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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Brazil</title>
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		<title>Os verdadeiros «crimes» de Lula</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2018 22:32:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lula da Silva]]></category>
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		<description><![CDATA[LUIZ Inácio Lula da Silva é um transgressor, mas não das leis de seu país nem dos valores éticos que a maioria das pessoas admira no mundo. Por sua conduta pública e pessoal, uma parte importante do seu povo deseja levá-lo, pela terceira vez, à presidência do Brasil, uma das nações com maior potencial de desenvolvimento material e humano.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5201" alt="Lula pueblo brasil" src="/files/2018/09/Lula-pueblo-brasil.jpg" width="300" height="250" />LUIZ Inácio Lula da Silva é um transgressor, mas não das leis de seu país nem dos valores éticos que a maioria das pessoas admira no mundo.</p>
<p>Por sua conduta pública e pessoal, uma parte importante do seu povo deseja levá-lo, pela terceira vez, à presidência do Brasil, uma das nações com maior potencial de desenvolvimento material e humano.</p>
<p>O que Lula transgrediu foi um dos dogmas mais sagrados para a capital transnacional que hoje levanta as ideias do neoliberalismo: o Estado não é a favor de promover programas de bem-estar, em longo prazo, a favor dos pobres.</p>
<p>Durante seus dois mandatos como presidente, ele cometeu o «crime» de redistribuir enormes riquezas do Estado brasileiro, com o nobre propósito de mitigar a fome e a pobreza de milhões de seus compatriotas.</p>
<p>Lula cumpriu em alto grau a promessa que assumiu quando assumiu o cargo, em janeiro de 2003: «Se eu terminar meu mandato e todo brasileiro tiver café-da-manhã, almoço e jantar, eu vou cumprir o objetivo da minha vida».</p>
<p>Naquela época, 54 milhões de pessoas precisavam cumprir o direito humano à comida segura. No final de seu segundo mandato presidencial o país havia tirado cerca de 30% das famílias que vivem nessa condição de pobreza, quase eliminou a pobreza extrema e retirou o Brasil do Mapa da Fome, preparado pela Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>Em um contexto econômico internacional favorável, o qual aproveitou, impulsionou a geração de mais de 20 milhões de empregos formais, quatro vezes mais que os gerados no período 1990-2002. Criou programas sociais com ampla cobertura nacional, como o Bolsa Família e outros que passaram a favorecer mais de 79 milhões de pessoas, mais de um terço das pessoas no país.</p>
<p>Somente esses fatos, em um dos países mais desiguais do mundo, merecem o maior respeito. Eles também explicam o ódio da direita que prioriza os ganhos de capital em detrimento da justiça social.</p>
<p>Também incorreu em mais dois «crimes», igualmente «sérios» para as classes dominantes locais e para aqueles que dominam a política em Washington, Londres, Berlim e outras capitais do chamado Primeiro Mundo.</p>
<p>O primeiro foi o de promover uma política externa ativa e altiva de paz e cooperação, que impulsionou a liderança brasileira como um ator global construtivo no sistema das relações internacionais, entre 2003 e 2010. Tudo isso com uma autonomia vista com preocupação pelos patrocinadores da Doutrina Monroe no continente.</p>
<p>Seu segundo «crime» foi preocupar-se e cuidar para promover que o Brasil, com seus próprios meios econômicos e tecnológicos, desenvolvesse uma estratégia de defesa nacional projetada para enfrentar — em caso de necessidade — os apetites externos pelos recursos naturais excepcionais que o país possui.</p>
<p>Portanto, as classes dominantes tradicionais que nunca perderam o poder, enquanto o Partido dos Trabalhadores (PT) esteve na presidência do país, optaram por passar à contraofensiva. Isso ficou claro desde os primeiros meses em que a sucessora de Lula, Dilma Rousseff, assumiu a presidência, em 2011.</p>
<p>O plano subversivo foi mais beligerante e público, após as eleições presidenciais de 2014. A remoção do PT da presidência tornou-se o primeiro passo para alcançar o objetivo principal: enfraquecer o Estado brasileiro e sujeitá-lo ao status de um elemento funcional de interesse do capital global e, acima de tudo, do seu centro hegemônico: os Estados Unidos. Essa operação só poderia ser realizada através da eliminação política de Lula. A direita golpista percebeu isso.</p>
<p>A direita sabia e sabe que o PT é, em um grau muito alto, uma importante força política em virtude da liderança coesa de Lula. Sabe que a esquerda e os setores nacionalistas do país veem Lula como o único líder com experiência, méritos e condições para facilitar acordos conjuntos. E silenciosamente reconhece que os mais pobres, apesar de todas as calúnias contra ele, continuam percebendo-o como seu único líder nacional.</p>
<p>Todas essas razões unificadas explicam por quê, para as classes dominantes brasileiras, é irrelevante se há ou não evidências convincentes para apoiar as inúmeras acusações que eles fabricaram contra o ex-presidente do PT. É suficiente que os novos juízes tenham a convicção de que as suspeitas são credíveis; os absurdos processuais não importam.</p>
<p>O estado de direito exaltado pelos ideólogos da direita foi e continua sendo violado todos os dias. Tal conduta confirma que os representantes do grande capital, quando veem seus lucros e seu poder em perigo, não têm escrúpulos de qualquer tipo para agir em busca das vantagens às que aspiram.</p>
<p>Essa impunidade poderia ser maior se a mobilização de massas contra o golpe estiver ausente ou fraca, cuja expressão mais crua hoje é a situação política e judicial que Lula está vivenciando.</p>
<p>Os líderes do Partido dos Trabalhadores (PT), do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e de outras forças de esquerda estão plenamente conscientes disso, assim como os coordenadores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a peça central do movimento de mobilizações em desenvolvimento em favor do ex-presidente.</p>
<p>Lula é a face visível e maior das injustiças que estão sendo cometidas hoje em nome da «justiça». Ele merece ser livre e aqueles que o apoiam devem ser respeitados em seu direito soberano de tê-lo, novamente, na presidência.</p>
<p>É evidente que a direita tem medo dele. Como acusado, ele é, na verdade, o grande acusador de uma democracia representativa colocada a serviço, de fato, dos interesses da elite neoliberal que comanda o país. Isso explica por que o número de juristas de prestígio, não ligados ao PT ou à esquerda, aumentou e se manifestam contra as ações seletivas de Sergio Moro e daqueles que o apoiam no judiciário.</p>
<p>Nessas condições, para cada dia que Lula passa na prisão com a firmeza que está mostrando, seu enorme prestígio político e como ser humano excepcional se multiplicarão exponencialmente e permanecerão como legado de dignidade, para os brasileiros e para todas as pessoas que aspiram e lutam por um mundo melhor.</p>
<p>Os fatos confirmarão que faz sentido lutar contra toda injustiça.</p>
<p>VOZES PELA JUSTIÇA</p>
<p>Raul Castro</p>
<p>«Foi consumada a prisão arbitrária e injusta do companheiro Lula, cuja liberdade reivindicamos, hoje sujeito a prisão política para impedi-lo de participar das próximas eleições presidenciais e que, de acordo com as pesquisas conduzidas por diferentes instituições no Brasil, se hoje houver eleições ninguém poderia vencer o Lula. É por isso que ele está preso, é por isso a calúnia da acusação que foi montada e que o levou à prisão».</p>
<p>Nicolás Maduro</p>
<p>«As elites oligárquicas do Brasil, neofascistas, desencadearam uma perseguição criminal contra Lula da Silva. Lula é um homem honesto que vem das fábricas, (&#8230;) líder democrático, moral, comprometido com o povo (&#8230;). Essa injustiça dói na alma. Mais cedo ou mais tarde, a Grande Pátria vencerá. Não só o Brasil, o mundo inteiro te abraça».</p>
<p>Evo Morales</p>
<p>«Eleição sem Lula é fraude. Cadeia sem julgamento justo e sem provas, é crime. O Brasil está sofrendo o pior golpe contra sua democracia. Mobilizados os povos da América Latina denunciam o mais grave ataque de injustiça perpetrado pela direita pró-imperialista aos olhos do mundo».</p>
<p>Rafael Correa</p>
<p>«Meu abraço de solidariedade ao meu parceiro e irmão Lula da Silva. Todos nós sabemos que seu «crime» é ter tirado da pobreza 38 milhões de brasileiros sem se submeter às elites brasileiras. É tudo uma questão de tempo. O poder popular retornará com a força de um furacão. Resiste!</p>
<p>Cristina Fernández</p>
<p>«Hoje no Brasil, algo definitivamente se tornou claro. Lula vai vencer as próximas eleições presidenciais e as elites do poder, que nunca estiveram interessadas em justiça ou democracia, usam o aparato judiciário para sua proibição. Todo nosso afeto por ele».</p>
<p>Recuadro…</p>
<p>EM 1º de setembro, o Ministério das Relações Exteriores da República (Minrex) de Cuba denunciou a inabilitação de Luiz Inácio Lula da Silva que o priva de se apresentar como candidato do Partido dos Trabalhadores à presidência do Brasil, com o que se impede que o povo brasileiro vote no mais popular aspirante a esse alto cargo.</p>
<p>Previamente, em abril passado, Lula foi levado à prisão com fins políticos e é impedido de aparecer nos meios de comunicação, como parte das manobras para evitar que as forças políticas que empreenderam um processo de transformações sociais no Brasil retornem ao governo, condenou o Minrex, reiterando, ao mesmo tempo, a solidariedade de Cuba com o companheiro Lula, o Partido dos Trabalhadores e o povo brasileiro.</p>
<p>O Supremo Tribunal Eleitoral determinou na madrugada de 1º de setembro, por seis votos a um, que Lula não poderá aspirar à Presidência por ter sido condenado em segunda instância por corrupção.</p>
<p>A legislação brasileira proíbe que sejam postulados a cargos públicos os condenados em segunda instância por um tribunal colegiado, como é o caso do ex-presidente, uma medida de combate à corrupção que foi sancionada pelo próprio Lula em 2010.</p>
<p>O líder do Partido dos Trabalhadores, que lidera todas as sondagens de intenção de votos, com um favoritismo de cerca de 40%, alega que foi condenado injustamente e que sofre uma perseguição política destinada a impedir que seja eleito para um terceiro mandato.</p>
<p>Soube-se que o ex-presidente brasileiro apresentará recursos perante a Suprema Corte do seu país e a ONU para que lhe garantam a possibilidade de participar das eleições presidenciais de outubro, depois que as autoridades eleitorais negassem sua inscrição como candidato.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Expressam em Cuba solidariedade com Luiz Inácio Lula da Silva</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Apr 2018 23:38:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Luis Inacio Lula Da Silva]]></category>
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		<description><![CDATA[O diretor-geral da América Latina e do Caribe no ministério cubano de Relações Exteriores, Eugenio Martínez, expressou ontem a solidariedade deste país antilhano com o ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4956" alt="eugenio-martinez" src="/files/2018/04/eugenio-martinez.jpg" width="300" height="235" />O diretor-geral da América Latina e do Caribe no ministério cubano de Relações Exteriores, Eugenio Martínez, expressou ontem a solidariedade deste país antilhano com o ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>A declaração do alto funcionário, publicada no portal da chancelaria cubana, recorda que o Supremo Tribunal Federal do Brasil rejeitou o recurso de habeas corpus apresentado pela defesa do ex-presidente e líder do Partido dos Trabalhadores.</p>
<p>&#8216;Como se confirmou nos últimos minutos, esta decisão abre caminho para uma possível e iminente detenção de Lula, ato que seria gravíssimo&#8217;, considerou Martínez.</p>
<p>&#8216;A decisão é uma nova expressão da contínua e injusta campanha contra Lula, contra o Partido dos Trabalhadores e as forças de esquerda e progressistas no Brasil&#8217;, acrescentou.</p>
<p>Martínez assinalou que o ex-presidente brasileiro continua gozando de um amplo apoio popular, simpatias e reconhecimento internacional como resultado dos êxitos da gestão de seu governo, que beneficiou as grandes maiorias.</p>
<p>Precisamente é a este setor que tentam privar do direito de elegê-lo novamente como seu presidente, para abrir passagem a uma onda neoliberal e reverter suas conquistas, argumentou o alto funcionário cubano.</p>
<p><strong>(Prensa Latina) </strong></p>
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		<title>Presidente Raúl Castro chegou a Cuba</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 23:15:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Raúl Castro]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente cubano, Raúl Castro, chegou hoje a esta capital procedente da Venezuela, onde se efetuou a XI Cúpula da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América. No aeroporto internacional José Martí, o dignitário e a delegação que o acompanhou ao encontro foram recebidos pelo primeiro vice-presidente da nação antilhana, José Ramón Machado Ventura e o general-de-Corpo de Exército Abelardo Colomé.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2476" src="/files/2012/02/raul-castro_hugo-chavez_c-alba2012.jpg" alt="" width="300" height="250" />O presidente cubano, Raúl Castro, chegou hoje a esta capital procedente da Venezuela, onde se efetuou a XI Cúpula da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América.</p>
<p>No aeroporto internacional José Martí, o dignitário e a delegação que o acompanhou ao encontro foram recebidos pelo primeiro vice-presidente da nação antilhana, José Ramón Machado Ventura e o general-de-Corpo de Exército Abelardo Colomé.</p>
<p>A reunião do bloco integracionista convocada pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, abordou aspectos como o blindagem econômico das nações da área.</p>
<p>Durante o cônclave foram adotadas iniciativas anticolonialistas entre as que é dstaque uma declaração especial respeitante do direito inalienável do povo de Porto Rico a sua autodeterminação e sua plena independência.</p>
<p>Os membros do ente também respaldaram a legítima reclamação da Argentina ao direito a sua soberania sobre as ilhas Malvinas, Georgias do Sul e Sandwich do Sul e os espaços marítimos circundantes.</p>
<p>de<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.prensalatina.com.br/" > www.prensa-latina.cu</a></p>
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		<title>A propósitos dos direitos humanos em Cuba</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/opinioes/2012/02/02/propositos-dos-direitos-humanos-em-cuba/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 15:13:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Brazil]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Mas há que estabelecer as diferenças abissais entre esta morte e a dos que morrem de fome por absoluta falta de comida, vítimas das brutais desigualdades sociais, que condenam à miséria e à indigência cerca de 1 bilhão e meio de seres humanos, inclusive as vidas preciosas de milhões de crianças, ceifadas sem que tenham sequer o direito de fazer "greve de fome" ou serem socorridas por médicos que tentem resgatá-las da morte.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2473" src="/files/2012/02/derechos-humanos.jpg" alt="" width="309" height="249" /><strong>Mas há que estabelecer as diferenças abissais entre esta morte e a dos que morrem de fome por absoluta falta de comida, vítimas das brutais desigualdades sociais, que condenam à miséria e à indigência cerca de 1 bilhão e meio de seres humanos, inclusive as vidas preciosas de milhões de crianças, ceifadas sem que tenham sequer o direito de fazer &#8220;greve de fome&#8221; ou serem socorridas por médicos que tentem resgatá-las da morte.</strong></p>
<p>A grande mídia mundial, sob o apanágio dos grandes &#8220;democratas&#8221; que governam ou batem palmas para os que governam o mundo, vem alardeando, com riqueza de detalhes, a &#8220;infrigência de direitos humanos em Cuba&#8221;, a pretexto da prisão, em 2003, de 75 cubanos que se apresentavam como &#8220;dissidentes&#8221; do regime vigente no país, aos quais foram acrescentados, arbitrariamente, o senhor<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.cubadebate.cu/noticias/2012/01/26/amenazan-de-muerte-a-periodista-que-informo-sobre-la-madre-de-orlando-zapata/" > Zapata Tamayo</a> e, mais recentemente, o senhor <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.cubadebate.cu/opinion/2011/12/07/indignacion-fotos/" >Guillermo Fariñas</a>.</p>
<p>Vamos aos fatos: os 75 cubanos presos em 2003 não foram sancionados por &#8220;delito de opinião&#8221; ou &#8220;divergências graves&#8221; com a política do Governo do país, diga-se de passagem, legalmente eleito, de acordo com a Constituição e as leis do Estado cubano.</p>
<p>Foram presos, julgados e condenados sob a acusação de &#8220;mercenários&#8221;, à soldo de um país estrangeiro, os EUA, com o qual colaboravam através do Escritório de Interesses dos EUA (que não é uma embaixada, pois não há relações), em Havana, do qual recebiam dinheiro para promover ações e acusações que configurassem a &#8220;oposição&#8221; e a &#8220;contra-revolução&#8221; cubanas, propiciando, assim, os ataques permanentes dos EUA à Ilha.</p>
<p>A maior parte dos países do mundo possui Legislação muito clara e muito dura nessa questão, que é considerada como &#8220;atentado à segurança nacional&#8221;, &#8220;traição à pátria&#8221;, etc, e não uma mera dissidência. As leis cubanas também são muito claras na defesa da soberania do país, leis essas que, de modo geral, são bastante conhecidas de todos os cubanos.</p>
<p>Quanto ao senhor Zapata Tamayo, ele iniciou suas atividades delituosas em 1988 e, a partir daí, foi julgado e condenado a prisões sucessivas de acordo com a gravidade dos crimes cometidos: por sentença judicial: &#8220;violação de domicílio&#8221;, 1993, &#8220;lesões menos graves&#8221;, 2000, &#8220;lesões e posse de arma branca (machadinha)&#8221;, que provocou a fratura de crânio em Leonardo Simón, &#8220;alterações da ordem&#8221; e &#8220;desordem pública&#8221;, 2002.</p>
<p>Em março de 2003 foi liberado sob caução e, no dia 20 do mesmo mês, cometeu novo delito, pelo qual foi condenado a 3 anos de prisão; no entanto, a sentença inicial foi-se ampliando em razão da sua permanente conduta agressiva na prisão. Há que se destacar que nenhuma das acusações e causas julgadas deveram-se a qualquer problema político, sendo, portanto, um &#8220;preso comum&#8221;. Tanto isso é verdade, que na lista dos chamados &#8220;presos políticos&#8221;, elaborada em 2003 pela Comissão de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, para condenar Cuba, o nome de Zapata Tamayo não aparece e nem nas listas posteriores.</p>
<p>Mas o fato de sua última prisão ter ocorrido na mesma época da dos mercenários, facilitou a que, parte da grande mídia, ávida por criar manchetes desabonadoras para Cuba e que contribuíssem para denegrir a sua imagem, numa questão tão sensível como os Direitos Humanos, o nome de Tamayo passou a aparecer como &#8220;dissidente&#8221; junto com a lista dos 75 cubanos que tinham sido presos como mercenários.</p>
<p>Nessa última prisão, dando-se conta das possíveis vantagens materiais que poderiam advir de uma &#8220;militância&#8221; atiçada por embaixadas estrangeiras, Zapata Tamayo passou a encenar um perfil político e a fazer greves de fome para conseguir seu intento, quando, na verdade, seu cadastro penal já era extenso e calcado em ações violentas.</p>
<p>Estimulado por mentores políticos, iniciou sua última greve de fome e decidiu levá-la às últimas consequências, caso suas bizarras exigências não fossem atendidas: queria em sua cela, para seu uso pessoal, uma televisão, um celular para seus contatos permanentes e uma cozinha equipada para preparar a sua alimentação, como desejasse.</p>
<p>Em que pese ter recebido tratamento médico de qualidade, inclusive com alimentação por via parenteral e respiração artificial, faleceu no dia 28 de fevereiro deste ano. Foi, sem dúvida, uma morte voluntária e largamente anunciada.</p>
<p>Consideramos lamentável a morte de qualquer ser humano, mesmo quando voluntária, o que nos leva a plagiar Ernest Heminguey, na epígrafe de seu livro &#8220;Por quem os sinos dobram&#8221;: &#8220;a morte de cada homem me deprime porque faço parte do gênero humano, por isso não me perguntes por quem os sinos dobram &#8211; eles dobram por ti&#8221;.</p>
<p>Mas há que estabelecer as diferenças abissais entre esta morte e a dos que morrem de fome por absoluta falta de comida, vítimas das brutais desigualdades sociais, que condenam à miséria e à indigência cerca de 1 bilhão e meio de seres humanos, inclusive as vidas preciosas de milhões de crianças, ceifadas sem que tenham sequer o direito de fazer &#8220;greve de fome&#8221; ou serem socorridas por médicos que tentem resgatá-las da morte.</p>
<p>Defendemos os direitos políticos de todos os cidadãos, inclusive de se manifestarem livremente e de discordarem de ações governamentais, quando infringem os Direitos Humanos básicos, como a tortura e outras formas de aviltamento e desagregação do ser humano, como a fome com todo seu rosário de mazelas.</p>
<p>A bem da verdade, os &#8220;dissidentes em Cuba&#8221;, de modo geral, não lutam em defesa de seu país frente à ingerência e os ataques do imperialismo norte-americano, nem contra um governo despótico, corrupto e criminoso, como o de Fulgencio Batista, nem contra o julgamento injusto e arbitrário, como o caso dos 5. Pelo contrário, dos 75 presos cubanos em 2003, quando do julgamento foram apresentadas provas inequívocas de que colaboravam com os EUA, eram por eles financiados e recebiam orientações do Escritório de Interesse dos EUA.</p>
<p>Há que deixar claro, que jamais foi constatado o desaparecimento, tortura ou execução extrajudicial de presos cubanos. Tampouco se comprovou maus tratos ou tratamento indigno ou humilhante a um único preso &#8220;comum&#8221; ou &#8220;dissidente político&#8221;. Não há &#8220;recantos escuros&#8221; para &#8220;interrogatórios não convencionais&#8221; ou desaparecimentos, como em Guantánamo e Abu-Ghraib.</p>
<p><strong>No entanto, é grande o alarido da imprensa e até de alguns governos que se apressaram a condenar Cuba pela morte de Tamayo e a anunciada morte de Guillermo Fariñas, aproveitando para exigir que todos os presos considerados &#8220;dissidentes&#8221; sejam liberados, sem nenhuma consideração pelas leis do país e a vontade de seu povo, que em todos esses casos, têm apoiado as decisões tomadas pela jurisprudência de Cuba, e as provas incontestes de que são &#8220;mercenários&#8221;, à soldo dos EUA, que visam, exclusivamente, os interesses pessoais. </strong></p>
<p>informação de <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2012/02/503162.shtml" >www.midiaindependente.org</a></p>
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