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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Cinema</title>
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		<title>Faleceu em Havana diretor de cinema Juan Carlos Tabío</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 20:35:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O diretor de cinema cubano Juan Carlos Tabío, autor de reconhecidos longas-metragens desta nação, faleceu hoje em Havana, segundo indica uma nota do lugar digital Cubacine. Figura vital da cinematografia nacional, Tabío plotou seu selo nas fitas Se permuta (1985) e Plaff (1988), ambas catalogadas pela crítica como clássicos da comédia nessa década e de muita popularidade no público local. Prêmio Nacional de Cinema em 2014, destacou também por suas produções Pronta de espera (2000).]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6218" alt="juancarlos-tabio" src="/files/2021/01/juancarlos-tabio.jpg" width="300" height="249" />O diretor de cinema cubano Juan Carlos Tabío, autor de reconhecidos longas-metragens desta nação, faleceu hoje em Havana, segundo indica uma nota do lugar digital Cubacine.</p>
<p>Figura vital da cinematografia nacional, Tabío plotou seu selo nas fitas Se permuta (1985) e Plaff (1988), ambas catalogadas pela crítica como clássicos da comédia nessa década e de muita popularidade no público local.</p>
<p>Prêmio Nacional de Cinema em 2014, destacou também por suas produções Pronta de espera (2000) e O corno da abundância (2008), as quais patenteiam sua destreza no gênero e constituem reflexos da identidade da nação cubana.</p>
<p>Entre seus notáveis méritos destaca, ademais, ter compartilhado a direção de Fresa e chocolate (1993) e Guantanamera (1995) com ao experimentado realizador Tomás Gutiérrez Alea, apodado Titón, e autor de uma vintena de filme.</p>
<p>Segundo indica a página site, seu cadáver será cremado por disposição familiar e a despedida e homenagem oficial se informarão mais adiante.<br />
<strong><br />
(Tirado de Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Não se pode avançar sem olhar para trás</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2020 22:39:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma nova sede tem a Cinemateca de Cuba a partir de 20 de outubro, Dia da Cultura Nacional. Até esse local, no bairro Vedado, na capital, deslocou-se o presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, para deixar oficialmente inaugurado o novo espaço, onde a partir de agora são unificadas, em um único local, todas as dependências dessa instituição, dispersas anteriormente no Instituto Cubano da Arte e Indústria Cinematográficos (Icaic).]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6096" alt="canel cinemateca" src="/files/2020/10/canel-cinemateca.jpg" width="300" height="254" />Uma nova sede tem a Cinemateca de Cuba a partir de 20 de outubro, Dia da Cultura Nacional. Até esse local, no bairro Vedado, na capital, deslocou-se o presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, para deixar oficialmente inaugurado o novo espaço, onde a partir de agora são unificadas, em um único local, todas as dependências dessa instituição, dispersas anteriormente no Instituto Cubano da Arte e Indústria Cinematográficos (Icaic).</p>
<p>Na entrada do recinto, local emblemático donde morou Alfredo Guevara, fundador da Cinemateca e a quem tanto deve a cultura nacional, o destacado diretor de cinema e fundador do Icaic, Manuel Pérez Paredes, inaugurou uma placa comemorativa com a que se faz uma homenagem ao relevante intelectual cubano, cuja projeção e lucidez revolucionárias representaram e prestigiaram a Ilha maior das Antilhas nos mais diversos e exigentes palcos do mundo.</p>
<p>Após realizar um breve percurso por vários dos salões da instituição, onde pode apreciar as valiosas coleções que lá são conservadas, o chefe de Estado foi para o teatro Abelardo Estorino, situado no ministério da Cultura, onde foi efetuada uma requintada atividade cultural, que deixou oficialmente inaugurada a Cinemateca.</p>
<p>«Restaurar e preservar para o presente e as gerações futuras o patrimônio entesourado no Arquivo Fílmico da Cinemateca, representa não só uma tarefa prioritária, mas o maior desafio a enfrentar daqui em diante. Não se pode avançar sem olhar para trás», valorizou Luciano Castillo, diretor da instituição.</p>
<p>É justamente essa a louvável missão à que se dedicou, desde 1960, a insigne instituição cubana, que entesoura um dos maiores patrimônios fílmicos de nossa área geográfica e no qual desempenharam um grande papel Alfredo Guevara e Héctor García Mesa desde os anos da fundação.</p>
<p>A eles, de maneira especial, foi feita a homenagem nesta tarde de outubro em que a história e a cultura demonstraram, mais uma vez que a Revolução não é alheia à arte.</p>
<p>Durante suas comovedoras palavras, o diretor da Cinemateca fez um reconto do desempenho da instituição durante todos estes anos até nossos dias, marcada por uma programação rigorosa, com equilíbrio entre nacionalidades, movimentos e tendências, gêneros e temáticas; o fomento de nossa afamada e única produção de pôsteres, e muitas outras ações que, para orgulho nosso, a diferenciam.</p>
<p>«Multiplicar e incentivar as ações promocionais e investigativas do acervo por parte dos seus especialistas, e a atenção ótima ao crescente número de estudiosos e críticos interessados em consultá-lo, é o passo imediato, sem deixar de sonhar, junto a Alfredo e Héctor, com um museu do cinema cubano», referiu depois.</p>
<p>Na presença, também, do primeiro vice-ministro, Roberto Morales Ojeda; o titular da pasta da Cultura, Alpidio Alonso Grau; o presidente da Casa das Américas, Abel Prieto Jiménez; o destacado cantor e autor Silvio Rodríguez; bem como as máximas autoridades do Partido e o Governo de Havana, e uma representação de artistas, intelectuais e personalidades da cultura cubana, o diretor da Cinemateca de Cuba agradeceu também a todos os que tornaram possível, durante estes anos, o milagre de manter vivente o cinema cubano.</p>
<p>Entre notas fílmicas e valiosas imagens resgatadas dos arquivos da Cinemateca transcorreu o emotivo momento, onde o presidente do Icaic, Ramón Samada, e o diretor da Cinemateca, entregaram ao presidente da República – em nome dos cineastas e trabalhadores do Icaic – duas obras que prestam tributo à tradição do pôster cubano de cinema, um deles para o general-de-exército Raúl Castro Ruz.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>Próxima estreia: Uma fraca linha pandêmica</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2020 18:20:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tudo é previsível. Brevemente (antes que qualquer um imaginar) vai aparecer nas telas das salas de cinema (cada dia mais convertidas em tele-salas caseiras) ou em suas variantes de exibição «sob procura», o show da pandemia nas mãos da ideologia dominante. Tendo como protagonista algum dos «galãs» mais cotados e alguma das mulheres mais tornada objeto por parte do mercado da imagem audiovisual.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5968" alt="Filme pandemia" src="/files/2020/09/Filme-pandemia.jpg" width="300" height="246" />Tudo é previsível. Brevemente (antes que qualquer um imaginar) vai aparecer nas telas das salas de cinema (cada dia mais convertidas em tele-salas caseiras) ou em suas variantes de exibição «sob procura», o show da pandemia nas mãos da ideologia dominante.</p>
<p>Tendo como protagonista algum dos «galãs» mais cotados e alguma das mulheres mais tornada objeto por parte do mercado da imagem audiovisual (nessa ordem), vamos assistir o drama dilacerante de uma «história de amor», misturada com noções científicas na moda e a «fatalidade» de uma guerra entre os impérios chinês, russo e ianque, por ter o controle de uma vacina miraculosa e planetária, onde «o bem e o mal» se disputam o mercado farmacêutico multinacional. A fita terá temperos fortes de horror.</p>
<p>De certeza terá cenas de alcova e nus ao limite, tensão dramática, violência com sangue e insultos, diálogos perversos, olhares cândidos, vestes de luxo e contrastes de classes. Terá perseguições de carros nas avenidas mais impossíveis das capitais mundiais mais saturadas. Efeitos especiais a granel, impactos sonoros, música planejada para manipular emoções e grande esbanjamento de recursos de procedência desconhecida: limusines, aviões, iates, motocicletas e casarões infetados de luxúria burguesa.</p>
<p>Devemos esperar que a pandemia seja usada, tal como tudo aquilo que o capitalismo é capaz de manusear, com seu impudico e impune desejo sempiterno.</p>
<p>Devemos esperar que a Covid-19 acabe sendo inoculada ideologicamente e que, para culpar e exculpar aberrações de toda a espécie, acabe aparecendo nas telas como um fenômeno novo de maldade, que ameaça a «feliz vida burguesa» escondida já em alguns projetos da «nova normalidade».</p>
<p>E, naturalmente, os reles mercadores da indústria cinematográfica já devem estar avançando propostas para comerciar com o número de contágios, mortes e devastações sofridas por causa do vírus e o sistema econômico que o tornou letal. Alguns devem pensar em longas-metragens de ação e outros já estão desenhando séries de cinco ou mais temporadas; ou talvez em alguns reality shows, obras de teatro, telenovelas, contos e stand up. Ninguém vai querer ficar fora de um negócio que vai ajudar a sublimar, com enredos cursi, o drama descarnado de um sistema econômico podre, que já mostrou suas entranhas desumanas.</p>
<p>Não tiveram pudor para lançar mão dos mortos de Hiroshima e Nagasaki, os campos de extermínio financiados pelos nazistas, os golpes de Estado e o assassinato de líderes e de movimentos sociais&#8230; Não existe limite para a voracidade dos donos do show e dos seus patrocinadores. E não existe sanção possível de imaginar contra o abuso desmedido que submete as desgraças humanas ao negócio de uns quantos empresários do mundo do espetáculo.</p>
<p>A obscenidade não somente está no oportunismo (previsível) não somente está no fato de comerciar com as tragédias humanas, também não está na desfaçatez de acusar, nos «outros», os defeitos próprios, nem em procurar, compulsivamente, a quem culpar pelas canalhices vernáculas. A barbárie é expressa, com toda a amplitude, no desempenho desmedido de encher a cabeça dos povos com ideologia sucata baseada em anestesiar consciências com overdoses de entretenimento burguês. E tornar isso um negócio.</p>
<p>A obscenidade é esbanjar dinheiro para fabricar histórias cujo «glamour» de mercado tem como objetivo aniquilar a crítica e substituí-la com solidariedade de classes. Empatias com o carrasco a fim de aumentar seus ganhos. Muito mal. Mas, muito apesar do lado obsceno, não somente se trata de um problema moral. Trata-se de uma guerra semiótica, trata-se do despojo e da usurpação simbólica montada pelos latifundiários da mídia, contra uma população mundial ensimesmada em seus medos e nas fragilidades que se multiplicaram na altura da pandemia declarada sem consulta.</p>
<p>Toda essa parafernália midiática, amassada pelos monopólios da informação e as máfias das empresas farmacêuticas, militares e bancárias&#8230; terá, mais cedo ou mais tarde, expressão em uma ou em várias fitas e séries carregadas com o nojento receituário do sucesso midiático burguês. Vão repetir sua coleção de frases cursis e melosas, seus já muito usados gestos de dor, alegria e êxtase: suas frases gastas, de corte psicótico e supremacista, com ambição de slogan. Farão o impossível por comprimir uma pandemia de magnitudes imensas em uma cápsula ideológica «pay per view».</p>
<p>Já sabemos tudo isso, isso é previsível de adivinhar. Talvez nos surpreendam com algum achado tecnológico ou com algum efeito 3D. De resto, tudo vai ser mais do que já temos visto. Já sabemos disso antes de começarem a filmar. O grande desafio assenta em que nós estejamos prontos para travar a batalha semiótica. Estarmos em alerta e de plantão intelectual e criativo, com o pensamento crítico afiado e as precauções indispensáveis para não ficar contaminados por uma ideologia tóxica e paralisante, como é a ideologia da classe dominante. Outra pandemia para a qual ainda não contamos com vacinas suficientes e ao alcance das lutas sociais. Prontifiquemo-nos.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>Um festival de cinema para ver com os olhos da América Latina</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Dec 2019 17:42:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A 41ª edição do Festival Internacional de Novo Cinema Latino-Americano, dedicada ao centenário de Santiago Álvarez, aos 60 anos do Icaic e os 60 anos da Revolução Cubana, começou na noite da quinta-feira, 5 de dezembro, no Teatro Karl Marx]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5705" alt="unesco" src="/files/2019/12/unesco.jpg" width="300" height="253" />A 41ª edição do Festival Internacional de Novo Cinema Latino-Americano, dedicada ao centenário de Santiago Álvarez, aos 60 anos do Icaic e os 60 anos da Revolução Cubana, começou na noite da quinta-feira, 5 de dezembro, no Teatro Karl Marx</p>
<p>O festival de cinema que todos os anos faz de Havana um centro de histórias de qualquer recanto da América Latina e do mundo, começou na noite desta quinta-feira, 5 de dezembro, no Teatro Karl Marx. A 41ª edição do Festival Internacional do Novo Cinema Latino-Americano, dedicada ao centenário de Santiago Álvarez, aos 60 anos do Icaic e aos 60 da Revolução Cubana «insiste em apresentar obras que abordem questões como a vida e os desafios enfrentados pelos povos nativos, a memória histórica do continente, as reivindicações em torno dos direitos das mulheres, as enormes batalhas travadas nos campos da cultura e da sociedade», disse Iván Giroud, presidente desta reunião de cinema, nos comentários de abertura.</p>
<p>Participaram do evento a sr.ª Audrey Azoulay, diretora-geral da Unesco, e Alpidio Alonso Grau, ministro da Cultura de nosso país. «Mais do que nunca, precisamos desses olhos que veem, desses olhares nítidos dos cineastas», disse Audrey Azoulay, referindo-se à realidade que o mundo está experimentando hoje, principalmente na América Latina.</p>
<p>Pela primeira vez em uma edição do Festival, foi apresentado o Ballet Nacional de Cuba, com a interpretação de Quebra-Nozes, coreografia de Alicia Alonso, que foi homenageada. Outro momento importante da noite foi a apresentação do Coral de Honra ao diretor e roteirista cubano Manuel Pérez Paredes, por sua contribuição ao trabalho de várias gerações de cineastas cubanos. O momento mais esperado veio com a exibição do filme de ficção La odisea de los giles, do diretor Sebastián Borensztein. Os protagonistas do filme, Ricardo Darín e Ricardo (Chino) Darín, juntamente com Morena Fernández, produtora da peça, compareceram à inauguração, felizes em ver seu filme com este «povo maravilhoso».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Os 41 anos de Havana como capital do cinema contra a hegemonia</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Dec 2019 17:35:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[QUARENTA e um anos passaram e Havana continua recebendo cineastas da América Latina e do resto do mundo em um encontro cinematográfico que torna possível a convergência e o crescimento dos participantes e do público em geral. O Festival Internacional do Novo Cinema Latino-americano – dedicado nesta ocasião ao centenário de Santiago Álvarez, aos 60 anos do Icaic e aos 60 da Revolução Cubana — bate nas portas desta animada cidade.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5703" alt="fest Cine" src="/files/2019/12/fest-Cine.jpg" width="300" height="246" />QUARENTA e um anos passaram e Havana continua recebendo cineastas da América Latina e do resto do mundo em um encontro cinematográfico que torna possível a convergência e o crescimento dos participantes e do público em geral. O Festival Internacional do Novo Cinema Latino-americano – dedicado nesta ocasião ao centenário de Santiago Álvarez, aos 60 anos do Icaic e aos 60 da Revolução Cubana — bate nas portas desta animada cidade.</p>
<p>Hoje, 5 de dezembro, às 18 horas, o teatro Karl Marx acolherá cineastas, artistas, roteiristas e o público em uma gala inaugural, onde, pela primeira vez nesta festa do cinema, apresenta-se o Ballet Nacional de Cuba, como uma homenagem a sua prima ballerina assoluta Alicia Alonso. La odisea de los giles, longa-metragem de ficção de Sebastián Borensztein, será a fita que abrirá o encontro cinematográfico, no qual 167 obras, em oito categorias, concorrerão pelo prêmio Coral.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Mais de 600 obras serão apresentadas no festival de cinema latino-americano</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Nov 2019 00:29:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[HAVANA já enche os pulmões com o ar do festival de cinema que o público mais espera nesta capital: o Festival Internacional de Novo Cinema Latino-Americano, que do dia 5 ao 15 tomará os cinemas localizados no circuito da Avenida 23, em homenagem ao centenário do nascimento do renomado cineasta cubano Santiago Álvarez e aos 60 anos do Icaic.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5641" alt="festival cine" src="/files/2019/11/festival-cine.jpg" width="300" height="232" />HAVANA já enche os pulmões com o ar do festival de cinema que o público mais espera nesta capital: o Festival Internacional de Novo Cinema Latino-Americano, que do dia 5 ao 15 tomará os cinemas localizados no circuito da Avenida 23, em homenagem ao centenário do nascimento do renomado cineasta cubano Santiago Álvarez e aos 60 anos do Icaic.</p>
<p>Nesta 41ª edição, serão exibidos 300 filmes de 37 países, com forte presença da América Latina, com 210 obras, onde Argentina e Brasil se destacam como os países mais representados na região. 21 filmes de ficção, 19 curtas e média-metragens, 18 obras-primas, 21 documentários longas-metragens e dez curtas e média-metragens, 23 filmes de animação, 25 roteiros inéditos e 30 pôsteres competem nessa oportunidade, disse Iván Giroud, diretor-geral do Festival.</p>
<p>A exibição de filmes nesta ocasião equivale a 660 entre trabalhos em competição, apresentações especiais, clássicos restaurados, cinema e televisão, gala, entre outros. A inauguração será às 18h00 da quinta-feira, 5, no Teatro Karl Marx, com a exibição do longa-metragem de ficção argentino La odisea de los giles, do diretor Sebastián Borensztein. Da mesma forma, o Ballet Nacional de Cuba será apresentado pela primeira vez em uma edição deste festival, em homenagem à prima ballerina assoluta Alicia Alonso.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Filmes restaurado para salvar a memória</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Dec 2018 17:55:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Festival Internacional do Novo Cinema Latino-americano abriu, há dois anos, uma seção dedicada a filmes clássicos que foram restaurados. Seu diretor, Iván Giroud, disse então que com essa decisão e novidade se trata de «ressaltar a importância de salvar nossa memória».]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5349" alt="Retrato teresa cine" src="/files/2018/12/Retrato-teresa-cine.jpg" width="300" height="264" />O Festival Internacional do Novo Cinema Latino-americano abriu, há dois anos, uma seção dedicada a filmes clássicos que foram restaurados. Seu diretor, Iván Giroud, disse então que com essa decisão e novidade se trata de «ressaltar a importância de salvar nossa memória».</p>
<p>Tudo começou com quatro filmes cubanos: Retrato de Teresa, de Pastor Vega, e três de Tomás Gutiérrez Alea, dois deles Los sobrevivientes e Una pelea cubana contra los demonios, restaurados pelo Arquivo da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos da América do Norte.</p>
<p>O terceiro filme de Gutiérrez Alea é Memorias del subdesarrollo, cuja restauração foi realizada pelo Cinemateca de Bolonha. Neste ano, pelo Coral de documentário concorreu o título Sergio Corrieri&#8230; más allá de Memorias, de Luisa Marisy, sobre o ator principal desse clássico de Titón.</p>
<p>Neste 2018, a visão foi ampliada e apresentaram-se oito clássicos restaurados da história do cinema latino-americano, com forte presença da cinematografia argentina.</p>
<p>Exibiu-se La película del rey (1985) obra-prima do argentino Carlos Sorín que mereceu prêmio em Veneza, Goya e Grande Prêmio Coral em Havana. O filme parte de fatos reais incríveis: a odisseia do francês Orélie Antoine de Tounens, que no século 19 se autoproclamou rei da Patagônia. Sorín, um dos diretores-chave na região, voltou para o 40º Festival com um grande título, Joel.</p>
<p>Chegou também restaurada a enorme fita La Historia Oficial (1985), Oscar e Globo de Ouro e segundo Coral no 7º Festival de Havana, do argentino Luis Puenzo, com a adição maravilhosa que seu diretor apresentou em pessoa, pois é este ano presidente do júri de longas-metragens de ficção.</p>
<p>A atriz Norma Aleandro e ator Héctor Alterio, imensos em La história oficial, de Luis Puenzo.<br />
Do lembrado diretor argentino Eliseo Subiela poderia ser revisitando El lado oscuro del corazón (1992), tornado filme de culto. Em Havana, ganhou o segundo Coral e o de melhor desempenho para Dario Grandinetti, que voltou neste ano para a tela do Festival com o filme Rojo, de Benjamin Naishtat.</p>
<p>Outro argentino, Tristán Bauer, pôde pessoalmente apresentar a cópia restaurada de seu loga-metragem Iluminados por el Fuego (2005), que fala da Guerra das Malvinas através de um homem de 40 anos que aos 18 anos foi levado para lutar como recruta. No evento de Havana daquele ano, alcançou o Primeiro Coral e o de Trilha Sonora. Bauer concorreu em 2018 com o documentário El camino de Santiago. Desaparición y muerte de Santiago Maldonado.</p>
<p>Também se exibiu a primeira parte do filme antológico La hora de los hornos (1968) clandestinamente filmadas pelo argentino Fernando Pino Solanas, um dos fundadores do Novo Cinema Latino-americano.</p>
<p>Da cinematografia mexicana foi restaurado o filme Reed, México Insurgente (1973), de Paul Leduc, sobre o livro do jornalista americano John Reed, que relata suas experiências na Revolução Mexicana. Um fato de interesse: a produtora é Bertha Navarro, que por sua carreira recebeu um Coral de Honra.</p>
<p>Um filme brasileiro Pixote (1981) é outro importante título de Héctor Babenco agora restaurado, que lida com sensibilidade e crueza a história de um menino da favela.</p>
<p>Uma seção principal é esta dos Clássicos Restaurados, da qual Iván Giroud disse: « &#8230;salvar não é só proteger, mas também &#8211; e fingiremos que acima de tudo &#8211; é redescobrir, oferecer às novas gerações a oportunidade de que conheçam o nosso cinema. Temos o dever de devolver estes filmes aos nossos cinemas, agora que retornam como novos em seu formato digital, o que nos permitirá fazer outras leituras e aproximações».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Cinesoft: uma empresa em crescimento</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jul 2017 23:14:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[A Empresa de Informática e Meios Audiovisuais (Cinesoft) é uma instituição que pertence ao Ministério da Educação (Mined), surgida ao calor do processo de aperfeiçoamento que Cuba está implementando na ordem econômica e social.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4647" alt="cinesoft" src="/files/2017/07/cinesoft.jpg" width="300" height="237" />A Empresa de Informática e Meios Audiovisuais (Cinesoft) é uma instituição que pertence ao Ministério da Educação (Mined), surgida ao calor do processo de aperfeiçoamento que Cuba está implementando na ordem econômica e social.</p>
<p>Cinesoft foi fundada em abril de 2015, com o objetivo de unificar três atividades principais que se desenvolviam independentemente: produção de materiais audiovisuais, software e criação de conteúdos encaminhados à Internet, elas todas na ordem educativa.</p>
<p>«Esta instituição parte dos problemas pedagógicos que tem o sistema de educação no país e a partir dessa base criar diversos programas que ajudarão a resolvê-los», garante o diretor geral da Cinesoft, Iván Barreto.</p>
<p>«É vital que tenha nascido uma instituição como esta, porque veio a contribuir com o conteúdo que necessita realmente a escola cubana».</p>
<p>«A partir do próprio processo produtivo temos uma abordagem integral, um olhar mais científico daquilo que vamos criar. Depois, adicionamos o componente econômico, quer dizer, como a esta realidade também podíamos adicionar um sistema econômico, que permita uma sustentabilidade na produção», acrescenta o entrevistado.</p>
<p>Cinesoft é integrada, principalmente, por professores de diferentes modalidades do ensino e colabora com a Universidade das Ciências Informáticas e a Universidade Central Marta Abreu, de Las Villas.</p>
<p>Suas linhas de produção estão em função do sistema nacional de educação e tudo aquilo que se desenha é integrado em uma plataforma audiovisual e informática com o nome Cubaeduca, o repositório onde são colocados todos seus softwares e materiais audiovisuais.</p>
<p>PRINCIPAIS LINHAS DE PRODUÇÃO</p>
<p>A convergência tecnológica que hoje enfrenta o mundo exige, cada vez mais, a integração dos conteúdos.</p>
<p>«Os materiais audiovisuais necessitam de infografias, de animações e da informática, sobretudo, necessita mais do audiovisual para se comunicar com os estudantes. A Cinesoft garante que as distintas disciplinas, desde o ensino pré-escolar até a entrada à Educação Superior, disponham desses conteúdos», afirma Barreto.</p>
<p>Uma de suas linhas produtivas se encaminha à realização de softwares educativos curriculares, que respondem à necessidade dos planos de estudo vigentes no sistema nacional de educação. Cada material é realizado em diferentes dossiês, com o objetivo de utilizá-los em qualquer escola do país.</p>
<p>Por outro lado, Barreto assinala que Luces para la vida, é um projeto mais integral, tendo como centro o tema das adições.</p>
<p>«Com este programa tentamos pôr ênfase nas ferramentas com as que pode contar o estudante para evitar o consumo de drogas, e neste momento preparamos um seriado audiovisual acerca do tema para ampliar o público, e fazer com que os jovens ganhem consciência acerca desse perigoso fenômeno», expressa Barreto.</p>
<p>Outra das arestas com as quais trabalha a empresa são as visitas virtuais. Uma das grandes insatisfações do Ministério da Educação tem a ver com o ensino da história. Descobriu-se que a aproximação dos jovens desta disciplina não é adequado.</p>
<p>«Começamos a efetuar visitas virtuais, como uma linha de produção, para apoiar o ensino da história. Começamos com a casa de José Martí, continuamos com o iate Granma e o Museu da Alfabetização, entre outros».</p>
<p>«Já temos um total de 22 visitas virtuais e estamos desenvolvendo outros 16, neste momento, para apresentá-las no verão. A ideia é reunir os principais museus referidos à história de Cuba, de forma a existir uma grande coleção para todas as crianças, sem importar o lugar onde elas morem».</p>
<p>Outra das linhas com as que trabalha a Cinesoft é a colocação de vídeos na Internet. Para isso, foi criada a WebTV, que gera recursos audiovisuais com códigos mais dinâmicos e diferentes formatos, para complementar a informação do site Cubaeduca.</p>
<p>A produção de documentários e a criação de programas para a televisão nacional é outra das arestas do centro.</p>
<p>«Temos uma produção constante de videogames, focalizamo-nos principalmente naqueles que têm um compromisso muito forte com a formação dos rapazes, mas também queremos que sejam divertidos», garante o entrevistado.</p>
<p>As bibliotecas virtuais é outra das produções com que conta a instituição, com uma marcante abordagem na Biblioteca del Docente, porque sua criação é baseada na formação do professor. A mesma conta com sete volumes, onde o professor poderá achar tudo aquilo necessário para complementar a sua formação.</p>
<p>Ainda, foi confeccionado um compêndio de materiais audiovisuais e informáticos, entre outros, em um pacote completamente gratuito, intitulado: Pa que te eduques. A empresa garante todos os recursos possíveis para sua distribuição e armazenamento nas escolas.</p>
<p>«A escola cubana concorre com um universo audiovisual muito complicado, que já criou uma marca, uma educação, uns padrões diferentes daqueles que o sistema educativo de Cuba costuma ensinar. Ora bem, qualquer ação que se queira fazer com os jovens, com uma didática diferente encaminhada a este setor, acaba sendo chata para eles. Por isso a Cinesoft tenta estar à par dessa atualidade audiovisual que hoje se vive e elaborar seus produtos de forma tal que atraia o interesse dos nossos estudantes», afirma o diretor geral da Cinesoft.</p>
<p>Por outro lado, significa que cada programa ou videogame que se entrega às escolas ajuda na formação do estudante.</p>
<p>«Nós chamamos a isso analítica da aprendizagem. O estudante lança mão de um dos nossos softwares e esse programa vai deixando sinais que permitem ao professor avaliar o aluno, sem ter que fazer-lhe um exame. Quer dizer, caso um estudante demorar dez minutos em um exercício e as outras crianças demorarem apenas dois, isso é sinal de que existem problemas», acrescenta.</p>
<p>CRESCIMENTO COMO PALAVRA DE ORDEM</p>
<p>A Cinesoft demonstrou ter uma sustentabilidade no tempo que aumenta cada ano.</p>
<p>«Tentamos ser identificada como uma empresa de alto valor agregado. Devemos encerrar cada ano com um faturamento de perto de nove milhões de pesos, por conceito de vendas. O recurso maior que temos não são os materiais, mas sim o conhecimento acumulado, a inteligência do pessoal que trabalha na entidade. Portanto, hoje temos quase 40% de lucros, um ganho neto para o Estado, para a economia nacional. Aliás, elevamos o salário dos trabalhadores, somos rentáveis e continuamos crescendo».</p>
<p>ÚLTIMAS PRODUÇÕES</p>
<p>Devido à importância que a Cinesoft atribui ao ensino vem se trabalhando na criação de um centro regional para a geração de recursos educativos encaminhados à América Latina e o Caribe, com a intenção de partilhar os modelos pedagógicos e tecnológicos disponíveis por Cuba, que garantem uma formação adequada das crianças e jovens.</p>
<p>Ainda, trabalha-se em uma aplicação móvel de realidade aumentada, a qual permite ao usuário interagir com o museu que está visitando.</p>
<p>«Para o futuro, devemos trabalhar mais nos serviços que oferecemos na Internet. Recentemente, fizemos um teste piloto com um programa intitulado Repassador on line, com a ajuda dos trabalhadores da Empresa das Telecomunicações de Cuba (Etecsa), porque para fazê-lo precisávamos de pessoas que estivessem ligadas à rede, pois é um serviço que vamos oferecer personalizado, de atenção à família a às crianças que frequentam a escola», acrescenta.</p>
<p>Para efetivar este projeto, os professores que participem estarão ligados à Internet durante 24 horas, para que a família possa interagir com eles, na hora de resolver tarefas cotidianas dos alunos. Este programa deve começar a funcionar no mês de setembro, no país todo, e se poderá acessar a essa plataforma a partir de qualquer conexão, tanto da Internet como do serviço de navegação nacional (Intranet).</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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