<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Cubadebate (Português) &#187; Celia Sánchez</title>
	<atom:link href="http://pt.cubadebate.cu/tag/celia-sanchez/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://pt.cubadebate.cu</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 08 Sep 2023 15:09:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>es-ES</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.8.1</generator>
	<item>
		<title>Simplesmente, Celia</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/01/11/simplesmente-celia/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/01/11/simplesmente-celia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2021 16:52:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Celia Sánchez]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=6181</guid>
		<description><![CDATA[Nossa bandeira nacional a meio mastro, uma sexta-feira cinza demais e até o «pranto» do céu na capital, foram o prelúdio da terrível notícia que ninguém gostaria de ouvir naquele 11 de janeiro de 1980. A «alma» feminina da Revolução deixou de bater; um povo inteiro foi privado da bondade, ternura, rebeldia e a própria simplicidade tornada mulher..., deixava de existir fisicamente a madrinha de todos, quem a partir daquele dia cinzento se tornaria flor, ar, lembrança memorável, presença vivente.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6182" alt="celia" src="/files/2021/01/celia.jpg" width="300" height="250" />Nossa bandeira nacional a meio mastro, uma sexta-feira cinza demais e até o «pranto» do céu na capital, foram o prelúdio da terrível notícia que ninguém gostaria de ouvir naquele 11 de janeiro de 1980.</p>
<p>A «alma» feminina da Revolução deixou de bater; um povo inteiro foi privado da bondade, ternura, rebeldia e a própria simplicidade tornada mulher&#8230;, deixava de existir fisicamente a madrinha de todos, quem a partir daquele dia cinzento se tornaria flor, ar, lembrança memorável, presença vivente.</p>
<p>Porque a morte se engana se acredita que pode, então, levar consigo aquela que já havia aninhado, para sempre, no seio das crianças órfãs salvas da falta de amor; na afeição professada pelos camponeses tratados como iguais; na admiração das mulheres que recuperaram a dignidade no âmbito social e no trabalho; e em tantas, tantas pessoas gratas a essa heroína excepcional.</p>
<p>A morte se engana, ingênua e covarde, se acredita que mais de quatro décadas fizeram perder a memória desta nação.</p>
<p>Porque não dá para esquecer a menina de Media Luna que guardava moedas durante um ano inteiro para comprar presentes, no Dia dos Reis, para os pequeninos mais pobres de sua cidade; ou que junto com seu pai Manuel – um honorável médico – ajudava a curar as dores no corpo de quem «não tinha nada». A mesma menina que foi ao pico Turquino, no centenário do Apóstolo, para homenageá-lo ali, com seu busto, e uma certeza sussurrou em seu ouvido: «Você não estará só, eu estarei sempre com você».</p>
<p>Porque é difícil não evocar no presente a menina que, durante a luta clandestina, idealizou soluções tremendas como colocar mensagens embrulhadas em cigarros e até dentro de um bolo; ou o de inventar uma barriga grávida para fugir das autoridades da tirania.</p>
<p>A mesma jovem que uniu forças para salvar os expedicionários do iate Granma; que foi a primeira mulher a envergar o uniforme verde-oliva na Serra Maestra; que compilou, em pedaços de papel, a história da guerra; e que se tornou na luz, e não na sombra, de Fidel.</p>
<p>Porque a marca de sua obra é indelével em todos os lugares da Revolução onde foi gênese, ideia e impulso. Lá estão, como testemunhas, o Parque Lenin, a sorveteria Coppelia, o Palácio das Convenções, o Gabinete de Assuntos Históricos do Conselho de Estado, escolas e oficinas, só para citar alguns edifícios.</p>
<p>Porque sua imagem cativante também nos faz lembrar a líder que nunca negligenciou uma reivindicação; que zelava com infinita sensibilidade pelo cuidado das plantas e animais; que ela preferia se vestir com tecidos feitos de sacos de farinha e andar entre os seus, nunca exagerando. A deputada que se preocupava mais com seu povo do que com sua saúde. A membro do Comitê Central do Partido que conquistou o carinho de milhões com trabalho, humildade e uma dedicação ímpar.</p>
<p>Se o detalhe precisasse de um nome, seria o dela. Se a modéstia tivesse que ser nomeada, seria nomeada em homenagem a ela. Se o exemplo tivesse que ser medido, bastaria que pensássemos nela.</p>
<p>E mesmo quando foi batizada com múltiplos epítetos, como Heroína da Serra e da Planície, a flor mais autóctone, ou a guerrilheira incansável, basta dizer Celia, para reconhecer que ela é, simplesmente, eterna.<br />
<strong><br />
(Tirado de Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/01/11/simplesmente-celia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
