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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Bruno Rodríguez Parrilla</title>
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		<title>Cuba resistiu o ano mais custoso na história do bloqueio</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2020 17:35:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bloqueio]]></category>
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		<description><![CDATA[Pela primeira vez na história da política genocida do bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos contra Cuba, os prejuízos contáveis sobre o arquipélago antilhano superaram em um ano os cinco bilhões de dólares, sublinhou na quinta-feira, 22 de outubro, o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6104" alt="BLOQUEO-CUBA" src="/files/2020/10/BLOQUEO-CUBA.jpg" width="300" height="252" />Pela primeira vez na história da política genocida do bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos contra Cuba, os prejuízos contáveis sobre o arquipélago antilhano superaram em um ano os cinco bilhões de dólares, sublinhou na quinta-feira, 22 de outubro, o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla.</p>
<p>No relatório anual que atualiza a magnitude dos danos dessa política extraterritorial no desenvolvimento cotidiano e perspectivo da Ilha, o chanceler denunciou, em uma entrevista coletiva virtual, a hostilidade crescente por parte dos EUA, cujo Governo, sem lhe importar o açoite da pandemia da Covid-19, impôs mais sanções ao país caribenho, em franca violação de todo tipo de normas do comércio exterior e dos investimentos.</p>
<p>Em virtude da resolução que será apresentada à Assembleia Geral das Nações Unidas, intitulada Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba, Rodríguez Parrilla repassou as afetações principais que, entre abril de 2019 e março de 2020, provocou o cerco nos distintos setores da sociedade.</p>
<p>Precisou que, a partir da chegada ao poder do presidente Donald Trump, foram contabilizadas, apenas em um ano, mais de 90 medidas restritivas, praticamente uma em cada semana, o qual indica o assanhamento para causar maiores sofrimentos ao povo cubano e incidir negativamente nos esforços do país por articular uma estratégia socioeconómica.</p>
<p>«O bloqueio é aplicado de maneira extraterritorial contra a soberania de terceiros Estados, companhias e cidadãos de outros países», asseverou o chefe da diplomacia cubana, e instou a comunidade internacional a voltar a rechaçar de maneira esmagadora a cruel política ingerencista, e a aprovar, pela 29ª ocasião, a proposta de resolução na Assembleia Geral da ONU, em maio de 2021.</p>
<p>Afirmou que a perseguição contra os fornecimentos de combustíveis, as sanções e as calúnias são cada vez mais perversas: «Ganhe quem ganhar as eleições nos Estados Unidos, terá que enfrentar que o bloqueio afeta os cubanos, as famílias, viola os direitos humanos e dificulta as viagens, os vistos e a reunificação familiar».</p>
<p>Referiu como as medidas também afetam o povo estadunidense e fazem padecer a seu governo «um profundo isolamento e descrédito», além de causar danos a outros países, por seu caráter violador das soberanias nacionais.</p>
<p>Qualificou de cínica a intenção de convencer os cubanos de que o bloqueio não tem impacto real, de minimizá-lo como um tema de diferendo bilateral, quando as famílias dentro do arquipélago o sofrem «cada dia e cada hora».</p>
<p>«O bloqueio, em sua natureza, e seu reforço extraordinário nestes dois anos, é uma expressão da incapacidade histórica do Governo dos Estados Unidos de reconhecer que Cuba é uma nação independente, que segundo o direito internacional há de gozar e exercer a plenitude sua soberania e sua livre determinação», assegurou Rodríguez Parrilla.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>Raúl parabenizou delegação cubana que participou da 8ª Cúpula das Américas</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2018 00:17:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Junto a Raúl compartilharam o emotivo momento o presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular; Esteban Lazo Hernández; o primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez; o segundo secretário do Comitê Central do Partido, José Ramón Machado Ventura, e o primeiro vice-ministro das Relações Exteriores, Marcelino Medina González.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4991" alt="Raul recibe Lima" src="/files/2018/04/Raul-recibe-Lima.jpg" width="300" height="248" />Junto a Raúl compartilharam o emotivo momento o presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular; Esteban Lazo Hernández; o primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez; o segundo secretário do Comitê Central do Partido, José Ramón Machado Ventura, e o primeiro vice-ministro das Relações Exteriores, Marcelino Medina González.</p>
<p>COM parabéns e um forte aperto de mãos, o presidente cubano Raúl Castro Ruz recebeu a delegação da Ilha caribenha que participou da 8ª Cúpula das Américas e seus foros paralelos, da qual reconheceu a firme posição mantida em defesa dos princípios que sustentam o agir da nossa Revolução.</p>
<p>O general-de-exército chegou até o pé da escada do avião, no aeroporto internacional José Martí, para cumprimentar cada um dos integrantes da delegação, diplomatas, jovens, deputados e representantes da sociedade civil e da mídia os quais, fazendo tremular bandeiras cubanas, chegaram à Pátria na tarde da segunda-feira, 16, vindos de Lima, Peru.</p>
<p>Junto a Raúl compartilharam o emotivo momento o presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular; Esteban Lazo Hernández; o primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez; o segundo secretário do Comitê Central do Partido, José Ramón Machado Ventura, e o primeiro vice-ministro das Relações Exteriores, Marcelino Medina González</p>
<p>Em declarações à imprensa, o diplomata cubano Juan Antonio Fernández Palacios, quem no Foro da Sociedade Civil denunciou energicamente a presença ali de mercenários, destacou que «foi uma Cúpula em condições complexas, diferente quanto ao contexto político da celebrada no Panamá.</p>
<p>«Uma Cúpula que teve como pano de fundo a ofensiva neoliberal, com Lula preso e governos progressistas sob uma situação de ataque por parte da direita».</p>
<p>No pé da escada do avião, o general-de-exército cumprimenta cada um dos elementos da delegação. Photo: Estudio Revolución<br />
«É a segunda ocasião que participamos destas Cúpulas, ganhamos isso por nosso próprio direito e vamos continuar estando onde tenhamos de estar, para dizer nossa verdade e para falar com a voz dos que não têm voz», expressou.</p>
<p>Acerca de sua contundente frase de «com Cuba não se envolvam», assegurou que «surgiu em nossas esquinas e bairros, do respeito que dia a dia temos ganhado ao longo de sessenta anos de resistência; somos um povo pequeno porém digno, isso vem de Antonio Maceo, de José Martí, de nossos heróis, de Fidel e de Raúl».</p>
<p>Entretanto, Mirthia Brossard Oris, vice-presidenta da Federação Estudantil Universitária, considerou muito empolgante ver o general-de-exército ali «porque precisamente tudo aquilo que fizemos e dissemos na Cúpula, todo o espírito revolucionário com que saímos de Cuba para representar a Sociedade Civil neste espaço, foi dedicado fundamentalmente a Fidel e ao nosso general-de-exército Raúl Castro Ruz.</p>
<p>«Que tenha sido ele quem nos recebeu significa que a missão foi cumprida».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Chanceler cubano destacou vigência do Não Alinhamento ao chegar à Venezuela</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2016 20:29:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Rodríguez Parrilla]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[O ministro cubano das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla, destacou nesta sede a transcendência atual do Movimento dos Países Não-Alinhados, cuja 17ª Cúpula se reúne aqui até o dia 18 de setembro. «O não alinhamento tem enormes méritos históricos, mas também total vigência», disse ao chegar a este território insular, e ao se referir aos temas que serão o centro dos debates do encontro multinacional acrescentou que «CE preciso defender a independência, a soberania e a autodeterminação, mediante a unidade e a concertação».]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4279" alt="noal" src="/files/2016/09/noal.jpg" width="300" height="230" />O ministro cubano das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla, destacou nesta sede a transcendência atual do Movimento dos Países Não-Alinhados, cuja 17ª Cúpula se reúne aqui até o dia 18 de setembro.</p>
<p>«O não alinhamento tem enormes méritos históricos, mas também total vigência», disse ao chegar a este território insular, e ao se referir aos temas que serão o centro dos debates do encontro multinacional acrescentou que «CE preciso defender a independência, a soberania e a autodeterminação, mediante a unidade e a concertação».</p>
<p>«Um abraço revolucionário, antiimperialista e solidário para o bravo povo», enfatizou em sua saudação e desejo bons augúrios ao mandato do Movimento que a República Bolivariana assumirá na Cúpula: «Venezuela receberá a presidência e o fará de maneira bem sucedida. Será uma vitória do povo venezuelano».</p>
<p>Bruno Rodríguez participará em 15 e 16 de setembro no debate político que constituirá o Encontro de Chanceleres, sob o lema “Paz, soberania e independência”, um segmento que precederá a Cúpula de chefes de Estado concebida para sábado e domingo.</p>
<p>A segunda jornada da Cúpula terminou as sessões das Reuniões de Altos Funcionários nas quais foi elaborado o documento base que discutirão e aprovarão chanceleres e mandatários.</p>
<p>Em tais reuniões a Venezuela foi escolhida como coordenadora das comissões política, econômica e social do Movimento, um aspecto que, junto à participação em massa de delegados visitantes, a chanceler anfitriã Delcy Rodríguez exaltou como elementos de reconhecimento à diplomacia de paz que promove seu país, e desmontam as tentativas da direita de isolá-lo.</p>
<p>«Aquelas transnacionais da comunicação que pretenderam tornar invisível a Venezuela para que não se efetuasse esta Cúpula têm sido derrotadas hoje, com a presença em massa de todas as delegações dos Países Não Alinhados», afirmou.</p>
<p>Mediante sua conta no Twitter, Rodríguez também fez a denúncia de um plano da aliança da direita do Brasil, Paraguai e Argentina, cujos governos fizeram declarações que outra vez põem em causa a legitimidade da Venezuela à frente de Mercosul; naquela que pode ser considerada uma tentativa oportunista de desacreditar o governo bolivariano em meio do cenário da Cúpula do MNOAL.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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