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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Cinco Heróis</title>
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		<title>Cinco anos após o retorno dos Cinco</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Dec 2019 23:29:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Foi um dia de festas e choros. Estes últimos muito difíceis de conter perante tanta emoção. A televisão capturou cada momento, desde que o avião que trazia Gerardo, Antonio e Ramón se aproximou do espaço do terminal José Martí, em Havana, até que a porta se abriu e Gerardo assomou na escada, depois Antonio e finalmente Ramón. Como esquecer os abraços dos heróis com seus parentes lá! O abraço empolgado de Raul, que os esperava em nome de Fidel e de todo o povo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5742" alt="los 5" src="/files/2019/12/los-5.jpg" width="300" height="249" />Era 17 de dezembro de 2014. O povo inteiro, que lutava e exigia seu retorno, tornou-se uma testemunha de que a previsão do Comandante-em-chefe foi cumprida. Os Cinco, todos, já estavam em sua Pátria.</p>
<p>Foi um dia de festas e choros. Estes últimos muito difíceis de conter perante tanta emoção. A televisão capturou cada momento, desde que o avião que trazia Gerardo, Antonio e Ramón se aproximou do espaço do terminal José Martí, em Havana, até que a porta se abriu e Gerardo assomou na escada, depois Antonio e finalmente Ramón. Como esquecer os abraços dos heróis com seus parentes lá! O abraço empolgado de Raul, que os esperava em nome de Fidel e de todo o povo.</p>
<p>As convicções se tornavam realidade. Os Cinco, cumprindo seu dever para com a Pátria, sabiam que o povo todo queria abraçá-los, que as crianças se apressariam em beijá-los, que os jovens são mais comprometidos com o exemplo que irradiam.<br />
Quando nesta terça-feira, 17, completam-se anos após a feliz chegada à Pátria, os Cinco Heróis fortalecem seu valor como patriotas e realizam tarefas, talvez menos arriscadas, mas também heroicas, como profissionais que são, revolucionários de sempre e filhos da Pátria que se sabia incompleta há cinco anos, quando ainda estavam em prisões sombrias.<br />
Esta terça-feira 17 marca cinco anos desde a chegada feliz à Pátria. Photo: Estudio Revolución</p>
<p>Souberam cumprir com dignidade aquelas sentenças longas e injustas e sempre tiveram certeza de que apenas a 140 quilômetros daquele precipício escuro havia um país todo mobilizado para exigir seu retorno, e um líder que, com a convicção e a segurança de sempre, tinha expressado: «Eles vão voltar». E assim Raul cumpriu.</p>
<p>Mas a batalha pelo retorno dos Cinco, além de se tornar cada vez mais em massa em Cuba, atravessou mares e oceanos para se tornar uma bandeira, em um movimento de solidariedade de centenas de países, incluindo os Estados Unidos.</p>
<p>O retorno de Gerardo, Antonio e Ramón completou a felicidade de um povo que antes, em 7 de outubro de 2011, endossava a emoção da libertação de René e, em 27 de fevereiro de 2014, a de Fernando.<br />
São cinco jovens do povo, formados inteiramente pela Revolução, todos preparados para cumprir qualquer missão em favor de sua Pátria.</p>
<p>São homens consagrados na obra que construímos e sempre colocam sua fé na vitória à frente deles, que é acompanhada por um sorriso nobre e sincero, típico dos heróis que são.<br />
<strong><br />
(Granma)</strong></p>
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		<title>Correa reúne-se com Heróis cubanos de visita no Equador</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2015 22:48:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinco Heróis]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[O presidente do Equador, Rafael Correa, reuniu-se em 1º de outubro com os Cinco lutadores antiterroristas que cumpriram longas condenações em cárceres estadunidenses, e com o coronel Orlando Cardoso, quem esteve confinado em um cárcere somaliano durante quase 11 anos.
“Que sorte ter vocês aqui, os esperávamos há muito tempo!”, expressou o presidente a Gerardo Hernández, Antonio Guerrero, René González, Ramón Labañino e Fernando González, conhecidos internacionalmente como os Cinco, e ao militar cubano, ao recebê-los em seu gabinete.
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3988" alt="correa con cinco" src="/files/2015/10/correa-con-cinco.jpg" width="300" height="143" />O presidente do Equador, Rafael Correa, reuniu-se em 1º de outubro com os Cinco lutadores antiterroristas que cumpriram longas condenações em cárceres estadunidenses, e com o coronel Orlando Cardoso, quem esteve confinado em um cárcere somaliano durante quase 11 anos.</p>
<p>“Que sorte ter vocês aqui, os esperávamos há muito tempo!”, expressou o presidente a Gerardo Hernández, Antonio Guerrero, René González, Ramón Labañino e Fernando González, conhecidos internacionalmente como os Cinco, e ao militar cubano, ao recebê-los em seu gabinete.</p>
<p>Após dar um abraço a cada um deles e a suas esposas, Correa agradeceu aos heróis cubanos em nome da Pátria Grande pelo exemplo de dignidade e de patriotismo que deram durante os anos de prisão.</p>
<p>A esse respeito, lembrou que os Cinco cumpriram injustas penas de cárcere após terem sido condenados em um julgamento sem garantias nem respeito ao devido processo.</p>
<p>Correa, quem foi dos primeiros presidentes do mundo a exigir a libertação dos lutadores antiterroristas cubanos, reiterou aos seus convidados o carinho e admiração que disse sentir pelo povo da Ilha caribenha, e por seus dirigentes.</p>
<p>“Eu jamais teria imaginado, quando era jovem, que acabaria sendo amigo de Fidel”, comentou o líder equatoriano durante o fraternal encontro que se estendeu durante mais de uma hora.</p>
<p>Em agradecimento, os heróis cubanos entregaram ao presidente vários presentes, entre eles um quadro do líder da Revolução Cubana pintado por Antonio na prisão.</p>
<p>Ramón colocou na lapela do presidente o selo que se converteu em símbolo da luta por sua liberdade, enquanto Gerardo e Cardoso lhe entregaram vários livros.</p>
<p>“Saiba, senhor presidente que aqui tem seis soldados dispostos a defender a Revolução Cidadã”, expressou Antonio.</p>
<p>No encontro participou também o chanceler Ricardo Patiño, quem em declarações à Prensa Latina ressaltou o privilégio que representa ter de visita aos seis heróis cubanos no Equador.</p>
<p>“É um enorme privilégio ter aqui pessoas que sacrificaram suas vidas por defender, não só a Cuba, mas também aos Estados Unidos do terrorismo”, afirmou.</p>
<p>Os Cinco foram presos em setembro de 1998, em Miami, onde se dedicavam a monitorizar as organizações terroristas anticubanas com sede no sul da Flórida, e depois foram condenados a longas penas de cárcere em um julgamento efetuado em meio de um ambiente politizado.</p>
<p>René e Fernando saíram em liberdade em 2013 e 2014, respectivamente, após cumprirem suas sentenças, enquanto Gerardo, Ramón e Antonio foram liberados em 17 de dezembro passado, como parte das negociações entre Cuba e os Estados Unidos que depois permitiram o início do processo de restabelecimento das relações bilaterais.</p>
<p>Cardoso esteve retido em uma prisão somaliana durante quase 11 anos depois de ser apreendido quando combatia como internacionalista na Etiópia, nos anos 70 do século passado.</p>
<p>Os seis heróis cubanos chegaram ao Equador, em 24 de setembro, convidados pelo presidente Correa, e desde então cumpriram uma agenda que incluiu encontros com autoridades locais e membros dos grupos de solidariedade com a Ilha caribenha.</p>
<p>Também têm previsto visitar a Amazônia para constatar o dano ambiental que provocou a transnacional petroleira estadunidense Chevron, antes de continuar viagem para a Bolívia no domingo próximo.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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