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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Caribe</title>
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		<title>Díaz-Canel: Somos pequenos gigantes em um mundo onde reinam a hipocrisia e a crueldade</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2020 21:48:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Defendamos a solidariedade e a cooperação como forças indispensáveis ​​para enfrentarmos juntos os grandes desafios e ameaças que nos ameaçam, expressou o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, na 7ª Cúpula Virtual Caricom-Cuba. Aproveito a oportunidade que esta reunião nos oferece para reiterar minhas felicitações aos primeiros-ministros da Dominica, Saint Kitts e Nevis, Jamaica e São Vicente e Granadinas por sua reeleição para esses cargos e aos presidentes da Guiana e Suriname e ao primeiro-ministro de Belize por suas vitórias eleitorais. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6148" alt="canel caricom" src="/files/2020/12/canel-caricom.jpg" width="300" height="252" />Defendamos a solidariedade e a cooperação como forças indispensáveis ​​para enfrentarmos juntos os grandes desafios e ameaças que nos ameaçam, expressou o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, na 7ª Cúpula Virtual Caricom-Cuba</p>
<p>(Versões Abreviadas &#8211; Presidência da República)</p>
<p>Boa tarde, Caricom.</p>
<p>Depois de verificar que todas as conexões estão prontas, passamos a inaugurar esta Cúpula. Eu dou as boas-vindas a todos que estão conectados.</p>
<p>Honorável Ralph Gonsalves, primeiro-ministro de São Vicente e as Granadinas e presidente da Conferência dos chefes de Governo da Comunidade do Caribe (Caricom); ilustres primeiros-ministros e presidentes dos países membros do Caricom; Sua Excelência o embaixador Irwin LaRocque, secretário-geral da Comunidade; Sua Excelência o sr. Didacus Jules, diretor-geral da Organização dos Estados do Caribe Oriental; Sua Excelência Rodolfo Sabonge, secretário-geral da Associação dos Estados do Caribe; distintos chefes de delegações e convidados especiais:</p>
<p>Aproveito a oportunidade que esta reunião nos oferece para reiterar minhas felicitações aos primeiros-ministros da Dominica, Saint Kitts e Nevis, Jamaica e São Vicente e Granadinas por sua reeleição para esses cargos e aos presidentes da Guiana e Suriname e ao primeiro-ministro de Belize por suas vitórias eleitorais. Desejo a todos muito sucesso em suas funções.</p>
<p>É uma grande honra para o nosso povo patrocinar a 7ª Cúpula Caricom-Cuba, à qual as restrições impostas pela pandemia da Covid-19 nos impedem de participar pessoalmente.</p>
<p>Somos pequenas nações que enfrentam desafios colossais. Obrigados a conviver em um sistema internacional injusto e desigual, que prioriza o progresso e os benefícios para os mais desenvolvidos, sentimos mais severamente os efeitos da pandemia em nossos povos e nossas economias.</p>
<p>Em tempos que exigem mais solidariedade, cooperação e união, é urgente unir forças.</p>
<p>Em Cuba elaboramos um Plano Nacional de Prevenção e Controle da Pandemia com base na gestão articulada entre instituições, que se apoia nas fortalezas do Sistema de Saúde, no desenvolvimento científico e na participação responsável da população, que nos permitiram criar e aplicar protocolos eficazes contra Covid-19.</p>
<p>Avanços importantes na biotecnologia e na produção de medicamentos de fatura nacional têm favorecido o enfrentamento da epidemia com resultados visíveis, enquanto nossos cientistas trabalham intensamente em quatro candidatos de vacinas, já em fase de testes clínicos.</p>
<p>Seguindo nossa tradicional vocação solidária, na medida do possível, respondemos aos pedidos de apoio que recebemos com pessoal de saúde.</p>
<p>Agradeço a confiança depositada nos 681 profissionais de saúde cubanos que se uniram àqueles que prestaram serviços em países e territórios caribenhos para combater o Covid-19.</p>
<p>A feroz campanha do Governo dos Estados Unidos contra a colaboração médica cubana, que privou várias populações latino-americanas de serviços de saúde, não pôde impedir que nossos dedicados colaboradores apoiassem as nações irmãs do Caribe.</p>
<p>Isso foi conseguido em um contexto marcado pela intensificação do injusto bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos, que o Caricom rejeitou firmemente em uma posição que apreciamos.</p>
<p>A atual administração dos Estados Unidos, responsável pelo endurecimento da política de cerco, também realiza ações de ingerência aberta contra Cuba, estimulando, financiando e realizando atos ilícitos em nosso território, que buscam desesperadamente promover a instabilidade social e política.</p>
<p>Estimados colegas:</p>
<p>As trocas podem ser refinadas para projetar e trabalhar em projetos e oportunidades conjuntos. Temos vontade política para os cumprir.</p>
<p>Em meio às difíceis condições econômicas que atravessamos, às limitações impostas pela nova realidade, reitero a disposição de Cuba de cooperar modestamente com nossos irmãos caribenhos na esfera da saúde pública, especialmente no confronto com a Covid-19.</p>
<p>Estamos prontos para compartilhar nossas experiências, contribuir com conselhos na área epidemiológica e ao mesmo tempo manter a oferta de bolsas em medicina e outras especialidades. Hoje recebemos 741 bolsistas caribenhos em nosso país.</p>
<p>Atualmente, 2.048 médicos, técnicos, enfermeiras, treinadores esportivos, engenheiros e professores cubanos colaboram em 19 países e territórios do Caribe e continuam dispostos a continuar cooperando nas áreas onde for necessário.</p>
<p>Existem outros espaços com grande potencial de cooperação como o ensino de línguas, tanto espanhol como inglês; a preparação de nossas nações para a mitigação dos desastres naturais e o enfrentamento às mudanças climáticas, na qual se constatam avanços no enfrentamento às vulnerabilidades comuns aos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento e aos países em áreas costeiras baixas.</p>
<p>Nos últimos anos, dezenas de especialistas da região foram capacitados na gestão da resposta aos desastres naturais com a participação da comunidade científica cubana e da Unesco. A Defesa Civil Cubana e a Agência Caribenha de Gestão de Emergências e Desastres assinaram um acordo para expandir e integrar os sistemas regionais de alerta precoce.</p>
<p>O Centro de Estímulo ao Desenvolvimento de Crianças, Adolescentes e Jovens com Necessidades Educacionais Especiais, que desenvolvemos em conjunto com a Guiana, pode ser utilizado por todos os países do Caricom.</p>
<p>Nossas economias têm potencial para intercâmbio intrarregional. Sabemos que é difícil conseguir um comércio fluido e mutuamente benéfico, mas podemos identificar os nichos comerciais a explorar em benefício de nossas nações, aproveitando o Acordo Revisto de Comércio e Cooperação Econômica entre Caricom e Cuba e seu Segundo Protocolo Adicional.</p>
<p>Precisamos fortalecer os incentivos empresariais oferecidos pelos instrumentos assinados para o avanço na área econômica.</p>
<p>Reafirmo nosso apelo no sentido de revisar e modificar os atuais critérios de «graduação» para receber Assistência Oficial ao Desenvolvimento, de modo que reflitam adequadamente a realidade e as necessidades específicas dos países de renda média altamente endividados, em particular os Estados do Caribe.</p>
<p>Os critérios atuais não refletem os níveis reais de desenvolvimento econômico e social, nem os efeitos multidimensionais da pobreza, desigualdade e vulnerabilidade.</p>
<p>Também estamos preocupados com a inclusão dos Estados membros do Caricom nas listas de jurisdições tributárias não cooperativas e pedimos uma mudança nesta abordagem com consequências negativas para a economia dos países caribenhos que demonstraram sua disposição de cooperar e dialogar a fim de encontrar soluções mutuamente vantajosas para as partes.</p>
<p>Estimados irmãos:</p>
<p>Agradecemos que as estreitas relações que o Caricom e Cuba estabeleceram foram consolidadas e que foram empreendimentos pessoais do Comandante-em-chefe da Revolução Cubana Fidel Castro Ruz e do general-de-exército Raúl Castro Ruz. A ideia dos nossos dirigentes de cooperar solidariamente, de apoiar-se mutuamente perante os desafios impostos pelo passado colonial e de defender a essência da nossa amizade, continua firmemente defendida por todos nós.</p>
<p>Agradeço, mais uma vez, a solidariedade, o respeito e a coragem do Caribe em suas relações com nosso país. Somos pequenos gigantes em um mundo onde reinam a hipocrisia e a crueldade.</p>
<p>Convido-vos a partilhar os temas da agenda para que este encontro sirva para confirmar que a unidade dos povos é essencial para a melhoria humana e para a concretização de um mundo mais justo, equitativo e sustentável.</p>
<p>Defendamos a solidariedade e a cooperação como forças indispensáveis ​​para enfrentarmos juntos os grandes desafios e ameaças que nos ameaçam.</p>
<p>Aproveito as palavras do general-de-exército Raúl Castro Ruz na reunião anterior em Antígua e Barbuda, para ratificar que «O Caribe sempre pode contar com Cuba. Assim foi e assim será!».</p>
<p>Muito obrigado.</p>
<p>PRECISÕES</p>
<p>O Dia Caricom-Cuba comemora a corajosa decisão dos dirigentes da Guiana, Trinidad e Tobago, Barbados e Jamaica, formalmente realizada em 8 de dezembro de 1972 com o estabelecimento de relações diplomáticas desses países caribenhos com Cuba, o que rompeu o isolamento diplomático ao que os EUA tentaram condenar nosso país após o triunfo da Revolução.</p>
<p>Cuba é o único país da América Latina onde todas as nações caribenhas estão representadas em suas próprias missões diplomáticas.</p>
<p>Desde 2002, as cúpulas Caricom-Cuba acontecem a cada três anos. Esse mecanismo tem servido para fortalecer as relações bilaterais e ter um mecanismo eficaz de revisão e consulta regional.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>O Caribe sempre poderá contar com o apoio de Cuba</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Dec 2019 19:27:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[EM 8 de dezembro foram comemorados 47 anos do estabelecimento de relações entre Cuba e as nações da Comunidade do Caribe (Caricom), um acontecimento que fez jus à estreita unidade geográfica, histórica e cultural existente entre nossos povos há vários séculos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5718" alt="caricom" src="/files/2019/12/caricom.jpg" width="300" height="249" />EM 8 de dezembro foram comemorados 47 anos do estabelecimento de relações entre Cuba e as nações da Comunidade do Caribe (Caricom), um acontecimento que fez jus à estreita unidade geográfica, histórica e cultural existente entre nossos povos há vários séculos.</p>
<p>«As pequenas nações do Caribe, com sua política soberana e digna foram as primeiras a abrir seus braços a Cuba quando o império exigia isolar-nos», publicou em sua conta no Twitter o presidente da República Miguel Díaz-Canel em recordação de 8 de dezembro de 1972, data em que Barbados, Guiana, Jamaica, e Trinidade e Tobago – os quatro países independentes da Caricom nesse momento – estabeleceram relações diplomáticas com nosso país.</p>
<p>Esse ato histórico e valente fortaleceu os vínculos fraternais com os Estados do Caribe até a atualidade. Hoje, Cuba e os países da Caricom mantêm excelentes relações de irmandade, solidariedade e cooperação em múltiplas esferas, exemplo de relações entre países pequenos e em vias de desenvolvimento. Igualmente, nossa nação ratifica o compromisso invariável com seus vizinhos caribenhos frente aos desafios comuns. Neste sentido, o general-de-exército Raúl Castro Ruz, primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, na 6ª Cúpula Caricom-Cuba, celebrada em Antígua e Barbuda, afirmou que «o Caribe sempre poderá contar com a eterna amizade, gratidão e o apoio de Cuba».</p>
<p>Relações Cuba-Caricom:</p>
<p>Os laços que unem Cuba e o Caribe são baseados nos princípios de solidariedade, amizade, irmandade, gratidão e apoio pleno ao Caribe, expostos pelo líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz.</p>
<p>Hoje temos missões diplomáticas nos 14 Estados membros da Caricom e eles, por sua vez estão representados em Havana em igual número. Cuba está acreditada perante a Caricom, a OECO e a AEC.</p>
<p>Cuba é o único país latino-americano onde a totalidade dos países caribenhos está representada em nível de missões diplomáticas próprias.</p>
<p>As principais áreas de cooperação abrangem a Saúde, a Educação, a formação de recursos humanos, Esporte, Cultura, Construção, Agricultura, entre outros sectores.</p>
<p>Cuba reitera seu agradecimento aos países da Caricom por continuar exigindo o levantamento do bloqueio imposto pelos EUA contra nosso país e o apoio à resolução das Nações Unidas contra esta genocida política.</p>
<p><strong>Fonte: Ministério das Relações Exteriores de Cuba</strong></p>
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		<title>A Associação dos Estados do Caribe deve continuar sendo um dos pilares da unidade do Grande Caribe</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Apr 2019 18:03:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Discurso proferido pelo presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, na 8ª reunião da Associação dos Estados do Caribe, em Manágua, Nicarágua, em 29 de março de 2019, «Ano 61º da Revolução»]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5450" alt="Diaz AEC" src="/files/2019/04/Diaz-AEC.jpg" width="300" height="253" />Discurso proferido pelo presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, na 8ª reunião da Associação dos Estados do Caribe, em Manágua, Nicarágua, em 29 de março de 2019, «Ano 61º da Revolução»</p>
<p>(Tradução da versão estenográfica &#8211; Conselho de Estado)</p>
<p>Companheiro comandante Daniel Ortega Saavedra, presidente da irmã República da Nicarágua e da 8ª Reunião da Associação dos Estados do Caribe;</p>
<p>Companheira Rosario Murillo, vice-presidenta da República da Nicarágua;</p>
<p>Distintos chefes de Estado e de Governo e chefes de delegações;</p>
<p>Exc.ma sr.ª embaixadora June Soomer, secretária-geral da Associação;</p>
<p>Estimados delegados e convidados:</p>
<p>Nosso poeta nacional, Nicolás Guillén, voz singular entre as grandes vozes desta região, dedicou ao mar que nos une um breve poema, com o qual gostaria de cumprimentá-los. É intitulado O Caribe e diz:</p>
<p>No aquário do Grande Zoo,</p>
<p>nada o Caribe.</p>
<p>Este animal</p>
<p>marítimo e enigmático</p>
<p>Tem uma crista de cristal</p>
<p>as costas azuis, a cauda verde,</p>
<p>barriga compacta de coral,</p>
<p>barbatanas cinzas de furacão.</p>
<p>No aquário, esta inscrição:</p>
<p>«Tenha cuidado: morde».</p>
<p>Os versos de Guillén falam dessa &#8220;crista de cristal&#8221; que torna nosso Caribe frágil. E também da besta que nos habita. Fragilidade e ferocidade nos distinguem. Fragilidade e ferocidade nos unem. E na união, já sabemos disso, está a nossa força.</p>
<p>Dessa força que somente sustenta a união, nasceu a muito oportuna Declaração de Manágua, a ser adotada por este encontro, sob o título «Unindo esforços no Caribe para enfrentar a mudança climática», uma questão que tem gerado uma preocupação crescente nas últimas décadas.</p>
<p>Tal como nos advertiu há quase 30 anos na Cúpula da Terra, realizada no Rio de Janeiro em 1992, o Comandante-em-chefe da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz: «Uma espécie biológica importante está em risco de desaparecer devido à rápida e liquidação progressiva de suas condições naturais de vida: o homem».</p>
<p>O Caribe sabe disso bem porque muitas vezes sofre seus impactos. Certamente por essa razão, desde sua 2ª Cúpula, em Santo Domingo, em 1999, a Associação de Estados do Caribe incluiu, entre suas linhas de trabalho, o acordo e a cooperação em matéria de mudança climática e redução do risco de desastres.</p>
<p>As causas da mudança climática foram claramente identificadas pela comunidade científica e reconhecidas por praticamente todos os governos.</p>
<p>Mas nem os esforços desenvolvidos, nem os compromissos ambientais internacionais são suficientes para parar o alarmante aumento da temperatura global e para a estabilizar em torno de 1,5° C, como é a demanda dos países em desenvolvimento.</p>
<p>Os mais desenvolvidos, que são os principais responsáveis ​​pela atual situação insustentável, devem honrar o compromisso de fornecer pelo menos US$ 100 bilhões por ano em apoio às ações dos países em desenvolvimento.</p>
<p>Deve prevalecer o compromisso global para reduzir as emissões de gases que provocam o efeito estufa, com base no princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas, e um quadro de cooperação internacional para fornecer recursos e transferência de tecnologias necessárias para países em desenvolvimento.</p>
<p>Isso requer a modificação dos padrões de produção e consumo que nos impuseram e a promoção de uma ordem econômica internacional justa, democrática e equitativa, para enfrentar as mudanças climáticas e alcançar o desenvolvimento sustentável.</p>
<p>Senhor presidente:</p>
<p>Cada um de nós entende o que está sendo falado. A intensidade e a persistência de fenômenos naturais de vários tipos no Grande Caribe constantemente nos punem com os efeitos adversos da mudança climática, particularmente os Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento.</p>
<p>Viver entre ciclones condicionou nossas vidas; modificou nossas geografias e revigorou nossas migrações. E também nos educou na necessidade de estudar mais os fenômenos que nos perseguem e trabalhar para reverter seus danos. A Revolução Cubana teve que aprender muito cedo e muito duramente essas lições, a partir do ciclone Flora, que em 1963 deixou sob as águas a antiga província do Oriente e enterrou mais de mil pessoas.</p>
<p>A história mais recente nos diz que nos piores momentos nos salvou o fato de ter agido unidos. Acreditamos firmemente que apenas a nossa unidade e cooperação conjunta nos permitirá enfrentar os perigos e efeitos de eventos meteorológicos e assumir a recuperação subsequente.</p>
<p>A solidariedade deve ser um princípio fundamental para os membros da Associação dos Estados do Caribe.</p>
<p>Nessa linha de pensamento, quero reiterar hoje o apoio inabalável de Cuba, em todas as circunstâncias, ao direito dos pequenos Estados insulares e nações em desenvolvimento de receber tratamento especial e diferenciado no acesso ao comércio e ao investimento.</p>
<p>Igualmente apoiamos a reivindicação, justa e necessária, para receber a cooperação de acordo com a sua situação atual e as necessidades, e não com base em estatísticas de renda per capita, que classificam esquematicamente estes territórios como países de renda média e os excluem dos fluxos de recursos financeiros indispensável para o desenvolvimento.</p>
<p>Congratulamo-nos com a eleição de Barbados como Presidente da Mesa Diretiva do Conselho de Ministros da Associação. Expressamos nossos fraternos parabéns por isso e a disposição de contribuir durante seu mandato.</p>
<p>Estimados delegados:</p>
<p>O presidente dos Estados Unidos, o secretário do Estado e o conselheiro de Segurança Nacional declararam que a Doutrina Monroe «é tão relevante hoje como o dia em que foi escrita» e que «tem sido a política formal», como no tempo de expansão e intervenção dos Estados Unidos em nossa região, de agressões e imposições militares em nossos países.</p>
<p>Estas abordagens e ações consequentes, desafiam a nossa Proclamação da América Latina e do Caribe como Zona de Paz, assinado pelos chefes de Estado e de Governo em janeiro de 2014, em Havana, por ocasião da 2ª Cúpula da Celac.</p>
<p>Nessa época, declaramos nosso compromisso permanente com a solução pacífica de controvérsias, a fim de banir para sempre o uso e a ameaça do uso da força nessa região; com o estrito cumprimento da obrigação de não intervir, direta ou indiretamente, nos assuntos internos de qualquer outro Estado; promover relações de amizade e cooperação entre si e com outras nações, independentemente das diferenças entre seus sistemas políticos, econômicos e sociais ou níveis de desenvolvimento; praticar a tolerância e coexistir em paz como bons vizinhos; o compromisso dos Estados da América Latina e do Caribe de respeitar integralmente o direito inalienável de cada Estado de escolher seu sistema político, econômico, social e cultural, como condição essencial para assegurar a coexistência pacífica entre as nações; à promoção na região de uma cultura de paz baseada, entre outros, nos princípios da Declaração sobre a Cultura de Paz das Nações Unidas.</p>
<p>A Proclamação também insta todos os Estados membros da comunidade internacional a respeitar plenamente esses propósitos e princípios em suas relações com os Estados membros da Celac.</p>
<p>Neste contexto, nossas nações precisam continuar trabalhando juntas. É nosso dever proteger, entre todos, a paz e preservar o que foi conquistado, confiantes de que a atual situação de confronto e ameaças será superada.</p>
<p>Cuba em particular, tem sido alvo de um fortalecimento do bloqueio irracional e perverso dos Estados Unidos, cuja administração tem desencadeado, ao mesmo tempo, uma campanha de manipulação, mentiras e pretextos para sustentar uma prática de perseguição e assédio que a comunidade internacional rejeita e condena abertamente.</p>
<p>Quero agradecer profundamente a posição de todos os países da região, em oposição a esta política irracional, ilegal e cruel contra o nosso povo.</p>
<p>Acima das diferenças políticas ou ideológicas, eu apelo a todos os governos do Caribe para defender a paz e se oporem à agressão militar e à escalada de medidas econômicas coercitivas contra a Venezuela, que prejudica seriamente os seus cidadãos e coloca em risco a estabilidade de toda a região.</p>
<p>Reiteramos também a nossa solidariedade e apoio ao Governo de Reconciliação e de Unidade Nacional da República da Nicarágua contra as tentativas de desestabilização, e nos congratulamos do processo de negociação para garantir a paz e preservar o progresso social e econômico nesta nação irmã.</p>
<p>Fiéis à nossa visão de defender a unidade na diversidade, como em muitas ocasiões o primeiro-secretário do Partido Comunista de Cuba, Raul Castro Ruz, reafirmou em fóruns como este, conclamamo-los a continuar trabalhando em conjunto, com foco na muito que nos une, incomparavelmente superior ao pouco que nos separa, e priorizar o cumprimento dos acordos do 23º Conselho de Ministros em relação ao fortalecimento e revitalização da Associação.</p>
<p>A Associação dos Estados do Caribe deve continuar sendo um dos pilares da unidade do Grande Caribe, que é a única alternativa aos enormes desafios que enfrentamos.</p>
<p>Os estados membros desta organização compartilhamos a responsabilidade de evitar quebrar o consenso que construímos juntos nestes anos e continuar promovendo a solidariedade, como uma premissa indispensável para desenvolver ações em todas as questões que fazem parte do mandato da organização.</p>
<p>Cuba continuará trabalhando a favor dessa unidade e pela consolidação de nossa Associação, e esperamos que esta importante reunião contribua decisivamente para isso.</p>
<p>Muito obrigado!</p>
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		<title>«Vocês são um símbolo do país que os formou»</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Dec 2018 18:10:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma frase de Fidel presidiu, na quinta-feira, 20 de dezembro, o ato central pela terminação da participação da Brigada Médica Cubana no programa Mais Médicos para o Brasil: «Ninguém pode sabotar a cooperação de Cuba com outros países do Terceiro Mundo». Fatos e não palavras. Ação rápida e não esperar pelas calendas gregas quando há seres humanos de países pobres que estão morrendo todos os dias, a todas as horas».]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5357" alt="miguel D Canel" src="/files/2018/12/miguel-D-Canel.jpg" width="300" height="251" />Uma frase de Fidel presidiu, na quinta-feira, 20 de dezembro, o ato central pela terminação da participação da Brigada Médica Cubana no programa Mais Médicos para o Brasil: «Ninguém pode sabotar a cooperação de Cuba com outros países do Terceiro Mundo». Fatos e não palavras. Ação rápida e não esperar pelas calendas gregas quando há seres humanos de países pobres que estão morrendo todos os dias, a todas as horas».</p>
<p>E precisamente à essência humanista do Comandante em Chefe fez alusão o presidente dos Conselhos de Estado e Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, ao se dirigir a uma representação dos médicos que retornaram a Cuba, depois de cumprir honrosamente sua missão.</p>
<p>A eles disse: «O retorno à pátria não é o fim, é um começo. Vocês chegam em um momento importante para Cuba, quando estamos prestes a aprovar a nova Constituição, que será submetida a um referendo em 24 de fevereiro».</p>
<p>«Vocês que estarão de novo em seus locais de trabalho ou partirão para cumprir outra missão fazem parte daquele povo que nos dá evidências de heroísmo. Em nome do Partido e do Governo, gostaria de reiterar que estamos profundamente orgulhosos de cada um de vocês, tal como estamos do resto dos colaboradores da Saúde que estão cumprindo missões em outros 66 países&#8230; Vocês são um símbolo do país que os formou e deram provas do tipo de homens e mulheres a que aspiramos na sociedade cubana, baseados na justiça e no humanismo, não na lei dos mais fortes».</p>
<p>A cerimônia foi realizada na Unidade Central de Cooperação Médica, onde marcou presença José Ramón Machado Ventura, segundo secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba; os membros do Bureau Político Roberto Morales Ojeda, vice-presidente dos Conselhos de Estado e Ministros; e Bruno Rodríguez Parrilla, ministro das Relações Exteriores; bem como José Ángel Portal Miranda, ministro da Saúde Pública.</p>
<p>A colaboradora Indira García Arredondo, que retornou à Ilha depois de trabalhar no estado de São Paulo, disse em nome de seus colegas: «É bem conhecida a campanha feroz que todos nós experimentamos, o convite permanente a dobrar-nos, a cenoura prometida por falsos profetas da liberdade e da democracia mil vezes pisoteadas por eles mesmos. Mas estavam errados&#8230; Nosso trabalho culminou em resultados que até os próprios inimigos não conseguiram esconder, transformamos indicadores de saúde e melhoramos a qualidade de vida de milhões de brasileiros».</p>
<p>A cerimônia reconheceu as organizações que garantiram a participação de Cuba no programa Mais Médicos pelo Brasil e o retorno dos médicos cubanos ao país em apenas 20 dias: os ministérios das Relações Exteriores, do Comércio Exterior e o Investimento Estrangeiro, dos Transportes, Saúde Pública, o Banco Central de Cuba, o Gabinete Geral da Alfândega da República e os meios de comunicação social.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba se prepara para a Cúpula ALBA-TCP</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Dec 2018 01:39:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A ALBA-TCP «é importante em um contexto em que forças negras querem o retorno do neocolonialismo, porque para nosso continente a divisão chegou com a colônia, assim como o racismo, a cultura da divisão, da guerra».]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5329" alt="Cuba Alba TCP" src="/files/2018/12/Cuba-Alba-TCP.jpg" width="300" height="231" />A ALBA-TCP «é importante em um contexto em que forças negras querem o retorno do neocolonialismo, porque para nosso continente a divisão chegou com a colônia, assim como o racismo, a cultura da divisão, da guerra».</p>
<p>Isto foi expresso pelo secretário-geral da Aliança Bolivariana dos Povos da Nossa América &#8211; Tratado de Comércio dos Povos (ALBA-TCP), David Choquehuanca, em uma entrevista à Prensa Latina e poucos dias antes de mais um aniversário do surgimento deste mecanismo.</p>
<p>Precisamente neste contexto, a 16ª Cúpula de chefes de Estado e de Governo se realizará em Havana, onde representantes da organização recordarão o momento fundacional da madrugada de 14 de dezembro de 2004 e seus dois promotores, Fidel Castro e Hugo Chávez.</p>
<p>Nas palavras de Choquehuanca, «dois irmãos visionários, extraordinários, em uma reunião decidiram construir um espaço de integração sem precedentes que abrange todas as questões, não apenas o comércio, que constrói a irmandade, a unidade, a esperança, a paz».</p>
<p>Esta Cúpula também acontece em um contexto difícil para os movimentos progressistas da Nossa América.</p>
<p>Em novembro passado, realizou-se em Manágua, capital nicaraguense, a 17ª sessão do Conselho Político do bloco, onde se reafirmou o compromisso com a unidade latino-americana e caribenha e reafirmou-se a necessidade de fortalecer a unidade na diversidade.</p>
<p>Lá, foi acordado celebrar este novo evento em Havana, um local emblemático para a unidade latino-americana e onde foi assinada, em 29 de janeiro de 2014, durante a 2ª Cúpula da Celac, a Proclamação da América Latina e do Caribe como Zona de Paz, e cujos postulados são agora mais necessários do que nunca.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Por que os Estados Unidos são a principal ameaça para a América Latina e o Caribe como zona de paz?</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Aug 2018 23:13:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[MAIS de 76 bases militares na América Latina, apoio a golpes militares e judiciais contra presidentes, a tentativa de assassinato contra Nicolás Maduro, sanções e bloqueios econômicos, o uso de organizações como a desacreditada OEA contra governos progressistas e a aplicação de métodos subversivos com base no consumo cultural através da mídia e a Internet e o apoio a figuras ultraconservadoras da direita em sua ascensão a altas posições políticas, são algumas das estratégias e ações aplicadas pelos Estados Unidos na América do Sul]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5149" alt="Aguila EEUU" src="/files/2018/08/Aguila-EEUU.jpg" width="300" height="255" />MAIS de 76 bases militares na América Latina, apoio a golpes militares e judiciais contra presidentes, a tentativa de assassinato contra Nicolás Maduro, sanções e bloqueios econômicos, o uso de organizações como a desacreditada OEA contra governos progressistas e a aplicação de métodos subversivos com base no consumo cultural através da mídia e a Internet e o apoio a figuras ultraconservadoras da direita em sua ascensão a altas posições políticas, são algumas das estratégias e ações aplicadas pelos Estados Unidos na América do Sul e no Caribe em sua ânsia de reverter, de maneira total, as vitórias alcançadas pelos governos progressistas nas últimas décadas.</p>
<p>Em janeiro de 2014, a 2ª Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) proclamou a região como Zona de Paz, mas as diferentes administrações dos EUA parecem determinadas a desmantelar esse consenso, especialmente durante este ano.</p>
<p>Pelo menos três emissários do poder dos EUA percorreram a região com mensagens contrárias aos princípios de não-interferência, solução pacífica de controvérsias para banir o uso e a ameaça do uso da força neste hemisfério, a promoção de uma cultura de paz e a obrigação de não intervir, direta ou indiretamente, nos assuntos internos de qualquer outro Estado, todos contidos nos documentos assinados pelos membros da Celac.</p>
<p>Rex Tillerson, que em fevereiro atuou como secretário do Estado dos EUA, antes de iniciar sua turnê mensal pela região, anunciou que 2018 seria «o ano das Américas» e deixou claro que eles procurariam encorajar a divisão e submissão entre os países e governos da América Latina.</p>
<p>Em junho, o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, também fez uma turnê com a clara intenção de criar alianças para sancionar a Venezuela. «O objetivo é fortalecer a segurança regional com nossos aliados no hemisfério (&#8230;) ameaçados pelo (&#8230;) governo da Venezuela», disse a porta-voz, Alyssa Farah.</p>
<p>O primeiro passo no itinerário de Pence foi estabelecer vínculos com o líder golpista Michel Temer e garantir que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva permanecesse na prisão. No Equador, por outro lado, anunciou uma doação de 1,5 milhão de dólares para lutar «contra a corrupção e fortalecer a sociedade civil», como símbolo de um novo capítulo nas relações bilaterais, com Lenin Moreno ao leme daquela nação.</p>
<p>Agora é o secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, que visita o Brasil, Argentina, Chile e Colômbia, que, levando em conta os princípios da estratégia de defesa nacional norte-americana, leva os analistas a pensar que a região do Caribe está se tornando uma área de futuros conflitos.</p>
<p>OS FACTOS VALIDAM A TESE:</p>
<p>- O presidente da Bolívia, Evo Morales, acaba de denunciar uma «invasão encoberta» contra a América Latina por meio do envio, pelos Estados Unidos, de uma embarcação capaz de transportar helicópteros de guerra. A desculpa: precisa fornecer ajuda humanitária aos venezuelanos que vivem na Colômbia.</p>
<p>- As capacidades do Comando Sul são fortalecidas, com sua rede de bases militares, incluindo a 4ª Frota.</p>
<p>- Culturalmente: o grande capital movimenta importantes meios de comunicação, igrejas e empresas de tecnologia, a fim de desmobilizar a juventude politicamente e promover a alegada não viabilidade do socialismo ou a aplicação de políticas de justiça social do Estado.</p>
<p>- A Doutrina Monroe é revitalizada. A Estratégia de Segurança Nacional de 2017, a Estratégia Nacional de Defesa e as declarações de altos funcionários do governo Trump confirmam isso.</p>
<p>- Os Estados Unidos continuam promovendo iniciativas não-governamentais, a articulação de campanhas antissistêmicas na mídia e a cooperação entre os poderes judiciais com organizações controladas por Washington, para desenvolver uma guerra seletiva e brutal contra a esquerda na região.</p>
<p>- Os empresários são promovidos como atores políticos e os programas e formas de luta de muitos partidos são atualizados, baseados em parâmetros neoliberalizantes.</p>
<p>Essas estratégias estão alinhadas aos esquemas de «mudança de regime», que exigem milhões de vítimas em várias partes do mundo e promovem a violência, a guerra, as crises humanitárias e a instabilidade a qualquer custo.</p>
<p>Nada está mais longe dos preceitos da Proclamação da América Latina e do Caribe como Zona de Paz, que o governo dos Estados Unidos insiste em desconhecer, ignorar e não afirmar, já que seus interesses hegemônicos nada têm a ver com respeito, compreensão, cooperação e coexistência pacífica entre nossos povos.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Foro de São Paulo: uma batalha vital pela unidade</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2018 18:22:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O 24º Encontro Anual do Foro de São Paulo, foi realizado entre 15 e 17 de julho em um momento transcendental para a região e para a luta da esquerda em todo o mundo.

Com relação a este evento, o jornal Granma Internacional conversou com José Ramón Balaguer Cabrera, membro do secretariado do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba e chefe do seu Departamento das Relações Internacionais.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5126" alt="forosaopaulo" src="/files/2018/07/forosaopaulo.jpg" width="300" height="243" />O 24º Encontro Anual do Foro de São Paulo, foi realizado entre 15 e 17 de julho em um momento transcendental para a região e para a luta da esquerda em todo o mundo.</p>
<p>Com relação a este evento, o jornal Granma Internacional conversou com José Ramón Balaguer Cabrera, membro do secretariado do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba e chefe do seu Departamento das Relações Internacionais.</p>
<p>O que o Foro de São Paulo (FSP) representou até hoje?</p>
<p>«Devemos lembrar que na época em que o FSP foi fundado havia uma grande incerteza — para algumas pessoas semelhante à que há nestes tempos — e então figuras como Lula e Fidel foram vitais. Eles vislumbraram que o socialismo não poderia desaparecer, que era necessário achar alternativas para que todos os partidos de esquerda, todas aquelas forças políticas que tinham um conceito diferente de sociedade, lutassem contra o sistema capitalista, explorador por essência, para que não continuasse se impondo sobre nossos povos».</p>
<p>«Não se pretendia impor nada, nem traçar diretrizes ou linhas que pudessem se sentar para discutir, porque com o desaparecimento da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) não se podia perder a concepção de que uma sociedade verdadeiramente justa poderia existir e que a história não tinha acabado. Foi um momento extraordinário que salvou a perplexidade que existia».</p>
<p>«Mais tarde em Havana, em 1993, Fidel falou da necessidade da unidade das forças de esquerda como única alternativa, algo de vida ou morte, não se podia renunciar a continuar. Porque a vida mostrou que, quando as forças da esquerda se unem, conseguem ganhar no sistema das democracias representativas e nas eleições, que podem tomar o poder e transformar a sociedade em modelos mais justos».</p>
<p>«E apesar de todas as ameaças e obstáculos, de todas as tentativas de desestabilização de todos os tipos, demonstrou-se que quando há unidade se pode lutar e continuar vencendo, apesar das condições complexas, como as que foram apresentadas a projetos como a Revolução Bolivariana, a Revolução Cidadã no Equador, o projeto de Evo Morales na Bolívia, a Revolução Sandinista, o Brasil de Lula e Dilma com o PT à frente».</p>
<p>«As possibilidades que se apresentaram na América Latina até então antes eram impensáveis e chegou o momento em que os Estados Unidos foram forçados a aceitar Cuba na Cúpula das Américas, antes inconcebível, graças também à solidariedade da esquerda com Cuba».</p>
<p>«O que já se estava vendo com a União das Nações Sul-Americanas (Unasul) e a Alternativa Bolivariana para os Povos das Américas (ALBA) foi concretizado com a Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac). E então se intensificou a ação do império para tentar impedir que isso acontecesse».</p>
<p>«Estamos vendo como a suposta luta contra a corrupção é utilizada para derrubar governos progressistas, que o que estava acontecendo na região a partir daquele sentimento de solidariedade e cooperação que foi gerado era totalmente antagônico ao sistema imperialista e então começaram a lançar mão de métodos judiciais, da guerra econômica, da violência, para tentar reverter essas conquistas e impor a Doutrina Monroe».</p>
<p>«Este encontro em Havana acontece, portanto, em um momento importante para conseguir que se entenda, que seja compreendida a importância do FSP na construção da integração, do bem comum. Nunca existiu a intenção de dizer o que se deve fazer, mas debater algo essencial: a única maneira de avançar é a partir da unidade da esquerda».</p>
<p>«Vejam o quão interessante o que aconteceu no México, uma vitória esmagadora de Andrés Manuel López Obrador. E o que isso significa? Que no âmbito da discussão, do diálogo, pode se entender que quando as forças se unem, o que parece impossível acaba ocorrendo».</p>
<p>Fala-se muito em pessimismo&#8230;</p>
<p>«É a mesma coisa que eles tentaram fazer quando a URSS desapareceu, definir o fim da história e mostrar que a partir daí não havia nada, além do capitalismo. E a perplexidade começou, a divisão, a fragmentação da esquerda, a radicalização do sectarismo, o divórcio dos partidos revolucionários dos movimentos sociais. Mesmo nos Estados Unidos, um grande número de sindicatos desapareceu».</p>
<p>«Mas os movimentos sociais, por exemplo, conseguiram melhor articulação para a luta e isso é uma realidade. Claro, eles representam os povos, aqueles que sofrem os problemas e precisam de uma sociedade diferente, cada dia, para viver».</p>
<p>«É importante que compreendamos e consideremos a possibilidade de que as forças de esquerda discutam um programa político entre elas, porque é difícil conseguir a unidade em questões eleitorais, deve também conceber uma projeção política da sociedade e que isto seja um programa que seja levado à prática se as eleições forem ganhas».</p>
<p>«Mas para isso devemos ter uma noção do momento histórico — como Fidel nos disse em seu Conceito de Revolução — porque, às vezes, há coisas que são corretas, que são necessárias, mas que em um determinado momento dificilmente podem ser concretizadas. Foi isso o que a Revolução Cubana fez: resistir, continuar lutando e sempre contar com a força e a unidade de nosso povo, que é o que sustentou o processo revolucionário».</p>
<p>«Do que se trata é de que as forças da esquerda estejam unidas, sem perderem sua identidade, mas com base em um programa político. O que verdadeiramente é impossível é transformar a sociedade sem a unidade das forças da esquerda ao galgarem o poder».</p>
<p>«Neste momento não há nada tão sólido como o FSP, onde podem ser discutidos os problemas que existem e as formas de buscar uma união. É por isso que em Havana a esquerda europeia se encontrará com a da nossa região e também haverá representantes de movimentos e articulações sociais, artistas e intelectuais, haverá debates sobre a guerra da mídia, mas partindo do otimismo e da convicção de que juntos podemos»</p>
<p>Vinte e cinco anos depois, uma reunião do FSP em Havana&#8230;</p>
<p>«Isso nos dá a possibilidade de que muitas pessoas que possam estar pensando de maneira diferente entendam o momento em que vivemos e entendam que a Revolução Cubana continua sendo a mesma, única, com o mesmo Partido à frente. Que eles entendam o que fizemos nos 6º e 7º Congressos do Partido, que é reafirmar o futuro e a concepção de uma sociedade mais justa, que não abaixamos as bandeiras ou as armas, mas pelo contrário».</p>
<p>«Entenda-se que estamos aperfeiçoando nossa sociedade, nos adaptando aos tempos atuais, incluindo nossas relações com os Estados Unidos, que estão muito bem definidas e aspiramos a normalizá-los como em qualquer país do mundo, mas há princípios aos que nunca renunciaremos».</p>
<p>«Este Encontro permite que amigos de todo o mundo, membros do FSP ou convidados de outras regiões vejam que Cuba é firme em seus conceitos e princípios e que o que foi alcançado é precisamente devido à unidade».</p>
<p>A presença de Martí e Fidel&#8230;</p>
<p>«O objetivo da homenagem a Fidel com um plenário especial dedicado ao seu pensamento e sua relação com o FSP, com a unidade, é dialogar e ver como suas ideias se renovam, o quanto precisamos delas e que sejam compreendidas em toda sua magnitude».</p>
<p>«Nossa Revolução move-se no calor das concepções e princípios de Fidel, do que levou a ações concretas, dos princípios que ele semeou em todo o mundo».</p>
<p>«O que predomina na Revolução Cubana, o que gostaríamos de ver entre aqueles que querem lutar é o pensamento de Fidel, que é o mais avançado que existe na Terra como um pensamento revolucionário e transformador, como o resgate do que supostamente desapareceu com a URSS, que é a real possibilidade de transformar a sociedade em algo justo, com todos e para o bem de todos, tal como nos ensinou José Martí».</p>
<p>«É por isso que a presença permanente de José Martí e Fidel está em todos nós, com duas ideias essenciais: a independência e a construção de um país com justiça social, devido às quais para os seguidores de Martí é muito fácil entender o socialismo. Eles nos acompanham hoje e sempre o farão, nesta batalha vital em prol da unidade».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Países caribenhos coordenam sete novos projetos de cooperação</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Mar 2017 00:58:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Países do Grande Caribe avaliam hoje nesta capital sete novos projetos de cooperação vinculados ao confronto da mudança climática e à conetividade marítima e aérea, face ao desenvolvimento sustentável. As iniciativas são objeto de análise na Primeira Conferência de Cooperação, convocada pela Associação de Estados do Caribe (AEC), cujas sessões decorrem no hotel Habana Livre.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4570" alt="cuba-foro-aec-ileana-nunez2" src="/files/2017/04/cuba-foro-aec-ileana-nunez2.jpg" width="300" height="210" />Países do Grande Caribe avaliam hoje nesta capital sete novos projetos de cooperação vinculados ao confronto da mudança climática e à conetividade marítima e aérea, face ao desenvolvimento sustentável.</p>
<p>As iniciativas são objeto de análise na Primeira Conferência de Cooperação, convocada pela Associação de Estados do Caribe (AEC), cujas sessões decorrem no hotel Habana Livre.</p>
<p>Segundo precisou Ileana Núñez, vice-ministra cubana do Comércio Exterior (Mincex), três das inciativas respondem ao interesse comum de fortalecer as capacidades para mitigar os efeitos das variações climáticas extremas, enquanto as outras quatro propõem unir ao Caribe por via área e marítima.</p>
<p>Para as nações do área, considerou, constitui uma prioridade essencial a melhoria da infra-estrutura e as condições técnicas com vistas a impulsionar soluções nesses dois temas de grande relevância.</p>
<p>Países cooperantes com a AEC, agências e organismos internacionais são parte deste encontro, que tenta o fomento da colaboração técnica, material e financeira.</p>
<p>Pela primeira vez, expressou Núñez, o agrupamento realiza uma cita desta natureza e esperamos que se converta numa tradição pela sua importáncia para coordenar esforços mediante o contato direto com outras instituições dentro e fora da região.</p>
<p>A complementação e a cooperação são princípios finque da AEC, a qual exerce uma função orientadora e organizadora para contribuir ao desenvolvimento económico, meio ambiental, social e cultural de nossas populações, estimou a vice-ministra.</p>
<p>Cuba, assinalou, concede grande importância à cooperação com nossos irmãos do Grande Caribe e disse que mais de 20 mil estudantes do área têm sido formados na ilha.</p>
<p>Segundo Núñez, ao encontro assistem 71 delegações, o que constitui uma mostra clara da vontade compartilhada para encarar debilidades essenciais e consolidar projetos conjuntos que ofereçam soluções sustentáveis.</p>
<p>Para 11 de março está prevista a V Reunião Ministerial entre a Comunidade do Caribe e Cuba.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Comunicado Especial da Cúpula da AEC sobre a Venezuela</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jun 2016 21:23:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

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		<description><![CDATA[Reafirmando o disposto na Proclamação da América Latina e o Caribe como Zona de Paz, aprovada na 2ª Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), realizada em Havana, em janeiro de 2014. Tomando nota dos esforços de diálogo promovidos pelo governo da República Bolivariana da Venezuela, acompanhados pela Unasul:.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-4208" alt="Asociacion Caribe  chica" src="/files/2016/06/Asociacion-Caribe-chica.jpg" width="300" height="225" />Nós, os chefes de Estado e/ou de Governo dos Estados-membros da Associação dos Estados do Caribe (AEC), reunidos em Havana, Cuba, em 4 de junho de 2016, para celebrar sua 7ª Cúpula,</p>
<p>Reafirmando o disposto na Proclamação da América Latina e o Caribe como Zona de Paz, aprovada na 2ª Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), realizada em Havana, em janeiro de 2014. Tomando nota dos esforços de diálogo promovidos pelo governo da República Bolivariana da Venezuela, acompanhados pela Unasul.</p>
<p>Respaldamos a iniciativa dos ex-presidentes José Luis Rodríguez Zapatero, da Espanha, Leonel Fernández, da República Dominicana e Martín Torrijos, do Panamá, para a reabertura de um diálogo efetivo entre o governo e a oposição, a fim de encontrar alternativas para favorecer a estabilidade política, o desenvolvimento social e a recuperação econômica da República Bolivariana da Venezuela;</p>
<p>Respaldamos igualmente as diferentes iniciativas de diálogo nacional que conduzam com apego à Constituição e pleno respeito aos direitos humanos, de maneira oportuna, pronta e efetiva à solução das diferenças e a consolidação da democracia; e</p>
<p>Apoiamos todos os esforços de entendimento, diálogo e os procedimentos constitucionais.</p>
<p>Havana, 4 de junho de 2016</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cuba continuará trabalhando para unir decisões perante os desafios coletivos</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jun 2016 21:11:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cuba continuará trabalhando desde a presidência do Conselho de Ministros da Associação dos Estados do Caribe para unir decisões perante os desafios coletivos, assegurou neste sábado o presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, no encerramento da 7ª Cúpula do mecanismo regional.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4204" alt="Raul aec 3" src="/files/2016/06/Raul-aec-3.jpg" width="300" height="182" />Cuba continuará trabalhando desde a presidência do Conselho de Ministros da Associação dos Estados do Caribe para unir decisões perante os desafios coletivos, assegurou neste sábado o presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, no encerramento da 7ª Cúpula do mecanismo regional.</p>
<p>Antes de iniciar sua intervenção, o presidente cubano enviou condolências à família do campeão de Boxe Mohamed Alí, que morreu hoje e estendeu a saudação à comunidade afro-americana dos Estados Unidos, pela qual o esportista sempre lutou. Lembrou igualmente a amizade de Alí com o líder Fidel Castro.</p>
<p>Voltando ao tema da Cúpula, assinalou que a Associação, fundada em 1994, foi criada para unir toda a família caribenha e reconheceu a contribuição de todos seus membros bem como dos que se incorporaram.</p>
<p>Isto demonstra o interesse que suscita o Caribe, indicou o chefe de Estado.</p>
<p>Em outro momento ressaltou que a Declaração de Havana e o Plano de Ação 2016-2018 e os debates da jornada demonstraram a capacidade de tratar temas essenciais de nossos povos, uma questão que, na opinião dele, é imprescindível para continuar avances em termos de cooperação.</p>
<p>A Cúpula que hoje conclui demonstra a capacidade de nossa região para dialogar e concertar posições sobre os problemas e desafio comuns que enfrentamos e para perseverar na busca de soluções aos mesmos, adaptadas às condições, necessidades e prioridades da área, assegurou.</p>
<p>O general-de-exército assinalou igualmente que a paz, a estabilidade, a defesa dos interesses de nossos povos e o exercício da soberania e autodeterminação sem ingerência externa, são essenciais para avançar nas metas de cooperação traçadas.</p>
<p>A conjuntura nos obriga a perguntar-nos como consolidar o atingido, disse ao alertar que a nova onda neoliberal que vive a região nos impedirá cumprir os objetivos de integração que nos fixamos.</p>
<p>O presidente cubano ressaltou que essa onda neoliberal representa a desmontagem das políticas sociais inclusivas e significa um aumento da pobreza, da desigualdade, a desregulamentação do mercado e a diminuição do papel do Estado.</p>
<p>Em outro momento destacou a contribuição de Alfonso Múnera a frente da Secretaria Geral.</p>
<p>A partir de agosto este esforço será liderado pela embaixadora June Soomer a quem novamente felicitamos, disse.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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