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	<title>Cubadebate (Português) &#187; CELAC</title>
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		<title>A Celac: visão comum da Pátria Grande</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Dec 2019 17:17:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[OS países da América Latina e do Caribe enfrentaram inúmeros desafios (...), os perigos para a paz ainda estão presentes em várias partes do mundo e nações irmãs estão sujeitas a ameaças, medidas coercitivas unilaterais e demandas legais internacionais por ações legítimas que tomaram em defesa de sua soberania. Sabemos que entre nós existem pensamentos diferentes e até diferenças, mas a Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac).]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5699" alt="cartel suramerica" src="/files/2019/12/cartel-suramerica.jpg" width="300" height="252" />OS países da América Latina e do Caribe enfrentaram inúmeros desafios (&#8230;), os perigos para a paz ainda estão presentes em várias partes do mundo e nações irmãs estão sujeitas a ameaças, medidas coercitivas unilaterais e demandas legais internacionais por ações legítimas que tomaram em defesa de sua soberania.</p>
<p>Sabemos que entre nós existem pensamentos diferentes e até diferenças, mas a Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) surgiu na luta pela independência de 200 anos e se baseia em uma comunidade profunda de objetivos.</p>
<p>Não é a Celac, portanto, uma sucessão de meras reuniões ou coincidências pragmáticas, mas uma visão comum da Pátria Grande latino-americana e caribenha que se deve apenas a seus povos.</p>
<p>Deve-se dar prioridade à criação de um espaço político comum no qual nos movamos para alcançar a paz e o respeito entre nossas nações, no qual sejamos capazes de superar obstáculos objetivos e aqueles que são intencionalmente impostos a nós, em que possamos usar recursos de maneira soberana e para o bem-estar comum e colocar as capacidades científicas e técnicas em termos do progresso de nossos povos, em que reforcemos princípios irrevogáveis ​​como a autodeterminação, a soberania e a igualdade soberana dos Estados.</p>
<p>Devemos estabelecer um novo paradigma de cooperação regional e internacional.</p>
<p>No âmbito do Celac, temos a possibilidade de construir um modelo próprio adaptado às nossas realidades, com base nos princípios do benefício comum e da solidariedade, que leve em consideração as melhores experiências desenvolvidas nos últimos anos pelos países da região e pelas organizações de integração da América Latina e do Caribe, como Mercosul, ALBA, PetroCaribe, Unasul, Caricom, Sica e outras, que ao longo dos anos já traçaram um caminho.</p>
<p>Por outro lado, não podemos esquecer que os Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento do Caribe exigem atenção especial a seus problemas particulares.<br />
Para alcançar a chamada inclusão social e a sustentabilidade ambiental, teremos que criar nossa própria visão de sistemas econômicos, padrões de produção e consumo, a relação entre crescimento econômico e desenvolvimento e, também, sobre a eficácia de modelos políticos.</p>
<p>O que as dezenas de milhões de pessoas marginalizadas vão pensar sobre democracia e direitos humanos? Qual será o seu julgamento sobre os modelos políticos? O que vão opinar sobre as leis eleitorais? É esta a sociedade civil que governos e organizações internacionais levam em consideração? O que eles diriam se lhes perguntassem sobre políticas econômicas e monetárias?<br />
A assinatura pelos chefes de Estado e de Governo da Proclamação da América Latina e do Caribe como Zona de Paz significou um passo histórico e oferece uma referência para as relações entre nossos Estados e o resto do mundo.</p>
<p>A solidariedade em Nossa América será decisiva para promover interesses comuns. •</p>
<p>Fontes: Discursos do primeiro-secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz, na inauguração das 1ª, 2ª e 3ª Cúpulas da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos.</p>
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		<title>Celac realça em Cuba valorização da diversidade cultural</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2015/09/19/3931/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2015 11:58:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Representantes dos 33 países da Comunidade de Estados Latino-americanos e do Caribe (Celac) trocam hoje em Cuba a respeito da diversidade das expressões culturais como importante aspecto do desenvolvimento sustentável. A III Reunião de Ministros de Cultura da Celac, inaugurada a véspera no Palácio de Convenções desta capital.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3932" alt="reunion-celac" src="/files/2015/09/reunion-celac.jpg" width="285" height="189" />Representantes dos 33 países da Comunidade de Estados Latino-americanos e do Caribe (Celac) trocam hoje em Cuba a respeito da diversidade das expressões culturais como importante aspecto do desenvolvimento sustentável.</p>
<p>A III Reunião de Ministros de Cultura da Celac, inaugurada a véspera no Palácio de Convenções desta capital, propicia debates entre ministros, embaixadores, coordenadores e outros servidores em torno do papel da cultura na região.</p>
<p>Durante a jornada deste sábado, os participantes revisarão projetos de interesse comum dentro da área geográfica como uma Escola Regional de Artes, e examinarão novas propostas.</p>
<p>Também, designarão um grupo de ações por países encaminhadas a proteger a cultura, o patrimônio e as identidades, e adotarão uma declaração final.</p>
<p>Quando mencionamos identidades temos que ter cuidado de não falar de uma forma de soberania excludente e muito menos de nacionalismos chauvinistas, advertiu o ministro de Cultura do Equador e presidente pró tempore da Celac, Guillaume Long, durante a sessão inaugural do evento.</p>
<p>O grande esforço é compreender que a melhor maneira de conseguir soberania é através da diversidade, apontou.</p>
<p>Long advertiu sobre o perigo da ausência de diversidade em um momento que o mercado tende a estabelecer uma estética hegemônica e convidou a refleção sobre isto com vistas a gerar oportunidades que permitam à diversidade prosperar.</p>
<p>Outros dois temas que considerou inevitáveis no presente encontro são a luta contra o tráfico de bens patrimoniais e culturais e o aproveitamento das novas tecnologias e de internet para a cultura, com um enfoque no respeito aos direitos da cada povo. Frente as indústrias culturais das grandes potências resulta importante propor respostas desde<br />
a Celac, estabelecer uma posição conjunta em matéria de cultura na América Latina e o Caribe, e trabalhar para uma maior integração, enfatizou o ministro.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Cuba assume presidência temporária de bloco de integração Celac</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jan 2013 17:00:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CELAC]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Raúl Castro]]></category>

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		<description><![CDATA[Santiago do Chile, 28 jan (Prensa Latina) Cuba assume hoje a presidência temporária da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), bloco integracionista que encerra nesta capital sua primeira cúpula após sua fundação em dezembro de 2011. A ilha caribenha durante 2013 dirigirá a entidade criada em Caracas, Venezuela, pelos 33 países independentes de uma região que buscará avançar pelos caminhos da integração e da concórdia.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3082" src="/files/2013/01/logo-Celac.jpg" alt="" width="300" height="250" />Santiago do Chile, 28 jan (Prensa Latina) Cuba assume hoje a presidência temporária da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), bloco integracionista que encerra nesta capital sua primeira cúpula após sua fundação em dezembro de 2011.</p>
<p>A ilha caribenha durante 2013 dirigirá a entidade criada em Caracas, Venezuela, pelos 33 países independentes de uma região que buscará avançar pelos caminhos da integração e da concórdia.</p>
<p>Esses esforços serão conduzidos por uma Troica na qual além de Cuba trabalharão Costa Rica e Chile, nação que encerra hoje seu mandato na presidência.</p>
<p>Reunidos no segundo e último dia de sessões da I Cúpula da Celac, que está sendo realizada no centro de eventos Espaço Riesco, os presidentes aprovarão a declaração final do encontro e um Plano de Ação.</p>
<p>Esses documentos agrupam as prioridades da organização em temas como levar uma voz única aos fóruns internacionais, o desenvolvimento sustentável, a harmonia com o meio ambiente, as soluções à crise econômica e o combate aos flagelos da pobreza e o narcotráfico.</p>
<p>Havana estará encarregada de executar durante 2013 as atividades acordadas aqui pelos chefes de Estado e Governo.</p>
<p>Para o líder da Revolução cubana, Fidel Castro, o nascimento da Celac é o acontecimento institucional mais importante da região em um século.</p>
<p>Por sua vez, o presidente Raúl Castro qualificou o mandato na presidência desta entidade regional como uma grande responsabilidade.</p>
<p>Este fato representa, além de uma alta honra, uma grande responsabilidade à qual consagraremos os maiores esforços e energias, afirmou no mês passado ao encerrar a VII Sessão do Parlamento da ilha.</p>
<p>Há apenas alguns uns dias, o vice-chanceler Abelardo Moreno adiantou à Prensa Latina em um encontro com jornalistas que a gestão de Cuba à frente da Celac impulsionará a integração, o acordo e a consolidação da paz regional.</p>
<p>Segundo Moreno explicou, também potencializará a coordenação no marco do bloco dos mecanismos já existentes, como a Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA), a Unasul, a Caricom, o Mercosul, o Sistema de Integração Centro-americano e a Comunidade Andina.</p>
<p>Outra linha de trabalho será introduzir o conceito da solidariedade na cooperação entre nossos países, disse.</p>
<p>Moreno adiantou a celebração neste ano de vários encontros, entre eles a I Reunião de ministros da Educação da Celac, em fevereiro em Havana, e um evento dos titulares de Cultura, no Suriname.</p>
<p>Durante o curso de 2013 serão celebrados outros sobre drogas, infraestrutura e a busca de uma nova arquitetura financeira regional, expôs.</p>
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		<title>Histórico nascimento da Celac em Caracas</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Dec 2011 12:43:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[CALC]]></category>
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		<description><![CDATA[A Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) nascerá oficialmente hoje na sessão final da Cúpula de chefes de Estado e Governo da região, reunidos desde ontem nesta capital com esse propósito. Definida pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, como o futuro grande polo de poder regional do século XXI, o encontro de alto nível aprovará durante o período a Declaração de Caracas, documento que definirá o orçamento político de um bloco com vocação integradora, promotor do desenvolvimento e da paz.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2374" src="/files/2011/12/Cumbre-CELAC-nota.jpg" alt="" width="580" height="327" /></p>
<p>A Comunidade de Estados Latino-americanos e  Caribenhos (Celac) nascerá oficialmente hoje na sessão final da Cúpula  de chefes de Estado e Governo da região, reunidos desde ontem nesta  capital com esse propósito.</p>
<p>Definida pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, como o futuro  grande polo de poder regional do século XXI, o encontro de alto nível  aprovará durante o período a Declaração de Caracas, documento que  definirá o orçamento político de um bloco com vocação integradora,  promotor do desenvolvimento e da paz.</p>
<p>Igualmente, neste sábado  terão lugar reuniões cúpulas da União de Nações Sul-americanas (Unasul) e  da Petrocaribe, esta última uma instituição que teve ontem seu VIII  Conselho Ministerial, onde se reconheceram fortalecimentos e avanços. A  abertura da Cúpula fundacional da Celac realizou-se ontem no teatro da  capital Teresa Carreño, depois da chegada dos governantes das 33 nações  caribenhas e latino-americanas que integrarão a organização.</p>
<p>&#8220;Estamos pondo aqui a pedra fundamental da unidade, avancemos sem  vacilação&#8221;, exortou o presidente venezuelano no discurso inaugural do  encontro de alto nível.</p>
<p>Chávez expressou que a solidariedade,  cooperação, complementariedade e acordo político, serão pilares da  Celac, a seu julgamento um espaço geopolítico que cumpre o sonho e  projeto unitário de Bolívar, em benefício das nações que a integram.</p>
<p>A Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos se nutrirá das  experiências da III Cúpula da América Latina e Caribe (CALC) e o Grupo  do Rio, somados doravante em sua composição.</p>
<p>&#8220;Não vão impedir  uma vez mais o esforço unitário, nem sepultarão de novo os projetos de  Bolívar e dos demais próceres&#8221;, ratificou Chávez no dia histórico. Após a  cerimônia inaugural, os participantes percorreram o Passeio dos  Próceres até chegar ao Forte Tiuna, a sudeste da capital, para iniciar  ao entardecer a primeira sessão plenária presidencial, depois da  instalação do evento. Na plenária usaram da palavra as presidentes da  Argentina e do Brasil, Cristina Fernández e Dilma Roussef,  respectivamente, bem como o mandatário de Cuba, Raúl Castro.</p>
<p>Além disso, os dignitários de Honduras, Porfirio Lobo, Rafael Correa, do  Equador, Leonel Fernández, da República Dominicana, e Felipe Calderón,  do Méxido.</p>
<p>O presidente Chávez deu a conhecer uma mensagem de  saudação aos participantes da Cúpula enviada de Havana pelo líder da  Revolução cubana, Fidel Castro.</p>
<p>Esta jornada final também  aprovará um plano de ação da Celac para 2012, preparada junto a 18  comunicados de diferentes temas, pela reunião de chanceleres e a  comissão coordenadora, que presidiu o ministro das Relações Exteriores  venezuelano, Nicolás Maduro.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-2375" src="/files/2011/12/Cumbre-CELAC-nota-2.jpg" alt="" width="580" height="387" /><br />
</strong></p>
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		<title>Equador tem muitas expectativas com a CELAC, afirma Correa</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 14:08:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CELAC]]></category>
		<category><![CDATA[Ecuador]]></category>
		<category><![CDATA[OEA]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Correa]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente equatoriano, Rafael Correa, reiterou que seu país irá nesta sexta-feira e sábado à Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos e do Caribe (CELAC) com muitas expectativas e a aspiração de que substitua à OEA. Em conversa com jornalistas, Correa questionou a estrutura mesma da OEA, a qual disse tem um peso muito importante dos Estados Unidos e historicamente tem servido para defender os interesses desse país.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2364" src="/files/2011/11/Rafael-Correa.jpg" alt="" width="300" height="250" />O presidente equatoriano, Rafael Correa, reiterou que seu país irá  nesta sexta-feira e sábado à Cúpula da Comunidade de Estados  Latino-americanos e do Caribe (CELAC) com muitas expectativas e a  aspiração de que substitua à OEA.</p>
<p>Em conversa com jornalistas, Correa questionou a estrutura mesma da  OEA, a qual disse tem um peso muito importante dos Estados Unidos e  historicamente tem servido para defender os interesses desse país.</p>
<p>Essa organização historicamente serviu para defender os interesses de  Washington, enfatizou ao recordar que a Cuba a expulsaram por sua  Revolução, mas com Chile não fizeram o mesmo com a ditadura de Pinochet.</p>
<p>Na guerra das Malvinas, agregou, deveu acabar-se a OEA porque se violou  o Tratado Interamericano de Proteção Reciproca quando Estados Unidos  não apoiou a um de seus países membro, Argentina, senão a um  extrarregional, fustigou ao referir à presença colonial de Grã-Bretanha.</p>
<p>Manifestou que como latino-americano lhe molesta, por exemplo, ter que ir discutir o tema de Honduras em Washington.</p>
<p>Assim mesmo refutou que organismos como a Comissão Interamericana de  Direitos Humanos da OEA, que nasceu com o Pacto de San José em 1969 para  defender a cidadãos contra as ditaduras, agora defendam aos grupos que  apoiam esses regimes.</p>
<p>Destacou o contra sentido de que levem a  Equador a Washington porque julgou aos poderosos, em referência à  remessa a esse foro de seu julgamento por injúrias contra os autores do  livro O Grande Irmão, onde afirmam conhecia contratos de seu irmão com o  Estado.</p>
<p>Querem estar acima do bem e do mau, isto é da justiça, e  que ninguém lhes possa dizer nada para seguir injuriando, insultando ou  submetendo Governos, expressou, e recalcou chegou o momento de dizer  Basta!, de ter que ir discutir estas coisas em Washington.</p>
<p>Destacou sua convicção de que se requer uma mudança profunda no sistema  interamericano e que basicamente seja latino-americano, porque é claro o  poder gravitante dos Estados Unidos, apontou.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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