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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Brasil</title>
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		<title>Díaz-Canel parabeniza Partido dos Trabalhadores do Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2021 00:29:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, parabenizou em 10 de fevereiro, por meio do Twitter, o Partido dos Trabalhadores (PT) do Brasil, por ocasião dos 41 anos de sua fundação, ocorrida em 10 de fevereiro de 1980. Em sua mensagem, o presidente cubano elogiou os anos de luta da organização política de esquerda e lembrou o marco que, em 2003.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6279" alt="cuba brasil" src="/files/2021/02/cuba-brasil.jpg" width="300" height="256" />O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, parabenizou em 10 de fevereiro, por meio do Twitter, o Partido dos Trabalhadores (PT) do Brasil, por ocasião dos 41 anos de sua fundação, ocorrida em 10 de fevereiro de 1980.</p>
<p>Em sua mensagem, o presidente cubano elogiou os anos de luta da organização política de esquerda e lembrou o marco que, em 2003, significou a vitória nas urnas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, líder do PT.</p>
<p>«Parabéns ao PT pelos 41 anos de fundação, anos de luta, nos quais com a vitória de Lula em 2003, tem defendido a democracia e políticas bem sucedidas de justiça social e desenvolvimento econômico para fazer do Brasil um país melhor. Juntos, defendemos a paz e um mundo melhor», expressou o chefe de Estado.</p>
<p>Recentemente, Lula da Silva esteve em Havana para participar das filmagens de um documentário dirigido pelo cineasta norte-americano Oliver Stone e, como parte da visita, se reuniu com o primeiro secretário do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz, encontro no qual também participaram o presidente, o primeiro-ministro e o chanceler cubano.</p>
<p>Na ocasião, Lula agradeceu à Ilha o apoio em exigir sua plena liberdade e condenou o endurecimento do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos a Cuba há quase seis décadas. Os políticos discutiram os laços históricos de fraternidade entre os dois povos e organizações.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>O que o presidente de Cuba respondeu às mentiras de Donald Trump e as do mini-Trump Bolsonaro?</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Sep 2019 21:41:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como «dois mentirosos patológicos e cada vez mais isolados», o presidente cubano Miguel Díaz-Canel Bermúdez qualificou o presidente dos EUA, Donald Trump, e o brasileiro, o «mini-Trump» Bolsonaro, depois de ouvir seus discursos na terça-feira, 24 de setembro, durante a 74ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5612" alt="bolsonaro jair" src="/files/2019/10/bolsonaro-jair.jpg" width="300" height="251" />Como «dois mentirosos patológicos e cada vez mais isolados», o presidente cubano Miguel Díaz-Canel Bermúdez qualificou o presidente dos EUA, Donald Trump, e o brasileiro, o «mini-Trump» Bolsonaro, depois de ouvir seus discursos na terça-feira, 24 de setembro, durante a 74ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas.</p>
<p>Com o rótulo #SomosCuba, usado como um apelo e símbolo da unidade nacional em torno do projeto revolucionário, o presidente emitiu uma série de mensagens nas quais chamou Trump de «O imperador dos EUA» e catalogou as referências em seu discurso a Cuba e Venezuela como «mentirosas, acusações difamatórias e inadmissíveis».</p>
<p>«Seu fracasso com Cuba e a Venezuela provoca sua fúria imperial e justifica sua derrota com argumentos falsos. Cuba dará a resposta digna e enérgica que merece», disse no Twitter o presidente em clara referência à intervenção do ministro das Relações Exteriores de Cuba naquele cenário internacional.</p>
<p>«Cuba rejeita fortemente a calúnia de Bolsonaro sobre a nossa cooperação médica internacional», postou em outra mensagem onde, além disso, recaptura seu post no Twitter de Nova York pelo ministro das Relações Exteriores Bruno Rodríguez Parrilla, que estava na mesma sala das Nações Unidas onde Bolsonaro e Trump lançaram seus argumentos insustentáveis ​​e vergonhosos para o mundo.</p>
<p>«Deveria lidar com a corrupção nos seus sistemas de justiça, governo e família. Ele é o líder do aumento da desigualdade no Brasil», escreveu Bruno Rodríguez durante o discurso do presidente brasileiro.</p>
<p>«A ignorância dos presidentes dos EUA e do Brasil faz perder o brilho da política internacional com sua retórica. Eles zombam da vida no planeta, ignorando a seriedade da atual crise climática. Eles são portadores do padrão do fascismo. A firmeza de Cuba permanecerá inabalável», escreveu Díaz-Canel.</p>
<p>Em seguida, acrescentou: «Outro insulto às Nações Unidas: Bolsonaro diz que Donald Trump simboliza «o respeito à soberania» e que os cientistas estão errados ao dizer que as florestas da Amazônia são os pulmões do mundo. Não é de admirar que Greta Thunberg chore pelo futuro do planeta.</p>
<p>Greta Thunberg é uma ativista ambiental, ainda adolescente, que na terça-feira, 24, foi a manchete de muitas tendências da imprensa e da mídia social, especialmente no Twitter.</p>
<p>Thunberg fez o discurso de abertura da Cúpula de Ação Climática na sede das Nações Unidas e Trump, no Twitter, zombou dela pelo modo como acusou a classe política e econômica de indiferença e falando apenas de «dinheiro, contos de fadas e crescimento econômico eterno».</p>
<p>«Ela parece uma menina muito feliz, desejando um futuro brilhante e maravilhoso. Muito bom de ver!», o presidente dos Estados Unidos twittou sobre a intervenção da jovem — segundo a imprensa internacional — focada nos números «desconfortáveis» sobre aquecimento global e emissões de CO2, outra das muitas questões ambientais em que os EUA não anda com as mãos limpas.</p>
<p>TRUMP FAZ TUDO POSSÍVEL PARA DISTRAIR A ATENÇÃO DA COMUNIDADE INTERNACIONAL</p>
<p>O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, disse que a intervenção na Assembleia Geral da ONU do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, esteve cheia de falsidades. Foi um discurso profundamente monroísta e macartista. Trump chamou o presidente venezuelano Nicolás Maduro de «fantoche de Cuba», acusou Havana de «saquear» a riqueza petrolífera da Venezuela e afirmou que «os EUA nunca serão um país socialista».</p>
<p>Na opinião do ministro das Relações Exteriores de Cuba, Trump faz todo o possível para desviar a atenção da comunidade internacional e do próprio público norte-americano dos enormes e crescentes problemas internos naquele país.</p>
<p>Em geral, concluiu que o discurso do chefe da Casa Branca era entediante, mais do mesmo, um discurso antigo e incompatível sobre a realidade dos Estados Unidos e o cenário internacional.</p>
<p>O ministro das Relações Exteriores Bruno Rodríguez também rejeitou as declarações do presidente brasileiro Jair Bolsonaro perante a 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) contra o programa Mais Médicos.</p>
<p>O presidente brasileiro atacou o programa de solidariedade, que trouxe saúde aos brasileiros mais pobres e às regiões mais inóspitas e esquecidas.</p>
<p>Desde 2013, milhares de médicos cubanos chegaram ao Brasil como parte do programa «Mais Médicos», promovido pelo governo da então presidenta Dilma Rousseff. Eles foram distribuídos em cerca de 2.800 municípios de todos os estados e nos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI).</p>
<p>Bruno Rodríguez recomendou, a partir de sua conta no Twitter, o presidente brasileiro «lidar com a corrupção em seu sistema de justiça, no governo e na família»</p>
<p>Recentemente, o ministro das Relações Exteriores de Cuba, na Reunião de Alto Nível sobre Cobertura Universal de Saúde. 74ª AGNU, em 23 de setembro de 2019, informou que, no final de 2018, Cuba registrava uma expectativa de vida superior a 78 anos e uma taxa de mortalidade infantil de 4 por mil nascidos vivos, nível imunológico de 98%, com 14 doenças infecciosas erradicadas, 9 que não eram problemas de saúde e 29 doenças transmissíveis controladas. A Ilha cumpre os indicadores que a certificaram como o primeiro país a eliminar a transmissão de mãe para filho do HIV e da sífilis congênita.</p>
<p>O governo dos EUA agora ataca programas de cooperação médica cubana com países em desenvolvimento, com o objetivo de desacreditá-los e sabotá-los.</p>
<p>Esses programas são um exemplo de cooperação Sul-Sul e ajudaram muitos países da América Latina e Caribe, África e Ásia a melhorar a cobertura de saúde e fornecer assistência médica de qualidade em áreas de difícil acesso.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Em perguntas e respostas, o fim da participação cubana em Mais Médicos</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 17:53:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[DECORREM já os primeiros dias de dezembro, sem dúvida marcados pelo retorno dos colaboradores cubanos que faziam parte do programa Mais Médicos no Brasil. Seus testemunhos, o abraço de seu povo e sua família, o reconhecimento do dever cumprido e a eterna gratidão de milhões de seres humanos são agora tesouros inestimáveis ​​para nossos médicos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5333" alt="Brasil medicos" src="/files/2018/12/Brasil-medicos.jpg" width="300" height="241" />DECORREM já os primeiros dias de dezembro, sem dúvida marcados pelo retorno dos colaboradores cubanos que faziam parte do programa Mais Médicos no Brasil. Seus testemunhos, o abraço de seu povo e sua família, o reconhecimento do dever cumprido e a eterna gratidão de milhões de seres humanos são agora tesouros inestimáveis ​​para nossos médicos.</p>
<p>A fim de responder algumas das perguntas mais comuns, geradas a partir da retirada de pessoal médico cubano do país sul-americano, e refutar qualquer tentativa de obscurecer e confundir a posição cubana em meio a esta conjuntura, foi criado o Canal do Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores.</p>
<p>O Granma Internacional aborda os elementos essenciais compartilhados nesse espaço e que justificam uma decisão necessária, mas muito dolorosa, devido ao alto conteúdo humano do trabalho de nossos médicos no Brasil.</p>
<p>Que circunstâncias levaram o Ministério da Saúde Pública de Cuba propor a retirada dos profissionais que faziam parte do programa Mais Médicos?</p>
<p>- As declarações diretas, depreciativas e ameaçadoras do presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, sobre a presença de nossos médicos naquele país, garantindo que modificaria os termos e condições do Programa Mais Médicos. Estas afirmações questionam o nível profissional de nossos médicos e condicionam a permanência no programa à revalidação do título e a contratação individual. Nenhum membro da equipe de transição transferiu para o Ministério da Saúde Pública o interesse de trocar acerca dos termos de cooperação atual, o que indica que o objetivo do presidente eleito não é manter o programa.</p>
<p>Em relação à presença de médicos cubanos no Brasil, o presidente eleito manifesta contradições em seu discurso que revelam o verdadeiro objetivo de sua posição, quais seriam essas contradições?</p>
<p>-Por um lado, exige dos médicos um exame para demonstrar sua competência e habilidades para trabalhar no Brasil e, ao mesmo tempo, sem exigir esse exame nem evidências de algum tipo, anuncia que irá conceder asilo político automático a todos os médicos cubanos. Cuba não pode confiar que seus médicos estejam seguros naquele ambiente de incerteza, com um governo de profissionalismo duvidoso. Para continuar trabalhando, Bolsonaro exige deles um exame e, para o show político, dá-lhes um cheque em branco, independentemente de ser ou não pessoal qualificado. É evidente que ajustou seu discurso em favor de sua conveniência política e não dos interesses do povo brasileiro.</p>
<p>Há quem afirme que a colaboração cubana se baseia na afinidade política com um partido e que foi Cuba quem propôs a criação do programa. Qual é a verdade?</p>
<p>- A atual administração, como assegurou o seu ministro da Saúde, descreveu o programa que trouxe tantos benefícios para o Brasil, como um projeto de proselitismo político associado a um partido, que negamos veementemente. Nunca um médico cubano perguntou de qual partido era um brasileiro quando ia ao seu consultório, nem se importou de que partido político era a autoridade de Saúde que o administrava.</p>
<p>- «O programa é uma criação do governo de Dilma Rousseff, preocupado com a satisfação das necessidades de cuidados básicos de saúde de milhões de brasileiros. O que defendeu Cuba nas negociações foi ir para os lugares onde não havia um sistema de atendimento ou jamais tinha sido visto médico algum. A contratação foi iniciada por meio de uma chamada aberta e ampliada a qualquer profissional de qualquer país; nesse processo, o Brasil solicitou a cooperação de Cuba».<br />
Os profissionais cubanos da Saúde completaram mais de 600 mil missões em 164 nações. Quais são os princípios que Cuba defende em relação a este trabalho internacionalista?</p>
<p>- A colaboração internacional de Cuba é feita através da soma dos potenciais entre os países envolvidos, sem fins lucrativos, levando em conta as diferenças e assimetrias existentes. Esta presença responde aos pedidos específicos dos países beneficiários e é sempre feita no âmbito de um acordo de cooperação estabelecido entre as instituições, de acordo com a vocação que defendeu Cuba nos últimos 60 anos.</p>
<p>«A cooperação internacional oferecida pela Ilha baseia-se nos princípios de solidariedade e benefício mútuo, é um elemento essencial na política externa da Revolução e suas ações contribuem para o desenvolvimento económico e social do nosso país. É feita sem condições políticas e com pleno respeito aos princípios do direito internacional, ou seja, com pleno respeito à soberania, leis, cultura, religião e autodeterminação dos Estados».</p>
<p>«Este trabalho de ajuda e solidariedade com outros povos do mundo contribui para a melhoria do Sistema Nacional de Saúde, permite fortalecê-lo, é adquirida mais experiência, consciência, dedicação e empenho dos profissionais com eles mesmos, sua família e com o povo. A colaboração médica é um elemento cardinal no reconhecimento e respeito que ganhou o nosso país internacionalmente. Traz consigo a essência humanista da Revolução».Uma das questões usadas para distorcer a essência da colaboração médica cubana reside precisamente no pagamento aos internacionalistas e nas garantias que eles e suas famílias desfrutam. Qual é a realidade em relação a este particular?</p>
<p>Todos os profissionais recebem seu salário em Cuba e é garantida a previdência social para suas famílias, enquanto estão em uma missão e nos países onde estão recebem um estipêndio.</p>
<p>Logicamente, essas colaborações geram um certo nível de renda para o país, que é usado para sustentar nosso Sistema de Saúde que é gratuito e atinge todas as partes da geografia cubana. A isso se deve acrescentar que, sendo um país bloqueado, é cada vez mais difícil conseguir suprimentos, equipamentos médicos, remédios de última geração, mas nosso povo nunca teve que oferecer um centavo para frequentar qualquer uma das instituições de saúde.</p>
<p>«Não apenas aqueles que retornam à Pátria têm garantido o trânsito seguro e a ordem essencial para completá-la de volta à sua terra, também têm garantias de continuar exercendo sua profissão».</p>
<p>«Nossos médicos nunca sobram, nem para Cuba nem para o resto do mundo, e se hoje podemos mostrar os indicadores de saúde que valorizamos, é em grande parte graças a essa convicção. Todos os médicos que retornam têm sua localização, seu trabalho garantido. Propostas também serão feitas para que realizem segundas especialidades médicas, sem esquecer que o Médico Geral Integral resolve 80% dos problemas de saúde da sua comunidade e os outros 20% correspondem aos hospitais. O estudo de outras línguas também será incentivado, porque a colaboração deve continuar em diferentes países do mundo».Quem não conhece a essência do nosso trabalho social pode pensar que Cuba responda a Bolsonaro com a mesma moeda, mas, existe a menor possibilidade disso?</p>
<p>Não há mudança alguma. Tal como nos anos anteriores, os jovens brasileiros poderão continuar vindo ao nosso país para estudar Medicina. Esta é uma relação entre os dois povos que não será distanciada. Nesse sentido, tudo continuará com normalidade.</p>
<p>Estas são as nossas verdades, que expomos ao mundo com transparência, porque somos endossados por toda uma história de humanismo, boa vontade e internacionalismo proletário. Diante desses argumentos profundos, as mentiras não podem fazer coisa alguma sem respaldo.</p>
<p><strong>Fonte: Canal do Porta-voz do Minrex https // www.youtube.com / usuário / Cubaminrex.</strong></p>
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		<title>Médicos que se transformaram em anjos</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Dec 2018 01:36:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como exponentes fiéis da ética revolucionária e do espírito de solidariedade foram recebidos no aeroporto internacional José Martí, os 409 trabalhadores de saúde cubanos que voltaram do Brasil nos voos 27 e 28 chegaram na madrugada de domingo, 9 de dezembro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5326" alt="medicos brasil regreso" src="/files/2018/12/medicos-brasil-regreso.jpg" width="300" height="241" />Como exponentes fiéis da ética revolucionária e do espírito de solidariedade foram recebidos no aeroporto internacional José Martí, os 409 trabalhadores de saúde cubanos que voltaram do Brasil nos voos 27 e 28 chegaram na madrugada de domingo, 9 de dezembro.</p>
<p>A anedota da primeira consulta feita pelo médico de Holguín, Rosbel Almaguer, foi uma das ouvidas na cerimônia de boas-vindas, onde o especialista em Medicina Geral Integral (MGI), que trabalha na policlínica Pedro Díaz Coello, no município de Holguín, relatou que o primeiro paciente a chegar ao distrito indígena da comunidade de San Gabriel, estado de Matogrosso do Sul, revelou ser um bebê de dois meses, com uma doença diarreica aguda e um parasitismo intestinal. Sua mãe ficou impressionada com o interrogatório e o exame clínico completo.</p>
<p>Naquele primeiro dia de trabalho, esse foi o único paciente a comparecer. No dia seguinte, o consultório ficou lotado e no final da consulta, o pessoal de saúde brasileiro que o estava observando qualificou-o como um anjo, por causa do interesse demonstrado pelos doentes e pela maneira de tratar os necessitados.</p>
<p>A população do local disse que os médicos cubanos tocaram as almas das pessoas porque eles têm uma grande qualidade: o humanismo. «Nós, os médicos cubanos, não trabalhamos pensando no dinheiro que eles podem nos pagar, mas tentando resolver a doença do ser humano diante de nós», sentenciou o médico com três anos de especialização em MGI.</p>
<p>Algo também expresso pelo dr. Oralys García González perante seus companheiros de viagem no segundo voo. Em seu discurso, ressaltou que a escola médica cubana incute valores e princípios, onde não apenas se aprende a ciência, mas o conhecimento, o humanismo e o internacionalismo, que os exalta para distingui-los dos demais profissionais do mundo.</p>
<p>«Voltamos como pessoal de reforço, nos unimos ao esforço infinito da nossa pequena grande Ilha, que deseja aperfeiçoar o socialismo e continuar defendendo suas conquistas. Companheiros que integraram o programa Mais Médicos recebam uma imensa carga de amor e alegria, porque aprendemos a ser mais médicos, mais humanos, mais solidários e mais cubanos», afirmou o colaborador.</p>
<p>Photo: Ismael Batista<br />
Em suas palavras de boas-vindas, a drª Regla Angulo Pardo, vice-ministra da Saúde Pública, ressaltou que os médicos internacionalistas escreveram páginas de dedicação, solidariedade e humanismo. «Eles mostraram ao povo brasileiro e ao mundo sua contribuição para a saúde universal, como uma força da medicina revolucionária cubana», disse o líder.</p>
<p>Ali, foi enfatizado que os médicos trabalhavam no gigante sul-americano em lugares muito distantes, sem eletricidade e Internet, ocupando postos médicos sem outro tipo de pessoal de saúde para ajudá-los. Desde muito cedo e suportando temperaturas extremas, eles foram trabalhar e a jornada de trabalho terminou depois que o último paciente na fila foi tratado. Por essa atitude desinteressada eles mereceram o respeito e o afeto da população.</p>
<p>Angulo Pardo os chamou de «embaixadores da saúde pública cubana e especialmente da nossa Revolução, que os formaram com um alto senso de responsabilidade e conhecimento necessário para serem considerados verdadeiros profissionais».</p>
<p>Com a chegada desse grupo, já são cerca de 5.800 membros da Brigada Médica Cubana que retornaram do Brasil sendo recebidos pelo membro do secretariado do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, Victor Gaute; Jorge Delgado Bustillo, diretor da Unidade Central de Colaboração Médica; René Mesa Villafaña, ministro da Construção e outros líderes e funcionários do governo.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Comissão de DH do Brasil oferece desculpas aos médicos cubanos</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 19:02:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados do Brasil ofereceu hoje desculpas aos médicos cubanos pelos questionamentos e desrespeitosa postura do presidente eleito Jair Bolsonaro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5313" alt="cuba-brasil-Luiz-couto" src="/files/2018/12/cuba-brasil-Luiz-couto.jpg" width="300" height="255" />A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados do Brasil ofereceu hoje desculpas aos médicos cubanos pelos questionamentos e desrespeitosa postura do presidente eleito Jair Bolsonaro.</p>
<p>&#8216;As desqualificações de Bolsonaro contra os profissionais cubanos no programa Mais Médicos privarão o povo brasileiro da atenção de saúde, um de seus direitos fundamentais&#8217;, disse à Prensa Latina o deputado Luiz Couto, presidente dessa comissão.</p>
<p>Ele reiterou o agradecimento aos profissionais da ilha e &#8216;oferecemos desculpas ao povo cubano que nos entregou médicos e médicas preparados, capacitados e que contribuíram com a saúde de nosso povo&#8217;.</p>
<p>Couto espera que o povo brasileiro se dê conta do prejuízo provocado pelo ex-militar e não é segredo que os médicos brasileiros &#8216;não querem ir trabalhar no interior do país e nas regiões mais pobres&#8217;, onde as comunidades receberam a qualidade e o humanismo dos médicos cubanos.</p>
<p>Alegra-nos muitíssimo que esses profissionais da ilha, que cessaram sua participação em Mais Médicos, cumpram agora missões em outros países, onde &#8216;os governos respeitarão seu desinteresado trabalho para assegurar um direito humano, a saúde&#8217;, referiu o parlamentar.</p>
<p>Fez questão de frisar que infelizmente o Brasil perdeu a qualidade da medicina cubana, &#8216;mas esperamos que algum dia retorne, quando outro governo respeite a dignidade dos que cuidaram de nossa saúde&#8217;.</p>
<p>Agora o povo brasileiro &#8216;chora e diz: perdemos nossos colegas porque de fato eles eram considerados assim. Não tinha distância entre os médicos cubanos e o povo que era atendido&#8217;, destacou Couto.</p>
<p>Cuba revaliou em meados de novembro a vocação solidária e humanista demonstrada por seus profissionais da saúde em dezenas de países, ao anunciar o fim da participação em Mais Médicos, diante dos condicionamentos adiantados por Bolsonaro.</p>
<p>&#8216;Os povos de Nossa América e do resto do mundo conhecem que sempre poderão contar com a vocação humanista e solidária de nossos profissionais&#8217;, destacou em uma declaração o Ministério da Saúde Pública da ilha.</p>
<p>Como parte do mais Médicos, informou o ministério, no último período cerca de 20 mil colaboradores cubanos atenderam a 113 milhões 359 mil pacientes em cerca de 3.600 municípios, &#8216;chegando a cobrir por eles um universo de até 60 milhões de brasileiros&#8217;.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Novo grupo de médicos que colaboraram no Brasil chega em Cuba</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 18:55:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma aeronave com 203 colaboradores cubanos da saúde chego hoje a esta capital no contexto do regresso à ilha dos médicos que trabalharam no programa Mais Médicos do Brasil.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5311" alt="cuba-medicos-7-llegada4" src="/files/2018/12/cuba-medicos-7-llegada4.jpg" width="300" height="254" />Uma aeronave com 203 colaboradores cubanos da saúde chego hoje a esta capital no contexto do regresso à ilha dos médicos que trabalharam no programa Mais Médicos do Brasil.</p>
<p>Trata-se do vigésimo terceiro voo procedente do país sul-americano desde 22 de novembro, depois da decisão anunciada oito dias antes de não continuar participando na iniciativa, a partir da agressividade do presidente brasileiro eleito, Jair Bolsonaro, contra o governo e os cooperadores cubanos.</p>
<p>Autoridades encabeçadas pelo membro do Comitê Central do Partido Comunista Joel Queipo e o vice-ministro de Saúde Alfredo González foram ao aeroporto internacional José Martí para dar-lhe as boas-vindas aos colaboradores.</p>
<p>Em nome do grupo que chegou procedente da cidade de Brasília, a doutora Darlinis Gómez manifestou orgulho por estar de regresso na maior das Antillas e reiterou a disposição a estar no lugar que a Revolução e a pátria deles precise.</p>
<p>Assim, destacou que representaram seu país com dignidade na missão Mais Médicos, programa criado em 2013 para levar a atenção primária às zonas pobres e intrincadas de Brasil, interrompido pelas ameaças e condicionamentos de Bolsonaro, que adiantou sua intenção de alterar os termos do acordo.</p>
<p>Cerca de 20 mil médicos cubanos cooperaram na iniciativa, através da qual deram assistência a mais de 113 milhões de pessoas, muitas delas nunca antes beneficiadas pela atenção primária de saúde, ao viver em favelas, comunidades indígenas, na Amazônia e outras regiões pobres e afastadas do gigante sul-americano.</p>
<p>Vocês são protagonistas de uma grande obra humana, disse na breve cerimônia de boas-vindas o vice-ministro González.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Apresentando credenciais</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 17:47:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SEM perder tempo, Jair Bolsonaro enviou seu filho Eduardo para Washington, enquanto esperava em casa pelo enviado de Trump para enviar-lhe a mensagem de apoio em sua rápida ascensão antilatino-americana.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-5295" alt="Bolsonaro hijo EEUU" src="/files/2018/12/Bolsonaro-hijo-EEUU.jpg" width="300" height="256" />SEM perder tempo, Jair Bolsonaro enviou seu filho Eduardo para Washington, enquanto esperava em casa pelo enviado de Trump para enviar-lhe a mensagem de apoio em sua rápida ascensão antilatino-americana.</p>
<p>Tudo isso acontece no Brasil, quando ainda resta mais de um mês para Bolsonaro receber a banda presidencial, agora nas mãos de Michel Temer, o presidente imposto, depois de um golpe parlamentar-midiático contra Dilma Rousseff, que havia sido eleita pelo voto popular de 54,5 milhões de brasileiros.</p>
<p>É claro que, durante a visita do filho do novo presidente aos Estados Unidos, não foram suficientes os efusivos abraços com o vice-presidente Mike Pence, com funcionários do Departamento de Estado, do Tesouro, do Conselho de Segurança Nacional e outros, com os quais ele conspirou e chegou a propor fórmulas para unir forças, em planos contra países como a Venezuela e Cuba, os mesmos que deram sua solidariedade desinteressada ao povo brasileiro.</p>
<p>Eduardo foi bem recebido por outro personagem da pior fauna da América Latina, ancorado em Washington, o secretário-geral da OEA, Luis Almagro. Sorrindo, ambos posaram para as câmeras e exibiram suas dentaduras nas redes sociais.</p>
<p>É que Jair Bolsonaro confiou a seu filho a tarefa de fortalecer os laços com o governo Trump e com grupos conservadores ligados ao Partido Republicano. Esta é mais uma de suas viagens para os Estados Unidos, onde há quatro meses — no meio da campanha do pai para a presidência — ele se reuniu com Steve Bannon, estrategista na campanha presidencial de Trump, em 2016, e conhecido promotor de um agrupamento mundial da extrema direita.</p>
<p>Nesta apresentação de credenciais sobre o que será o novo governo brasileiro de Jair Bolsonaro, soube-se que a primeira visita ao exterior será ao Chile, os Estados Unidos e Israel.</p>
<p>Seu futuro ministro da Economia já declarou que o Mercosul não será uma prioridade para seu governo, porque «não tem a importância que lhe é dada e está supervalorizado».</p>
<p>Ernesto Araujo, que assumirá o Ministério das Relações Exteriores no governo Bolsonaro, afirmou que «lutará contra a ideologia marxista na política externa», incluindo o que chamou de «alarmismo climático», em referência aos efeitos das mudanças do clima que já causam enormes desastres em nível mundial.</p>
<p>Não estão pensando que esta posição é semelhante à de Donald Trump, quando decidiu sair dos Acordos da Cúpula de Paris sobre o assunto?</p>
<p>Filho de gato caça ratos, é um símile de duas posições que são uma.</p>
<p>E se houvesse algo a dizer, o futuro ministro das Relações Exteriores do Brasil se declarou «um admirador de Donald Trump», a quem ele descreveu como «o salvador da civilização ocidental».</p>
<p>Conclusão: ainda não estamos em janeiro de 2019, mas as cartas de apresentação do novo governo brasileiro já estão na mesa e serão os habitantes do seu país e da América Latina, que poderão avaliar, porque se este é o começo, vamos imaginar o que virá depois.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Jovens do PT do Brasil agradecem solidariedade de médicos cubanos</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 18:29:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os jovens do Partido dos Trabalhadores (PT) do Brasil agradecem hoje aos médicos cubanos por sua solidariedade que contribuiu para o fortalecimento dos princípios básicos de equidade e integralidade da saúde neste país.
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5303" alt="Brasil-PT" src="/files/2018/12/Brasil-PT.jpg" width="300" height="279" />Os jovens do Partido dos Trabalhadores (PT) do Brasil agradecem hoje aos médicos cubanos por sua solidariedade que contribuiu para o fortalecimento dos princípios básicos de equidade e integralidade da saúde neste país.</p>
<p>Em uma carta, distribuída nas redes sociais, manifestam que Cuba exerce uma significativa influência na formulação de políticas de Estado que garantem direitos básicos e universais.</p>
<p>Os signatários da mensagem repudiam também as ofensas emitidas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro contra os profissionais da Ilha que participaram no programa Mais Médicos do Brasil.</p>
<p>Em meados do mês passado, Cuba determinou cessar sua participação nessa iniciativa diante dos questionamentos e das declarações depreciativas de Bolsonaro, que assume o poder em 1Âº de janeiro.</p>
<p>No texto, os jovens petistas expressaram que as experiências compartilhadas com o povo brasileiro, a assistência humana e a qualidade dos profissionais cubanos devem ser traduzidas em resistência para a construção de uma sociedade mais preocupada pela medicina familiar e comunitária.</p>
<p>A respeito, o secretário nacional de Estudantes do PT, Mario Magno, lamentou a não continuação de cubanos no Mais Médicos e denunciou que discursos pró-fascistas, autoritários e que fortalecem o neoliberalismo acabaram com um importante programa de cooperação.</p>
<p>Tal situação, destacou, não afetará somente o Brasil, mas também o mundo, principalmente, os países que sofrem com essas desigualdades históricas na saúde.</p>
<p>O Ministério de Saúde de Cuba explicou em sua postura que a iniciativa da então presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, na qual participava a Ilha desde 2013, tinha o nobre propósito de assegurar a atenção médica à maior parte da população brasileira, em correspondência com o princípio de cobertura sanitária universal promovida pela Organização Mundial da Saúde.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Cuba: luz que brilha para nós</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2018 00:41:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O boliviano Renato Cuba Montaño, se declara um defensor na primeira linha da Revolução Cubana e com suas ações têm sido consequente, porque acumula trabalho de solidariedade ininterrupto no âmbito político, social e familiar.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5288" alt="medicos ELAM" src="/files/2018/12/medicos-ELAM.jpg" width="300" height="253" />O boliviano Renato Cuba Montaño, se declara um defensor na primeira linha da Revolução Cubana e com suas ações têm sido consequente, porque acumula trabalho de solidariedade ininterrupto no âmbito político, social e familiar.</p>
<p>Renato é membro do Movimento Boliviano de Solidariedade com Cuba, há várias décadas, e é secretário de organização no departamento de Cochabamba, onde reside e trabalha como técnico de eletricidade na Companhia de Distribuição de Energia Elétrica.</p>
<p>«Nossa organização se dedica a divulgar a realidade cubana e desmentir as campanhas de mídia que distorcem. Nós nos concentramos em exigir a cessação do bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos; e pedimos o fim da ocupação ilegal do território de Guantánamo, onde existe uma base militar dos EUA. Também exigimos o respeito pela soberania nacional cubana por parte dos países imperialistas e principalmente pelo governo da Casa Branca».</p>
<p>«Estamos felizes em celebrar as efemérides cubanas para divulgar o trabalho de solidariedade aos bolivianos. Celebramos as datas de 26 de julho e 1º de janeiro, como datas simbólicas para os cubanos e que devem ser a referência para a luta travada na América Latina contra o poder imperial norte-americano. Nós enfatizamos a liderança de Fidel para levar seu povo a alcançar a verdadeira independência. Cuba é a luz que brilha para nós e todos os povos precisamos dela».</p>
<p>Que ações você realizou nos últimos anos?</p>
<p>«Ao saber da morte de Fidel, instalamos uma capela, na sede da Brigada Médica Cubana em Cochabamba, para que todo boliviano expressasse sua dor por essa perda para a humanidade. Em seguida, colocamo-la na praça principal ao lado de uma exposição fotográfica lembrando a vida do líder histórico da Revolução. O povo boliviano está convencido da imortalidade de Fidel, sabe que as ideias do Comandante, suas ações em favor dos povos latino-americanos e seu exemplo permanecem no imaginário social».</p>
<p>«Da mesma forma, destacamos o 50º aniversário do assassinato de Che Guevara na Bolívia e de seus companheiros. Fizemos uma grande comemoração na cidade de La Higuera, onde denunciamos a interferência do governo dos Estados Unidos, através da Agência Central de Inteligência para matar o companheiro Ernesto Che Guevara. Nosso movimento testemunhou o tributo espontâneo feito aos internacionalistas que ofereceram suas vidas na Bolívia».</p>
<p>«Homenagens semelhantes foram feitas quando Fidel completou 90 anos, em agosto de 2016, e para celebrar o nascimento de Che Guevara, em junho de 2017».</p>
<p>Que apoio deram às brigadas médicas cubanas?</p>
<p>«O presidente Evo Morales promoveu o envio de um contingente de jovens bolivianos para serem formados como médicos em Cuba, tanto para a Escola Latino-Americana de Medicina, como para um acordo patrocinado pela Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa Américas (ALBA). Hoje, mais de 10 mil bolivianos se formaram em especialidades médicas desde o final da década de 1990. A maioria desses estudantes retornou ao país e trabalhou em comunidades distantes dos polos urbanos e de difícil acesso. Eles são treinados sob o princípio do humanismo e seu trabalho foi destacado pela população».</p>
<p>«Eu me lembro quando a brigada médica cubana chegou à Bolívia e mesmo em muitos lugares as condições certas para recebê-las não tinham sido criadas. Portanto, nosso movimento recebeu a tarefa de encontrar casas bolivianas onde um consultório médico pudesse ser instalado. Insistimos em proporcionar melhores condições de vida aos cubanos. Graças a isso, foi criada uma rede de postos de saúde em todo o território boliviano, que, na época, uma grande parte deles é atendida por jovens bolivianos formados em Cuba».</p>
<p>«No momento, uma grande parte da brigada se desempenha em centros de atendimento de segundo nível, em vilas e cidades. Desde o início da colaboração médica, os profissionais cubanos cobriram lugares onde os médicos bolivianos não trabalhavam. Agora esses escritórios são frequentados por jovens treinados em Cuba. O Programa Abrangente de Saúde continua, o que reduziu as mortes maternas e infantis, além de proporcionar melhor qualidade de vida para nossos povos».</p>
<p>«Oferecemos a eles todo tipo de afeto para que não sintam a ausência de seus parentes queridos. Nós os convidamos para nossas casas e tentamos torná-los conscientes das tradições e da cultura. Nos lugares remotos, conseguimos suprimentos para fazê-los sentir-se em um ambiente hospitaleiro».</p>
<p>Por que seu amor por Cuba e pela Revolução?</p>
<p>«O amor, carinho e apreço por Cuba se consolida quando meu irmão morreu na guerrilha comandada por Che Guevara na Bolívia. A atitude do meu irmão criou uma consciência familiar acerca da necessidade de um futuro melhor para o país. Por causa das façanhas narradas pelos sobreviventes, isso despertou meu interesse em conhecer Cuba e me tornar mais um cubano».</p>
<p>«Eu nunca parei de ler a história de Cuba e me tornei um defensor da Revolução Cubana. Eu sempre militei em organizações com uma verdadeira ideologia de defesa do povo boliviano contra a burguesia nacional e o imperialismo. Em minhas ações sempre defendi as conquistas da Revolução Cubana como referência para continuar lutando no continente, até alcançar a verdadeira soberania nacional».</p>
<p>Como seu irmão se envolveu na guerrilha boliviana comandada por Che?</p>
<p>«Meu irmão Willy (Simeón Cuba Sanabria) nasceu em Cochabamba (1935), na cidade de Itapaya, um lugar onde predominava o trabalho agrícola e, portanto, a miséria. Meu pai trabalhava na mina e meu irmão, quando terminou o ensino fundamental, foi com ele, a fim de buscar melhor remuneração econômica para ajudar a família».</p>
<p>«Ele tentou se preparar no ofício da serralharia e lá conheceu Moisés Guevara Rodríguez (1937-1967), outro integrante da guerrilha, que lhe falou sobre a necessidade da mudança social. Depois, travou amizade com vários líderes sindicais da mineração e membros do Partido Comunista, e integrou-se às organizações que se propuseram tomar o poder político pela via das armas».</p>
<p>«Eu era criança e na minha casa se falou sobre a atividade de Willy após a sua morte. Procuramo-lo por muito tempo porque não sabíamos se estava vivo ou morto. Foi um estágio difícil e complicado. Meu pai foi preso várias vezes, quando veio a público a atividade de meu irmão. Portanto, toda a família foi monitorada de perto pelos serviços de inteligência do governo &#8220;.</p>
<p>Quando você sabe sobre a Revolução Cubana?</p>
<p>«Quando estudava no ensino médio. Houve conversas com outros adolescentes em torno das informações recebidas de Cuba. Além disso, procuramos nos informar também sobre os fronts das guerrilhas no continente. Ouvimos sobre os guerrilheiros em El Salvador e na Nicarágua».</p>
<p>Que mensagem você daria aos latino-americanos?</p>
<p>«A mensagem é continuar apoiando e aprofundando a construção deste grande projeto social que é a Revolução Cubana. Devemos seguir o caminho estabelecido pelos heróis e apoiar este novo governo liderado pelo companheiro Miguel Díaz-Canel Bermúdez».<br />
<strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Atingiu Programa Mais Médicos resultados favoráveis no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Nov 2018 00:36:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O aperfeiçoamento da atenção básica e a atribuição de especialistas nas áreas de maior necessidade são resultados obtidos pelo Programa Mais Médicos em menos de três anos desde sua implementação, publica hoje o lugar Infomed.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5263" alt="medicos-cubanos brasil22" src="/files/2018/12/medicos-cubanos-brasil22.jpg" width="300" height="216" />O aperfeiçoamento da atenção básica e a atribuição de especialistas nas áreas de maior necessidade são resultados obtidos pelo Programa Mais Médicos em menos de três anos desde sua implementação, publica hoje o lugar Infomed.</p>
<p>A satisfação da demanda de médicos realizada em 2013 e nos anos posteriores, bem como a ampliação das equipes de saúde da família e também do acesso da população às ações de atenção básica são outros dos lucros deste programa, segundo se refere um artigo da revista brasileira Interface, que avalia os resultados atingidos até 2015 com ênfase na atribuição dos médicos.</p>
<p>Os autores do estudo identificaram avanços importantes, relativos ao caráter equitativo, o impacto nos indicadores de saúde e a avaliação positiva que usuários, médicos e gestores realizam do programa.</p>
<p>Não obstante, sublinham alguns desafios pendentes, tais como que os médicos brasileiros ainda elegem e atuam em um número de municípios muito menor em relação aos locais em onde os graduados no exterior e, em especial os estrangeiros, se propõem a atuar.</p>
<p>Destacam também que para que existam médicos na quantidade necessária e com a formação adequada às necessidades da população brasileira é fundamental o alcance dos objetivos do eixo de formação, com a melhoria da qualidade da mesma de maneira que responda às razões que exigiram a formação deste programa.</p>
<p>Mais Médicos foi criado no ano 2013 para enfrentar os desafios que condicionavam a expansão e o desenvolvimento da atenção básica de saúde, principalmente a insuficiência e a má distribuição de médicos, bem como o perfil de formação inadequado às necessidades da população.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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