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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Chile</title>
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		<title>O socialismo como esperança perante a investida imperial</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2020 22:03:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mobilizado a partir de plataformas virtuais, o Foro de São Paulo lembrou o 50º aniversário do triunfo da Unidade Popular no Chile, que levou Salvador Allende à presidência desse país, a fim de lembrar quanto pode fazer a unidade das forças progressistas, às aspirações socialistas mas também os perigos que significa, tal como na atualidade, a ofensiva implacável do capitalismo sobre toda aquela alternativa que queira defender os direitos dos povos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6083" alt="Allende" src="/files/2020/10/Allende.jpg" width="300" height="257" />Mobilizado a partir de plataformas virtuais, o Foro de São Paulo lembrou o 50º aniversário do triunfo da Unidade Popular no Chile, que levou Salvador Allende à presidência desse país, a fim de lembrar quanto pode fazer a unidade das forças progressistas, às aspirações socialistas mas também os perigos que significa, tal como na atualidade, a ofensiva implacável do capitalismo sobre toda aquela alternativa que queira defender os direitos dos povos.</p>
<p>Ao intervir na sessão do dia, o presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, convocou a reivindicar o socialismo como mecanismo de esperança para os povos, principal legado do presidente chileno, cujas lições devem ser examinadas, a fim de enfrentar o sistema neoliberal no continente.</p>
<p>«É um dever e uma chance parar, embora seja uns minutos, e à distância, naquilo que significou aquele Governo, o que significou a Unidade Popular, o que significou a articulação das forças da esquerda em torno de um ideal socialista, e quais foram as vias e os métodos que o imperialismo utilizou para quebrá-la, impondo com sangue e fogo um modelo econômico que exclui as maiorias e as reprime, inclusive em seu chamados períodos democráticos», precisou.</p>
<p>A essas reflexões do dia, convocadas pelo Foro de São Paulo, juntaram-se outros líderes latino-americanos, como os ex-presidentes brasileiros Luiz Inácio Lula da Silva (mediante uma carta ao evento) e Dilma Rousseff, quem declarou que aquele sucesso significou a unidade das classes populares na procura da igualdade dentro de um projeto social chamado socialismo, concretizado no continente com a Revolução Cubana, primeiramente, e depois com a vitória de Allende.</p>
<p>Essa tese também foi defendida pelo presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, o qual ressaltou que, «ao ser derrubado o Governo chileno, em 1973, nasceu um período de resistência social em prol da democracia», disse. E pôs como exemplo como com os cruéis bloqueios padecidos pelos povos da Venezuela, Cuba e a Nicarágua, o império pretendeu esmagar a força desse exemplo.</p>
<p>O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, reconheceu que o legado de Allende nos fez compreender como assumir o mandado popular na condução das massas populares rumo a um trinfo eleitoral, e parabenizou que fosse justo que o Foro de São Paulo lembrasse essa efeméride, pois, atualmente, «esta força de integração progressista e de esquerda, é a esperança antineoliberal dos povos».</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>Nem uma nem mais um; nem uma nem um a menos</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Nov 2019 23:17:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[EM 20 de outubro, dia da cultura cubana, enquanto em Cuba comemorávamos com músicas e poemas, uma jovem artista de rua, de 36 anos, apareceu pendurada nas grades de uma praça, no setor sul de Santiago do Chile. Ela tinha sido vista pela última vez, presa pela polícia. De acordo com dezenas de meios de comunicação de todas as tendências, blogs, muros do Facebook, contas no Twitter e outros espaços, ela ficou vexada, torturada, com os pulsos quebrados e morta.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5654" alt="chile muertos" src="/files/2019/11/chile-muertos-300x199.jpg" width="300" height="199" />EM 20 de outubro, dia da cultura cubana, enquanto em Cuba comemorávamos com músicas e poemas, uma jovem artista de rua, de 36 anos, apareceu pendurada nas grades de uma praça, no setor sul de Santiago do Chile.</p>
<p>Ela tinha sido vista pela última vez, presa pela polícia. De acordo com dezenas de meios de comunicação de todas as tendências, blogs, muros do Facebook, contas no Twitter e outros espaços, ela ficou vexada, torturada, com os pulsos quebrados e morta.</p>
<p>Ainda hoje, mais de um mês após a denúncia de muitas organizações que defendem os direitos das mulheres e de todos os seres humanos, é desconcertante ler critérios daqueles que, no Chile e em outros países que sofrem neste momento na América Latina, duvidam. Eles alegam que foi suicídio, embora as fotos e os vídeos de quando foi encontrada tornem muito difícil poder acreditar nessa versão.</p>
<p>O mesmo agora é discutido perante a morte da jornalista Albertina Martínez, 38 anos, encontrada em seu apartamento com sinais de golpes e facadas. Para algumas pessoas, cúmplices dos noticiários em que se diz que tudo está bem, não são suficientes os milhares de fotos, publicadas por aqueles que sofrem, que falam por si sós.</p>
<p>Repressão violenta, violações e ultrajes, expulsão da mídia (da que denuncia, não apenas a Telesur, muitas de países às vezes desagradáveis ​​à nossa realidade), cessação de todos os projetos sociais. Liberdade absoluta para atirar, matar e depois jurar pela Bíblia, mas fazendo o gesto nazista ao acenar a bandeira.</p>
<p>Impossível diferenciar as forças repressivas nesses países; elas parecem (e são) as mesmas: contra um homem velho que ao que jogam em seu rosto um ataque com água; contra um jovem a quem fazem ajoelhar; contra uma mulher indígena cuja única arma é sua bandeira; contra mulheres, às que chutam e despem; uma pessoa deficiente que é arrastada da cadeira; um enterro disperso com gases pelo que os caixões tiveram que ser deixados no chão; ataques a médicos, enfermeiros e membros da Cruz Vermelha que trataram os feridos; dezenas de chilenos que nunca mais voltarão a ver a vida porque perderam o olho com as balas de chumbo, a lista de horror e ódio é interminável.</p>
<p>Que vergonha para a humanidade todos eles e que vergonha para os outros: aqueles hipócritas protegidos em sua vida egoísta, cúmplices em silêncio, detratores confortáveis ​​da palavra vaidosa, domesticados que veem as agressões como uma fotonovela, seres insensíveis que se consideram intocáveis.</p>
<p>Não há perdão ou esquecimento.</p>
<p>Nem uma nem mais um. Nem uma nem um a menos.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>A morte de um presidente que vive</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2018 22:25:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«UMA grande nuvem negra sobe do Palácio em chamas. O presidente Allende morre em seu lugar. Os militares matam milhares em todo o Chile. (...) a senhora Pinochet declara que as lágrimas das mães vão resgatar o país. Ocupa o poder, todo o poder, uma Junta Militar de quatro membros, formados na Escola das Américas no Panamá. A Junta é liderada pelo general Augusto Pinochet».]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5197" alt="Allende" src="/files/2018/09/Allende.jpg" width="300" height="258" />«UMA grande nuvem negra sobe do Palácio em chamas. O presidente Allende morre em seu lugar. Os militares matam milhares em todo o Chile. (&#8230;) a senhora Pinochet declara que as lágrimas das mães vão resgatar o país. Ocupa o poder, todo o poder, uma Junta Militar de quatro membros, formados na Escola das Américas no Panamá. A Junta é liderada pelo general Augusto Pinochet».</p>
<p>As letras do escritor Eduardo Galeano descrevem o que aconteceu em 11 de setembro de 1973, uma das datas mais profundamente gravadas na história do Chile e da Nossa América. Naquele dia, após várias horas de cerco e bombardeio no Palácio Presidencial de La Moneda, o presidente chileno Salvador Allende morreu sob o fogo dos golpistas.</p>
<p>Como Allende morreu? Cometendo suicídio, declarou a Junta Militar no dia seguinte, 12 de setembro de 1973.</p>
<p>Como uma «figura gloriosa&#8230; crivada e rasgada pelas balas das metralhadoras dos soldados do Chile», escreveu Pablo Neruda, em 14 de setembro em seu leito de morte.</p>
<p>«Sob as balas inimigas como um soldado da Revolução», disse sua viúva Hortensia Bussi, quatro dias depois, no México.</p>
<p>Se o presidente morreu nas mãos do exército golpista liderado por Pinochet ou se suicidou antes de se render no Palácio de La Moneda, em Santiago do Chile, em 11 de setembro de 1973, as balas que o mataram — viessem de onde viessem — perpetraram um dos assassinatos mais ultrajantes da história da América Latina.</p>
<p>Seu assassinato permaneceu em silêncio; ele foi secretamente enterrado; apenas a sua viúva foi autorizada a acompanhar aquele cadáver imortal. Dizem que aquele bravo e digno homem resistiu por seis horas com um fuzil que o líder da Revolução Cubana de Fidel Castro lhe deu e que foi a primeira arma de fogo com que Salvador Allende disparou.</p>
<p>Hoje, completam-se 45 anos após a morte de Allende. Naquela noite, as forças do golpe entregaram um breve relato ao general Augusto Pinochet: «Missão cumprida. La Moneda tomada, presidente morto». A Unidade Popular e seu presidente foram aniquilados, iniciando 17 anos de ditadura militar.</p>
<p>Líder da esquerda política chilena, Salvador Allende venceu as eleições em 1970, desenvolvendo uma intensa política de nacionalização do setor industrial e da mineração. No meio da crise econômica, em 1973, ele revalidou seu triunfo eleitoral, o que acabaria provocando a intervenção violenta do exército na vida política do país.</p>
<p>Durante seu primeiro ano de gestão, 47 empresas industriais e mais da metade do sistema de crédito foram nacionalizadas. Com a reforma agrária, expropriou e incorporou cerca de dois milhões e quatrocentos mil hectares de terras produtivas à propriedade social.</p>
<p>Salvador Allende foi o primeiro político chileno de orientação marxista no Ocidente, que chegou ao poder por meio de eleições gerais em um Estado de Direito.</p>
<p>«A contradição mais dramática de sua vida foi ter sido, ao mesmo tempo, inimigo congênito da violência e revolucionário apaixonado, e ele acreditava tê-la resolvido com a hipótese de que as condições do Chile permitiam uma evolução pacífica em direção ao socialismo, dentro da legalidade burguesa», lembrou Gabriel García Márquez em sua crônica A Verdadeira Morte de um presidente.</p>
<p>Estes foram, em poucas palavras, seus verdadeiros crimes, aqueles que o imperialismo e a extrema direita mais reacionária no Chile e na região, não puderam perdoar ao líder carismático que se tornou um povo, a maioria.</p>
<p>AS GUERRAS MAIS CONVENCIONAIS</p>
<p>Golpe de Estado, mortes, um golpe à democracia, ameaça à soberania, um governo vendido, fantoche, um povo que sofre&#8230; tudo aconteceu no Chile, há mais de quatro décadas. E hoje, estamos cada vez mais no limiar dessas ameaças?</p>
<p>A realidade é mais do que óbvia: os países progressistas do continente são vítimas de tentativas desestabilizadoras que buscam aquecer as ruas, gerar caos e desestabilizar sem respirar, a ponto de gerar um golpe, dois, seja o que for.</p>
<p>Os Golpes Suaves e a Guerra Não Convencional (GNC) na América Latina permanecem como o atual Plano Condor, apesar de não perseguirem um Chile cheio de cobre, mas atacam consciências, vontades, manipulam a falsidade e a mentira.</p>
<p>Nos documentos que regem a vida política dos Estados Unidos, a GNC é definida como o «conjunto de atividades destinadas a possibilitar o desenvolvimento de um movimento de resistência ou insurgência, coagir, alterar ou derrubar um governo, ou tomar o poder através do uso de uma força de guerrilha, auxiliar e clandestina, em um território inimigo», como explica o doutor em Ciências Jurídicas e pesquisador de Assuntos relacionados à Segurança Nacional, Hugo Morales Karell,</p>
<p>«Na última década, a GNC surgiu como a modalidade mais viável a ser usada pelos Estados Unidos e seus aliados para derrubar governos contrários aos seus interesses», diz Morales Karell. Muitas têm sido as variantes: pretextos para gerar manifestações contra o governo, argumentando descontentamento popular pela situação econômica, política e social da nação, intervenção nos assuntos internos de países por terceiros, alegando uma suposta crise humanitária ou violação de direitos seres humanos, até o suposto desempenho de uma oposição interna.</p>
<p>Há muitos exemplos, até mesmo reconhecidos e declarados pelos Estados Unidos em seus documentos doutrinários: Albânia e Letônia (1951-1955); Tibete (1955-1970); Indonésia (1957-1958); a invasão de Cuba pela Baía dos Porcos (abril de 1961); Laos (1959-1962); Vietnã do Norte (1961-1964); Nicarágua e Honduras (1980-1988); Paquistão e Afeganistão (1980-1991) e Iraque (2002-2003). A estes já confessados, vamos acrescentar o caso da Venezuela, Brasil, Bolívia, em que o objetivo marcante de deter o avanço da esquerda progressista na região é evidente.</p>
<p>Essas são as realidades de hoje, as canhoneiras não estão presentes fisicamente, nem os drones jogam bombas e as nações não são intervencionadas militarmente, mas as agressões continuam; agora há uma boa manipulação para conseguir a participação dos jovens, o uso dos benefícios proporcionados pelas tecnologias de computador e comunicações e intensas campanhas de mídia para exercer pressão política e alcançar, como o Professor Karell afirma, «a mais convencional das guerras».</p>
<p>Mas não duvidem disso, o império retornará, repetidas vezes, ao uso de força brutal e ao cruel assassinato de líderes como Salvador Allende, sempre que for conveniente para seus interesses e não disponham das ferramentas para oprimir os povos e governos que sejam «desconfortáveis» e tentem subverter sua hegemonia.</p>
<p>CRONOLOGIA DO GOLPE: CHILE, 11 DE SETEMBRO DE 1973</p>
<p>5H00 – Operação «Silencio». As Forças Armadas ocupam Valparaíso e Viña del Mar.</p>
<p>7h40 – Allende chega ao Palácio de La Moneda. Pinochet corta as comunicações.</p>
<p>8h42 – Allende recebe o ultimato: «Se não sai de La Moneda será atacado por terra e ar».</p>
<p>9h03 – Segunda mensagem de Allende: «Neste momento passam os aviões, é possível que nos crivem (&#8230;) Este é um momento muito duro e difícil, é possível que eles nos esmaguem»</p>
<p>9h10 – 9h15 – Última alocução de Allende: «Com certeza está será a última ocasião em que possa dirigir-me a vocês (&#8230;) Perante estes fatos só me resta dizer aos trabalhadores: Eu não vou demitir! Estas são minhas últimas palavras e tenho certeza de que meu sacrifício não será em vão&#8230;»</p>
<p>11h50 – Bombardeio aéreo contra La Moneda. Duas aeronaves Hawker Hunter arremetem contra o Palácio.</p>
<p>14h00 – Os golpistas ocupam La Moneda com gases lacrimogêneos.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Cresce expectativa chilena sobre futuro mandato de Piñera</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Feb 2018 16:46:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[eleições presidenciais]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Sebastian Piñera]]></category>
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		<description><![CDATA[A expectativa dos chilenos sobre um melhor gerenciamento do novo presidente Sebastian Piñera e de seu governo, subiu de oito por cento para 35, segundo a última pesquisa Criteria Reserach. De maneira que neste tema, o novo mandatário, ganhou 27 pontos em relação ao ano anterior e segundo a pesquisa o fato dá uma nota alta nas boas expectativas dos chilenos em torno da política.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4798" alt="Sebastian" src="/files/2018/02/Sebastian.jpg" width="300" height="221" />A expectativa dos chilenos sobre um melhor gerenciamento do novo presidente Sebastian Piñera e de seu governo, subiu de oito por cento para 35, segundo a última pesquisa Criteria Reserach.</p>
<p>De maneira que neste tema, o novo mandatário, ganhou 27 pontos em relação ao ano anterior e segundo a pesquisa o fato dá uma nota alta nas boas expectativas dos chilenos em torno da política.</p>
<p>A investigação mostra igualmente um incremento da confiança relacionada com os empresários depois de subir de sete para 25 por cento o nível de otimismo, e colocar os futuros senadores e deputados, que subiram de três para nove por cento.</p>
<p>Criteria Research destacou que existe um aumento geral das esperanças em torno do gerenciamento do mundo público, e da economia: 47 por cento dos interrogados acha que nos próximos 12 meses sua situação melhorará enquanto 22 asseguram que o país avança.</p>
<p>Por último, a entidade de pesquisa assegura que os chilenos vêem com alto otimismo o regresso de Sebastian Piñera (2010-2014) a seu segundo mandato como presidente do Chile.<br />
<strong><br />
(Prensa Latina) </strong></p>
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		<title>Bachelet e Abe assinam acordos e fortalecem laços</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Feb 2018 16:16:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Chile]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[Chile e Japão assinaram hoje vários acordos para fortalecer os laços bilaterais que datam há 120 anos, depois de reuniões entre a presidenta Michelle Bachelet e o premiê Shinzo Abe, junto a ministros de ambos os países.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4785" alt="bachelet" src="/files/2018/02/bachelet-300x199.jpg" width="300" height="199" />Chile e Japão assinaram hoje vários acordos para fortalecer os laços bilaterais que datam há 120 anos, depois de reuniões entre a presidenta Michelle Bachelet e o premiê Shinzo Abe, junto a ministros de ambos os países.</p>
<p>Bachelet e Abe encabeçaram nesta sexta-feira a cerimônia de rubrica de três documentos, o primeiro deles denominado JCPP 2030, que traça uma estratégia de cooperação triangular.</p>
<p>Japan-Chile Partnership Program (JCPP 2030) promove benefícios para América Latina e o Caraíbas dentro das prioridades em segurança alimentar e agricultura sustentável, energias renováveis, mudança climática da Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.</p>
<p>&#8216;Nossas relações passam por um grande momento, prova disso é o intercâmbio comercial que superou os oito mil 395 milhões de dólares no passado ano e com uma amplitude notável&#8217;, destacou Bachelet no ato.</p>
<p>Os outros acordos atingidos pela Terra do Sol Nascente, uma das sete grandes economias do mundo, com o país austral apontam ao uso de Licenças de Conduzir, iniciativa de Abe, e um Memorando de Entendimento em matéria de Cooperação Esportiva.</p>
<p>&#8216;Com o premiê temos coincidido no desejo de aprofundar os nexos para convertê-los em associação estratégica privilegiada, que terá caráter multidisciplinar com a ideia de desgravar produtor não incluídos anteriormente no acordo&#8217;, precisou Bachelet.</p>
<p>A exitosa negociação do CPTPP ou TPP-11, o Acordo de Cooperação Transpacífico que se assinará em Santiago 8 de março, beneficiará precisamente a Chile em impostos para a exportação ao Japão.</p>
<p>De outro lado, a chefe do Estado destacou que a cooperação não termina com esses temas, mas que com o governante japão revisaram assuntos relevantes como defesa, investigação médica, desporto e astronomia.</p>
<p>&#8216;No Chile temos quatro grandes projetos onde Japão é um ator importante em astronomia e em geral é um aliado fundamental para nosso programa de desenvolvimento&#8217;, explicou.</p>
<p>Bachelet considerou que o TPP-11 é um motor para enfrentar o protecionismo, ao mesmo tempo em que destacou o JCPP 2030 que permite uma colaboração triangular e a assistência em áreas de desastres naturais ou de formação de recursos humanos para América Latina e o Caribe.</p>
<p>Mencionou o projeto Kitsuna que agências japonesas e chilenas adiantam para formar a três mil profissionais da região, com a expectativa de subir a quatro mil os novos especialistas latino-americanos e caribenhos.</p>
<p>Shinzo Abe e Bachelet reforçaram o critério de colaborar na proteção das áreas marinhas como contribua à luta contra a mudança climática.</p>
<p>&#8216;A aliança entre Japão e Chile tem passado a prova do tempo; hoje somos aliados e concordamos em nossa ideia de abordar o caso de Coreia democrática, avançamos no econômico, comercial, cientista e uma ampla faixa de domínios&#8217;, anotou Abe.</p>
<p>Indicou que Tóquio e Santiago propõem uma mesma linha de pressionar a Pyongyang sobre a base das resoluções das Nações Unidas.</p>
<p>Abe se congratulou de que o Chile e Japão celebraram os 120 anos de relações diplomáticas, em 27 de setembro de 2017, com uma visita à nação sul-americana do príncipe Herdeiro Akishino e a princesa Kiko.</p>
<p>Anunciou também ambas as partes concordaram elevar o nível dos vínculos ao de Associação Estratégica, algo que já têm o Brasil e a Argentina.</p>
<p>No sábado, o avião presidencial da Força Aérea de Chile se transladará à cidade de Nagasaki, onde a presidente depositará oferendas florais no Memorial da Paz e o Museu da Bomba Atômica.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Organizações bolivianas recebem informação sobre alegações na CIJ</title>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2015 16:46:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[Corte Internacional de Justiça de Haia]]></category>

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		<description><![CDATA[Organizações sociais bolivianas receberão hoje na sede da Câmara de Senadores uma explicação sobre a objeção de incompetência que propôs o Chile ante a Corte Internacional de Justiça de Haia. O objetivo, segundo José Luis Delgado, secretário de Integração e Desenvolvimento da Central Operária Boliviana (COB), é dar às diretorias das organizações sociais uma explicação pormenorizada das alegações, para que possam socializá-las com suas bases.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3695" alt="mar-bolivia-600x330" src="/files/2015/05/mar-bolivia-600x330.jpg" width="300" height="201" />Organizações sociais bolivianas receberão hoje na sede da Câmara de Senadores uma explicação sobre a objeção de incompetência que propôs o Chile ante a Corte Internacional de Justiça de Haia.</p>
<p>O objetivo, segundo José Luis Delgado, secretário de Integração e Desenvolvimento da Central Operária Boliviana (COB), é dar às diretorias das organizações sociais uma explicação pormenorizada das alegações, para que possam socializá-las com suas bases.</p>
<p>É um convite que chegou à COB, e seguramente às diferentes organizações sociais, no qual nos informa que será o doutor Héctor Arce, como Procurador Geral do Estado, quem poderá nos dar detalhes e explicar o significado das alegações em Haia, destacou.</p>
<p>Depois teremos argumentos para chegar até nossas bases e explicar com detalhes o ocorrido no tribunal da Holanda e conseguir que nossos filiados entendam a posição boliviana e o que persegue o Chile ao tentar impugnar a jurisdição da Corte, enfatizou Delgado.</p>
<p>José Domingo Vázquez, secretário executivo da Federação de Trabalhadores Petroleiros da Bolívia, assegurou a participação de seu setor na exposição do Procurador Geral do Estado e acrescentou &#8220;que será fundamental para explicar às bases o avanço do tema marítimo da Bolívia&#8221;.</p>
<p>&#8220;Estaremos todas as organizações sociais convidadas para esta reunião, já que o setor petroleiro se encontra entusiasmado porque sabemos que a comissão que viajou à Holanda fez um bom trabalho&#8221;, destacou Vázquez.</p>
<p>Na semana anterior, equipes jurídicas da Bolívia e do Chile expuseram seus argumentos ante à CIJ sobre a impugnação chilena à jurisdição do referido tribunal. Santiago alega que o diferendo é bilateral e, em consequência, incumbe exclusivamente a ambos países. A Corte se pronunciará a esse respeito no final do ano.</p>
<p>Bolívia processou o Chile com a intenção de obrigá-lo a negociar uma saída soberana ao oceano Pacífico, depois que uma invasão chilena, em fevereiro de 1879, lhe tirou 400 quilômetros de litoral e 120 mil quilômetros quadrados de territórios ricos em minerais.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Presidenta chilena empossará novo gabinete</title>
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		<pubDate>Sun, 10 May 2015 14:42:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Bachelet]]></category>

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		<description><![CDATA[Cábalas, especulações e adivinhonas rodeiam hoje o ambiente no Chile face ao novo gabinete ministerial, que anunciará amanhã segunda-feira a presidenta da República, Michelle Bachelet. A não ser que repitam-se as surpresas, será às 09:00 hora local que se dará a conhecer a primeira grande mudança de ministros de Bachelet, já em pleno segundo ano de seu mandato e no meio de uma crise de popularidade.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3674" alt="michelbachelet" src="/files/2015/05/michelbachelet.jpg" width="250" height="185" />Cábalas, especulações e adivinhonas rodeiam hoje o ambiente no Chile face ao novo gabinete ministerial, que anunciará amanhã segunda-feira a presidenta da República, Michelle Bachelet.</p>
<p>A não ser que repitam-se as surpresas, será às 09:00 hora local que se dará a conhecer a primeira grande mudança de ministros de Bachelet, já em pleno segundo ano de seu mandato e no meio de uma crise de popularidade.</p>
<p>A mandatária deu-se 72 horas para decidir &#8220;quem ficam e quem se vão&#8221;, mas alongou um par de dias o assunto para acrescentar outra dose de suspenso. Em realidade, os nomes procuram refrescar o panorama político atual.</p>
<p>Dito assim porque em definitiva, segundo experientes e observadores, a chefa de Estado sem dúvidas manterá o pulso das reformas comprometidas durante a campanha eleitoral e seguirá liderando a cruzada anticorrupção.</p>
<p>A reação de seus habituais críticos não se fez esperar, agora focados em que Bachelet fez uma promessa pública de 72 horas, algo pouco habitual nas remoções dos gabinetes, ainda por cima o atrasou.</p>
<p>Nossos compatriotas esperam que os dirigentes e empresários estejamos à altura dos novos tempos e que contribuamos à obra comum de construir o país unido, disse a presidenta em seu último aparecimento público na passada quinta-feira.</p>
<p>O que sim parece iminente é a saída do número dois do Governo, o ministro do Interior, Rodrigo Peñailillo, que não tem convencido à opinião pública ao tentar aclarar a recepção de honorários procedentes de empresas.</p>
<p>Em cima, Peñailillo ficou parado ao revelar uma integrante da direção Sociocultural do Palácio da Moeda -despedida ipso facto-, que o titular assegurou mau à presidenta em um caso muito sensível.</p>
<p>Soam nomes, como o de José Goñi, que foi ministro de Defesa no anterior mandato de Bachelet, experimentado diplomata e atual embaixador na Suécia; bem como movimentos internos dentro do atual conselho de ministros.</p>
<p>No entanto, são só isso, especulações a partir de que a Nova Maioria (coalizão de Governo) está composta por vários partidos e todos têm uma quota de presença nos ministérios, em dependência de seu peso.</p>
<p>O verdadeiro por agora é que o único ratificado é Heraldo Muñoz, chanceler, de quem o ainda porta-voz oficial, o ministro Alvaro Elizalde, disse que conta com a confiança de Bachelet por seu bom labor.</p>
<p>As organizações políticas que fazem parte da Nova Maioria manifestaram o respaldo total à iniciativa de Bachelet e seguramente estão sendo consultadas para a remoção que se aproxima.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Evo Morales espera decisão sábia de Haia em demanda contra o Chile</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2015 01:58:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[Evo Morales]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Internacional de Justiça de Haia]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente boliviano, Evo Morales, admitiu hoje que espera uma decisão sábia do Tribunal Internacional de Justiça de Haia no caso da demanda contra o Chile.
Pouco depois da apresentação dos argumentos bolivianos no referido tribunal internacional, o chefe de Estado manifestou sentir-se orgulhoso pela forma que a equipe de juristas manejou a posição de seu país e assegurou que espera uma determinação sábia dos juízes que compõem a referida corte.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3652" alt="bolivia1_evo_morales" src="/files/2015/05/bolivia1_evo_morales.jpg" width="300" height="155" />O presidente boliviano, Evo Morales, admitiu hoje que espera uma decisão sábia do Tribunal Internacional de Justiça de Haia no caso da demanda contra o Chile.</p>
<p>Pouco depois da apresentação dos argumentos bolivianos no referido tribunal internacional, o chefe de Estado manifestou sentir-se orgulhoso pela forma que a equipe de juristas manejou a posição de seu país e assegurou que espera uma determinação sábia dos juízes que compõem a referida corte.</p>
<p>Sinto-me orgulhoso por nossa delegação, pela excelente exposição e pela defesa de advogados nacionais e internacionais, comentou o presidente em coletiva de imprensa do Palácio de Governo.</p>
<p>Além disso, admitiu que será necessário esperar até final do ano para conhecer o veredito da referida corte, mas ratificou sua confiança na mesma e na possibilidade de que tome decisões com sabedoria.</p>
<p>Segundo Morales, a Bolívia busca, com a demanda marítima interposta no Tribunal de Haia em abril de 2013, soluções pacíficas por &#8220;história, justiça, direito e razão&#8221; e ratificou que o mundo apoia a posição de seu país.</p>
<p>A Bolívia nasceu como república, em 1825, com costa para o Oceano Pacífico, mas uma invasão chilena, em fevereiro de 1879, lhe arrebatou 120 mil quilômetros quadrados de territórios ricos em minerais e 400 quilômetros de litoral.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Alerta no sul argentino por nova erupção de vulcão chileno</title>
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		<pubDate>Fri, 01 May 2015 21:12:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[vulcão chileno Calbuco]]></category>

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		<description><![CDATA[As autoridades argentinas recomendaram hoje aos habitantes do sul do país que mantivessem-se alertas pelas cinzas emitidas pelo vulcão chileno Calbuco, que ontem registrou a terceira erupção. Em uma nota divulgada na internet, o ministério da Saúde pediu à população que permanecesse em casa se a chuva de cinzas for abundante e ficasse atenta às recomendações que as autoridades veiculem através dos meios de comunicação.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3618" alt="PORTUGAL--Nova-erup--o-do-vulc-o-chileno-Calbuco" src="/files/2015/05/PORTUGAL-Nova-erup-o-do-vulc-o-chileno-Calbuco.jpg" width="300" height="222" />As autoridades argentinas recomendaram hoje aos habitantes do sul do país que mantivessem-se alertas pelas cinzas emitidas pelo vulcão chileno Calbuco, que ontem registrou a terceira erupção.</p>
<p>Em uma nota divulgada na internet, o ministério da Saúde pediu à população que permanecesse em casa se a chuva de cinzas for abundante e ficasse atenta às recomendações que as autoridades veiculem através dos meios de comunicação.</p>
<p>Os habitantes das zonas onde for detectada a presença de cinzas devem permanecer no interior de suas moradias ou instituições. É necessário evitar a acumulação de cinzas em seu lar, assinala a nota.</p>
<p>O ministério enviou às zonas atingidas pelas cinzas que o vulcão chileno começou a emitir nos últimos dias, um carregamento de 120 mil máscaras e gotas oftálmicas para o tratamento de irritação ocular, entre outros recursos.</p>
<p>Segundo o subsecretário de Prevenção e Controle de Riscos da pasta, Homero Giles, este lote é reservado a pessoas com doenças respiratórias e cardíacas moderadas a severas e para os que levem a cabo tarefas de limpeza nas ruas, edifícios, o pessoal de defesa civil e equipes de resgate.</p>
<p>Espera-se que hoje a chuva de cinzas de leve a moderada afete às localidades de Bariloche e El Bolsón, em Rio Negro, a 1.700 quilômetros da capital, e também possa levar, segundo a direção dos ventos, à Patagônia costeira.</p>
<p>Ontem, a companhia Aerolíneas Argentinas decidiu cancelar os voos de e para a província de Neuquén.<br />
<strong>(Prensa Latina)</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Homenagem popular no Chile a vítimas do golpe de Estado</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Sep 2012 12:43:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>

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		<description><![CDATA[Santiago de Chile, 11 set (Prensa Latina) Agrupamentos estudantis, sindicais, acadêmicas e outras organizações sociais rendem homenagem hoje às vítimas do golpe de Estado que há 39 anos derrocou o presidente Salvador Allende, e estabeleceu a ditadura de Augusto Pinochet. As atividades de recordação incluem atos ante o monumento o presidente Allende, localizado em frente ao Palácio de la Moneda, que em 11 de setembro de 1973 foi atacado por soldados do Exército e bombardeado pela Força Aérea para derrubar o governo da Unidade Popular.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2878" src="/files/2012/09/Chile.jpg" alt="" width="300" height="250" />Santiago de Chile, 11 set (Prensa Latina) Agrupamentos estudantis, sindicais, acadêmicas e outras organizações sociais rendem homenagem hoje às vítimas do golpe de Estado que há 39 anos derrocou o presidente Salvador Allende, e estabeleceu a ditadura de Augusto Pinochet.</p>
<p>As atividades de recordação incluem atos ante o monumento o presidente Allende, localizado em frente ao Palácio de la Moneda, que em 11 de setembro de 1973 foi atacado por soldados do Exército e bombardeado pela Força Aérea para derrubar o governo da Unidade Popular.</p>
<p>A Universidade de Santiago convocou à comunidade universitária a lembrar os fatos, em recordação dos 62 mortos dessa casa de estudos durante os acontecimentos, entre eles o cantor Victor Jara.</p>
<p>A principal comemoração realizou-se no domingo último, em uma marcha na que participaram milhares de pessoas, e que concluiu em frente ao Cemitério Geral, nas imediações do memorial dos detentos desaparecidos e os executados políticos.</p>
<p>O governo do presidente Sebastián Piñera disse que não estavam contempladas atividades oficiais de recordação.</p>
<p>De acordo com o segundo relatório da Comissão Valech, entregado em agosto de 2011 ao presidente Piñera, as vítimas da ditadura de Pinochet somam mais de 40 mil, delas mais de três mil mortos.</p>
<p>Na manhã de 11 de setembro de 1973 os acontecimentos sucederam-se de maneira relâmpago. Uma vez que Além recebeu a primeira parte sobre a sublevação dos soldados, se dirigiu à Moneda, quando ainda o palácio era custodiado pela polícia de Carabineiros.</p>
<p>Depois de conhecer-se o primeiro comunicado da Junta Militar, essa força começou a retirar-se, até deixar desprotegida La Moneda, só defendida pelo Presidente, seu guarda pessoal, membros de seu governo e outro pessoal da casa executiva.</p>
<p>O mandatário chegou ao redor das 7.30 hora local ao palácio, e uns 45 minutos mais tarde começou a agressão armada por terra.</p>
<p>Cerca do meio dia, Allende pronunciou através de Rádio Magallanes sua última mensagem ao país, na qual expressava a decisão de combater até o final em defesa da constitucionalidade.</p>
<p>Pouco depois, aviões Hawker Hunter da Força Aérea do Chile começaram a lançar foguetes contra a mansão presidencial, cujos defensores, em combate desigual, não puderam resistir a investida das forças armadas, ao comando do general Pinochet.</p>
<p>Allende foi encontrado morto no interior de la Moneda, junto a seu fuzil, um presente do líder da Revolução cubana, Fidel Castro.</p>
<p>&#8220;O golpe contra o Governo Popular presidido por Salvador Allende só foi possível pela intervenção de uma potência estrangeira: os Estados Unidos&#8221;, escreveu pouco antes de morrer a emblemática dirigente comunista chilena Gladys Marín.</p>
<p>Segundo foi divulgado anos após o golpe, quando o assessor de Segurança Nacional do presidente estadunidense Richard Nixon, Henry Kissinger, conheceu em 1970 a vitória de Allende, expressou: &#8220;Não vejo por que temos necessidade de ficar parados e ver um país ir ao comunismo pela irresponsabilidade de seu próprio povo&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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