terras; e Adán Chávez Frías, embaixador em nosso país.</p>
<p>Por Cuba, o primeiro-ministro Manuel Marrero Cruz; o vice-primeiro-ministro, Ricardo Cabrisas Ruiz; o ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla; e os ministros do Comércio Exterior e o Investimento Estrangeiro e de Energia e Minas, Rodrigo Malmierca Díaz e Liván Arronte Cruz, respectivamente; e o embaixador cubano na Venezuela, Dagoberto Rodríguez Barrera.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Tal como Che Guevara, quando outras terras reclamam o concurso de seus modestos esforços</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2020 22:16:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«O regozijo do povo cubano pelo trabalho exemplar dos seus médicos, de foram salvar vidas a outras nações, bem como a gratidão que fica naqueles países, são razões que provocam orgulho», afirmou o primeiro-ministro, Manuel Marrero Cruz, ao conversar com 56 integrantes das brigadas do contingente internacionalista Henry Reeve, que contribuíram a enfrentar a pandemia no Haiti, Dominica e Martinica. «Voces partiram, tal como saiu Che Guevara, quando outras terras reclamaram o concurso dos seus modestos esforços», disse-lhes Marrero.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6087" alt="marrero medicos cubanos" src="/files/2020/10/marrero-medicos-cubanos.jpg" width="300" height="247" />«O regozijo do povo cubano pelo trabalho exemplar dos seus médicos, de foram salvar vidas a outras nações, bem como a gratidão que fica naqueles países, são razões que provocam orgulho», afirmou o primeiro-ministro, Manuel Marrero Cruz, ao conversar com 56 integrantes das brigadas do contingente internacionalista Henry Reeve, que contribuíram a enfrentar a pandemia no Haiti, Dominica e Martinica.</p>
<p>«Voces partiram, tal como saiu Che Guevara, quando outras terras reclamaram o concurso dos seus modestos esforços», disse-lhes Marrero, reconhecendo o trabalho de todos e pela disposição de alguns, inclusive, que demoraram outros seis meses seu desempenho, para apoiar a capacitação de especialistas haitianos, pôr em andamento um hospital que não tinha funcionado antes e atender a outros 900 pacientes infetados com o Sars-cov-2.</p>
<p>«Falar diferentes línguas não foi uma barreira para fazer nosso trabalho, porque o fizemos com o coração», expressou María Caridad López Galán, licenciada em Enfermagem, de Ciego de Ávila, a qual falou em nome de todos os colegas da segunda colaboração cubana que chega à Dominica.</p>
<p>Com esse compromisso se sentiu também identificada a doutora Loraine Santiago León, especialista em Hematologia, de Havana, membro da brigada que assistiu a população da Martinica, território francês de ultramar, que pela primeira vez, recebeu uma missão médica da Ilha maior das Antilhas</p>
<p>Marrero Cruz destacou, ao mesmo tempo, o papel de atores principais das mulheres e dos jovens, reconhecendo o trabalho das brigadas em geral, cujos integrantes retornaram aos seus lares depois de dez dias de isolamento, como garantia para o cuidado de sua saúde e a das suas famílias.</p>
<p>No diálogo participaram o primeiro vice-ministro Roberto Morales Ojeda; José Angel Portal Miranda, titular da Saúde Pública; Rodrigo Malmierca Díaz, ministro do Comércio Exterior e o Investimento Estrangeiro; além de Marcia</p>
<p>Cobas Ruiz e Anayansi Rodríguez Camejo, vice-ministras da Saúde Pública e das Relações Exteriores, respectivamente.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba salva, enquanto outros negam a esperança a seu povo</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Nov 2019 22:53:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem, 20 de novembro, ao aeroporto internacional José Martí, da capital cubana, chegou vindo de terras bolivianas um avião com mais de 200 médicos e outros profissionais de saúde da Ilha maior das Antilhas e foi recebido por Bruno Rodríguez Parrilla, membro do Bureau Político do Partido e ministro das Relações Exteriores; José Ángel Portal Miranda, ministro da Saúde Pública, e o dr. Santiago Badía, secretário-geral do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Saúde, além de outros líderes.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5633" alt="medicos cubanos bolivia" src="/files/2019/11/medicos-cubanos-bolivia.jpg" width="300" height="207" />COM a satisfação de salvar vidas e de ter contribuído para o bem-estar de milhares de famílias em Bolivia e o Ecuador, retornaram nos dois últimos dias a Cuba os colaboradores da saúde da Ilha nesses países sul-americanos.</p>
<p>Ontem, 20 de novembro, ao aeroporto internacional José Martí, da capital cubana, chegou vindo de terras bolivianas um avião com mais de 200 médicos e outros profissionais de saúde da Ilha maior das Antilhas e foi recebido por Bruno Rodríguez Parrilla, membro do Bureau Político do Partido e ministro das Relações Exteriores; José Ángel Portal Miranda, ministro da Saúde Pública, e o dr. Santiago Badía, secretário-geral do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Saúde, além de outros líderes.</p>
<p>Alfredo González Lorenzo, vice-ministro da Saúde Pública, ratificou o orgulho do povo e do governo cubanos pelo trabalho e pela atitude desses profissionais, inclusive nas circunstâncias de hostilidade contra eles após o golpe contra o presidente Evo Morales, enquanto a doutora Maidalis Bravo Rodríguez se referiu ao profissionalismo e compromisso com o qual trabalharam até seu retorno, tudo com a única satisfação de retornar a esperança aos mais humildes.</p>
<p>VOLTAR COM A FRENTE EM ALTO</p>
<p>De Quito, Equador, 183 profissionais de saúde retornaram à Ilha na noite de terça-feira, 19, completando o retorno dos membros da missão, após a decisão do Governo da nação andina de encerrar os acordos bilaterais nesta esfera.</p>
<p>Em uma escala no aeroporto internacional Antonio Maceo, em Santiago de Cuba, os médicos foram recebidos por Lázaro Expósito Canto e Beatriz Johnson Urrutia, principais autoridades do Partido e do Governo na província, respectivamente.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Os povos sempre podem contar com a vocação humanista e solidária de Cuba</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Nov 2019 00:22:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro grupo de médicos cubanos que retornam à pátria, vindos do Equador, depois que a decisão do governo da nação sul-americana encerrou a colaboração bilateral nesse campo, iniciada em 1992, chegou terça-feira, 19 de novembro, ao aeroporto internacional José Martí, da capital.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5637" alt="medicos llegan" src="/files/2019/11/medicos-llegan.jpg" width="300" height="257" />O primeiro grupo de médicos cubanos que retornam à pátria, vindos do Equador, depois que a decisão do governo da nação sul-americana encerrou a colaboração bilateral nesse campo, iniciada em 1992, chegou terça-feira, 19 de novembro, ao aeroporto internacional José Martí, da capital.</p>
<p>No terminal aéreo, foram recebidos por José Ángel Portal Miranda, ministro da Saúde Pública, juntamente com Anayansi Rodríguez, vice-ministra das Relações Exteriores, entre outros líderes.</p>
<p>Portal Miranda enfatizou que eles partiram para terras distantes, separados de suas famílias, carregando apenas seus conhecimentos e princípios e levando um pedaço de seu país em seus corações.</p>
<p>O dr. Jesús Tamayo Pedroso, em nome de todos os seus colegas, se referiu ao amor e profissionalismo com que cumpriram suas funções naquele país, bem como às mudanças que a saúde do povo equatoriano experimentou graças à medicina cubana.</p>
<p>A graduada em Oftalmologia Marisleydis Fabián Montero disse que é uma população muito grata e que entre suas principais patologias apresenta condições oftalmológicas que, em grande parte, eles contribuíram para solucionar no hospital dedicado a isso, devolvendo a muitos algo tão precioso quanto a visão.</p>
<p>Anteriormente, esse grupo fez uma escala técnica no aeroporto internacional Antonio Maceo, em Santiago de Cuba, onde vieram recebê-los os membros do Comitê Central do Partido, Lázaro Expósito Canto, Beatriz Johnson Urrutia e Angulo Pardo Rule; primeiro secretário do Partido na província, presidenta do Governo no território e vice-ministro de Saúde Pública da Ilha, respectivamente.</p>
<p>Na noite de terça-feira, 19, chegou o último grupo de colaboradores cubanos do Equador. O ministro da Saúde, juntamente com Marta Oramas, primeira vice-ministra dos Transportes, e Ana Teresita González, vice-ministra do Minrex, entre outras autoridades, participaram da recepção.</p>
<p>CUBA E EQUADOR ASSINAM ATO DE ENCERRAMENTO DOS ACORDOS DE COOPERAÇÃO</p>
<p>Cuba e Equador assinaram uma Ata que encerra seis acordos específicos de cooperação científica e assistência técnica, existentes entre os Ministérios da Saúde de ambos os países desde 2009.</p>
<p>Conforme declarado no documento assinado, as autoridades equatorianas alegaram razões econômicas para rescindir e não renovar esses acordos.</p>
<p>De acordo com este documento, ambas as partes reconheceram os resultados alcançados em conformidade com as convenções acima mencionadas nas áreas de epidemiologia, transplante, fisiologia e reabilitação, imagem e radiologia, oftalmologia e angiologia.</p>
<p>Cuba transferiu o interesse de que as autoridades sanitárias equatorianas garantissem o acompanhamento necessário aos pacientes atendidos pela Missão Médica Cubana. Além disso, observou que, como resultado da cooperação no Equador, desde 1992, foram realizadas 6.800.000 consultas médicas e 183.000 operações oftalmológicas, o que teve um impacto positivo na população equatoriana.</p>
<p>MISSÃO MÉDICA CUBANA NO EQUADOR</p>
<p>- 3.565 profissionais da Saúde cubanos prestaram serviços desde o começo até a data</p>
<p>- 212.360 cirurgias realizadas</p>
<p>- 3.548 partos assistidos</p>
<p>- 100.084 doses de vacinas aplicadas</p>
<p>- 825.576 pessoas com deficiências atendidas durante a Missão Solidária Manuela Espejo</p>
<p><strong>Fonte: Ministério da Saúde Pública</strong></p>
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		<title>«Vocês são um símbolo do país que os formou»</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Dec 2018 18:10:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma frase de Fidel presidiu, na quinta-feira, 20 de dezembro, o ato central pela terminação da participação da Brigada Médica Cubana no programa Mais Médicos para o Brasil: «Ninguém pode sabotar a cooperação de Cuba com outros países do Terceiro Mundo». Fatos e não palavras. Ação rápida e não esperar pelas calendas gregas quando há seres humanos de países pobres que estão morrendo todos os dias, a todas as horas».]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5357" alt="miguel D Canel" src="/files/2018/12/miguel-D-Canel.jpg" width="300" height="251" />Uma frase de Fidel presidiu, na quinta-feira, 20 de dezembro, o ato central pela terminação da participação da Brigada Médica Cubana no programa Mais Médicos para o Brasil: «Ninguém pode sabotar a cooperação de Cuba com outros países do Terceiro Mundo». Fatos e não palavras. Ação rápida e não esperar pelas calendas gregas quando há seres humanos de países pobres que estão morrendo todos os dias, a todas as horas».</p>
<p>E precisamente à essência humanista do Comandante em Chefe fez alusão o presidente dos Conselhos de Estado e Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, ao se dirigir a uma representação dos médicos que retornaram a Cuba, depois de cumprir honrosamente sua missão.</p>
<p>A eles disse: «O retorno à pátria não é o fim, é um começo. Vocês chegam em um momento importante para Cuba, quando estamos prestes a aprovar a nova Constituição, que será submetida a um referendo em 24 de fevereiro».</p>
<p>«Vocês que estarão de novo em seus locais de trabalho ou partirão para cumprir outra missão fazem parte daquele povo que nos dá evidências de heroísmo. Em nome do Partido e do Governo, gostaria de reiterar que estamos profundamente orgulhosos de cada um de vocês, tal como estamos do resto dos colaboradores da Saúde que estão cumprindo missões em outros 66 países&#8230; Vocês são um símbolo do país que os formou e deram provas do tipo de homens e mulheres a que aspiramos na sociedade cubana, baseados na justiça e no humanismo, não na lei dos mais fortes».</p>
<p>A cerimônia foi realizada na Unidade Central de Cooperação Médica, onde marcou presença José Ramón Machado Ventura, segundo secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba; os membros do Bureau Político Roberto Morales Ojeda, vice-presidente dos Conselhos de Estado e Ministros; e Bruno Rodríguez Parrilla, ministro das Relações Exteriores; bem como José Ángel Portal Miranda, ministro da Saúde Pública.</p>
<p>A colaboradora Indira García Arredondo, que retornou à Ilha depois de trabalhar no estado de São Paulo, disse em nome de seus colegas: «É bem conhecida a campanha feroz que todos nós experimentamos, o convite permanente a dobrar-nos, a cenoura prometida por falsos profetas da liberdade e da democracia mil vezes pisoteadas por eles mesmos. Mas estavam errados&#8230; Nosso trabalho culminou em resultados que até os próprios inimigos não conseguiram esconder, transformamos indicadores de saúde e melhoramos a qualidade de vida de milhões de brasileiros».</p>
<p>A cerimônia reconheceu as organizações que garantiram a participação de Cuba no programa Mais Médicos pelo Brasil e o retorno dos médicos cubanos ao país em apenas 20 dias: os ministérios das Relações Exteriores, do Comércio Exterior e o Investimento Estrangeiro, dos Transportes, Saúde Pública, o Banco Central de Cuba, o Gabinete Geral da Alfândega da República e os meios de comunicação social.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba e Venezuela assinam plano anual de cooperação</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Dec 2018 18:05:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[VINTE e quatro anos se passaram desde aquela madrugada de dezembro, quando Fidel e Chávez foram protagonistas, em Havana, daquilo que hoje é conhecido como «o abraço», aquele abraço que seria o ponto de partida de uma amizade também inspirada nos pensamentos de José Martí e Simón Bolívar.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5355" alt="Cuba Venezuela Salud" src="/files/2018/12/Cuba-Venezuela-Salud.jpg" width="300" height="226" />VINTE e quatro anos se passaram desde aquela madrugada de dezembro, quando Fidel e Chávez foram protagonistas, em Havana, daquilo que hoje é conhecido como «o abraço», aquele abraço que seria o ponto de partida de uma amizade também inspirada nos pensamentos de José Martí e Simón Bolívar.</p>
<p>Isso ficou demonstrado na sexta-feira, 14 de dezembro, durante o encerramento da 19ª Reunião da Comissão Intergovernamental entre Cuba e a Venezuela, onde o Plano Anual de Cooperação 2019, composto por 22 projetos abrangendo nove setores, foi aprovado por ambas as partes.</p>
<p>Ricardo Cabrisas, vice-presidente do Conselho de Ministros de Cuba, reiterou a solidariedade total e incondicional do povo e do governo da Ilha com a Revolução Bolivariana, e denunciou as medidas unilaterais e de coerção que impedem a gestão da administração de Nicolás Maduro, a quem desejou sucessos em seu próximo mandato presidencial.</p>
<p>Cabrisas explicou que a reunião da sexta-feira foi precedida de um extenso trabalho preparatório para conformar o plano de cooperação assinado nessse dia em Havana.</p>
<p>Cabrisas explicou que, do total de projetos, 90% do financiamento será destinado ao fortalecimento dos serviços de saúde e à produção de medicamentos; embora também seja dada atenção aos outros setores incluídos no Plano. Argumentou que, para a conformação deste plano, a ideia da qual se partiu foi a de orientar os projetos rumo a objetivos de alta prioridade e com capacidade real das partes para executá-los de forma eficiente.</p>
<p>Ao referir-se aos resultados do ano passado, o vice-presidente do Conselho de Ministros afirmou que o cumprimento satisfatório dos projetos acordados foi alcançado, com especial impacto no campo da saúde; tudo isso apesar da guerra econômica travada pelo imperialismo dos EUA sobre a Venezuela e o reforço do bloqueio econômico, financeiro e comercial imposto pelo mesmo império a Cuba.</p>
<p>Isso demonstra «a capacidade e a sustentabilidade do Acordo, diante das situações adversas impostas pelas condições supracitadas», argumentou.</p>
<p>O vice-presidente cubano disse que em 2019 vai se continuar trabalhando para fortalecer as relações bilaterais, partindo de iniciativas que foram identificadas como um todo e vai continuar o caminho que Fidel e Chávez planejaram para alcançar o bem-estar dos povos da Nossa América.</p>
<p>Ao falar, a vice-presidente executiva da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse que seu país será eternamente grato pela cooperação cubana e revelou que nestes 18 anos do acordo estiveram 220 mil colaboradores em seu país, «que se afastaram da família, para dar amor a meu povo».</p>
<p>Durante a sessão foram assinados vários documentos. Foto: José Manuel Correa<br />
Nesse sentido, enfatizou que enquanto o neofascismo que se instala no Brasil decidiu truncar a saúde de milhões de pessoas, na Venezuela eles dizem «obrigados, queridos colaboradores, por exaltar a dignidade da América Latina e do Caribe».</p>
<p>Para a vice-presidenta da nação sul-americana, o que foi assinado nesta sexta-feira, 14, é o conteúdo do trabalho comprometido de dois povos que se uniram no legado de José Martí e Simón Bolívar para serem livres.</p>
<p>O PLANO DE COOPERAÇÃO PARA 2019 É COMPOSTO POR 22 PROJETOS CORRESPONDENTES AOS SEGUINTES PROGRAMAS:</p>
<p>- serviços sanitários</p>
<p>- fornecimento de medicamentos</p>
<p>- suporte elétrico</p>
<p>- formação de talento humano</p>
<p>- promoção esportiva</p>
<p>- promoção cultural</p>
<p>- promoção agro-alimentar</p>
<p>- serviços de apoio ao acordo</p>
<p>- A execução do mesmo estará a cargo de dez ministérios cubanos e dez venezuelanos, e suas respectivas agências executoras.</p>
<p>FORAM ASSINADOS OS CONTRATOS PARA TRÊS DOS PROJETOS INCLUÍDOS NO PLANO:</p>
<p>- Projeto para o Aprofundamento da Política Educacional, no marco do Segundo Plano Socialista 2013-2019 e a revolução do conhecimento, a ciência e a tecnologia, no Subsistema de Educação Básica Venezuelana.</p>
<p>- Projeto para a formação de técnicos, prestação e assessoria aos serviços técnicos de eletromedicina na rede do Ministério do Poder Popular para a Saúde.</p>
<p>- Projeto Missão Barrio Dentro Esportivo.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Anunciam criação de nova Colmenita salvadorenha com assessoria cubana</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Feb 2018 16:23:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[El Salvador]]></category>
		<category><![CDATA[La Colmenita]]></category>
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		<description><![CDATA[A Colmenita, o projeto comunitário de teatro infantil criado em Cuba e aplicado em vários países, levará sua magia participativa ao município salvadorenho de Cinquera. Fundado há 28 anos pelo professor cubano Carlos 'Tin' Cremata, as Colmenitas chegaram a esta nação centro-americana em 2015 da mão do presidente Salvador Sánchez Cerén, apaixonado de seu potencial educativo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4788" alt="colmenita" src="/files/2018/02/colmenita.jpg" width="300" height="226" />A Colmenita, o projeto comunitário de teatro infantil criado em Cuba e aplicado em vários países, levará sua magia participativa ao município salvadorenho de Cinquera.</p>
<p>Fundado há 28 anos pelo professor cubano Carlos &#8216;Tin&#8217; Cremata, as Colmenitas chegaram a esta nação centro-americana em 2015 da mão do presidente Salvador Sánchez Cerén, apaixonado de seu potencial educativo.</p>
<p>Desde então, os coletivos infantis abertos em El Salvador superam vinte, e inclusive realizam um festival anual onde os meninos e meninas interpretam obras de profundo sentido humano, sem perder a alegria.</p>
<p>Agora a tropa assessorada pelos pedagogos cubanos Marta Palácios e Luis Manuel Iglesias chega a Cinquera, distante a 70 quilômetros desta capital, para ampliar os espaços de convivência e os horizontes criativos.</p>
<p>Para eles, a Secretaria de Cultura da Presidência e a prefeitura de Cinquera lembraram as condições necessárias para lhe dar começo o projeto em abril próximo.</p>
<p>César Pineda, diretor nacional do programa de Casas da Cultura, adiantou que depois serão fundadas Colmenitas nos municípios de Jutiapa, Guazapa e San Vicente, para abarcar os 14 departamentos do país.</p>
<p><strong>(Prensa Latina) </strong></p>
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