<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Cubadebate (Português) &#187; China</title>
	<atom:link href="http://pt.cubadebate.cu/tag/china/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://pt.cubadebate.cu</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 08 Sep 2023 15:09:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>es-ES</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.8.1</generator>
	<item>
		<title>Cuba e China: unidos na defesa da paz e do multilateralismo</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2020/12/08/cuba-e-china-unidos-na-defesa-da-paz-e-do-multilateralismo/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2020/12/08/cuba-e-china-unidos-na-defesa-da-paz-e-do-multilateralismo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 21:28:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Diplomáticas]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=6139</guid>
		<description><![CDATA[O general-de-exército Raúl Castro Ruz, primeiro secretário do Comitê Central do Partido, e o presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, presidiram o evento político-cultural, na segunda-feira, 7 de dezembro, pelos 60 anos das relações diplomáticas entre Cuba e China, estabelecidas em 28 de setembro de 1960. O primeiro-ministro Manuel Marrero Cruz sublinhou que os laços de amizade entre as duas nações assentam na confiança política, no apoio e na solidariedade mútua. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6140" alt="cuba china" src="/files/2020/12/cuba-china.jpg" width="300" height="250" />O general-de-exército Raúl Castro Ruz, primeiro secretário do Comitê Central do Partido, e o presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, presidiram o evento político-cultural, na segunda-feira, 7 de dezembro, pelos 60 anos das relações diplomáticas entre Cuba e China, estabelecidas em 28 de setembro de 1960.</p>
<p>O primeiro-ministro Manuel Marrero Cruz sublinhou que os laços de amizade entre as duas nações assentam na confiança política, no apoio e na solidariedade mútua. Destacou que as esferas da biotecnologia e das fontes renováveis ​​de energia são pontos fundamentais da cooperação e ratificou o interesse dos dois países em continuar enriquecendo as relações bilaterais e trabalhando juntos na defesa da paz e do multilateralismo.</p>
<p>O embaixador extraordinário e plenipotenciário da República Popular da China, Chen Xi, transmitiu as cordiais saudações do presidente e secretário-geral do Comité Central do Partido Comunista da China, Xi Jinping, a Raúl Castro e a Miguel Díaz-Canel.</p>
<p>Destacou que, diante da situação internacional, Cuba e seu país assumem a responsabilidade de manter altas as bandeiras do socialismo e defendem os canais de diálogo e cooperação para preservar a soberania e a independência de todos os países em desenvolvimento.</p>
<p>Também estiveram presentes na cerimônia, realizada no Palácio da Revolução, membros do Bureau Político, ministros e representantes de organizações e instituições do Estado cubano, funcionários do ministério das Relações Exteriores de nosso país e diplomatas chineses credenciados na Ilha.</p>
<p>Cuba tornou-se o primeiro país da América Latina e do Caribe a estabelecer relações diplomáticas com a China e lançou as bases para seu posterior intercâmbio com as nações da região. Atualmente, desempenha um papel crucial no fortalecimento do Fórum China-Celac.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2020/12/08/cuba-e-china-unidos-na-defesa-da-paz-e-do-multilateralismo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>China e Cuba comemoram 60 anos de relações diplomáticas</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2020/10/02/china-e-cuba-comemoram-60-anos-de-relacoes-diplomaticas/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2020/10/02/china-e-cuba-comemoram-60-anos-de-relacoes-diplomaticas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2020 13:43:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Diplomáticas]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=6049</guid>
		<description><![CDATA[Na carta encaminhada ao companheiro Xi Jinping, secretário-geral do Comitê Central do Partido Comunista da China, o primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz, assinalou que nosso país se honra de ter sido o primeiro da América Latina e o Caribe que estabeleceu nexos diplomáticos com a Nova China, reafirmando, ao mesmo tempo, que temos a mais profunda convicção de que as novas gerações vão continuar o legado imperecedouro destas seis décadas. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6050" alt="China aniversario" src="/files/2020/10/China-aniversario.jpg" width="300" height="250" />Os líderes principais dos partidos comunistas, estados e governos da República Popular da China e da República de Cuba trocaram mensagens de parabéns com motivo do 60º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre ambos os países.</p>
<div>
<p>Na carta encaminhada ao companheiro Xi Jinping, secretário-geral do Comitê Central do Partido Comunista da China, o primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz, assinalou que nosso país se honra de ter sido o primeiro da América Latina e o Caribe que estabeleceu nexos diplomáticos com a Nova China, reafirmando, ao mesmo tempo, que temos a mais profunda convicção de que as novas gerações vão continuar o legado imperecedouro destas seis décadas que estamos comemorando. O primeiro secretário agradeceu, ainda, a solidariedade chinesa para uma pequena nação como Cuba, que resistiu sem se dobrar.</p>
<p>O presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, expressou ao companheiro Xi que a entranhável amizade que une nossas nações superou a prova do tempo e temos assumido como próprios os avanços de cada uma na construção do socialismo. Díaz-Canel destacou a coincidência entre ambos os países na necessidade de salvar vidas, aplicar a ciência e cooperar internacionalmente no enfrentamento à Covid-19.</p>
<p>Por seu lado, o primeiro-ministro, Manuel Marrero Cruz, ratificou ao primeiro-ministro Li Keqiang a vontade de continuar fortalecendo os vínculos econômicos e elevando-os ao nível das excelentes relações políticas que nos unem.</p>
<p>Tanto o secretário-geral Xi Jinping, como o premiê Li Keqiang, ressaltaram em suas mensagens a sólida confiança política mútua, os frutíferos resultados do intercâmbio nas diversas áreas e o apoio recíproco nos assuntos internacionais e regionais. Além do mais, coincidiram em assinalar que ambos os países temos lutado de maneira conjunta contra a Covid-19, escrevendo um novo capítulo da amizade entre nossos povos.</p>
<p>O companheiro Xi Jinping sublinhou que se abrem promissórias oportunidades para a amizade cubano-chinesa no novo ponto de partida histórico em que nos encontramos, ratificando a vontade de trabalhar de maneira conjunta na ampliação da cooperação e em gerar maiores benefícios aos dois países e povos.</p>
<p>China e Cuba estabeleceram relações diplomáticas em 28 de setembro de 1960, as que se tornaram um referente da cooperação, sobre a base da igualdade e o respeito mútuo, entre um país grande e um pequeno, ambos socialistas, e entre uma nação latino-americana e a única e indivisível China.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2020/10/02/china-e-cuba-comemoram-60-anos-de-relacoes-diplomaticas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entregará a China Medalha de Amizade a Raúl</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/09/18/entregara-china-medalha-de-amizade-raul/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/09/18/entregara-china-medalha-de-amizade-raul/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2019 22:21:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Medalha]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Raúl Castro]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=5597</guid>
		<description><![CDATA[O general-de-exército Raúl Castro Ruz, primeiro-secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, receberá a Medalha da Amizade da República Popular da China no âmbito das comemorações do 70º aniversário dessa nação.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5598" alt="Raul Castro" src="/files/2019/09/Raul-Castro.jpg" width="300" height="250" />O general-de-exército Raúl Castro Ruz, primeiro-secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, receberá a Medalha da Amizade da República Popular da China no âmbito das comemorações do 70º aniversário dessa nação.</p>
<p>De acordo com um relatório da Xinhua, o presidente chinês, Xi Jinping, assinou um decreto presidencial na terça-feira para conceder medalhas nacionais e títulos honorários a 42 indivíduos do país e do exterior, incluindo a Medalha da República, a Medalha de Amizade e outros títulos, também aprovados em 17 de setembro pelo Comitê Permanente da Assembleia Popular Nacional da China em uma sessão extraordinária.</p>
<p>Raul é uma das seis personalidades estrangeiras que receberão a Medalha da Amizade, a mais alta honra estatal da China conferida a amigos de outras nações por suas grandes contribuições de apoio à modernização socialista da China, por promover trocas e a cooperação entre o gigante asiático e outros países e por salvaguardar a paz mundial.</p>
<p>A entrega dessa importante distinção ao general-de-exército confirma o excelente estado das relações entre China e Cuba. Como Raúl disse na reunião de líderes da China e da América Latina e do Caribe, realizada em Brasília, em 17 de julho de 2014: «Mais de meio século de trocas com esse país nos permitiu avançar no pleno desenvolvimento de um relacionamento exemplar, que passou no teste do tempo».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/09/18/entregara-china-medalha-de-amizade-raul/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cuba condena interferência nos assuntos internos da China</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/09/05/cuba-condena-interferencia-nos-assuntos-internos-da-china/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/09/05/cuba-condena-interferencia-nos-assuntos-internos-da-china/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2019 19:43:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Politics]]></category>
		<category><![CDATA[Society]]></category>
		<category><![CDATA[United States]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=5554</guid>
		<description><![CDATA[O Ministério das Relações Exteriores de Cuba emite uma declaração rejeitando atos de vandalismo na Região Administrativa Especial de Hong Kong que buscam desestabilizar a República Popular da China. Nas últimas semanas, observamos com preocupação a sucessão de manifestações violentas e atos de vandalismo na Região Administrativa Especial de Hong Kong, promovidos do exterior, que tentam afetar a ordem política, econômica e social e gerar insegurança na República Popular da China.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5555" alt="minrex" src="/files/2019/09/minrex.jpg" width="300" height="257" />O Ministério das Relações Exteriores de Cuba emite uma declaração rejeitando atos de vandalismo na Região Administrativa Especial de Hong Kong que buscam desestabilizar a República Popular da China.</p>
<p>Nas últimas semanas, observamos com preocupação a sucessão de manifestações violentas e atos de vandalismo na Região Administrativa Especial de Hong Kong, promovidos do exterior, que tentam afetar a ordem política, econômica e social e gerar insegurança na República Popular da China.</p>
<p>O retorno de Hong Kong à soberania chinesa em 1997 foi um ato de justiça histórica e uma expressão do espírito pacífico da República Popular da China, apesar de ter sido vítima da imposição de tratados desiguais pelas potências imperialistas.<br />
Desde então, e com seu status atual, Hong Kong tem sido uma parte inseparável da República Popular da China e alcançou um nível sólido de desenvolvimento com estabilidade e prosperidade econômica, com base na implementação bem-sucedida dos princípios e «única China» e «um país, dois sistemas».</p>
<p>O Ministério das Relações Exteriores condena a interferência nos assuntos internos da China, enquanto rejeita qualquer tentativa de prejudicar a integridade territorial e a soberania da República Popular da China.</p>
<p>Cuba apoia os esforços do governo central de Pequim e das autoridades de Hong Kong para reverter essa situação, preservar a paz e restaurar a estabilidade.</p>
<p>Confiamos plenamente na capacidade e sabedoria das autoridades chinesas para encerrar esses eventos de desestabilização e voltar ao normal.</p>
<p>Havana, 5 de setembro de 2019</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/09/05/cuba-condena-interferencia-nos-assuntos-internos-da-china/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cuba e China ratificam a sólida amizade que as une</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/05/30/cuba-e-china-ratificam-solida-amizade-que-as-une/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/05/30/cuba-e-china-ratificam-solida-amizade-que-as-une/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 May 2019 16:53:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Rodríguez]]></category>
		<category><![CDATA[Chanceler]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[visita]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=5470</guid>
		<description><![CDATA[A defesa do multilateralismo e da rejeição de medidas coercitivas unilaterais contra nosso país focaram a atenção das conversações realizadas quarta-feira, 29 de maio, pelo ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, e o membro do Politburo e diretor do secretariado da Comissão Central de Relações Exteriores do Partido Comunista da China, Yang Jiechi, na visita oficial feita pelo chefe da diplomacia cubana à nação asiática.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5471" alt="China y Cuba" src="/files/2019/06/China-y-Cuba.jpg" width="300" height="241" />A defesa do multilateralismo e da rejeição de medidas coercitivas unilaterais contra nosso país focaram a atenção das conversações realizadas quarta-feira, 29 de maio, pelo ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, e o membro do Politburo e diretor do secretariado da Comissão Central de Relações Exteriores do Partido Comunista da China, Yang Jiechi, na visita oficial feita pelo chefe da diplomacia cubana à nação asiática.</p>
<p>Rodriguez Parrilla também se reuniu com seu homólogo chinês, Wang Yi, reunião que destacou a troca constante de visitas de alto nível em sintonia com o excelente estado das relações, especialmente a visita de Estado do presidente cubano Miguel Diaz-Canel Bermúdez, em novembro passado, que refletiu a continuidade dos laços bilaterais e permitiu projetá-los a médio e longo prazo.</p>
<p>O chanceler cubano atualizou seu homólogo chinês sobre os principais processos em que a Ilha está imersa e saudaram a posição invariável do governo asiático contra o bloqueio dos Estados Unidos. Também ressaltou que Cuba acolhe com simpatia a iniciativa da Faixa e da Rota da Seda e sua extensão para a América Latina e o Caribe.</p>
<p>Por sua parte, também o conselheiro de Estado, Wang Yi reiterou o apoio do seu país à justa luta pela defesa da soberania nacional e descreveu como indestrutível a estreita amizade entre os dois países.</p>
<p>No final da reunião, ambos os chanceleres assinaram o Plano de Consulta Política entre os respectivos ministérios das Relações Exteriores para o período 2020-2022.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/05/30/cuba-e-china-ratificam-solida-amizade-que-as-une/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Partido que mudou a história da China</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2017/07/06/o-partido-que-mudou-historia-da-china/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2017/07/06/o-partido-que-mudou-historia-da-china/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2017 21:46:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=4626</guid>
		<description><![CDATA[Quando Karl Marx e Friedrich Engels publicaram a primeira edição do Manifesto Comunista, em 1848, possivelmente não imaginaram que 72 anos depois o «fantasma do comunismo» atingiria a China e tornaria essa nação uma potência mundial.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4627" alt="China" src="/files/2017/07/China.jpg" width="300" height="225" />Quando Karl Marx e Friedrich Engels publicaram a primeira edição do Manifesto Comunista, em 1848, possivelmente não imaginaram que 72 anos depois o «fantasma do comunismo» atingiria a China e tornaria essa nação uma potência mundial.</p>
<p>Após um ano da publicação, no gigantesco país asiático, desse influente tratado político, em 30 de junho de 1921, foi fundado o Partido Comunista da China (PCCH), organização que atualmente guia o povo na construção de um melhor país.</p>
<p>Durante os 96 anos seguintes, o PCCH derrubou o imperialismo, o feudalismo, o capitalismo e em 1949 fundou a nova China, essa que atualmente caminha para se tornar a primeira economia global.</p>
<p>«O caminho difícil marcou nosso sucesso. No passado sempre está a chave do presente, na história está a raiz da atualidade», expressou em um encontro com o Centro de Prensa China-América Latina e o Caribe (CLACPC), o catedrático Mei Renyi, presidente do Instituto de Pesquisa Intercultural da China.</p>
<p>Quase um século depois de seu nascimento e com o aval de tirar da pobreza mais de 700 milhões de pessoas e atingir impressionante desenvolvimento, graças à aplicação da política da Reforma e Abertura, essa instituição política mantém praticamente as mesmas bases e objetivos que nos anos em que foi fundado, mas assume novos desafios, acordes com a realidade atual, na condução da nação pelo caminho da construção do socialismo com características chinesas.</p>
<p>Embora, em seus começos, o PCCH fosse uma força marginalizada, atualmente com aproximadamente 88 milhões de membros é a vanguarda do povo e da nação, em geral.</p>
<p>Contudo, muitos perguntam como esta organização política conseguiu essas conquistas, questão que para o professor Mei é muito clara. «Na década dos anos 20, China era um país totalmente agrícola, a chave estava no campo e ninguém atendia essa zona. Porém, o Partido Comunista constituiu suas bases no campo, o qual proporcionou uma força incrível. O povo é a maior força do PCCH», significou.</p>
<p>De acordo com Mei, também diretor do Instituto de Pesquisas de Literatura Estrangeira, da Universidade de Estudos Estrangeiros de Pequim, «quando Mao Zedong entrou em Pequim, em 1949, enfrentou-se ao grande desafio de governar a nação e continuar respondendo aos princípios fundacionais do Partido, que eram representar o povo. Tomar o poder era um teste para o Partido continuar respondendo ao povo».</p>
<p>Apesar das mudanças e os novos tempos, os governantes chineses de hoje têm a mesma missão e o objetivo principal do executivo de Xi Jinping, secretário-geral do PCCH, é ajustar o ritmo e modelo de desenvolvimento, para continuar no caminho do progresso, bem como o fortalecimento da intensa campanha contra a corrupção, nos escalões mais altos do governo e do Partido.</p>
<p>Essas aspirações devem receber um novo impulso durante a realização do 19º Congresso Nacional do PCCH, previsto para a segunda metade de 2017. Dentro e fora da China esperam com ânsias a realização de uns dos eventos políticos mais importantes do ano, onde será debatido o futuro da nação mais povoada do mundo.</p>
<p>«Os novos caminhos escolhidos têm que servir ao povo, depender do povo e é o povo quem deve desfrutar dos sucessos», asseverou Mei. E acrescentou que o modelo chinês deve ter diretrizes e uma base teórica que responda às realidades, além da continuidade em suas políticas. «China não poderá resistir às repentinas mudanças políticas em curto prazo», assinalou.</p>
<p>Jin Canrong, vice-presidente e catedrático do departamento das Relações Internacionais da Universidade de Renmin, a qual também partilhou com o CLACPC, considera que «o desenvolvimento econômico da China é o acontecimento dos últimos 50 anos», um sucesso que nem poucos atribuem à guia do Partido e de seus líderes.</p>
<p>Para Canrong, daqui a 30 anos, devido ao progresso econômico, a nação asiática experimentará um crescimento integral e seu Produto Interno Bruto (PIB) superará todo o volume do mundo ocidental.</p>
<p>«Um de nossos maiores sucessos é a industrialização», refere. E pensa que, futuramente, outros países «podem ultrapassar-nos quanto ao número de habitantes, mas não em industrialização».</p>
<p>«Daqui a pouco a China vai se tornar uma potência integral», coincidem os acadêmicos. E essa nova vitória, como nos últimos 80 anos, será sob o guia do Partido Comunista.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2017/07/06/o-partido-que-mudou-historia-da-china/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Contribuição da China à economia mundial</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2016/09/22/contribuicao-da-china-economia-mundial/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2016/09/22/contribuicao-da-china-economia-mundial/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2016 15:23:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=4296</guid>
		<description><![CDATA[A China é uma economia poderosa, de 1,3 bilhão de habitantes. Sua habilidade para crescer e aumentar sua influência global, no contexto da crise financeira internacional, tem feito com que boa parte do mundo olhe o gigante asiático como um farol no meio da tempestade. A contração da economia mundial contrasta com os sucessos conseguidos por China, depois que iniciou o processo da Reforma e Abertura, há mais de 30 anos. Desde 1978 até hoje, Pequim se propôs como tarefa crescer economicamente, para benefício de sua população, mas também aceitou o desafio de se tornar uma referência global.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4297" alt="China laboratorio" src="/files/2016/09/China-laboratorio.jpg" width="300" height="197" />A China é uma economia poderosa, de 1,3 bilhão de habitantes. Sua habilidade para crescer e aumentar sua influência global, no contexto da crise financeira internacional, tem feito com que boa parte do mundo olhe o gigante asiático como um farol no meio da tempestade.</p>
<p>A contração da economia mundial contrasta com os sucessos conseguidos por China, depois que iniciou o processo da Reforma e Abertura, há mais de 30 anos. Desde 1978 até hoje, Pequim se propôs como tarefa crescer economicamente, para benefício de sua população, mas também aceitou o desafio de se tornar uma referência global.</p>
<p>Durantes os últimos anos, sua economia equivale a 30% do Produto Interno Bruto Global e é um dos primeiros cinco países que mais investe em outros mercados, o que converte a China um dos motores das enfraquecidas finanças globais.</p>
<p>A lista de sucessos dos chineses, somado ao seu empenho na estabilidade, acima de qualquer meta, têm sido essenciais para que a comunidade internacional deposite suas esperanças neles. Entre 1980 e 2015, o Produto Interno Bruto (PIB) chinês multiplicou-se por 16 e em 2010 superou o do Japão e se tornou o segundo maior do mundo, ultrapassado só pelo dos Estados Unidos.<br />
Antes, em 2009, já tinha superado a Alemanha, para se tornar o primeiro exportador em nível mundial.</p>
<p>A China, como potência, tem dito que não pretende fugir de sua responsabilidade com o resto das nações e, por isso, sugeriu a construção de uma economia mundial inovadora, para gerar novas diretrizes de crescimento, aberta para ampliar o alcance do desenvolvimento, interligada para forjar uma coesão interativa e inclusiva, no sentido de fortalecer a base dos resultados ganhar-ganhar.</p>
<p>MANTER O PROGRESSO PARA ASSEGURAR A LIDERANÇA<br />
No âmbito de uma economia global, cheia de riscos e desafios, Pequim está ciente do seu papel atual. Há vários anos vem planejando uma série de estratégias encaminhadas a assegurar seu crescimento constante, sob os preceitos do aprofundamento da Reforma e Abertura.</p>
<p>A história tem demonstrado que a capacidade constante do crescimento econômico não só é uma necessidade do povo chinês, mas também é uma fonte de benefícios para o resto do mundo.<br />
Depois de 38 anos de reformas, o país se encontra em um ponto de partida, no qual tenta aprofundar, aperfeiçoar e gerar fontes de receitas mais fortes para sua ascensão.</p>
<p>As autoridades da segunda maior economia do mundo têm reconhecido que transitam por uma etapa de “nova normalidade” e que se fortalecem, com vista ao futuro.</p>
<p>Durante vários anos consecutivos, a taxa de crescimento da economia chinesa desacelerou gradualmente até se estabilizar, desde 2010 até hoje, em torno de sete pontos porcentuais. De acordo com o Banco Mundial, esse índice continua sendo uma quimera para muitos países, inclusive para alguns dos mais desenvolvidos.</p>
<p>Nesse contexto, a liderança da nação asiática assegurou que adotará as medidas necessárias para garantir a estabilidade e fazer uma contribuição maior ainda ao mundo.</p>
<p>Tanto o presidente Xi Jinping, quanto o primeiro-ministro Li Keqiang têm dito que seu Estado trabalha para aprofundar uma reforma integral que abra melhores perspectivas de desenvolvimento e que lhe permita tornar-se um impulsor do desenvolvimento.</p>
<p>Suas perspectivas para conseguir uma visão melhorada da economia chinesa compreendem elevar a qualidade e a eficiência, o emprego e as receitas, a proteção do meio ambiente e a poupança dos recursos.</p>
<p>Realizar a modernização de um país que tem a maior população do mundo é um fato sem precedentes na história da humanidade. Mas a maioria dos especialistas confia na tenacidade dos chineses, capazes de tirar da pobreza a mais de 600 milhões de pessoas.</p>
<p>No planejamento para progredir a um nível superior, a inovação se coloca como o principal impulso para a próxima revolução tecnológica e industrial.<br />
A China aposta nas novas ciências, como fonte inesgotável de crescimento econômico sustentável.</p>
<p>Colocar o peso da progressão no uso das tecnologias e nos modelos mais recentes de produção e comércio são conceitos recolhidos no último plano quinquenal, aprovado pelas autoridades asiáticas.<br />
De acordo com o já exposto, apostar na inovação implica, também, dar impulso a vias alternativas para crescer e transitar para fontes de riquezas mais atualizadas.</p>
<p>Para a China a promoção de estratégias para conseguir a excelência, baseadas na inovação, estimular políticas a favor do meio ambiente, compartilhar de maneira justa e ampliar a abertura, são opções necessárias para garantir seu auge, enquanto para o resto dos Estados se trata de uma lufada de ar, visando a superar as dificuldades e criar mais oportunidades.</p>
<p>As propostas de Pequim não só estabelecem bases renovadas para dar impulso à progressão em escala mundial, também contribuem para o bem-estar de todos os seres humanos e a paz.</p>
<p>ALIANÇAS QUE CONTRIBUAM PARA O DESENVOLVIMENTO GLOBAL</p>
<p>A China transforma os métodos para persistir em seu renascer econômico, enquanto se comunica e se abre ao exterior, de maneira mais profunda.</p>
<p>Quando há apenas dez anos, a influência de Pequim só compreendia aqueles países próximos das suas fronteiras, muito poucos conseguiam antever seu papel como garantia da estabilidade econômica internacional.</p>
<p>Hoje, não só é evidente seu crescente poder como país, mais bem sua capacidade de criar uma extensa rede de laços com o resto do mundo.</p>
<p>Atingir um florescimento equilibrado da maior quantidade possível de nações é um dos objetivos que a China se propõe como potência. A iniciativa de «Uma faixa e Uma Rota» constitui uma tentativa importante a esse respeito. Mediante vias terrestres e marítimas, esta imensa rota de comércio ligará o país com a Europa, o resto da Ásia e a África, com o propósito de integrar as economias de diferentes países.</p>
<p>Este novo modelo de cooperação multilateral e bilateral, no qual intervém o Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (BAII) como fornecedor do capital, procura promover a cooperação internacional e contribuir para elevar a qualidade da vida nos mais de 70 países que até o momento participam do mecanismo.</p>
<p>A diversificação de sua pasta de investimentos no exterior é outra das vias com a qual a China conseguiu influir além de suas fronteiras.</p>
<p>O relatório de Tendências Globais de 2030, elaborado pelo Conselho Nacional de Inteligência dos Estados Unidos, assinala que a nação asiática já superou os Estados Unidos quanto ao valor de importação e exportação de mercadorias, tornando-se o país com maior comércio do mundo e, provavelmente, também desbancará a potência norte-americana antes de 2030, para se tornar a maior economia da terra.</p>
<p>Os números do investimento direto chinês no estrangeiro e do investimento estrangeiro no gigante asiático são indicadores que também avaliam seu potencial como gerador de oportunidades para o resto do mundo.</p>
<p>Segundo estatísticas oficiais, em 2015 os investimentos chineses superaram os US$120 bilhões, para se colocar atrás dos Estados Unidos.</p>
<p>O desenvolvimento além de suas fronteiras também teve como bom destino a América Latina, continente com o qual tem desenvolvido uma importante parceria estratégica.</p>
<p>Estatísticas oficiais confirmam que, nos últimos anos, o comércio bilateral cresceu até US$200 bilhões e o gigante asiático é o primeiro mercado de destino das exportações do Brasil e o Chile, e o segundo do Peru, Cuba e a Costa Rica.</p>
<p>A China também esta pronta para impulsionar a cooperação com a Associação das Nações do Sueste Asiático (Asean). Para estes dez estados que funcionam como um bloco, a relação com o gigante asiático é vital para que a região seja estável e dinâmica economicamente.</p>
<p>Seu objetivo é fomentar a exportação das capacidades industriais avançadas, acessíveis e amigáveis com o ambiente para aqueles países que precisarem delas, afirmou à agência Xinhua o vice-diretor da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, Ning Jizhe.</p>
<p>Para a Asean, uma comunidade com mais de 600 milhões de habitantes, integrada por Vietnã, Brunei, Camboja, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmã, Singapura e Tailândia e que pretende defrontar os desafios atuais de maneira coordenada, despregar maior colaboração com seu maior parceiro comercial, mediante o investimento direto, subcontratação de projetos, cooperação tecnológica ou comércio de equipe, resulta de uma importância estratégica.</p>
<p>Se bem, até o momento, mais de 300 empresas financiadas pela China se estabeleceram em 26 zonas de cooperação econômica, em oito países da Asean, com um investimento total de US$1,7 bilhão, os laços econômicos ainda têm uma ampla margem de melhoria, devido às enormes complementaridades que possuem.</p>
<p>Sua integração no grupo dos BRICS, como forcas principais das economias de mercado emergente e os países em vias de desenvolvimentos, também demonstra seu compromisso de estabelecer sociedades onde os ganhos sejam compartilhados.</p>
<p>Este grupo composto pelo Brasil, Rússia, Índia, China e a África do Sul possui um enorme po¬tencial de crescimento, aspira a que os chamados emergentes tenham papéis mais importantes nos assuntos internacionais e na governabilidade global, o que contribuirá para a construção de una economia mundial mais equilibrada.</p>
<p>Neste momento, a China já atingiu um ritmo de crescimento e um grau de integração no mundo, suficiente para ter um impacto substancial em nível internacional. Porém, isso só será possível, segundo os peritos, se os governos programam uma associação global para a cooperação de benefício mútuo, uma comunidade de destino e interesses compartilhados e a criação de um novo governo econômico mundial, sem discriminação e baseado na cooperação.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2016/09/22/contribuicao-da-china-economia-mundial/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>China e Cuba promovem troca na biotecnologia</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2016/08/01/china-e-cuba-promovem-troca-na-biotecnologia/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2016/08/01/china-e-cuba-promovem-troca-na-biotecnologia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2016 21:57:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[o comércio]]></category>
		<category><![CDATA[produtos farmacêuticos]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=4228</guid>
		<description><![CDATA[China promove o desenvolvimento da biotecnologia a partir da construção com Cuba de uma Zona de Cooperação Industrial de Biotecnologia. Autoridades do governo de Changchun, na província de Jilin e representantes da empresa cubana BioCubaFarma reafirmaram o interesse de concertar ações na articulação dessa aliança estratégica, informou a PL. Em Jilin já funciona, desde o ano 2013, com a cooperação cubana, uma empresa mista Changchun Heber Biological Technology, cujo objetivo fundamental é a manufatura dos produtos biotecnológicos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="line-height: 1.5em"><img class="alignleft size-full wp-image-4229" alt="Cuba productos farmaceuticos" src="/files/2016/08/Cuba-productos-farmaceuticos.jpg" width="300" height="201" />China promove o desenvolvimento da biotecnologia a partir da construção com Cuba de uma Zona de Cooperação Industrial de Biotecnologia.</span></p>
<p>Autoridades do governo de Changchun, na província de Jilin e representantes da empresa cubana BioCubaFarma reafirmaram o interesse de concertar ações na articulação dessa aliança estratégica, informou a PL.</p>
<p>Em Jilin já funciona, desde o ano 2013, com a cooperação cubana, uma empresa mista Changchun Heber Biological Technology, cujo objetivo fundamental é a manufatura dos produtos biotecnológicos.</p>
<p>Por outra parte, em maio deste ano assinou-se um Acordo Marco para a construção conjunta da Zona de Cooperação Industrial de Tecnologia Biológica Cuba-China.</p>
<p>A esfera da biotecnologia cubana está presente na nação asiática, através das empresas mistas Biotech, localizada na Zona Especial de Desenvolvimento de Pequim e a mencionada Chang Heber, ao norte do país.</p>
<p>Biotech é a empresa responsável por produzir e comercializar o anticorpo monoclonal humanizado Nimotuzumab-R3, obtido por Cuba e empregue no tratamento, misturado com quimioterapia e radioterapia, em tumores avançados.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2016/08/01/china-e-cuba-promovem-troca-na-biotecnologia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Díaz-Canel ratifica magnífico estado das relações Cuba-China</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2015/09/04/diaz-canel-ratifica-magnifico-estado-das-relacoes-cuba-china/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2015/09/04/diaz-canel-ratifica-magnifico-estado-das-relacoes-cuba-china/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2015 11:27:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[70o aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[o fascismo]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[vitória]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=3910</guid>
		<description><![CDATA[O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, Miguel Díaz-Canel ratificou em 2 de setembro, em Pequim, o excelente estado das relações com a China.
Díaz-Canel chegou a esta capital na madrugada da quarta-feira, 2 de setembro, liderando uma delegação cubana aos atos comemorativos pelo 70º aniversário da vitória do povo da China na guerra antifascista mundial.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3911" alt="diaz canel en China" src="/files/2015/09/diaz-canel-en-China.jpg" width="300" height="238" />O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, Miguel Díaz-Canel ratificou em 2 de setembro, em Pequim, o excelente estado das relações com a China.</p>
<p>Díaz-Canel chegou a esta capital na madrugada da quarta-feira, 2 de setembro, liderando uma delegação cubana aos atos comemorativos pelo 70º aniversário da vitória do povo da China na guerra antifascista mundial.</p>
<p>Após visitar o Museu da Guerra de Resistência do povo chinês contra a agressão japonesa apenas umas horas depois de sua chegada, e após ter sido recebido pelo vice-presidente Li Yuanchao, o governante cubano conversou com a Prensa Latina.</p>
<p>“Temos que partir do fato de que as relações entre Cuba e a China são históricas e sobre essa base se desenvolvem, alicerçadas com uma vontade política dos dirigentes das duas nações em todas as etapas dos processos revolucionários vividos pelos dois países”, disse.</p>
<p>Lembrou que Cuba, por exemplo, foi o primeiro território da América Latina que reconheceu a República Popular da China e estabeleceu nexos com este país milenar.</p>
<p>“Precisamente estamos no 55º aniversário do estabelecimento desses nexos —expressou — e foi Fidel Castro em um ato público na Praça da Revolução onde, conversando com o povo, informou que se estabeleciam as relações diplomáticas com a China, por isso a forma em que surgiram esses laços tem essa beleza”.</p>
<p>Para Díaz-Canel, nos últimos anos as relações entre estes Estados foram se aprofundando muito com um relançamento dos vínculos que, segundo sua opinião, muito tem a ver com a visita bem-sucedida do presidente chinês Xi Jinping a Cuba, no ano passado.</p>
<p>“A partir dessa visita se desencadeou uma dinâmica de trabalho muito importante como a comissão intergovernamental com o envolvimento de ambas as partes que conseguiu identificar um grupo de programas de muito impacto no desenvolvimento econômico e social para nosso país para o quinquênio 2016- 2020”, explicou.</p>
<p>“Nos últimos dez anos, a China se converteu no segundo parceiro comercial de Cuba, o segundo país do qual saem as fontes de importações cubanas e o segundo país ao qual encaminhamos nossas exportações”, expôs.</p>
<p>Ainda, acrescentou que Pequim é um importante parceiro do ponto de vista financeiro, porque dá a Cuba um grupo de facilidades financeiras, tanto por créditos como doações ou seguros a curto e médio prazo que facilitam também o desenvolvimento dos principais ramos da Ilha caribenha.</p>
<p>Para concluir disse que ao somar esses fatores se facilitam as relações políticas em muito alto nível, comerciais e econômicas, que se potencializam até chegar aos vínculos entre os povos e se manifestam depois de diferentes maneiras.</p>
<p>Díaz-Canel se reuniu, ainda, com o primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, quem indicou que a China está disposta a promover os intercâmbios de alto nível com Cuba, ampliar a cooperação pragmática e reforçar a comunicação e coordenação nos assuntos internacionais e regionais, para impulsionar a amizade e a cooperação estratégica, noticiou a agência Xinhua.</p>
<p>No fechamento desta edição Díaz-Canel participou no desfile militar para comemorar o 70º aniversário da vitória do povo da China na guerra antifascista mundial, a qual foi presidida pelo presidente da República Popular da China, Xi Jinping.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2015/09/04/diaz-canel-ratifica-magnifico-estado-das-relacoes-cuba-china/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Diaz-Canel chegou à China</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2015/09/02/diaz-canel-chegou-china/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2015/09/02/diaz-canel-chegou-china/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2015 11:31:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Díaz-Canel]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=3914</guid>
		<description><![CDATA[O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, chegou a Pequim à frente da delegação cubana que participará das comemorações do 70º aniversário da vitória do povo da China na Guerra Antifascista Mundial. A visita ocorre no âmbito do 55º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre Cuba e a Republica Popular da China, ocasião para confirmar o excelente estado das nossas relações multifacetadas e estratégicas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3915" alt="diaz-canel-en-china-1" src="/files/2015/09/diaz-canel-en-china-1.jpg" width="300" height="217" />O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, chegou a Pequim à frente da delegação cubana que participará das comemorações do 70º aniversário da vitória do povo da China na Guerra Antifascista Mundial.</p>
<p>A visita ocorre no âmbito do 55º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre Cuba e a Republica Popular da China, ocasião para confirmar o excelente estado das nossas relações multifacetadas e estratégicas.</p>
<p>A delegação cubana também é integrada pelo vice-chanceler Rogelio Sierra Díaz e o embaixador de Cuba na República Popular da China, Alberto Blanco Silva.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2015/09/02/diaz-canel-chegou-china/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
